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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, abril 14, 2025

O indiozinho e o rio voador>A dança do arco-íris>Conto indígena>Caixa sensorial>Estímulos musicais>14/04/2025


O espetáculo da natureza na visão dos indígenas
Conto: A dança do arco-íris: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUIAQUI
Aula: Sonorizando um conto indígena: AQUI
Ouvindo sobre os indígenas: AQUI
Caixa sensorial: Elemento da cultura indígena: AQUI
A caixa sensorial é um recurso que estimula o desenvolvimento dos bebês e crianças através da exploração dos sentidos e tem como objetivos indiretos, dentre outros, a preparação remota para a escrita e matemática, o desenvolvimento da coordenação motora, da atenção, do equilíbrio, da memória e da criatividade. AQUI, AQUI

Caixa sensorial/Atividade lúdica/Sugestão

A Caixa sensorial é um material pedagógico acessível que pode ser usado para ampliar as formas dos estudantes responderem perguntas simples, do tipo “sim” ou “não”. O recurso é feito com uma caixa de papelão, dentro da qual o motor de um carrinho de controle remoto é adaptado. Por meio do controle, o professor pode acender duas lâmpadas de LED na tampa: uma verde, para as respostas positivas, e uma vermelha, para as negativas. É possível, ainda, fazer a estrutura vibrar. AQUI
O indiozinho e o rio voador: AQUIAQUI,  AQUIAQUI
Mudanças climáticas: + Rios voadores: AQUI
Instrumento pau de chuva: AQUIAQUI
A dança da chuva: AQUI

O indiozinho e o jacaré: AQUI
Indígena: Vamos cantar: AQUI

Saco sensorial: AQUI
Atividades para aguçar sentidos: AQUI

Objetos brincantes: AQUI
Caixas: AQUI
Brinquedos de chão: AQUI
Brinquedos/Brincadeiras: AQUI
Vamos brincar de estátua? AQUI

Esconde-esconde com objeto: AQUI, AQUI, AQUI
Quer brincar de pique esconde?: AQUI
Objetos sonoros: AQUI
Brincadeira musical: AQUI
Esconde-esconde: AQUIAQUI
Achou?: AQUI






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sábado, abril 12, 2025

Tulu> Em busca de um lugar para viver>Cultura musical/sons indígena>Tulu no sítio do pica-pau amarelo>12/04/2025


Donaldo Buchweitz/Ina Carolina

Tulu vive entre a floresta e o lavrado. Ele é amigo dos animais, das plantas e de toda a natureza que o cerca. Mas tudo começa a mudar quando as queimadas tomam conta da mata. 
Nesta história, Tulu vai descobrir que não são só os animais e a floresta que estão correndo perigo..

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

A educadora Kátia Pecand realiza neste vídeo a contação de história do livro Tulu – em busca de um lugar para viver.
Uma história que encanta, emociona e ensina nossas crianças sobre a importância da preservação da natureza e o respeito aos povos indígenas .AQUI e AQUI
Fazendo um papagaio de papel: AQUI
Compartilhando a cultura sonora indígena: AQUI
Conhecendo a música indígena: AQUI
O canto indígena: AQUI
Sequência didática Tulu: AQUI

Donaldo Buchweitz

Tulu deixou a floresta e foi a um sítio muito conhecido de todas as crianças: o Sítio do Picapau Amarelo. O que será que ele vai fazer lá? 
Quem estará esperando por ele? 
Um delicioso encontro de Tulu, personagem criado por Donaldo Buchweitz, com os famosos personagens de Monteiro Lobato.
Neste vídeo, a educadora Kátia Pecand nos apresenta alguns títulos que podem ser utilizados como disparadores de projetos pedagógicos em sala de aula, desde a Educação Infantil, para que o aprendizado aconteça de forma lúdica e encantadora. Sobre Tulu também: AQUI

Ouvindo: AQUI
Neste vídeo educativo e divertido, as crianças vão aprender sobre o Dia dos Povos Indígenas, que é celebrado no dia 19 de abril. De forma leve e respeitosa, vamos conhecer quem são os povos indígenas do Brasil, como vivem, sua cultura, costumes e a importância de comemorar essa data especial. AQUI


+ Donaldo Buchweitz: AQUI
Aquitã o indiozinho: AQUI
Uma arara e sete papagaios: AQUI
Papagaios: AQUI
Poeminhas da terra: AQUI
Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI
Pikuin o pequeno kurumin: AQUI
Lapbook: Povos indígenas: AQUI
Plano de aula para trabalhar o Dia dos Povos indígenas com atividades alinhadas à BNCC. 
Para que serve um livro? AQUI
Livros/Comemorações: AQUI
A pílula falante: AQUI
É um livro: AQUI



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quarta-feira, abril 09, 2025

Sou indígena>Quem eu sou>Estímulos poéticos>Povos indígenas>09/04/2025

 

Cláudia A. Flor D'Maria/ Raquel Teixeira


Um poema-manifesto ricamente ilustrado para exaltar a importância e a maravilha de ser e se reconhecer indígena.

