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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, março 23, 2025

Gramática da fantasia>Gianni Rodari>(2009)



GRAMÁTICA DA FANTASIA

AUTOR :GIANNI RODARI - TRADUÇÃO: ANTONIO NEGRINI
SUMMUS EDITORIAL

Colegas professoras, recebi de presente da amiga Betty,
lá do Canto do Conto esta gramática recheada
de técnicas para o jogo da linguagem.

Por meio da análise de variadas técnicas de invenção, Rodari oferece um eficaz instrumento para os que acreditam na criatividade infantil. Mostra como uma aula pode se tornar criativa, agradável, instigante. E não se restringe ao universo 'clássico' da literatura infantil, pois também propõe técnicas a partir de notícias de jornais, fatos históricos, geográficos etc.

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

Rodari apresenta várias técnicas e exercícios para o desenvolvimento da imaginação e da criatividade, com propostas práticas e simples que podem resultar na produção de narrativas orais ou escritas.
Recursos surpreendentes, apoiados em personagens tradicionais, ou histórias em quadrinhos,etc. O autor apresenta várias sugestões de atividades voltadas à imaginação, dando margens para a criatividade de alunos.
Por exemplo:
Chapeuzinho Vermelho no helicóptero:
Inventar uma história partindo das cinco palavras que sugerem a história de chapeuzinho: “menina, bosque, flores, lobo, avó”. A sexta palavra rompe a série: “helicóptero”.
O objetivo é juntar a história tradicional aos (jogo – exercício, e reação dos alunos) novos elementos inesperados.
Os alunos poderão colocar outras palavras e acrescentar invenções à elas, tendo como base a tradicional história. No exemplo do autor: O lobo é surpreendido por um helicóptero no momento em que estava batendo a porta da vovó. Nele estavam policiais, que desceram rapidamente. O lobo, sem saber de nada saiu correndo em direção ao caçador.
Salada de fábulas:
Chapeuzinho encontra o Pequeno Polegar e seus irmãos no bosque. As aventuras se misturam, escolhendo uma nova estrada, criando assim novos fatos, dando asas a imaginação.
Fábulas copiadas:
O autor cita o exemplo da tradicional história de João e Maria que se perdem no bosque. Uma bruxa os encontra e os recolhe, tencionando assá-los no forno...
Daí vem o exercício: Extraia da trama a expressão: A e B perdem-se no lugar C, são recolhidos por D em um lugar E, onde existe um forno F...
E eis a trama nova:
Dois irmãos foram abandonados na catedral de uma cidade pelo pai, que não sabendo mais o que fazer para alimentá-los, resolveu recorrer à caridade pública. As crianças ficaram aturdidas pela cidade. De noite, refugiaram-se num pátio e adormeceram sobre um montão de caixotes vazios. Foram descobertos pelo padeiro que ali saiu apenas para, aproximar-se do forno, recuperar-se do frio...
De acordo com o nível de seus alunos pode-se dificultar mais a trama, através de uma história origem.
Cartas na mesa:
Com gravuras variadas de revistas, você pode fazer leituras coletivas, oral ou escrita.
Um aluno começa a história com a primeira gravura, o segundo pega outra gravura juntando a história iniciada pelo primeiro colega. Assim vai seguindo até todos participarem. A história consiste em interpretar aquela gravura que foi escolhida, coligando-se com o episódio precedente, formando-se no final um painel ou mural.
Técnica de animação:
Trazer três objetos diferentes, exemplo: garrafa vazia, pá, e panela. Convide os alunos a criarem a história ou representar uma cena a partir destes objetos. Os objetos apresentarão um suporte mais sólido à imaginação do que palavras, pois podem ser manuseados, manipulados, fornecendo inúmeras sugestões fantásticas.

