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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, julho 17, 2026

A lenda do curupira>O guardião da floresta>O curupira e os animais da floresta>Produção de textos>17/07/2026

 

O curupira é uma linda lenda do folclore Brasileiro que mostra o cuidado com a natureza.
Uma história infantil linda aprecie nossa história. AQUI, AQUI, AQUI
A noite do curupira: AQUI
Na lenda, o Curupira (um menino de cabelos de fogo e pés virados para trás) atua como o guardião supremo da fauna e da flora. A importância dos animais se revela no seu papel de proteger o equilíbrio ecológico, castigando quem caça por esporte ou mata fêmeas grávidas. 
O Papel dos Animais na Lenda
A fauna na narrativa folclórica transcende a mera presença, desempenhando funções vitais:
  • Alvo da Proteção: A principal missão do guardião é garantir que os animais não sejam dizimados pela ganância de caçadores e desmatadores
  • Aliados do Guardião: Os bichos ajudam o Curupira a cuidar da mata e, muitas vezes, são avisados por ele quando tempestades se aproximam. 
  • Defensores da Floresta: Aves como as araras agem como "vigias", emitindo assobios para alertar o Curupira sobre a chegada de invasores.
  • O Significado Cultural
    Essa representação folclórica reflete a visão dos povos indígenas, onde a natureza e os animais possuem um valor sagrado e de interdependênciaO Curupira pune apenas quem desrespeita o ciclo natural e extrai mais do que o necessário para a sobrevivência. A lenda serve como uma ferramenta de conscientização ambiental, ensinando o respeito à vida silvestre. Fonte Google

Ingrid B. Belleinghausen

Mais uma vez, a autora reúne a tradição do folclore e a preocupação com o meio ambiente para compor uma narrativa, dessa vez guiada pelo assustador guardião das florestas, que engana e espanta caçadores com seus pés invertidos. 
Uma aventura que se passa em plena floresta amazônica, revelando o comércio ilegal de animais como uma das grandes ameaças ao nosso patrimônio natural.

Ouvindo: AQUI

Trabalhar o Curupira na Educação Infantil envolve explorar o movimento, a conscientização ambiental e a imaginação. O foco deve ser o caráter protetor da natureza que o personagem possui, utilizando o lúdico para desenvolver a coordenação motora e o respeito aos animais.
1. Psicomotricidade e Brincadeiras
A característica física mais marcante do Curupira são os pés virados para trás. Isso permite criar circuitos motores divertidos, onde as crianças devem andar de costas ou saltar seguindo pegadas invertidas coladas no chão, estimulando o equilíbrio e a lateralidade
2. Contação de Histórias e Meio Ambiente
Utilize fantoches ou livros para contar a lenda de forma interativa, enfatizando o papel do Curupira como o "Guardião da Floresta". A partir disso, promova discussões sobre o cuidado com as plantas, a importância de não jogar lixo na natureza e o respeito aos animais
3. Expressão Artística
Para as atividades manuais, as crianças podem usar a imaginação criando o "cabelo de fogo" do personagem. Uma ideia popular é fazer a pintura do cabelo utilizando garfos descartáveis com tinta vermelha e colar folhas secas na base da folha para representar a mata.  
Como criar sua produção de texto sobre o Curupira
Para construir uma história rica e envolvente sobre essa lenda, você pode organizar seu texto em três partes básicas:
  • Introdução: Apresente o cenário (a densa floresta brasileira) e o Curupira. Descreva sua aparência característica (cabelo vermelho, dentes verdes e pés invertidos) e seu papel como guardião. 
  • Desenvolvimento: Crie um conflito. Um caçador ou desmatador entra na mata para destruir a natureza. O Curupira percebe a ameaça e começa suas travessuras: assovios altos, galhos balançando e pegadas que confundem o invasor
  • Conclusão: Finalize com a moral da história ou com o resultado do encontro. O caçador, perdido e assustado, aprende a lição e decide respeitar a floresta.  Fonte Google
Exemplo de Produção de Texto (Roteiro base)
O Guardião da Mata
No coração da floresta amazônica, vivia o Curupira, um pequeno protetor de cabelos cor de fogo e pés virados para trás. Ele tinha uma missão muito importante: defender as árvores e os animais contra aqueles que queriam fazer o mal.  
Certo dia, um caçador ganancioso invadiu a mata com intenções cruéis. O Curupira logo percebeu a presença estranha e começou a agir. Ele batia nos troncos das árvores e dava assobios agudos que ecoavam por toda parte. O caçador, assustado, tentou seguir o rastro do ser encantado, mas como os pés do Curupira eram invertidos, ele andava em círculos, cada vez mais perdido
Exausto e percebendo que a floresta tinha seus próprios guardiões, o homem abandonou sua arma, prometendo nunca mais fazer mal à natureza. A floresta voltou a ficar em paz e o Curupira continuou sua vigília, sempre alerta para proteger seu lar.  Fonte Google
 
