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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Pião. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, julho 25, 2025

Roda que roda>Roda pião>Histórias/Cantigas brincantes> 25/07/2025

 

Vera Lúcia Dias/Romonty Willy

Todos nós temos habilidade para fazer algo: alguns são ótimos em quebra-cabeças e têm aqueles que são imbatíveis em jogos de tabuleiro.
A Bia não fica para trás: ela é ótima em rodar!
A menina é tão habilidosa que a vovó até fez um vestido rodadeiro para ela rodar por aí.
O papai resolveu entrar na brincadeira e levou um pião para que todos pudessem brincar de girar juntos.
Porém, ele era tão bom, que tinha dificuldade em deixar os outros brincarem... até que a mamãe solucionou o problema.

Sugestões de atividades:

1 – Pedir às crianças que pesquisem junto aos pais e avós quais os brinquedos que tinham e que brincadeiras eles faziam quando crianças.
2 – Recolher brinquedos antigos e fazer uma exposição em sala de aula. Convidar pais e avós para uma visita à exposição.

3 – Promover brincadeiras com brinquedos que giram (dado, bola, pião).

 Temas abordados: brinquedos, brincadeiras

Transversalidade: pluralidade cultural. Fonte
Ouvindo: AQUI
Roda pião/Lúcia Pimentel Góes: AQUI
Cantando roda pião: AQUI, AQUI
Cantigas de invento: AQUI
De roda em roda: AQUI
Pião: AQUI
Como trabalhar com brinquedos: AQUI
Zé pião: AQUI
Parlendas para brincar: AQUI



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segunda-feira, junho 24, 2024

As brincadeiras de mundinho>Vamos brincar de aprender? Brincadeiras no Brasil>Do mundo> 24/06/2024

 
Ingrid B.Bellinghause

Qual é a sua brincadeira predileta?

A autora e ilustradora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen nos convida a conhecer As Brincadeiras do Mundinho e a descobrir se as de lá são as mesmas que as daqui. 

Convide seus amigos e vamos brincar!

Ouvindo: AQUI
Sugestão de atividade: AQUI

As crianças, espalhadas por todo o mundo, tem características e culturas diferentes, mas em uma coisa todas são semelhantes que é a capacidade de brincar. 
Como será que se divertem as crianças de outros países? 
Algumas brincadeiras são já conhecidas aqui no Brasil, outras nós podemos aprender e repetir com nossos amigos.
As brincadeiras populares do Brasil são resultado da mistura de vários grupos étnicos que se formaram no país, através de culturas diferentes dos indígenas, dos brancos e dos negros. AQUI

Brincando de aprender
Aprenderemos como diferentes culturas influenciaram as nossas formas de brincar.
Além de conhecer como algumas brincadeiras são diferentes nos nomes de acordo com a região do Brasil. Vamos brincar de aprender? AQUI
Brincadeiras pelo Brasil
Será que todo mundo no Brasil brinca exatamente do mesmo jeitinho?
É o que vamos descobrir neste vídeo!
Região Nordeste: AQUI
Região Sul: AQUI
Região Centro-Oeste: AQUI
Região Norte: AQUI
Região Sudeste: AQUI

Brincadeiras do mundo:
Os vídeos começam com uma pequena descrição dos países
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo.
Porto Rico:
"Ovo, ovelha, bico ou aranha" é uma delas.
Essa brincadeira exige uma ótima percepção táctil. Vamos brincar? AQUI

Austrália:
 Quantas horas seu lobo? AQUI
Ouvindo: AQUI
Uma divertida canção do álbum O SOM DO ALFABETO DoReMiPaty inspirada em uma brincadeiras de crianças da Austrália: "Que horas são seu Lobo? AQUI

Estados Unidos:
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo. Algumas são iguais as que conhecemos por aqui, mudando apenas o nome. É o caso de "Simon says", que é igualzinha a brincadeira "O mestre mandou". Vamos conhecer? AQUI

