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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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Mostrando postagens com marcador Gianni Rodari. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, março 24, 2025

Uma história atrapalhada>Especial 100 anos de Gianni Rodari>Contos e poesias> 24/03/2025

 
Gianni Rodari/Alessandro Sanna

Alguma vez contaram pra você uma história bem conhecida, daquelas preferidas, e o contador errou tudo, tudinho do princípio ao fim? A menina que era ouvinte dessa história foi ficando irritada com tantos erros. Toda hora tinha que corrigir as trapalhadas, e a história estava virando uma coisamuito diferente. O contador se apressou porque não queria briga com a menina e tratou de arranjar um outro final. E adivinhem quem saiu ganhando?
  • Temas: Quotidiano de crianças nas escolas, nas famílias e nas comunidades (urbanas e rurais); Relacionamento pessoal e desenvolvimento de sentimentos de crianças nas escolas, nas famílias e nas comunidades (urbanas e rurais); Animais da fauna local, nacional e mundial; Fábulas e lendas locais, nacionais e universais; Jogos, brincadeiras e diversão; Aventuras em contextos imaginários ou realistas, urbanos, rurais, locais, internacionais.
  • Sobre a obra: Uma história atrapalhada faz uma brincadeira com a conhecida história de Chapeuzinho Vermelho. Gianni Rodari, o autor da história, subverte o clássico conto, bem conhecido das crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses. O texto é organizado como um diálogo entre alguém que está contando a história e alguém que a escuta. A característica desse diálogo é que o narrador conta a história de forma atrapalhada, inventando fatos e trazendo personagens que não existem na narrativa original, sendo o tempo todo corrigido por quem está ouvindo. O texto já começa com uma afirmação provocadora para as crianças que conhecem a história: “Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho Amarelo”, provocando os pequenos ouvintes ou leitores a questionar a afirmação. Ao longo da narrativa, os fatos conhecidos vão sendo “trocados”, sugerindo um esquecimento, distração ou mesmo provocação, que com certeza não passam despercebidos pelas crianças.
    Todas as vezes que o narrador conta um fato atrapalhado, é corrigido pela voz do ouvinte. Assim, o narrador se refere a Chapeuzinho Vermelho como Amarelo, depois como Verde, depois como Negro, sendo sempre “lembrado” de suas distrações malucas. Displicentemente, ou de propósito, a vovó vira “tia Palmira”, o lobo vira uma girafa, a fatia de bolo que deve ser levada para a vovó vira um pão de batata, e o lobo, ao invés de perguntar aonde vai Chapeuzinho Vermelho, pergunta a ela “quanto é seis vezes oito”.
    O efeito cômico do texto é contagiante, provocando as crianças a corrigir o leitor o tempo todo e criando um jogo envolvente para o leitor e os ouvintes.
    Ao final da história, a criança que lê ou escuta descobre que, na verdade, quem está contando a história atrapalhada à sua netinha é um avô, que acaba dando a ela uma moeda para que vá comprar um chiclete, deixando-o sossegado para terminar de ler seu jornal.

Ouvindo: AQUIAQUI
Tutorial do professor: AQUI
Sugestão de atividades: AQUI
Biografia: AQUI

Esse é o primeiro da série de cinco vídeos com cinco histórias do autor italiano Gianni Rodari.
Uma forma do @muralpedagogia prestigiar o poeta da fantasia e das infâncias no ano de seu centenário. AQUI - Conto: A estrada que não levava a lugar algum.

A história nº02, dessa série, é O pintor. Uma história um pouco mais simples, menos densa, que agrada muito as crianças pequenas devido à repetição que acontece ao longo dela. Rodari teve fases e momentos diferentes no estilo de sua escrita, assim conseguimos perceber com facilidade, as diferenças entre uma e outra. AQUI. O pintor. Rimas/Cores. AQUI

A 3a história da série especial em comemoração ao centenário do autor italiano Gianni Rodari é O Trólebus 75. AQUI.

