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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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sexta-feira, maio 07, 2021

Poesia a gente inventa>As flores que a gente inventa>Poemas contam histórias>Atividades PDF>07/05/2021

 

Fernando Paixão

Poesia a gente inventa reúne versos que trabalham a linguagem figurada, jogos de palavras e palavras com sonoridades parecidas. Os poemas abordam diferentes temas, entre eles o próprio fazer poético, elementos da natureza, o universo da infância e da ludicidade.

Material de apoio: AQUI,  AQUI

Poesia: Numeral: AQUI

O ônibus: AQUI

As meninas e as asas: AQUI

Fernanda L.Almeida

Versos divertidos transmitem um recado ao leitor: a fantasia, o sonho e a criatividade são imprescindíveis para uma vida plena. Outro tema abordado é o relacionamento familiar.

Roteiro de leitura: AQUI ,  AQUI

Atividades com flores: AQUI

Poesia a gente faz num pescar de olhos: Como trabalhar poemas: AQUI

Roda de letrinhas: AQUI

Poesia visual: AQUI

Poetas: AQUI

Produção de poesia: AQUI

Rima ou combina? AQUI  PDF: AQUI

Lili inventa o mundo: AQUI

Atividades PDF: Poemas contam uma história: AQUI



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quinta-feira, maio 06, 2021

Soprinho o segredo do bosque encantado>Atividade literária>Atividade PDF>A gatocleta do Miafino>06/05/2021

 

Fernanda L.Almeida

Quem é bom e quem é mau no reino da natureza? Para descobrir, quatro amigos estão dispostos a ir até mesmo ao centro da Terra se necessário.

Todos os bosques do mundo são encantados. Se você não acredita, é porque ainda não conhece Soprinho. Só ele tem o poder de fazer a gente ver tudo de forma diferente. Basta receber o seu sopro e pronto! Você descobre um mundo habitado por fadas, mágicos, duendes, gênios, todos eles entregues a um trabalho misterioso. E por fim desvenda o grande enigma - afinal quem é bom e quem é mau no reino da natureza? Mas Soprinho ainda deixa outra pergunta no ar - o que é bom e o que é mau em nossa própria vida?

Será que alguém já leu esse livro quando criança?
Essa dica recebi emprestada de uma querida amiga Daniela, que tinha lido esse livro quando criança e dele tinha lindas lembranças.

Esse livro indico para os maiores, a partir de 08 anos.
Apesar de ter tido uma feliz surpresa: minha Maria (com cinco anos) conseguiu acompanhar bem a história. Líamos alguns capítulos por dia e ela ficou tão encantada com a história que em certa altura sentiu medo e quando acabamos precisei ler novamente o primeiro capítulo, ela já estava com saudades!

O livro conta a aventura de quatro primos: Roberto, o Chefe, Luisinho, Terezinha e Helena.
Os quatro um dia conhecem Soprinho, uma fumaça mágica, que tinha esse nome por ter mania de soprar, e quem fosse soprado não sossegava enquanto não saísse para descobrir novidades

E na companhia desse ser mágico, os quatro primos partem para uma aventura em um bosque ali perto da Chácara dos tios, D Mariana e Seu José.

E após atravessarem uma porta mágica eles vão se deparar com um mundo completamente novo, cheio de fadas, mágicos, com a rainha do bosque: a Fada do Bom Tempo, vão conhecer os geniozinhos do Bom Tempo, a fada Fiapo de Gente: a Rainha das Coisas Pequeninas, entre muitos outros personagens mágicos.

Sementinha, Dona Pata e o Patinho, Poeira de Fogo e Pingo de Luz que vão ajudar essa turma a enfrentar uma batalha contra a bruxa Asa Negra em busca do Surumbamba e do Rei do Mau Tempo.  Fonte

Trechos do livro: AQUI

Atividade PDF: As fadas: AQUI e  AQUI

Outra interpretação:

 Prepare-se para conhecer lugares e objetos mágicos em histórias emocionantes. Comece observando a capa do livro ao lado.

 Em seu caderno responda: 

1) Descreva o que você vê nessa cena.

 2) Qual é o título do livro? 

3) A situação representada na capa parece ser um acontecimento mágico? Você viu a capa do livro “Soprinho: o segredo do bosque encantado”. Ele conta a história de quatro crianças (Roberto, Luisinho, Helena e Terezinha) que atravessam uma porta mágica e vão parar em um mundo encantado graças à personagem Soprinho, um menino feito de fumaça. 

Nesse mundo encantado, as crianças conhecem Saltito, uma fada atrapalhada. Para conquistar a amizade dela, Luisinho finge ser mágico e dá a ela um boné dizendo que se trata de um boné mágico que faz voar Saltito conta a Luisinho que, todas as noites, a mãe das fadas as ensina a voar. 

Um dia, as crianças assistem escondidas à aula das fadas. Vamos ler esse trecho da história e saber o que vai acontecer nessa aula. 

A aula das fadas [...] - Vamos começar a aula, minhas filhas – disse a Fada da Fonte. 

As quatro fadinhas fizeram fila, muito interessadas. A amiga de Luisinho ficou em último lugar e logo se viu para quê: era para poder “pintar o sete”. 