Pegando o curupira: AQUI
Brincadeiras com curupira: AQUIAQUI
Experiência/pés virados: AQUI
+Atividades: AQUI

O curupira e o equilíbrio da natureza: AQUI
Procura-se o curupira: AQUI
Aprendendo com o curupira: AQUI
Curupira brinca comigo? AQUI
Bicho pau,bicho folha: AQUI
Folclore: AQUI
Curupira: AQUI
Ingrid B.Bellinghausen: AQUI
Lendas: AQUI
Gênero suspense/mistério: AQUI
Gênero conto popular: AQUI
COP 30: AQUI
Contos e mistérios: AQUI



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quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Cachinhos dourados>A pequena polegar>Historinhas bonitinhas>Reconto>Pertencimento> 04/02/2026


Ruth Rocha/ Camila Carrossine

Você certamente conhece a história daquela menina de cachinhos dourados que, andando pela floresta, encontra uma linda casinha de ursos e faz ali uma baita bagunça, não é?
Mas, com certeza, nunca viu essa deliciosa aventura contada dessa forma. Neste livro, Ruth Rocha reconta em rimas e versos tão bonitinhos o clássico Cachinhos Dourados.
Os versos de Ruth, uma das maiores escritoras de literatura infantil brasileira, são acompanhados pelas belas, coloridas e fofas ilustrações de Camila Carrossine. Desenhos que contribuem para trazer um novo encanto para as crianças.
Com quatro versos em cada estrofe, Ruth Rocha conta a aventura da menina que entrou e fez uma verdadeira farra por toda a casa dos ursos. Vemos aqui a importância sobre o respeito aos pertences de outros.
Cachinhos Dourados é mais um lançamento da coleção Recontos Bonitinhos. Na série, a consagrada autora empresta seu olhar e talento para criar poemas e apresentar histórias clássicas para às novas gerações de pequenos leitores.

Ouvindo: AQUI
Cantando: AQUI
Atividade: Brincando com a matemática: AQUI
Mais Cachinhos no Linguagem: AQUI 

.Ingrid B.Bellinghausen

Cores, ilustrações feitas com recortes, texto curto e grande formato do objeto livro, elementos privilegiados para chamar a atenção dos pequenos leitores. Ingrid Biesemeyer Bellinghausen, com delicadeza nos traços e nas palavras, reconta a história de Cachinhos Dourados e a casa da família Urso.

Ouvindo: AQUI
Ingrid B. Bellinghausen: AQUI
Reconto de contos: AQUI
Pertencimento: AQUI
Ruth Rocha: AQUI

Ruth Rocha/Verediana Scarpelli

“Quando a plantinha deu flor,
se abriu e dentro, surpresa!
Havia uma menininha
que era mesmo uma beleza!”
O pequeno polegar: Ouvindo: AQUI

