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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, julho 26, 2026

Meu dia de sorte>PNLD Literário>Astúcia/Inteligência/Resolução de conflitos>Contos de esperteza> 26/07/2026

 
Keiko Kasza

Uma história divertida e surpreendente que derruba estereótipos e faz as crianças enxergarem os desafios por novas perspectivas.

Será que a raposa é tão esperta e sortuda quanto pensa?

Quando um porquinho apetitoso bate à porta do Sr. Raposo, ele mal consegue acreditar. Não é sempre que o jantar aparece assim, por livre e espontânea vontade, na sua casa. Só pode ser o seu dia de sorte! Ou será que não?

Sugestões de Atividades

  • Roda de Conversa e Previsão: Pergunte às crianças quem elas acham que teve mais sorte no final: a raposa ou o porquinho?
  • Faz de Conta / Teatro: Use aventais ou máscaras simples para encenar os momentos em que o porquinho convence a raposa a dar banho, comida e massagem.
  • Ilustração e Escrita: Peça para desenharem a parte favorita da história ou criarem um final diferente para o encontro dos dois animais. Fonte Google

Ouvindo: AQUI

Livro: AQUI
Dicas para contar histórias: AQUI

O ratinho, o morango vermelho e o grande urso esfomeado: AQUI

O coelho, o escuro e a lata de biscoitos: AQUI

O sapo com medo d´'agua: AQUI

A sopa de pedra: AQUI

O convidado da raposela: AQUI

Artimanha/Esperteza: AQUI

Gênero contos de esperteza: AQUI

Gênero conto popular: AQUI

Contos de esperteza: AQUI

Só um minutinho: AQUI




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terça-feira, setembro 23, 2025

O galo, o gato e o rato> Estímulos fabulosos>As aparências enganam>Atividade literária> 23/09/2025

 
Mirella Spinelli/La Fontaine

Adaptação da fábula de La Fontaine, história de um ratinho que sai para passear pelas redondezas, pela primeira vez sozinho. 
Apreciando a paisagem, ele vê dois animais totalmente diferentes entre si: um, colorido e barulhento, espaçoso, de voz irritante; o outro, quieto, manso, de olhar doce e meigo
Com medo do primeiro, o ratinho se aproxima do segundo para conversar, no que é interrompido pelo grito apavorado da mãe:
- Preste atenção! O animal meigo é um GATO! É um bicho que odeia a gente!
Com essa experiência, o ratinho aprende que as aparências, muitas vezes, enganam.
Com frases curtas e simples e ilustrações grandes, de cores chapadas e traço bem marcado, esse livro vai atrair e encantar o leitor iniciante, mostrando a importância da informação e do cuidado na avaliação das pessoas e das situações.

"O rato o gato e o galo" refere-se a uma fábula, presente em diversas versões, que conta a história de um ratinho que sai de sua toca pela primeira vez e encontra um gato e um galo, ficando confuso sobre quem é o animal perigoso. A mãe rata então lhe ensina que as aparências enganam, revelando que o ameaçador galo é inofensivo, enquanto o belo e manso gato é, na verdade, o predador.  

O enredo da fábula:
  1. A curiosidade do ratinho: 
    Um ratinho sai do seu lar pela primeira vez, querendo conhecer o mundo e os animais. 
  2. O encontro: 
    Ele encontra um gato, com um pelo macio e um ar bondoso, e um galo barulhento com um olhar feroz e crista vermelha. 
  3. A identificação incorreta: 
    O ratinho acha o gato amigável e o galo assustador, querendo aproximar-se do primeiro. 
  4. A explicação da mãe: 
    A mãe rata intervém, corrigindo o filho e explicando que o gato é, na verdade, o predador perigoso, enquanto o galo, apesar da sua estranheza, nunca lhes fez mal. 
  5. A lição moral: 
    O ratinho aprende que não se deve julgar os outros pelas aparências, pois elas são enganadoras. 
  6. O que este conto ensina:
Que as aparências enganam: 
A lição principal é que a primeira impressão pode ser enganosa e que é necessário conhecer alguém para realmente entender o seu caráter. 
A importância de ouvir os conselhos dos pais: 
A fábula também ressalta a importância de seguir os conselhos dos mais velhos e de ter um bom diálogo em família. 
Um exemplo de fábula: 
Por apresentar animais como personagens e transmitir uma lição moral, "O Rato, o Gato e o Galo" é classificado como uma fábula.  Fonte: Google
Ouvindo: AQUI, AQUI
Toquinho conta: AQUI
Várias fábulas para imprimir: AQUI
Lendo e interpretando: AQUI, AQUI
No Linguagem esta fábula: AQUI
A pomba e a formiga: AQUI
Provérbios: AQUI
Artimanha/Esperteza: AQUI
Mirella Spinelli: AQUI




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domingo, setembro 26, 2021

A árvore que dava dinheiro>Conto>Artimanha>Ed.Financeira>26/09/2021

 

Domingos Pellegrini

Os habitantes de Felicidade viviam com tranquilidade até o momento em que um velho avarento deixa uma herança inesperada: uma árvore que dá dinheiro. De euforia a decepção, essa história aborda os princípios abstratos que regem nossa economia e seu impacto no cotidiano de uma sociedade.

Proposta de trabalho: AQUI    AQUI

Ouvindo sobre a história: AQUI, AQUI

Nesse conto, você irá conhecer uma das artimanhas de Pedro Malasarte. Seria possível uma árvore dá dinheiro?/PDF: Página 12: AQUI


Vendo-se apertado com a falta de dinheiro e não querendo ter arenga com o dono da pensão, Malasarte saiu, naquela manhã, bem cedo, para ganhar a vida. Arranjou com o vendedor de mel de jataí um bocado de cera; trocou na mercearia de Seu Joaquim a única nota de dinheiro que lhe sobrara, por algumas de moedas de vintém e caiu na estrada. Caminhou por obra de uma légua ou mais, quando avistou uma árvore na beira da estrada. Chegando ao pé da árvore, parou e pôs-se a pregar os vinténs à folhagem com a cera que arranjara. 
Não demorou muito, deu de aparecer na estrada um boiadeiro que vinha tocando uns boizinhos para vender na vila. E como já ia levantando um solão esparramado, a cera ia derretendo e fazendo cair às moedas. Malasarte, fazendo festas, as apanhava. O boiadeiro acercou-se curioso, perguntou-lhe o que fazia, e Malasarte explicou:
— Esta árvore é deveras encantada, patrão. As suas frutas são moedas legítimas. Estou colhendo todas, porque vou me bandear pra outra terra e tô pensando em levar a árvore, apesar de todo o trabalho que vai me dar.
— Não me diga isto, sô!
— É o que eu lhe digo, patrão!
— Diacho! Se lhe vai dar tanto trabalho...
E o boiadeiro propôs comprar a árvore encantada. Malasarte, depois de muitas negaças, fechou negócio trocando a árvore pelos boizinhos; em seguida, bateu pé na estrada, vendendo-os na vila por um bom preço.

O boiadeiro mandou alguns de seus peões retirarem, com todo o cuidado, a árvore encantada e a replantou no pomar do seu sítio. Daqueles anos até hoje, está esperando ela dar moedas de vinténs. Fonte

Atividades PDF: AQUI

Livro: PDF: AQUI

Interpretação: AQUI, AQUI

Projeto do porquinho ao leão: PDF:  AQUI

Teatro com esta prosa: AQUI

Eu tropeço e não desisto: AQUI

Uma árvore de dinheiro?: AQUI



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segunda-feira, outubro 28, 2019

Malandragens de um urubu>O urubu vaidoso>Urubu não come chuchu>Fábula/O sabiá e o urubu>28/10/2019


Sylvia Orthof
MALANDRAGENS DE UM URUBU conta a história de um urubu espertalhão. Em mais uma de suas trapaças, o urubu prende uma pomba-rolinha numa gaiola e pretende ganhar um bom dinheiro ao vendê-la. Mas o que para o urubu parecia uma jogada de mestre acaba por se transformar numa lição de liberdade.

MALANDRAGENS DE UM URUBU narrada e musicada na maravilhosa Coleção TABA para crianças. Histórias lindas para cantar, dormir, sonhar... Conteúdo exclusivamente brasileiro e educativo que contou com a colaboração de autores como Maria Clara Machado e com músicas interpretadas e escritas por músicos como Chico Buarque de Hollanda, Caetano Veloso, Gilberto Gil entre outros. Visite o canal GoodBrainstorms e encontre muito mais dessa coleção de vinis que marcou época e deixou saudade.

Você sabia?
Muita gente acha o urubu um bicho detestável. É verdade que ele come carniça, adora lixo e é meio sinistro. Mas também é ecologicamente correto, voa como ninguém e possui admiradores no Brasil, no mundo e até na Internet. O que você não imaginava é que ele fosse parente da cegonha e da garça. Cientistas americanos descobriram que o troncho urubu é o patinho feio de uma família elegantésima. Continua:  AQUI

Como trabalhar com contos de artimanhas
O papel ecológico do urubu
Ciência do cotidiano
A festa no céu+ atividades
+ Festa no céu
AQUI
U de unha e urubu...


Essa atividade educativa, para crianças da Educação Infantil, da vogal “U” objetiva iniciar as crianças no processo de letramento e alfabetização e prepará-las para reconhecimento das letras e posteriormente para leitura e escrita. Esta atividade possibilita que as crianças aprendam de maneira lúdica a reconhecer a vogal “U”, desenvolver habilidades de coordenação motora fina e expressão artística com a pintura dos desenhos. Por ser uma atividade lúdica, pode ser utilizado por pais e/ou educadores (as), em casa ou na escola, para garantir uma aprendizagem mais estimulante para as crianças.  AQUI

O urubu vaidoso e interpretação
AQUI
Urubu para colorir
AQUI
Bichonário desenho de urubu






Fonte

O Urubu/Ferreira Gular

– Doutor Urubu,

a coisa está preta!
A falta de chuva
matou a colheita
– queixou-se a Raposa. –
A fome é geral.
Até já me sinto mal!
E o Urubu, muito prosa,
mal disfarçando a cobiça:
– Tudo no mundo depende
do nosso ponto de vista…
Não acha, amiga ardilosa?
Para quem come carniça,
a coisa agora está branca,
ou melhor, está cor-de-rosa

Aula/imagens de animais na poesia
AQUI
Aula/que bicho é esse?
AQUI



Alessandra Roscoe

A Coleção Bicho Não apresenta as cinco vogais do alfabeto em textos sonoros e engraçados, além de ilustrações coloridas e cheias de detalhes que encantam as crianças, ideais para a leitores iniciantes e também para a leitura em família. O urubu é meio enjoado para comer e é diferente de outros animais: urubu não pula como o canguru nem rasteja como a surucucu. Mas onde será que ele quer fazer seu ninho? Conheça ainda, na mesma coleção, a minhoca que não come pipoca, o jacaré que não tem chulé, o jabuti que não lê gibi e o mico que não usa penico. Um livro para: • explorar as vogais com rimas; • divertir-se com as cores, formas e surpresas das ilustrações; • desenvolver as habilidades de leitura.

Minhoca não quer pipoca( desta coleção acima)
Denise Martins/Cíntia Amorin
O livro "O voo do Xico", das autoras Denise Martins e Cíntia Amorin, foi adotado em diversas escolas da região metropolitana de Belo Horizonte, como Escola da Serra, Sesi Barreiro, Sesi Vale do Jatobá e Colégio Batista. A obra, que conta a história do bondoso Urubu Xico (Xico com xis mesmo), é mais um dos livros da Uni Duni Editora que inserem à consciência das crianças a necessidade de se preservar e cuidar do meio ambiente.
O urubu Xico sai do conforto de seu lar e vai espalhar suas ideias para fazer a diferença no mundo. Xico utiliza todo seu talento como músico e poeta para cativar as pessoas e os animais, priorizando a mudança de hábito e atitude em relação à natureza, independente de etnia ou cor. Com muita persistência, o urubu coloca mais uma gotinha no mar de bons exemplos para a preservação do meio ambiente.


Fábula: O sabiá e o urubu( inveja)
Interpretação
AQUI
AQUI



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quinta-feira, agosto 15, 2019

A sopa de pedra>Gênero conto popular>Pedro Malasartes e sua esperteza>Várias intervenções>15/08/2019


A sopa de pedra
Bia Bedran

Em uma cidade muito distante, as crianças não queriam mais comer legumes e verduras de jeito nenhum.