Enquanto a mãe dava explicações, ela não prestava atenção nenhuma. Depois de explicar a lição do dia, a Fada da Fonte passou para a parte melhor da aula: - Agora vamos subir naquela árvore e tentar o Voo Pluma – disse ela. - Que bom! Adoro Voo Pluma! – aplaudiram a fadinha. [...] Voo Pluma era desse tipo em que não se batem as asas: fica-se boiando no ar, com as asas abertas. Uma delícia. As fadinhas fizeram tudo na perfeição. Já estavam adiantadíssima em Voo Pluma. Todas, menos Saltito. Ela levantou um voo torto para o lado, virou uma cambalhota e foi cair dentro da lagoa. - Saltito caiu na lagoa! – gritaram as irmãs. A Fada da Fonte foi correndo pesca-la. Tinha ficado presa numas árvores. 


- Agora – disse a Fada da Fonte, quando já estavam todas de novo sobre a árvore 

– vamos praticar o Voo Comum. 

- Ora, mamãe, Voo Comum não tem graça nenhuma! – queixaram-se as filhas.

 – Ensine uma novidade. - Não, todos os dias é preciso praticar um pouco o Voo Comum. É o que vocês vão usar mais. Vamos ver: um, dois, três! As fadas saíram voando o Voo Comum, que é aquele em que se batem as asas, fazendo barulhinho. Saltito, porém, voou o Voo Ladeira, que é ir subindo sempre, para o alto, e só servem para fadas treinadíssimas, que já sabem voar há muitos anos. - Socorro! – gritou ela. – Estou indo embora! [...] A Fada da Fonte, mais que depressa, voou também um Voo Ladeira e agarrou-a lá no alto, quando já ia sumindo das vistas de todos. - Que susto! – gritaram as irmãs, ao mesmo tempo, quando a viram de volta. – porque você não presta atenção à aula, Saltito. Saltito lembrou-se de Luisinho: - E o boné? – pensou ela. – Vou pôr o boné e voar que vai ser uma beleza. Jogou para longe o chapeuzinho de fada e pôs o boné. - Que é isso? – perguntaram as irmãs, muito espantadas.

 - É um presente que ganhei de um mágico, meu amigo – explicou Saltito toda prosa. – Com ele, voarei muito bem. A Fada da Fonte tornou a explicar tudo sobre Voo Pluma e foi, de novo, atirando as filhas. Os meninos estavam com o coração batendo: que iria acontecer a Saltito? Não aconteceu nada. Ela saiu voando bem direitinho, para quem Voo Pluma pela primeira vez. Fez alguns errinhos, mas sem importância. E foi aterrissar no lugar certo, sem mergulhar na lagoa. As irmãs vieram correndo para dar os parabéns. - Foi o boné – explicou Saltito. – Sem boné eu não voo direito. - Não foi o boné não, Saltito – disse uma voz. A surpresa das fadas foi enorme. - Esse boné não faz ninguém voar e eu não sou mágico nada. Era Luisinho que tinha saído do esconderijo. Saltito nem podia acreditar: - Será possível que voei certo por mim mesma? - Claro que sim. Eu só lhe dei o boné para você ver como você é capaz. Luisinho pensava que talvez Saltito não gostasse mais dele quando soubesse que era apenas um menino. Mas aconteceu o contrário. Parece que ela gostou ainda mais. - Sem você, eu nunca teria aprendido a voar! – disse, dando-lhe um abraço apertado. [...] Fernanda Lopes de Almeida. Soprinho: o segredo do bosque encantado. SP. Ática, 2017. 


4) O que as fadas aprendem nessa aula? 

5) Errar fazia parte da aprendizagem das fadas? Justifique sua resposta. 

 6) Luisinho deu algo a Saltito dizendo que se tratava de um objeto mágico. Sobre esse objeto, responda: 

A) Que objeto é esse? 

B) Por que Luisinho deu esse objeto a Saltito? 

C) Esse objeto foi útil para Saltito? Por quê? 

ARTES:  Se você pudesse escolher um tipo de voo para realizar de fada ou de super herói, qual seria? 

Que nome você daria a ele? 

Descreva como seria esse voo e faça uma linda ilustração. Fonte



Miafino é um gato magrelo que não sabe miar direito. Seu miado é desafinado e irrita os moradores da rua. Certo dia, ao ver o show de um gato cantor que encanta a plateia, ousa revelar que sabe fazer algo diferente e mais divertido do que cantar. Os outros gatos riem dele e o excluem. Mas, com o apoio do gato cantor, ele prova que também pode fazer sucesso naquilo em que é bom.
A mensagem da história remete ao respeito e à valorização das diferentes aptidões e habilidades de todos, os talentos naturais de cada um. Dedicando-nos com alegria ao trabalho que gostamos de fazer é que podemos alcançar a realização profissional e pessoal.
Obs.: edição renovada.


Interpretando a gatocleta do Miafino: AQUI

SobreAQUI

Ouvindo a história: AQUI




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terça-feira, agosto 13, 2019

Fantasma equilibrista>Narrativa>Medo>Amizade>O equilibrista>13/08/2019


Tânia Alexandre Martinelli
Narrativa 

 TEMAS: amizade, escola, medo, relacionamento familiar
Ricardo é um garoto de quase oito anos que adora dinossauros e está prestes a mudar de escola. 
Com medo de viver essa nova experiência, começa a sentir estranhas mudanças dentro de si e passa a ser atormentado por um fantasma equilibrista, que se senta bem em cima de sua cabeça, não lhe dando mais sossego. 
No primeiro dia de aula, reluta em ser levado à escola pela mãe, mas acaba cedendo. 
O fantasma, então, cada vez mais pesado, mostra a Ricardo que o medo que sente é ainda maior. 
Na hora do recreio, o garoto diz à professora que não quer sair da sala. 
Nesse momento, entra em cena a menina Sara, colega da carteira ao lado, que vai dar um rumo diferente à história.

