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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, abril 29, 2025

Puxa! Puxa!> Contos de fadas brincantes>Cabo de guerra> 29/04/2025

 
Leo Cunha/Tino Freitas

Puxe a corda para um lado, puxe a corda para o outro, escolha seu time e sua fantasia para participar desta brincadeira que veio diretamente do mundo dos contos de fada.

Dois times brincam de cabo de guerra. Para entrar neste jogo e conhecer todos os competidores, você terá de decifrar adivinhas rimadas que irão revelar, a cada “puxada” de página, que sempre há espaço para todo mundo se divertir: tanto a bruxa, o dragão, o lobo mau e a rainha má, quanto a Bela Adormecida, a Rapunzel, a Chapeuzinho Vermelho e a Pequena Sereia. 
Aqui tem espaço para os personagens do mundo da fantasia e tem também fantasia para os personagens do mundo real. É só escolher a sua!
Este livro abre e fecha como uma sanfona. De uma página para outra, as crianças tornam-se personagens dos contos de fada e dão o seu melhor pela competição. Mas, para vencer, eles vão precisar da sua ajuda.
Os autores premiados Leo Cunha, Tino Freitas e Weberson Santiago criaram um livro que é um jogo, que é uma festa, que é de adivinhas, que é sanfonado, que é tudo isso junto para você ler e brincar de imaginar até se cansar.
Ouvindo: AQUI
Sobre a obra: AQUI
Sugestão: Para introduzir essa novidade de forma fantasiosa, um dia especial foi planejado. As crianças vestiram suas fantasias e participaram de uma divertida competição de cabo de guerra, exatamente como acontece no início do livro! Foi o começo perfeito para mergulhar no universo dos contos de fadas.
Na etapa seguinte do projeto, uma atividade de aproximação trouxe ainda mais emoção: uma caixa misteriosa foi pendurada no teto da sala de aula. Continua: AQUI
Cantando cabo de guerra: AQUI
Bruxa bruxa venha a minha festa: AQUI
Brincando de cabo de guerra: AQUI, AQUI
Competição: AQUI
Curiosidades e mais sobre cabo de guerra: AQUI
Cabo de guerra: AQUI
Leo Cunha: AQUI
Tino Freitas: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Corda: AQUI



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quarta-feira, junho 19, 2024

O conto das duas torres>Competição>Convivência> 19/06/2024

 

Alessandra de Paula/Graham Meaden
De repente, a cerejeira do vizinho, já bem crescida, começou a bloquear os raios de sol que chegavam à janela. 
Foi esse o ponto de partida para uma interminável competição entre o Senhor Ouriço e o Senhor Rato que, na disputa pelos preciosos raios solares, passaram a construir torres cada vez mais altas na Floresta de Retalhos. 
A torre do Senhor Rato está mais alta? Lá vai o Senhor Ouriço aumentar a sua própria torre. 
Mas até onde essa disputa irá chegar? 
Com um enorme susto, o Senhor Ouriço e o Senhor Rato finalmente descobrirão que ter uma base sólida é mais importante do que o tamanho da torre.
O conto das duas torres
Ouvindo: AQUI, AQUI
Sobre a obra: AQUI

Ouvindo A história das longas colheres
A história das Longas Colheres traz uma importante reflexão sobre a vida no coletivo. Às vezes achamos difícil nos relacionar, e ficamos tentando descobrir o motivo disso nos outros. A história convida a pensar nos motivos de dentro da gente.
Porque será que às vezes é difícil compartilhar? O que acreditamos que acontece se compartilharmos? AQUI

A ponte: 
A Ponte é uma história sobre quatro personagens tentando atravessar uma ponte, mas terminando como obstáculos para o outro no processo. A máxima por trás desta história gira em torno de como muitas vezes há divergências ou caminhos concorrentes na vida, e os possíveis resultados de orgulho, obstinação e compromisso .AQUI
No Linguagem: AQUI
Convivência/respeito: AQUI
Cooperação: AQUI
Competição: AQUI



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segunda-feira, maio 27, 2024

Ganhar ou perder?>Educação socioemocional>Competições>Ludicidade>Olimpíadas da bicharada>27/05/2024

 



"As Olimpíadas são o maior evento esportivo do mundo, no qual países dos cinco continentes se reúnem para competir em diversas modalidades. Acontecem a cada quatro anos e são divididos entre as edições de verão e de inverno. Atletas com deficiência disputam as chamadas Paralimpíadas.
A promoção da paz, a integração e a união entre os países compõem o objetivo principal dos Jogos Olímpicos. De acordo com o Estatuto Olímpico, a intenção é garantir o desenvolvimento harmonioso da humanidade por meio da prática esportiva. " Fonte

As Olimpíadas 2024 serão realizadas em Paris, na França, entre os dias 26 de julho e 11 de agosto de 2024. Nesse período, acontecerão 319 eventos de 28 esportes diferentes — porém, a programação está sujeita às mudanças de acordo com a aprovação do Comitê Olímpico Internacional.

Olimpíadas 2024: Um salto para o desenvolvimento socioemocional
O ano olímpico de 2024 não se limita às competições esportivas; ele é uma explosão de emoções, proporcionando estímulos como empatia, coragem, dedicação, parceria, medo, derrota e vitória. Nesse contexto, como as Olimpíadas podem ser exploradas para trabalhar o desenvolvimento socioemocional dentro e fora da escola.

Atividades lúdicas olímpicas ensino infantil
Ensinar sobre os Jogos Olímpicos na Educação Infantil pode ser uma experiência lúdica e envolvente para as crianças. Através de atividades que estimulam a criatividade, o movimento e o trabalho em equipe, é possível introduzir conceitos importantes relacionados aos valores olímpicos e à diversidade esportiva. Aqui estão algumas ideias de atividades lúdicas: AQUI

Os Jogos Olímpicos oferecem uma plataforma única para explorar e celebrar a diversidade e a inclusão. Além de serem um espetáculo esportivo global, os Jogos proporcionam uma oportunidade valiosa para destacar a variedade de culturas, habilidades e identidades presentes no cenário esportivo. Ao abordar a diversidade e a inclusão, os educadores podem utilizar os Jogos Olímpicos como uma ferramenta poderosa para promover entendimento, respeito e aceitação. Aqui estão algumas estratégias para integrar esses temas de maneira significativa: AQUI
Derrota ou vitória
Aula: Perder ou ganhar, eis a questão: AQUI
Competições que ensinam a turma ganhar ou perder: Jogos/desafios/disputa: AQUI

Saber perder ou ganhar
Nesse episódio o Sapinho brinca com jogos de celular e jogos de tabuleiro apresentando dificuldade em saber perder, por isso ele é orientado sobre a importância de saber ganhar e saber perder para desenvolver a tolerância à frustração. AQUI
Cantando:
No vídeo de hoje apresento uma música autoral chamada " Mauro o Vencedor" que nos ensina a importância de aprender a perder, espero que gostem! AQUI

Vídeos sobre olimpíadas:
A série crianças inteligentes visa auxiliar de uma forma lúdica o aprendizado das primeiras séries do ensino fundamental. Considerado um reforço divertido, nós estamos colaborando com a educação de nossos pequenos através da brincadeira, animação e música. 1-AQUI, 2- AQUI ( aborda algumas competições)
Varal de histórias: Olimpíadas da bicharada: AQUI
Cantando com Teleco e Teco: Olimpíadas dos bichos: AQUI
Os atletas/Mary França: AQUI
Conhecendo mascote - Olimpíada França 2024: AQUI
Paraolimpíadas: AQUI




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quarta-feira, dezembro 26, 2018

O louco do meu bairro>Inclusão>Conto> 26/12/2018

Resultado de imagem para o macaco que inventava  atividades
Anna Flora
Toda rua tem um grupo de amigos, mas às vezes há também aquele que é discriminado. 
Uma garota lembra como ficou amiga do menino que era visto como diferente demais para fazer parte da turma.
A história e interpretação
Cheguei no campinho. 
Alguns não disseram nada, outros tentaram me impedir.
 — Menina não entra! 
— Não entra pra competir! — disse olhando firme.
 — Mas pra assistir ninguém me falou nada. 
Eles pareciam meio sem saber o que fazer e resolveram me deixar ficar. 
Eu prestava muita atenção no jeito do Zé Miguel jogar: ele era canhoto e tinha uma esquerda incrível! O estilingue ficava meio torto, parecia que não ia acertar, mas a mamona voava... ziiiimmmm!! Batia em cheio no alvo.
 — Ele é bom pra burro!! Comentei baixinho. As regras eram assim: os dois concorrentes ficavam atirando durante meia hora. Quem acertasse mais, vencia. Faltava só dez minutos pra acabar a partida final e o Zé Miguel estava invicto, com cinco alvos na frente do Luiz Guilherme. 
É claro que ele venceu. Atravessei o campinho, cumprimentei Zé Miguel e falei: 
— Você quer competir comigo?
 — Com você? — e ele deu uma gargalhada. 
— Era só o que me faltava! Você é menina!
 — Menina não pode participar, mas o campeonato já acabou e eu estou propondo um desafio entre nós dois. Ele me olhou de alto a baixo com cara de deboche: 
— Eu estou meio cansado, mas mesmo assim eu topo. Dê dez minutos de descanso. 
Ficou um disse-que-disse imenso:
 — Mas como ela é cara de pau!
— Tô pagando pra ver... — Ela ganhou o ano passado, mas daquela vez o Zé estava viajando. Passou um tempinho. Fomos os dois, para o meio de campo. A turma fez um semicírculo. 
Todos na maior expectativa.
 — As regras são as mesmas: par ou ímpar para ver quem começa. 
Par! — Ímpar! — falou Zé Miguel. 
Ele começou. A mamona voou feito uma flecha no lugar exato. Fiz minha mira, mas estava tão nervosa que errei. Nos quinze primeiros minutos ele já estava três pontos na minha frente. 
Eu ouvia os comentários:
 — Ela vai se dar mal... bem que eu disse...
 — Bem feito! Quem manda enfrentar o mais forte!
 Foi aí que me deu um estalo: para que eu estava preocupada em vencer? 
— E falando pra mim mesma — o que eu quero é continuar na turma, não é ganhar do Zé Miguel!
Por incrível que pareça ao perceber isso, fui ficando calma, relaxei o braço, dei uma esticada boa no estilingue e... Tooooiiimmmm!!!! 
Acertei em cheio. Depois de cinco minutos eu já estava empatada. 
Mais um pouco eu vencia de cinco a três. Todo mundo estava mudo. Quando faltava só um pouquinho pra acabar, eu já estava com sete na frente, cheguei pro Zé Miguel e falei: 
— Não quero mais! Depois desse dia, nenhum menino mais teve coragem de me dizer: “isso não é coisa pra mulher!”. 

 A respeito do texto que você acabou de ler, pode-se dizer que se trata de 
(A) uma biografia.
 (C) um conto. 
(B) uma lenda.
 (D) uma notícia.

De acordo com a história, complete as lacunas. A história se passa em um ... e quem narra é ...
 Marque a alternativa que mostra qual era a intenção da menina ao propor o desafio. 
(A) Exibir-se para as outras meninas. 
(B) Continuar na turma do Zé Miguel. 
(C) Brigar com a turma.
 (D) Fazer uma competição. 

Os meninos da turma implantaram uma regra: menina não entra mais na brincadeira dos meninos. Esta é uma regra preconceituosa? Por quê?

 Quem é o narrador da história? Como você descobriu?
Fonte:Caderno de atividades PNAIC
Vejam mais:  AQUI
Moradia/Sugestões







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segunda-feira, setembro 05, 2016

A grande campeã>Amizade>Estímulos literários>05/09/2016



A GRANDE CAMPEÃ
Maria Cristina Furtado

A época mais esperada na Ilha das Gaivotas é a primavera. 
A areia da praia fica abarrotada de torcedores ansiosos para saber qual será a gaivota atleta que vencerá a Olimpíada de Voos Acrobáticos da Escola de Gaivotas.

Celebrando a amizade!

Lelê está pronta e muito ansiosa para competir na Olimpíada de Voos Acrobáticos da Escola Gaivotas. 
Ela quer ganhar o prêmio a todo custo, ser a melhor das Gaivotas, mas o que ela não sabe é que ganhará outro prêmio muito mais importante que a sua vitória na competição: a amizade.
 O livro vem com um CD com músicas que animam e complementam ainda mais essa história de amor ao próximo.

Em  A grande campeã, Lelê é a revelação dos últimos tempos. 
 Está com sede de vitória, mas, durante a prova, algo inesperado acontece e muda todo rumo da história.
 É com esta obra doce e surpreendente, lançamento da Editora do Brasil com ilustrações de Fabiana Salomão, que a escritora Maria Cristina Furtado nos ensina sobre um bem muito maior da vida: a amizade.
Por meio de letras de músicas  que, embutidas na narrativa, proporcionam ritmo à história, Maria Cristina convida seus leitores a se apaixonarem por três competidoras: Belinha, Vavá e Lelê. Belinha foi campeã da Olimpíada no ano anterior; Vavá mostrou um excelente aproveitamento nos treinos; e Lelê, apesar da pouca idade, é a revelação do ano e quer ganhar o prêmio a todo custo, tornando-se a melhor das gaivotas. A mãe de Lelê, Dona Cris, já foi campeã da escola e aconselha a filha que o mais importante não é ganhar, mas sim praticar o esporte de maneira consciente e participar dessa festa tão animada que as gaivotas organizam.
No decorrer da prova, acrobacias das mais variadas deixam a disputa acirrada. As gaivotas chegam até mesmo a discutir entre si para ver quem é a melhor. Porém, quando finalmente Lelê assume a dianteira, um imprevisto acontece e o seu coração fala mais alto. A pequena ave acaba ganhando um prêmio maior do que a vitória e o reconhecimento de todos aqueles que a esperavam na reta final da prova.
Segundo a autora, a história deste livro foi inspirada em suas divagações sobre pássaros e nos campeonatos de ginástica que sua filha disputava.  “Neles, o nervosismo da garotada era grande, mas a alegria e a beleza das apresentações contagiavam a todos”, lembra Maria Cristina. Além disso, ela conta que acha válido refletir sobre como a prática de esporte é positiva para a saúde e também para o exercício da ética e do respeito.
Além de ilustrações leves e coloridas, o livro vem com um CD das músicas  da história que animam e complementam essa lição de amor ao próximo e que, segundo a ilustradora Fabiana Salomão, “nos faz lembrar que às vezes é preciso perder para ganhar o que realmente vale a pena”
Conhecendo gaivotas
Gaivotas são aves marinhas costeiras. As gaivotas são aves que possuem bico forte, asas compridas e estreitas, cauda curta e pés com membranas entre os dedos. As penas apresentam variação durante os anos de vida do animal, sendo a plumagem definitiva adquirida apenas após alguns anos de vida.
É uma ave marinha, pelo que pode ser observada no litoral, estuários e lagoas. Sendo uma ave oportunista, também pode ser avistada em cidades e vilas costeiras, portos e aterros sanitários. Normalmente as gaivotas dormem na água: em lagos, rios, reservatórios. Agrupam-se nestas zonas de água para se protegerem dos predadores como as raposas, e juntam-se em colónias densamente povoadas para se protegerem do frio. O regime alimentar das gaivotas é extraordinariamente oportunista e muito variado. Embora possam ser hábeis pescadoras incluem na sua alimentação, além de peixes, cadáveres e desperdícios de todos os tipos, tanto de origem animal como vegetal.
Na espiritualidade em geral, a gaivota pode ser vista como um símbolo de liberdade, intuição, adaptabilidade e conexão com o divino. Ela também pode representar a capacidade de superar desafios e encontrar equilíbrio entre o mundo material e espiritual.
Hora da história: O homem que amava gaivotas: AQUI
Ouvindo: Vivi a gaivota que não podia ver: AQUI
Atividade sugestiva/proposta de trabalho: AQUI
Algumas páginas e mais atividades: AQUI
Gaivotas: Guilherme Arantes: AQUI
Música a grande campeã: AQUI
Pintando gaivotas: AQUI

Mais amizade
AQUI

No Linguagem
Olimpíadas: AQUI
Amizade: AQUI
Competição: AQUI
Cooperação: AQUI
Convivência: AQUI
É preciso saber perder: AQUI




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