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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
16 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, agosto 20, 2025

A ajuda do negrinho do pastoreio>A lenda dos objetos perdidos> Cultura popular>Protagonismo negro> 20/08/2025

 
Regina Drummond/Taciana Ottowitz

O folclore brasileiro é muito rico, pois vem da mistura de vários povos, em especial os indígenas, africanos e europeus. Nesta obra, a autora Regina Drummond criou uma história pouco convencional para o Negrinho do Pastoreio, um dos seres fantásticos da cultura brasileira.
Pedrinho não sabia onde tinha colocado o caderno de Matemática. O pior é que ele tinha lição para fazer! De repente, ele se lembrou que lera num livro que, quando alguém perde alguma coisa, é só chamar o Negrinho do Pastoreio que ele ajuda a encontrar o objeto. O garoto não teve dúvidas: chamou o Negrinho em seu socorro. Será que o Negrinho vai aparecer? Quem terá escondido o caderno: o irmão mais novo ou alguma outra pessoa?
Com um desfecho surpreendente, ao final da história o leitor ainda vai conhecer algumas curiosidades sobre o Negrinho do Pastoreio. A diversão está garantida!

Ouvindo várias versões

Veja essa historinha desta lenda do folclore brasileiro, o Negrinho do Pastoreio, que vive lá nos pampas gaúchos e está sempre pronto para procurar aquilo que alguém tenha perdido.
Um novo dia chegou em uma grande fazenda nos pampas gaúchos O fazendeiro já se levantou e distribui as tarefas para os seus funcionários Há aqueles que alimentam as vacas. E os que cuidam da plantação... Lá vive também um menino que adora animais. É o Negrinho do Pastoreio! Logo pela manhã, ele vai até a cocheira para ver o seu cavalo baio. Ele então coloca a rédea, e leva seu cavalo preferido. Hoje é dia de passear pela floresta! O Negrinho do Pastoreio e seu cavalo, se despedem dos peões da fazenda... Dos outros animais.... E também do fazendeiro, que está escovando os dentes. Chegou a hora do passeio começar! O Negrinho cavalga em seu cavalo na beira do rio. E pela floresta adentro. Eles encaram qualquer desafio! Os animais o acompanham durante todo o passeio E se despedem dele, que parte rumo a cachoeira Ele gosta de se refrescar no rio. E também de beber um copo d´água, ao lado de seu cavalo. Eles então vão encontro dos amigos da Turma do Folclore, e combinam um picnic para o fim de tarde. Mas antes, o Negrinho do Pastoreio tem algumas missões para realizar! Ele é chamado sempre que alguém perde alguma coisa. Como o casal de passarinhos, que perdeu seu filhotinho. Ou a ovelha, que perdeu sua ovelhinha. E como o macaco, que perdeu sua banana. Os animais então pedem a ajuda do Negrinho do Pastoreio, que sai procurando pela floresta. E acompanhado de seu cavalo, devolve os filhotinhos e a banana perdida. Ele então volta rapidamente a fazenda para trazer de volta o chapéu que o fazendeiro perdeu. Este menino é um verdadeiro herói! Quando o fim de tarde chega, o Negrinho alimenta seu cavalo. E juntos, vão se encontrar com os amigos da Turma do Folclore, debaixo da grande mangueira. Lá, eles ensaiam dancinhas.... E preparam um grande picnic, para encerrar um delicioso dia! Quando a noite cai, o Negrinho está de volta a fazenda, e recebe a Matinta Perera com uma xícara de café, sua bebida favorita. Ele se despede dela, e leva o cavalo baio para a sua cocheira para alimentá-lo, antes de dormirem juntos. Que grande amigo! Ao fim da noite, um novo dia nasce na floresta, e na casa da Matinta Perera, o Negrinho do Pastoreio chega com seu cavalo para tomar um delicioso café da manhã reforçado preparado pela bruxinha.
Pois o dia será cheio de grandes missões para este herói da floresta! AQUI

Ele encontra rapidinho: AQUI
História original: AQUIAQUIAQUI
História rimada: AQUI
Literatura de cordel: AQUIAQUI
Cantando: AQUI /  Onde o baio está? AQUI
O negrinho do pastoreio no Linguagem: AQUI




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segunda-feira, agosto 04, 2025