Espanha: 
Jogo espanhol que tem como objetivo a precisão. O foco é lançar a sua tampinha dentro do quadrado, caso você consiga, marcará 4 pontos. Caso a sua tampinha cai em cima da linha do quadrado, você marcará 2 pontos. Até um palmo de distância do quadrado 1 ponto. Distâncias maiores não contabilizam pontos. AQUI AQUI

Japão: Pedra, papel, tesoura: AQUI
Aulas: 
Brinquedos e brincadeiras de outros lugares: AQUI
Brincadeiras pelo mundo: AQUI
PDF: AQUI

Brinquedos sustentáveis
Bilboquê é um brinquedo muito antigo, encontrado em diferentes países, como Japão, México, Estados Unidos e França, com pequenas variações em sua forma. Até hoje ninguém descobriu quem o inventou nem quando apareceu, mas pinturas de artistas europeus indicam que o brinquedo era jogado pelos reis e pelos nobres e muito possivelmente também pelas pessoas comuns, nas ruas da França.
O bilboquê original é uma bola de madeira com um furo, presa por um cordão e um bastão pontudo, onde ela deve ser encaixada. Mas no vídeo de hoje nós aprenderemos a fazer um bilboquê sustentável, utilizando papel. AQUI
Avião de papel:
O avião de papel é um brinquedo feito, em geral, de uma única folha de papel, normalmente sem cortes e sem o uso de colas ou adesivos, utilizando-se apenas a técnica de dobraduras.
Supõe-se que a origem de planadores feitos de dobraduras de papel reside na China Antiga. Da Vinci relatou em seus escritos que o uso de modelos de aviões de papel o ajudou com os testes com seu ornitóptero, uma nave que poderia voar batendo asas, além de também ter usado a técnica para a criação de modelos de paraquedas: AQUI
Catapulta:
Parente do estilingue e do arco e flecha, a catapulta foi usada como uma poderosa arma de guerra na Antiguidade e Idade Média. Dizem que foi inventada pelos gregos por volta do ano 400 a.C. para lançar projéteis (pedras, principalmente) a grande distância.
Guerras a parte, o legal é que essa engenhoca rende gostosas brincadeiras e você pode aprender, de forma simples, como funciona o mecanismo.
Na aula de hoje, nosso objetivo principal é trabalhar a motricidade fina e a habilidade de precisão. Te desafio a pegar alguns alvos para que você tente acertar com uma bolinha!
Vamos experimentar? AQUI
Paraquedas:
A proposta do vídeo de hoje é confeccionar um brinquedo que nossos familiares adoravam fazer quando crianças: um paraquedas utilizando sacola plástica!
Esse brinquedo é muito simples de fazer e é super legal para brincar em dias de ventania.
Não existe nenhum registro de onde e quando esse brinquedo surgiu, mas é muito provável que o adulto que more contigo conheça e até saiba construir um: AQUI
Pião:
O pião é uma das brincadeiras de crianças mais antigas, pois já existia desde o ano 4.000 a.C., período em que foram encontrados alguns exemplares feitos com argila, nas margens do rio Eufrates. Pinturas antigas trazem vestígios da existência do pião, bem como alguns textos literários, onde é citado como brinquedo/jogo.
E então, vamos aprender a fazer um pião adaptado com materiais recicláveis? AQUI



Brinquedos e brincadeiras: AQUI
Regiões brasileiras: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Relógio: AQUI
Pião: AQUI
Jogos: AQUI
Aula: Como trabalhar om brinquedos: AQUI
Brincadeiras de criança: AQUI
Zé pião: AQUI




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terça-feira, agosto 06, 2019

Bolas quantas bolas>O pião de João>Releituras de obras>Atividades>Música ora bolas>06/08/2019



Autora: Iris Borges
Ilustrador: Sami Ribeiro

 

A bola é algo fascinante. Ela rola, ela quica, ela corre, ela voa... Está no nosso imaginário, desde que nascemos. A professora Nair pediu aos seus alunos que trouxessem bolas para a escola. Vejam só o que acontece!