A narradora deste poema-manifesto se orgulha em afirmar e reafirmar o quanto for preciso que sim, é indígena! 
E justamente por se orgulhar de suas origens, de seus ancestrais e de sua identidade, ela narra com força e alegria tudo o que ser indígena significa e representa, indo muito além dos muitos estereótipos sobre os povos originários brasileiros.
Nas páginas deste livro, a amapaense Cláudia A. Flor D’Maria, de origem Itaquera/Itakuera, une suas palavras emocionantes às ilustrações de traço colorido, encantador e contemporâneo da indígena manauara Raquel Teixeira. 
Juntas, em um projeto gráfico dinâmico, convidam leitores de todas as idades a se aproximarem das culturas dos povos indígenas e admirarem as sabedorias, a empatia e o encantamento que elas trazem consigo.

A coleção Canoa tem como objetivo levar literatura infantil de qualidade a um preço popular para todos os pequenos leitores.

Indicado para leitores a partir de 4 anos.


Sobre a obra: AQUI


Ouvindo: 


Sim, sou Indígena! Um lindo poema que fala sobre suas origens, seus ancestrais e sua identidade.


Que conta tudo o que ser indígena significa e representa - e convida você a celebrar a importância dos povos originários do território brasileiro. AQUI


Eu sou: As crianças fizeram autorretratos e contaram de suas habilidades, talentos e características.

Os desenhos fazem com que elas olhem para si e para que a equipe pedagógica como um todo conheça mais do que estão sentindo e de como elas estão se organizando nesse início de ano letivo, período de aconchego.
Com as narrativas, as crianças fortalecem seus talentos, e há ali um reconhecimento e uma identidade de grupo importantes para a integração da turma.  AQUI



Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI
Pikuin o pequeno kurumin: AQUI
Lapbook: Povos indígenas: AQUI
Plano de aula para trabalhar o Dia dos Povos indígenas com atividades alinhadas à BNCC. 




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segunda-feira, abril 07, 2025

Poeminhas da terra>Povos indígenas>Estímulos poéticos>07/04/2025

 
Márcia Leite/Tatiana Móes

Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.

Do que trata o livro: cultura indígena, infância, identidade, modos de vida, relação homem e natureza, cotidiano, palavras de origem Tupi-Guarani.

Gênero: livro ilustrado; poesia.

Indicação: leia comigo; começo a ler sozinho. 

Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.

Os versos curtos, sonoros, o ritmo cadenciado pela repetição de vogais e o uso de rimas simples convidam à exploração da linguagem durante a leitura oral. a predominância de palavras de origem tupi-guarani, associada às poéticas ilustrações em nanquim e aquarela, evoca uma profunda harmonia entre os seres e a natureza, fazendo com que poeminhas da terra proporcione a aproximação do leitor com a cultura dos povos indígenas, pelo respeitoso olhar das autoras.

PDF: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Atividade/Poema Comilança: AQUI
Dia dos povos indígenas
Como trabalhar o tema com educação infantil: AQUI
Dia da Terra: AQUI
+ Márcia Leite: AQUI
Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI




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domingo, abril 07, 2024

Um curumim, uma canoa>Atividade literária>Povos indígenas>Poema> 07/04/2024

 

Yaguarê  Yamã/Matias Simone
Aguiry é um curumim que se prepara para uma grande aventura. Ele tem uma canoa e com ela percorre o reino da cobra grande. Mas, espere aí! Uma criança percorre sozinha um reino tão perigoso? 
Ah! Descubra como isso acontece lendo esta deliciosa história sobre um indiozinho e sua canoa, que juntos desbravam os sonhos de uma criança.

Uma emocionante jornada pela cultura indígena

Embarque em uma aventura incrível ao lado de Aguiry, um corajoso curumim que parte em sua canoa rumo ao reino da cobra grande. Neste livro encantador, escrito por Yaguarê Yamã e ilustrado por Simone Matias, você descobrirá como um indiozinho tão pequeno enfrenta desafios e surpresas em sua jornada solitária.

