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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Carnaval. Mostrar todas as postagens
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domingo, março 30, 2025

Festança>PNLD Literário>Vamos batucar e sambar?>Estímulos musicais>30/03/2025

 
Edith Chacon/Fran Junqueira

Duas festas na floresta. Junto com a joaninha, você foi convidado.
Prefere dançar uma valsa ou sambar na batucada?
Pergunte ao Tamanduá. Ele está triste, não consegue dançar. Por que será?
Pra saber o que aconteceu, peça que leiam a história para você.

O livro Festança é o segundo da coleção Quer brincar de rimar? composta por mais dois livros, Farra no quintal e A galinha xadrezinha bota ovo xadrezinho, que além de fazerem um jogo com as rimas, terminam com uma pergunta e convidam o leitor para dar continuidade à brincadeira. AQUI

Sobre a obra: Festança é um livro que, além de fazer um jogo com as rimas, termina com uma pergunta e convida o leitor a dar continuidade à brincadeira. 
Na obra, um tamanduá oferece uma festa a seus amigos – todos insetos –, mas não se diverte nada, porque a convidada mais esperada, a formiga, não aparece: preferiu ir à outra festa, uma roda de samba muito animada.
Para as crianças que estão iniciando seu processo de alfabetização, os textos com rimas proporcionam um exercício especialmente importante, tanto no que diz respeito à construção de significados a partir da associação de palavras, como pela musicalidade e pelo exercício de reconhecimento de palavras que se combinam a partir do mesmo som no texto.

O texto é escrito em letra bastão (letra “de forma”), geralmente a primeira a ser reconhecida pelas crianças tanto nos processos finais de literacia emergente quanto nos iniciais de literacia intermediária. Isso realça as rimas, indicando para as crianças as regularidades fonéticas e alfabéticas de palavras cujos finais se pronunciam e escrevem da mesma forma.

Outra qualidade de Festança, especialmente interessante para a faixa etária, é a apresentação dos nomes de diferentes animais, sobretudo de insetos, e de verbos que estão relacionados ao comportamento dos animais citados.

Tutorial: AQUI
Sugestões de atividades: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
+ Edith Chacon: AQUI
Insetos: AQUI
Percussão: AQUI
Samba: AQUI
Linguagem musical: AQUI
Instrumentos musicais: AQUI
Som/Vibração: AQUI
Sopro/Som: AQUI



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sábado, fevereiro 22, 2025

Traquitana e Reco-reco>Estímulos carnavalescos/musicais>Objetos brincantes>Interação literária>22/02/2025

 
Gabriela Romeu/Penélope Martins/Fê

Na oficina de achados e perdidos da vovó Traquitana, as bugigangas se transformam em tesouro. Basta abrir as janelas da imaginação para construir brinquedos e invencionices com uma dose de esquisitice. 
Pode chamar a vizinhança, os amigos do bairro e os colegas da escola no quintal da vovó, a netaiada se espalha, brinca menina e menino de todo lugar, vem gente de Mossoró, chega gente de Maracangalha. 
Para quem anda confuso, tem apertador de parafuso. 
Para espanar preguiça e apatia, tem invento que espalha bolha de sabão e poesia. 
E o melhor de tudo é que as coleções de objetos sem uso ou fora de validade são engenhocas de uma fabriqueta de felicidade.

Serrote, chaleira, talo de mamoeiro, bacia, tampa de panela, triângulo, pandeiro feito com tampas de garrafas, matraca que imita o rabo da jararaca: a sinfonia do Reco-Reco está pronta para a estreia. Vem gente de todo canto para aprender a construir instrumento com qualquer coisa, treco, geringonça. 
Na fartura de ritmo desse vovô sabido, não tem desperdício! 
Agora é sua vez de entrar para o fuzuê, imitando o coaxar dos sapos e o assobio da zabelê.

Traquitana e Reco-Reco são obras escritas por Penélope Martins e Gabriela Romeu, e ilustradas pelo Fê.

