afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Este livro traz o pavão, com sua cauda enorme e colorida, aberta como um leque. E também o elefante, gordo e pesado, com a enorme tromba. Esses e outros animais, tanto grandes quanto pequenos, podem ser vistos nas florestas e nas savanas. Mas, aqui, eles estão em um zoológico de papel, que une poesia com origamis e colagens. Sowilo Editora: AQUI
Produção de Literatura Infanto-juvenil ilustrada para fins de iniciação científica e educação ambiental do Instituto Federal do Paraná- Campus Umuarama
Ao unir curiosidade infantil aos passos do saber científico.
Lições vão sendo reveladas de mãe para filho.
O projeto baseia-se no fato de que a leitura permite ao leitor/ouvinte entrar em contato com o mundo real ou imaginário sem ser necessário um deslocamento físico.
Sua grandiosidade deve ser entendida como uma grande viagem, uma experiência única e individual. Com Monteiro Lobato, a literatura infantojuvenil deixou de ser ditada por livros didáticos e foi pensada em algo que deveria ser estimulado na criança, de modo que ela adquirisse o hábito e o prazer pela leitura.
Mesmo assim, Monteiro Lobato sempre inseriu elementos educativos em seus livros.
Hoje, já se chegou a um consenso de que a literatura infantil deve englobar tanto o aspecto educativo, mas também se firma como arte.
Além disso, como vivemos em uma era de tecnologia e informação, a literatura infantojuvenil deve acompanhar essa tendência e incentivar novos cientistas a partir de textos lúdicos.
Dessa maneira, a leitura pode contribuir de forma significativa numa sociedade letrada, no exercício da cidadania e no desenvolvimento intelectual.
O objetivo principal desse projeto de extensão é difundir literatura ilustrada com finalidade de iniciação científica e educação ambiental. Fonte
A autora Patrícia Auerbach, autora da coleção objetos brincantes: AQUI
Patrícia e seus objetos brincantes no Linguagem: AQUI
Ouvindo a história: Dudu e o plástico bolha
É uma aventura no mundo da imaginação.
Dudu explora todas as possiblidades que um plástico bolha pode lhe proporcionar, mas isso só é possível pq ele se permite viver, imaginar, construir, desconstruir.. Depois com o tempo esse mesmo exercício transforma as coisas em arte, como por exemplo a abstração de objetos, que é uma técnica do teatro de animação. Se imaginar em diferentes situações e viver elas com verdade é da ordem do teatro, do cinema, do escritor... SER CRIANÇA É TUDO. AQUI, AQUI, AQUI
Nesta nova aventura, Dudu, o querido protagonista criativo, inventa novas brincadeiras reaproveitando um belo conjunto de papéis coloridos.
Uma nova encomenda chega na casa de Dudu. Mas o mais legal é que ela veio embalada em vários papéis coloridos! Com sua imaginação e criatividade, Dudu sabe muito bem como transformar esses papéis em um barco para passeios relaxantes, um avião para sobrevoar o deserto, um mapa de piratas repleto de segredos…
Mas, desta vez, Dudu também vai descobrir como transformar o material usado em papéis novinhos em folha ― e assim poder continuar com a diversão!
No quinto livro da coleção Pequeno Leitor, as crianças vão reencontrar o adorável personagem Dudu, de Dudu e a caixa e Dudu e o plástico-bolha. Além de se divertirem com esse protagonista pra lá de criativo, também vão aprender mais sobre a reciclagem do papel. Ao final da história, há atividades para quem quiser mergulhar ainda mais na narrativa e testar os conhecimentos adquiridos com ela.
Por que os brinquedos não estruturados fazem sucesso?
