- Culinária sensorial: Fazer um bolinho de verdade ou modelar massinha de farinha e água para entender a textura da massa descrita na história.
- Teatro de fantoches e Caixa da História: Utilizar bonecos de palito ou dedoches da lebre, do lobo, do urso e da raposa para recontar a ordem em que o bolinho encontra cada animal.
- Roda de conversa sobre valores: Discutir a vaidade do bolinho e os perigos de escutar desconhecidos, refletindo sobre cautela e atenção.
- Ilustração e pintura: Desenhar a trajetória do bolinho rolando pela estrada e fugindo de seus criadores. Fonte Google
- Contação de história com fantoches: Criar ou utilizar fantoches dos personagens (a mosquinha Berêberé, o mosquito zumbidor, o ratinho Roque-Roque, a sapa Caçapa, a lebre alegre, a raposa, o lobo e o urso) para reencenar a entrada de cada animal no "castelo".
- Roda de memória e repetição: Aproveitar a estrutura cumulativa do texto para pedir que as crianças memorizem e repitam a ordem dos animais que entram no pote, estimulando o raciocínio lógico e a previsão do próximo elemento.
- Releitura artística e desenho: Propor que os alunos desenhem ou pintem a parte favorita da história, como o momento em que todos os bichos dividem o espaço ou quando o urso senta no pote e o quebra.
- Construção de um castelo de pote: Utilizar materiais recicláveis (como potes de barro ou plásticos) para decorar e montar cenários inspirados na narrativa junto à turma. Fonte Google
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