4ª história: Um e sete: AQUI

Essa é a última história da semana, gratidão por quem acompanhou esses cinco dias, espero que a escolha das histórias tenha lhe tocado de alguma forma. AQUI. Tiago de cristal

+ Gianni Rodari: AQUI
Filosofia: AQUI



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domingo, março 23, 2025

Gramática da fantasia>Gianni Rodari>(2009)



GRAMÁTICA DA FANTASIA

AUTOR :GIANNI RODARI - TRADUÇÃO: ANTONIO NEGRINI
SUMMUS EDITORIAL

Colegas professoras, recebi de presente da amiga Betty,
lá do Canto do Conto esta gramática recheada
de técnicas para o jogo da linguagem.

Por meio da análise de variadas técnicas de invenção, Rodari oferece um eficaz instrumento para os que acreditam na criatividade infantil. Mostra como uma aula pode se tornar criativa, agradável, instigante. E não se restringe ao universo 'clássico' da literatura infantil, pois também propõe técnicas a partir de notícias de jornais, fatos históricos, geográficos etc.

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Rodari apresenta várias técnicas e exercícios para o desenvolvimento da imaginação e da criatividade, com propostas práticas e simples que podem resultar na produção de narrativas orais ou escritas.
Recursos surpreendentes, apoiados em personagens tradicionais, ou histórias em quadrinhos,etc. O autor apresenta várias sugestões de atividades voltadas à imaginação, dando margens para a criatividade de alunos.
Por exemplo:
Chapeuzinho Vermelho no helicóptero:
Inventar uma história partindo das cinco palavras que sugerem a história de chapeuzinho: “menina, bosque, flores, lobo, avó”. A sexta palavra rompe a série: “helicóptero”.
O objetivo é juntar a história tradicional aos (jogo – exercício, e reação dos alunos) novos elementos inesperados.
Os alunos poderão colocar outras palavras e acrescentar invenções à elas, tendo como base a tradicional história. No exemplo do autor: O lobo é surpreendido por um helicóptero no momento em que estava batendo a porta da vovó. Nele estavam policiais, que desceram rapidamente. O lobo, sem saber de nada saiu correndo em direção ao caçador.
Salada de fábulas:
Chapeuzinho encontra o Pequeno Polegar e seus irmãos no bosque. As aventuras se misturam, escolhendo uma nova estrada, criando assim novos fatos, dando asas a imaginação.
Fábulas copiadas:
O autor cita o exemplo da tradicional história de João e Maria que se perdem no bosque. Uma bruxa os encontra e os recolhe, tencionando assá-los no forno...
Daí vem o exercício: Extraia da trama a expressão: A e B perdem-se no lugar C, são recolhidos por D em um lugar E, onde existe um forno F...
E eis a trama nova:
Dois irmãos foram abandonados na catedral de uma cidade pelo pai, que não sabendo mais o que fazer para alimentá-los, resolveu recorrer à caridade pública. As crianças ficaram aturdidas pela cidade. De noite, refugiaram-se num pátio e adormeceram sobre um montão de caixotes vazios. Foram descobertos pelo padeiro que ali saiu apenas para, aproximar-se do forno, recuperar-se do frio...
De acordo com o nível de seus alunos pode-se dificultar mais a trama, através de uma história origem.
Cartas na mesa:
Com gravuras variadas de revistas, você pode fazer leituras coletivas, oral ou escrita.
Um aluno começa a história com a primeira gravura, o segundo pega outra gravura juntando a história iniciada pelo primeiro colega. Assim vai seguindo até todos participarem. A história consiste em interpretar aquela gravura que foi escolhida, coligando-se com o episódio precedente, formando-se no final um painel ou mural.
Técnica de animação:
Trazer três objetos diferentes, exemplo: garrafa vazia, pá, e panela. Convide os alunos a criarem a história ou representar uma cena a partir destes objetos. Os objetos apresentarão um suporte mais sólido à imaginação do que palavras, pois podem ser manuseados, manipulados, fornecendo inúmeras sugestões fantásticas.

