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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
8 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Hora da história > Dicas pedagógicas > Ludicidade na literatura > 18/01/13


A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A presença de atividades lúdicas pode ser responsável em transformar, modificar e renovar todo o espaço no qual funciona a Educação Infantil desenvolvendo na criança habilidades cognitivas, motoras entre outras que são necessárias para o desenvolvimento ideal da criança nesta fase.
O trabalho na Educação Infantil não se restringe à aplicação de rituais repetitivos da escrita, leitura e cálculo. Ela começa no momento da própria expressão, quando as crianças falam de sua realidade e identificam os objetos que estão ao seu redor.
O objetivo primordial é a apreensão e a compreensão do mundo, desde o que está mais próxima a criança até o que lhe está mais distante, visando à comunicação, à aquisição de conhecimentos, à troca.
Assim, se as atividades realizadas na pré-escola enriquecem as experiências infantis e possuem um significado para a vida das crianças, elas podem favorecer o processo de desenvolvimento e aprendizagem, quer ao nível do reconhecimento e representação dos objetos e das suas vivências, quer ao nível da expressão de seus pensamentos e afetos.
O brincar permite, ainda, aprender a lidar com as emoções.
Pelo brincar, a criança equilibra as tensões provenientes de seu mundo cultural, construindo sua individualidade, sua marca pessoal e sua personalidade. SegundoPiaget(1998) o brincar, implica uma dimensão evolutiva com as crianças de diferentes idades, apresentando características específicas, apresentando formas diferenciadas de brincar.
Na Educação Infantil deve-se facilitar a aprendizagem utilizando-se de atividades lúdicas que criem um ambiente agradável para favorecer o processo de aquisição de autonomia de aprendizagem.
Para tanto, o saber escolar deve ser valorizado socialmente e a aprendizagem e a interação devem ser processos dinâmicos e criativos através de jogos, brinquedos, brincadeiras e musicalidade.
Com a utilização desses recursos pedagógicos, o professor poderá utilizar-se, por exemplo, de jogos e brincadeiras em atividades de leitura ou escrita, devendo, no entanto, saber usar os recursos no momento oportuno, uma vez que as crianças desenvolvam o seu raciocínio e construam o seu conhecimento de forma descontraída.
As atividades lúdicas têm o poder sobre a criança de facilitar tanto o progresso de sua personalidade integral, como o progresso de cada uma de suas funções psicológicas, intelectuais e morais.
Ao ingressar na escola, a criança sofre um considerável impacto físico-mental, pois, até então, sua vida era exclusivamente dedicada aos brinquedos e ao ambiente familiar.
Com as atividades lúdicas, espera-se que a criança desenvolva a coordenação motora, a atenção, o movimento ritmado, conhecimento quanto à posição do corpo, direção a seguir e outros; participando do desenvolvimento em seus aspectos biopsicológicos e sociais; desenvolva livremente a expressão corporal que favorece a criatividade, adquira hábitos de práticas recreativas para serem empregados adequadamente nas horas de lazer, adquira hábitos de boa atividade corporal, seja estimulada em suas funções orgânicas, visando ao equilíbrio da saúde dinâmica e desenvolva o espírito de iniciativa, tornando-se capaz de resolver eficazmente situações imprevistas.
Fonte:
O lúdico na literatura infantil
"O lúdico pode trazer à aula um momento de felicidade, seja qual for a etapa de nossas vidas, acrescentando leveza à rotina escolar e fazendo com que o aluno registre melhor os ensinamentos que lhe chegam, de forma mais significativa."
Neste contexto justifico, sem grandes necessidade maiores, o quanto considero importante o tema
LUDICIDADE X LITERATURA.
Ao  introduzirmos uma obra literária na classe, nossos alunos devem estar motivados para a leitura. Mas, assim sem nada como incentivo?
Não creio que lerão espontaneamente, principalmente os menores que ainda buscam somente imagens. Aqui, obviamente estamos falando de alunos alfabetizados.
Introduzi  a necessidade das brincadeiras no primeiro momento desta postagem para relacioná-las  a preparação literária desde lá, a creche, maternal, pré, e assim sucessivamente.
