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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, fevereiro 01, 2026

Uma ideia amalucada>Estímulos literários/Musicais>Fichas literárias>01/02/2026


Renata Fernandes/Heitor Neto

Prepare-se para a ideia amalucada de Valentina, uma menina muito criativa, que vai passar um dia inteirinho realizando coisas que começam somente com a letra A. 
Uma aventura que, além de mexer com a imaginação, vai estimular as crianças que estão começando ou se firmando no processo de alfabetização a ampliarem o vocabulário, além de despertar a curiosidade de brincarem também com outras letras, transformando o aprendizado em uma valorosa diversão. 
- Temas relacionados: Alfabetização, amizade, aprendizado, aventura, humor, brincar junto, descobertas. - Indicação de faixa etária: 4 a 7 anos / Leitura compartilhada 7+ anos / Leitura independente *Lembrando que a indicação de faixa etária é somente uma sugestão. Achamos que cada criança é única e tem o direito de explorar os livros livremente independente da idade.

Imagens para imprimir  AQUI, + sugestões para imagens: AQUIAQUI
Ouvindo a história: AQUIAQUI
Música: Casa amarela/Rúbia Mesquita: AQUI
Recurso utilizado para contar histórias: AQUI

Renata Fernandes: AQUI

Sugestão de ficha literária para imprimir: 
Atividade fofa e educativa para estimular a leitura!
O “Relatório de Leitura” é ideal para as crianças registrarem os personagens, desenharem a capa do livro e contarem qual foi a parte favorita.
Perfeito para projetos de leitura, cantinho do livro ou tarefa de casa! AQUI
Ler também é aprender a pensar. Atividades simples de leitura e interpretação ajudam a criança a compreender textos, organizar ideias e desenvolver autonomia nos estudos. Quando a leitura é trabalhada de forma clara e lúdica, o aprendizado acontece com mais sentido… AQUI

Trouxe do facebook de Jessyca Santos/Infância e vida: AQUI
Você também sente que a tela está tomando o lugar do brincar?
Muitos pais vivem esse conflito em silêncio. A criança pede a tela, chora quando ela some… e a gente fica sem saber se está fazendo certo.
Essa história do Roni lembra algo essencial: o cérebro da criança precisa de texturas, movimentos e desafios reais. É no chão, na caixa, na água, na lama e no corpo em movimento que o desenvolvimento acontece. Onde a tela limita, o brincar liberta.
Para as crianças, é alegria e descoberta.
Para nós, adultos, é um convite a confiar no simples — e a devolver à infância o tempo que ela precisa.
Se essa história tocou você, fique por aqui.
Todos os dias temos novos conteúdos que inspiram.






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sexta-feira, abril 15, 2022

Histórias na lata variadas>Treino/leitura/escrita>Segmentação de palavras> 15/04/2022

 


 Histórias na lata para imprimir

A galinha ruiva: AQUI

Chapeuzinho Vermelho: AQUI

Camilão o comilão: AQUI

Primeiro dia de aula na floresta: Uma festa animada: AQUI

A gotinha plim -  plim: AQUI

Símbolos juninos: AQUI  Festa junina: AQUI

Avós: AQUI

O segredo da lagartixa: AQUI

Lata transformadora de medos/Chapeuzinho Amarelo: AQUI

O site Bolacha Pedagógica oferece gratuitamente várias histórias na lata, como esta sobre a água por exemplo: AQUI

Aula: A lata dos contos: AQUI

Fichas para leitura/imprimir: Treino de leitura: AQUI

Fichas literárias: AQUI

Pequenos textos para leitura/PDF: Desenvolver habilidades de leitura, interpretação, ampliar a capacidade de compreensão de texto para leitura alfabetização. AQUIAQUI

As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados com ritmo que está na compreensão e a memorização mais fácil para o pequeno leitor: AQUI

Segmentação de palavras: Atividades: AQUIAQUI

Aulas:

Escrita de cantigas: AQUI

Alfabetizando cantando: AQUI

Identificando cantigas de roda: AQUI

Palavras aglutinadas, segmentação de palavras: AQUIAQUI

Palavras em textos curtos: AQUI

Produção de palavras: AQUI

 Leitura da história: “Cada Vogal e sua casa”- Inspirado no poema “A casa e seu dono”: AQUI

Criação de uma lata de histórias

Um material pedagógico acessível que permite a criação de narrativas em grupo. Minha proposta era estimular os estudantes a produzirem, além de uma história contada, um texto coletivo. Assim, a prática trabalhou tanto a oralidade quanto a escrita. Vejam tudo: AQUI




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terça-feira, março 22, 2022

Ficha literária>Estratégias de leitura>Predição>Adedonha>Sugestões>Armário das sílabas>22/03/2022


Modelo de ficha literária/PDF: AQUI

Trouxe estes links/ sugestões do professor Leonel

Projeto literário: 

AQUI

Nesta videoaula, apresentaremos uma estratégia relevante para iniciar a leitura de textos de gêneros variados: AQUI

Estratégias de leitura: AQUI

Dinâmica leitura divertida: AQUI

Aula/Estratégia de leitura: AQUI

Ziraldo no Linguagem: AQUI

Aula/Estratégia em ação/Sugestão com literatura tema animais:

Localizar possíveis fontes de informação dos animais selecionados fazendo uso de algumas estratégias de leitura e organizar os materiais (livros, enciclopédia, revistas e outros) que poderão ser utilizados para pesquisar curiosidades  ao longo da sequência de atividades.

AQUI

Predição no Linguagem: AQUI

Atividades de adedonha/Consciência fonológica

A adedonha estimula o pensamento, a escrita, o raciocínio matemático para somar a quantidade de pontos…  Atividade simples, ampla, adaptável e produtiva.

AQUI , AQUI , AQUIAQUI

Modelos: AQUIAQUI

Caça palavras/Ficha para o professor: AQUI

Aula/Utilizando o alfabeto: AQUI

Armário das sílabas: AQUIAQUI



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terça-feira, janeiro 04, 2022

Pequenos textos para alfabetização>Caligrafia>Ficha literária>Ortografia> Leitura em voz alta>Sugestões> 04/01/2022

 

Leitura em voz alta pelo professor: por que e como fazer?

Essa leitura consiste em o professor ler para os alunos, diariamente, para alcançar os seguintes objetivos: repertoriar as crianças com boas leituras literárias, ler para elas textos que não dariam conta de lerem sozinhas, estimular para o hábito da leitura, demonstrar que este é um momento semelhante aos que temos fora da escola, por exemplo, quando lemos para outras pessoas.
Os textos lidos são contos, fábulas, lendas, crônicas, poemas. São sempre literários.
O horário é nobre, acontece no início do período e não ultrapassa quinze minutos.
Como fazer?

1) Antes da leitura - Preparar a leitura: ler com antecedência para conhecer o texto, para saber onde precisa entonar a voz e onde parar, se for um texto que será lido por mais de um dia.

- Ao chegar à sala de aula, não escrever nada na lousa, por exemplo, cabeçalho ou agenda do dia. As crianças podem querer copiar e não prestar atenção na leitura. Aliás, oriento meus professores para pedirem, aos alunos, que nem abram suas mochilas.

- Organizada a classe para a audição, o professor deve apresentar o livro, o título da leitura, contextualizar o autor (falar sobre ele) e dizer se é um conto ou uma crônica, por exemplo.

2) Durante a leitura - O professor não deve fazer paradas na leitura para saber se os alunos estão compreendendo, nem para explicar o significado das palavras. O foco não é a interpretação.

3) Depois da leitura - O professor pode compartilhar, com os alunos, seu comportamento de leitor experiente, por exemplo, mostrando-se emocionado ou entusiasmado com o texto que escolheu ou relendo alguns trechos.

 O registro das leituras: Oriento os professores para que registrem numa planilha (veja aqui o modelo) todas as leituras que fazem durante o ano. Faço o acompanhamento do que os professores estão lendo para as crianças, por meio dessas planilhas que vão para o portfólio da classe. Como os portfólios passam para os professores dos anos seguintes, estes podem identificar o que já foi lido para a turma e, assim, não repetirem leituras. Fonte

Para leitores fluentes: Leituras expressivas: 

A leitura expressiva consiste na interpretação oral de um texto realizada com convicção. Está para além da mera leitura em voz alta, pois pressupõe que o leitor encarna a(s) consciência(s) manifestada(s) no texto, assumindo como suas as vozes que nele falam.  AQUI

Pequenos textos graciosos: AQUIAQUI

Produção de textos: AQUI

Caligrafia/Imprimir: AQUIAQUIAQUIAQUI,AQUI

Modelo de ficha literária + projeto de leitura( destinado a apreciação literária): AQUI

Texto: PDF: Ortografia : AQUI

Texto: PDF: Leitura e atividade: AQUI

Pequenos textos com interpretação: AQUIAQUIAQUI



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sábado, setembro 11, 2021

Lapbook literário>Projetos literários>Sugestões para utilizar na literatura>11/09/2021



Lapbook ou livros dobráveis com bolsos 

"Os lapbooks são formas inusitadas de se trabalhar a cartolina, uma vez que se dobram suas laterais para se formar uma espécie de janela. Além de se tornar tátil pelo espectador, causa no observador uma curiosidade para desvendar o conhecimento por trás das “janelas” construídas."

O que é um lapbook? 

É uma ferramenta para a apresentação de um trabalho escolar que pode ser produzida por alunos de todos os níveis de ensino, da pré-escola ao ensino superior. 

Os lapbooks: 

• destinam-se a reforçar e a suplementar o aprendizado de determinado assunto;

 • permitem usar a criatividade; 

• podem ser usados como ferramenta de estudo de vários conteúdos;

 • são pastas para estudo já prontas;

 • são ferramentas de revisão imediata;

 • são fáceis de armazenar; ajudam a resumir ou a ilustrar qualquer assunto.

Nesse âmbito, a releitura de paradidáticos, por lapbooks , torna-se mais um olhar lúdico e recurso visual , possível de ser usado em diversas áreas do saber. Amplia a imaginação, a criatividade, bem como a oralidade e o prazer em ler, através de múltiplas inferências da leitura.

São ferramentas de revisão imediata; fáceis de armazenar; ajudam a resumir ou a ilustrar qualquer assunto. 

Como ele é feito? 

O lapbook (lap = dobra; book = livro) é produzido a partir de pastas de papéis de arquivo, cartolina, papel Color Set etc. 

Você é livre para usar sua imaginação! O propósito é criar uma coleção de pequenos livros e atividades que podem ser colocados dentro de uma pasta de papéis. 

Cada “livrinho” contém um projeto e desenvolve um ponto fundamental ou conceito relacionado a determinado assunto ou fato. 

Vamos a um exemplo geral: se você estiver estudando a Lua, o seu lapbook pode incluir: Um “livrinho” com o vocabulário lunar; um gráfico de balança para comparar a massa da Lua com a da Terra; um “livrinho” que descreva as diferentes fases da Lua. 

 A produção pode – e deve – envolver diferentes materiais: cartões, papéis coloridos, envelopes, adesivos, fotos, desenhos etc. Além disso, podemos decorá-lo como quisermos. As possibilidades são infinitas.  Fonte 

Vamos a um exemplo literário:  O vídeo demostra um lapbook do famoso Pequeno Príncipe: AQUI

A literatura e a matemática: Um projeto que se mistura:

Em uma das abas um bolso com os fatos fundamentais da multiplicação e divisão. No centro, atividades pautadas no livro “Os Problemas da Família Gorgonzola”, de Eva Furnas, além de tirinhas com a escrita por extenso dos numerais. Outras partes do lapbook contemplam outros   exercícios matemáticos. Que tal esta ideia?

Interdisciplinaridade:

O lapbook aglutina de forma simples e compacta diversos temas e conteúdos. Essa técnica nos permite trabalhar a escuta, a atenção, a concentração, o envolvimento, a coordenação motora e a criatividade, entre outras coisas. É um material individual, dinâmico e itinerante, que ajuda na compreensão do que foi estudado na sala de aula.

Que tal obras de Mondrian e geometria? 

O estudo das obras e da biografia de Piet Mondrian, com a geometria e o uso das cores.  Fonte

Vejam como montar


Vejam alguns moldes: AQUI

Modelo de ficha literária transformada em lapbook
Pensei neste recurso para motivar os alunos nesta brincadeira de "artes"
Na verdade estaremos executando uma aula de literatura,  "Projeto Literário".
Itens sugeridos:
Abrindo uma janelinha: Obra, autor, ilustrador, editora;
Próxima: Gênero literário; Tema
Seguindo: Dados do autor ou biografia
Sobre a obra: Pode ser uma interpretação, ou produção do próprio aluno; O que gostei, o que aprendi; etc.
Citações marcantes ( Livre para pontos relevantes da obra: Sobre um conteúdo abordado ludicamente na história, por ex. frutas: Desenhos, Poesias, Estudo sobre elas, etc )
Personagens ( citando todos e ou descrevendo-os);
Ambiente: Descrição

Olhem esta ideia que trouxe da professora Etiene: Imaginei esta ficha em forma de lapbook

Transformar estas ficha em lapbook, que tal?
Para baixar acesse: Professora  Ingrid: AQUI




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domingo, junho 13, 2021

O menino e o foguete>Hora da história>PDF>Atividade literária> 13/06/2021

 

Marcelo Rubens Paiva/A.Rampazo

Uma luminária ou um foguete? Conheça a história desse menino que se deixou levar pela curiosidade e decolou em uma aventura pelo espaço sideral – leia para suas crianças e deixe a imaginação delas voar junto com o livro.

Baixar PDF: AQUIAQUIAQUI

Atividades: AQUIAQUI

Atividades PDF: AQUIAQUIAQUI

Ouvindo a história: AQUI

Ficha de leitura: AQUI

Você sabe o que é um satélite? E um satélite natural? Junior, Theo, Kate e Mimi sabem e vão ensinar os pequeninos também. Assista esse vídeo e embarque nessa aventura de outro mundo conosco!

AQUI

Dicas de leituras:+ Atividades:  AQUI

Faça você mesmo: Foguetes reciclados: AQUI

Atividade musical o nome do foguete: Blog Professora Carolina Palhas
A infância é um período de descobertas e aprendizagens que devem ser conduzidas de maneira lúdica e envolvente. A música e o movimento são ferramentas poderosas no ensino infantil, pois facilitam a memorização e tornam o aprendizado mais prazeroso.

A atividade “Foguete do Nome” une música, movimento e identificação do próprio nome, ajudando as crianças a desenvolverem habilidades essenciais de maneira divertida. Com a contagem regressiva e o lançamento do foguete, os pequenos entram no mundo da imaginação, enquanto aprendem as letras e a sequência do próprio nome. AQUI
Planejamento desta atividade: AQUI

Encontrei o site  "Juntos no Quintal" com sugestões variadas de 2020, de 1º ao 5º anos. Todos os conteúdos. Bem interessante!  Deixo o link do "leiturando": AQUI




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domingo, fevereiro 14, 2021

Fichas literárias>Modelos para imprimir> Fichas de registros de livros e interpretação de textos>Sugestões para literatura remota>14/02/2021

 

Uma ficha de leitura é um documento em que se regista, de forma sintética e ordenada, os dados mais relevantes de um texto que foi lido. 

A ficha literária ou de leitura é um documento em que se regista, de forma sintética e ordenada, os dados mais relevantes de um texto que se leu (artigo, capítulo de livro, livro, etc.). Este documento é habitualmente produzido no âmbito de um trabalho de investigação ou no âmbito do estudo de um determinado tema e permite: (i) organizar a informação relativa ao tema em estudo e (ii) gerir as fontes bibliográficas utilizadas sem necessidade de posterior consulta.

Fases de elaboração da ficha de leitura:

1. Leitura e anotação do texto;
2. Seleção e organização da informação a integrar na ficha;
3. Redação da ficha.
Cabeçalho
• referência bibliográfica do texto;
• palavras-chave associadas ao tema do texto.
Corpo da ficha
• sinopse do texto (2 ou 3 parágrafos);
• ideias-chave do texto;
• breves citações que ilustrem as ideias-chave do texto;
• comentários ou ideias pessoais do autor da ficha (reflexão sobre o tema, relação
do texto com outros textos sobre o mesmo tema).

