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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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quinta-feira, maio 28, 2020

As cocadas>Projeto de leitura>Receita instrucional>28/05/2020


As cocadas

Cora Coralina
O conto As Cocadas, publicado pela primeira vez em O Tesouro da Casa Velha, um dos últimos trabalhos de Cora Coralina, ganha nesta edição as cores, os traços, as ilustrações tão sintonizadas com a infância do artista Alê Abreu. A narrativa em primeira pessoa, curta, direta e, ao mesmo tempo, detalhista no que é preciso – qualidades de quem conta mesmo um conto – envolve a criança, desafia sua curiosidade a cada linha, desperta o desejo de descobrir a resolução do conflito vivido pela personagem:
Eu devia ter nesse tempo dez anos. Era menina prestimosa e trabalhadeira à moda do tempo. Tinha ajudado a fazer aquela cocada. Tinha areado o tacho de cobre e ralado o coco. O coco era gordo, carnudo e leitoso, o doce ficou excelente. Minha prima me deu duas cocadas. Duas cocadas só. De noite, sonhava com as cocadas. De dia as cocadas dançavam piruetas na minha frente.

Temas principais: Valores, animais, natureza e crianças.

Tema transversal: Ética.
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa e Arte.
O conto: AQUI,AQUI
Atividades
Brincar de mímica com essas palavras e seus significados. 
Investigar o significado das palavras desconhecidas. 
Listar os doces preferidos da classe. 
Pesquisar sobre alguns pratos da culinária brasileira. 
Recontar a história oralmente para os pais, para os alunos de outras séries.
Mais sugestões de atividades
Projeto de leitura
Receita cocada morena
AQUI
Ouvindo a história
AQUI






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segunda-feira, maio 18, 2020

Culinária brasileira>Projeto Tabuleiro brasileiro >Cultura>Raízes>Regiões brasileiras>18/05/2020

Culinária brasileira

Projeto: No tabuleiro brasileiro
Trouxe esta sugestão da Escola Sá Pereira

"No Tabuleiro Brasileiro Tem...



Nós, da F2, temos uma história para contar

de um país chamado Brasil
e que você vai se impressionar.

No Brasil existem cinco regiões
que têm diversos tipos de comida.
Cada uma com um sabor diferente
e é por isso que ele é visitado por muita gente.

No começo só os índios moravam por aqui.
No rio pescavam pirarucu, tucunaré e tambaqui,
comiam palmito e caju em sua oca
e da terra surgiu uma raiz chamada mandioca.

A mandioca é marrom por fora
e por dentro é branquinha.
Sua lenda diz que ela nasceu da Mani,
uma linda indiazinha.

Depois vieram os portugueses
e junto com eles veio a nossa querida
cana-de-açúcar adoçar a vida de todos.
Hoje em dia, ela é muito importante
para fazermos nossos bolos.
Com a caravela e os portugueses
vieram vacas, porcos e galinhas
e também o costume
de ter no quintal uma hortinha.

A novidade na cozinha era ter
carne, leite, ovos e temperos.
Da mistura de muitos ingredientes
foram criados pratos bem brasileiros.

Nos navios negreiros, vieram vários africanos
que trabalharam duro para os seus senhores
e ficaram escravos por muitos anos.

Como lembrança de suas terras
trouxeram um pequeno fruto chamado dendê.
Seu azeite é muito usado nas receitas brasileiras
e deixa sua comida saborosa para valer!

Os negros foram arrancados da África
para serem escravos na América.
Depois de muito trabalhar,
dançavam e cantavam o jongo para se animar.

Com tantas culturas vindas para o Brasil,
nos tornamos um povo nota mil,
acostumados a conviver com pessoas diferentes.
E aprendemos a fazer pratos doces, salgados e
ardentes.

Lá no Nordeste, comemos acarajé, vatapá e abará.
Nomes e sabores vindos da África,
que vieram pra ficar.

No Centro-Oeste do país
tem três estados de gente feliz.
Fazem um prato chamado arroz com pequi
e também outro chamado pato com tucupi.