Temas abordados: brincadeiras com bolas, infância, afeto.
Proposta de atividades
Atividades
Dando bolas para as bolas
Conhecer os diferentes esportes da cultura que são praticados com a bola;
• Identificar quais as habilidades motoras de manipulação presentes nos diferentes esportes;
• Identificar as semelhanças e as diferenças entre os esportes com bola, classificando-os quanto a critérios como tipos de bolas, gestos realizados, principais regras e possíveis variações.

Bolas coloridas
 Eixo: Movimento/ Artes Visuais/Matemática
 Conteúdo: Dentro, fora/ Longe, perto/ Cores
 Objetivo: Realizar exercícios de amassar e arremessar, realizando uma composição tridimensional.
 Atividades:
•    Distribuição de papéis coloridos as crianças com cores diversas
 •    Confecção de bolinas com os papéis do tamanho de uma bola de tênis
 •    Formação de círculos com as crianças com cesto no centro 
 •    Arremesso das bolas no cesto 
 •    Confecção de uma composição tridimensional com as bolas 

Aulas
A bola parceira de toda criança
Passa a bola


Autora: Glaucia Lewicki

Ilustrador: Gabriel Voser

O pião do João e a pipa da Rita se amam. Mas como pode um pião, que vive no chão, unir-se a uma pipa, que vive no ar? “O pião do João” conta, de forma poética, duas pequenas histórias de amor. Porém a concretização de uma delas marca, necessariamente, o final da outra...

Proposta de atividades
Aulas: 
Brincar com pião
O pião entrou na roda
Menino com pião/Portinari
Aula:  AQUI e   AQUI
Releitura jogando bola/Ivan Cruz
Educação infantil nas telas de Portinari e Ivan Cruz: Brinquedo pião:  AQUI
Releituras de telas: AQUI
Aulas com "ora bolas"
Escrevendo palavras e se localizando
Ensinando geografia com a música ora bolas
Meu lugar no mundo
+ sobre esta música:  AQUI


LIVRO ZE PIAO



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segunda-feira, julho 09, 2012

Pião>Pipa>Brinquedos>Sugestões de aulas> 09/07/12


Como trabalhar com brinquedos

Brincar é a linguagem que as crianças usam para se manifestar, descobrir o mundo e interagir com o outro.
Quando ela é incentivada, a turma adquire novas habilidades e desenvolve a imaginação e a autonomia.
É possível brincar sem ter nada em mãos.
Como ocorre durante o pega-pega e a ciranda, por exemplo.
Mas os brinquedos têm papel fundamental no desenvolvimento infantil.
Para que eles cumpram bem essa função, não basta deixar o acervo da pré-escola ao alcance dos pequenos, imaginando que, por já brincarem sozinhos em casa, eles saberão o que fazer.
É essencial oferecer objetos industrializados e artesanais, organizar momentos em que o grupo construa seus próprios brinquedos e ampliar as experiências da meninada.
Tudo isso sempre equilibrando quantidade, qualidade e variedade, o que significa exemplares variados, seguros, resistentes e com um bom aspecto estético.


Acervo itinerante de brinquedos

Objetivos
- Integrar turmas de diferentes faixas etárias com brincadeiras simbólicas.
- Desenvolver competências relacionadas ao brincar.

Conteúdo
- Utilização do acervo de brinquedos.

Tempo estimado
Duas ou três vezes por semana, o ano todo.

Material necessário
Caixas de papelão, baús, caixas plásticas, peças de vestuário (como luvas, gravatas e roupas), bonecas de várias etnias, carrinhos de vários tamanhos, utensílios de cozinha, itens de escritório, hospital e cabeleireiros, blocos de construção, maletas e frasqueiras.
Outras indicações em
 digite na busca "acervo de brinquedos".

Flexibilização
Mesmo que a criança ainda não seja alfabetizada, identificar as caixas em braile é um passo importante para que ela tome contato com o sistema de escrita. Outra sugestão é encapar as caixas de brinquedos com tecidos de texturas bem diferentes. Ao organizar o acervo, acompanhe a criança para que ela saiba onde estão guardados os brinquedos e as fantasias. Esta é uma atividade que deve ser feita periodicamente, cada vez que o acervo for reorganizado. A criança sempre deve saber quando as caixas forem mudadas de lugar. Uma boa atividade é fazer com que as crianças cegas ensinem as demais a localizar os brinquedos do acervo através das sensações, sem o uso da visão. Improvise vendas com pedaços de tecido. Isso vai fazer com que todos se integrem, desde cedo.

