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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
16 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Fotografia. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, março 13, 2025

Como é que eu era quando era bebê?>Eu sou assim, e você?> Estímulos literários> 13/03/2025

 
Jeanne Willis/Toni Ross

A pergunta que não se cala é sempre a mesma, em qualquer parte do planeta. Não há criança que não queira saber. É a busca da identidade, do próprio eu, do saber de onde viemos. 
Como É Que Eu Era Quando Era Bebê? 
Começa com a indagação do menino Miguel à sua mãe. A partir daí, a mesma questão percorre o mundo animal
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Projeto: Minha infância: AQUI
Aula sugestão: AQUI
O objetivo do projeto foi promover a reflexão sobre a identidade individual de cada aluno, suas origens e histórias pessoais. Além disso, as professoras buscaram estimular a empatia entre os estudantes por meio da compreensão e valorização das diferenças e singularidades de cada um. 


Descubra como você se transformou desde bebê, desenhando objetos e atividades do passado e do presente. Refletindo sobre essas mudanças, aprendemos que somos seres vivos em constante crescimento e aprendizado. 
AQUI (Coloquei o link, pois diz na descrição que é grátis.)

Atividades: AQUIAQUIAQUI
Quem sou eu? AQUI

Cantando: Quando eu  era neném: AQUIAQUIAQUI( Quintal da cultura)

A interação "Quando eu era neném" aborda alguns cuidados que devemos ter com os bebês, destacando algumas coisas que eles precisam e que gostam de fazer, para crescerem fortes e saudáveis. Tudo isso, utilizando vídeos animados, músicas e brincadeiras para movimentar o corpo.

Lapbook: Quem sou eu: AQUI

Raul Marques/Sami Ribeiro

Com texto de Raul Marques e ilustração de Sami Ribeiro, o livro "Eu sou assim. E você?" mostra como as pessoas são diferentes por suas escolhas, características e origens. E isso não é problema. Afinal, somos oito bilhões de pessoas neste mundo, e cada um de nós é um ser único. A diferença é, justamente, o que temos em comum.
Temas abordados: diferentes gostos, escolhas e hábitos cotidianos.
Ouvindo: AQUI

Minha avó já foi bebê: AQUI
Eu sou assim e vou te mostrar: AQUI
Eu sou isso: AQUI
Fotografia: AQUI
Memórias: AQUI
Identidade: AQUI
Autoestima: AQUI
Autorretrato: AQUI




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segunda-feira, fevereiro 26, 2024

Rato/Palavra cantada>Leitura e escrita de legendas>Gênero textual legendas>26/02/2024





Rato”, do grupo Palavra Cantada, composta por Paulo Tatit e Edith Derdyk.
 Além de um videoclipe disponível no YouTube, a música também ganhou uma versão em livro, publicado pela editora Melhoramentos.
Com graça e magia, as ilustrações de Laurent Cardon enriquecem esta linda história!
O livro vêm acompanhado de QR Code para acessar as canções e faixas de karaokê que trazem apenas a música, para quem quiser cantar.
Um ratinho apaixonado está em busca de um grande amor. Diferente dos outros ratos, que correm por todo lado procurando comida, ele canta para a Lua e pede sua mão em casamento.
 Ela recusa o pedido e apresenta a nuvem que sempre está diante dela. 
Ao ver a nuvem faceira, o pequeno rato logo propõe subir ao altar.
 Mas a bela nuvem não aceita seu amor. 
Sem perder a esperança, o rato segue em busca da amada entre várias pretendentes. 
Seu verdadeiro amor não demora a chegar.

Proposta de atividades: AQUI
PDF: AQUI

O rato vai nos levar para + uma atividade literária musicada: 
Rato/Palavra cantada: AQUIAQUI
Aula: Criando legendas para ilustrações: Trecho da proposta

Após a exploração e interpretação do texto, várias atividades podem ser propostas, como dramatização da música, momento de cantoria - os alunos cantarem acompanhando a letra e também pode-se propor que os alunos façam um pequeno livreto com letras de músicas que acharam legais de conhecer com ilustrações feitas por eles para os pais, para eles mesmos, para alguém querido, etc. Esta pode ser uma atividade pontual, ou pode se tornar um projeto, com pesquisas sobre músicas, envolvendo votações, estudo das letras, estudo sobre os compositores, biografias, etc. Isso vai depender da avaliação do professor decidir sobre a extensão da proposta.

Ao fazer a proposta do livreto com ilustrações da música pode-se negociar com os alunos como o texto poderia ser ilustrado, quantas ilustrações, se farão uma ilustração para todo o texto ou se ele pode ser fragmentado pelas estrofes para possibilitar a ilustração de diversas “cenas”. Isso ficará a cargo da turma e do professor decidirem.

É interessante neste momento, após a ilustração da música pelos alunos, que o professor já tenha explorado o gênero legenda em alguns portadores, como jornal, livro didático, em livros de arte, revistas semanais, etc. O importante é que ao iniciar o trabalho de ilustração os alunos já tenham alguma referência deste gênero, destacando-se a sua função de descrever, nomear ou explicar imagens, desenhos, pinturas, fotografias, onde a legenda se localiza em relação à imagem, qual o tamanho do texto, tamanho da letra etc. Desta maneira, eles podem se implicar na atividade de desenho e posteriormente na produção de legendas com o objetivo mais definido.


Aula completa: AQUI


Gênero textual legenda:
Aula: Criando legendas: AQUI
Vídeo: AQUI
Aula: O que são legendas: AQUI
Aula: Analisando e escrevendo legendas/Alfabetização: AQUI
Aula: Legenda de fotografias: AQUI
Aula: espaço, tempo e outras informações nas legendas das fotos: AQUI
Sobre o livro Terra de Cabinha citado acima: AQUIAQUI
Vídeo: Foto legenda: AQUIAQUIAQUI
Aula: Uso e funções das legendas: AQUI
Aula: Troca e criação de legenda para o gráfico dos livros: AQUI
Atividade janela criativa: AQUI
Atividade com fotografia: AQUI

No Linguagem
Dengue: Legendas: Aula: AQUI
Fotografia: AQUI
Mapas e legendas: AQUI
O abraço: AQUI



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quarta-feira, junho 09, 2021

As bonecas da vó Maria>Atividade PDF>Vó para de fotografar>Hora da história> 09/06/2021

 

Mel Duarte

O livro, inspirado na história de três empreendedoras, contra a trajetória de três irmãs e a relação delas com a avó, que estimulava a imaginação das netas por meio da leitura de forma lúdica.

Ouvindo a história: AQUIAQUI

Atividades PDF: AQUIAQUI, AQUI  Ficha literária/Matemática: AQUI , AQUI

Caixa surpresa + atividade PDF: AQUI

Entrevista/PDF: AQUI

Ilan Brenman
Com humor e delicadeza, o relacionamento familiar e a importância dele são retratados nesta narrativa, com uma personagem principal um tanto que mal humorada e uma avó pentelha que fotografa qualquer movimento da neta querida.
É mostrado às crianças, que a avó usa a fotografia para guardar desde as mais importantes e até banais memórias de sua neta, das pessoas que ele ama e que são importantes na vida dela.

No final do livro, há uma dupla de páginas para o pequeno leitor criar o seu próprio álbum de lembranças, assim como a vó do livro.

Ouvindo a história: AQUIAQUI, Libras: AQUI
Projeto: AQUI
Sobre a obra: AQUI

A menina e o segredo da vovó: AQUI

Fotografias no Linguagem: AQUI

Aula/Fotografando no meu entorno: AQUI

Foto lembrança/Aula: AQUI

Coleção especial avós: AQUI




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segunda-feira, outubro 12, 2020

O colecionador de segredos>Produção de textos> O colecionador de chuvas/E de manhãs>Conceito/Agrupamento>12/10/2020



  • Vida, sentimentos e mudanças. Beto mostra ao leitor a riqueza contida nas coisas simples da vida 
  • "A lei do país onde Beto morava dizia que todos tinham de começar a colecionar alguma coisa quando completassem doze anos de idade", mas Beto não sabia o que queria colecionar.

