afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
A Vila Alegria é formada por um conjunto de casinhas coloridas, habitadas por velhinhas dinâmicas, alegres e traquinas que plantam, criam animais, andam de patinete, ensaiam teatro, brincam com pintura e fazem festas muito animadas.
Concebida sob a forma de parlenda, com versos rimados e sonoros, a divertida história deste livro ajuda o pré-leitor ou o leitor iniciante a conhecer, identificar e memorizar os números de 0 a 10 e também a construir a ideia de quantificação, ao associar o número que identifica cada casa da vila à quantidade de velhinhas que nela mora.
Leitor iniciante: Leitura em que há muitas novidades e estímulos.
Neste momento, é importante incentivar a sensibilidade estética (sonoridade, silabação, rimas, musicalidade, jogos de linguagem, etc.), o pensamento lógico, a socialização e os valores éticos que nortearão a vida.
Os enredos devem enriquecer a imaginação, a curiosidade e desafiar a inteligência.
O senso de humor é muito bem-vindo e as ilustrações ainda são elementos importantes no processo de entendimento textual
TCTs: cidadania e civismo (processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural).
Tópicos para orientação do professor: brincadeiras; envelhecer; geometria; jogos de linguagem; humor; idosos; inclusão social; matemática; números; percepção corporal; relações sociais; respeito. Editora Sowilo: AQUI
A história:
São casinhas muito fofas, frases ritmadas bem humoradas. As velhinhas são muito dinâmicas: Uma vende doce de abóbora, outras queijo e doce de leite, biscoitos, ovos. Tem até velhinha consertando patinete, organizam festas e por aí afora.
Carmem L.Campos/Tatiana Paiva
No livro infantil “Um é pouco?”, de Carmen Lucia Campos, a autora coloca o leitor em diferentes situações, usando o ditado popular para mostrar que as respostas nem sempre precisam ser iguais.
Cheio de alusões que passeiam por questões do dia a dia das crianças, como: amizade, férias, tristeza, carinho e doces, a obra conta com as belas ilustrações de Tatiana Paiva, que fazem o pequeno leitor mergulhar num universo colorido e rico em detalhes.
O que pode ser pouco? E o que pode ser muito? Para os amantes de doces e guloseimas, por exemplo, um brigadeiro só é pouco, mas três bolos inteiros já é demais! Mas, e se trocarmos a temática? Um amigo só é pouco, mas ter três amigos inseparáveis nunca será demais!
Ouvindo: Pouco pouco muito muito/Mary França e Eliardo França:
Os Pingos encontram um gatinho que está sozinho e entram numa aventura em busca da sua família. Traz conceitos matemáticos e o nome de vários animais. AQUI
Ninguém sabe quem inventa essas expressões mas que elas são estranhas isso são! Imagina dizer que está com a pulga atrás da orelha. Ou que está pensando na morte da bezerra. Ou que tá na hora da onça beber água. Diga essas e outras para uma criança e você vai ver a cara que ela vai fazer enquanto secretamente pensa "Pirou".
Neste livro Christiane Gribel explica de uma forma diferente algumas dessas expressões engraçadas que os adultos dizem. E as ilustrações de Ivan Zigg conseguem deixar tudo ainda mais divertido.
Em Com a pulga atrás da orelha, Christiane Gribel brinca com o sentido denotativo e conotativo das palavras, selecionando expressões do dia-a-dia (como a do título, por exemplo) e explicando-as aos leitores.
Para isso, a autora, em perfeita afinidade com o linguajar das crianças, utiliza uma linguagem informal, mas rica, recheada de ironias, exageros e jogos de palavras, o que torna o texto muito divertido.
Divertidíssimas também são as ilustrações que, além de ajudar a esclarecer o texto, dão margem a outras leituras. Ivan Zigg introduz cada uma das expressões referindo-se ao seu sentido denotativo, isto é, traduzindo-as literalmente. Na página seguinte, junto ao texto explicativo, vem a ilustração de uma cena sobre a qual se poderia utilizar a expressão, desta vez no seu sentido figurado.
O bom humor permeia a obra toda: estende-se à autobiografia dos autores, que brincam com as palavras do título, sem falar na divertida orelha do livro, em que encontramos a figura da pulguinha (a pulga literalmente atrás da orelha…). Fonte
Com a pulga atrás da orelha, Seco nas canelas, sangue de barata e outros ditados populares. Este livro tem a missão de de explicar para as crianças este monte de coisas que os adultos dizem. Rodrigo de Britos: AQUI
Quintal da cultura: Com a pulga atrás da orelha: Doroteia conversa com a boneca Aninha, e de repente, a boneca responde... Ela diz que é Iracema e que está perdida!
“Não deixa para amanhã o que pode fazer hoje.” Que tal abrir o livro e conhecer outros ditos populares, ou melhor, conhecer a história que transformou um pequeno acidente num grande garoto empreendedor. Os contos populares nos fazem refletir sobre grandes verdades. Assim, “Cesteiro que faz um cesto, faz um cento”, foi a reflexão que fez de Francisco um grande empreendedor. Vou dar uma dica: “Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos”. Não digo mais nada. “Para um bom entendedor, meia palavra basta”..
Este livro trabalha com ditos populares, os quais podem nos fazer refletir sobre algumas questões pertinentes da vida comum. Foi a partir do ditado que dá título a esta obra que o garoto Francisco se tornou um empreendedor. E, ao lado dele, estará Dona Naná, uma senhora idosa e muito sábia.
TCTs: cidadania e civismo (processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso; vida familiar e social); economia (trabalho); multiculturalismo (educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas culturais brasileiras)
Tópicos para orientação do professor: animais da roça; brincadeiras; constituições familiares; cultura popular; ditados populares; envelhecer; idosos; jogos de linguagem; otimismo; relações de trabalho.
Nada melhor que aproveitar ensinamentos da cultura popular para também introduzir o tema empreendedorismo na sala de aula. Francisco levava ovos em balaios e cestos, feito por ele, para vender na cidade. Porém, depois de um tempo, sentiu que precisava "empreender" mais. Então, vendia ovos e cestos, comprava os cestos de volta com verduras, legumes e frutas para revender na sua aldeia. Neste vai-e-vem tornou-se um comerciante!
Que grande oportunidade de brincar com as crianças, com humor, criatividade e ludicidade.
Empreendedorismo
Como explicar para uma criança o que significa empreender?
Como mostrar a ela que é possível tirar um projeto do papel?
Como construir o raciocínio que leva à materialização de uma intenção – e conseguir que ela acompanhe?
Não recorra à pedagogia. Nem ao dicionário. Muito menos a um discurso longo e impalpável sobre um futuro muito distante.
Abra um livro de história. A literatura infantojuvenil é uma velha senhora, com um vasto currículo, cheia de estratégias especiais para tratar de temas complicados com jovens leitores.
Empreendedorismo pode parecer algo muito técnico ou específico, mas existe desde que o mundo é mundo se o olhar para ele for mais amplo do que o de um manual de negócios. Essa senhora também é mestra em apresentar aos pequenos, de forma leve, divertida e profunda, histórias de sonhos realizados e de propósitos alcançados. Fonte
Leitura informativa/Cestaria
A arte milenar da cestaria é uma técnica que tem origem de vários povos, tribos e culturas. Os cestos trançados eram produzidos e usados para coletar, armazenar e transportar a colheita e pequenos objetos. Nas sociedades modernas passaram a ser usados também como elemento decorativo.
A palavra "cestaria" se refere à arte ou técnica de produzir cestos, utilizando materiais como fibras vegetais, vime, bambu, entre outros.
A cestaria é uma forma de artesanato que existe há milhares de anos. Os cestos produzidos através dessa técnica são utilizados para diversos fins, como armazenar alimentos, transportar objetos e até mesmo como peças decorativas.
A cestaria é uma arte que requer habilidade e paciência, pois envolve o trançado de diferentes materiais, como fibras vegetais, vime e bambu. Além disso, a cestaria também pode ser considerada uma forma de expressão cultural, pois cada região possui suas próprias técnicas e estilos de cestos.