Nos primeiros momentos e contatos com livros, as crianças devem já segurá-los, movimentá-los, imaginando seu conteúdo. A hora da história é um recurso complementar, onde a professora irá contar, ler, mostrar imagens, de forma lúdica, buscando a atenção e  o interesse das crianças.
Quanto mais recursos lúdicos ela tiver para estimular, mais estas crianças estarão aptas a evoluir em suas etapas literárias.
Neste momento, em que o aluno entra no estágio das operações concretas,o lúdico aliado ao conhecimento é de fundamental importância.
Para que a aula se torne significativa, o lúdico é de extrema importância, pois o professor além de ensinar, aprende o que o seu aluno construiu até o momento, condição necessária para as próximas aprendizagens. A tendência é de superação, desde que o ambiente seja fecundo à aprendizagem e que o mestre tenha noção da responsabilidade que esta busca exige.
Estuda-se o passado, vive-se o presente, busca-se o futuro. Através da ludicidade podemos fazer novas perguntas para velhas respostas.
Vygotsky (BAQUERO.2000.p. 27) indica a relevância de brinquedos para a criação da situação imaginária. As experiências são extremamente importantes em nossas vidas. Todo o acervo de brincadeiras constituirá o banco de dados de imagens utilizados em nossas interações. Dispor de tais imagens é fundamental importância para a construção do conhecimento e sua socialização. Ao brincar a criança movimenta-se em busca de parceria e na exploração de objetos comunica-se com seus pares; se expressa através de múltiplas linguagens; descobre regras e toma decisões.
Os anos passam e os alunos crescem.
Quando chegam ao quinto ano, por volta dos dez ou onze anos, em plena fase da pré-adolescência, a ludicidade também deve passar por uma transformação.
Não basta mais cantar, dançar, jogar apenas. As aulas lúdicas devem ser direcionadas para as necessidades dos alunos, buscando a proximidade entre a escola e o meio em que o aprendente vive.
Neste período de descobertas múltiplas, é importante que o professor esteja atento ao que acontece em sala de aula e busque interagir de forma positiva e conciliadora, através de atividades que transmitam o conteúdo e promovam a socialização.
Principalmente porque o lúdico, o brincar, fica mais perigoso nesta idade, já que os jovens passam a ter habilidades motoras mais desenvolvidas e o “brincar impetuoso” passa a fazer parte das aulas, dos recreios, dos pátios...
Eles buscam testar o corpo muitas vezes, o tempo todo.
O brincar pode ser visto como um recurso mediador no processo de ensinoaprendizagem, tornando-o mais fácil. O brincar enriquece a dinâmica das relações sociais na sala de aula. Possibilita um fortalecimento da relação entre o ser que ensina e o ser que aprende.
As aulas lúdicas devem ser bem elaboradas, com orientações definidas e objetivos específicos. Se o professor apenas “brincar” com estes alunos, não transmitirá conteúdo e possivelmente perderá o rumo da aula. A atividade intelectual não pode ser separada do funcionamento total do organismo. O corpo e o aprendizado intelectual fazem parte de um todo, através do qual o aluno irá compreender o meio, trocar informações e adquirir experiências. As brincadeiras em sala de aula devem servir como orientação para posturas comportamentais, por exemplo. Brinca-se ensinando valores e, após, usa-se este momento mais tranqüilo para explicar o conteúdo que estudaremos nesta aula e a relação disto com a brincadeira anterior.
Assim também agimos na literatura, desenvolvendo a imaginação e a criatividade através de leituras prazerosas, ou seja, com a ludicidade à tona.
Neste contexto contamos com inúmeras obras literárias lúdicas. Temos grandes autores que proporcionam fantásticas viagens. São histórias sensacionais, que aliadas as nossas estratégias pedagógicas vão garantir vôos indescritíveis de nossos alunos.
Linguagem a Afins traz sugestões de obras com atividades já experienciadas por colegas. Pela net, eu navego e trago postagens pertimentes ao tema Ludicidade.
(Vejam listagens 1 e 2 à sua direita )

 A leitura pode e é necessária ser estimulada desde cedo. ( Já dito no início )

No entanto, é importante que o professor  tenha uma preocupação com os livros a serem trabalhados com seus alunos.