PRÍNCIPES E PRINCESAS, SAPOS E LAGARTOS
HISTÓRIAS MODERNAS DE TEMPOS ANTIGOS
FLÁVIO DE SOUZA
EDITORA FTD


Falando de fantasias, este livro segue o ritmo de Rodari.
Flávio de Souza nos leva para viajar de uma forma hilária pela sua imaginação a “dentro”, ou seja, ele brinca com personagens conhecidos, mistura fatos e no final é tudo muito engraçado.
Ele cria histórias de dragões, sapos com princesas e príncipes na maior naturalidade. Você pode ler o livro por capítulos independentemente de seguir a risca folha por folha.
Ao contrário, como ele próprio recomenda.
Uma das histórias que mais gosto é a da princesa que foi acordada pelo príncipe com um beijo. Ela desfia um rosário de perguntas para ele, do tipo: se ele tem um castelo, como é o castelo, de que tamanho. Faz críticas e reclama que deseja ter muitas amas, porque afinal, ela não pediu pra ele a beijar e tirar-lhe do sono de cem anos. Por fim, o príncipe arrependido de tê-la beijado aproveita-se de um momento de distração dela, dá-lhe outro beijo bem forte fazendo-a cair num sono profundo novamente. Além disso, o príncipe espalhou a notícia para outros príncipes, que ao passarem pela frente do castelo,até assobiavam e olhavam para outro lado...
Na segunda parte desta história intitulada DOIS BEIJOS, este segundo beijo aconteceu na beira de uma lagoa: Uma linda princesa passando por ali, beijou um sapo que cantava uma canção de chamar princesas que beijam sapos que são príncipes encantados em troca de uma pepita de ouro. No entanto ela se transforma em sapa imediatamente após o beijo. O sapo não entendeu nada... Mas a sapa explicou-lhe que ela era uma sapa encantada e que não se interessava na pepita... E assim os dois foram para o fundo da lagoa para outros beijos mais.
A história da princesa Úrsula é outra revelação, pois no final, ela escolhe uma odalisca pra viver com ela no castelo... Só lendo para saber o que acontece, ok?
A princesa linda de laço de fita é outra que de tanto rejeitar os príncipes que apareciam no reino, ela continuou, linda, velha e sozinha...
Confiram aqui a peça de teatro:
http://www.marcioaraujo.com.br/Textos/principes.pdf
Recuperando esta postagem antiga( 23/03 /2025)


+ Gianni Rodari: AQUI



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Zero, pra que te quero?>Numeródromo>Atividades matemáticas/Circo>Inventando números>23/03/2025

 
Gianni Rodari/Elena Del Vento

O Zero achava que não valia nada. Os outros números nem lhe davam atenção. Até que o Um pega carona com ele. Sentados lado a lado, o que pode acontecer?

O Zero foi uma das criações mais importantes da humanidade juntamente com o fogo, a roda, o telefone e a televisão. Esse texto em verso trata do valor posicional do algarismo zero na matemática, ao mesmo tempo em que aborda metaforicamente a questão de que todos têm um valor.


Ouvindo: AQUIAQUI


Atividades/Numerais: AQUIAQUIAQUIAQUIAQUI


Todos a bordo do avião da bicharada


Nesta viagem animada, diferentes animais embarcam para visitar os cinco continentes. Cheio de imagens coloridas, personagens divertidos e lugares fantásticos, este livro é uma ótima maneira de ensinar as crianças a contar até dez.


Vamos embarcar no avião da bicharada? Eu vou e você? História legal que ensina a quantificação. AQUI

Telma Guimarães/Marcelo Cipis

Numeródromo tem palhaço, mágico, malabarista... e muitas surpresas!
Neste espetáculo de circo, também há numerais que indicam quantidade e ordem. 
Para completar a diversão, aparecem outros artistas e situações nas surpreendentes ilustrações de Marcelo Cipis.

