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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, junho 18, 2025

Amigos do folclore brasileiro>O livro de ouro do folclore brasileiro>Folclore + Preservação ambiental>Diversidade cultural>18/06/2025

 
Jonas Ribeiro/Laerte Silvino

Este livro reúne lendas das cinco regiões brasileiras. Algumas são bastante familiares para nós. Pensando bem, essas lendas existem em nosso imaginário desde que nascemos.
 Existiram na história de nossos antepassados e ainda existem no imaginário e na história de nossos pais, avós, bisavós. 
A propósito, há algum personagem deste livro que você ainda não conhece? Vamos descobrir?
O livro reúne lendas das cinco regiões do país.
Região Norte: Curupira, Iara, Vitória-Régia.
Região Nordeste: Lobisomem, Barba Ruiva.
Região Centro-Oeste: Mula Sem Cabeça, Potira.
Região Sudeste: Chico Rei, Anhangá.
Região Sul: Negrinho do Pastoreio, Boitatá, Saci-Pererê.
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Amigos do folclore brasileiro ouvindo: AQUI
Curupira: AQUI
Yara: AQUI
Saci: AQUI
Lobisomem: AQUI
Potira: AQUI
Chico Rei: AQUI
Sugestão/Pintura/Lendas: AQUI

No dia 22 de agosto comemoramos o dia do folclore, mesmo o folclore não se resumindo apenas nas lendas, resolvi apresentar uma história da professora Alba Marília, na qual apresenta alguns personagens das lendas folclóricas brasileiras. AQUI AQUI

Sylvio Panza/André Valle

O folclore brasileiro é o resultado da mistura de diversas culturas, como a indígena, a portuguesa, a africana e de todos os povos de imigraram para o Brasil. 
Neste livro, você contará com a ajuda dos personagens do nosso folclore para aprender sobre literatura, lendas atividades, pratos típicos e costumes populares de todas as regiões do nosso país.

Ouvindo sobre a obra + atividade:   AQUI

O folclore do Brasil é fruto da miscigenação entre os saberes tradicionais dos nativos indígenas, povos africanos e europeus. Dessa união, nasceram as nossas lendas.

A relação entre folclore e a educação ambiental

Há um universo mágico que habita as mentes das crianças, repleto de personagens fantásticos e histórias que atravessam gerações. 
O folclore brasileiro é uma parte essencial desse mundo encantado, pois por intermédio dele revelamos nossas raízes culturais repletas de lendas e mitos que intrigam e fascinam as crianças. Mas você já imaginou como essas narrativas que encantam os pequenos podem também ser utilizados para conscientizá-los sobre a importância da preservação da natureza? 
Neste artigo, exploraremos a profunda relação entre o folclore e a educação ambiental, descobrindo como essas duas temáticas podem se entrelaçar para criar um aprendizado significativo.

O folclore brasileiro é um tesouro de histórias e personagens que têm raízes profundas em nossa cultura. Do Saci-Pererê ao Lobisomem, esses seres mágicos povoam o imaginário infantil e, ao mesmo tempo, podem ser pontes para ensinamentos valiosos sobre o meio ambiente. 
A relação entre o folclore e a educação ambiental reside na capacidade dessas narrativas de transmitir conceitos e valores fundamentais para a sustentabilidade. 
Vamos explorar na sequência como essa conexão pode ser trabalhada por pais e educadores junto às crianças.
Nossas lendas folclóricas são ricas em personagens que desempenham papéis fundamentais na defesa da natureza. 
O Curupira, por exemplo, é um guardião das florestas, que nos ensina a respeitar e preservar esses ecossistemas. 
Temos também a Iara, uma figura mítica associada às águas, cuja lenda pode nos lembrar da importância do cuidado e preservação de rios e lagos. 
Ao contarmos histórias sobre esses seres mágicos, possibilitamos um diálogo sobre a importância de proteger nossa fauna e flora, mantendo o equilíbrio ecológico. 
Assim, as crianças aprendem que a natureza não é apenas um cenário para as aventuras destes personagens, mas um elemento vital que merece cuidado e respeito, o que ajuda a incentivar nelas também uma ligação mais profunda com o mundo natural.
As lendas do nosso folclore frequentemente retratam interações entre seres humanos e seres mágicos, enfatizando a valorização de todos os seres vivos, independentemente de como eles se apresentam. 
Essas narrativas oferecem uma visão única sobre como nossa convivência com todas as formas de vida é fundamental para o equilíbrio da natureza. 
Ao explorarmos essas histórias, podemos transmitir às crianças a importância de respeitarmos não apenas os animais, mas também insetos e plantas que compartilham nosso planeta. 

Essa perspectiva enriquece a visão delas sobre a interdependência de todos os organismos e espécies, fortalecendo seu compromisso com a conservação e o respeito pela biodiversidade.

Nosso folclore e a educação ambiental encontram mais um ponto em comum quando falamos sobre as lições de responsabilidade identificadas em lendas como a da Caipora e do Boitatá. 
Personagens que têm como missão principal conservar e proteger as florestas e afastar pessoas mal-intencionadas que degradam esses ambientes. 
Suas histórias podem inspirar nas crianças um senso de dever em relação à natureza e aos animais silvestres. 
Ao narrar essas lendas, ajudamos nossos pequenos a compreenderem que eles também têm um papel vital na preservação da fauna e na manutenção dos habitats naturais.
Inúmeras histórias folclóricas estão profundamente entrelaçadas com a temática das colheitas e também das más práticas da agricultura. 
Podemos utilizar essas narrativas para introduzir com as crianças conversas sobre práticas agrícolas mais sustentáveis, inspirando-as a compreender como a agricultura pode coexistir harmoniosamente com a natureza. 
Ao fazer isso, as crianças aprendem que a preservação da terra é essencial para garantir que ela continue fértil para as gerações futuras. 
Compreendem, ainda, a importância de cultivar alimentos de forma responsável e respeitosa com o meio ambiente, contribuindo para um futuro onde a produção de alimentos seja sustentável e em equilíbrio com os recursos naturais que sustentam a vida no planeta.

Mitos folclóricos, como a fascinante história da Vitória-Régia, frequentemente exploram o ciclo da vida, proporcionando uma valiosa oportunidade de integração entre o folclore e a educação ambiental. 

Ao mergulharmos nessas lendas, podemos ajudar os mais jovens a compreenderem como todas as formas de vida estão intrinsecamente conectadas e como a saúde do ambiente natural tem um impacto direto no ciclo de vida de todas as criaturas. 

Essas histórias nos permitem cultivar uma apreciação mais profunda da interdependência entre todos os elementos da natureza e reforçar a conscientização sobre como nossas ações podem influenciar o destino das diversas espécies com as quais compartilhamos espaço.

Explorando essa intrigante conexão entre o nosso folclore e a educação ambiental, percebemos que as narrativas que cativam nossas crianças têm potencial para serem muito mais do que simples contos!
 Elas são ferramentas poderosas para transmitir valores, conhecimento e sensibilização sobre a importância da preservação da natureza. 
À medida que exploramos os mitos e lendas do folclore brasileiro, encontramos lições valiosas que podem moldar uma nova geração de cidadãos comprometidos com o nosso planeta.   Fonte

Exemplos de personagens folclóricos e sua relação com a natureza:
  • Curupira: Personagem conhecido por proteger as florestas, punindo aqueles que desrespeitam a natureza com ações como desmatamento e caça predatória. 
  • Iara: Guardiã das águas, a Iara protege os rios e lagos, sendo associada à beleza e à força da natureza. 
  • Saci-Pererê: Apesar de ser conhecido por suas travessuras, o Saci também é visto como um protetor das matas, sendo capaz de afastar aqueles que causam danos ao meio ambiente. 
  • Boitatá: A cobra de fogo protege os campos e animais, evitando incêndios e outros danos causados por ações humanas. 
  • Ouvindo: Em nosso Coperil On de hoje, nós vamos conectar as histórias encantadoras do folclore brasileiro com a preservação da natureza. Descobriremos como nossa cultura pode ser uma aliada na construção de um futuro mais sustentável. AQUI
  • Ouvindo/Cantando a turma do folclore:
    Na floresta com boitatá: AQUI
  • Na floresta com caipora: AQUI
  • Na floresta com curupira: AQUI
  • Na floresta com saci-pererê: AQUI
  • Super coleção/Músicas/Lendas: AQUI
  • Atividades para imprimir/Folclore: AQUIAQUI
Hoje eu conto 3 histórias do folclore brasileiro, que fazem parte do livro Lendas Brasileiras de Maurício de Sousa, em homenagem ao Dia do Folclore. Aprenda quem é o Boitatá, o Curupira e o Saci! AQUI

Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira: AQUI
Mitos: AQUI
Boitatá: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI



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segunda-feira, setembro 30, 2024

A África que você fala>PNLD Literário>Quanta África tem no dia de alguém? Sequência didática>30/09/2024

 

Cláudio Fragata/Maurício Negro

Cafuné, samba, quiabo, dendê, quitanda... Você pode até não perceber, mas usamos muitas palavras com origem africana no dia a dia.

De forma leve e divertida, A África que você fala faz um passeio por palavras que pegamos emprestadas de idiomas como quimbundo, iorubá, jeje e banto.

Assim como em O tupi que você fala, as ilustrações de Mauricio Negro complementam o texto, de forma que as palavras desconhecidas possam ser apresentadas aos pequenos leitores. AQUI

Manual do professor: AQUI e AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Sobre a obra: AQUI
PDF: Vocabulário africano: AQUI
Sequência didática: Blog Alfabetize.com: AQUI
A leitura do livro A África que você fala despertou nas crianças o encanto pelo Baobá — uma árvore cheia de memória, força e significado.
Inspirados pela história, saímos para um passeio no parque, onde coletamos gravetos e folhas. Cada detalhe foi escolhido com cuidado para representar o Baobá de um jeito único, cheio de imaginação e pertencimento.
As cores usadas para pintar também foram inspiradas na narrativa. Enquanto criavam, as crianças colaram fotos que mostram momentos da rotina ao lado dos professores — porque na educação infantil, a rotina tem um papel essencial: ela organiza o tempo, acolhe, dá segurança e permite que a criança compreenda o mundo à sua volta.
Cada criança levou sua construção para casa — um jeito simbólico de levar também parte da sua rotina, com registros que ajudam a construir previsibilidade, organização e fortalecem o vínculo entre escola e família. Fonte: Tempo de encantar


Renata Fernandes/Fernanda Rodrigues

Renata e Fernanda, autora e ilustradora, fizeram um arerê bonito! Com brincadeira e descontração, desvendam para as crianças, de forma muito lúdica, como são tantas e bonitas as palavras africanas que compõem a nossa língua e, principalmente, dão foco às sonoridades das palavras, identificando a qual idioma ou dialeto africano cada uma delas está ligada. É muito divertido percorrer as páginas seguindo o movimento das frases, dos desenhos e das cores do ritmo da sonoridade das palavras.

Você sabia que diversas palavras do nosso português são de origem africana?
Que tal descobri-las e ainda trabalhar esse tema superinteressante com as crianças em sala de aula?
Neste vídeo, a escritora Renata Fernandes apresenta seu livro, “Quanta África tem no dia de alguém?” e traz exemplos de algumas dessas palavras.
E já que estamos prestes a celebrar o Dia Mundial da África (25/05), a educadora Kátia Pecand aproveitou para sugerir algumas atividades temáticas para essa data, incluindo dicas que podem ser trabalhadas com o livro. AQUI
Ouvindo: AQUI


África: AQUI
Consciência negra: AQUI
Cultura afro/brasileira: AQUI
Cultura africana: AQUI
Dicionário: AQUI
Luana a menina que conheceu o Brasil neném: AQUI
Meu crespo é de rainha: AQUI
Cabelo/turbantes: AQUI
Bia na África: AQUI
A influência africana em nosso idioma: AQUI
Abecedário afro: AQUI
Estampas africanas: AQUI



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terça-feira, outubro 29, 2019

Estampas africanas>Vestes africanas>Boneca africana>Projeto tecido africano>29/10/2019




A Cultura africana influenciou mais do que a culinária, religião, costumes e língua no Brasil. Muito da moda também se inspirou na cultura africana. A moda reflete a identidade de um povo e para representar uma cultura miscigenada como a brasileira, a moda afro-brasileira traz elementos de ambas as culturas em suas vestimentas e penteados.
A África possui uma longa tradição têxtil e os tecidos, feitos à mão em teares e tingidos em grandes potes de barro com ervas naturais, tem suas estampas e cores não apenas para a decoração, o tecido africano fala. Cada estampa e motivo representa um nome, um provérbio, contam histórias de relações familiares da comunidade e da realeza. Esses padrões e cores foram assimilados à cultura brasileira, de modo que encontra-se vestidos, saias, túnicas, lenços inspirados nos temas africanos. Os tecidos têm tanto reconhecimento mundial que são usados em grandes premiações. 
A estilista Nadir Tati criou o vestido que a atriz congolesa Rachel Mwanza usou no Oscar 2013.

Além da vestimenta, os penteados inspirados no continente africano são muito apreciados pelos brasileiros. Os cabelos trançados juntos à cabeça e os dread locks são os penteados mais vistos no Brasil, seja em homens ou mulheres. Os adereços como pulseiras, colares e brincos usam elementos da natureza como pedras, cocos, madeira e madeira.

Um adereço importantíssimo para completar o traje é o turbante. Chamado de Gele, que significa "pano amarrado à cabeça", é amarrado de diversas maneiras para criar diferentes efeitos e formas. O resultado das combinações de cores e formas é impressionante.

A moda afro-brasileira é representada por duas grandes estilistas, Saraí Reis e Saraí é Goya Lopes, donas das grifes Ifá Veste e Didara. Que em suas criações buscam inovar e preservar as raízes africanas. A moda afro-brasileira é assim, respeita suas referencias e modernizando seus conceitos.Fonte

Proposta Pedagógica – “Eu, minha cor e minha roupa”
1. Título da Atividade
Painel da Nossa Diversidade – Construção de autorretratos com roupas estampadas inspiradas na cultura africana e afro-brasileira.
2. Objetivos Gerais
• Valorizar a diversidade cultural, étnica e estética, com destaque para as contribuições africanas e afro-brasileiras.
• Desenvolver a percepção de si mesmo e do outro, fortalecendo a identidade e a autoestima.
• Estimular a criatividade e a expressão artística.
3. Objetivos Específicos
• Reconhecer diferentes tons de pele, tipos de cabelo e estilos de roupas.
• Explorar texturas, padrões e cores presentes em tecidos africanos.
• Utilizar técnicas de recorte e colagem para criar composições artísticas.
• Trabalhar coordenação motora fina e percepção visual.
• Promover o respeito às diferenças.
4. Conteúdos
• Artes Visuais: desenho, recorte, colagem, uso de cores.
• História e Cultura Afro-Brasileira: valorização de tradições e vestimentas.
• Linguagem Oral: conversas sobre identidade, família, origens e respeito.
• Socioemocional: autoestima, empatia, valorização do outro.
5. Faixa Etária
Crianças de 4 a 6 anos (Educação Infantil – Pré-escola).
6. Duração
2 a 3 encontros de 40 a 50 minutos cada.
Estamparias africanas
 Um dos maiores acervos de técnicas de estamparia artesanal se encontra na África, aonde durante milhares de anos processos de estampar nasceram ou foram assimilados de outros povos.

Curiosidades
Capulana
Tecidos africanos na escola
Valorizar a diversidade étnica e cultural, através de padrões geométricos presentes nos tecidos africanos, a partir das vestimentas do povo africano, reconhecendo a cultura negra na escola.
AQUI
AQUI

africa

As estampas africanas são muito fáceis de reconhecer, pois sempre trabalham com repetição de formas geométricas, na grande maioria das vezes abstratas. Embora sempre se misturem cores nas padronagens, não são multi coloridas, sendo difícil encontrar um padrão africano com mais de 5 cores na mesma estampa! A mistura de padronagens é muito forte e as cores são um pouco menos “neon” que as estampas acima, trabalhando um pouco mais com as cores primárias. 
A grande maioria das estampas tem preto ou branco nos desenhos e são bem contrastantes. Fonte