PRÍNCIPES E PRINCESAS, SAPOS E LAGARTOS
HISTÓRIAS MODERNAS DE TEMPOS ANTIGOS
FLÁVIO DE SOUZA
EDITORA FTD


Falando de fantasias, este livro segue o ritmo de Rodari.
Flávio de Souza nos leva para viajar de uma forma hilária pela sua imaginação a “dentro”, ou seja, ele brinca com personagens conhecidos, mistura fatos e no final é tudo muito engraçado.
Ele cria histórias de dragões, sapos com princesas e príncipes na maior naturalidade. Você pode ler o livro por capítulos independentemente de seguir a risca folha por folha.
Ao contrário, como ele próprio recomenda.
Uma das histórias que mais gosto é a da princesa que foi acordada pelo príncipe com um beijo. Ela desfia um rosário de perguntas para ele, do tipo: se ele tem um castelo, como é o castelo, de que tamanho. Faz críticas e reclama que deseja ter muitas amas, porque afinal, ela não pediu pra ele a beijar e tirar-lhe do sono de cem anos. Por fim, o príncipe arrependido de tê-la beijado aproveita-se de um momento de distração dela, dá-lhe outro beijo bem forte fazendo-a cair num sono profundo novamente. Além disso, o príncipe espalhou a notícia para outros príncipes, que ao passarem pela frente do castelo,até assobiavam e olhavam para outro lado...
Na segunda parte desta história intitulada DOIS BEIJOS, este segundo beijo aconteceu na beira de uma lagoa: Uma linda princesa passando por ali, beijou um sapo que cantava uma canção de chamar princesas que beijam sapos que são príncipes encantados em troca de uma pepita de ouro. No entanto ela se transforma em sapa imediatamente após o beijo. O sapo não entendeu nada... Mas a sapa explicou-lhe que ela era uma sapa encantada e que não se interessava na pepita... E assim os dois foram para o fundo da lagoa para outros beijos mais.
A história da princesa Úrsula é outra revelação, pois no final, ela escolhe uma odalisca pra viver com ela no castelo... Só lendo para saber o que acontece, ok?
A princesa linda de laço de fita é outra que de tanto rejeitar os príncipes que apareciam no reino, ela continuou, linda, velha e sozinha...
Confiram aqui a peça de teatro:
http://www.marcioaraujo.com.br/Textos/principes.pdf
Recuperando esta postagem antiga( 23/03 /2025)


+ Gianni Rodari: AQUI



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domingo, abril 25, 2021

Vergonha>raiva>Saudade>Sentimentos>Emoções>Série despertar> Trilha de leitura>Hora da história>25/04/2021


Fábio G.Ferreira

Descrições do vídeo: TRILHA DE LEITURA PARA EXPLORAR A OBRA

Objetivo: Propor que as crianças pensem sobre suas emoções e passem a perceber que podem transformar sentimentos ruins em bons.
■ Idade recomendada: a partir dos 6 anos ■ Aspectos a destacar: Discutir sobre autoestima, exercícios de respiração,

AQUI

Atividade domiciliar/Autistas: AQUI

Joaninha sem bolinha

AQUI

Da coleção "Despertar"

A professora Amanda Dantas oferece nos vídeos desta série atividades para explorar as obras

Em cada vídeo tem mais links desta série e outras histórias 

Raiva:  AQUI

Saudade: AQUI

Verde de inveja: AQUI

A unicórnia impaciente: AQUI





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sexta-feira, janeiro 10, 2020

Rodas de leitura>Blitz da leitura>Parada da leitura>Cantinhos de leitura>Projeto festival de leitores>10/01/2020


Criatividade e ludicidade igual incentivo à leitura
Trouxe alguns links para aulas literárias,cantinhos,aula de e na biblioteca e afins




AQUI
AQUI
AQUI
Monte uma biblioteca com seus alunos/Aula
Projeto: Roda de leitura/BNCC
AQUI
Projeto Festival de leitores: AQUI
Projeto Educação Infantil/Leitura
AQUI Aula/Roda de leitura/3ºano
Sobre esta aula: Esta é uma proposta de atividade permanente para trabalhar rodas de leitura. 
Os campos de atuação priorizados nesta atividade são: artístico-literário/vida cotidiana. 
O objetivo é enfatizar atividades que busquem os efeitos de sentido dos textos multissemióticos, das atividades poéticas, da brincadeira com a palavra e a imagem. Neste nível de leitura, espera-se o trabalho das relações entre o verbal e não verbal, buscando a intencionalidade da produção de mensagens. 
Os gêneros priorizados são: contos (populares, de fadas, de assombração etc.), cordel, crônicas, texto dramático. A esfera lúdica escolhida para o 3º ano do Ensino Fundamental é o universo circense: Ler é um espetáculo!
Justificativa: Esta atividade de roda de leitura pode ampliar a fluência e a consolidação da leitura expressiva, de modo que, na dinâmica proposta, os alunos se constituam como mediadores de suas próprias leituras. Assim, buscam-se novas interações com o livro de maneira prazerosa, entendendo as histórias como fonte de múltiplas informações e também de entretenimento. Por isso, tende-se a compartilhar experiências pelo prazer da leitura, tendo como foco a função lúdica, de encantamento com os textos, mas também pela criticidade, pelo escutar o outro, pelo diálogo, principalmente por meio da leitura coletiva e compartilhada.
Materiais necessários: Selecionar o grupo de livros a ser utilizado na atividade previamente. 
Na dinâmica desta proposta de Roda de leitura, se possível, criar uma cenografia do ambiente de leitura para que os estudantes adentrem na ideia comparativa do espetáculo circense com a prática leitora e, com isso, sejam criadas expectativas artístico-literárias de leitura. 
O fio condutor dos elementos do livro serão destacados com o uso das “cartas mágicas”, que viabilizarão questões para ser comentadas pelos estudantes.
Dificuldades antecipadas: Falta de motivação para realizar as leituras ou participar das discussões coletivas. Dificuldade em decodificar o texto. Dificuldades em expor oralmente as impressões da leitura realizada. AQUI 
Aula/Roda de leitura/4ºano