Com 36 páginas ricamente detalhadas, esta obra traz consigo valores culturais e educativos, sendo uma excelente escolha para introduzir crianças à diversidade das tradições indígenas e à importância da preservação cultural. As ilustrações vibrantes de Simone Matias dão vida à história, envolvendo os leitores em cada página.

O livro "Um Curumim, Uma Canoa" é uma escolha perfeita para estimular a imaginação das crianças, promovendo o conhecimento sobre a cultura indígena de forma lúdica e cativante. Além disso, as belas ilustrações e a narrativa envolvente tornam a leitura uma experiência enriquecedora e divertida para toda a família.

 Escrito por Yaguarê Yamã, autor especialista em temas indígenas.

Ilustrações coloridas e expressivas de Simone Matias.

Tema educativo, ideal para crianças em fase de descoberta.

Capa vibrante que desperta curiosidade e interesse pela leitura.

Este livro é indicado para ser lido em voz alta, permitindo que as crianças mergulhem na história de Aguiry e sua jornada emocionante. 
Aproveite para explorar junto com os pequenos os ensinamentos sobre respeito à diversidade cultural e a importância de preservar tradições milenares.  Fonte
Nesse vídeo você verá o passo a passo de 3 atividades para trabalhar a temática dos Povos Indígenas na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Essas atividades contemplam todos os campos de experiências da BNCC. AQUI

Ouvindo: AQUIAQUI

Projeto: Povos indígenas: PDF: AQUI 
O tupi que você fala: No Linguagem: AQUI
Qual a importância de comemorar o dia dos povos indígenas?
  Resumo dos acontecimentos que levaram à comemoração desse dia tão importante. Se trata de um vídeo educativo, dinâmico e objetivo. AQUI
Nesse vídeo lindo com imagens relacionadas ao dia dos povos indígenas as crianças vão aprender um pouquinho sobre os hábitos e a cultura desses povos que contribuíram na formação do povo brasileiro. De autoria da professora Hilda Miranda, use à vontade. AQUI

Aula: Povo indígena: A tradição das rodas: AQUI

As atividades para o dia dos povos indígenas, é apenas um complemento para seu planejamento, pois, neste dia, assim como em qualquer dia do ano, temos o dever de valorizar, ensinar e mostrar para nossos alunos, que não existe apenas um dia para este povo, mas todos os dias são de todos, afinal, fazemos parte da mesma nação. AQUI

Poema: Indígenas do Brasil: AQUI
Para imprimir: AQUI
No Linguagem
Memórias das palavras indígenas/Projeto: AQUI
Menino Poti: AQUI
Cultura indígena: AQUI
Indígenas: AQUI




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terça-feira, abril 11, 2023

Memória das palavras indígenas>Projeto de leitura>Atividades>Vocabulário indígena>Lapbook>11/04/2023

 

Luiz D.B Grupioni/Walter M.Santos

Abacaxi, Açaí, e Anhembi. Caju, Caramuru e Curumim. Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga. Mandioca, Maracujá e Muriçoca. Paca, Pacaembu e Pindorama.

Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena? O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira.

Em Memórias das palavras indígenas, Luís Donisete apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.

Tema(s) principal(is): Etimologia, diversidade linguística e cultura indígena;
Tema(s) transversal(is): Ética e pluralidade cultural;
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa, História e Geografia.

Ler a apresentação do autor com a intenção de saber mais sobre as línguas indígenas; Selecionar algumas palavras que você desconhecia e criar um caça-palavras; Ler as informações contidas nos quadros verdes. Escolher uma e recontar para a classe; Selecionar dois povos indígenas e saber mais sobre eles.

Projeto de leitura: AQUI

Muito além do cocar: Leve a diversidade indígena para a sala de aula: AQUI

Aulas indígenas para o ano inteiro: AQUI

Agosto indígena na educação infantil: AQUI

Instrumentos musicais indígenas/percepção dos sons: AQUI

Sugestões de atividades

Lapbook povos indígenas: AQUI

Vocabulário indígena: PDF: AQUIAQUIAQUI

Cultura dos povos indígenas/PDF: AQUIAQUI

Cantando: Todo mundo tem um pouco de índio dentro de si. Todo mundo fala língua de índio Tupi Guarani. A nova versão de TuTuTu Tupi chegou ao ZiS para contar a influência da língua Tupi Guarani no nosso dia a dia, confira! AQUI