Na região Sudeste tem um prato
conhecido no mundo inteiro.
Ele se chama feijoada
e é um símbolo brasileiro.

Outro símbolo do nosso país
é o delicioso pão de queijo.
Quando temos ele em nosso lanche
não paramos de comer um só instante.

Amazonas, Tocantins e Amapá
são alguns estados da região Norte.
Quando comemos suas deliciosas comidas
ficamos bem mais fortes.

Caruaru, tucupi e tacacá são alguns pratos que
vieram de lá.
Se você aprender a fazer essas receitas
com certeza vai se amarrar!

Na região Sul, a carne
é um ingrediente muito comum.
Com a vinda de muitos imigrantes
a culinária nunca mais ficou como antes.
Barreado, churrasco e pinhão
reforçaram nossa alimentação.

Com toda essa mistura,
criamos a nossa cultura.
Na mesa brasileira
temos alimentos diversos.
Bom apetite para todos.
Esse é o fim do nosso verso!"

Resultado de imagem para livro o tabuleiro da baiana


Poesias de dar água na boca
Histórias de dar água na boca
AQUI
Rimas saborosas
AQUI


AQUI

Conhecendo as regiões brasileiras através de jogos/aula
AQUI

Aula/Regiões brasileiras
AQUI

Mais regiões brasileiras
AQUI






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segunda-feira, julho 22, 2019

Meu avô africano>Interdisciplinaridade> Muita história para contar>Hora da história>22/07/2019




Carmen Lucia Campos

O garoto Vítor Iori descobre que a vinda dos africanos para o Brasil foi bem diferente da dos imigrantes europeus. Ele aprende com seu avô Zinho a história de seus antepassados, como era a vida no período da escravidão, a origem de seu próprio nome e descobre a importância de preservar as raízes de seu povo. Com a ajuda de sua tia e de seu avô, Vítor apresentará na escola um trabalho que será uma verdadeira aula sobre a riqueza da cultura africana.

Coleção Imigrantes do Brasil
Proposta de atividades
Atividades com o livro "Meu avô africano" incluem rodas de conversa sobre a história e a cultura africanas, a criação de instrumentos musicais artesanais, a confecção de máscaras africanas com papel machê e o desenho de um passaporte literário ou uma cartografia dos lugares visitados na leituraEssas atividades visam a valorização da cultura afro-brasileira, o combate ao preconceito e o fortalecimento da identidade dos alunos. 
Atividades Inspiradas no Livro:
  • Rodas de conversa: 
    Inicie diálogos sobre o que os alunos sabem sobre a África e a cultura afro-brasileira, explorando as diversas etnias e culturas do continente, segundo o livro. 
  • Criação de máscaras africanas: 
    Os alunos podem confeccionar máscaras de papel machê, imergindo na arte e na cultura africana e brasileira, conforme publicado no Instagram. 
  • Construção de instrumentos musicais: 
    A turma pode criar instrumentos musicais artesanais inspirados na música africana, uma das formas de expressão da cultura. 
  • Desenho do passaporte literário: 
    Peça aos alunos que desenhem um passaporte literário ou uma cartografia dos lugares visitados por meio da leitura do livro, como sugerido pelo PORVIR - Inovações em Educação. 
  • Estudo da Lei 10.639/2003: 
    Promova um debate sobre a importância da Lei 10.639/2003, que obriga o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira, e sua aplicação no dia a dia, destaca o Facebook. 
  • Criação de infográficos: 
    Incentive os alunos a criarem infográficos sobre elementos geográficos, linguísticos e históricos da África, aprofundando o conhecimento sobre o continente. Fonte: Google
Hora da história: AQUIAQUI
Trupe Trupé/Cesto de alegrias


A cor da minha pele
Máscaras/página 32
AQUI
Projeto sentindo na pele
Aula/poesia/música/culinária/dança
AQUI
Atividade/Pontuação: AQUI
Meu avô espanhol e outros
Máscaras: AQUI