A questão do brincar livre é tão importante que alguns livros trazem justamente essa temática. É o caso da trilogia do Dudu, personagem da autora Stela Greco Loducca, que está sempre às voltas com brinquedos não estruturados. Blog da letrinhas: AQUI
Como criar acervos lúdicos para as crianças: Blog da letrinha: AQUI
Criando brincadeiras com materiais de largo alcance/Aula
Materiais de largo alcance que proporcionem movimentos amplos, como: caixotes de madeira ou plástico, tábuas, pneus, tijolos, canos de PVC, caixas de papelão grandes, tocos de madeira, bobinas grandes, pedaços de conduítes, cordas e tecidos (toalhas de mesa e lençóis velhos, por exemplo). Atente-se para coletar e organizar uma quantidade de recursos que favoreça às crianças criarem e recriarem, individualmente ou em pequenos grupos, vários brinquedos e formas de brincar. AQUI
Os brinquedos tradicionais têm seu lugar no desenvolvimento e na diversão das crianças. Mas pode ser muito estimulante propor um novo ambiente, com materiais de largo alcance, em que objetos do cotidiano e da natureza são deslocados das prateleiras e quintais - e de suas funções usuais - para servirem à brincadeira. Transformando objetos em brinquedos: AQUI, AQUI
Mário Marinheiro viajava muito e em suas viagens levava livros e papéis de carta, pois gostava muito de ler e de escrever. As cartas que escrevia eram depois dobradas e colocadas em envelopes. Quando chegavam as respostas, ele as desdobrava para ler, dentro da barraca onde ficava acampado, isso quando não estava em alto-mar.
Na barraca, em contato com a vida ao ar livre, Mário marinheiro podia observar o vôo das aves e os ninhos de passarinhos dos mais variados formatos. Certo dia, Mário Marinheiro percebeu que sua barraca estava precisando de uma pintura na parte da frente e também de uma reforma no telhado, que era reto e passara a ser bicudo.
Á noite, o toldo tinha que ser levantado, primeiro de um lado, transpassando-o para ficar bem preso, e depois do outro.
Mário Marinheiro gostava de construir com papel um chapéu de forma triangular para se proteger do sol. Quando precisava de saquinho para pipoca, copo ou coador, podia obtê-los virando o chapéu para baixo.
Um dia, sentiu que o chapéu que construíra era muito grande e resolveu reformá-lo. Uniu então os pontos do chapéu, como se fosse o bico de um passarinho.
Levantando as pontas que apontavam para baixo, uma para cada lado, Mário Marinheiro obteve um chapéu menor.
Como o chapéu continuava grande, tentou diminuí-lo novamente, repetindo as mesmas dobras.
Mas, arrependido, desdobrou as últimas abas, puxando para fora suas duas pontas.
Qual não foi sua surpresa ao ver o chapéu transformar-se num barco.
Certo dia, navegando em alto-mar, o barco de Mário Marinheiro começou a balançar de um lado para o outro, pois as ondas estavam revoltas por causa da chuva que começara a cair. no céu haviam muitas nuvens, que provocavam trovões barulhentos.
De repente, o barco bateu num rochedo, o que lhe arrancou a parte da frente - a proa.
O barco rodopiou e foi arrancada a parte de trás - a popa.
Em seguida o barco emborcou, virando o mastro de ponta cabeça e bateu num recife, perdendo a ponta do mastro. O barco foi então afundando, afundando e se desmanchando. Como Mário Marinheiro sabia nadar e boiar muito bem, pois praticava esportes e tinha muita resistência, foi nadando até a praia e salvou-se... Graças a seu barco, que se transformara adivinhe em que?
Numa camiseta salva-vidas. Mário Marinheiro resolveu decorar o seu colete, que tal você agora produzir o seu?
Fonte: A arte magia das dobraduras - Lena Aschenbach, Ivan Fazenda, Marisa Elias 1997.
Pepe é um menino que tem um gato chamado Babel. Numa tarde chuvosa, daquelas em que a única coisa que parece ser possível se fazer é olhar a chuva escorrendo pela vidraça, Pepe propõe a seu gato uma brincadeira de piratas para acabar com o tédio. Apesar de estar chateado, Babel topa brincar. Ele começa a pensar em sol, mar e… saborosas sardinhas.
Por meio da história de Pepe e seu gato, a autora Roseana Murray mostra que é possível desenvolver atividades mesmo que às vezes as condições não se mostrem as mais perfeitas. E também ajuda a criança a embarcar na fantasia, incentivando a criação das próprias histórias.
