BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Jon Scieszka. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jon Scieszka. Mostrar todas as postagens

terça-feira, janeiro 17, 2023

Atividade literária>Lúdica>Quem sou eu? Propostas pedagógicas> 17/01/2023

 


Propostas pedagógicas

Propostas temáticas

Utilizando obras literárias:

Identidade, segredos, desejos, gostos, problemas, medos, família, amigos, escola, sociedade

Oficina  “Quem sou eu?” : 

Unidade temática da identidade, despertada pelo questionamento sobre os nossos próprios nomes, elemento primeiro da nossa individualização. 

 Origem e a história de seus nomes, motivando-os a já exercitarem o ato narrativo.

Leituras literárias: Sugestões ( partir da página 103 desta Fonte ) com detalhes mais específicos sobre cada obra:

 João bobo/Ana Maria Machado: Reflexão sobre seus próprios nomes: Mais no Linguagem: AQUI

Mistério preso no armário/Sonia Junqueira: Mais no Linguagem: AQUI ( segredo)

Um sapo que virou príncipe/Jon Scienzka: Relembrando contos clássicos de fadas

O desejo foi o tema que permeou a oficina posterior. Seguindo suas aspirações, durante o estímulo lúdico, brincaram com massinha de modelar, confeccionando aquilo em que gostariam de se transformar. Iniciaram a leitura da obra Um sapo que virou príncipe: continuação, de Jon Scieszka.

Com suas modelagens nas mãos, as crianças repensaram sobre seus desejos de transformação, questionando suas possíveis consequências, positivas ou não, tendo como base comparativa a história do sapo que virou príncipe e voltou a ser sapo para garantir sua felicidade. 

Partiram para a realização da atividade criativa, produzindo um texto a partir do título “Se eu tivesse me transformado em...”, completando-o com o desejo de transformação evidenciado pela modelagem criada, alterado ou não após a leitura. No desfecho lúdico, valeram-se do palco para dramatizações, simulando um show de transformações. Cada criança apresentou seu texto livremente, encenando-o, lendo-o, contando-o, utilizando recursos variados, como fantasias, fantoches, etc.

 Oficina: Página 259: AQUI

A casa rosa/Silvana P. Taets: Planta baixa de uma casa: Os gostos substituíram os desejos na oficina que se seguiu. Inicialmente, distraíram-se brincando com a planta baixa de uma casa, preenchendo-a de acordo com os seus próprios gostos, de maneira a torná-la sua. Em seguida, mergulharam na leitura de A casa rosa, de Silvana Pinheiro Taets. Situada na larga rua da Amizade, a casa rosa, como descreve a narradora: “é sem número porque é única. É rosa, porque muita gente gosta. 

Ouvindo a história: AQUI

A Grécia: Mitos e lendas/Episódio " A mais bela" Alain Quesnel

Comparando super- herói mais moderno, o homem aranha: Dificuldades enfrentadas, conhecendo sua vida, sua dupla personalidade, suas preferências, suas aventuras e problemas.

 O velho que trazia a noite/Sergio Capparelli 

Medos: Envolvidos por sons estranhos e aterrorizantes, imergiram na temática do medo. Foram intimidados a vencer os temores suscitados pelos sons ouvidos, procurando na escuridão envelopes misteriosos. Dentro deles, alguns encontraram imagens de seres repugnantes, outros acharam imagens de pegadas esquisitas. Passado o susto inicial, brincaram com as imagens resgatadas, unindo cada ser à sua respectiva pegada. Continua página 111/ Fonte

Família: Guilherme Augusto Araújo Fernandes/ Mem fox: Mais no Linguagem: AQUI

Desenhar algo que lembre a sua família para posterior colocação numa cesta.

Memórias familiares de cada um: Mas quem era esse menino de nome tão comprido? Alguém muito sortudo, pois os leitores logo detectaram que ele possuía mais de uma família. Além daquela que ele tinha em casa, Guilherme cultivava uma segunda na casa vizinha, formada por idosos, moradores de um asilo. Lá os leitores conheceram a família que o menino pôde escolher, representada, em especial, pela senhora Antônia Maria Diniz Cordeiro, “porque ela também tinha quatro nomes, como ele. Ele a chamava de Dona Antonia e contava-lhe todos os seus segredos”. Continua: AQUI

Descrição das unidades temáticas aplicadas: Página 235: AQUI

Encontrei este trabalho publicado na internet. Trouxe links de algumas páginas para facilitar sua pesquisa, professor(a). Linguagem e Afins recomenda a leitura completa. Contém a metodologia para utilização de obras literárias agregadas a temas. Ideias lúdicas com certeza! São 310 páginas em pdf bem interessantes para atividades literárias, lúdicas, produção textual entre outras.



