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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, março 27, 2026

A casa do coelho> Coelhinho tem que ajudar>PNLD Literário>27/03/2026

 
Lúcia Reis
Um dia, o coelho resolveu sair pelo mundo procurando uma coisa. Procurou tão bem que achou duas e ainda conseguiu um emprego maneiro. No fim das contas, a vida é assim mesmo. 
Quem procura acha!
Ouvindo: AQUI, AQUI
Livro: AQUI

John Bond

Coelhinho é curioso, teimoso e se distrai com facilidade, mas está determinado a postar a carta de sua mãe para Vovó Coelha. 
Ele precisa arrumar suas coisas, pegar o ônibus ― que sempre atrasa, então talvez seja melhor ir a pé ― e, depois de uma longa caminhada, repor suas energias com pedaço de bolo. 
Quando suja a carta sem querer, Coelhinho vai limpá-la no rio, mas a correnteza a leva para longe! 
E agora, será que ele vai conseguir entregar a carta MUITO importante a tempo?
Uma aventura hilariante do caprichoso e animado Coelhinho, contada de forma engenhosa e lindamente ilustrada pelo autor e ilustrador John Bond.

Manual do professor: AQUI
Material digital: AQUI
Páscoa: AQUI
Coelho: AQUI
Cenoura: AQUI
Casa: AQUI
Moradia: AQUI




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sábado, janeiro 17, 2026

João e Maria>Recontando clássicos> Tijolo por tijolo>Direito humano a moradia> 17/01/2026

 
Telma Guimarães/Victor Tavares
Os irmãos João e Maria são abandonados pelo pai e pela madrasta em uma floresta cheia de perigos. Lá encontram uma linda e convidativa casa, coberta de gostosuras! Quem resistiria? A apetitosa casa, porém, é uma armadilha da horrível bruxa que adora devorar crianças... Como esses dois pequenos heróis irão sobreviver à fome da bruxa?
Suplemento do professor: AQUI
Contando: AQUI
Atividade: Interpretando e reciclando: João e Maria são irmãos e diante de uma dificuldade familiar foram abandonados em uma floresta. João era muito cuidadoso com sua irmã, mas mesmo assim acabaram caindo em uma armadilha...
Veja o clássico dos irmãos Grimm recontado por Telma Guimarães    AQUI
História na lata: AQUI
Mais João e Maria no Linguagem: AQUI

Direito humano a moradia
Amor ao próximo
Campanha da Fraternidade 2026
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo."

Telma Guimarães

Os irmãos João e Sofia ficam sensibilizados ao conhecer Aparecida, uma mulher que se viu sem casa com sua bebê depois de perder o emprego que lhes garantia um quartinho. 
Com o apoio da escola, dos amigos e dos familiares, eles buscam meios de ajudar essa pequena família a construir um lar. 
No processo, descobrem que moradia é muito mais que um teto: é um direito humano. 

Degustação: AQUI

O livro das casas: AQUI

Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Reciclagem: AQUI
Telma Guimarães: AQUI


A cigarra e a formiga/Rap: AQUI





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segunda-feira, janeiro 05, 2026

O livro das casas>Campanha da Fraternidade 2026>Moradia>Pertencimento>Solidariedade>05/01/2026


Ricardo Azevedo
Você sabe qual é a casa da pulga? E a casa da imaginação? E a da bagunça? Afinal onde ela mora? Neste livro, Ricardo Azevedo nos propõe inventar imagens que dialoguem com textos escritos a partir da definição de uma casa. As belas imagens criadas pelo autor não pretendem ser uma leitura única, pois é possível criar muitas outras imagens igualmente válidas e interessantes a partir dos textos do livro. Para o leitor, participar desse diálogo e até imaginar outras possibilidades pode ser uma experiência rica, lúdica e divertida.