Aula/Roda de leitura/5ºano

Despertando o gosto pela leitura/Aula:   

Para que a ação de ler seja espontânea e cause impacto positivo na criança, deve-se:
  • reconhecer o tempo de atenção da criança e não ir além dele;
  • procurar compreender o tipo de assunto que desperta a curiosidade na criança, para então escolher o material de leitura;
  • estimular a interação da criança com o livro perguntando sobre do que trata a história que será lida. Isso pode ser feito depois de você ler a resenha da história; em seguida, abra espaço para deduções introduzindo perguntas como “E agora o que vai acontecer?”, “Como será que vai acabar?”, “Como vocês gostariam que a história acabasse?”;
  • permitir que a criança “leia” com ou para você, quando já conhecer bem a história, apoiada na memória e nas ilustrações do livro;
  • promover oportunidades para o reconto da história.
Dinâmicas para aulas de leitura

Projeto Blitz da leitura

Resultado de imagem para projeto blitz da leitura
Cantinhos bonitinhos...
Olhem os cabides!
Mais ideias:AQUI



Fonte


A boneca foi feita de EVA e meia, e se tornou um excelente subsídio para a hora da contação da História. Além de tornar o momento mais lúdico, as crianças ficam totalmente concentradas e acompanham toda história com bastante atenção.
Ela pode ser usada em qualquer tipo de apresentação.

AQUI

Dinâmica banquete da leitura

Uma maneira bem interessante de incentivar a leitura em sala de aula é trabalhando textos de autores famosos no BANQUETE DA LEITURA.

Na mesa da sala, organize diversos textos de autores que deseja trabalhar e coloque-os em panelas para que chame atenção destacando cada escritor.



Nos cardápios podemos preparar:

Galinhada de Manoel de Barros
Feijoada de Vinicius de Moraes
Macarronada da Cecília Meireles
Sopa de Cora Carolina
Milk Shake da Rosa Clementino
Vitamina da Maria Mazzetti
Salada de frutas de escritores




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sexta-feira, outubro 27, 2017

Predição>Estratégias de leitura>Atividades>27/10/2017


Estratégias de Leitura

O ato de ler ativa uma série de ações na mente do leitor pelas quais ele extrai informações. 

Essas ações ou “estratégias de leitura” passam, em sua maioria, desapercebidas na consciência. Elas ocorrem simultaneamente, podendo ser mantidas, modificadas e/ou desenvolvidas durante a apropriação do conteúdo.



São as seguintes as estratégias de leitura:


ANTECIPAÇÃO: São hipóteses que o leitor levanta, antecipando informações com base nas “pistas” que vai percebendo desde antes da leitura. Durante a leitura confirma-se ou não a predição.


SELEÇÃO: É o ato de selecionar o que interessa do conteúdo do texto. Nem tudo o que está escrito é igualmente útil para a compreensão. Escolhem-se alguns aspectos relevantes e ignoram-se outros. É o que acontece quando, ao ler, “pula-se” certos trechos.


INFERÊNCIAS: São os complementos que o leitor fornece ao texto a partir de seus conhecimentos prévios. É tão freqüente o uso dessa estratégia que é comum o leitor não se lembrar se determinado aspecto estava explícito ou implícito no texto.