Link para essa postagem


segunda-feira, março 14, 2022

O patinho realmente feio e outras histórias malucas>Paródia>Humor>14/03/2022

 "Trabalhar com as múltiplas linguagens em Educação significa ajudar as crianças a perceber qualidades e características nem sempre evidentes, de modo mais profundo e significativo. Buscamos hoje uma visão de mundo em que prevaleça a crença na incompletude do saber, crença essa que nos impulsione e desafie na busca do conhecimento. Sabe-se também que, somente a partir da incerteza, pode-se ver sempre novos e diferentes ângulos e que é importante prestar-se atenção a tudo buscando “enxergar além".

Jon Scieszka

O patinho realmente feio e outras histórias malucas traz uma coleção de histórias que dão raiva, dessa raiva que as crianças sentem quando começam a xingar todo mundo. Partindo dos contos de fada tradicionais, Jon Scieszka cria um texto inesperado, substituindo o clássico final feliz por soluções "absurdas". Aqui, O patinho feio do título, por exemplo, continua a ser um patinho realmente feio quando cresce, em vez de se transformar num belo cisne. Respeitando a seriedade com que as crianças cultivam o mundo da fantasia, Jon Scieszka oferece-lhes uma espécie de frustração lúdica. Elas acham graça - e podem xingar sem culpa, se for o caso -, porque sabem muito bem que aquilo ali é ficção: no mundo verdadeiro, todo patinho feio vira cisne.

Paródia: Interpretação: AQUI, AQUI

O patinho feio: AQUI

Do mesmo livro: Outro príncipe sapo: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI

Página 8/Produção de texto: AQUI

Textos avaliativos: AQUI

Outras sugestões: AQUI, AQUI

O patinho feio que não era patinho nem feio: AQUI



Link para essa postagem


Monstromática>A matemática é um problemão?> 14/03/2022

 

Jon Scieszka

Vítima da Monstromática, uma garota começa a fazer contas a respeito de tudo: a roupa que irá vestir, o lanche da escola e os jogos da seleção brasileira. Obcecada, ela precisa deixar de ser uma "matelunática delirante". Bom humor e ilustrações que utilizam a técnica da colagem são a marca registrada da dupla Jon Scieszka e Lane Smith.

Matemática é um problemão na vida de muita gente. Para a heroína deste livro, fazer contas se torna um pesadelo a partir do momento em que a professora diz que tudo pode ser visto como um problema de matemática.
"Se eu acordo às 7h15, levo 10 minutos para me vestir, 15 minutos para tomar o café-da-manhã e 1 minuto para escovar os dentes, conseguirei pegar o ônibus escolar que passa às 8h?" Obcecada, ela quer deixar de ser uma "matelunática delirante" e vencer a "monstromática".
O bom humor e as colagens são a marca registrada de Jon Scieszka e Lane Smith, que já lançaram A verdadeira história dos três porquinhos, Sapos não andam de skate e O patinho realmente feio, todos pela Companhia das Letrinhas. A tradutora de Monstromática, Iole de Freitas Druck, é professora do Instituto de Matemática e Estatística da USP. Fonte

O livro “MONSTROMÁTICA”, traz a questão da relação da contextualização da matemática, vivencia o cotidiano de forma que leva o aluno a identificar o conhecimento matemático da multiplicação. É importante que os alunos sejam capazes de fazer análises quantitativas e que eles possam resolver situações – problema e até construir o significado dessas operações, buscando segurança na capacidade de calcular. AQUI 

Sobre a obra: AQUI

Ouvindo: AQUI e lendo: AQUI

Sapos não andam de skate: AQUI

O patinho matemático: AQUI

Todas as pessoas contam: AQUI



Link para essa postagem


domingo, dezembro 23, 2012

A verdadeira história dos três porquinhos>Notícia>Ponto de vista>Humor>Produção de textos> 23/12/12