O livro dialoga diretamente com o clássico europeu “O Pequeno Polegar”, conto popularizado por Charles Perrault, no qual um garoto minúsculo, nascido em uma família muito pobre, é abandonado pelos pais junto dos sete irmãos. Mesmo sendo o menor de todos, é ele quem lidera os irmãos em situações perigosas, salva-os de um ogro e termina encontrando um grande tesouro.
Em sua nova versão, Ruth Rocha então inverte o ponto de vista e apresenta “A pequena Polegar“, uma história sobre pertencimento e coragem. Nascida dentro de uma flor, a menina é encontrada por Mariana, uma garota que faz de tudo para garantir à pequena o conforto que merece. Mariana constrói uma casinha, prepara roupas e cuida dela com carinho, até que um sapo curioso a vê pela janela e decide que a pequena Polegar deve se casar com seu filho. 
Levando-a à força para o rio, o sapo a obriga a boiar sobre uma folha, dando início a uma jornada inesperada. No caminho, a pequena Polegar encontra peixes, uma toupeira e pássaros, que a ajudam em sua busca por um lugar onde finalmente possa se sentir parte de algo. Cada encontro traz uma nova lição, transformando a aventura em uma história de autodescoberta e liberdade. “A pequena Polegar” é uma leitura que encanta desde as primeiras páginas. Dessa forma, Ruth Rocha, com sua habilidade em transformar narrativas clássicas em histórias próximas da realidade das crianças, cria uma versão acessível repleta de leveza e humor, sem perder a delicadeza que marca sua escrita. A autora faz o leitor rir, se emocionar e, principalmente, se reconhecer nas pequenas descobertas da protagonista.
O texto é fluido, com um ritmo que então convida à leitura em voz alta, ideal para momentos de partilha entre adultos e crianças. Há algo de musical na maneira como Ruth constrói as frases, alternando entre o cotidiano e o mágico, sem jamais perder o olhar humano que define sua obra. As ilustrações de Veridiana Scarpelli dialogam perfeitamente com essa proposta: são vivas, expressivas e cheias de movimento, como se cada página respirasse junto com a história.
Assim, mais do que um conto infantil, o livro é uma reflexão poética sobre pertencimento, identidade e liberdade. A pequena Polegar começa sua jornada cercada de conforto e cuidado, mas é apenas quando precisa enfrentar o desconhecido que encontra o que realmente buscava, um lugar onde possa ser ela mesma. A obra é então uma metáfora sobre crescer, partir, descobrir o próprio valor e entender que o amor verdadeiro não está em quem nos protege do mundo, mas em quem nos inspira a desbravá-lo. Por fim, a sensação é de aconchego. É o tipo de história que desperta a vontade de dividir, de deixar ecoar. A obra confirma o talento de Ruth Rocha em unir imaginação e afeto, oferecendo à nova geração uma narrativa que fala de coragem e gentileza, sem jamais subestimar a inteligência emocional das crianças.  Fonte


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domingo, agosto 17, 2025

O bambolê mágico>A história do bambolê>Cultura folclórica>Personagens encantados>Estímulos literários>17/08/2025

 


Chloe Inkpen

Aquele não era um simples bambolê. Era um bambolê mágico! O que esse bambolê será capaz de fazer? Acompanhe a a aventura de Zoe e Bilu.
Ouvindo: AQUIAQUI
Ouvindo poema bambolê: AQUI
Brincantes poemas: AQUI
Bambolê/Ivan Cruz: AQUI


O bambolê, um brinquedo simples, oferece diversas atividades recreativas e educativas para crianças e adultos, promovendo coordenação motora, equilíbrio, agilidade e socializaçãoAs brincadeiras com bambolê podem ser adaptadas para diferentes faixas etárias e níveis de habilidade, proporcionando diversão e desenvolvimento.
Psicomotricidade com bambolê: AQUI

Brincando com bambolê: AQUI

A história do bambolê: O bambolê é um brinquedo de malabarismo: consiste em um aro que deve ser girado na cintura, pescoço, braços ou pernas. AQUI

Uma atividade muito interessante utilizando bambolê, imagens que iniciam com as vogais. Primeiramente a criança ficará no bambolê do meio e pegará uma imagem que direcionará em qual bambolê com a vogal a criança irá colocar , por exemplo: Arara bambolê com a vogal A, uva bambolê com a vogal u e assim por diante. Eles amaram a atividade. AQUI

Histórias com bambolê
A joaninha que perdeu as pintinhas: AQUI ,AQUI
Uma joaninha diferente:  AQUI,  AQUI
O monstro das cores: AQUI
Eram dez lagartas: AQUI
João e Maria: AQUI
Alfabetização/Segmentação de palavras: AQUI


Ingrid B.Bellinghausen

Entre as travessuras do Saci e a maldição da Mula sem cabeça, a autora apresenta os principais lendas do folclore brasileiro. As ilustrações são compostas com pedaços de barbante, botões, miçangas e outros materiais bem acessíveis, que viram brinquedo na hora do leitor recriar as criaturas em casa.
Ouvindo: AQUI    AQUI



A sabedoria do povo contada ao pé da fogueira, passada de boca em boca, é apresentada em forma de texto no livro Personagens Encantados II. A proposta é levar aos pequenos leitores a origem de seres que fazem parte do imaginário popular.