Upa, upa cavalinho>Estímulo poéticos>Figuras sonoras>Rimas> 04/08/2025

Pilar Munõz Lascano/Matias Acosta

Você consegue ouvir o som dos cascos de um cavalo em movimento? 
Upa, upa, cavalinho convida os pequenos leitores a embarcar nesta jornada lúdica, acompanhando um delicado cavalinho que galopa por diferentes cenários – do campo ao mar, do espaço ao sol –, encontrando diversos animais pelo caminho. Inspirado em uma cantiga popular brasileira, o título já faz parte da memória afetiva de muitas famílias, trazendo lembranças não só para as crianças, mas também para pais e familiares. Para onde esse cavalinho levará o leitor a seguir?
Construída a partir de um texto ritmado e sonoro, a história ganha ainda mais vida com ilustrações encantadoras que capturam a alegria e a leveza do passeio do cavalinho. 
O desfecho aberto convida à imaginação e incentiva os pequenos a revisitar as páginas, destacando o brincar como a essência da infância. 
Pensado especialmente para bebês e crianças pequenas, o ritmo envolvente da narrativa permite que a leitura seja acompanhada por gestos, balanços e brincadeiras, aproximando adultos e crianças em um momento de afeto e descoberta.
Roteiro de leitura: AQUI
Aula: Meu cavalo pampa: AQUI
Cultura regional: Dança do cavalo piancó: AQUIAQUI
Cantando: A trote, a galope, a passo: AQUI, curto e longo: AQUIAQUI
Um cavalo guloso que comia capim: AQUI
Canções sobre cavalo: AQUI
Conhecendo o cavalo: AQUI
Poesia upa cavalinho: AQUI
Cantando upa cavalinho: AQUIAQUIAQUI
Projeto upa upa cavalinho: AQUIAQUI
Pocotó: Ruídos e sons: AQUI
Pocotó: AQUI
Figuras sonoras: AQUI
Cavalos no Linguagem: AQUI
Gênero poesia: AQUI



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sábado, dezembro 14, 2019

Cantigas de roda/populares>Cavalo guloso>Maquetes>Artes>Dobraduras>Cantigas fatiadas>14/12/2019



Artes visuais/dobradura
Caixa de pizza

Vamos brincar,ler e escrever cantigas de roda/aula
Resgatando cantigas/aula


AQUI



AQUI


AQUI
O cravo brigou com a rosa
AQUI




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sexta-feira, agosto 02, 2019

O cavalinho azul>Textos/Teatro>Cavalo guloso>Música>Atividades literárias/teatro>02/08/2019


Resultado de imagem para cavalinho azul texto
Maria Clara Machado
Um livro bem ilustrado, gostoso de ler.

Como a história é longa, o conselho é que o livro seja para maiores de oito anos.


O livro conta a história de Vicente, um menino que tinha um pangaré marrom, bem feio e magro.
Vicente adorava dar capim a seu cavalo e também levava ele para beber água num córrego que passava atras da casa.
"Bebe água, meu cavalinho azul.
E fazia planos - atravessar uma campina verde, ia para o circo da cidade, onde ele ia andar em cima do cavalinho, e também fazer coisas difíceis."
Só que um dia o pai de Vicente vendeu seu cavalo/pangaré, e para que o menino não ficasse tão
triste, trouxe para ele uma bola. Então Vicente queria esperar para mostrar sua bola para o Cavalinho Azul.
Todos acharam que Vicente era meio louquinho com a ideia de esperar o cavalinho azul, mas todos
sabiam que ele não voltaria, porque ele já tinha outro dono.
Um dia um menino achou que o cavalinho tinha se perdido, e então saiu atras dele.
Vicente foi correr o mundo atras do seu cavalinho. E durante sua busca o menino encontra  uma menina, três homens músicos-bandidos, encontrou uma velha-que-via e um caubói.
É uma história cheia de aventura, e muito gostosa de ler.   Fonte


Leitura :O cavalinho azul

Página 55
Peça teatral


Do teatro ao cinema
 Cavalo guloso/Aula
O cavalinho azul na rádio animada
AQUI

Sugestões para teatros utilizando esta obra acima e outras em prosa
Textos teatrais/página 55
AQUI



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sexta-feira, janeiro 12, 2018

Pocotó>Estímulos literários>Fábula:O cavalo e o burro>12/01/2018


Silvana Rando

Um cavalinho muito corajoso que vira o Pocotó de uma linda princesinha.