AUTOCONTROLE: É a atitude permanente do leitor, que consiste em fazer a “ponte” entre o que ele supõe (antecipação, seleção, inferência) e as respostas que vai obtendo a partir do texto. Trata-se de avaliar as antecipações e inferências, confirmando-as ou refutando-as, com a finalidade de garantir a compreensão.


AUTOCORREÇÃO: É o momento de repensar a(s) hipótese(s) anteriormente levantada(s), construir outras e retomar as partes anteriores do texto, para fazer as devidas correções, quando as expectativas geradas pelas estratégias de antecipação não são confirmadas. É o caso do leitor que “volta” para corrigir certas passagens.

Há uma relação dialética entre usar estratégias de leitura e interpretar um texto. Emprega-se uma estratégia porque se está entendendo o texto; entende-se bem o texto porque as estratégias estão sendo aplicadas.
Fonte


Muitas operações acontecem na mente do leitor antes da leitura. 
Quando escolhe o texto para ler, o leitor já antecipa muita informação que nele espera encontrar, ou levanta questões que espera serem resolvidas pelo texto.
 O objetivo de leitura vai levar o leitor a levantar expectativas sobre o conteúdo do texto. Continua:AQUI

Atividades/Sugestões
A PRÁTICA DA LEITURA E DA ESCRITA EM SALA DE AULA. 

ATIVIDADE – EXECÍCIO DE REORGANIZAÇÃO TEXTUAL. 

POR QUÊ? – Trabalhar no aluno a coerência textual. 

PARA QUE? – Favorecer a interação do aluno com o texto. 

INSTRUÇÃO: – Pedir ao aluno que reescreva o texto organizando as sílabas das palavras, de modo que as frases ganhem sentido. 

O macorvo e o caco
AQUI 

 Plano de aula utilizando a Predição como Estratégia de Leitura
Textos jornalísticos

Para que essa pesquisa fosse realizada construiu-se um plano de aula a fim de estrategiar a predição a partir de fragmentos de textos retirados de sites jornalísticos (primeiro passo para a inferência) com temáticas que faziam parte das realidades dos estudantes. Após, os alunos responderam a um roteiro de perguntas, correspondente a cada predição.

 Proposta: 
Análise Textual de textos jornalísticos fragmentados, retirados da Internet. 
Objetivo: Propor aos alunos a análise de fragmentos textuais, que os ajudarão a recompor os conhecimentos prévios dos textos completos.

 Proposta de trabalho: 
Pretende-se aqui um plano de aula que envolva gêneros textuais de fácil acesso aos alunos. 
O trabalho de ensino de língua materna realizado na instituição sede possibilita a todos os estudantes o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania. 
Aprender a língua é aprender não somente palavras e saber combiná-las em expressões complexas, mas aprender pragmaticamente seus significados culturais e, com eles, os modos pelas quais as pessoas se entendem, interpretam a realidade e a si mesmas. Fonte

Segunda fase: Texto instrucional ( manchete de jornal)
Atividades
1) O professor propõe aos alunos que façam previsões sobre:
 a) o assunto de um livro a partir da observação da capa, da folha de rosto;
 b) o título de uma história, a partir dos personagens ou de fatos principais;
 c) o desfecho de um texto, a partir de alguns segmentos; 
 d) o jornal de veiculação de uma notícia, de uma reportagem; 
 e) a revista de veiculação de uma determinada propaganda; 
 f) o autor de um determinado poema; 
 g) o texto a partir de um segmento que o constitui;
 h) o produto a partir de uma embalagem;
 i) a notícia a partir de sua manchete e vice-versa;
 j) o autor ou o destinatário a partir de uma dedicatória, um bilhete, um email, um convite, um cartão de felicitações. 
Mais estratégias:
AQUI

Com a estrategia de leitura
Música: A casa: Vinicius de Moraes


Jogo da Predição
 1) Selecione o texto que você irá trabalhar em sala e projete-o para os alunos, explicando que antecipar o sentido do texto é um jogo de dedução, no qual os bons jogadores fazem boas previsões. 
2) Vá mostrando o texto aos poucos, parando onde julgar necessário e, a cada parada sua, solicite aos alunos que escrevam uma previsão da palavra, frase ou ideia que está por vir. 
3) À medida que o texto transcorra, vá discutindo as previsões corretas e incorretas que os alunos fizeram.
Vejam atividades pré - leitura