Neste segundo volume, a autora apresenta personagens conhecidos como o Bicho-Papão e outros menos famosos como a Alamoa, Mão-de-cabelo, Porca-dos-sete leitões, Pé-de-garrafa…
Assustadores, simpáticos ou não, esses personagens fazem parte do folclore brasileiro e merecem ser lidos pelas crianças.
Atividade: Roleta do folclore: AQUI
Personagens/Pratique a leitura: AQUI
Mais Ingrid B.Bellinghausen: AQUI







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quinta-feira, julho 25, 2024

Os opostos do mundinho>Veja bem um novo olhar para os opostos/PNLD literário>25/07/2024

 

Ingrid B.Bellinghause

De forma divertida, a autora e ilustradora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen apresenta o mundo dos opostos. Com ilustrações e cores que envolvem e ensinam, as crianças aprenderão sobre os opostos numa gostosa brincadeira.
Os opostos do mundinho - Um livro para fortalecer os laços afetivos com o bebê. AQUI
Ouvindo: AQUI
Cantando os opostos: AQUIAQUIAQUIAQUI

Cognição, conceitos e opostos: Projeto música e encanto: AQUI
Playlists projeto música e encantos: AQUI, O que é este projeto: AQUI

Veja bem um novo olhar para os opostos/Susan Hood
Desde cedo as crianças aprendem sobre os opostos, sim ou não?
 Dentro, fora; esquerda, direita; alto, baixo... 
Mas como saber se algo é grande, sem comparar com algo pequeno? 
Como identificar que um corredor é rápido, senão em relação a outro mais lento? 
Tudo é, portanto, uma questão ponto de vista. É exatamente esse o mote de Veja Bem!: por meio de questionamentos e comparações entre opostos simples e complexos, um garoto, um elefante e um gatinho percorrem situações diversas, dialogando com o leitor acerca da relatividade das coisas de modo inteligente e divertido.
Material digital do professor: AQUI


Pomelo e os opostos: AQUI
Grande ou pequena: AQUI
Bem lá no alto: AQUI
+ opostos: AQUI
Antônimos: AQUI




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segunda-feira, junho 24, 2024

As brincadeiras de mundinho>Vamos brincar de aprender? Brincadeiras no Brasil>Do mundo> 24/06/2024

 
Ingrid B.Bellinghause

Qual é a sua brincadeira predileta?

A autora e ilustradora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen nos convida a conhecer As Brincadeiras do Mundinho e a descobrir se as de lá são as mesmas que as daqui. 

Convide seus amigos e vamos brincar!

Ouvindo: AQUI
Sugestão de atividade: AQUI

As crianças, espalhadas por todo o mundo, tem características e culturas diferentes, mas em uma coisa todas são semelhantes que é a capacidade de brincar. 
Como será que se divertem as crianças de outros países? 
Algumas brincadeiras são já conhecidas aqui no Brasil, outras nós podemos aprender e repetir com nossos amigos.
As brincadeiras populares do Brasil são resultado da mistura de vários grupos étnicos que se formaram no país, através de culturas diferentes dos indígenas, dos brancos e dos negros. AQUI

Brincando de aprender
Aprenderemos como diferentes culturas influenciaram as nossas formas de brincar.
Além de conhecer como algumas brincadeiras são diferentes nos nomes de acordo com a região do Brasil. Vamos brincar de aprender? AQUI
Brincadeiras pelo Brasil
Será que todo mundo no Brasil brinca exatamente do mesmo jeitinho?
É o que vamos descobrir neste vídeo!
Região Nordeste: AQUI
Região Sul: AQUI
Região Centro-Oeste: AQUI
Região Norte: AQUI
Região Sudeste: AQUI