Interpretando
Produção textual: AQUI


Fernanda L.Almeida
Neste livro, a vida de um equilibrista está sempre por um fio. Tentando se manter sobre esse fio chamado 'vida', ele vai construindo sua trajetória.
A história: Ouvindo: AQUIAQUI
Aula:O circo e movimentos
Brincando de equilíbrio




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quarta-feira, março 13, 2019

Pinote,o fracote e Janjão, o fortão 2>Estímulos literários>Respeito>Convivência>13/03/2019

Resultado de imagem para pinote o fracote e janjão o fortão atividades
Fernanda Lopes de Almeida
Respeito as diferenças/Tolerância/Aula
Mais atividades
Baralho/Memória
Continua AQUI
Leitura e interpretação
AQUI



Imagem relacionada
Pinote, o fracote e Janjão,o fortão1
Desculpe-me

Mais desta autora





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domingo, julho 23, 2017

A margarida friorenta 2>Música>Artes e afins>Atividades PDF>História com objetos>23/07/2017



Fernanda L. de Almeida

“Existem muitos tipos de frio, e o pior talvez seja aquele que nasce da falta de carinho. Seria esse o que a pequena margarida sentia?”
Além de alfabetizar letras e numerais faz se necessário alfabetizar as emoções, porque a criança é um indivíduo e o indivíduo é um todo.
O livro aborda questões como boa ação, bondade, amizade, carinho, caridade, respeito, afeto, amor às plantas, e a dinâmica da natureza.
Acreditamos que a leitura de “A Margarida Friorenta” possa despertar  na criança as virtudes do amor, da justiça e da caridade, levando-os à compreensão de que as pessoas, afinal, não sobrevivem sem elas. O livro nos mostra a importância da afetividade e ajuda a estimular o reconhecimento de atitudes de amizade, companheirismo e solidariedade, conquistadas através de gestos simples.
Incentivar a prática de leitura de livros de literatura infantil podem ajudar o pequeno leitor a promover percepções e reflexões positivas relacionadas a própria vida, assim como auxilia o desenvolvimento da linguagem oral, através da exposição de ideias sobre a história. Por isso também é importante que os pais demonstrem interesse e conversem sobre o conteúdo do livro com seu filho.
Fonte
História com objetos: AQUIAQUI
Planejamento semanal: AQUIAQUI
Projeto
Leitura e interpretação
Sequência didática
Ouvindo a história: AQUI Varal de histórias: AQUI
Atividades PDF: AQUIAQUI
Cenário: Artes: AQUI


Mais
AQUI
Aula: AQUI
Mais da Margarida no Linguagem

Margarida de copo descartável
Música e mais



Passo a passo
Jogo

Maquete


Vejam tudo AQUI


Ouvindo a história


Mais sugestões para pintar
O trabalho de releitura da obra ficou maravilhoso, embora entendendo que o frio não era ocasionado pela baixa temperatura e sim pela carência afetiva da Margarida, ela foi vestida com casaquinhos e cachecóis. Ficou linda! 

Montando um livro

Resultado de imagem para a margarida friorenta para colorir




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sábado, abril 05, 2014

O rei maluco e a rainha mais ainda> Estímulos literários>Criatividade e percepção> 05/04/14

Uma menina sofre de Dicionário (uma enfermidade cujo sintoma maior é o apego incondicional ao sentido das palavras).
Então, uma formiga  resolve levá-la ao castelo do Rei Maluco para curá-la desta grave doença e, quem sabe, ver um estafilágrio.


O Rei Maluco e a Rainha Mais Ainda - Col. Fernanda Lopes de Almeida
Fernanda Lopes de Almeida


No reino desta história, as pessoas fazem o que dá na telha: o padeiro não fabrica pão há anos porque prefere pintar quadros, uma moça passa a vida ao lado de um poço esperando se encontrar no que sai lá de dentro, uma velhinha vigia a Torre do Sono para que ninguém se atreva a dormir... e todos procuram um estafilágrio, coisa que ninguém sabe o que é. 
Mais malucos ainda são o rei e a rainha: é ele quem serve o povo (até engraxa os sapatos do engraxate!) e só será coroado depois de ter servido bastante, e é ela quem dá aula quando a professora falta. 
Todo mundo ali fala o que tem vontade e acha muito sábios os provérbios do avô do rei, coisas aparentemente sem pé nem cabeça como "quem nunca se afoga muito se arroga" e "uma cauda sem tropeço ou é falsa ou é de gesso".
 É nesse lugar que a menina Heloísa vai parar um dia, guiada por uma formiga falante e questionadora.
 Levando na bagagem todas as referências do seu próprio mundo, Heloísa chega achando tudo aquilo muito errado. 
Os habitantes malucos do reino, por sua vez, acreditam que é Heloísa quem tem problemas - para eles, ela sofre de "dicionário", mal que acomete quem se prende demais ao uso literal e utilitário das palavras. 
Em meio a diálogos sensacionais e situações muito inusitadas, Heloísa vai, aos poucos, descobrindo que cada um tem o seu jeito de ser e que há mais de uma maneira de ver as coisas. 
Enquanto acompanham as aventuras da menina, os leitores compartilham as suas descobertas e, assim como ela, assimilam sem perceber valores essenciais: 
o questionamento do senso-comum e a autoconfiança. 

Este livro pode ser lido de duas maneiras. 
Uma delas, a mais simples, é lê-lo como uma história divertida,cheia de lances engraçados e absurdos.
A outra é procurar os seus sentidos ocultos, o chamado “segundo discurso”.
 O professor encontra, a seguir,um detalhamento de personagens e situações, para auxiliá-lo nessa segunda forma de leitura (que não é absolutamente obrigatória, pois ler para divertir-se é também uma boa opção).
 Uma obra questionadora no meio das maluquices....
Sempre ocupado no desempenho de mil tarefas, o Rei, que não usa coroa, explica a Heloísa que só será coroado no dia em que provar que sabe, realmente, prestar serviços ao povo. Mas isso, longe de incomodá-lo, parece deixá-lo muito satisfeito. 
Uma boa investigação política ,não acham colegas?
Prestação de serviços é questão de cidadania.... Valores.....
Mesmo tratando-se de um "monarca" este rei seria um exemplo....

Vejam outra obra semelhante


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sábado, janeiro 19, 2013

Gato que pulava em sapato > Estímulos felinos e literários >Hora da história> 19/01/13


Gato que pulava em sapato
Fernanda Lopes de Almeida
Editora Àtica

"Mimi era um gatinho muito querido.
 Dormia numa linda cesta.
 Tinha uma coleção de laços coloridos.
Tomava leite num pires cor-de-rosa.(...)
(...) A dona só fazia um pedido:
- Não suba no telhado, Mimi."

A história: AQUI

Gato que pulava em sapato

Vale a pena superproteger quem a gente ama?
A dona do gatinho Mimi descobriu que a maior
 alegria que se pode dar é a liberdade.


Mimi era um gatinho muito querido.
Dormia numa linda cesta.Tinha uma coleção de laços coloridos.
Tomava leite num pires cor-de-rosa.
Tinha até amigos: os filhotes da gata da vizinha.
Que bagunça eles faziam.Mas a dona não ralhava.Achava graça.
A dona só fazia um pedido:
 ___Não suba no telhado, Mimi.
Que pena! Subir no telhado era a coisa que Mimi mais adorava.
 ___Já pensou você num telhado?
Vai desmanchar o seu laço, vai sujar você. Deus me livre o meu gato todo desarrumado!
Mimi gostava de ser um gato elegante.
Então resolvia pular dentro de casa, mesmo.
 ____Vou fingir que esses sapatos são telhados bem altos!
Mas não adiantava.Sapato não é nada parecido com telhado.
Mimi ficava muito zangado: ___Que droga!E depos muito triste:
___Que vida!A dona explicava:
___Subir no telhado é muito perigoso, Mimi.
 ___Por quê?
___Perigos que um gato tão criança não entende.
 Às vezes Mimi não aguentava.
Quando pegava a dona distraída, fugiapara subir no telhado.
Subia muito desajeitado porque não tinha prática.
A dona logo descobria. E gritava, aflita:
___ Volte para casa, Mimi.Mimi voltava, muito sem graça.
A dona resolvia explicar:
___Um dia você cai e quebra a perna, Mimi.
É esse o perigo!Mimi ficava com medo.
 E passava quase dois meses sem fugir.
Mas a saudade do telhado é uma coisa terrível!
Mimi não aguentava e fugia de novo.
Uma tarde, estava chovendo.
O telhado estava todo molhado.
Mimi escorregou e caiu lá de cima:
 ____Socorro!Os vizinhos correram:
Será que Mimi morreu?
A dona acudiu, desesperada:
___Que desgraça!
Como poderei viver sem o meu amado gato?
Mimi não morreu. Só quebrouA perninha. ( Tal e qual como a dona tinha avisado.)
Veio o doutor de bichos.
 ___Ele vai ficar bom, doutor?
 ___Fica. Pode deixar que eu cuido dele.
E cuidou, muito bem.Algumas semanas depois, Mimi estava curado.
Foi uma alegria!
 ____Agora você nunca mais vai subir no telhado.
Não é, querido? Aprendeu a lição?
 ___Aprendi, sim.
Aprendi que não sou um verdadeiro gato. ___
O quê?! ___
Onde já se viu, gato que sobe em em telhado de dois em dois meses
.E , assim mesmo, fugido!
 Foi por isso que eu cai. ___Mimi!
Que ideias são essas?!!
! ___Agora vou subir todos os dias.
Preciso praticar. ___Meu Deus!
E Mimi passou a fazer treinamento de telhado, todas as manhãs.
Os gatinhos da vizinha olhavam, espantados:
 ___Eu queria ter a coragem da Mimi!
No príncipio, Mimi fazia muitos erros.
Mas explicava aos gatinhos :
 ____Gato que não sobe em telhado não é gato.
As coisa que Mimi usava foram guardadas num armário.
Aquilo já não servia para ele.
A dona apertava as mãos, de susto:
 ____Mimi, querido!
Que perigos você está correndo
!Mas Mimi a acalmava:
 ___Pode confiar em mim.Sei o que estpou fazendo.
Com o tempo a dona se habituou.
Começou até gostar. Mimi foi ficando treinadíssimo.
Começou a dar lições de telhado aos gatinhos da vizinha.
Eles eram muito bons alunos!
Aos poucos Mimi foi indo mais longe de casa.
Nessas horas, ele deixava os alunos.
Eles ainda não estavam preparados.
Na volta, contava aos gatinhos:
 ___Vocês não imaginavam quantos telhados existem nesta vida!
A dona estava muito orgulhosa.Já não tinha medo nenhum
.Gostava de ir para janela e mostrar às amigas:
___Aquele é o meu gato.
É um ótimo subidor de telhados.
Pode até chover que ele não cai.

Atividades pedagógicas
1ª ETAPA: Atividade introdutória à recepção do texto
O professor, na véspera da leitura do livro, pede aos alunos que selecionem gravuras ou fotos de animais.
No dia seguinte, chama uma criança de cada vez para apresentar a ilustração selecionada e falar alguma coisa sobre o animal aí representado.
Nesse momento, o professor poderá orientar os alunos, fazendo perguntas como por exemplo: Qual o nome deste animal?
 Como ele é?
 Ele é coberto de penas, de pêlos ou de escamas?
É doméstico ou selvagem?
Qual seu modo de vida, seus hábitos, sua alimentação?
Após essa preparação, o professor diz que trouxe uma narrativa que tem como personagem um animal de estimação. Apresenta, então o livro, lê seu título e escreve-o no quadro.
A partir daí, propõe questões instigadoras para aguçar a curiosidade do aluno, a respeito da história.
· Como será o gato da história?
Terá dono?
Gato pula em sapato?
Por que será que este gato pulava em sapato?
Será que esses pulos incomodavam as pessoas?
O professor registra as respostas no quadro verde e, após a conclusão da leitura, compara o enredo e o desenlace com as pressuposições dos alunos.
2ª ETAPA: Leitura compreensiva e interpretativa do textoO professor faz a leitura de modo claro, pausado e, à medida em que folheia o livro, mostra suas ilustrações.
Para manter a atenção dos alunos, o professor faz perguntas sobre a gravura da página onde se encontra.
Por exemplo, na página 8: por que o gato está triste?
O que você acha que ele deseja para ficar alegre?
Para que as crianças cheguem à conclusão de que o texto valoriza a emancipação, o professor, após a leitura integral do texto, apresenta as seguintes perguntas/propostas:
· Como era a vida de Mimi no início da história?
O professor deve estar preparado para provocar posicionamentos distintos e para receber vários tipos de respostas.
· Como devem ser tratados os bichos de estimação?
· O que você pensa sobre o hábito de se perfumarem animais, de se colocarem roupas e enfeites neles (coleira, pulseiras, laços de fita...
· Analise as ilustrações das páginas 18 e 19:
· O que se observa em relação ao tamanho do gato e da mulher?
· Por que o gato, no início, aparece na parte de baixo da página, perto dos pés da mulher?
· Qual a posição do gato no final da história?
 Aqui, o professor deve mostrar novamente as ilustrações.
Se as crianças não perceberem a significação dada pela espacialidade, ele deve chamar a atenção para a posição do gato sempre “por baixo” no início do texto e, no alto, na ilustração da última página.
A mudança de posição simboliza o crescimento, a liberdade do gato e o tratamento diferenciado que sua dona passa a lhe dar.
· A seguir, o Professor ajuda os alunos a identificarem o posicionamento crítico do texto, através de perguntas:
· No início, o gato só pulava em sapato. O nde costumam ser guardados os sapatos?
· Por que o gato só pulava em sapatos?
· No final, ele pula em telhados. Por que nesse momento ele prefere os telhados?
· Observem a dona do gato na última ilustração. Como ela parece estar? Por quê?
· A dona tinha razão de dizer para o gato que era perigoso subir em telhados? Por quê?
· Afinal, a dona tratava Mimi como um gato que ele era ou como uma criança?
Livro e atividades prontas para imprimir
Atividade:  Pais e filhos :
Após leitura :  Gato que pulava em sapato
 O livro reflete sobre o relacionamento dos pais e filhos, sobre a questão de permitir ou não, que os filhos tomem algumas decisões sozinhos.
Para os pais o objetivo é refletir sobre a complexa tarefa de educar os filhos, já o objetivo dos alunos é compreender que as atitudes dos pais são para protegê-los.
O desenvolvimento ocorreu quando os alunos levaram para casa para ler com os pais o livro.
Gato que pulava em sapato.
 Posteriormente, foi feito um debate e os alunos levaram para casa uma interpretação de texto referente ao livro, outra interpretação sobre eles e uma pra os pais.
Juntamente foi entregue um desenho de um gatinho, um sapato e uma casa.
 Os pais deveriam colocar o gato no sapato ou no telhado de acordo com a sua forma de educar os filhos. O resultado foi exposto em sala e comentado por todos.

Mais atividades: AQUIAQUI
PDF: AQUI



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terça-feira, novembro 13, 2012

A curiosidade premiada>Falando pelos cotovelos>Figuras de linguagem,Estímulos interrogativos e literários>PDF>13/11/12



Fernanda L.Almeida

A criança pergunta sobre tudo, incomodando todo mundo.
Mas logo todos percebem que esse é um bom jeito de descobrir o mundo.

Para trabalhar com as expectativas dos alunos para o novo ano escolar.
Ouvindo: AQUI
Proposta de leitura: AQUI
Livro: AQUI

Assunto: Curiosidade
Toda criança possui um batalhão de ideias na cabeça, está sempre descobrindo as coisas, disse Ruben Alves que "olho de criança parece aqueles radares nos aeroportos... são olhos inquietos, estão olhando para todas as coisas..."
Freire nos orienta a buscar os interesses dos alunos como forma de motivá-los, incentivá-los na participação.
Percebo que as curiosidades que as crianças possuem, quando trabalhadas em aula, podem despertar o interesse da criança, tornando-a mais participativa.
" É o papel do professor cultivar o espírito de curiosidade" (DEWEY, 1953), por isso devemos sempre incentivar a criança a pensar "PORQUÊ?"
Indicamos o livro "A Curiosidade Premiada", para ser trabalhada na hora do conto.
Nele a personagem principal, Gigi, é uma menina que quer saber sobre tudo.
Com base nessa estória, podemos gerar um momento de interação com a turma sobre o tema curiosidade, levando-os a perceber que a curiosidade surge sobre tudo aquilo que inda não descobrimos, conforme afirma Ruben Alves "a curiosidade é isso, uma coceira que dá na cabeça da gente... a gente quer saber".
Algumas atividades que podem ser propostas nos momentos seguintes são:
Um livro de curiosidades da turma: um trabalho em grande grupo, onde os alunos elaborarão perguntas as quais eles não sabem as respostas, mas gostariam de saber.
Será interessante vê-los elaborando e compartilhando questões.
A Caixa dos Curiosos: uma caixa colocada em um local de fácil acesso das crianças, que sempre fica em aula, onde as crianças podem escrever suas dúvidas e depositar ali, onde mais tarde o professor terá acesso.
O importante dessa proposta é o incentivo as perguntas, tornar o aluno mais participativo, e com base nisso, o professor poderá incrementar suas aulas e abordar temas que sejam de interesse dos seus alunos.
Pesquisa: Incentivar a curiosidade também é incentivar a pesquisa, afinal como podemos obter informações que nos ajudem a descobrir coisas novas?




Que menina curiosa era  Glorinha!
Tudo queria saber!
__Por que você está de camiseta azul? - perguntava ao moço que que passava na rua.
__Por que você tem o cabelo cacheado? - perguntava à prima mais velha.
__Por que você é careca? - perguntava ao vovô.
Em casa, quando estavam fazendo a janta, Glorinha perguntava:
__Como é que se faz feijão?
__Glorinha, vai brincar, vai! Estou ocupado agora...
Era o telefone tocar para a menina sair pulando e cutucando quem falava:
__Com quem você está conversando, hein? Com quem? Com quem? - pedia Glorinha.
__Pare de amolar, menina!
Na escola, era a mesma coisa. O professor dizia:
__Podem guardar os cadernos!
E Glorinha pedia:
__POR QUÊ?
A mãe e o pai de Glorinha já não suportavam tantas perguntas.
__Querido! - disse a mãe de Glorinha numa noite - Estou exausta!
__E eu, então, querida! - suspirou o pai de Glorinha nessa mesma noite - Hoje Glorinha me fez passar uma vergonha enorme no mercado. Tudo ela quer saber. Tudo ela pergunta...
__Será que nossa filha tem algum problema?! - assustou-se a mãe.
__Quem poderia nos ajudar? - perguntou o pai.
__Já sei! A Dona Domingas!!!
Dona Domingas era a velhinha mais simpática da rua. Simpática e muito, muito sábia. Quando chegaram lá, Dona Domingas ouviu o problema e sorriu carinhosamente, dizendo:
__Ora, meus amigos, o que Glorinha tem é CURIOSIDADE ACUMULADA...
__E isso é grave, Dona Domingas? - perguntaram os pais.
__Pode se tornar grave se vocês não responderem as perguntas que ela faz.
__E o que pode acontecer?? - perguntaram de novo os pais mais assustados ainda.
__Glorinha pode começar a inchar, inchar, inchar até explodir.
__Nossa!!! - exclamaram os pais.
E, daquele dia em diante, eles passaram a responder a todas as perguntas da menina... que foram muitas. Como as perguntas continuavam a aumentar e os pais de Glorinha continuavam cansados.
__É assim mesmo! - explicou Dona Domingas. - Glorinha precisa gastar toda a curiosidade que acumulou. Depois, ela vai passar a perguntar menos e com mais calma.
E foi assim mesmo. Glorinha foi perguntando menos... mas, em compensação, suas perguntas foram ficando mais difíceis.
__Por que o vento venta?
__Por que o arco-íris é colorido?
__Como é que foi que eu nasci?
Desesperados, foram consultar, novamente, Dona Domingas. Ela abriu aquele seu sorriso carinhoso e explicou com calma:
__Ora, se Glorinha faz perguntas que vocês não sabem responder, comecem a perguntar junto com ela!
__Nós?! - espantou-se a mãe.
__Mas já somos adultos! Gente grande não sai perguntando as coisas. - concluiu o pai.
__Quem foi que disse que gente grande não pergunta? - ralhou Dona Domingas - Eu sou gente grande há muito tempo e continuo fazendo perguntas até hoje. Vão e perguntem junto com a Glorinha!
E foi exatamente isso que eles fizeram. Uma manhã, durante o café, ela cismou de saber:
__Onde terminam as estrelas?
Os pais não sabiam, então levaram a menina até a universidade onde havia um astrônomo que estudava as estrelas. O homem entregou a Glorinha um telescópio!
__Tele o quê?
__Te-les-có-pio, Glorinha! Com ele conseguimos olhar as estrelas que estão muito distantes da Terra. E,sabe, a gente acredita que além dessas estrelas existem outras e outras e mais outras.
__Puxa! Que interessante! - murmurou Glorinha.
Um dia, durante o almoço, a menina cismou de saber:
__Como nascem as árvores?
Os pais não sabiam, então, num domingo, encontraram o jardineiro cuidando da praça da cidade. Ele, gentilmente, respondeu:
__Ora, Glorinha, as árvores nascem das sementes! - e entregou à menina uma sementinha.
- A semente vai pra debaixo da terra, começa a inchar, um broto escapa lá de dentro e vai crescendo, crescendo, criando folhinhas e galhos até que se transforma numa árvore!
__Puxa! Que incrível! - murmurou Glorinha.
Uma tarde, durante o lanche, a menina cismou de saber:
__Para que serve aquela mangueira que o elefante tem na frente do rosto?
Os pais não sabiam, então levaram a filha até o zoológico. O tratador dos bichos, muito paciente, explicou:
__Esta mangueira na frente do rosto do elefante se chama TROM-BA, Glorinha. Ela é o nariz do elefante, serve para ele respirar, coçar a cabeça e tomar banho.
__Puxa! Que demais! - gritou Glorinha.
Os pais, contentes, voltaram à casa de Dona Domingas.
__Estamos tão orgulhosos de Glorinha, Dona Domingas! Ela aprendeu tantas coisas em casa e lá fora que queríamos dar um prêmio a ela.
__Meus filhos, a Glorinha já recebeu o prêmio!
__Já?! - pediram os pais, espantadíssimos!
__Sim, perguntem a ela...
E os pais perguntaram.
__Qual foi o prêmio que você ganhou, Glorinha?
__Papai, mamãe! Eu ganhei o maior prêmio que uma criança pode querer... O prêmio é VIVER NUM MUNDO INTERESSANTE!
__Só?
__E vocês acham pouco!?
Os pais não achavam, tinham perguntado por perguntar, porque toda a família tinha aprendido como é importante ter curiosidade e fazer um montão de perguntas.
E Dona Domingas continuou a receber pais preocupados.
__Para falta de curiosidade de filho, o que eu faço, Dona Domingas?
__Ora, meu filho - dizia Dona Domingas para o pai. - É só plantar bananeira! A curiosidade descerá até a cabeça porque, com certeza, ela mora no dedão do pé.