Ilustrador: André Neves
Temas: Conto / Humanos / Relacionamento familiar / Superação / Insatisfação / Respeito às diferenças

Projeto de leitura/Produção de textos

AQUI

Vamos construir uma coleção? Aula

- Aprender a colecionar objetos, seriando-os por critérios estabelecidos em grupo, ou pelo professor.

- Conhecer artistas que fizeram obras de arte sobre memória e coleções.

- Narrar suas experiências/vivências por meio de objetos que colecionaram.  

- Constituir um repertório estético de imagens, poesias, objetos e músicas.

AQUI

O colecionador de águas

AQUI


André Neves

Numa cidade em que a chuva demora a molhar a terra, um menino aspira por colecionar gotas de chuva. Lá o sol brilha forte todos os dias, clareando as ideias do menino e assim ele se prepara para armazenar as gotas da chuva, gotas de todos os tipos que houver. No dia que a chuva caiu, os moradores comemoraram e saíram à rua junto com o menino. E quando a chuva cessou deixou ao menino as lembranças de felicidade, as gotas de sonhos que, como chuva refrescante, trazem esperança e renovam a vida.

Já na primeira página em que começa a história, aparecem casinhas bem juntas. Era a Rua do Sol que quase não se via a chuva.  Tenho fascínio por casinhas.  Andre Neves que gosta de deixar a imaginação aflorar livremente, que me permita, mas me fez imaginar ali um vilarejo. Também tenho um encantamento nada secreto por vilarejos. Como é lindo, já viram? Continua: AQUI

+Sobre a obra

AQUI   AQUI

“Gotículas finas e frias,

sobras de orvalho matutino,

fios de garoas dos finais de tarde,

torós noturnos trovejados no espanto,

chuviscos soprados por ventos fortes,

chuvas ciclônicas com pedaços de ramas,

bagatelas pesadas e até chuvas

das goteiras nos telhados.” 



Whalter M.Santos
André neves

Vencedor do Prêmio Luis Jardim de Literatura e destaque em mais três premiações no Brasil e em Portugal, este livro é destinado a leitores dos 8 aos 80 anos e trata do afeto, esse sentimento delicado como pássaro com asa quebrada. São duas histórias sobre a relação entre avô e neto, pai e filho, com a poesia e a criatividade que já consagraram o autor como um dos grandes nomes da prosa moderna. Em “Você já viu um pastor de nuvens?”, o menino Daniel conta que seu avô é um deles: com muita idade e já sem amigos vivos, ele usa seu tempo para ir à praça para olhar o céu e observar as mudanças de cores e das formas das nuvens. “O colecionador de manhãs” mostra como um menino, ao procurar um guarda-chuva para ir comprar jornal numa manhã chuvosa, encontra uma caixa de madeira esquecida numa cômoda. Ao abri-la, depara-se com cartões-postais e fotografias dos mais variados lugares do mundo, retratando o amanhecer – todos assinados, datados e comentados pelo pai, que partiu para uma viagem, da qual nunca mais voltou, antes de ver o filho nascer. Emocionado, o menino guarda novamente a caixa para que, no futuro, seu filho ou seu neto também possam encontrá-la. Algumas lindas páginas:  AQUI

Resenha de aluno com desenho:  AQUI

O menino que colecionava lugares

AQUI

O menino que colecionava guarda - chuvas

AQUI

Tião carga pesada/Conceito agrupamento

AQUI

Aula/Construir coleções

AQUI

AQUI

Agrupar em quantidades iguais

AQUI

AQUI



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terça-feira, junho 27, 2017

Clic clic a máquina biruta do seu Olavo 2 >Estímulos fotográficos>27/06/2017

""Clic-Clic" é um divertido livro do escritor e ilustrador infantil, Maurício Veneza, que brinca com a forma que enxergamos o outro, ou seja, com a percepção de cada um, e como, de repente, tudo pode virar de cabeça para baixo e nossa opinião também mudar. A história conta as peripécias do Seu Olavo, um antigo fotógrafo que continua tirando retratos das pessoas na ruas e praças da cidade..."



Seu Olavo é um velho fotógrafo. Também chamado fotógrafo lambe-lambe, ele tem uma máquina fotográfica muito antiga. Tão antiga que parece não funcionar muito bem. Dependendo da posição da foto, surge uma imagem diferente. Será a Cristina ou o avô da Dora? Dona Inês ou Seu Manuel? Só mesmo vendo as fotos que ela faz é que dá pra entender por quê...

Aula: Uma história de virar a cabeça
Aula: Fotografia: AQUI
Clic clic a máquina biruta do seu Olavo e Coração de passarinho no Linguagem: 
História do lambe lambe , projeto, história do seu Olavo e mais:
 AQUI

Leitura informativa/Gênero textual informativo
História da fotografia
Dia do Fotógrafo

Projeto retrato e autorretrato
  1. Fazer com que as crianças reproduzam retrato e auto-retrato sabendo diferenciá-los e observar todos os detalhes. 
  2. Conhecer um pouco da vida e obra de alguns pintores que pintaram seu auto-retrato: Tarsila do Amaral, Pablo Picasso e Van Gogh.    AQUI
Aula:Artes visuais- Fotografia

Vejam A vaca fotógrafa:  AQUI




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O retrato>Álbum de família>Estímulos literários,artístico e visuais>Dia dos avós>27/06/2017

Será que ninguém quer tirar retrato? 
Ou a turma está reservando uma bela surpresa para o gato?

Ouvindo a história
Aula: O retrato da bisavó ( terceira idade)
Poema de Elias José: AQUI

Aula: Autorretrato

Turma da Mônica
Álbum de fotografia
Provas comprometedoras
Álbum de família
A bela relação entre avós e netos permite resgatar o passado e ter esperança no futuro. 
É o que vive Manuela, protagonista do livro. No convívio com os avós, que se mudam para sua casa, ela descobre um novo mundo nas histórias, fotografias e músicas revividas por eles.

Resultado de imagem para livro album de familia lino de albergaria atividades
Lino de Albergaria
Muito tempo atrás, no Rio de Janeiro, havia bondes circulando pela cidade.
 E as mulheres colocavam chapéu quando saíam na rua.
 Na roça, as pessoas costumavam sentar na varanda e ficar ouvindo histórias até de madrugada... Pelo menos é isso que o bisavô e a bisavó da Manuela contam. 
E aí dá uma vontade de brincar de antigamente!
Proposta de trabalho
Quintal da cultura
Sobre a obra

De volta ao passado
Sugestão de atividade
dia dos avós







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quarta-feira, maio 10, 2017

Sabe de quem era aquele rabinho?>Medidas e grandezas>Estímulos literários>10/05/2017



Elza C. Sallut

“O elefante vai viajar e resolve dar uma festa de despedida. Ele quer tirar uma foto para guardar de recordação, e o esquilo sugere que os convidados façam uma pose costas para a câmera. Quando vai bater a foto, o elefante percebe que há um penetra na festa. 
De quem será aquele rabinho?”

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Cantando: Alguém viu o meu rabinho? AQUI

Atividades AQUI AQUI AQUIAQUI
GráficosAQUI
Imitando poses: AQUIAQUIAQUIAQUI

O pirulito do pato



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quarta-feira, novembro 23, 2016

A vaca fotógrafa>Estímulos divertidos>A vaca voadora>23/11/2016


Adriano Messias

Nesta divertida história, Adriano Messias apresenta ao leitor uma vaca um tanto quanto atrapalhada, que fica o tempo todo fotografando os bichos de um sítio. 
O que ela não sabe é que a sua máquina fotográfica pode lhe pregar uma peça. 
Com as ilustrações bem-humoradas de Jean-Claude R. Alphen, A vaca fotógrafa é uma ótima oportunidade para que o pequeno leitor entre em contato com a paisagem e os bichos do campo de forma lúdica e criativa.
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Fantoches de vaquinhas sonoras feitas com caixas de leite.
Este livro se tornou o meu xodózinho. Fiz o teatro com meus alunos dos primeiros e segundos anos que foi bárbaro. A atividade se desdobrou, fluiu e as crianças se envolveram. Acabou virando também um trava - línguas, foi difícil falar fotógrafa. Foi demais. AQUI