Um livro bem ilustrado, com textos escritos em caixa alta (letras maiúsculas) e fácil de ler.
Ideal para os pequenos que estão aprendendo a ler.
O livro conta a história de Trovão, um cavalo muito forte que vivia em uma fazenda,
perto do castelo do Rei Bigodudo.
Trovão era responsável pelas entregas no castelo, mas seu grande sonho era fazer parte
da Guarda Real do Castelo.
Todos os anos, os rei escolhia 10 cavalos para serem treinados, mas Trovão - apesar de ser forte -
nunca era escolhido.
Entretanto, nesse ano havia alguma coisa estranha na escolha dos cavalos... apesar da fila enorme
o rei ainda não tinha escolhido nenhum dos cavalos.
Para sua surpresa Trovão foi o único cavalo a ser escolhido naquele dia, mas não foi escolhido para
fazer parte da Guarda Real, mas sim para brincar com a princesa Pipoca.
A princesa logo começou a chamar Trovão de Pocotó.
Ela estava toda amorosa e muito animada,  levou ele para uma baia muito aconchegante.
E a princesa realmente cuidou muito bem dele.. e só então que ele percebeu que não havia sido escolhido
para fazer parte da Guarda Real, mas sim agora ele era o Pocotó da Princesa Pipoca.
E assim foram se passando os dias. Todas as manhãs a princesa já corria para brincar com
Pocotó assim que acordava, e no fim do dia, o forte Trovão, estava acabado!
Mas em uma noite, quando Pocotó estava se preparando para dormir, escutou uma grande confusão.
Muito barulho, muita gente correndo e muita gritaria.
De repente ele escutou um "SOCORRO POCOTÓ!"
Era a princesa Pipoca! Então trovão ficou desesperado!
Sem pensar duas vezes, Trovão derrubou a porta da sua baia, salvou a princesa, o rei a rainha.. salvou tudo o que podia!
O Rei Bigodudo ficou tão agradecido que fez uma cerimônia em homenagem ao Trovão.
E agora Trovão tem mais uma função naquele reino: ensinar a todos os cavalos, como proteger a família real. Fonte
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Atividades: AQUI
Cantando: AQUI

Fábula: O cavalo e o burro

O cavalo e o burro ajudavam seu dono a entregar as roupas nos vilarejos da região em que moravam. Certo dia, o burrinho não estava se sentindo bem, e o cavalo prometeu ajudá-lo. Entretanto, o animal não cumpriu sua palavra e quis deixar o pobre burro com todo o peso. 
Ainda bem que o dono percebeu a situação, e o cavalo acabou aprendendo uma lição: é muito importante ajudar os outros e cumprir aquilo que prometemos

O cavalo e o burro
Monteiro Lobato
Aula


Pense e responda  Um cavalo e um burro caminhavam juntos,  carregando cada um pesados sacos. Como o cavalo reclamava muito de sua  pesada...





Este livro foi escrito com a pretensão de trabalhar respeito, harmonia e preconceito entre os pequenos. 

Na atualidade vivemos uma inversão de valores, pois se tornou interessante e mais atraente, socialmente, aquele que consegue ser esperto.

 Mesmo que para isso seja preciso denegrir a imagem do outro. É necessário resgatar essas questões para se construir uma sociedade mais saudável.

 E é nos pequeninos homens de amanhã que se deve plantar essa semente.
O Bullying, assunto amplamente discutido hoje em nossa sociedade, poderá ser trabalhado a partir deste livro. Claro que de forma adequada aos alunos dessa faixa etária.
Assim, essa singela narrativa, onde a família de cavalos precisará conviver, por um tempo, com a família de burros, apesar da intransigência e altivez da Dona Égua,que leva em conta “o que os outros dizem” e não “o que realmente é”, poderá ser utilizada por professores em sala de aula.


" No Zoo, na cidade de Zoritiba, o alvoroço toma conta da família dos cavalos ao saber que o Senhor Burro e sua irmã a Besta viriam morar perto durante a reforma do Zoo. Todo o preconceito que existia entre eles, vem à tona e a confusão está estabelecida.
Eles viverão situações emocionantes e engraçadas em busca da paz e da harmonia necessária para um convívio saudável.

Este é um livro infantil que encanta a criançada, pois apresenta uma deliciosa aventura num zoológico em reforma. O que mais encanta os pequenos é saber que o "burro" não merece ser conhecido como um animal que não tem capacidades e por isso criou-se o péssimo hábito de agredir verbalmente aquele com alguma dificuldade utilizando o nome desse animal.
Num determinado momento da história, o diálogo, entre o cavalo e o burro, deixa claro que como todos os animais ele, o burro, também tem suas potencialidades e deve ser respeitado como os outros.
Por que chamar os outros de "burro", "anta", "asno", "cavalo", "baleia", etc. 