Esses livros inspiram a criatividade e a imaginação dos leitores ao explorarem o mundo das invenções por meio dos versos apresentados. Traquitana e Reco-Reco convidam adultos e crianças a despertarem o inventor que há dentro de cada um.
É o brincar com os sons, com as palavras e com as descobertas por meio da literatura. AQUI

O Carnaval está chegando e, neste vídeo, a educadora Kátia Pardal traz algumas sugestões de atividades para que educadores e alunos aproveitem a festa com muito aprendizado, ludicidade e diversão!
Para isso, contaremos com o apoio de duas obras infantis, “Traquitana” e “Reco-Reco”, que tratam dos gêneros musicais tipicamente brasileiros e da construção de instrumentos musicais com qualquer objeto. Tudo a ver com o Carnaval, não é mesmo? AQUI

Construindo um reco-reco
Reco-reco com papelão e barbante: AQUI
Aproveitando latas de achocolatados: AQUI, AQUI
Jacaré reco-reco: AQUI
Brincadeiras de carnaval: AQUI
Tiquitum : AQUI

Nesse vídeo você verá o passo a passo da confecção de 6 instrumentos musicais fáceis de fazer.
Com materiais de fácil acesso, baixo custo e também com o uso de alguns materiais reutilizáveis, é possível construir instrumentos musicais de forma simples e prática.
É uma ótima proposta para realizar com as famílias dos alunos em uma oficina na escola.
Você pode trabalhar ritmos, musicalização, estimulando a socialização e a oralidade.
Além de ser um momento de muita interação e diversão entre os pares.
Nas aulas online ou tarefas de casa também é uma ótima sugestão para que as famílias participem dessa construção. Lembrando que todas as sugestões necessitam da supervisão do adulto, pois utilizaremos a cola quente e outros materiais.
Contempla os seguintes campos de experiência da BNCC:
  • O Eu, o outro e o nós,
  • Corpo, Gestos e Movimentos;
-Traços, sons, cores e formas. AQUI

Descubra as origens do Carnaval e o porquê é a maior festa do Brasil! Divirta-se com a brincadeira "A Máscara Surpresa", onde a criançada terá que adivinhar os animais escondidos por trás das máscaras. AQUI

Nesse vídeo você verá o passo a passo de 3 atividades com a temática do Carnaval para a Educação Infantil. AQUI
+ ideias de carnaval: AQUI

Percussão: AQUI
Era uma vez uma onça/Cabuletê: AQUI
Samba: AQUI
Linguagem musical: AQUI
Instrumentos musicais: AQUI
Carnaval: AQUI
Reciclagem: AQUI
Sucatas: AQUI




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segunda-feira, fevereiro 10, 2025

Picasso e o macaco Zezé>Interação literária>Linguagem e artes>Releituras/Picasso> 10/02/2025

 
Mércia M. Leitão/Neide Duarte/F.Fargas

Neste livro, o quadro Arlequim com guitarra (1918), de Pablo Picasso, é o mote para contar a história do divertido e sonhador macaco Zezé. Criando uma nova interpretação para o momento em que o quadro foi pintado, as autoras aliam texto e imagem para incentivar os pequenos desde cedo a ter um maior contato com a arte. O livro traz também atividades e curiosidades sobre o quadro, além de outras obras de Pablo Picasso.
Tema: Multiplicidade Cultural, Meio Ambiente
Assunto: Animais, Arte
Data Comemorativa: 12/08 – Dia Nacional das Artes

Suplemento do professor: AQUI

Ouvindo: AQUI

Arlequim/Atividades

O contato com as atividades artísticas desde a infância possibilita o desenvolvimento de várias competências e habilidades tanto cognitivas como socioemocionais.
Expressando emoções com arte: AQUI
Releituras: Fases de Picasso/Papelão: AQUI
Móbile/Palhaço: AQUI
+ Releituras Picasso: AQUI


+ Mércia M. Leitão: AQUI
+ Picasso: AQUI
Carnaval: AQUI




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domingo, junho 16, 2024

A torre Eiffel do carnaval em Madureira>Obra/Tarsila do Amaral>Estímulos artísticos>16/06/2024

 

Carnaval em Madureira/Tarsila do Amaral
Olimpíadas em Paris mais aula de artes: Brasil e França juntos na obra de Tarsila do Amaral
Explorando possibilidades de leitura visual contribuindo com a interdisciplinaridade
Estimulando sensações, sentimentos e sensibilidades na leitura de imagens
Agregando a obra de arte e a olimpíada Paris 2024

A artista passou o Carnaval de 1924 no Rio de Janeiro e ficou impressionada com a alegoria de 15 metros de altura semelhante à Torre Eiffel. Ao redor dela, girava a imitação de um dirigível, homenagem ao brasileiro Santos Dumont, pioneiro da aviação. O título vem do bairro carioca conhecido desde o início do século passado por suas rodas de samba e blocos carnavalescos.