Desenvolvimento
1ª etapa
Convide seus colegas para preparar um acervo itinerante de brinquedos.
O objetivo é que ele seja aproveitado por diferentes turmas e em locais variados.
Organizem os materiais em caixas e identifiquem o conteúdo.
Se forem de papelão, encapem-nas com tecidos coloridos.
Planejem o local em que o acervo ficará, lembrando que as crianças precisam ter fácil acesso às caixas.
Cuide para que os materiais de cabeleireiro e as fantasias, por exemplo, fiquem próximos de um espelho para facilitar seu uso.
Uma planilha deve acompanhar esses brinquedos e ser preenchida por todos os educadores.
Nela devem constar questões como dias, horários de utilização e observações sobre a manutenção dos itens para garantir a segurança da turma em relação a determinados objetos desgastados e quebrados.

2ª etapa
Apresente às crianças o que há disponível e como o material deve ser conservado e guardado depois do uso.
 Combine que é importante elas avisarem se algo quebrar para que seja consertado ou substituído. É importante mudar os materiais periodicamente para que os pequenos encontrem novos desafios. Tenha em mente que não basta deixá-los brincar, mas estar junto para fazer intervenções: se você percebe que a atividade poderia estar mais rica se tivesse algum novo material, entregue-o aos pequenos.
Para observar todos e suas atividades, organize com outros professores como será a divisão de tarefas de forma que haja supervisão.

3ª etapa
Reúna turmas de diferentes idades para brincar com o acervo, levando em conta o tempo, o espaço e a variedade das atividades.
 Em dias quentes, por exemplo, ofereça a oportunidade de as crianças utilizarem a torneira para misturar água e areia e fazer comidinhas, por exemplo.
 Atente para apenas fazer sugestões e não engessar as brincadeiras.
Preocupe-se também com a integração entre os pequenos.
Os maiores podem ajudar os menores a vestir fantasias, pensar em diferentes maneiras de brincar com os bonecos, formar um time de futebol etc.

Avaliação
Observe as crianças e faça registros individuais sobre elas durante as brincadeiras.
Veja como reagem às suas intervenções, de que maneira se apropriaram dos materiais, como obedecem aos combinados e de que forma interagem com turmas de diferentes idades.
Planeje como poderá enriquecer a atividade, seja oferecendo novos materiais, seja ensinando brincadeiras diferentes.


Alguns brinquedos
PIÃO
Características
Também chamado de pinhão, esse objeto cônico, geralmente de madeira e com ponta metálica, gira com velocidade ao ser lançado com a ajuda de um cordão enrolado ao seu redor.
Ele possibilita diferentes movimentos, como o giro sobre o próprio eixo num mesmo ponto e a jogada de vida ou morte, em que é lançado sobre outro com o objetivo de derrubá-lo.
Origem
Os primeiros piões remontam à Antiguidade, sendo que na Grécia eram chamados de strombos e, em Roma, de turbos.
Por que propor
Para a turma ampliar o repertório de brinquedos conhecidos.
Como enriquecer o brincar
■ Pesquise com as crianças outros exemplos de brinquedos tradicionais e o lugar de origem deles.
O erro mais comum
■ Propor que a turma faça jogadas elaboradas com o pião. Manipulá-lo requer prática e no início o importante é que a turma entre em contato com ele.

IOIÔ
Características
Formado por dois discos unidos no centro por um eixo em que é presa uma corda. Segurando a ponta amarrada a um dedo, deixa-se cair o brinquedo com um impulso a fim de fazê-lo subir e descer diversas vezes.
Origem
Foi inventado na China há aproximadamente 3 mil anos.
Por que propor
Para estimular as crianças a observar movimentos.
Como enriquecer o brincar
■ Peça aos pais que mostrem aos pequenos como se brinca com o ioiô.
O erro mais comum
■ Esperar que as crianças manipulem o objeto com destreza. Elas só aprendem a impulsioná-lo corretamente com o passar do tempo. No início, manter o brinquedo preso ao dedo e soltá-lo, fazendo a corda desenrolar, já é um ganho.