Será que esses animais merecem ter seus nomes utilizados para xingamentos?
(...) Como estava uma manhã muito fria, o Burro resolveu correr um pouco mais para se aquecer e caiu, prendendo uma das pernas num buraco próximo a cerca. Ficou desesperado, pois não conseguia levantar-se e sentia muita dor. A jovem Besta correu para ajudá-lo, mas faltou-lhe força suficiente. Olhou desesperada ao seu redor para pedir ajuda. Então, para sua surpresa, deu de cara com o Cavalo que havia chegado rapidamente em seu socorro.
- Vocês são mesmo burros, heim? Como é que você não viu esse buraco? Disse o Cavalo ao Burro com ar de deboche.
- Como é que eu iria saber que eles mudaram a cerca e não taparam os buracos dos palanques? Respondeu o animal ferido e indignado.
- Quem lhe falou que esses buracos são da cerca que foi mudada? Perguntou o Cavalo curioso.
- Ninguém me falou, eu vi depois que caí que há mais buracos como esse do mesmo tamanho e em distâncias iguais aos da nova cerca! Respondeu o Burro com ar de sabedoria.
- Eu não imaginava que um burro fosse capaz de deduzir tudo isso, sempre achei que vocês não soubessem nada, pelo menos é o que se ouve falar por aí!
- Pois é, mas nada disso é verdade, são conversas das más línguas! Agora, eu lhe peço, por favor, me tire deste buraco, porque senão vou também acreditar em tudo que dizem de você! Falou o Burro desesperado e cansado de tanta lorota.
Imediatamente, após o apelo do Burro, o Cavalo cavou com as patas dianteiras ao redor da perna do ferido, tomando o cuidado para não atingi-lo. Afinal, a última coisa que desejava era machucá-lo ainda mais. Em poucos minutos tudo estava resolvido e o Burro, auxiliado pelo Cavalo levantou-se e foi até o abrigo.
Ao chegarem ao abrigo, todos se puseram a relinchar o mais alto que podiam para atrair a atenção dos responsáveis pelo zoológico. A intenção era que prestassem socorro médico ao Burro.
Depois de ter sua perna medicada, o Burro agradeceu ao Cavalo por toda aquela gentileza. Concluiu que ambos foram vítimas de fofocas infundadas, porque assim como ele não tem nada de “burro”, também o cavalo nada tem de “estupidez”.
Após todo esse mal entendido, passaram a conviver na mais completa harmonia e até descobriram que eram parentes (...)

Atividade
Organize parágrafos
Mais cavalos: AQUI
Mais Silvana Rando: AQUI




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Upa,upa cavalinho>Atividades berçário e afins>Cavalo Piancó>12/01/2018



Parlenda Upa,upa cavalinho
Berçário



O artista que pintou o cavalo azul

Brincadeira cavalo guloso

Cavalo Piancó
Palavra Cantada

Sobre cavalos

Jogo
Corrida de cavalos





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O artista que pintou o cavalo azul>Mais Franz Marc>Releituras>Teatro>12/01/2018



Eric Carle

Pintar livremente é o tema desse belo livro. Toda criança tem um artista criativo dentro de si, que deve ser valorizado. Com pinceladas fortes e cores marcantes, Eric Carle nos mostra que podemos sim utilizar a variedade de tons e cores que nossa imaginação sugerir para pintar qualquer animal, deixando a vida e os desenhos mais criativos e coloridos.

“O artista que pintou um cavalo azul” é uma homenagem ao pintor alemão Franz Marc (1880-1916), precursor do expressionismo. A sua tela “Cavalo Azul I” serviu de inspiração a este livro de Eric Carle, que descobriu a obra deste pintor através do seu professor de arte, Herr Krauss, quando o regime nazi proibia a criação e a difusão desta tendência pictórica. O seu gosto pela cor em todas as suas cambiantes, tonalidades e texturas advém precisamente desta influente revelação. AQUI

Atividade do cavalo,vaca  e raposa de Franz Marc + esta obra acima
Com sugestão de teatro

« Sou um artista e pinto...
um cavalo azul e...
 um crocodilo vermelho e...
uma vaca amarela e...
um coelho cor de rosa e...
 um leão verde e...
uma raposa roxa e...
 um urso polar preto e...
 um burro às bolinhas.
 Sou um bom artista. »



Animais na arte

Releituras



AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Desdobramentos
Poesia cavalos
AQUI



Aula:Fazendo cavalo de pau
AQUI
Aula:Conhecendo o cavalo
AQUI

Projetos:
Upa,upa cavalinho
AQUI
Cavalo de pau
AQUI

Mais sobre cavalos
Música Palavra Cantada
Cavalo Piancó
AQUI





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segunda-feira, setembro 04, 2017