Mas Pedro Malazartes, famoso pela sua esperteza, apronta mais uma das suas e consegue que todas as crianças tomem uma sopa deliciosa... A Sopa de Pedra!
Atividades sugeridas pela editora Lê
Falar sobre Pedro Malazartes e suas histórias astuciosas e engraçadas.
Perguntar: que gosto tem uma sopa só de pedra?
Fazer analogia verbal: relacionando cores e formas aos alimentos.
Preparar saladas de legumes e de frutas, em sala de aula.
Montar um mural classificando os alimentos verduras, legumes, frutas, cereais, alimentos salgados e doces, frios e quentes.
Brincadeira de mímica.
Produção de texto: Coletânea de receitas com verduras e legumes; Um cozinheiro muito esperto!

Incentivando a boa alimentação

O Pedro Malasarte faz parte do nosso folclore. Caipira esperto, estava sempre aprontando alguma arte para pegar os outros. Mas tem um episódio em que o nosso herói desempenha o papel educativo.
Noitinha, num acampamento de tropeiros, Pedro Malasarte faz uma fogueirinha e coloca encima uma panela de ferro com água e uma pedra dentro. Ao primeiro tropeiro que se achegou, curioso com a culinária, Malasarte fez um comentário afirmando que aquela sopa de pedra ficaria bem melhor se alguém pusesse uma verdurinha. O tropeiro topou contribuir e lá foi a verdurinha pra dentro da panela.

A cada um que chegava, interrogativo, uma nova sugestão de ingrediente e uma nova contribuição – uma carninha, um pedaço de lombo, uma batatinha. Até que foi possível fazer uma bela e suculenta sopa, que fartou a todos aquela noite.

A moral da história não é a esperteza do Malasarte, mas a sua capacidade de aglutinar interesses e fazer com que cada um desse a sua contribuição, que afinal beneficiou todo mundo.


As aventuras de Pedro Malazartes: "A Sopa de Pedra"

Adaptação de texto de Bia Bedran




Ela canta e conta o causo....



Uma vez, Pedro Malazartes, mineiro sanfoneiro, caipira famoso pela sua esperteza, foi chamado para resolver um caso interessante: as crianças de um pé de serra, lugar muito bonito e cheio de hortas e pomares bem cuidados, não queriam comer legumes e verduras de jeito nenhum. Seus pais resolveram pedir para Pedro Malazartes inventar um jeito de elas comerem. E Pedro, com seu jeito manso de Jeca, lá se foi. Reuniu a criançada e pitando seu cigarro de palha, perguntou:

- E aí, meninada! Vamos tomar uma sopa?
As crianças viraram a cara, de má vontade, mas perguntaram de que era a sopa.
- Sopa de Pedra! Minha maravilhosa Sopa de Pedra. Vem gente do mundo inteiro provar...
As crianças ficaram com os olhinhos brilhando de curiosidade. E Pedro continuou:
- Mas para tomar a Sopa de Pedra, prá ela ter maior sabor, vocês têm que ajudar a fazer.
Vamos dividir a turma de vocês em três grupos. O primeiro vai buscar a água do rio e colocar aqui, no meu tacho. Mas tem que ser a água limpinha, lá mesmo da nascente. O segundo grupo vai catar as pedras no rio, mas só podem ser redondas. Oval, triangular ou quadrada não servem. E o terceiro grupo vai pegar legume e verdura da horta... 
Lá se foram as crianças, cantando pelo caminho ao executar as suas tarefas:
Minha sopa de pedra


tem melhor sabor...

Boto legume da horta,

só pra dar cor...

Verdura fresquinha,


um bocadinho só...


Boto água do rio,

prá ficar melhor.

E assim, Pedro foi comandando aquela difícil tarefa...
Quando uma criança trazia uma pedra que não era redonda, redondinha mesmo, Pedro mandava voltar. E nisso, o tempo ia passando. As crianças com uma fome!... Iam e voltavam várias vezes da nascente para encher as cumbuquinhas de água limpa e jogar no tacho de Pedro. E os legumes cozinhando, misturando as cores... 
E Pedro mexendo e cantando... E as pedras fazendo barulho no fundo. E o cheirinho estava danado de bom... Não é que a Sopa de Pedra cheirava bem?
Quando ficou pronta, as crianças tomaram sofregamente a sopa e adoraram! Um menino, mais esperto, que até parecia filho do Pedro Malazartes, perguntou:
- Pedro, e as pedras?
- Uai, menino! As pedras são pesadas. Ficam no fundo, só para dar gostinho..