AQUI





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sábado, setembro 16, 2017

Projeto Produção de Textos>Dicas para começar a escrever> 16/09/2017

PROJETO "ESTÍMULO À PRODUÇÃO DE TEXTOS"

"Produção de textos é o ponto de partida de todo processo de ensino-aprendizagem da língua, pois, no texto, a língua se revela em sua totalidade." (Geraldi)

Justificativa:
O texto é a expressão de ideias, sentimentos e experiências internalizadas. A escrita de um texto manifesta o conteúdo que está na mente do aluno, ou seja, dá forma às idéias, torna-as visíveis. 
É, portanto, o resultado de um processo de transformação de um significado em forma. Assim, os conteúdos são definidos pela forma. Esta não se encontra explicitamente no conteúdo, mas não existe sem ele.
Considerando o aluno como um usuário da escrita, trabalhando na elaboração da mensagem como instrumento de comunicação e favorecendo-lhes a aquisição das habilidades necessárias, para atuarem com mais eficiência na produção de textos, proponho este projeto, ressaltando estímulos que possam leva-los a um constante aperfeiçoamento pessoal. Mais importante do que utilizar a linguagem corretamente é utiliza-la expressivamente.

Objetivos:
 Geral:
 Habilitar o aluno a produzir trabalhos escritos cuja estrutura e organização (ordenação de idéias, clareza, coerência, coesão, progressividade, etc) permitam considera-los realmente como textos.
Específicos:
Capacitar o aluno para:
- adequar o tipo de texto e a linguagem aos seus leitores;
- apurar o seu senso crítico em relação ao processo de produção, de forma que se predisponha a reformular seus textos, objetivando torna-los mais satisfatório e eficaz, tendo em vista sua posterior destinação;
- conscientiza-lo de que a habilidade de escrever textos eficazes tem uma importância inquestionável para sua plena inserção na vida social e futuramente, na vida profissional;
- leva-lo a produzir textos nos quais ele se reconheça como autor.
Metas:
Estimular os alunos, promovendo a aprendizagem à medida que resgatam o conhecimento que já possuem, apresentando novas informações sobre as características de diversos textos, além de aumentar o grau de letramento para sua participação efetiva em uma sociedade dinâmica em que a linguagem se constitui entre as pessoas.
Metodologia:
O projeto será realizado baseando-se na necessidade de exploração de textos, produzindo elementos lingüísticos e estruturas de vários gêneros.
 - Estratégias de ação:
Propondo ao aluno a produção de textos narrativos, expositivos,        
argumentativos. Também de caráter mais práticos, como anúncio,               
regras de jogo, panfletos, gravuras,desenhos, propagandas, manual de instruções e temas livres, cartas, poemas, etc.
As propostas apresentadas serão decorrentes de discussões, conversas ou reflexões, voltadas para os procedimentos pedagógicos e para a prática interdisciplinar,tais como:
“Vamos escrever?”- exercícios práticos para desenvolver a criatividade;
“O pingo no i”- pontuação;
“Análise linguística” – rever o que escreveu e fazer a limpeza linguística;
Maratona da ortografia” – a palavra sem erro
“ A lição através das histórias” -   fábulas;
“Temporada de artes”- de olho na criação de textos. Leitura e interpretação de obras de arte.
“Variações de humor”- analisando textos engraçados.
Recursos Matérias:
(acervo da professora recuperadora)
Atividades fotocopiadas, recortadas e livros didáticos atuais.
Cronograma:
Este projeto tem a duração do ano letivo, de acordo com as necessidades dos alunos, das professoras regentes e recuperadora.
 Avaliação:
Acontecerá durante todo o processo:
- através da observação, participação, interesse e desempenho dos alunos;
- através de anotações (fichas) ;
- através de contatos com professores regentes.

Observação:
Este projeto foi elaborado para atender alunos em recuperação do fundamental II.
Fevereiro de 2006
Professora: Maria Cristina

Algumas dicas:
Vamos escrever?
Aquecimento




Antes de iniciar uma competição os atletas aquecem o corpo fazendo alguns exercícios.
Faça o mesmo.
Coloque suas ideias no "aquecimento" antes de começar a escrever!

Viaje com seus pensamentos...
Leve sua imaginação aos lugares mais fantásticos.
Vale a pena suar um pouco para dominar a arte de falar e escrever!
Falar e redigir bem são habilidades que servem para a vida inteira!