A tradição da cestaria é passada de geração em geração, garantindo a preservação dessa arte tão importante. Fonte
História Cantada da Galinha Ruiva, em uma nova versão: A Galinha Ruiva Empreendedora.
Além disto ela era sonhadora, criativa, persistente, generosa, e acreditava que suas ideias podiam tornar o mundo melhor.
Eu trouxe também um recurso pra esta história, usando rolinhos de papel higiênico. AQUI
Içá Bitu era uma formiga costureira muito empenhada. Certo dia, ela começa a receber a visita de vários amigos, os quais transformam sua casa numa confusão: barata, grilo, minhoca, vespa e louva-a-deus são alguns dos minúsculos personagens que vão dar senso de humor à história contada por Frederico Moreira.
O livro é um divertido passeio pelas desventuras da formiga, que sempre tem um ditado popular na ponta da língua para cada situação do cotidiano.
O leitor em processo é aquele que já possui domínios relativos à leitura em termos de mecanismo, estrutura e sentido. Conteúdo e forma devem sempre estar presentes para aguçarem o interesse do leitor em conhecer o mundo.
O pensamento lógico já se mostra mais organizado e as operações mentais começam a ficar mais complexas. O espanto e o maravilhamento são boas estratégias nesta fase, e o enredo já se torna mais significativo e marcante. Por isso, contos de aventura e humor, fábulas, lendas e poesias ampliam as possibilidades de encontro com o livro. O mundo vai se tornando maior, e, nesse abrir de janelas, a literatura tem uma participação fundamental!
Gênero: contoTCTs: cidadania e civismo (educação e direitos humanos; vida familiar e social); economia (trabalho); meio ambiente (educação para o consumo); multiculturalismo (diversidade cultural)Tópicos para orientação do professor: amizade; animais; autoestima; aventura; capitalismo; cultura popular; ditados populares; fábula; filosofia; jogos de linguagem; humor; otimismo; relações de trabalho; relações sociais; respeito.
Vivo neste mundo literário lúdico, por esta razão a existência deste blog (por alguns anos já).
A literatura pode e deve ser levada para a sala de aula muito além da obrigatoriedade dos planejamentos. Através das atividades literárias podemos levar diversão e curiosidade, antes da introdução de um conteúdo básico. Ou seja, Içá Bitu é uma formiga. Um exemplo lúdico de costureira, que tem uma encomenda importante de uma aranha exigente. Ela, então trabalha neste vestido de seda, porém é interrompida por vários amiguinhos insetos. Eles chegam, um a um, em sua casa e só atrapalham seu trabalho. No meio destes acontecimentos, ditados populares aparecem daqui e dali. Tudo com graça e humor vamos tomando posse deste conto sem perceber "por baixo do pano" um aprendizado cultural. São os ditados populares!
Um conto que nos permite interagir com vários gêneros textuais.
Enquanto no livro Mania de Explicação a personagem gosta de inventar significados para as palavras, neste novo trabalho Adriana trouxe uma protagonista que gosta de inventar perguntas. Sim, a Valentia, nossa grande menina, gosta de criar perguntas sobre a vida e sobre as coisas que não compreende, no entanto, ela não se sente feliz com as respostas, uma vez que é na dúvida que ela encontra a magia da vida.
Perguntas, perguntas... A cabeça de Valentina é cheia delas.
Mas ela não gosta de ficar pensando em coisas pequenas, como tabuada, escovar os dentes ou tomar banho. O que ela gosta mesmo é de voltar a atenção para coisas que realmente importam, como sentimentos ou gotas de chuva, e de observar uma gelatina balançando.
Valentina prefere as perguntas cujas respostas exigem que o pensamento voe lá para longe. Dizem até que ela tem a cabeça na Lua. Ou será que é a Lua que não sai da cabeça de Valentina?
Os súditos nunca são vistos pelos gigantes que mandam e desmandam naquele reino. Mas, um dia, os oprimidos se unem e, usando de muita perspicácia, obrigam o rei a enxergá-los e a ajudá-los. Firmando-se no ditado popular "O que os olhos não veem o coração não sente", a história questiona o autoritarismo e mostra o que acontece quando os governantes não trabalham com e para o povo.