  

Jon Scieszka


Será que a história dos três porquinhos ocorreu daquele jeito mesmo?
Dando a palavra ao lobo, que naturalmente narra os acontecimentos do seu ponto de vista, Jon Scieszka consegue reforçar a "veracidade" da história original, contar uma história nova e engraçada e dar às crianças a oportunidade para demonstrar que compreendem muito bem as coisas.
A verdadeira história dos três porquinhos


Jon Scieszka
“Em todo o mundo as pessoas conhecem a história dos três porquinhos. Ou, pelo menos, acham que conhecem.
Mas eu vou contar um segredo. Ninguém conhece a história verdadeira, porque ninguém jamais escutou o meu lado da história.
Eu sou o lobo. Alexandre T. Lobo. Pode me chamar de Alex.
Eu não sei como começou todo esse papo de Lobo Mau, mas está completamente errado.
Talvez seja por causa de nossa alimentação.
Olha, não é culpa minha se os lobos comem bichos engraçadinhos como coelhos e porquinhos. É apenas nosso jeito de ser. Se os cheeseburguers fossem uma gracinha, todos iam achar que você é Mau.
Mas como eu estava dizendo, todo esse papo de Lobo Mau está errado.
A verdadeira história é sobre um espirro e uma xícara de açúcar. E eu vou explicar pra vocês.
No tempo do Era uma Vez, eu estava fazendo um bolo de aniversário para minha querida e amada vovozinha.
Eu estava com um resfriado terrível, espirrando muito.
Fiquei sem açúcar.
Então resolvi pedir uma xícara de açúcar emprestada para o meu vizinho.
Agora, esse vizinho era um porco.
E não era muito inteligente também.
Ele tinha construído a sua casa toda de palha.
Dá para acreditar? Quero dizer, quem tem a cabeça no lugar não constrói uma casa de palha.
É claro que, assim que bati, a porta caiu. Eu não sou de ir entrando assim na casa dos outros.
Então chamei: “Porquinho, você está aí?”. Ninguém respondeu.
Eu estava a ponto de voltar para casa sem o açúcar para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovozinha.
Foi quando meu nariz começou a coçar. Senti o espirro vindo. Então inflei. E bufei.
E soltei um grande espirro.
Sabe o que aconteceu? Aquela maldita casa de palha desmoronou inteirinha. E bem no meio do monte de palha estava o Primeiro Porquinho – mortinho da silva.
Ele estava em casa o tempo todo.
Seria um desperdício deixar um presunto em excelente estado no meio daquela palha toda. Então eu o comi. Imagine o porquinho como se ele fosse um grande cheeseburguer dando sopa. Você não comeria também?
Bom, eu estava me sentindo um pouco melhor do resfriado, mas ainda não tinha minha xícara de açúcar. Então fui até a casa do próximo vizinho.
Esse vizinho era irmão do primeiro Porquinho. Ele era um pouco mais esperto, mas não muito.
Tinha construído a sua casa com lenha.
Toquei a campainha da casa de lenha. Ninguém respondeu.
Chamei: “Senhor Porco, senhor Porco, está em casa?”.
Ele gritou de volta: “Vá embora Lobo. Você não pode entrar. Estou fazendo a barba de minhas bochechas rechonchudas”.
Eu tinha acabado de pegar na maçaneta quando senti outro espirro vindo.
Eu inflei. E bufei. E tentei cobrir minha boca, mas soltei um grande espirro.
Você não vai acreditar, mas a casa desse sujeito desmoronou igualzinho a do irmão dele.
Quando a poeira baixou, lá estava o Segundo Porquinho – mortinho da silva. Palavra de honra.
Na certa você sabe que a comida estraga se ficar abandonada ao relento.
Então fiz a única coisa que tinha de ser feita.
Jantei de novo.
Era o mesmo que repetir um prato.”
Eu estava ficando tremendamente empanturrado.
Mas estava um pouco melhor do resfriado.
E eu ainda não conseguira aquela xícara de açúcar para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovozinha. Então fui até a casa do próximo vizinho.
Esse sujeito era irmão do Primeiro e do Segundo Porquinho.
Devia ser o crânio da família.
A casa dele era de tijolos.
Bati na casa de tijolos. Ninguém respondeu.
Eu chamei: “Senhor Porco, o senhor está?”.
E sabe o que aquele leitãozinho atrevido me respondeu?
“Cai fora daqui Lobo. Não me amole mais.”
E ainda dizem que eu é quem sou grosseiro.
Ele tinha provavelmente um saco cheio de açúcar. E não ia me dar nem uma xicrinha para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovozinha.
Que porco!!
Eu estava quase indo embora para fazer um lindo cartão de aniversário em vez do bolo, quando senti um espirro vindo.
Eu inflei.
E bufei.
E espirrei de novo.
Então o Terceiro Porquinho gritou:
“E a sua velha vovozinha pode ir às favas.”
Sabe, sou um cara geralmente bem calmo. Mas, quando alguém fala desse jeito da minha vovozinha, eu perco a cabeça.
Quando a polícia chegou, é evidente que eu estava tentando arrebentar a porta daquele Porco. E todo o tempo eu estava inflando, bufando e espirrando e fazendo uma barulheira.
O resto, como dizem é história.
Tive muito azar: os repórteres descobriram que eu tinha jantado os outros dois porquinhos. E acharam que a história de um sujeito doente pedindo açúcar emprestado não era muito emocionante. Então enfeitaram e exageraram a história com todo aquele negócio de “bufar, assoprar e derrubar sua casa”.
E fizeram de mim o Lobo Mau.
É isso aí.
Esta é a verdadeira história.
Fui vítima de uma armação.
Mas... Será que você pode me emprestar uma xícara de açúcar???
Confira:

Questões:
1) Quando a história aconteceu?
2) Quem narra a história?
3) O que estava fazendo?
4) Para quem estava fazendo?

5) Quem são os personagens do texto?
6) O narrador participa ou não da história?
7) O Lobo tente justificar-se no texto. Para que ele faz isso?
8) Quais as consequências da história ter sido narrada pelo lobo?
9) Se fosse narrada por um dos porquinhos a história seria a mesma? Justifique
10)Você acreditou nas explicações que o Lobo deu para a morte dos porquinhos?
11)O que você acha do comportamento do lobo?  











http://elizinharocha.blogspot.com.br/2010/04/verdadeira-historia-dos-tres-porquinhos.html

Os três porquinhos aqui:



Filme....
Esse é um lançamento da Vídeo Brinquedo muito interessante.
Nesse DVD , os 3 porquinhos apresentam uma linguagem bem "descolada" e fazem uso de algumas expressões muito engraçadas e mesmo gírias ...
Pedro, Palhares e Carvalho ... O nome já diz tudo não é verdade?
A verdade é que esses danadinhos conseguem enganar o terrível lobo mau que passa o tempo a tentar entrar em suas casinhas ...
Palhares é preguiçoso , carvalho gosta de economizar e Pedro é o espetinho que pode até gastar, mas gosta de estar sempre seguro...
Até a canção é muito envolvente :
Lobo bobo, lobo mau você é cara de pau
Você pensa que consegue me enganar(BIS)
Um, dois, três abre roda outra vez
Todo mundo agora dando a volta
Ninguém mais acredita no lobo cara de pau
Ninguém tem medo desse lobo mau
É como se os 3 porquinhos fossem trazidos para a atualidade de uma forma tão forte que é impossível não se deixar envolver.
E no fim ainda podemos aprender a desenhá-los , não é o máximo?
Com essa atividade no início das aulas podemos:
Promover a integração dos educandos;
Proporcionar momentos de socialização e diversão entre toda comunidade escolar;
Tratar de temas pertinentes como: Responsabilidade, coragem etc ...
Aprender a desenhar os 3 porquinhos através do vídeo.
É uma atividade muito interessante cabendo ap professor após o Cine Pipoquinha trabalhar os conteúdos propostos para primeira semana de aula.
Ah, não vai esquecer a pipoquinha doce e a salgada e claro o suquinho de frutas ...


Interpretação de texto: AQUI, PDF: AQUI

Ouvindo: AQUI, AQUI

Produção de texto: PDF: AQUI

Baú da Camilinha: AQUI

Atividades PDF: AQUI, AQUI, AQUI

Notícia: Outro ponto de vista: AQUI

Os 3 porquinhos: AQUI

Mais lobos: AQUI






Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios