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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, maio 30, 2026

A cidade é o mundo>Espaço urbano> Crescimento da população> Estímulos literários> 30/05/2026

 
Camila Tardelli


Didi é uma criança que adora passear pela cidade, onde tudo pode acontecer. 
Na cidade, ela encontra cheiros, sabores, surpresas e encontros, cada esquina é uma nova aventura. O leitor é convidado a acompanhar Didi por esse lugar mágico, cheio de luzes, cores e movimento, e muita, muita gente! 
Uma obra que apresenta a cidade como um lugar vivo e cheio de histórias para contar e pessoas para ver.

Cidade para crianças, aventura urbana, livro infantil, vida na cidade, cores e movimento, histórias infantis, imaginação infantil, diversidade urbana, crianças explorando a cidade, livro colorido, leitura para educação infantil, descoberta, passeio urbano, mundo infantil, cultura urbana para crianças, Didi, livro ilustrado

O livro "A cidade é o mundo" (Editora do Brasil) aborda a pluralidade cultural e a cidadania, acompanhando a personagem Didi em passeios cheios de cores e diversão. Para expandir a leitura, você pode explorar a percepção de espaço das crianças e o papel delas na comunidade.

Explore o potencial do livro com as seguintes atividades práticas:
  • Mapa Afetivo da Cidade: Peça aos pequenos para desenharem os lugares que mais frequentam (parque, padaria, escola) e o que eles mais gostam em cada um.
  • Caminhada de Observação: Faça um pequeno passeio pelo bairro ou arredores da escola, anotando ou fotografando cheiros, sons e elementos que chamam a atenção.
  • Dinâmica "Eu no Mundo": Utilize círculos de papel coloridos e concêntricos, onde o menor representa "Eu", seguido por "Minha casa", "Minha rua", "Meu bairro", até chegar na "Minha cidade".


Ouvindo: AQUI
Projeto de leitura: AQUI

Raimundo cidadão do mundo: AQUI
Cidadania/Direitos e deveres: AQUI
A obra: AQUI
Da minha janela: AQUI
Criaturas estranhas: AQUI
O toró: AQUI
Bairro/Rua: AQUI
Cidadania: AQUI
Mapas: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Urbanização: AQUI
Minha cidade: AQUI
Maquetes: AQUI



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segunda-feira, maio 18, 2026

Mascotes Copa 2026>Festas juninas>Arraiá da bola>Diversidade cultural>Projeto>Estímulos poéticos/Musicais>18/05/2026

 
Fonte: Pinterest

Os três mascotes da Copa do Mundo da FIFA 2026 formam um trio alegre e enérgico. Maple, o alce canadense vermelho, exibe um grande sorriso e uma atitude entusiasmada. Zayu, a jovem onça-pintada mexicana verde, traz vivacidade e agilidade com suas manchas geométricas e olhar travesso. Clutch, a águia americana azul, abre orgulhosamente suas asas, transmitindo uma impressão de movimento constante. 
Juntos, eles personificam a união dos três países anfitriões e o espírito festivo do futebol. Seu design colorido e expressivo chama a atenção imediatamente e cria uma atmosfera acolhedora.  AQUI

Desenhos para imprimir:: AQUI

Mesclar a tradição do arraiá com a emoção do futebol é a grande tendência para a Festa Junina e Copa do Mundo 2026. O segredo está em adaptar as clássicas atividades caipiras, decoração e comidas típicas para criar uma experiência verde e amarela com muito ritmo de quadrilha   

Projeto pedagógico Copa do Mundo 2026
Um projeto pedagógico sobre a Copa do Mundo na Educação Infantil transforma o torneio global em um laboratório de aprendizado. O objetivo é utilizar o evento para desenvolver a socialização, o raciocínio lógico e a coordenação motora das crianças, explorando também a diversidade cultural de forma lúdica

Objetivos de Aprendizagem:
Diversidade Cultural: Apresentar a pluralidade através de costumes, comidas típicas e diferentes manifestações culturais dos países participantes.
Geografia Lúdica: Explorar os países-sede do torneio (Canadá, Estados Unidos e México), introduzindo noções de localização espacial.
Desenvolvimento Motor:
Utilizar circuitos esportivos adaptados e manuseio de bolas para aprimorar a coordenação motora grossa e fina.