Ouvindo: AQUIAQUI

Lendo: AQUI

Gianni Rodari/Alessandro Sanna

Quem disse que os números são frios e insensíveis? Neste livro, o premiado autor italiano Gianni Rodari explora a imaginação por meio de réguas, medidas, pesos, preços, distâncias e tabuadas. Quantos maravilhares cabem num maravilhão? 
Dois puxões de orelha compram uma macarronada? Quanto pesa uma lágrima? 
As ilustrações de Alessandro Sanna, um dos mais importantes ilustradores italianos da atualidade, apresentam cores e traços expressivos que encantam crianças e adultos.
 Um livro para: • conhecer os números; 
• refletir sobre a relação dos números com a vida cotidiana;
 • divertir-se com as pinceladas, cores e traços das ilustrações.
Atividade: AQUI

Confira nesta versão atualizada a história A Fila dos Números que criei anos atrás para trabalhar a sequência numérica e a escrita destes números a fim de ajudar crianças que sente dificuldade na posição e escrevem espelhados. AQUI

Uma breve história animada contando sobre o surgimento dos números desde a época da pré história: AQUI

Outra história: AQUI

Circo: AQUI
Palhaço: AQUI
Telma Guimarães: AQUI
Gianni Rodari: AQUI
Numerais: AQUI



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domingo, março 21, 2021

Fábulas por telefone/Gianni Rodari>Biografia> A menininha pequenina/Varal de histórias>21/03/2021


Gianni Rodari

“É preciso ter uma grande fantasia, uma forte imaginação para ser um grande cientista para imaginar coisas que ainda não existem – para imaginar um mundo melhor do que aquele em que vivemos e botar mãos à obra para construí-lo” Gianni Rodari

Gramática da  Fantasia: AQUI

Contar histórias é algo que o ser humano faz há milhares e milhares de anos. Em volta da fogueira, aos pés de uma árvore ou na cama antes de dormir, as histórias estreitam os laços de afeto entre quem as conta e quem as escuta, entre quem escreve e quem lê.

O senhor Bianchi era um comerciante italiano que viajava seis dias por semana vendendo mercadorias pela Itália. Aos domingos retornava pra casa e no dia seguinte partia logo de manhã.

Para tentar diminuir um pouco as saudades da filha, o bom homem ligava todas as noites e contava à menina uma história diferente. Como a ligação era cara, as histórias precisavam ser curtas e, como o tempo era pouco, o conteúdo precisava ser leve. A maior prova de que estar longe não  é estar distante. São essas setenta histórias reunidas que formam o livro “Fábulas por telefone.”

O humor, a fantasia e um certo nonsense permeiam as pequenas narrativas: um castelo feito de sorvete, uma bengala encantada, o minúsculo menino peixe, o gigante que tinha a inteligência nos cabelos, estradas sem começo e nem fim. Algumas dessas histórias poderiam facilmente ter sido inventadas por crianças.

A obra é excelente para a leitura compartilhada com os leitores iniciantes pois vocês podem ler uma fábula por dia. Assim o livro vai deixando um gostinho de quero mais. Para os alguns leitores autônomos, que ainda têm preguiça de textos maiores, também é uma boa pedida, já que a cada duas ou três páginas há a sensação de recompensa da história terminada.  Fonte

Alguns contos/Fábulas por telefone: AQUIAQUI

Um jovem camarão: AQUI

Brincando com a bengala: AQUI

+ sobre este livro: AQUI

Algumas histórias deste livro/breve resumo: AQUI

Varal de histórias/Acordar, dormir/A menininha pequenina: AQUI

História universal: AQUI

Uma história atrapalhada/Contos de fada:  AQUI ,  AQUI

Telefone sem fio: AQUI




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domingo, janeiro 06, 2019

Quem sou eu?Rodari>Quem és tu?>Se eu fosse>Estímulos literários> 06/01/2019


Resultado de imagem para livro infantil  quem és tu? Marcelo cipis
Marcelo Cipis

O narrador deste livro gosta de observar as pessoas para tentar descobrir o que cada uma delas faz da vida. 
Mas nem sempre seus palpites estão certos, o que lembra o velho ditado: "as aparências enganam".
Em sua obra Quem és tu?, Marcelo Cipis introduz uma novidade no formato da narrativa. 
Não se trata mais de uma estrutura arquetípica de conto, com situação inicial, complicação, desdobramentos e desfecho. 
Tem-se agora um narrador mais próximo de um cronista do que de um contador de histórias, uma vez que o propósito do autor é apresentar a própria perspectiva sobre alguma questão do comportamento humano – no caso, a predisposição que todos temos para fazer julgamentos prévios uns dos outros –, conduzindo o leitor a refletir junto com ele. 