Brincadeiras do mundo:
Os vídeos começam com uma pequena descrição dos países
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo.
Porto Rico:
"Ovo, ovelha, bico ou aranha" é uma delas.
Essa brincadeira exige uma ótima percepção táctil. Vamos brincar? AQUI

Austrália:
 Quantas horas seu lobo? AQUI
Ouvindo: AQUI
Uma divertida canção do álbum O SOM DO ALFABETO DoReMiPaty inspirada em uma brincadeiras de crianças da Austrália: "Que horas são seu Lobo? AQUI

Estados Unidos:
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo. Algumas são iguais as que conhecemos por aqui, mudando apenas o nome. É o caso de "Simon says", que é igualzinha a brincadeira "O mestre mandou". Vamos conhecer? AQUI

Espanha: 
Jogo espanhol que tem como objetivo a precisão. O foco é lançar a sua tampinha dentro do quadrado, caso você consiga, marcará 4 pontos. Caso a sua tampinha cai em cima da linha do quadrado, você marcará 2 pontos. Até um palmo de distância do quadrado 1 ponto. Distâncias maiores não contabilizam pontos. AQUI AQUI

Japão: Pedra, papel, tesoura: AQUI
Aulas: 
Brinquedos e brincadeiras de outros lugares: AQUI
Brincadeiras pelo mundo: AQUI
PDF: AQUI

Brinquedos sustentáveis
Bilboquê é um brinquedo muito antigo, encontrado em diferentes países, como Japão, México, Estados Unidos e França, com pequenas variações em sua forma. Até hoje ninguém descobriu quem o inventou nem quando apareceu, mas pinturas de artistas europeus indicam que o brinquedo era jogado pelos reis e pelos nobres e muito possivelmente também pelas pessoas comuns, nas ruas da França.
O bilboquê original é uma bola de madeira com um furo, presa por um cordão e um bastão pontudo, onde ela deve ser encaixada. Mas no vídeo de hoje nós aprenderemos a fazer um bilboquê sustentável, utilizando papel. AQUI
Avião de papel:
O avião de papel é um brinquedo feito, em geral, de uma única folha de papel, normalmente sem cortes e sem o uso de colas ou adesivos, utilizando-se apenas a técnica de dobraduras.
Supõe-se que a origem de planadores feitos de dobraduras de papel reside na China Antiga. Da Vinci relatou em seus escritos que o uso de modelos de aviões de papel o ajudou com os testes com seu ornitóptero, uma nave que poderia voar batendo asas, além de também ter usado a técnica para a criação de modelos de paraquedas: AQUI
Catapulta:
Parente do estilingue e do arco e flecha, a catapulta foi usada como uma poderosa arma de guerra na Antiguidade e Idade Média. Dizem que foi inventada pelos gregos por volta do ano 400 a.C. para lançar projéteis (pedras, principalmente) a grande distância.
Guerras a parte, o legal é que essa engenhoca rende gostosas brincadeiras e você pode aprender, de forma simples, como funciona o mecanismo.
Na aula de hoje, nosso objetivo principal é trabalhar a motricidade fina e a habilidade de precisão. Te desafio a pegar alguns alvos para que você tente acertar com uma bolinha!
Vamos experimentar? AQUI
Paraquedas:
A proposta do vídeo de hoje é confeccionar um brinquedo que nossos familiares adoravam fazer quando crianças: um paraquedas utilizando sacola plástica!
Esse brinquedo é muito simples de fazer e é super legal para brincar em dias de ventania.
Não existe nenhum registro de onde e quando esse brinquedo surgiu, mas é muito provável que o adulto que more contigo conheça e até saiba construir um: AQUI
Pião:
O pião é uma das brincadeiras de crianças mais antigas, pois já existia desde o ano 4.000 a.C., período em que foram encontrados alguns exemplares feitos com argila, nas margens do rio Eufrates. Pinturas antigas trazem vestígios da existência do pião, bem como alguns textos literários, onde é citado como brinquedo/jogo.
E então, vamos aprender a fazer um pião adaptado com materiais recicláveis? AQUI



Brinquedos e brincadeiras: AQUI
Regiões brasileiras: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Relógio: AQUI
Pião: AQUI
Jogos: AQUI
Aula: Como trabalhar om brinquedos: AQUI
Brincadeiras de criança: AQUI
Zé pião: AQUI




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