++Sugestões para contar a história do esperto Malasarte
Quintal da cultura
Varal de histórias
Conto de casa


A história + interpretação+ produção textual
Conto de artimanha/Roteiro
Aulas:
A sopa de pedras
Receita culinária e  a sopa de pedra
Continua:  AQUI

Gênero conto popular
Informações sobre o gênero: Contos Populares são narrativas baseadas em relatos orais. Passadas “boca a boca”, de geração em geração, muitas vezes são compiladas por escritores, autores, estudiosos do folclore da região em que a história se origina. Com o tempo ou de acordo com quem os conta ou escreve, sofrem modificações. Aula: AQUI

O caldo de pedra

Cordel
AQUI


AQUI

Malasarte(s) ou Malazartes?
Eis a questão: Seria o "s" com som de z....
Alguns autores escrevem com z, ok
Segundo a regra ortográfica está correto,
pois trata-se de nome próprio.




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quinta-feira, agosto 01, 2019

Alonça e Juca Brito>Conto popular>Apólogo>01/08/2019



Lilian Cypriano
Tema: Conflitos/ Problemas Cotidianos; Ecologia/ Meio Ambiente; Maravilhoso Fabular/ Fábulas/ Apólogos; Relações Sociais/ Comportamento
Alonça e Juca Brito, sem saberem, constroem juntos uma casa em uma clareira, no meio de um pequeno bosque. Surpresas acontecem. Essa história popular é recontada de uma forma divertida, mas leva muito a sério os problemas sociais de hoje.

Atividades
  • Debater: os problemas sociais descritos no livro.
  • Relembrar o conto folclórico: "O Bode e a Onça", observando os pontos em comum com Alonça e Juca Brito.
  • Discutir: casa na cidade x casa no campo: vantagens e desvantagens.
  • Produção de texto: criar um final interessante para este livro, que seja bem diferente daqueles propostos pela autora nas p. 28 e 29.
  • Comentar as alusões: Tigrão da Esso e Bye-Bye Brasil! (Filme de Cacá Diegues), ambas na p.7. Fonte
A onça e o bode
Apólogos

Lilian Sypriano: AQUI




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sábado, julho 27, 2019

Que eu vou para Angola e outras histórias>Malaquias o macaco cismado>Contos acumulativos>27/07/2019

... Que Eu Vou Pra Angola...

Ruth Rocha
Nesta série, Ruth Rocha faz um cuidadoso trabalho de recontos de histórias de origem popular, do Brasil e de outras partes do mundo. São "causos" muito bem escolhidos, com narrativas que conservam o frescor das histórias originais com uma pitada de criatividade e diversão. Macacos nos mordam! 
Neste livro temos três histórias muito engraçadas que têm no macaco seu personagem principal: "...Que eu vou pra Angola...", "A macaca que perdeu a banana" e "O macaco e a boneca de piche". Com muita confusão, estas são uma macacada só!
Proposta de trabalho
O macaco do rabo cortado
O grande rabanete
A velhinha maluquete
Zuleika de A. Prado

Esta obra reúne seis contos que buscam favorecer a alfabetização e desafiar a memória infantil.

Além disso, os contos acumulativos podem apresentar uma acumulação ao avesso, ao contrário, na medida em que ações, eventos e personagens vão sendo retirados de cena, um a um, até o final, diferente da história, já citada, “A Velhinha Maluquete”, em que os personagens vão sendo acrescentados um a um. É o caso do conto “Uma viagem desastrada”, presente no livro de mesmo nome, de Zuleika Prado, em que os animais vão, de um a um, saíndo da carroça em que estavam amontoados. Seguindo essa mesma ideia de conto cumulativo ao contrário (repetitivo e encadeado) entram os Tangolomangos (do qual falaremos em outro post). Nesses casos, há repetição de enunciados e situações, sem acumulação de enunciados, mas o encadeamento e a sucessão enumerativa, na ordem decrescente, garantem o caráter cumulativo das narrativas.