Ditado de palavras indígenas: AQUI

Aula: Jogo de origem indígena: AQUI

Aula: Conhecendo a música indígena: AQUI

Aula: As expressões indígenas de nosso cotidiano: AQUI

Índio que balança: AQUI

Jogo de memória com palavras indígenas para baixar: AQUI

Daniel Munduruku faz leitura de uma crônica de seu mais recente livro Memórias de Índio publicado pela Edelbra Editora.
Livro ganhador do Selo de Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ!: Nunca gostei de ser índio: AQUI

Viva a cultura indígena! Viva as histórias contadas de geração em geração! Viva a diversidade! Viva a história do nosso Brasil! Viva!!!:
Um conto sobre a cultura munduruku, crônicas e depoimentos sobre as experiências vividas pelo autor no chamado "mundo dos brancos", além de informações gerais sobre a diversidade étnica do Brasil indígena.
Na primeira parte esse livro traz um conto da cultura munduruku. "O menino que não sabia sonhar" fala de Kaxi, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de o pajé tê-lo escolhido como seu sucessor. Para ser iniciado nos segredos da pajelança, o pajé lhe ensina que é preciso sonhar, pois nos sonhos residem os grandes mistérios da vida. Aqui, talvez pela primeira vez no Brasil, a cultura indígena é apresentada do ponto de vista de um dos seus integrantes. Em seguida, o autor relata com bom humor suas experiências no "mundo dos brancos" e comenta a situação dos povos indígenas no Brasil. A edição inclui desenhos de crianças indígenas e fotos de aldeias mundurukus.
Uma história de índio: Daniel Munduruku: AQUI, AQUI

No Linguagem

Aldeias palavras e mundo indígena: AQUI

Kabá Darebu: AQUI

Kunumi Guarani: AQUI

Contos da floresta: AQUI

O tupi que você fala: AQUI Atividades: AQUI



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sexta-feira, abril 09, 2021

Pikuin o pequeno Kurumin>Hora da história>Atividade remota>PDF>Hora da história> Curumim> O curumim que virou gigante>09/04/2021

 

Marco A.R.Pietrucci

Pikuin é um pequeno Kurumin que adora brincar com suas irmãs e amigos, além de ouvir histórias sobre a cultura de seu povo antes da chegada do homem branco. Ele sonha com um mundo de paz.

Ouvindo a história: AQUI

PDF/Livro: AQUI

Atividade remota: TRILHA DE LEITURA PARA EXPLORAR A OBRA

A obra é “Pikuin, o pequeno kurumin”, de Marco Antonio Ribeiro Pietrucci.
A seguir, montamos uma trilha de leitura pensando em grupos da Educação Infantil (5 anos) ao Fundamental, podendo ser adaptada para qualquer realidade de ensino, indo ao encontro da concepção dos Múltiplos Letramentos (BNCC, 2018) e do Letramento Literário (COSSON, 2019), tendo como princípios os eixos da área de Linguagem (leitura, oralidade, escuta, análise linguística e produção textual).

-Conteúdo: diversidade cultural, povos indígenas, colonização do Brasil.
-Objetivo de aprendizagem:
Reconhecer que existem diversos modos de vida e culturas entre as pessoas.
Demonstrar atitudes de respeito à diferentes manifestações culturais.
Ouvir atentamente a história contada.
Movimentar-se através de brincadeiras, demostrando o controle e adequação ao uso do corpo. Recontar a história do deu jeito. -Habilidades da BNCC:
QUAL É O TEMA DA NOSSA LEITURINHA DE HOJE ?
(EI03EO6) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modo de vida. TRILHA DE LEITURA: -Antecipação dos conhecimentos prévios: Para conversar... QUAL É O NOME DO NOSSO PERSONAGEM PRINCIPAL?
-Conversem sobre a relação entre o homem branco (Europeu) e os povos indígenas durante o processo de invasão dos Portugueses ao Brasil, em 1500.
O QUE VOCÊS ACHAM QUE O INDIOZINHO MAIS GOSTA DE FAZER ? -Disponibilizar o link da leiturinha da obra; PRODUÇÃO TEXTUAL: ORAL -Recontem a história oralmente, podem gravar um áudio e postar no grupo do WhattsApp; AMPLIANDO O TEMA:
-Pesquisem na internet palavras do nosso idioma que tiveram origem nas línguas indígenas (urubu, Piracicaba, Ubatuba...). Ao final, compartilhem com a turma sua investigação.
-Pesquisem fotos em livros, em revistas velhas ou na internet sobre os hábitos e os costumes dos povos indígenas brasileiros nos dias atuais. Ao final, compartilhem com a turma sua investigação. -Brincadeiras indígenas, sugerimos a leitura do material que é para a Educação Infantil, mas possível de ser adaptado para o Ciclo de Alfabetização.
PRODUÇÃO TEXTUAL: Tirinha não verbal
1-Vocês gostaram da leiturinha de PIKUIN? Transformem a leiturinha em uma tirinha de no máximo quatro quadrinhos. Lembrem da historinha e desenhem-na dentro dos quadrinhos, lembrando que não precisa escrever os diálogos será só imagens, com partes da obra.
-observações para didatização: (a) Não esqueçam de dar trabalhar antes desta proposta de produção de tirinha não verbal, outras tirinhas para que as crianças, entendam o que seria o gênero tirinha e percebam a composição do texto;
(d) publicar suas produções e compartilhar com a turma.
(b) chamar a atenção delas sobre a importância de se ter: uma sequência com começo, meio e fim; ser uma história de imagens em quadrinhos com ou sem balões; quando há textos, os diálogos estão incluído em balões; (c) dar um título a sua produção; ANÁLISE LINGUÍSTICA: INDÍGENA 1-Analisem a palavra e levem as crianças a produzirem uma lista de palavras que rimem com a palavra indígena (tangerina, Paulina, cantina...);
Não esqueçam de refletir sobre o que seria rima e a produção de sentido deste recurso, podem realizar uma reflexão grafofonêmica.