Projeto:Tecido africano,símbolo,cores e um pouco de história

OBJETIVO GERAL • Despertar a consciência e valorização da cultura negra no nosso país através de alguns saberes artísticos/culturais embutidos nas padronagens dos tecidos africanos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Despertar no aluno a consciência de sua realidade social-étnica em sua própria identidade. • Provocar um modo de reflexão sobre a cultura afro-brasileira e ao seu redor • Resgatar, por meio das Artes Visuais, a ancestralidade/atualidade cultural africana. • Levar o aluno a conhecer os elementos estruturais da linguagem plástica: cor, linha, forma, ritmo, volume, etc. • Perceber as relações históricas e sociais. 
AQUI

Atividades:máscaras,peteca,bugalha
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Passo a passo
Cinco Marias/bugalhas
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Como jogar
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Batik
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Vestido de noiva Xongani
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Como fazer
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AQUI
Pintura corporal
AQUI
Boneca africana
Molde e como fazer

AQUI
Releitura mulheres africanas



Fonte






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domingo, outubro 27, 2019

Doce princesa negra>Atividade lúdica/Coroas>Falando banto>Lit.Afro/brasileira>27/10/2019

Solange Cianni
Omolobake, o nome da protagonista e eekaro, a expressão por ela utilizada são termos em língua ioruba. O enredo não conta uma história, propriamente dita, mas traz referências a instantes da vida da menina. O texto curto, direcionado aos primeiros anos da educação infantil, exalta a personagem valorizando aspectos de sua beleza. O leitor acompanha a auto percepção positiva da personagem negra em aspectos de valorização dessa referência no corpo e na relação com a idéia de uma princesa africana.
Livros animados
Contando esta história
Livros Animados é um programa de incentivo à leitura, voltado para público infantil, com formato que mistura documental e a animação de livros através de computação gráfica. No documental são realizadas atividades lúdicas com um grupo de crianças servindo como introdução e/ou desfecho para a história dos livros.
A ideia de incorporar a série ao projeto A Cor da Cultura vem da constatação de que literatura infanto-juvenil é um lugar reconhecido de influência social e construção de conceitos.
O projeto, que já está na sua terceira edição, valoriza as histórias cujos personagens centrais sejam negros e que remetam a uma imagem positiva dessa enorme população, que muitas vezes não se reconhece ao abrir um livro ou assistir a um programa televisivo.
Recomendo
Atividades
Sobre esta obra e Obax:  AQUI
Falando Banto
Caça ao tesouro
Uma historinha africana
Origem das palavras
O mundo de Black Power de tayó
Falando de penteados





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Luana a menina que conheceu o Brasil neném>Asas da liberdade>História em quadrinhos>Lit.Afro/brasileira>27/10/2019


Aroldo Macedo
Oswaldo Faustino
Esse livro conta a história de uma menina capoeirista  de 8 anos que morava em uma vila chamada Cafindé, que há muito tempo foi um quilombo , essa menina se chamava Luana que era uma das melhores capoeiristas de sua vila.Ela tinha uma imensa vontade de conhecer seus ancestrais e ver como foi o descobrimento do Brasil e também foi por causa  deles  ela praticava capoeira , Um  dia Luana encontrou-se com seu amigo chamado Luizinho os dois ficaram conversando , quando  começa a chover Luizinho vai para casa e Luana e continuou ali, de repente um raio a atingiu e em cheio em seu berimbau , ela ficou bem , mais agora seu berimbau se tornou mágico sempre quando ela tocar-lo ela ira se tele transportar para um lugar no passado . Um dia ela tocou seu berimbau e sem saber se teletransportou para muitos anos atrás, e foi parar exatamente no dia e no lugar onde aconteceu o descobrimento do Brasil. lá ela conheceu um povoado chamado tupiniquim, lá também fez muitas amizades e teve  a oportunidade de ver Pedro Álvares de Cabral pisando pela primeira vez no Brasil.  Nisso ela pode saber mais um pouco sobre o descobrimento do Brasil . Quando de repente ela tocou seu berinbau mágico e voltou para casa. Fonte
Sobre a obra
Ouvindo: AQUIAQUI
Atividade PDF: AQUI


https://s3-us-west-2.amazonaws.com/catalogo.ftd.com.br/files/uploads/4879_resized_600x800.jpg

Luana adora capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga. Transportada ao passado por seu berimbau mágico, Luana conhece algumas das pessoas que lutaram para libertar os escravizados negros no Brasil.