Cantando: AQUI


Através da divertida história "A vaca fotógrafa" de Adriano Messias, as turminhas do Jardim III A e B puderam conhecer mais um dos meios de comunicação: A câmera fotográfica.
Dessa forma os pequenos manusearam uma câmera digital, tirando foto dos colegas, e uma máquina antiga disponibilizado pelo pai da Maria Júlia, observando as diferenças entre as câmeras e suas funções, como também fotos antigas trazidas pela aluna Lívia.
Demostraram também a atividade realizada em casa na construção de uma maquina fotográfica com materiais recicláveis, a diversão foi garantida. AQUI

Baseada no livro do autor Adriano Messias, esta atividade oportunizou diferentes vivências e experiências sobre o olhar fotográfico. Através de histórias, músicas, jogos, exploração de diversas possibilidades gráficas e gestuais, brincadeiras, construção de brinquedos. Foram algumas das estratégias utilizadas para apresentar aos pequenos um pouquinho do mundo da fotografia. Atualmente, a fotografia está muito mais acessível, o que facilita o contato infantil com essa tecnologia. Grande parte das crianças tem acesso a fotografia digital (celulares, tablets, ou máquinas fotográficas) sabem que depois que pousam para uma foto, podem conferir a própria imagem nos aparelhos. O fato de se enxergar em outro lugar além do aparelho, gera curiosidade e alegria nos pequenos. AQUI

A vaca Rebeca e outras
AQUI

A vaca voadora

Lalau, um menino de seis anos, não podia imaginar quando foi morar com as tias que sua vida seria uma grande aventura.
Tia Quiquinha dominava os segredos dos alquimistas.
Vivia em seu laboratório cercada de potes e vidros.
Era capaz de transformar ovos comuns em ovos de ouro, conversar com gnomos, fazer uma vaca voar com seu poderoso elixir de levitar.
E foi assim que Lalau quase virou manchete de jornal.
Tentou dirigir a vaca para o lado da janela, mas era como partir a duzentos quilômetros, num carro de corrida e querer frear depois de andar três ou quatro metros.
Nem a vaca, nem ele, sequer viram a janela.
Subiram feito um foguete. E, com certeza, aprontaram muitas confusões.

Atividades
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Projeto
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Edy Lima nasceu no Rio Grande do Sul e viveu muitos anos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ganhou vários prêmios importantes como o Jabuti, o da Associação de Críticos de Arte, o do Serviço de Teatro. O livro a Vaca voadora foi publicado pela editora Global e está na sua 32ª edição.

Lalau, um menino de seis anos, não podia imaginar quando foi morar com suas tias que sua vida seria uma grande aventura.Tia Quiquinha vivia fazendo experiências em seu laboratório cercada de potes e vidros. Era capaz de transformar ovos comuns em ovos de ouro, conversar co gnomos, fazer uma vaca voar com seu poderoso elixir de levitar.

O narrador é 1ª pessoa (Lalau) pois ele participa dos fatos.

A vaca voadora. Ela era grande e pesada.
Não tinha personagem que era adversário ou competidor da vaca.
O lugar onde ocorre a história é na casa das tias de Lalau, que era grande velha e aconchegante.
A história acontece mais ou menos em três dias.
O título à vaca voadora tem esse nome, pois na história a vaca havia tomado o elixir de levitar e começou a voar ganhando fama de vaca voadora.

Introdução:
A história começa quando Gumercindo traz a vaca de presente para sua tia. Ele resolveu dar a vaca de presente para as tias, pois se sentia culpado pela morte de Aniceta, que morreu de rir quando Gumercindo lhe pediu em casamento.