FALANDO PELOS COTOVELOS
 LÚCIA PIMENTEL GÓES

Alguém já conseguiu cortar as unhas do "pé da mesa"?
E alguém já penteou os cabelos de alguma "cabeça de alho"?
É possível jogar futebol com um "pé de vento"?
Este livro brinca com as expressões de nossa linguagem coloquial, com as nossas "maneiras de dizer" as coisas.
Rui fica muito encafifado quando a avó lhe diz “não vá esfolar o pé da mesa!”, e logo depois avisa que “vem vindo um pé-de-vento”. A mãe, para complicar, ainda acrescenta: “Vá num pé e volte noutro!”. É muito pé para a cabecinha de Rui. Assim não dá pé! Onde estará a cabeça do alho que a mãe mandou buscar? E a
coitada da irmã, que tem que fazer boca de siri? Isso sem falar na cabeça dele que, alguém falou, está nas nuvens. Ai, meu Deus, será que ninguém fala coisa com coisa? E, de confuso, o pequeno passa a assustado, achando que a avó vai espetá-lo e assá-lo na brasa só porque tirou notas baixas. Rui chora, a mãe põe a culpa nos filmes de horror da televisão e explica que ele não pode levar tudo ao pé da letra. Mas a avó se zanga com ele. “Não tem jeito”, se conforma o menino. “Eles têm que falar comigo como se eu fosse do tempo da onça!”
Durante a leitura:
1. Antecipar aos alunos que o texto trará muitas outras expressões como as do título. Orientá-los para que tentem identificálas e que anotem as que não entenderam.
2. Peça para observarem como as ilustrações produzidas no livro e que traduzem o sentido literal das expressões e provérbios, mostrando as confusas interpretações que Rui produz a respeito do que a avó e a mãe falam.
Depois da leitura:
1. Faça, junto com os alunos, um levantamento de todas as ocorrências de expressões populares e provérbios que aparecem no texto, e aproveitem para observar quais foram ilustrados. Solicite que expliquem oralmente o que querem dizer. Assim, você terá oportunidade de esclarecer dúvidas.
2. Proponha que, durante a semana, recolham expressões desse tipo, prestando atenção ao que ouvirem na rua, em casa, nos comerciais de tevê etc.
3. Peça que cada aluno escolha uma das expressões pesquisadas e a ilustre como fez Negreiros para as do livro. Promova depois uma exposição dos trabalhos chamada “Ao pé da letra”.
4. Pé de mesa, céu da boca são catacreses, expressões metafóricas que já caíram em domínio público, isto é, já se transformaram em nome popular para o que designam. Fazer com a classe um levantamento de outras (sugestões: asa da xícara, pé da montanha, boca da noite etc.).
5. Desenvolva com a classe o trabalho com os provérbios, pedindo que procurem outros junto aos familiares ou mesmo em livros que os relacionem, como O livro dos provérbios, ditados populares de Ciça Alves Pinto, da Editora SENAC, São Paulo. Esclareça o seu significado, pois nem todos são fáceis de entender.
6. Brincando de encontrar o par
Aproveitando a estrutura binária dos provérbios, escreva-os em tiras de cartolina e recorte-os separando suas duas partes. Depois, embaralhe as tiras e peça que os alunos encontrem o par.
Exemplos:
Em boca fechada nada tem.
Quem tem pressa espeto de pau.
Quem tudo quer não entra mosca.
Em casa de ferreiro come cru.
Uma outra proposta seria a de simplesmente completar os provérbios que eles já trabalharam. Sugestão:
Quem não tem cão ............................
Filho de peixe ....................................
De grão em grão, ...............................
7. Verificar se eles prestaram atenção que um dos provérbios que aparecem no texto (“Macaco velho não bota a mão em cumbuca”) foi modificado pela avó: “Sou macaca velha e ainda boto a mão em cumbuca!” A mudança provoca, evidentemente, uma alteração de sentido.
 O que a avó quis dizer com aquilo?
8. Jogos de mímica