"Democracia e liberdade são bens difíceis de conquistar. Mas talvez sejam ainda mais difíceis de manter, pois sempre haverá sapos querendo fingir-se de reis, ou governantes autoritários, que ignoram as verdadeiras necessidades de seu povo. Expressar opiniões e pô-las à prova, confrontando-as com as de outros é, assim, um aprendizado constante, que precisa começar cedo. E as crianças a ele aderem com o maior prazer – prova disso é a alegria com que as histórias de Ruth Rocha têm sido recebidas por mais de uma geração. Por isso, também, a trilogia composta por O rei que não sabia de nada, O que os olhos não vêem e Sapo-vira-rei-vira-sapo continua sempre atual. Edição reformulada, com novo projeto gráfico que valoriza as ilustrações originais de Carlos Brito e Walter Ono."
“Os ditados populares sempre estiveram presentes ao
longo de toda a História da humanidade”
Luís da Câmara Cascudo
Sequência didática
Gênero textual provérbios
Esta sequência didática trabalha com o gênero textual provérbio cujas características são: uma frase de estilo popular, com um texto curto, um enunciado breve, com a forma de uma sentença. Trata-se de um gênero da oralidade que faz parte da sabedoria popular e tem como objetivo transmitir ensinamentos de geração por geração entre diversas culturas, além dos pensamentos filosóficos, atualmente, fazendo alguma crítica social.
Ações que as pessoas podem fazer no seu cotidiano para deixar o mundo em harmonia.
Um dia, a vaca Violeta contou ao gato Corneta e à girafa Marieta que o mundo ia acabar, pois do jeito que iam as coisas, não dava para continuar.
E, assim, cada um dos amigos resolveu dar sua contribuição para o planeta salvar!
Lúcia Reis
Um livro bem ilustrado, com um colorido lindo. Um texto gostoso e fácil de ler.
O livro conta a história de três amigos: a vaca Violeta, a girafa Marieta e o gato Corneta. Os três eram os melhores amigos, e passavam muito tempo conversando, passeando, brincando, lanchando, trocando ideias.
Um dia a vaca Violeta chegou contando uma história que tinham lhe contado: disseram para ela que o mundo ia acabar, que não demorava muito, e tudo ia para o brejo.. para o espaço... para a cucuia. Já era! E que do jeito que estava o mundo não podia continuar.
Então os três resolveram pensar em alguma coisa para ajudar. Então chegou a hora de colocar a mão na massa.
A vaca Violeta saiu plantando muitas árvores para refrescar, para dar sombra para limpar o ar e árvores de frutas para quem quisesse colher e comer. Porque de barriga cheia é mais fácil ser feliz.
O gato Corneta achou que toda casa deveria ter um jardim, porque assim o mundo ficaria mais bonito. O gato plantou e regou, e viu que seu trabalho tinha dado resultado. E quando tudo é mais bonito, é mais fácil ser feliz.
A girafa Marieta achou que o que não podia mais acontecer era aquela história de todo mundo brigar com todo mundo. Reuniu toda bicharada e pôs todo mundo para fazer as pazes, foi uma boa solução, pois quando todo mundo é amigo é mais fácil ser feliz.
O gato Corneta também decidiu que precisava começar a ler. Era uma coisa muito simples de fazer, começou lendo devagarzinho e quando viu, estava lendo rapidinho.
Leu de tudo: romance, jornal, conto de fadas, revistas, apostila, panfletos. Aprendeu muito, ficou bem informado. Porque quando se sabe mais das coisas é mais fácil ser feliz.
E os três amigos tiraram um dia para fazer uma faxina: varreram, limparam e arrumaram, separaram, organizaram. Porque com tudo limpo e arrumado é mais fácil ser feliz!
E então a Vaca Violeta, o Gato Cometa e a Girafa Marieta resolveram colocar a boca no trombone e contar para todo mundo o que estava acontecendo, e quem quisesse ajudar, tudo bem! Porque quando se pode escolher, é mais fácil ser feliz.