Entre as personalidades que ela conhece estão Castro Alves, José do Patrocínio e Joaquim Nabuco. Luana presencia o sofrimento dos seus antepassados descendentes de africanos, mas também acompanha a luta dos abolicionistas brasileiros pela libertação dos negros escravizados.




Considerada por muitos a primeira heroína negra das histórias em quadrinhos brasileiras, Luana, garotinha de oito anos, capoeirista e descendente de quilombolas, faz o protagonismo feminino e negro tornar-se presente também na literatura voltada para crianças e adolescentes. Continua:AQUI



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quinta-feira, outubro 24, 2019

Formas e cores da África>Máscaras africanas>Arte africana>Africanidades>24/10/2019



Mercia M.Leitão
O livro de Mércia Leitão e Neide Duarte aborda a relação entre um neto e seu avô de origem africana. Por meio de objetos, como máscaras, vestimentas e histórias cheias de encanto e magia, o avô resgata de forma emocionante o seu passado e proporciona ao neto uma verdadeira viagem, apresentando-lhe a beleza, a riqueza e a diversidade da história e cultura do continente africano.

Proposta de trabalho: AQUI
A cultura africana merece, além do mesmo respeito que qualquer outra cultura, mais atenção por parte de todos os brasileiros. Isso porque, considerando- -se ou não afrodescendente, cada um de nós carrega um pouco das diversas tradições trazidas com os homens e mulheres escravizados e enviados às colônias americanas. É preciso saber reconhecer como essa riqueza se manifesta em nossa vida – idioma, música, culinária e crenças – para, por fim, conseguirmos reconhecer que nossa história não deve ser contada apenas do ponto de vista do branco/europeu. AQUIAQUI

História e cultura africana e afro brasileira na educação infantil
AQUI
Confecção de máscaras africanas com diferentes materiais e técnicas.
Máscaras africanas
História,beleza,magia das máscaras
Para recortar/baixar

A arte africana e suas influências



Proposta Pedagógica: “Máscaras Africanas – A Arte da Identidade e da Diversidade”
🎯
Objetivo Geral
Explorar a arte africana como expressão cultural, simbólica e identitária, valorizando a diversidade étnico-cultural e estimulando a criatividade, o respeito e a inclusão por meio da confecção de máscaras.
🧩
Justificativa
A arte africana é um campo rico para trabalhar identidade, cultura e diversidade, além de proporcionar uma experiência sensorial e visual intensa. As máscaras representam não apenas figuras decorativas, mas também símbolos espirituais e sociais.
Para alunos autistas, essa atividade oferece organização visual, sequência clara de etapas, estímulos sensoriais controlados e oportunidades de expressão não verbal, favorecendo a autonomia e comunicação artística.
🧠
Competências Gerais da BNCC
1. Conhecimento – Valorizar e utilizar os saberes sobre diferentes culturas e contextos.
2. Repertório Cultural – Compreender e respeitar a diversidade estética e cultural.
3. Comunicação – Expressar-se por meio da arte visual.
4. Empatia e Cooperação – Valorizar o trabalho coletivo e a diversidade humana.
5. Autoconhecimento e Autocuidado – Reconhecer suas emoções e identidade.
6. Responsabilidade e Cidadania – Valorizar e respeitar diferentes culturas e origens. Fonte Educa desafios

Formando a consciência colorida

texto máscaras
Ouvindo sobre máscaras africanas: AQUI
No Linguagem
Atividades :AQUI
Arte tinga: AQUI
Estampas africanas: AQUI
Coleção africanidades: AQUI
A bela Wika: AQUI
Betina: AQUI
África mãe de todos: AQUI






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