Os contos de repetição e os acumulativos estão presentes nas narrativas da tradição oral de várias culturas. Na origem, os contos acumulativos, cumulativos ou enumerativos, também conhecidos como contos de encadear, lengalengas, giros ou parlendas longas, pertencem à classificação dos contos populares, de tradição oral, mas sua estrutura aparece hoje em muitas obras de literatura infantil e em outros gêneros que não contos.



E por falar em música, dica fantástica é o conto acumulativo "Malaquias, o macaco cismado",  outra versão do macaco que perde alguma coisa - nesse caso, um docinho.

Os contos acumulativos são muito comuns nas Américas e em Portugal, mas aparecem no folclore de diversas partes do mundo. 
 Veja nota de cascudo sobre contos acumulativos em outros países, aqui. 
Muitos contos desse gênero e em versões diversas já foram recolhidos no Brasil por diversos autores, em muitos casos de origem portuguesa ou espanhola, com acréscimos locais.

Há versões diferentes do conto sobre o macaco que perdeu o rabo, uma delas semelhante à “História da Coca” e outra semelhante a outros contos, como “A História da Pimenta” e o conto da galinha que subiu ao céu, referido abaixo. Veja essa versão do “Macaco e o rabo”: 
Continua:AQUI




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segunda-feira, janeiro 06, 2014

O ratinho, o morango vermelho e o grande urso esfomeado>Atividade literária >06/01/14


O Ratinho, O Morango Vermelho Maduro EO Grande Urso
Dom e Audrey Wood

Objetivo: Mostrar a astucia e persuasão inteligentes.
Esta é uma divertida fábula sobre a esperteza dos pequenos contra a força dos gigantes. 
O ratinho que protagoniza as cenas tenta esconder um morango maduro de um grande urso que, aliás, não aparece na história. 
Um interlocutor oculto, mais esperto ainda que o rato (e com o qual a criança se identifica), é quem vai narrando a história, ao mesmo tempo que convence o ratinho a dividir o morango com ele. 
 Propostas de atividades: 
 1. Inventar outro fim para a história
 2. Promover um debate, de forma que as crianças completem as frases: 
- Quando eu pego um morango... 
- Quando eu tenho medo... 
- Quando eu desço uma escada... 
- Quando eu estou com fome... 
- Quando eu estou disfarçado... 
 3. Responder por que o narrador é o mais esperto da história. 
 4. Trabalhar em matemática a noção de inteiro e metade. 
 5. Sugerir que as crianças desenhem ou montem uma redação com a frase: “Como é este urso grande e esfomeado?”. 
 6. Sugerir às crianças que confeccionem um disfarce usando os diferentes materiais da sala de aula.


Os personagens desse livro são o narrador que fica conversando com o ratinho enquanto ficamos sabendo da história do tal morango vermelho maduro e do grande urso esfomeado. 
O ratinho achou um morango vermelho maduro, ele quer o morango pra ele, mas ele não sabia que tinha o grande urso esfomeado atrás de qualquer morango vermelho maduro, o narrador explica pra ele que não importa o que o ratinho faça o urso vai sentir o cheiro do morango vermelho maduro. 
Mas aí o narrador dá uma idéea ao ratinho, a única idéia capaz de fazer com que o grande urso esfomeado não coma o morango vermelho maduro! 
E o grande final eu não vou contar!
 Mas é isso, a história é fofa, o narrador esperto, e as ilustrações muito bonitas!! Lógico que recomendo a leitura para crianças, eu já leio para minha baby, nada de perder tempo, temos que aumentar o número de leitores nesse Brasil! 
Atividade de matemática : AQUI

Envelope e tabela atividade O Ratinho,o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado

Vejam o passo a passo AQUI

Projeto: AQUI

Sequência Didática: AQUI
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI

Vejam aqui um plano de aula com fotos e detalhes:AQUI
Descrição detalhada das ilustrações:AQUI
Aprendendo a dividir o morango
Sugestões de atividades: AQUI, AQUI
PDF: AQUI, AQUI, AQUI
Releitura
AQUI
Ideias para sala de aula:
1. Solicitar às crianças que desenhem o grande urso esfomeado (que não aparece na história);
2. Plantar moranguinho na sala de aula (é possível comprar pés em feiras de agricultura) - observar a época!
3. Pesquisar sobre a vida dos ratos - descontruindo a ideia de um animal sujo, pois ele nem sempre foi 'parasita'.





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