Como o título se alinha aos propósitos da Campanha da Fraternidade 2026?
Essa é uma obra que, assim como o Tema e Lema da CF 2026, nos convida a usar a imaginação sem moderação, pois somos parte de um todo muito organizado, que nos pede cuidado e responsabilidade ética. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom da paz, o dom de ser feliz. 
É assim que “Fraternidade e Moradia” nos guiam em 2026 rumo a construirmos nossas casas alicerçadas nos valores da temperança e da harmonia, do singelo amor a Deus e do singelo amor ao próximo.

Ouvindo: AQUI, AQUI

O livro das casas/Liana Leão/Guilherme Zimoner

O Livro das Casas, com texto de Liana Leão e desenhos de Guilherme Zamoner, é um livro-inventário sobre os modos de habitar o mundo, sobre a diversidade de modos de estar sobre a Terra. Trabalha poética e filosoficamente o conceito de casa; ao falar de casas, reflete sobre o lugar da criança e de outros seres que habitam o mundo. 
O livro parte conceitualmente de uma experiência básica para qualquer criança, mesmo a mais pequenina: a vivência da casa. 
A partir daí, brinca, com humor, com outras casas possíveis: casas-ninho, casas-iglu, casas-buraco-do-tatu, casas-ovo.
Ainda em outro momento, Zamoner novamente acerta na mosca quando, para ilustrar a pergunta 
“E casa para os sem-casa, existe?”, abandona sua habitual página cheia e rica em detalhes e opta por uma página quase em branco: calçada vazia, sentam-se o mendigo, dois ratinhos e o sapinho, de costas para o leitor, e espiam o infinito, esperando talvez um amanhã melhor, quando, talvez, cada brasileiro possa ter um teto sobre a cabeça. Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI

Solidariedade
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo. A solidariedade é essencial para criar uma sociedade em que as pessoas se importam umas com as outras e trabalham juntas para superar desafios. Isso faz com que a comunidade se torne mais forte e justa."
"Na escola, a solidariedade desempenha um papel fundamental na formação integral dos alunos, não apenas nos aspectos acadêmicos, mas principalmente na esfera humana e social. É no ambiente escolar que as crianças e adolescentes experimentam suas primeiras interações sociais significativas fora do núcleo familiar. Essas interações são cruciais, pois é por meio delas que os estudantes aprendem a conviver com a diversidade, a respeitar as diferenças e a trabalhar em conjunto para o bem comum. Assim, a solidariedade torna-se um pilar essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais, de empatia e de um senso de comunidade entre os alunos."
Antes de enxergar o outro, a criança precisa reconhecer o “eu” — outro pilar fundamental estabelecido pela BNCC. Por isso, é muito importante incentivar o autoconhecimento e o autocuidado como partes integrantes da formação dos alunos. Continua: AQUI

Para a Campanha da Fraternidade 2026, focada em "Fraternidade e Moradia" com o lema "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14), a literatura infantil deve explorar temas como direito à moradia digna, justiça social, diversidade e acolhimento, usando livros que abordem esses valores de forma acessível e lúdica, como obras que falam de casa, comunidade, convivência pacífica e superação, como "Casinha de Bichos" ou histórias que despertam empatia e solidariedade

Fraternidade: Literatura afetiva/Solidariedade/Pertencimento
Conecte com o Texto-Base: Utilize as orientações da CNBB para o público infantil, que oferecem roteiros e linguagem adequados ao tema da moradia.
Texto base para crianças: AQUI
Foco no Lúdico e na Empatia: Livros que usam a imaginação e convidam à identificação com o outro são ótimos para sensibilizar as crianças sobre a importância de um lar.
Promova a Diversidade: Histórias que mostram diferentes formas de moradia e culturas ajudam a construir uma visão de fraternidade universal.
Ações Práticas: Conecte a leitura com ações concretas, como a criação de "casinhas" imaginárias ou reais (brinquedos), e a reflexão sobre o que é ter um lar. Fonte Google

Casinhas de bicho: Lar e pertencimento:  AQUI

A caixa: Claude Ponti: Apresenta o potencial lúdico de um objeto simples (uma caixa) para criar uma casa, estimulando a imaginação e a ideia de transformar um espaço em um lar, mesmo com poucos recursos. AQUI

