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Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Krika.
30/06/2009

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terça-feira, janeiro 15, 2013

Maroca e Deolindo > Estímulos literários juninos > 15/01/13

Maroca e Deolindo

Maroca e Deolindo: e outros personagens em FESTAS



MAROCA E DEOLINDO é o primeiro livro de contos de André Neves. Inspirado nas festas populares do Brasil, André Neves pesquisou, selecionou e escreveu / ilustrou 12 contos, um para cada mês do ano.
As festas que servem de pano de fundo para os contos são:
.Festa do Senhor do Bonfim, em Salvador;
.Carnaval no Recife;
.Procissão do Fogaréu, em Goiânia;
.Marabaixo, em Macapá;
.Cavalhada, em Pirenópolis, Goiás;
.São João, em Campina Grande, Paraíba;
.Festa do Sairé em Santarém, no Pará;
.Romaria de Bom Jesus da Lapa, em Bom Jesus da Lapa, na Bahia;
.Semana da Farroupilha, em Farroupilha, Porto Alegre;
.Círio de Nazaré em Belém do Pará;
.Festa de são Benedito, em Paraty;
.Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Natal.
Para ilustrar o livro MAROCA E DEOLINDO, André Neves brincou com a diagramação, explorando os recursos grafotipográficos:
.há sempre uma frase acompanhando o desenho de uma estrada;
.uma interjeição em tamanho maior;
.uma cor bem diferente...
RESENHA: O livro em foco apresenta um ciclo festivo próprio das manifestações populares que marcam a cultura do nosso povo.
Nesse sentido, me parece apropriado para o desenrolar de um projeto didático escolar anual, ou ainda, para celebrar momentos folclóricos e culturais vinculado a um determinado período do ano ou data comemorativa.
O autor segue uma cronologia mensal, evidenciando tradições e costumes próprios de determinadas regiões brasileiras ao longo de um ano.
Contempla os meses de janeiro a dezembro e em cada festejo exaltado, evoca danças, músicas, cheiros, sabores, cores, rituais e personagens que dão vida a um povo.
Impossível não se encontrar em um ou vários momentos alegres nesta história, são crenças, valores, costumes, entrelaçados a história de vida de cada um.
OBS.: Para esta proposta de mediação, vou usar apenas uma das histórias que contextualiza o São João, elegendo portanto, o “capítulo” que retrata a história que dá nome ao livro do André Neves: Maroca e Deolindo:
O período do ano para essa mediação: mês de junho – São João



Tempo para trabalhar a proposta: de 15 a 30 dias
Conteúdos a serem vinculados:
_ Linguagem regional
_ Vocabulário de palavras regionais – busca de significados;
_ Valores e cultura popular
_ Comidas típicas
O texto da história deve ser eixo desencadeador da proposta de trabalho.
1º) Sugiro iniciar questionando as crianças:
_ a partir do título da história “Maroca e Deolindo” do que será que trata a história…
_ Conhecem alguém com nomes iguais?
2º) Mostrar as ilustrações da história e pedir que observem os detalhes, o que aparece, o que sugere…
_ Comparar a primeira ilustração da história com a última, que encerra o texto.
3º) Ler a história para os alunos, organizados na rodinha com entonação e usando dois bonecos de pano para simular as personagens principais.
4º) Ouvir músicas juninas;
5º) Fazer uma grande roda para dançar e curtir o casamento de Maroca e Deolindo;
6º) Retomar a leitura da história, agora, os alunos em grupo, receberão uma cópia da história para destacar o vocabulário dos termos regionais.
_ buscar significar as palavras, fazer uso de dicionário.
_ discutir no grupo o que é uma festa junina e anotar como deve ser uma festa junina.
_ caracterizar as personagens e retratar sua personalidade – posicionar-se (o grupo deve manifestar-se sobre o comportamento inicial das personagens e comportamento ao final da história).
7º)Pesquisar sobre o São João – a origem dos festejos; pesquisar receitas das comidas típicas; pesquisar o significado desse festejo para os moradores da cidade.
8º) Organizar um festa junina para a culminância do Projeto: rituais, músicas, comidas típicas, vestimentas, ornamentação, casamento na roça, quadrilha…
Artigo escrito por : Rosa Maria Furtado – Consultora Fundação Bunge LEM







Maroca e Deolindo

Maroca era mexeriqueira. De sua janela, ao lado da igreja, vivia atenta a não fazer nada, só futricando a vida dos outros. Uma espiada cá, uma espiada lá, e entre as espiadelas um docinho. Assim Maroca cresceu. Cresceu tanto que mal cabia no vão , a coitada.
Vizinho ao cemitério morava Deolindo, um craque em emborcar copos de pinga a talagadas. Companheiro da garrafa, cambaleava de cá para lá, catingando a aguardente. Tristezura de homem que não fazia nada da vida.
A única estrada que passava por ali cortava a pequena cidade em duas.
Na parte de lá ficava a igreja, na parte de cá o cemitério.
Pra lá e pra cá a meninada sempre buscando o que fazer.
O amor de Maroca e Deolindo parecia impossível. Mas a meninada tinha certeza que ocupar o nada com felicidade era uma coisa boa. Por isso, decidiram juntar os dois.
Por incrível que pareça, aquela ideia descabida agradou os moradores da cidade. Seu Tito, da venda, prometeu um bom tecido, um pano bem bonito para dona Carmina costurar. Isaurinha, doceira, disse que ia caprichar na mão e adoçar a festa. O prefeito concordou, e disse que ia até decretar feriado.
Para lá e para cá foram duas falsas cartinhas de amor. Tudo invenção da meninada para enlaçar compromisso. Juro, eles tentaram de tudo, mas não teve jeito do casal se apaixonar.
Que pena!
Para segurar a esperança, o padre ensinou aos pequeninos que, quando não se tem alternativa, o melhor é deixar o amor de lado e rezar. Esperar que o céu se compadeça dos lamentos para ver o que acontece.
E não é aconteceu mesmo.
Quando jungo chegou o céu explodiu colorido, tamanha alegria do povo. Tinha bolo de macaxeira e de fubá, pé de moleque, pamonha, canjica, munguzá, milho assado na fogueira e sanfoneiro para ninar o arraial
Maroca, vestida de noiva surgiu faceira como nunca se viu. Estava tão bonita a danada! E Deolindo? Era o noivo, claro. cabelo colado no couro, lenço no cangote e a roupa vincada no ferro. Todo metido a galante e sem bafo de cachaça. Dizem que ele deu régua na aguardente para se divertir de verdade.
Depois que a quadrilha terminou, os dois ainda emendaram um forró bate -coxa, uma rala-bucho, um nhe-nhe-nhem daqueles, juntinhos, juntinhos. Rostinho colado, porque o passo era miudinho.
Pois é, São João enche de tudo o nada de qualquer pessoa. A felicidade era grande nos olhos da meninada. Olhos coloridos como as bandeirolas balançando ao vento, para lá e para cá.
festa gostosa  de ver.




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