Organize a classe em grupos. Sorteie um provérbio para cada um.
O grupo deverá apresentá-lo sem usar palavras, apenas recursos teatrais, como mímica ou ruídos. A classe deve adivinhar de que provérbio se trata.

Atividade PDF: AQUIAQUI
Ficha literária: AQUI
História quadrinhos/Onomatopeia: PDF: O prisioneiro: AQUI
Interpretando tirinhas: AQUI
Que confusão: Figura de linguagem: PDF: AQUI


Explorando expressões na literatura infantil
■Aprimorar a linguagem oral através da identificação de expressões que possuem duplo sentido.
■Registrar as expressões do texto que possuem duplo sentido.
■Identificar personagens principais do livro, correlacionando-os às expressões que utilizam.
■Explicar o significado das expressões presentes no livro.
Duração das atividades3 aulas de 50 minutos aproximadamente
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o alunoJá ter tido um contato com expressões metafóricas.
 Um trabalho nesse sentido pode ser visto na aula intitulada:
"Expressões Metafóricas: como trabalhar".
Estratégias e recursos da aula
1ª aula:
a) Conversar com os alunos sobre as expressões que usamos e que podem ter duplo sentido.
Pedir que eles falem algumas expressões de que se lembram.
b) Convidá-los a assistir ao vídeo baseado na história presente no livro "Falando pelos cotovelos" de Lúcia Pimentel Góes, disponível no link:
http://www.youtube.com/watch?v=qjGBHZuHuUA
c) Caso a escola disponha do título, a professora poderá convidar os alunos a fazer uma leitura dialogada do livro, onde cada criança representará uma personagem da história.
Nesse momento, a professora poderá trabalhar o reconhecimento das personagens principais: o menino (Rui), a mãe e a avó.
d) Pedir aos alunos que registrem, numa folha, uma expressão do texto que não sabem o significado. Cada criança lerá a expressão que anotou e, com o auxílio da professora e dos colegas da sala, tentará descobrir o seu significado.
Em seguida, poderá fazer uma ilustração.
Após a apresentação de todos os alunos, a folha poderá ser colocada no mural da sala, com o título: Expressões que aprendemos com o livro "Falando pelos Cotovelos".

2ª aula: a) Recordar a história da aula anterior pedindo aos alunos que recontem oralmente.
b) Escrever no quadro ou distribuir uma folha xerocopiada com as atividades abaixo.
O dicionário poderá ser utilizado.
1) Explique o que significam as expressões:
* Vá num pé e volte noutro.
* Me dá uma mão.
* Traga uma cabeça de alho.
* Rui tem a cabeça nas nuvens.
* Ele é um língua-de-trapo.
* Fala pelos cotovelos.
2) Substitua as palavras grifadas por um sinônimo:
* Não vá esfolar os pés da mesa!
* Vem vindo um pé-de-vento.
* Vovó ralhou comigo.
* Rui começou a resmungar.
c) Quando todos tiverem feito a atividade, a professora fará a correção oralmente, pedindo aos alunos que expressem suas respostas.

3ª aula: a) Propor aos alunos que escolham uma das expressões do livro.
Essa expressão será o título de um texto narrativo que irão escrever em duplas.
EXEMPLO:
Pedir que os alunos pensem:
■Onde e quando acontecerá a história?
■Quem serão os personagens?
■Qual o problema a ser enfrentado pelo personagem principal?
■Como se resolverá o problema?
b) Após a produção de texto, a professora fará a correção e poderá propor que os alunos digitem suas histórias corrigidas no computador, ilustrem e confeccionem um livro da turma com as expressões de duplo sentido.
(Caso a escola não possua computadores, a produção poderá ser refeita pelos alunos, ou seja, cada membro da dupla fará a cópia de um parágrafo.)
Recursos Complementares Significado de palavras com duplo sentido, assim como diversos exemplos podem ser acessados a partir do link:
http://www.colegioweb.com.br/portugues/metafora
Avaliação: Verificar se os alunos entenderam a história, bem como as expressões contidas a partir de sua participação oral.
Verificar se os alunos foram capazes de expressar o significado das expressões oralmente e por escrito.
Observar se os alunos foram capazes de identificar as personagens da história, bem como se foram capazes de identificar a quem pertencia as falas contidas no livro, fazendo a dramatização da história.
Avaliar a clareza do texto produzido, se o título (a expressão escolhida) teve relação com o texto produzido.
Observar se conseguiram trabalhar em dupla, interagindo e participando ativamente da atividade proposta.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23207

Atividades  para imprimir: Ficha literária AQUI





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