Siga estas orientações:
Pense bastante antes de começar a escrever;
Faça um rascunho de suas ideias;
Examine cada palavra para ver se é possível troca-la por outra mais adequada;
Observe se a grafia das palavras está correta, antes de passar a limpo;
Corte as palavras ou frases que não fazem falta ao período;
Apresente um trabalho limpo e organizado.
Escrever é uma tarefa artesanal que exige esforço e persistência!









Sugestão para "um" aquecimento
Gramática da fantasia
Autor: Rodari
Fantasia e imaginação
Rodari apresenta várias técnicas e exercícios para o desenvolvimento da imaginação e da criatividade, com propostas práticas e simples que podem resultar na produção de narrativas orais ou escritas.

Recursos surpreendentes, apoiados em personagens tradicionais,  ou histórias em quadrinhos,etc. O autor apresenta várias sugestões de atividades  voltadas à imaginação, dando margens para a criatividade de alunos.

Por exemplo:
Chapeuzinho Vermelho no helicóptero:

Inventar uma história partindo das cinco palavras que sugerem a história de chapeuzinho: “menina, bosque, flores, lobo, avó”. A sexta palavra rompe a série: “helicóptero”.
O objetivo é juntar a história tradicional aos (jogo – exercício, e reação dos alunos) novos elementos inesperados.
Os alunos poderão colocar outras palavras e acrescentar  invenções à elas,tendo como base a tradicional história. 
No exemplo do autor: O lobo é surpreendido por um helicóptero no momento em que estava batendo a porta da vovó. Nele estavam policiais, que desceram rapidamente. 
O lobo,sem saber de nada saiu correndo em direção ao caçador.
Salada de fábulas:
Chapeuzinho encontra o Pequeno Polegar e seus irmãos no bosque. 
As aventuras se misturam, escolhendo uma nova estrada,  criando assim novos fatos, dando asas a imaginação.
Fábulas copiadas:
O autor cita o exemplo da tradicional história de João e Maria que se perdem no bosque. 
Uma bruxa os encontra e os recolhe, tencionando assá-los no forno...
Daí vem o exercício: Extraia da trama a expressão: A e B perdem-se no lugar C, são recolhidos por D em um lugar E, onde existe um forno F...
E eis a trama nova:
Dois irmãos foram abandonados na catedral de uma cidade pelo pai, que não sabendo mais o que fazer para alimentá-los, resolveu recorrer à caridade pública. 
As crianças ficaram aturdidas pela cidade. De noite, refugiaram-se num pátio e adormeceram sobre um montão de caixotes vazios. Foram descobertos pelo padeiro que ali saiu apenas para, aproximar-se do forno, recuperar-se do frio...
De acordo com o nível de seus alunos pode-se dificultar mais a trama, através de uma história origem.
Cartas na mesa:
Com gravuras variadas de revistas, você pode fazer leituras coletivas, oral ou escrita. 
 Um aluno começa a história com a primeira gravura, o segundo pega outra gravura juntando a história iniciada pelo primeiro colega. Assim vai seguindo até todos participarem. 
A história consiste em interpretar aquela gravura que foi escolhida, coligando-se com o episódio precedente, formando-se no final um painel ou mural.
Técnica de animação:
Trazer três objetos diferentes, exemplo: garrafa vazia, pá, e panela.
 Convide os alunos a criarem a história ou representar uma cena a partir destes objetos.
 Os objetos apresentarão um suporte mais sólido à imaginação do que palavras, pois podem ser manuseados, manipulados, fornecendo inúmeras sugestões fantásticas.

Mais sobre produção de textos
AQUI
Algumas sugestões para produção de textos
Uma coletânea do blog Criar,recriar,ensinar
AQUI




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sábado, setembro 02, 2017

Rotinas de acolhidas>Painéis de rotina>Sugestões>02/09/2017



Na Educação Infantil se faz necessário a antecipação da rotina aos alunos, que por serem pequenos ainda não têm desenvolvido a noção do tempo e muitas vezes ficam inseguros e agitados por não saberem a sequência do que farão. 
O varal da rotina, que também pode ser utilizado em outros formatos (cartaz, tiras, etc.) vem de encontro a necessidade de organizar e assegurar o que será feito com a criança e ainda favorece outros aprendizados como, a sequência lógica dos fatos, o letramento com o contato da escrita das tarefas e ainda a identidade quando for possível utilizar as fotos dos próprios alunos em atividades. 
Costumamos construir a rotina com eles após a acolhida e assim fazermos os combinados do dia. Desta forma , além do aprendizado que queremos proporcionar, a criança sente-se importante participando deste processo e visualizando-se. 