A vida na fazenda>Estímulos literários>Animais>04/09/2017


A obra traz informações sobre os animais que vivem na fazenda e sua importância na produção dos mais diversos alimentos e produtos.
Por exemplo, a vaca que produz o leite e a ovelha, que fornece lã, entre outros. Tudo isso por meio de histórias e aventuras que ocorrem na fazenda...
É um material informativo.
Convida e estimula a criança a descobrir os valores da vida e aumenta o seu vocabulário.
Histórias -
'A Abelhinha Julita';

'A Família do Coelho Tibúrcio';


História e curiosidades
'A Ovelha Dorinha';


História e curiosidades
'A Vaquinha Ludmila';

Resultado de imagem para livro a vida na fazenda a vaca ludmila atividades

História e curiosidades: AQUI


'Dona Ismelda e seus Pintinhos';

História e curiosidades
'July e sua ninhada de Cachorrinhos';
História e curiosidades
'O Potrinho Jacinto';
História e curiosidades
'Os Leitões Tinho e Quinho'.
História e curiosidades






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segunda-feira, agosto 28, 2017

Poesia de bicicleta>Poesia visual/PDF>Poesia amanhã>Jogo/trilha de rimas>E mais poesia Sérgio Capparelli> 28/08/2017


Resultado de imagem para poesia de bicicleta sergio capparelli
Sérgio Cappareli


Poesia de bicicleta, de Sérgio Capparelli, traz versos divertidos, cheios de lirismo e fantasia


Um raio de sol, uma fruta, uma brincadeira, um ditado popular. Para Sérgio Capparelli, o cotidiano é um poema em si, que se desdobra por entre as páginas de Poesia de bicicleta com a singeleza de um autor que sabe se comunicar com as crianças como ninguém.Os pequenos leitores vão se encantar com as poesias sobre bichos e rir com as das frutas. Vão lembrar daquela professora querida com os poemas sobre literatura e se deliciar com os versos sobre flores. São de encher os olhos os que falam sobre coisas que sentimos, e de ficar com a pulga atrás da orelha os que falam de esquisitices: alguém já viu um cao sem til.Estes versos se transformam em poesia visual com as belas ilustrações de Ana Gruszynski, que abusou das cores e das formas para traduzir em desenhos o que Capparelli tão especialmente criou.

Poesia visual/PDF
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 
(EF04LP26) Observar, em poemas concretos, o formato, a distribuição e a diagramação das letras do texto na página.
 (EF05LP28) Observar, em ciberpoemas e minicontos infantis em mídia digital, os recursos multissemióticos presentes nesses textos digitais: AQUI

Caracol: AQUI
Poesia/PDF
Chico bolacha: AQUI
Produção de textos: AQUI
Outros: AQUIAQUIAQUIAQUI,AQUIAQUI
Sequência didática: De olho no poema visual: AQUI

Tem mais
O ogro

O ogro malvado olha de lado,

Arranca casquinhas de ferida

E reclama dos passarinhos.

O ogro,no jogo da amarelinha, 

Diz que sente cãibras terríveis

E chora no pátio sozinho.

O ogro brinca de "escravos de Jó",

Mas as pedrinhas que caem no chão

Abrem um buraco que dá no Japão.

Cansado, o ogro deita-se no pátio, 

E as saúvas que saem de seu nariz

Cobrem a terra de escuridão.

O amor é cego

Nunca beije

Sua namorada no portão. 

O amor é cego,

Os vizinhos, não. 

Folclore inglês (N.A)

Mais poesia
Amanhã
Sérgio Capparelli

O gato queria
Agarrar a lua,
Pensando que fosse
Um novelo de lã.

Mas a lua
Nem ligava,
Tricotando
A manhã.

O rato queria
Agarrar a lua,
Pensando que fosse
De queijo parmesão.

Mas a lua
Nem ligava,
Derramando-se
Pelo chão.

Mas a lua
Nem sabia,
Pois bebia
Em um poço.

O urso queria
Agarrar a lua,
Pensando que fosse
Colmeia com mel.

Mas a lua
Nem sabia,
Cochilando
Pelo céu.

Eu queria
Agarrar a lua,
Pensando que fosse
De diamante.

Ela disse:
Sou apenas
Uma lua
Minguante! 

Atividade completa
(Jogo trilha de rimas e outros)

Atividade
AQUI
A estrada e o cavalinho
AQUI
A árvore que dava sorvete

Atividade
AQUI

O galo aluado
AQUI





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