A escolha correta, e um planejamento coerente com a leitura a ser realizada irão despertar nas crianças o interesse e motivação que farão parte de uma experiência rica em suas vidas.
Ao escolher o livro de história o professor precisa então, ter noção dos muitos interesses apresentados por seu público e atentar para aspectos fundamentais na hora dessa escolha, como as imagens, as ilustrações trazidas, o tema da historia, as cores apresentadas, a linguagem do texto etc.
Existem situações em que o professor acredita estar levando algo satisfatório, mas para as crianças se revela pouco interessante e assim ocorre algo muito comum com os profissionais que não utilizam critérios de escolha: o desinteresse e dispersão dos alunos pela história contada nos momentos de leitura. Sobre isso, Gomes (2011) nos fala sobre a importância da observação dos seguintes aspectos: ilustração, propriedade da imagem, estética coerente com o tema e as emoções sugeridas pela obra, destaque dos elementos figurativos (cor, tamanho de imagens, disposição espacial) e quantidade ótima de detalhes.
É comum, educadores apresentarem, em algumas situações, obras literárias para as crianças manuseá-las, mesmo assim, as mesmas não se mostrarem motivadas nem mesmo interessadas pelo material.
Por este motivo, se dá o grande valor para adequação dos livros a faixa etária como também aos estágios psicológicos de cada criança. Estes precisam ser observados e levados em consideração na hora das escolhas desses materiais.
Neste link abaixo , você encontra  uma  sugestão de sondagem literária:
Fonte:
Vejam aqui uma sequência de dicas para o contador de histórias:
Hora da história
Dicas
NA HORA DE CONTAR
Celso Sisto
 Recomendável  / Não Recomendável
- olhar para a platéia                     
 - fingir que olha, olhar para o chão, para o teto, por cima das cabeças
- distribuir o olhar igualmente por toda a audiência  
- não fixar-se num lado ou numa pessoa
- linguagem de acordo com a platéia
 - infantilizar a linguagem; exagerar nos diminutivos
- linguagem fluida
- vícios de linguagem: aí, né, então,...
- não denunciar o erro: troca de palavras, troca de episódios e fatos; esquecimento de algo ou da seqüência da história
- expressar o erro pedindo desculpas, fazendo comentários acerca do erro, da troca ou da falha de memória
- visualizar a história enquanto narra; criar um roteiro visual e verbal, por episódio, na seqüência da história
 - “cuspir” o texto; falar mecanicamente; não sentir o poder e força das palavras
- usar gestos expressivos, que acrescentem algo ao entendimento da história
 - usar gestos apenas para ilustrar o que a palavra já diz
- movimentar-se só quando a história “exigir”
- andar sem parar, de um lado para o outro, em círculos, etc.
- não explicar a história; o texto deve falar por si mesmo
- transformar a história em aula com desenvolvimento didático e necessidade de explicação a cada “coisa” narrada
- preparar a história antes; ensaiar sempre
- contar só baseando-se no improviso
- não prender qualquer parte do corpo enquanto está contando, tipo mãos no bolso, braços cruzados (na frente ou atrás)
- contar sentado, imobilizando metade do corpo ou apoiar-se em “muletas”, como caneta na mão ou algo para ficar mexendo
- evitar movimentos repetitivos - cabelo solto, franja no rosto, cordões e roupas chamativas
– toda e qualquer coisa que desvie a atenção da história e chame a atenção sobre o contador
- que o tom de contar seja diferente do tom de bater-papo
- narrar como se estivesse declamando, de forma “empolgada” e exagerada
- projetar a voz em direção ao espaço
- contar a história com o mesmo tom
- usar diversos ritmos no decorrer da narração
- usar o mesmo ritmo do início ao fim
- acreditar na história que está sendo contada
- fingir que acredita na história
- usar pausas durante a história, explorar o silêncio, o movimento sem palavras
- falar ininterruptamente
- dar à apresentação um tratamento de espetáculo
- ignorar que toda e qualquer apresentação pública de história envolve uma preparação estética
http://pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo3/Literatura_InfantoJuvenil_Aprendizagem/bloco1/na_hora_de_contar.doc




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