Numa tarde de chuva, o menino se chateia olhando lá fora o céu que chora. Do lado dele,
Babel, o gato, apenas contempla as gotas de cinza e prata, pois essa é a natureza dos gatos: não
se chatear. Até que... Então, Pepe inventa brincar de pirata em um navio feito com três almofadas
e lençol estendido por vela. E o gato, que agora é marinheiro-conselheiro, acompanha tudo concentrado, pensando no sol, estrelas do mar e saborosas sardinhas.
O menino deixou de ficar chateado quando
(A) foi brincar lá fora.
(B) levou o gato para passear.
(C) resolveu brincar dentro de casa.
(D) ficou olhando a chuva que caía lá fora.
O gato é eleito, pelo menino, marinheiro-conselheiro e
(A) fica triste, pois é essa sua natureza.
(B) demonstra interesse pela brincadeira.
(C) faz pouco caso em participar da cadeira.
(D) fica chateado e prefere ficar contemplando o céu. Fonte
Um barco de papel navega nas águas da banheira para corredeiras mundo afora. A bordo dele, uma menina embarca na imaginação e desvia de icebergs de cacos de vidro, montinhos de areia, tempestades... No coração, ela carrega algo muito mais forte: carinho. O barco de papel precisa chegar ao seu destino – a pessoa especial – levando o sentimento que não para de crescer.
O texto poético de Jorge Luján transporta o leitor por uma aventura emotiva. As ilustrações de Julia Friese mostram a menina enfrentando a ferocidade da água ao lado de um coelhinho, um pato e milhões de barquinhos de papel.
Leitura recomendada para crianças em fase de alfabetização, Picote, o menino de papel traz texto curto, despojado em letras grandes, com palavras do repertório linguístico das crianças. Abordando temas como a ludicidade, o companheirismo e o perigo do fogo, a história não estimula a aproximação da criança com o fogo; ao contrário, mostra a consequência negativa de um pequeno acidente.
TEMAS:
Fogo (benefício e perigo), acidentes;
•Primeiros socorros;
•Solidariedade, amizade.
As experiências infantis de perigos e cuidados correm soltas pelas páginas do livro, em que o personagem, menino de papel, ganha vida na tridimensionalidade das ilustrações. Na capa do livro, um brinde para recortar e montar.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
•Observar as Ilustrações e escrever listas de nomes dos objetos encontrados nas cenas;
•Construir maquetes com dobraduras e recortes de papel;
•Criar história que relate acidente com fogo e/ou de situação de perigo.
Picote morava num lugar encantado ,todo feito de papel colorido.
Ele seus amigos brincavam sempre juntos.
Picote era o menino mais feliz e brincalhão do mundo.
Só não brincava com fogo ,pois tinha medo de se queimar.
Eles inventavam um tanto de coisas e a vida nunca ficava sem graça.
Faziam árvores , flores , insetos e passarinhos... ...e um tanto de bichinhos.
Uma noite Picote estava na janela , olhando as estrelas , quando apareceu um disco voador fazendo piruetas no céu.
De repente o disco trombou num cometa e espalhou fogo pra todo lado .
Uma faísca caiu bem em cima do menino de papel.
Picote queimou a barriga e foi parar no hospital .
Mas logo chegaram os amigos e consertaram o pequeno Picote.
Lá vai ele , novinho em folha.
ATIVIDADE
Depois da história ser contada as crianças amplia seus conhecimentos em formas de desenhos e criatividade.
Por isso o desenho também prepara para aprender a ler e escrever .
Isto , porque á medida que a criança descobre que o desenho é uma forma de representar objetos , pessoas , ela aumenta suas possibilidades de compreender mais tarde que a palavra escrita é uma outra forma de representação do mundo em que vive.
Quando as pessoas valorizam o que a criança desenha , pinta , ela se sente feliz e capaz favorecendo , assim sua auto - estima .
Desenhar permite que a criança tenha uma outra forma de expressar o que sente o que sabe das coisas e de aumentar seus conhecimentos através de sua criatividade.