Meu coração perguntou: AQUI
O gigante mais elegante da cidade: AQUI
Uma casa para dez: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Ricardo Azevedo: AQUI



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domingo, janeiro 04, 2026

Uma casa para dez>Narrativa acumulativa>Literatura lúdica/Fraternidade/Moradia para todos> 04/01/2026

 

Caio Riter/Graça Lima

Esta história é sobre uma casa que não era nada engraçada, pelo contrário, ela era bem triste. 
Estava sempre vazia e solitária. Um dia, cansada de ser oca, a casa anuncia: 
“Venha habitar este chão!”. 
O convite é rapidamente atendido e bichos das mais variadas espécies vão chegando um a um. 
O galo é o primeiro, seguido da girafa, depois da cobra... E a casa vai se enchendo de uma turma muito animada. Mas depois de muita festa, chega a hora de se retirar. 
Neste livro o leitor é convidado a contar os animais que vão chegando e que depois, cansados de tanta folia, vão saindo, em uma divertida brincadeira de adição e subtração.


Palavras-chave:

Contagem, adição, subtração, animais, animais da fazenda, bichos, brincadeira educativa, casa animada, história infantil, matemática para crianças, aprendizado lúdico, educação infantil, diversão, turma animada, ensino.


Ouvindo: 
Uma casa triste que se transforma em um lar cheio de vida.
Embarque nessa aventura cheia de amizade e diversão! AQUI

Suplemento literário: AQUI

Fraternidade e moradia
A Campanha da Fraternidade 2026 convida todos a refletirem sobre a importância do amor ao próximo, da empatia e da solidariedade, valores que também permeiam diversas obras da Editora do Brasil. AQUI

Caio Riter: AQUI
Casa: AQUI
Moradia: AQUI
Narrativa acumulativa: AQUI, AQUI
Campanha da fraternidade 2026: AQUI
O que é que tem no seu caminho? AQUI




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domingo, setembro 07, 2025

Olhe com atenção>Percepção visual>Cada casa casa com cada um>PNLD Literário>Sinto o que sinto com cinco sentidos> 07/09/2025>

 

Ellen Pestili

Um livro cheio de poesia contado em primeira pessoa que aborda diversos temas, como elementos da natureza, animais em ambientes aquáticos, aéreos e terrestres e plantas. Cheio de sonoridade, a obra ajuda na alfabetização das crianças.
O olhar pode ver paisagens inteiras ou focar em infinitos detalhes. 
Ele pode olhar um pássaro voando no céu, ou uma capivara andando no mato, ou ainda um peixe nadando no rio. 
Uma narrativa para pequenos leitores em alfabetização que ainda estão aprendendo sobre os sentidos e sobre as formas de perceber o mundo ao nosso redor. 
Sobre: AQUI
Material digital do professor: AQUI, 
Propostas de atividades: AQUI

Ellen Pestili

O rato mora na toca, a abelha, na colmeia, e o cachorro, na casinha. E sapo, onde mora? Como é a casa do sapo? Com um texto simples e lindas ilustrações, Ellen Pestili mostra que cada um tem sua moradia. Pode ser grande, pequena, de madeira, perto da árvore ou na lagoa. O que importa é que todos se sintam bem onde vivem.
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Suplemento literário: AQUI
A casa de cada um: Poema: AQUI

A autora Ellen Pestili, ao invés de ler um livro, propôs uma oficina baseada em um de seus livros - "Cada casa casa com cada um". Chama a criançada e bora construir cada um a sua casa? AQUI