Clímax:
Tia Quiquinha vivia fazendo experiências: transformava ovos normais em ovos de ouro, conversava com gnomos... Quiquinha também tinha inventado o ´´elixir de levitar``, e então Maricotinha teve uma ideia: como a vaca não passava pela porta, pois era mais larga do que a porta e resolveram dar-lhe o elixir de levitar.
Lalau subiu na vaca e saiu voando montado nela. Mas o elixir de levitar durava pouco e logo Lalau voltou para a Terra.A vaca despencou no telhado da casa das tias e quebrou a perna esquerda e, com muito esforço, foi trazida para a sala.
Sem muita cerimônia, ela mastigou e engoliu todos os retratos de Aniceta.
Tia Quiquinha, então, teve uma brilhante idéia: para recompor as fotos era necessário tirar umas radiografias da vaca. Mas o que eles não sabiam era como fazer a vaca passar pela porta estreita. Então eles decidiram chamar os marceneiros para alargarem a porta.
Chegaram os marceneiros e tia Quiquinha falou o que eles haviam de fazer.
A noite haveria a festa de Gumercindo e tia Quiquinha estava fazendo os doces.Quiquinha mandou Lalau e os gnomos entregarem os convites.Então eles convidaram alguns familiares, o índio e as pessoas do circo.
Na festa tia Quiquinha fez um truque: colocou Zeca e Chico de castigo lá em cima do telhado.

Desfecho:
Eles convidaram Poiranga para morar com eles e ele foi dormir do lado de fora como era o seu costume.
No dia seguinte choveu tanto que quando a água chegou até onde a vaca estava ela se levantou, mancava um pouco, mas já conseguia ficar em pé.E todos ficaram contentes.
Observação não houve conflito.
Comentário crítico da história:
A história é feita de pura fantasia e imaginação, pois transformar ovos normais em ovos de ouro, conversar com gnomos ou até mesmo dar elixir de levitar para uma vaca e fazer a mesma voar é algo que só acontece na imaginação.
Podemos comparar essa história aos contos de fadas, onde há bruxas que se transformam em fadas, príncipes em sapos e assim por diante.
Mas ao mesmo tempo a história envolve o leitor com o drama da vaca, os palpites das irmãs em suas ações, as trapalhadas de Gumercindo e as intervenções de Lalau.
A história é feita de pura magia, de situações fora da realidade, mas que ao mesmo tempo encantam o leitor e o levam a viajar pelo mundo da imaginação. Este livro, quase no final, com a chegada do índio Poiranga, inicia uma outra história, fato que não é comum nos livros.Porém, situações como essas jamais podem acontecer na vida real, só mesmo na imaginação.

Interpretando....

1. No início da história é narrado como essa vaquinha tão especial apareceu na vida das personagens. Como isso aconteceu?



2. O que Tia Quiquinha deu para a vaca beber?

3. O que aconteceu com a vaca depois de beber tudo o que a Tia Quiquinha lhe deu?

4. Todas as pessoas da família de Lalau estavam saudáveis, mas Gumercindo chamou uma ambulância. Quem precisava de atendimento? O que tinha acontecido?

5. Por que foi necessário chamar engenheiro para abrir uma porta na casa de Lalau?

6. De que forma Tia Maricotinha pagou os serviços do engenheiro e do arquiteto?

7. Tia Quiquinha era uma pessoa muito especial que conhecia até gnomos. 
De que forma ela chamava os gnomos? De que forma eles respondiam?

8. “Eu ensinei Lilita, minha priminha menor, a passar bálsamo na perna da vaca. Assim podíamos nos revezar naquela tarefa.
Boiporanga indagou:
- Búfala pequena perna quebrada?
- Certo. 
- Índio tem remédio para búfalo perna quebrada: ...”
Qual foi o remédio indicado pelo índio?

9. Por que Tia Quiquinha se mostrava agressiva com a gente do circo?

10. De qual tribo era o índio Poiranga? Qual será o nome do livro que contará a história da vaca voadora nas terras do índio?
Fotografia
AQUI
A vaca Mimosa e a mosca Zenilda
AQUI




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