PETECA
Características
Formado por uma base arredondada, sobre a qual se encaixam penas, o objeto é lançado de uma pessoa a outra com golpes dados com a palma da mão.
Origem
Índios de várias etnias que viviam em diversas regiões do Brasil quando os portugueses chegaram aqui brincavam com uma trouxinha feita com pedras enroladas em folhas chamada pe’teka, que significa "bater".
Por que propor
Para a turma conhecer brinquedos que podem ser jogados, além da bola.
Como enriquecer o brincar
■ Convide crianças maiores para ensinar ao grupo a jogar peteca, mostrando em cena a diversidade de regras.
O erro mais comum
■ Não levar para a escola esse tipo de brinquedo. Acreditar que eles são antiquados não faz sentido. Afunção da escola é ampliar a cultura da garotada.
Consultoria Alyson Carvalho, diretor do Instituto Presbiteriano Gammon, e Ilka Bichara, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA).


Uma história para refletir....
Os Namorados
Hans Christian Andersen
O Pião e a Bola achavam-se numa gaveta, junto com outros brinquedos, e o Pião disse a Bola:
- Não vamos ser namorados, já que estamos juntos na mesma gaveta?
A Bola, porém, feita de marroquim, e tão vaidosa como uma senhorita elegante, nem resposta quis dar a semelhante pergunta.
No dia seguinte, veio o menino, dono dos brinquedos. Pintou o Pião de vermelho e amarelo, e pregou-lhe bem no centro um prego de latão. Era muito bonito quando o Pião girava.
- Olhe para mim - disse o Pião à Bola - que diz você agora? Não vamos então ser namorados? Servimos muito bem um para o outro: você pula e eu danço. Ninguém poderá ser mais feliz que nós dois.
- É o que o senhor pensa - disse a Bola - certamente não sabe que meu pai e minha mãe foram chinelos de marroquim, e que tenho dentro de mim uma cortiça.
E eu sou feito de mogno - disse o Pião - o próprio prefeito me torneou em seu torno, o que lhe deu um grande prazer.
- Se eu pudesse acreditar nisso! - disse a Bola.
- Quero nunca mais ver uma fieira em toda a minha vida se for mentira o que eu disse - respondeu o Pião.
O senhor advoga bem a própria causa - disse a Bola - mas não posso namorar. Estou quase comprometida com um sr. Andorinha. Cada vez que subo ao espaço, ele põe a cabeça fora do ninho e pergunta: "Quer? Quer?" Ora, eu intimamente já disse que sim, o que equivale a um meio compromisso. Mas lhe prometo que nunca o esquecerei!
- E isso vai adiantar muito! - disse o Pião.
E nada mais disseram.
No dia seguinte vieram buscar a Bola. O Pião viu como ela subia a grande altura, como um pássaro, desaparecendo de vista. Voltava todas as vezes, mas dava um grande salto cada vez que tocava o chão. Devia ser por causa das saudades, ou por causa da cortiça que ela tinha dentro dela. A nona vez a Bola subiu ao alto, e não mais voltou. O menino procurou muito, e nada: a Bola sumira.
- Bem sei onde ela está - suspirou o Pião - está no ninho do sr. Andorinha e com ele se casou.
Quanto mais o Pião pensava naquilo, tanto mais se apaixonava pela Bola. Por não poder tê-la, seu amor por ela aumentava. O fato de ter ela ficado com outro, tornava o caso mais apaixonante. O Pião dançava ao redor e zunia, mas sempre pensava na Bola, que em seus pensamentos se foi tornando cada vez mais bonita. Passaram-se assim muitos anos e o amor do Pião transformou-se num velho sonho.
O Pião não era mais moço. Um dia, porém, foi inteiramente pintado de dourado. Nunca fora antes tão bonito. Era agora um Pião de Ouro, e pulava, deixando um zunido pairando no ar. Aquilo sim, era formidável! Mas de repente ele saltou alto demais - e sumiu.
Procuraram por toda a parte, até na adega, mas nada de aparecer o Pião.
- Onde estaria ele?
Pulara para dentro da barrica de lixo, onde jaziam amontoados talos de couve, cisco e entulho caído da calha.
"Estou bem arrumado" - pensou o Pião - "aqui a douração não tardará a sair de mim. E que gentalha é essa em cujo meio vim parar!"
Olhou de esguelha para um longo talo de couve e para um estranho objeto redondo, que parecia uma maçã velha. Mas não era uma maçã. Era uma velha Bola que durante muitos anos estivera caída na calha, embebida de água.
- Graças a Deus, aí vem alguém com quem se pode falar - disse a Bola ao ver o Pião Dourado - eu, para falar a verdade, sou de marroquim, costurada pelas mãos de uma gentil senhorita, e tenho uma cortiça dentro de mim. Mas duvido que se veja isso agora. Eu estava prestes a casar-me com uma andorinha quando caí na calha, e ali estive por cinco anos, encharcada de água. É um longo tempo, pode crer, para uma jovem.
O Pião não respondeu. Pensava em sua antiga namorada, e quanto mais a ouvia, tanto mais certo estava de que era ela.
Nisto chegou a criada e quis virar a lata de lixo.
- Oh! Aqui está o Pião Dourado! - disse ela.
E o Pião retornou à sala, à antiga posição de respeito, mas da Bola nada mais se ouviu. O Pião nunca mais falou em seu antigo amor. O amor se extingue quando a amada passa cinco anos numa calha, embebendo-se de água. Nem a conhecem mais quando a encontram na lata de lixo.