Ellen Pestili

Música suave e ruídos de máquinas, superfícies ásperas e macias, gosto de chocolate e de limão... Nossos sentidos nos proporcionam as mais diferentes sensações: algumas boas, outras nem tanto. 
De forma lúdica, o livro desperta a atenção do leitor para os cinco sentidos. 
Assim ele pode, aos poucos, descobrir as sensações de que gosta.
Ouvindo: AQUI
Suplemento do professor: AQUI
Atividades e brincadeiras sensoriais: AQUI, AQUI, AQUI
As atividades sensoriais na educação infantil têm como principal objetivo ajudar no desenvolvimento global da criança. Elas promovem o amadurecimento neurológico e fortalecem as habilidades necessárias para aprender, se comunicar e interagir. Além disso, elas contribuem para a organização dos estímulos sensoriais, ajudando a criança a se sentir mais segura e confiante para explorar o mundo ao seu redor. Continua: AQUI
Letramento visual: AQUI
O gato e a árvore: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Casas: AQUI
Horta, pomar e jardim brincadeira não tem fim: AQUI
Ellen Pestili: AQUI
A casa dos bichos: AQUI
Audição: AQUI
Paladar: AQUI
Cinco sentidos: AQUI
Dentes: AQUI
Olfato: AQUI
Nariz: AQUI
Visão: AQUI
Língua: AQUI
Cheirar/ouvir/tocar/comer/ver: AQUI
O olfato do rato AQUI
O nariz da zebrinha AQUI
O tato do gato: AQUI
A visão do pavão: AQUI



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segunda-feira, setembro 01, 2025

O tatu Taruto Tarantino>A casa do tatu>Muitas possibilidades literárias>01/09/2025


Donaldo Buchweitz/Bill Borges

O tatu Taruto Tarantino é diferente dos outros. Ele gosta de contar histórias para a família à noite e de sair durante o dia para passear na floresta. Mas, de um momento para o outro, eles precisaram sair da toca em que viviam. Este livro, escrito por Donaldo Buchweitz e ilustrado por Bill Borges, é um convite para tornar a hora da leitura uma grande aventura.

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI, Libras: AQUI
O tatu tá aí? AQUI, AQUI
Atividade literária: Ciranda na escola: AQUI
Sobre: AQUI
Atividades: AQUI
Neste vídeo, Kátia Pecand nos apresenta sugestões para celebrar o Dia da Família.
Uma dica de livro para ler em família nesta data é “O Tatu Taruto Tarantino”, que conta a história de um tatu que gostava de contar histórias para a família à noite e de sair durante o dia para passear na floresta.
Essa história é um convite para tornar a hora da leitura em família uma grande aventura.
Como lembrança para esta data, Kátia Pecand nos ensina a confeccionar um quadro/cartão especial para presentear a família da criança. AQUI

Stela Barbieri/Fernando Vilela

Era uma vez um tatu que na noite do seu aniversário não achou mais a sua casa. Mas seu amigo sabiá resolveu ajudá-lo a encontrá-la. Conheça um pouco mais sobre a casa de diferentes animais, enquanto acompanha o tatu.

No dia 14 de março, comemora-se o Dia Nacional dos Animais. E como sugestão para que os educadores possam desenvolver um trabalho contextualizado com esta temática, a educadora Kátia Pecand, apresenta o livro A casa do Tatu, de Fernando Vilella e Stela Barbieri.
A Casa do Tatu, conta com uma narrativa cativante e cheia de curiosidades sobre a casa dos animais. Uma história encantadora que diverte e ensina ao mesmo tempo, nos dando infinitas possibilidades de atividades em sala de aula. AQUI
A história: AQUI
A casa dos animais: AQUI
Os animais do mundinho: AQUI
A onde moram os bichos: AQUI
Tatu: AQUI
Donaldo Buchweitz: AQUI
Fernando Vilela: AQUI
Tatu bobo: AQUI
A casinha do tatu: AQUI
Casa: AQUI
Metamorfose: AQUI
Aniversário: AQUI



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quinta-feira, maio 01, 2025

A casa que assoviava>PNLD literário>Era uma casa muito inventada>Imaginação e diversão> 01/05/2025