Caso não seja possível as fotos dos alunos, uma dica é a de encontrar figuras de revistas o mais próximo do real, evitando desenhos lindos e perfeitos , porém esteriotipados e fora da realidade gráfica dos alunos.


A rotina foi preparada com base em atividades que o professor geralmente faz em sala aula.
O detalhamento tem o objetivo de vivenciar uma rotina de assuntos pertinentes à aprendizagem de cada criança, além de revisar diariamente os assuntos trabalhados.
As acolhidas podem ser adaptadas para a realidade de cada escola e de cada turma.


Cliquem aqui para ver em tamanho maior


AQUI



Hora da Roda
Na roda, o professor recebe as crianças, proporcionando sensações como acolhimento, segurança e de pertencer àquele grupo, aos pequenos que vão chegando.
 Para tal, pode utilizar jogos de mímica, músicas e mesmo brincadeiras tradicionais, como “adoleta” e “corre-cotia”,, promovendo um verdadeiro “ritual” de chegada.
 Após a chegada, o educador deve organizar a roda de conversa, onde as crianças podem trocar idéias e falar sobre suas vivências. 
Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um. Através das falas, o professor pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos de interesse destas. 
Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens, como, por exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos (visando apresentá-los às crianças para que, depois, possam brincar sozinhas) e outras. 
Também na roda deverão ser feitas discussões acerca dos projetos que estão sendo trabalhados pela classe, além de se apresentar às crianças as atividades do dia, abrindo, também, um espaço para que elas possam participar do planejamento diário.
 O tempo de duração da roda deve equilibrar as atividades a serem ali desenvolvidas e a capacidade de concentração/interação das crianças neste tipo de atividade.
Mais  AQUI

Semana do acolhimento

Músicas de acolhida


Mais sugestões: Planejamento: AQUI



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segunda-feira, julho 17, 2017

O lugar das coisas>Estímulos poéticos>Rimas>17/07/2017


O livro é uma brincadeira com as palavras. 
Em formato de poesia e deliciosas rimas, você e seu filho vão descobrir onde encontrar até o bicho-papão. 
E a cada página, as ilustrações completam a história e deixam tudo mais engraçado. 
Cada coisa tem seu lugar? 
Isso depende do seu jeito de olhar!
 A partir de 5 anos. 
Dentro da meia tem pé, em cima da cabeça tem chapéu, e dentro do livro... 
O que tem ? 
Nestas páginas, você descobrirá que cada coisa tem o seu lugar. 
Mas, atenção, tudo pode mudar só depende do seu jeito de olhar!


           
                        " DENTRO DO PÃO
                           TEM MIOLO,

                           DENTRO DA TORTA
                           TEM RECHEIO

                           E DENTRO DA CARTEIRA
                           É BOM TER DINHEIRO. "

                        " DENTRO DA MEIA
                           TEM PÉ,

                           DENTRO DA BOCA
                           TEM DENTE

                            E DENTRO DO ÔNIBUS
                            PODE TER MUITA GENTE."

Você sabe,  por acaso, por que motivo o miolo está dentro do pão?
E  por que motivo o recheio está dentro da torta?
Na  verdade, muitas  das  coisas que existem, ninguém  sabe quem as inventou, 
como surgiram ou  porque elas  estão ali naquele lugar. O  que  sabemos é que 
elas estão ali porque estão:  o pé está dentro da meia; o chapéu está em cima 
da cabeça e dentro da cabeça tem cada ideia!
O livro 'O lugar das coisas' de  Silvana Tavano  faz  uma série de constatações 
bem-humoradas a respeito dos lugares das coisas. 
As  cenas, que  são  apresentadas,  nas ilustrações de  Biry  Sarkis,  atiçam a
imaginação dos leitores e provocam a poesia.
O texto com estrutura de poema, faz brincadeiras com a sonoridade das palavras.
Simples e diretos, curtos e fluidos, os versos divertem  e conduzem a uma  leitura
ritmada e que para ficar melhor ainda, deve ser feita em voz alta.
Lendo o livro, o leitor verá confirmada a ideia: 'cada coisa tem seu lugar'. Mas, a
autora adverte: tudo pode mudar. Vai depender do jeito de olhar de cada um

Atividades
Ouvindo: AQUI
Desdobramento Pedagógico
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