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sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Feijoada >O tabuleiro da baiana> Estímulos afros , culinários e literários> Textos instrucionais > 08/02/13


Obras literárias recheadas de brasilidade e africanidade, com ideias pedagógicas variadas.
Desde uma receita de feijoada, como sua história, sua raiz, até uma canção de Ari Barroso.
Grande oportunidade de contextualização, interdisciplinaridade e interpretação de nossa cultura popular.
E para encerrar, obras de artes representando a nossa baiana com seus quitutes!
Aproveitem !
Era uma vez um país chamado Brasil.
Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos.
Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses.
Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos.
A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança.
Em feijoada, Sonia Rosa conta como uma iguaria originalmente trazida pelos Portugueses — feijão com miúdos de porco — foi adotada pelos escravos, que a ela adicionaram outros sabores: feijão-mulatinho e preto do Brasil, arroz, couve, farofa, laranjas...
E assim nasceu o cartão de visitas da cozinha brasileira. Saborosamente ilustrado por Rosinha Campos.
Livro  
Nos tempos da escravidão  quando a mesa era posta  com primor e dor a negra escrava cozinhava  uma forma de libertação.
Misturava na panela a sua história com a história do seu dono.
Eram brancos os seus senhores.
Eram negras as suas mãos elas que ajudaram a criar com seus segredos africanos nossa cheirosa comida brasileira.
 E foi mais ou menos desse jeito nessa mistura tão gostosa de cultura que a Feijoada nasceu . 
E por isso que até hoje quem prova de uma Feijoada fica alegre de repente .
É que cada um encontra nela o sabor de sua gente…”.  