 

Aulas prontas
Brincadeira: Pipa.
 
Pipas no ar
 
Conhecendo, construindo e brincando com a Pipa

Construindo e brincando com a peteca

Peteca : Os sentidos do Jogo popular e do Esporte

A peteca e suas histórias

Fui lá na horta e peteca [Tempo de brincar]




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domingo, julho 08, 2012

Jogos populares folclóricos> 08/07/12

Os jogos populares folclóricos
em nossas vidas
Autor: Fabíola Pedroza Vieira 
 O que o aluno poderá aprender com esta aula
Identificar alguns jogos e brincadeiras do cotidiano dos alunos e de suas famílias como integrantes do nossa cultura popular folclórica.

Duração das atividades
50 min.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O conceito de folclore, a pesquisa sobre jogos e brincadeiras solicitada na aula "Desvendando o folclore". Link abaixo:

Estratégias e recursos da aula
Espaço: nem restrito nem amplo.

Materiais: Várias figuras de atividades folclóricas (Comidas, festas, jogos e brincadeiras, lendas, brinquedos, danças)
Amarelinha
Brinquedos folclóricos
Cantigas de roda
Comida do folclore nordestino-mungunzá
Comida folclórica - quindim
Dança folclórica-frevo
Danças folclóricas-maracatu
Folguedos
Mula sem cabeça
Parlendas
Travalíngua
Amarelinha
Bolinha de gude
Pião

http://1.bp.blogspot.com/_Y5yN jmtQVpA/SKsi9g29X3I/AAAAAAAAHOw/9eF5dZX7f7k/s1600- h/05pipa.jpg
Pipa

http://3.bp.blogsp ot.com/_Y5yNjmtQVpA/SKsjRUvEXZI/AAAAAAAAHO4/74mFthfBgIs/s1600-h/07pula_corda.jpg
Pulando corda
Queimada

Atividade 1: Investigando a presença dos jogos populares folclóricos na família
Perguntar aos alunos sobre os jogos e brincadeiras que os pais brincavam quando crianças (corre-cotia, escravos de Jó, pique-esconde, passa-anel, morto-vivo, seu mestre mandou, amarelinha, pique pega, pedra, papel e tesoura, dentre outros, que foram respondido anteriormente pelos pais em casa. Questioná-los: Quais dessas atividades são pertencentes ao folclore? Porquê? Selecionar coletivamente aquelas atividades que fazem parte do folclore e que os alunos ainda jogam/brincam. (aprox. 10 min.)