Marta Lagarta/Angelo Abu

Inspirado no conto popular russo Tepemok (pronuncia-se teremóc), nome de um tipo de cabana pequena, de dois andares, construída fora das áreas urbanas, a casa que assoviava traz uma história divertida e cheia de surpresas, que ao mesmo tempo faz refletir: mostra que quando o coração é grande – e o da casa é enorme -, sempre cabe mais um, não importa quem seja nem que aparência tenha. 
Quem chega é sempre recebido com alegria. Acolhimento, aceitação do outro, bom humor e inventividade são as palavras que melhor definem texto e ilustrações deste livro que encanta e comove.
Ouvindo: AQUI Varal de histórias: AQUI
Material do professor: Download: AQUI

Marta Lagarta/Leo Cunha
Ideias surpreendentes, às vezes amalucadas; um jeito especial de olhar para a casa e os objetos que moram nela e que, neste livro, ganham vida e voz. 
Parceria de dois dos nossos autores mais inventivos, ambos poetas, dando vida a uma casa muito especial ampliada e ilustrada com muita cor, muito brilho e muitas formas originais e inesperadas , este livro reúne Leo Cunha, Marta Lagarta e Weberson Santiago numa grande e séria brincadeira em versos que falam pelas linhas e pelas entrelinhas, humanizam espaços e objetos, sugerem, cutucam e convidam o leitor a uma viagem mágica e, provavelmente, inesquecível.
Pura alegria e festa e diversão, um livro que enriquece e ilumina qualquer cantinho da mente.
Nesta casa inventada
Você também pode entrar.
Vai descobrir maravilhas,
Coisas para observar,
E muito para pensar.
Um pouco de esquisitice,
Um tantão de maluquices,
Muita cor e muito brilho...
E a casa, braços abertos, chamando:
– Vem cá! Vem cá!
Você vem?


Casa: AQUI
Moradia: AQUI
Leo Cunha: AQUI
Gênero poesia: AQUI
PNLD literário: AQUI





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quinta-feira, abril 03, 2025

Um livro pra gente morar>Estímulos poéticos>Casas>03/04/2025

 
Silvia Oberg/Daniel Cabral


"Um livro pra gente morar" é uma antologia de poemas para crianças, com a presença de importantes poetas brasileiros.
A ideia da casa percorre essa seleção primorosa. 
Formas geométricas compõem as ilustrações de Daniel Cabral, contextualizando o conceito de que palavras também são casas onde moramos.

Casa é proteção, aconchego e segurança, tudo isso que nos ajuda a crescer e a sair para o mundo. 
A morada construída por Silvia Oberg e Daniel Cabral com os poemas de José Paulo Paes, Elias José, Sérgio Capparelli, Roseana Murray, Ricardo Azevedo, Ferreira Gullar, Eloí Elisabet Bocheco, Alexandre Azevedo, Fernando Paixão, Paulo Leminski, Henriqueta Lisboa e Sylvia Orthof oferece aos leitores um outro olhar sobre as miudezas do cotidiano, reinventando-as em poesia. 
Nessa construção, somos habitados pelos versos, ao mesmo tempo que os habitamos, com seus ritmos e melodias, delicadezas e divertidas brincadeiras. AQUI

Proposta de leitura: AQUI
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI

Roseana Murray

Casa maluca, casa do céu, casa de avó, casa mal-assombrada, casa de vizinho, casa de índio, caverna, casa de amigo são algumas das casas descritas neste livro, em poemas que mostram, com delicadeza, humor e lirismo, um jeito todo especial de ver as casas deste e de outros mundos.