Leitura informativa
Origem da feijoada

Costuma-se atribuir o início da feijoada aos escravos que aproveitavam os restos da carne de porco, não nobres, que os seus patrões não comiam.
Alguns dizem que este começo é uma lenda.
Vejam neste link abaixo a história da feijoada:
http://www.escolakids.com/a-historia-da-feijoada.htm
Possivelmente os escravos comeriam feijão com fubá (habitualmente farinha fina de milho) ou farinha de mandioca ao qual poderiam juntar uns restos de carne seca.
As referências à alimentação dos escravos parecem escassas mas encontramos viajantes estrangeiros que no século XIX passaram pelo Brasil.
Já noutras ocasiões tive oportunidade de manifestar a importância dos escritores de viagens, naquele tempo.
Uma visão exterior é sempre mais acutilante até pelo desconhecimento dos hábitos locais, e principalmente pelo desconhecimento de muitos produtos.
A feijoada como hoje a conhecemos é naturalmente produto de uma evolução. 
 Como escreveu Ivan Alves Filho “A feijoada é a etapa superior do feijão com arroz”, confirmando que não é a transformação de receituário luso/europeu.
Como nós podemos constatar, temos muitos pratos de cozinha portuguesa que não tiveram influências externas, mas foram naturalmente evoluindo e séculos depois quase parecem pratos novos.
A cozinha não é uma atividade estática, é dinâmica e pode é evoluir a velocidades diferentes.
Segundo Walsh, inglês que em 1808 esteve no Rio de Janeiro, cita que o principal prato era o “feijão com toucinho e carne seca”.
Refere ainda que acrescentavam farinha de mandioca e laranja à carne seca.
Ora esta alimentação não era dos escravos.
Curiosamente Jean-Baptiste Debret ainda no Rio de Janeiro, e no início do século XIX, descreve a alimentação que os familiares dos presos lhes levavam à cadeia e era constituída por “carne fresca, toucinho, carne seca, feijões pretos, laranjas e farinha de mandioca.”
Tenhamos em atenção que esta descrição alimentar é provocada pelo espanto da “legislação… dispensar o governo da alimentação dos presos.”
Relatos portugueses dessa época referem que “geralmente se sustentava o povo de feijão, toucinho, carne de porco, arroz e milho”.
Mas para a história da Feijoada à Brasileira é importante fixar-se na história do feijão.
E não de deve aceitar como a transformação da feijoada portuguesa para a brasileira apenas substituindo a qualidade do feijão.
Muito antes dos portugueses ou espanhóis chegarem às Américas já aqui se produzia feijão há mais de seis mil anos. Inclusive em relatos portugueses de finais do século XVI consta que “há nesta terra muito arroz, fava e feijões.”
Passado pouco tempo depois da independência o escritor Carl Seidler afirmava que “o feijão, principalmente o preto é prato nacional e predileto dos brasileiros.”
Como em Portugal, no século XIX , ainda se manifestava a evidência de comer carne de porco para provar que não eram judeus ou muçulmanos, mesmo depois de já extinta Inquisição.
Do feijão cozido com pouca carne, acompanhado com arroz, até chegarmos à atual Feijoada à Brasileira passaram-se dois ou três séculos.
E poderemos aceitar que no período de evolução da feijoada possa ter havido alguma influência da cozida portuguesa, muito embora não seja essa influência determinante para o produto atual. Acredito mais na influência africana.
E começa com a substituição do feijão para os feijões locais com fixação no preto. Gilberto Freyre, em contrapartida afirma que foi a influência da cozinha gorda dos mosteiros portugueses…
Talvez tenho algumas dúvidas. Certo é que a Feijoada à Brasileira se transformou num emblema nacional, entrando pelas artes da poesia e do canto.
Estarei mais de acordo com Josimar Melo quando afirma:
“Há certo folclore em querer situar a feijoada como um legado da miséria dos escravos, que hipoteticamente teriam criado o prato com o feijão, abundante e barato, e os restos das carnes de porco rejeitado pelos senhores da casa-grande.
 Isso explicaria que na feijoada compareçam itens como orelha, rabo, língua de porco e carne-seca bovina.
Mas quem é que disse que a tradição dos senhores de terra, herdeiros da cultura portuguesa, mandava rejeitar as partes menos nobres do porco?
Não é o que acontece até hoje na Europa, onde, pelo contrário, há grande apreço pelo sabor dos miúdos e de tudo o que seja alimento proveniente dos animais.”
Eu sei que me meti em grande aventura ao escrever esta crónica.
E foi provocada por uma feijoada que comi recentemente e que me fez lembrar outras, bem melhores, que comi no Rio de Janeiro e especialmente em São Paulo, cidade da qual guardo as melhores lembranças gastronómicas.
E a feijoada merece um texto mais longo do que aquele de que disponho neste momento.
E ainda quero afirmar que a feijoada se transformou num motivo convivial tão arredado das vidas modernas.
Receita: Aula instrucional
Mas como se faz hoje a feijoada?
Há muitas receitas.
Sem quer apresentar a melhor, irei explicar os modos de confeção.
Para isso é necessário feijão preto, carne seca bovina, lombo de porco salgado, costelas de porco salgado, pezinhos de porco salgado, linguiça de porco, paio, toucinho fumado, louro, cebolas, alhos e couve.
De vésperas lavam-se bem as carnes e deixam-se de molho.
Limpa-se também o feijão e coloca-se de molho em recipiente separado.
No dia seguinte coze-se rapidamente o feijão com o louro e juntam-se as carnes (escorridas) começando pela carne seca e pezinhos, que demoram mais a cozer, e depois juntam-se as restantes carnes.
Por vezes frita-se previamente a linguiça e junta-se depois.
À medida que as carnes vão ficando cozidas, partem-se em pedaços e voltam para a panela de cozer.
Se optar por fritar a linguiça, toucinho ou bacon, ou outros enchidos reserve a gordura de fritura para fazer transpirar as cebolas picadas e os alhos esmagados.
Junte-lhes um pouco do feijão já cozido e esmague até obter uma massa e junte à panela da feijoada.
Não esqueça de ir provando a feijoada para que não fique salgada.
Para a montagem de serviço deverá colocar as carnes em travessa separada do feijão com os enchidos, acompanhar com arroz branco solto, a couve cortada fininha e passada por gordura quente, um molho picante e laranjas cortadas às rodelas ou gomos.
 Depois há uma enormidade de receitas e ingredientes conforme as regiões.
Encontrei uma receita da qual vou apenas referir os ingredientes e os acompanhamentos: feijão preto, carne seca bovina, costelas de porco salgadas ou fumadas, pé de porco salgado, rabo de porco salgado, lombo de porco fumado, paio, linguiça portuguesa, língua de porco fumada, bacon, cebola, alho, louro, sumo de laranja e vodka ou aguardente.
Para acompanhamento vejamos: arroz branco, bolinho de arroz com gengibre, couve à mineira, mandioca frita, mandioca cozida, banana à milanesa, linguiça calabresa frita, bacon torradinho, torresmo, bisteca de porco grelhada, leitoa à passarinho pururuca, farinha de mandioca torrada, molho de feijão apimentado, farofa, molho de pimenta, quibebe, carne seca refogada, farofa de carne seca, pãezinhos de inhame, cebola fatiada dourada, puré de abóbora japonesa cozida em leite de coco e laranjas cortadas aos gomos!!!
Além do exagero talvez um pouco de falta de nacionalismo.
BOM APETITE
 Virgílio Nogueiro Gomes
Resultado de imagem para livro o tabuleiro da baiana