Atividades Práticas Sugeridas:
Mascotes e Bandeiras: Trabalhar o reconhecimento de cores e formas geométricas por meio da pintura das bandeiras dos países e da identificação dos mascotes da competição.
Culinária Intercultural: Promover pequenas vivências na cozinha com pratos simples típicos das nações participantes.
Copa da Turma: Criar torneios não competitivos com circuitos de obstáculos, caça ao tesouro e chutes a gol

Eixos da BNCC (Base Nacional Comum Curricular):
As atividades devem estar alinhadas aos campos de experiência da BNCC, com destaque para:
"O outro, o outro e o nós": Enfatizando o respeito mútuo, o trabalho em equipe e a valorização das diferenças.
"Corpo, gestos e movimentos": Trabalhando o esquema corporal e as habilidades motoras através dos jogos. Fonte Google.

Como trabalhar diversidade cultural: Copa do Mundo 2026: 

A Copa do Mundo 2026 será diferente de todas as anteriores. Pela primeira vez, o torneio acontecerá em três países ao mesmo tempo: Estados Unidos, México e Canadá.

Enquanto os jogos acontecem, culturas, idiomas, histórias e modos de viver passam a circular com mais força no cotidiano escolar.

Diante disso, a escola pode apenas acompanhar o calendário esportivo. Ou pode transformar a Copa do Mundo 2026 em uma experiência de aprendizagem cultural significativa.  AQUI
Sequência didática em PDF/Copa 2026: AQUI
Contexto literário
  • Transforme o entusiasmo da Copa do Mundo em aprendizagem significativa combinando futebol, leitura e escrita. Aplique contação de histórias globais, produção textual (crônicas e diários de bordo) e leitura interdisciplinar sobre os países-sede (EUA, México e Canadá), conectando o esporte a competências linguísticas e cidadania
  • 1. Leitura de Mundo e Diversidade Cultural
  • Livro de Histórias Globais: Selecione contos folclóricos dos países anfitriões (México, EUA e Canadá) ou de nações participantes para ler em voz alta.
  • Geografia Literária: Promova um "festival de turismo literário" utilizando o tema da Copa para mapear as lendas e a literatura dos países classificados.
  • Álbum de Figurinhas Literário: Proponha a criação de um álbum onde cada "figurinha" desenhada e escrita pelos alunos contenha um poema, estrofe ou resumo sobre um autor famoso ou um livro clássico.
  • 2. Produção Textual e Criatividade
  • Diário de Bordo do Torcedor: Peça aos estudantes que escrevam relatos diários imaginando que são correspondentes internacionais viajando pelas cidades-sede da América do Norte, misturando crônicas esportivas e culturais
  • Contos de Superação: Desafie os alunos a escreverem minicontos sobre um jogador azarão ou uma seleção estreante que venceu grandes desafios.
  • Crônicas Esportivas: Incentive a leitura de grandes cronistas esportivos brasileiros (como Nelson Rodrigues ou Carlos Drummond de Andrade) para que os alunos redijam suas próprias crônicas sobre partidas históricas.
  • 3. Letramento Interdisciplinar e Lúdico
  • Caça-Palavras e Cruzadinhas Temáticas: Crie materiais com o vocabulário da Copa do Mundo (goleiro, arbitragem, estádio) e nomes das seleções para estimular a alfabetização lúdica
  • Música e Poesia: Analise a música oficial da Copa e seus países de origem, ou proponha que os alunos escrevam paródias ou poemas de incentivo à seleção.   Fonte: Google

  • Poema: No clima da copa: AQUI
  • Copa do mundo e fauna brasileira: AQUI
  • Cantando: 
  • Arraiá do Brasil na Copa: AQUI, AQUI
  • Arraiá do gol: AQUI
  • Brasil no coração: AQUI
  • Forró na Copa: AQUI
  • Copa junina: AQUI
  • Futebol/Trava-línguas: AQUI
  • O que fazem os jogadores de  futebol: AQUI
Futebol: AQUI
Bola: AQUI


Diversidade cultural
Diversidade cultural diz respeito à existência de costumes variados, formando as características da identidade de cada povo ao redor de todo o mundo. Nesse conceito, estão inclusos: Tradições, crenças, cerimônias, ritos, idioma, linguagem, comportamento, hábitos, valores, culinária, folclore, organização, artes e artesanato. Continua: AQUI
Gente legal está em todo lugar: AQUI
Uma festa de cores: AQUI
Agora: Crianças ao redor do mundo: AQUI

Cantando: Amigos de todos os lugares: AQUI
Cantando: Milho do Brasil: AQUI
Crianças no mundo: Diversidade cultural: AQUI, AQUI
Milho: AQUI



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quinta-feira, outubro 16, 2025

A bruxinha Zuzu> A bruxinha Zuzu e o gato miu> Narrativa visual>16/10/2025

 
Eva Furnari

A Bruxinha Zuzu é uma bruxa, claro, mas quem reparar direito vai ver que ela tem umas coisinhas diferentes. Os livros desta coleção são um pouco diferentes dos livros com os quais estamos acostumados. Uma das razões é que suas histórias são contadas com desenhos e não com palavras. A outra razão é que o assunto dos livros é um pouco atrapalhado, mas a culpa não é da autora, é da própria personagem. A personagem, por sua vez, diz que a confusão não é dela, e sim da bendita varinha mágica.
Projeto de leitura: AQUI
Ouvindo: AQUI

Eva Furnari

Este livro conta histórias da Bruxinha Zuzu e de seu amigo, o gato Miú, que é um bichaninho exageradamente dramático, trágico, sentimental e medroso, além de envergonhado. Os livros desta coleção são um pouco diferentes dos livros com os quais estamos acostumados. Uma das razões é que suas histórias são contadas com desenhos e não com palavras. A outra razão é que o assunto dos livros é um pouco atrapalhado, mas a culpa não é da autora, é da própria personagem. A personagem, por sua vez, diz que a confusão não é dela e sim da bendita varinha mágica.
Projeto de leitura: AQUI
Ouvindo: AQUI ,  AQUI
Atividades sugeridas/PDF: AQUI, AQUI, AQUI
Cantando: A bruxinha: AQUI
Corpo, gestos e movimentos: A bruxa que não gosta de ninguém: AQUI
Leitura de livros de imagem: AQUI
A bruxinha atrapalhada: AQUI
Eva Furnari: AQUI
Bruxas: AQUI
Halloween: AQUI
Narrativa visual: AQUI
Leitura/imagens: AQUI




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segunda-feira, outubro 13, 2025

Tecelagem>Releitura>Estímulos culturais africanos>Nossas raízes>13/10/2025

 
Goya Lopes

Neste livro, Loom e Axó contam a história da tecelagem manual, uma das atividades mais antigas da humanidade, que até hoje é um artesanato muito utilizado. No continente africano, há uma grande variedade de teares; em cada comunidade, o modelo é diferente. Os tecidos, produzidos pelos tecelões, vestem reis e pessoas comuns em festas e cerimônias, e simbolizam distinção e elegância.
Ouvindo: AQUI

A leitura do livro Tecelagem foi um convite ao conhecimento de culturas diversas através da produção de tecidos que ocorre de maneira tradicional em uma determinada região da África e que perpassa por gerações.
Além disso a proposta do 'Ateliê Tecelagem com a exploração do algodão e das tinturas naturais, foi uma oportunidade para as crianças criarem e explorarem a arte de diferentes formas. AQUI

As crianças fizeram a releitura do livro na prática experimentando as texturas do algodão, das fibras e terminando com um divertido desfile com os turbantes coloridos. AQUI

A leitura do livro *Tecelagem* abriu caminhos para uma investigação sensível:
De onde vem os tecidos das roupas?
Com olhos atentos e curiosidade aguçada, nossas crianças manusearam o algodão com encantamento, relacionando-o a suavidade das nuvens.
Conheceram, por meio de imagens e conversas, a flor do algodoeiro, o plantio e a transformação dessa matéria-prima em tecido, um processo mágico e cheio de vida.
Cada vivência foi um convite a experimentação
e criação: Fizemos uma colagem com algodão, exercitando o tato e a imaginação, trouxemos a pintura com algodão, explorando novas texturas e sensações: “É fofinho!”, disseram alguns, transformamos folhas naturais em carimbos, estampando tecido com tinta no frasco de spray, colamos retalhos criando um pequeno tapete cheio de histórias e cores, e nossos mini teares desafiaram as mãos e os pensamentos, passar as fitas entre os fios exigiu persistência, coordenação e cuidado, e os resultados foram incríveis.
Foram vivências cheias de sentidos, onde o conhecimento se construiu com as mãos, os olhos, os gestos e as palavras. A beleza dessa experiência não está apenas nas produções finais, mas sobretudo nos processos vividos por cada criança, em seu tempo e com seu modo de fazer.
Agrupamento: MGI C/D
Professoras: Ana Paula e Renata
Vivências realizadas entre 04/08 a 08/08/25 AQUI

“Criança é o sujeito histórico e de direitos que nas interações, nas relações e práticas cotidiana que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade."
Produzindo cultura
Livro: Tecelagem Goya Lopes
Mini Grupo II-A Prô Jany AQUI

Objetivo: Essa proposta pedagógica estimula a coordenação motora fina, a criatividade, a imaginação e a percepção visual, promovendo o desenvolvimento artístico e cognitivo por meio da exploração de diferentes materiais e texturas.
A releitura permite que as crianças se apropriem de obras de arte, histórias e outros materiais, reinterpretando-os com suas próprias perspectivas e emoções, criando algo novo e único.
Professoras: Mari e Kátia AQUI

Fazendo tear de papelão: AQUI, AQUI



EDUCADESAFIOS – TECELAGEM AFRICANA: FORMAS E CORES DO KENTE
Padrões geométricos e cores da cultura africana
A atividade propõe que as crianças conheçam o tecido Kente de Gana e criem sua própria versão artística por meio do preenchimento e coloração de formas geométricas, desenvolvendo coordenação, percepção visual e valorização da diversidade cultural.
Objetivo Geral
Explorar a arte africana como meio de expressão e comunicação visual, reconhecendo a importância da cor, da forma e da repetição de padrões na construção cultural dos povos africanos.
Competências Gerais da BNCC
1. Competência 1: Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico e cultural.
2. Competência 3: Valorizar manifestações artísticas e culturais diversas.
3. Competência 5: Compreender, utilizar e criar diferentes linguagens artísticas e visuais.
4. Competência 9: Exercitar empatia, diálogo e respeito às diferenças culturais e pessoais.
Tema: Tecidos Africanos para Apreciar, Estudar e Colorir
Público-alvo: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (com adaptações inclusivas para alunos autistas)
Área: Arte e Cultura Africana
Objetivos Gerais
• Valorizar a cultura africana e sua influência na arte, na moda e na identidade cultural brasileira.
• Desenvolver a apreciação estética e a percepção visual por meio de padrões, cores e formas geométricas africanas.
• Promover o respeito à diversidade cultural e étnica.
• Estimular a concentração, coordenação motora e expressão individual por meio da pintura e criação de padrões.
Competências da BNCC
Competência Geral 3: Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais.
Competência Geral 6: Trabalhar o autoconhecimento e o autocuidado, exercitando empatia e respeito às diferenças.
Competência Geral 7: Argumentar com base em fatos, dados e informações culturais e artísticas.
Habilidades da BNCC (Artes Visuais)
• EF15AR02: Explorar e identificar elementos das linguagens visuais (forma, cor, textura, contrastes, luz e sombra, volume etc.).
• EF15AR05: Experimentar diferentes formas de expressão artística (pintura, colagem, desenho, modelagem, entre outras).
• EF15AR06: Reconhecer e valorizar as manifestações artísticas de diferentes culturas, especialmente da cultura africana e afro-brasileira.

Os tecidos Kente são tecidos tradicionais de seda e algodão, nativos de Gana, feitos por meio de uma técnica que entrelaça tiras estreitas tecidas em um tear. Com padrões geométricos vibrantes e cores simbólicas, o Kente é uma forma de arte que representa a ancestralidade, a resistência e a identidade cultural africana, com cada padrão transmitindo significados profundos

Atividade/tecido kente: AQUI
Estamparia e grafismo: AQUI
Brincando com estampas: AQUI, AQUI

O vídeo apresenta a influencia dos negros africanos no Brasil e o significado das estampas africanas. Com sugestão de atividades bem simples e fácil de fazer, para alunos das séries iniciais. AQUI

Abayomi: AQUI
Moda: AQUI
Tecidos: AQUI
Diversidade cultural: AQUI
Estampas africanas: AQUI
Vestimentas: AQUI



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quarta-feira, junho 18, 2025

Amigos do folclore brasileiro>O livro de ouro do folclore brasileiro>Folclore + Preservação ambiental>Diversidade cultural>18/06/2025

 
Jonas Ribeiro/Laerte Silvino

Este livro reúne lendas das cinco regiões brasileiras. Algumas são bastante familiares para nós. Pensando bem, essas lendas existem em nosso imaginário desde que nascemos.
 Existiram na história de nossos antepassados e ainda existem no imaginário e na história de nossos pais, avós, bisavós. 
A propósito, há algum personagem deste livro que você ainda não conhece? Vamos descobrir?
O livro reúne lendas das cinco regiões do país.
Região Norte: Curupira, Iara, Vitória-Régia.
Região Nordeste: Lobisomem, Barba Ruiva.
Região Centro-Oeste: Mula Sem Cabeça, Potira.
Região Sudeste: Chico Rei, Anhangá.
Região Sul: Negrinho do Pastoreio, Boitatá, Saci-Pererê.
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Amigos do folclore brasileiro ouvindo: AQUI
Curupira: AQUI
Yara: AQUI
Saci: AQUI
Lobisomem: AQUI
Potira: AQUI
Chico Rei: AQUI
Sugestão/Pintura/Lendas: AQUI

No dia 22 de agosto comemoramos o dia do folclore, mesmo o folclore não se resumindo apenas nas lendas, resolvi apresentar uma história da professora Alba Marília, na qual apresenta alguns personagens das lendas folclóricas brasileiras. AQUI AQUI

Sylvio Panza/André Valle

O folclore brasileiro é o resultado da mistura de diversas culturas, como a indígena, a portuguesa, a africana e de todos os povos de imigraram para o Brasil. 
Neste livro, você contará com a ajuda dos personagens do nosso folclore para aprender sobre literatura, lendas atividades, pratos típicos e costumes populares de todas as regiões do nosso país.

Ouvindo sobre a obra + atividade:   AQUI

O folclore do Brasil é fruto da miscigenação entre os saberes tradicionais dos nativos indígenas, povos africanos e europeus. Dessa união, nasceram as nossas lendas.

A relação entre folclore e a educação ambiental

Há um universo mágico que habita as mentes das crianças, repleto de personagens fantásticos e histórias que atravessam gerações. 
O folclore brasileiro é uma parte essencial desse mundo encantado, pois por intermédio dele revelamos nossas raízes culturais repletas de lendas e mitos que intrigam e fascinam as crianças. Mas você já imaginou como essas narrativas que encantam os pequenos podem também ser utilizados para conscientizá-los sobre a importância da preservação da natureza? 
Neste artigo, exploraremos a profunda relação entre o folclore e a educação ambiental, descobrindo como essas duas temáticas podem se entrelaçar para criar um aprendizado significativo.

O folclore brasileiro é um tesouro de histórias e personagens que têm raízes profundas em nossa cultura. Do Saci-Pererê ao Lobisomem, esses seres mágicos povoam o imaginário infantil e, ao mesmo tempo, podem ser pontes para ensinamentos valiosos sobre o meio ambiente. 
A relação entre o folclore e a educação ambiental reside na capacidade dessas narrativas de transmitir conceitos e valores fundamentais para a sustentabilidade. 
Vamos explorar na sequência como essa conexão pode ser trabalhada por pais e educadores junto às crianças.
Nossas lendas folclóricas são ricas em personagens que desempenham papéis fundamentais na defesa da natureza. 
O Curupira, por exemplo, é um guardião das florestas, que nos ensina a respeitar e preservar esses ecossistemas. 
Temos também a Iara, uma figura mítica associada às águas, cuja lenda pode nos lembrar da importância do cuidado e preservação de rios e lagos. 
Ao contarmos histórias sobre esses seres mágicos, possibilitamos um diálogo sobre a importância de proteger nossa fauna e flora, mantendo o equilíbrio ecológico. 
Assim, as crianças aprendem que a natureza não é apenas um cenário para as aventuras destes personagens, mas um elemento vital que merece cuidado e respeito, o que ajuda a incentivar nelas também uma ligação mais profunda com o mundo natural.
As lendas do nosso folclore frequentemente retratam interações entre seres humanos e seres mágicos, enfatizando a valorização de todos os seres vivos, independentemente de como eles se apresentam. 
Essas narrativas oferecem uma visão única sobre como nossa convivência com todas as formas de vida é fundamental para o equilíbrio da natureza. 
Ao explorarmos essas histórias, podemos transmitir às crianças a importância de respeitarmos não apenas os animais, mas também insetos e plantas que compartilham nosso planeta. 