Quantas coisas diferentes uma pessoa pode ser? 
Ao considerar novas identidades, possíveis e impossíveis, Marcelo Cipis cria um mosaico de situações inusitadas que vai divertir leitores de todas as idades ao mesmo tempo que os levará a se questionar sobre quem eles realmente são.

Manual do professor: AQUI

Se eu fosse
Marcelo Cipis
Ouvindo: AQUI

Sugestão
Gianni Rodari escreveu e Michele Lacocca traduziu e ilustrou esta história, que começa com uma pergunta que todos nós nos fazemos (ou deveríamos fazer) em algum momento da vida: 
Quem sou eu? O texto se constrói como uma história cumulativa, que diverte e faz pensar sobre o papel e o lugar de cada um em suas relações pessoais e no mundo.

Um menino chamado Pedro quer se conhecer. Para isso ele pergunta a diversas pessoas “Quem sou eu?”. No início dirige a pergunta a pessoas de sua família (mãe, avô, irmã), depois a pessoas de outras esferas (professora, guarda de trânsito, amigos etc). Ao final, volta ao círculo familiar e pergunta ao pai. Assim, Pedro vai aos poucos conseguindo perceber que cada um revela aspectos diferentes de sua própria pessoa.
O texto se constrói como uma história cumulativa, mostrando que Pedro pode ser muitas coisas ao mesmo tempo. Ele é filho, neto, aluno, amigo etc. De forma divertida, o livro explora a questão que todos nós fazemos em algum momento de nossas vidas, essencial para o autoconhecimento: Quem sou eu?

As ilustrações acompanham a forma cumulativa do texto. Cada vez que Pedro encontra uma pessoa, aparece mais uma imagem dele. Assim até ele mesmo descobre mais uma coisa a respeito de si. Fonte
Todo montado em forma de adivinhas, "Quem sou eu?" fala do começo da vida de todos nós, antes de nascermos, quando ainda estamos dentro da barriga de nossas mães. Ao tentar achar a resposta para esse jogo de adivinhação, e acertar quem é o personagem misterioso que passa por incríveis transformações, as crianças vão aprender inúmeras curiosidades sobre esse importante momento da vida. As ilustrações coloridas e sensíveis de Simone Matias entram no jogo de esconde-esconde proposto pela autora e expressam o afeto contido na narrativa sem entregar os pontos. Para ajudar os pequenos leitores a encontrar a resposta para a charada e a aprender ainda mais sobre o assunto, um apêndice ilustrado traz informações sobre cada uma das fases da gestação que correspondem às situações descritas no poema.
Ouvindo: AQUIAQUI
+Sugestões AQUIAQUIAQUI
PDF: AQUI
Planejamento: AQUI
Brincando de quem sou eu
Quando eu crescer
AQUI

+ Gianni Rodari: AQUI



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terça-feira, fevereiro 12, 2013

Alice viaja nas histórias > Estímulos literários e encantados >Imaginação>Atividades literárias> 12/02/13





Alice viaja nas histórias
Autor: Rodari, Gianni

" É preciso que o professor conheça e tenha experimentado o sabor da literatura para que possa mergulhar o aluno de forma envolvente no mundo da escrita, da leitura ou da contação de histórias. Eis o grande desafio: entrelaçar saber e  sabor."
Sobre a obra: AQUI

Dia de chuva é bom pra dormir e sentir o cheirinho de terra molhada... 
 Será mesmo? Alice não acha nada disso interessante.
 Mas a água que escorre forte pelas janelas, avisa que brincar lá fora está proibido.
Alice pegou um livro na estante ficou muito curiosa tanto que escorregou e caiu dentro do livro.
Você imagina o que aconteceu?
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Leitura, Livro, Humor, Chapeuzinho Vermelho, Intertextualidade, Lobo, Releitura, Princesa, Tédio, Personagens.

Atividades


 
 Vejam aqui uma sugestão de atividade:
Tem o passo a passo
 

Fábulas tortas:  AQUI
Fábulas palpitadas: AQUI
Ouvindo a história:  AQUI






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