Fonte: Clique  AQUI  Vídeo

Atividades/Artes para o dia do indígena: AQUI

Atividade PDF indiozinhos: AQUI

Aula para bebês: AQUI

Cantando: AQUI

Um dia na tribo: AQUI

Kaba Darebu:  AQUI

Aquitã, o indiozinho: AQUI

Música, os indiozinhos: AQUI

Yrajang a canoa encantada: AQUI

Menino Poti: AQUI

José Rufino dos Santos

Tarumã queria muito ter uma irmã e vivia pedindo isso aos pais. Como a irmã não vinha, ficou só pensando como ela seria… Tanto imaginou que passou a achar que ela realmente existia. Quando pescava, pegava um peixe a mais para a irmã imaginária. Os curumins começaram a achar, então, que ela tinha mesmo nascido e decidiram presenteá-la. Mas onde está a irmã de Tarumã que nunca aparece? O indiozinho vai inventando desculpas até que ninguém mais acredita nelas.

O curumim que virou gigante: PDF: AQUIAQUI

Roteiro de leitura: AQUI

Tiago Hakiy

Tomar banho de rio, subir no pé de goiabeira, brincar com os animais, pescar o almoço, olhar as estrelas. Em "A pescaria do Curumim e outros poemas indígenas", a cultura dos índios da Amazônia é apresentada às crianças sob a forma de singelos poemas. Ninguém melhor do que Tiago Hakiy para fazer isso com aprumo: descendente do povo sateré mawé, o autor nasceu em Barreirinha (AM), no coração da Floresta Amazônica. O livro ganha ainda um charme extra com as representativas ilustrações de Taísa Borges. Coloridos, tradicionais e de traços fortes, os desenhos contribuem para a inserção do público infantojuvenil no universo dos índios amazônicos.

Fafá conta:

Pescaria do Curumim, do livro Pescaria do Curumim e outros poemas indígenas, de Tiago Hakiy. Editora Panda Books: AQUI

Tiago Hakiy
Curumim (menino na língua Tupi) retrata a rotina de um garoto que tem na imensidão da natureza a sua casa, vida, afazeres, brincadeiras e a formação intelectual. O pequeno leitor é convidado a conhecer esse vasto mundo de riquezas, no caso a Floresta Amazônica, como se fosse ele mesmo a estar ali desfrutando de todo aquele cenário. Ao lado de Curumim, quem tem acesso à leitura também poderá conhecer várias das palavras indígenas usadas no texto para identificar a interação do menino com o ambiente onde a história acontece. Ideal para os interessados em ampliar conhecimentos sobre a vivência de outros povos e, com isso, estimular a curiosidade e saber um pouco mais do que é feito este mundo. Em Curumim, a ilustradora Andréia Vieira nos faz sentir os movimentos da natureza e do pequeno indiozinho. As ilustrações são todas feitas com tinta acrílica para valorizar e potencializar a essência das cores e a liberdade na vida das crianças Sateré-Mawé.

Fafá conta Curumim:AQUI

Ouvindo também: AQUI

No Linguagem tem:

Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Música os indiozinhos: AQUI

De onde vem o fogo? AQUI

Noite e dia na aldeia: AQUI

História cantada: AQUI

Projeto brincadeiras indígenas: AQUI







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