Todos os detalhes desta obra: AQUI
Carnaval em Madureira - Tarsila Do Amaral
Tarsila veio de Paris e passou o carnaval de 1924 no Rio de Janeiro.
É curioso ver que ela colocou a famosa Torre Eiffel no meio da favela carioca.
Sugestão de questões para debate após a observação da obra:
- O que você está vendo?
- Quantas pessoas são?
- Como são essas pessoas? Descreva suas características físicas.
- O que estão fazendo?
- Onde estão? Parece um lugar aberto ou fechado? Descreva.
- Como são as cores?
- Você conseguiria imaginar qual o som desse lugar?
- Esta obra chama-se Carnaval em Madureira. Como é este carnaval? Comparando com um carnaval que você já presenciou, quais são as diferenças?
- Como são as fantasias?
- Quais são as brincadeiras?
- Que sentimentos essa obra desperta em você: de alegria, tristeza, cansaço...? Fonte

Ouvindo sobre esta obra: AQUIAQUI
Molde da obra: AQUI
Texto visual/Obra carnaval em Madureira: AQUI
Torre Eiffel de Georges Seraut: AQUIAQUI

Releituras/Sugestões
Atividade de Revisitação da obra “ Carnaval em Madureira” da artista Tarsila do Amaral.
Neste módulo vamos criar nosso desenho (Revisitação) com a utilização de alguns materiais que temos em casa:
Revistas para recorte
 Folha de papel sulfite ou outro papel que tenha em casa.
 Tesoura, cola, lápis de escrever e de cores para desenhar e pintar.
https://www.wikiart.org/pt/tarsila-do-amaral
Faça uma revisitação ( releitura ), desta obra de Tarsila do Amaral. Ela mostra a imagem de uma festa popular de forma bem simplificada e com cores vivas. 
Crie o seu trabalho com base nesta imagem. Fique a vontade para criar.

Use a imaginação. Traga para os dias de hoje: Olimpíadas Paris 2024:Releitura  da obra com desenhos, por exemplo, as mascotes ou algumas modalidades esportivas.

Que manifestação cultural da nossa região poderíamos retratar?
 Use o estilo de pintura modernista. 
Pode utilizar papéis coloridos, recortes de revista, etc. Mãos a obra. Fonte

Permeados de alegria e entusiasmo, inspirados por uma obra repleta de cores e formas geométricas diversificadas, os alunos do 1° ano recriaram novamente! Usaram sua interpretação, imaginação e criatividade para desenvolverem a releitura da obra "Carnaval em Madureira", de Tarsila do Amaral. Atividades como essa são inerentes ao processo de alfabetização e ampliam o conhecimento de mundo das crianças. AQUI

Paisagem sonora:
Pensando na arte, seus elementos e sua leveza, tentei trazer uma música tradicional Francesa (Frère Jacques) buscando com a sonoridade do Samba e mesclando com Brasileirinho, de Waldir Azevedo: AQUI
Revisitando Tarsila do Amaral:
Tarsilinha, o filme
Tarsilinha é uma garota de oito anos que embarca numa jornada fantástica para recuperar a memória de sua mãe. Para isso ela precisa encontrar objetos especiais que foram roubados de sua caixa de lembranças. Em sua viagem, Tarsilinha verá coisas incríveis, terá que enfrentar seus medos, superar obstáculos e voltar para casa com todas as lembranças AQUI

Zeca Baleiro e Ná Ozzetti cantam a música tema do filme de animação Tarsilinha, produzido pela Pinguim Content. O longa metragem é inspirado na obra de Tarsila do Amaral e conta a história de Tarsilinha, uma menina de 8 anos que embarca numa jornada incrível para recuperar as memórias roubadas de sua mãe. AQUI

Sons nas obras de Tarsila do Amaral: AQUI
Atividade de escuta atenta sobre sobre sons que "não combinam" com a paisagem sonora. AQUI
Aula: Explorando cores através das obras de Tarsila do Amaral: AQUI
Sugestões Acrilex de Tarsila do Amaral: AQUI
Manuais Acrilex: AQUI

No Linguagem:
Mais Tarsila do Amaral: AQUI
Olimpíadas 2024: AQUI
Passo de tartaruga: AQUI
Tarsila e o papagaio Juvenal: AQUI
A infância de Tarsila: AQUI
Georges Seurat: AQUI
Pontilhismo/Técnica de artes: AQUI



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segunda-feira, janeiro 22, 2024

Carnaval da bicharada/Cordel para a criançada> Estímulos culturais>Hora da história> 22/01/2024

 

Carnaval da bicharada

Quer ver festa de verdade?
Carnaval da Bicharada!
É zebra que se disfarça
Deixando de ser listrada
De bolinha, branca e preta
Parece a onça, pintada! (continua texto)

Vamos ouvir  a cordelista Mari Bigio declamar :
Carnaval da bicharada: AQUI

Cordel para crianças: Mais sugestões de Mari Bigio: AQUI
Os dois amores de Colombina: Com fantoches: AQUI
O carnaval da bicharada na pandemia: 
Uma versão rimada com a bicharada: Autoria: Jéssica Rodrigues: AQUIAQUI

O desfile dos bichos: AQUI

No Linguagem:
Carnaval: Literatura e atividades: AQUI
O segredo da oncinha: AQUI
CordelAQUIAQUI

Primeira semana na escola das vacas: AQUI

É dia de festa na floresta, todos estão muito empolgados com a volta às aulas. Vem conferir essa história e se divertir com essa turminha animada! História: Primeiro dia de aula na floresta Autores: Camila Moutinho e Daniel Ordane : AQUI, AQUI



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quarta-feira, março 08, 2023

A Bela adormecida do samba>Abram alas para a bela negra adormecida>Reconto> 08/03/2023

 

Sonia Rosa

Esta é uma história de amor e encantamento, uma adaptação do clássico infantil A Bela Adormecida. Contudo, este reconto tem suas singularidades: destaca o carnaval, a tradição das escolas do subúrbio nos desfiles e a festa nos barracões do samba. Dá vivas a passistas e percussionistas, mestres-salas e porta-bandeiras. Celebra a beleza, a alegria, a emoção, a ancestralidade, o amor, a criatividade, o encontro e a união.

Abram alas, minha gente! A Bela Adormecida do Samba pede passagem!


Quantas versões de Bela Adormecida você conhece? 

A história da princesa que fura o dedo e cai em sono profundo conta com registros antigos, como o do francês Charles Perrault, no século XVII, e dos irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm, no século XIX (isso sem contar os registros anteriores com requintes de crueldade e erotismo).

Seja qual for a versão que você conheça, a narrativa atravessou séculos e faz parte (ainda hoje) do repertório de muitos leitores/ouvintes. 

Cada qual promovendo um ajuste aqui, outro ali, mais um acolá, até chegar à adaptação de Sonia Rosa, ‘A Bela Adormecida do Samba’, publicada neste ano mesmo (2021) pela Mazza Edições, com ilustrações de Luciana Grether.

A versão de Rosa insere elementos afro-brasileiros que conferem à história uma ambientação bastante peculiar, mas mantém o enredo das versões europeias. 
A protagonista é Bela, “a mais jovem e graciosa passista que o Rio de Janeiro já conhecera”, filha de mestre-sala e porta-bandeira de uma importante escola de samba carioca.

Como de praxe, assim que a menina nasce, é alertada por uma entidade mística (o adivinho Ifá) sobre a possibilidade de espetar o dedo (sempre ele). E assim acontece, exatamente quando ela se preparava para seu primeiro desfile:

“No afã de vestir rapidamente a sua fantasia, o zíper emperrou… Com força e determinação, ela foi puxando dali e daqui, até conseguir fechar sua fantasia, mas acabou se ferindo no dedo. 
O sangue vermelho jorrou forte. Forte demais para tão pequeno machucado… Uma vertigem repentina e um grito ecoou no barracão… Bela caiu ao chão… adormecida.”

As inovações não param por aí. 
Ao invés de um castelo coberto por rosas e espinhos, a Bela negra adormece no barracão da escola de samba, que fica “encoberto por árvores diversas; tamarineira, cajueiros, goiabeiras, mangueiras e até um baobá” e assim começam boatos sobre um “barracão adormecido com uma jovem de beleza rara…”
Enquanto o barracão e a Bela dormem, ficamos aqui apreciando a leveza desse conto de fadas… Afinal, em meio a tantos problemas, quem nunca desejou cair no sono profundo e só acordar quando tudo estivesse resolvido? Fonte

Ouvindo a história: AQUI

Atividades sugeridas/PDF: AQUI Página 56;
Página 20: Almanaque alfabetizador antirracista
Sugestões e reflexões de intervenções didáticas
A Bela desadormecida: AQUI




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segunda-feira, fevereiro 13, 2023

Sapo-arlequim>Rã-arlequim>Educação ambiental>Gênero informativo>13/02/2023



Conservação dos sapos-arlequim

Considerados as joias das florestas e riachos da Amazônia, os sapos-arlequins, que compõem o gênero Atelopus, chamam atenção com suas cores vibrantes e impressionantes, que vão do laranja, verde, dourado, azul, preto, marrom, roxo e até rosa.

Os Sapos-Arlequim, também conhecidos como Atelopus, são considerados as joias da região neotropical, estando entre os anfíbios mais incríveis e coloridos da Terra. Vibrantes e diversos, eles embelezam as florestas e bacias hidrográficas das Américas do Sul e Central com as cores do arco-íris e são de grande valor cultural para muitas comunidades. No entanto, eles também são algumas das espécies mais ameaçadas do planeta. Na Amazônia brasileira, os Sapos-Arlequim podem ser encontrados próximos aos igarapés, indicando que as águas são puras e limpas. Quando as águas dos igarapés são poluídas e sujas, ou quando a floresta é derrubada, esses lindos sapinhos desaparecem, indicando que a natureza está sendo destruída. Continua: AQUI

Imagens e sugestões: AQUIAQUI

Santuário Sierra Nevada: 

Engana-se quem pensa que só de pesquisa vive a biologia da conservação, uma das disciplinas mais complexas e diversas das ciências da vida. Sem dúvida, os momentos mais marcantes da expedição foram as atividades realizadas com comunidades locais, onde o grupo Jacana Jacana realizou shows em conjunto com atividades de educação ambiental voltadas para crianças. AQUI

A colorida rã-arlequim:

Com cores brilhantes, a rã Atelopus varius é conhecida por diferentes nomes: rã palhaço, rã-arlequim, rã pintada ou rã de chuva. Vejam  fotos: AQUI

Carnaval do Arlequim e Lenda: AQUI




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terça-feira, fevereiro 07, 2023

Frevolina>Vamos frevar?>Artes e música>Máscaras> 07/02/2023

 

Jeane Siqueira

Frevolina é uma bonita sombrinha de frevo que, certa vez, em pleno carnaval, ficou esquecida no fundo de uma gaveta. Coitada de Frevolina! Logo ela, que curtia tanto os dias de Momo!...
Mas, cheia de energia como o próprio frevo, ela conseguiu mudar o rumo de sua história.

Ouvindo e lendo : AQUIAQUIAQUI

Vamos frevar com Frevolina: AQUIAQUI

Música Frevolina: Sequência didática:  AQUI

História do frevo: AQUI

Nesta sequência, abordaremos o carnaval, um dos principais festejos populares brasileiros, com ênfase no frevo, um dos ritmos que o integram. Apresentaremos algumas características da dança e do ritmo, promovendo a experimentação de passos para colaborar com o desenvolvimento da consciência corporal, habilidade fundamental para o desenvolvimento do sujeito. AQUI 

Atividades PDF: AQUIAQUIAQUI

Educação física: Alguns passos: AQUI

Frevo de tampinhas: AQUI

Frevo do quintal: AQUI

Carnaval dos dedos: AQUI

Cantando: Frevinho gentileza: AQUI

Artes: AQUI  Máscaras: AQUIAQUIAQUI

Brincadeiras: AQUI

Sombrinha sonora: AQUI

O carnaval da abelha Ana: AQUI

O guarda-chuva e a sombrinha de frevo: AQUI

Aula: Dia do frevo: AQUI




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segunda-feira, fevereiro 07, 2022

Pixinguinha>Samba na areia>Choro>Música popular>07/02/2022

 


Esse grande compositor e flautista é reconhecido pela genialidade em sua criatividade e interpretação. Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho) foi Instrumentista, compositor, orquestrador e maestro e dentre as suas obras maravilhosas vemos aqui o Samba na Areia, que Anna Bello, em uma brincadeira muito divertida, mistura a obra e um pouco da vida desse compositor. AQUI

Samba na areia/Dia nacional do choro/Aula: Pode-se trabalhar com a canção "Samba na areia" com os alunos. Essa música além da diversidade de peixes, também fala de vários instrumentos como: rabeca, cavaquinho, berimbau e muitos outros.

AQUI

PDF: AQUI

Bichinhos fundo do mar: AQUI

PDF: Sobre samba e afins: AQUI

Vivência rítmica: AQUI

Mais sobre Pixinguinha: AQUIAQUI



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