Ouvindo: AQUI
Sem casa: AQUI
Casa de avó: AQUI, AQUI
A casa de todos os ninhos: AQUI


O que cabe num livro: AQUI
É um livro: AQUI
Falando de livros/Roseana Murray: AQUI
Roseana Murray: AQUI
Ricardo Azevedo: AQUI
Sylvia Orthof: AQUI
Elias José: AQUI
José Paulo Paes: AQUI
Sérgio Capparelli: AQUI
Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Maratona/Poesia: AQUI
Poesia/Produção: AQUI



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domingo, janeiro 12, 2025

Em frente à minha casa>Minha casa, sua casa>Literacia familiar> 12/01/2025

 
Marianne Dubuc/Monica Stahel

Figura puxa palavra, palavra puxa figura, uma ciranda do jeito que as crianças pequenas gostam.
Uma obra cheia de conexões divertidas,  transportando o leitor para montanhas e cavernas misteriosas, o espaço sideral, o oceano, os contos de fadas e mais além. 
É uma jornada tão ilimitada e surpreendente quanto a imaginação das crianças. 
Os pequenos certamente vão adorar esta história e com certeza irão começar a inventar a sua própria.

+ Sobre / Interação literária/Apoio pedagógico: AQUI, Mediação: AQUI
Ouvindo: AQUI

Partimos de uma casa, na frente da qual há uma roseira, onde pousa um passarinho, que está debaixo de uma janela, que se abre para um quarto, onde há uma cama. E debaixo dessa cama...

Com um texto que ganha o leitor pela simplicidade e o estilo de ilustração em lápis de cor típico da adorada Marianne Dubuc, Em frente à minha casa é uma obra para ser lida e relida em família, para proporcionar muitos momentos gostosos. E tem tudo para ser o próximo livro de cabeceira dos pequenos.

O livro conduz seu leitor por um jogo de adivinhação que surpreende, que constrói uma sequência apenas para quebrá-la em seguida e, assim, sustenta ora o humor, ora o assombro, mas sempre a curiosidade ao longo de suas páginas.

O fluxo dessa obra acontece na proximidade entre um elemento e outro, associando imagens que moram em nossos repertórios concreto e simbólico, às vezes de forma previsível, às vezes de forma inusitada, convidando o leitor a imaginar o que há dentro da barriga do lobo mau, o que está no fundo da caverna ou lá em cima no céu. Fonte




Neste livro ilustrado da autora premiada Marianne Dubuc, o leitor é convidado a espiar por dentro das casas de cada família animal em todas as páginas. 

Apesar de existir uma história principal, contada através do texto, há muitas histórias acontecendo em narrativas visuais. 

As crianças vão se divertir lendo e relendo esse livro, que é recheado de detalhes para descobrir!


Na Rua dos Biscoitos, número 3, estão organizando uma festa: hoje é o aniversário do Coelhinho. Todos os vizinhos estão convidados. 

Na casa da família Ouriço, na casa da família Raposo, em cada andar e em cada apartamento, todos estão se preparando para aproveitar um dia fora do comum. Até o Senhor Urso, que está resfriado e não poderá ir, ficou animado! 

Mas esse não é o único evento da Rua dos Biscoitos, número 3 hoje... há tanto acontecendo dentro e fora desse prédio, que é até difícil acompanhar!


O lugar onde moramos diz muito sobre quem somos e as relações que construímos.

 E são essas particularidades que tornam cada casa única. 

Em Minha casa, sua casa Marianne Dubuc nos conta a história de um aniversário especial, 

que acontece na Rua dos Biscoitos, número 3, transformando a rotina de muitas residências.

Enquanto o aniversariante se prepara para a festa, acompanhamos a movimentação dos

 convidados, cada qual em sua casa, vivendo narrativas paralelas.

 O texto curto, escrito em letras maiúsculas, facilita a leitura autônoma das crianças pequenas. 

Por outro lado, as ilustrações repletas de detalhes, oferecem a oportunidade de ler o

 livro muitas vezes, acompanhando – a cada leitura – uma família diferente.

 Impossível terminar as páginas sem querer voltar ao começo e descobrir novas narrativas! 

Fonte


Ouvindo: AQUI


+ Casas: AQUI

Moradia: AQUI

Pomelo e os opostos: AQUI
Grande ou pequena: AQUI
Bem lá no alto: AQUI
+ opostos: AQUI
Antônimos: AQUI
Medidas e grandezas: AQUI
Marianne Dubuc: AQUI
Palavra cantada: Ora bolas: AQUI, AQUI




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