E os três amigos chegaram a conclusão que para salvar o mundo, as crianças são a solução - criança aprende rápido e tem muita disposição. E então os três decretaram que toda criança precisa ser amada, vestida, calçada, alimentada, agasalhada, ensinada, ninada, acolhida, paparicada, abençoada, ouvida, acompanhada, acalentada e incentivada... e toda gente grande deve ser também!
Conhecer e valorizar o contato e a relação de respeito à Natureza, estimulando preservação do meio ambiente, mostrando o quanto somos dependentes da Natureza, o quanto somos unos a partir das interpretações feitas durante a apresentação do curta-metragem animado "A maior flor do mundo" (2007, de Juan Pablo Etcheverrybaseado em uma obra de José Saramago.
O livro conta a história de amor de um solitário Rei e uma Flor Amarela. Eles se conheceram no
jardim, quando o Rei retornava de um passeio. Por querer a Flor próxima de si, resolveu levá-la
para morar em um rico vaso, porém a flor não se adaptou e precisou retornar ao jardim.
Manuela é uma ratinha que não sabe roer. Como uma ratinha não rói? Nem mamãe rata e nem o professor Roedura deram jeito no problema de Manuela. Até que, um dia, a ratinha descobriu sua verdadeira vocação. Qual será?
Humberto Guimarães é professor de desenho na escola Guignard, em Belo Horizonte, e como todo ilustrador tem seus cadernos de rabiscos.
Uma época começaram a surgir ratinhos, muitos ratinhos, em um de seus cadernos.
Quando Ronaldo Simões Coelho, escritor experiente, viu aqueles bichinhos todos, pensou logo em um livro e escreveu versos muito simpáticos para acompanhá-los, como por exemplo:
“Minha família/ é grande e feliz./ Ela é do jeitinho/ que eu sempre quis”.
Ou: “Nossa alegria/ é fácil de entender:/ passamos noite e dia/ brincando de esconder”.
E ainda: “Um, dois,/ feijão com arroz./ Três, quatro/ um prato para cada rato”.
O resultado é um livro especial, para crianças pequenas e para todos aqueles que simpatizam com a turma dos roedores.
O João não vive sem a Maria. E a Maria, a mesma coisa: precisa do seu João.
Se você quer saber que João é esse e que Maria é essa, leia este livro e conheça muitos deles: João-Bobo e Maria-Bonita, João-de-Barro e Maria-da-Toca, João-Chique-Chique e Maria-Chiquinha... É João e Maria pra todos os gostos.
João-deitado e Maria-mole, João-teimoso e Maria-fumaça, João-teneném e Maria-faceira... Vixe, Maria!
É João e Maria que não acaba mais. Pensando nessa presença constante das duas palavras entre os nomes que damos aos bichos, plantas, bonecos e até penteados de cabelo, a dupla Lalau e Laurabeatriz criou e ilustrou doze poemas, cada um com uma dupla de personagens.
O resultado é um livro que não só ensina poesia para as crianças pequenas como apresenta curiosidades da cultura brasileira, pois, ao final do volume, um glossário explica o que é e de onde vem cada expressão que aparece nos poemas.
O livro "Que João é esse? Que Maria é essa?", escrito por Lalau e ilustrado por Laurabeatriz, traz 12 poemas lúdicos que brincam com duplas famosas da cultura popular, como João-Deitado e Maria-Mole, João-Bobo e Maria-Bonita. É uma obra excelente para trabalhar rimas, imaginação e vocabulário. [1]
Para trabalhar o livro em sala de aula ou em casa, você pode aplicar as seguintes atividades:
Produção textual: Pedir para as crianças inventarem novas duplas baseadas em objetos, comidas ou brincadeiras (ex: João-Lápis e Maria-Borracha).
Poema Ilustrado: Escolher um dos poemas da obra, ler em voz alta e pedir para os alunos desenharem como imaginam os personagens.
Rimas e Adivinhações: Criar versos simples onde a criança precisa completar com o nome do João ou da Maria. Fonte Google