Essa perspectiva enriquece a visão delas sobre a interdependência de todos os organismos e espécies, fortalecendo seu compromisso com a conservação e o respeito pela biodiversidade.

Nosso folclore e a educação ambiental encontram mais um ponto em comum quando falamos sobre as lições de responsabilidade identificadas em lendas como a da Caipora e do Boitatá. 
Personagens que têm como missão principal conservar e proteger as florestas e afastar pessoas mal-intencionadas que degradam esses ambientes. 
Suas histórias podem inspirar nas crianças um senso de dever em relação à natureza e aos animais silvestres. 
Ao narrar essas lendas, ajudamos nossos pequenos a compreenderem que eles também têm um papel vital na preservação da fauna e na manutenção dos habitats naturais.
Inúmeras histórias folclóricas estão profundamente entrelaçadas com a temática das colheitas e também das más práticas da agricultura. 
Podemos utilizar essas narrativas para introduzir com as crianças conversas sobre práticas agrícolas mais sustentáveis, inspirando-as a compreender como a agricultura pode coexistir harmoniosamente com a natureza. 
Ao fazer isso, as crianças aprendem que a preservação da terra é essencial para garantir que ela continue fértil para as gerações futuras. 
Compreendem, ainda, a importância de cultivar alimentos de forma responsável e respeitosa com o meio ambiente, contribuindo para um futuro onde a produção de alimentos seja sustentável e em equilíbrio com os recursos naturais que sustentam a vida no planeta.

Mitos folclóricos, como a fascinante história da Vitória-Régia, frequentemente exploram o ciclo da vida, proporcionando uma valiosa oportunidade de integração entre o folclore e a educação ambiental. 

Ao mergulharmos nessas lendas, podemos ajudar os mais jovens a compreenderem como todas as formas de vida estão intrinsecamente conectadas e como a saúde do ambiente natural tem um impacto direto no ciclo de vida de todas as criaturas. 

Essas histórias nos permitem cultivar uma apreciação mais profunda da interdependência entre todos os elementos da natureza e reforçar a conscientização sobre como nossas ações podem influenciar o destino das diversas espécies com as quais compartilhamos espaço.

Explorando essa intrigante conexão entre o nosso folclore e a educação ambiental, percebemos que as narrativas que cativam nossas crianças têm potencial para serem muito mais do que simples contos!
 Elas são ferramentas poderosas para transmitir valores, conhecimento e sensibilização sobre a importância da preservação da natureza. 
À medida que exploramos os mitos e lendas do folclore brasileiro, encontramos lições valiosas que podem moldar uma nova geração de cidadãos comprometidos com o nosso planeta.   Fonte

Exemplos de personagens folclóricos e sua relação com a natureza:
  • Curupira: Personagem conhecido por proteger as florestas, punindo aqueles que desrespeitam a natureza com ações como desmatamento e caça predatória. 
  • Iara: Guardiã das águas, a Iara protege os rios e lagos, sendo associada à beleza e à força da natureza. 
  • Saci-Pererê: Apesar de ser conhecido por suas travessuras, o Saci também é visto como um protetor das matas, sendo capaz de afastar aqueles que causam danos ao meio ambiente. 
  • Boitatá: A cobra de fogo protege os campos e animais, evitando incêndios e outros danos causados por ações humanas. 
  • Ouvindo: Em nosso Coperil On de hoje, nós vamos conectar as histórias encantadoras do folclore brasileiro com a preservação da natureza. Descobriremos como nossa cultura pode ser uma aliada na construção de um futuro mais sustentável. AQUI
  • Ouvindo/Cantando a turma do folclore:
    Na floresta com boitatá: AQUI
  • Na floresta com caipora: AQUI
  • Na floresta com curupira: AQUI
  • Na floresta com saci-pererê: AQUI
  • Super coleção/Músicas/Lendas: AQUI
  • Atividades para imprimir/Folclore: AQUI, AQUI
Hoje eu conto 3 histórias do folclore brasileiro, que fazem parte do livro Lendas Brasileiras de Maurício de Sousa, em homenagem ao Dia do Folclore. Aprenda quem é o Boitatá, o Curupira e o Saci! AQUI

Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira: AQUI
Mitos: AQUI
Boitatá: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI



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