O tabuleiro da baiana
Sonia Rosa


Era uma vez um país chamado Brasil.
Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos.
Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses.
Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos.
A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança.
O tabuleiro da baiana, traz para o universo infantil a graça e o encanto desse personagem tão típico do cenário brasileiro - a vendedoras de quitutes que ficaram conhecidas em todo o país como 'baianas'.
As roupas, o tabuleiro e os pratos típicos da culinária baiana são sua 'marca registrada'.
As ilustrações de Rosinha Campos dão vida e cor ao poético texto de Sonia Rosa. http://books.google.com.br/books/about/Tabuleiro_da_baiana_O_cole%C3%A7%C3%A3o_Lembran.html?id=f4wvy3V3BGEC&redir_esc=y    
Vejam postagens neste blog sobre a galinha d'angola e mais esta abaixo, onde esta obra é citada.
Projeto: A galinha d’angola

Livro aqui

  
 
 Mulheres africanas
 Vejam mais aqui:

 Projeto 
O tabuleiro da baiana
AQUI

No tabuleiro da baiana tem sabor, tradição e histórias, muitas histórias.
 No livro, de maneira alegre e estimulante, a história do acarajé conduz o leitor por temas como importância da herança afro-brasileira e das tradições orais, valorizando elementos formadores da cultura brasileira.  
 No Tabuleiro da Baiana tem Acarajé
Acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê.
O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru ou salada, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha do extremo sul da Bahia.


Lindas obras para fazer releituras....


  Quem seria o pintor? Trouxe daqui:



Carmem Miranda e Luiz Barbosa
cantam

 No tabuleiro da baiana
Ari Barroso  

No tabuleiro da baiana tem
Vatapá, oi
Caruru
Mungunzá
Tem umbu
Pra ioiô
Se eu pedir você me dá
O seu coração
Seu amor de iaiá
No coração da baiana tem
Sedução
Canjerê
Ilusão
Candomblé
Pra você
Juro por Deus
Pelo senhor do Bonfim
Quero você, baianinha, inteirinha pra mim
E depois o que será de nós dois
Seu amor é tão fulgáz, enganador
Tudo já fiz
Fui até num canjerê
Pra ser feliz
Meus trapinhos juntar com você
E depois vai ser mais uma ilusão
No amor quem governa é o coração
No tabuleiro da baiana tem
Vatapá, oi
Caruru
Mungunzá
Tem umbu
Pra ioiô
Se eu pedir você me dá
O seu coração
Seu amor de iaiá
No coração da baiana também tem
Sedução
Canjerê
Ilusão
Candomblé
Pra você




             


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