Atividade 2: Vivenciando jogos e brincadeiras populares folclóricas
Vivenciar os jogos e brincadeiras selecionados na atividade anterior. (aprox. 20 min.)

Atividade 3: Conhecendo outros jogos e brincadeiras do nosso folclore
Sugerir outros jogos e brincadeiras folclóricas não citadas pelos alunos.
O professor deverá pesquisar brincadeiras folclóricas de outras regiões e realizá-las.

Sugestões:
QUEBRA-PANELA: (nordeste)
No Nordeste, essa brincadeira é comum em festas de aniversários.
Pendura-se em um local mais alto, com uma corda ou um fio, uma panela de barro cheia de bombons, “chicletes”, chocolates e outras guloseimas.
Coloca-se uma venda nos olhos de uma das crianças, faz-se com que ela gire algumas vezes e com um bastão ou pedaço de pau na mão, ela deve tentar quebrar a panela.
Se não conseguir, escolhe-se outra criança, até que uma delas consiga quebrá-la e todos correm para pegar as guloseimas no chão.
Atualmente, a brincadeira é realizada utilizando-se um balão de borracha que deverá ser furado. Há também a Piñata (palavra em espanhol que significa pote de doces), ainda não muito conhecida no Brasil.
Possui várias formas, representando diferentes temas infantis (bonecos, animais, objetos) confeccionada com uma espécie de papelão ou papel maché.
Dentro dela são colocadas as guloseimas.

PASSARÁS: (nordeste)
Sem que o grupo de crianças participantes da brincadeira saiba, duas crianças escolhem aleatoriamente dois nomes – podem ser de frutas, flores, animais, etc., cada uma guarda o nome escolhido.
Posicionam-se em pé, uma de frente para a outra e, de mãos dadas, formam um arco.
 O grupo de participantes forma uma fila que deverá ser encabeçada por uma criança maior ou mais esperta que representará a mãe de todas elas.
Esta criança puxará a fila e passará por baixo do arco, cantando: - Passarás, passarás, algum deles há de ficar. Se não for o da frente, deve ser o de detrás.
A última criança da fila fica “presa” entre os braços do “arco” e deve responder a pergunta: - Você prefere uva ou maçã? (por exemplo).
A opção escolhida levará a criança a ficar atrás daquela que guardara aquele nome.
A brincadeira mantém esta seqüência até o último participante ficar “preso” e escolher a fruta. Ganha a criança que tiver maior número de participantes na sua fila.

O COELHO SAI:(nordeste)
Um círculo formado por crianças de mãos dadas.
Coloca-se uma n o meio do círculo, que representa o coelho.
O “coelho” deve fazer algumas perguntas ou pedir alguma coisa ao grupo.
O grupo responde as perguntas ou atende simbolicamente ao desejo do “coelho”.
Por exemplo:
O coelho pergunta:
Que horas são?
 Todos respondem: São duas horas.
O coelho diz: Eu quero tomar banho .
Uma criança do círculo diz: Tome banho aqui, e simula um banho. Eu quero pentear meu pelo. Outra criança simula o pentear.
Depois de muitas perguntas e pedidos, o coelho diz: Eu quero sair. Eu quero fugir.
As crianças seguram bem as mãos e o coelho fica tentando.
 Quando consegue escapar, todas as crianças correm atrás do coelho e quem o alcançar vai se tornar o coelho da brincadeira
(aprox. 20 m in.)

Atividade 4 :o detetive
Sugerir aos alunos que pesquisem para casa com os adultos mais próximos quais as cantigas de roda que estes brincavam quando crianças.

Avaliação
Pedir aos alunos que separem as figuras que mostrem crianças brincando de jogos e brincadeiras folclóricas das outras atividades que exprimem o folclore.







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