Continua: AQUI   + modelos para imprimir

+ Modelos de fichas literárias

AQUI

AQUI

AQUI



 + gêneros literários

FICHAS PARA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS/BNCC
ATIVIDADE/RODA DE LEITURA

Elementos da narrativa para imprimir: AQUI


Sugestões para aulas de literatura remotas
A prof. Etiene fala sobre 4 livros

No Linguagem e Afins ( obras citadas acima)
E o dente ainda doía
Quando nasce o monstro
Guilherme A.Araújo Fernandes




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sexta-feira, outubro 11, 2019

O tupi que você fala>Origem das palavras tupi>Tupiliques>Sou indígena e sou criança>Projeto/ Povos indígenas>11/04/2023



Claudio Fragata

Temas principais:
 Origem e significado das palavras de culturas indígenas 
incorporadas ao português cotidiano
Temas transversais pluralidade cultural

Claudio Fragata apresenta às crianças o lado curumim de cada um de nós, ao revelar a influência indígena nas palavras que usamos em nosso dia a dia - Guri, pipoca, saci, guaraná, abacaxi. Podemos não perceber, mas é comum falarmos tupi. As palavras de origem indígena fazem parte do nosso cotidiano e com O tupi que você fala as crianças descobrirão que vários alimentos, animais e plantas têm nomes dados pelos índios. Claudio Fragata revela de forma divertida que todos temos um pouco em comum com os primeiros habitantes do nosso país.
As ilustrações de Maurício Negro complementam o texto, de forma que as palavras desconhecidas possam ser apresentadas aos pequenos leitores. O tupi que você fala mostra às crianças que nosso português traz influências de outras culturas e aguça a curiosidade dos pequenos a descobrir a origem das palavras.

Fafá conta: AQUI
Ouvindo: AQUI, AQUI
Atividades PDF: AQUI, AQUI
Ficha literária: AQUI
Projeto Povos indígenas: AQUI
Cantando
Adaptação do livro da literatura infantil "O Tupi que Você Fala" de Cláudio Fragata, com ilustrações de Maurício Negro para uma linguagem musical e virtual com a utilização de ferramentas de streaming que possibilitem uma outra interação da criança do século 21 com a literatura, visando construir e desenvolver propostas didáticas para uso em sala de aula na Educação Infantil ou nas séries iniciais do Ensino Fundamental. AQUI

Falando Tupi

O que as palavras 'jacaré', 'tatu', 'ipê' e 'urubu' devem ter em comum? Todas elas foram incorporadas pela língua portuguesa, embora sejam de origem tupi. Língua legítima dos índios tupinambás, tupiniquim, caetés, tamoios e potiguaras, o tupi foi gramaticalizado pelos jesuítas e utilizado pelos colonizadores portugueses do século XVI nos primeiros contatos com as tribos nativas.


Você sabe o que Bauru, Jurema, jacaré e pereba têm em comum?

Todas são palavras originadas das línguas faladas no Brasil na época do descobrimento. 
Os indígenas do litoral brasileiro falavam dialetos muito parecidos de uma língua brasílica, que era só oral. Os jesuítas tentaram unificar esses dialetos por meio da criação de uma escrita, o “nheengatu” (“língua boa” ou “falar bem”, em tupi).
Com o objetivo de valorizar nossa cultura e linguagem, Mouzar Benedito compilou os vocábulos do nheengatu neste glossário.
Além de muito importante para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, este livro é também de interesse dos adultos.
O autor procurou levantar o máximo de palavras do cotidiano (adjetivos, substantivos e verbos) e uma pequena parcela dos muitos nomes de cidades e bairros, rios e serras, estados e antropônimos.
O leitor vai conhecer essas palavras, seus significados e muitas curiosidades sobre elas.


Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Tupiliques
César Obeid
Você já parou para pensar na quantidade de palavras de origem tupi existentes em nosso idioma? São essas influências que fazem da língua portuguesa falada no Brasil um idioma tão especial! César Obeid estudou as palavras de origem tupi e as uniu aos limeriques, poemas curtos de origem inglesa. Desse casamento nasceu o neologismo 'tupiliques', uma mistura poética de limeriques e palavras de origem tupi.
Proposta de trabalho

César Obeid conseguiu reunir nestes tupiliques dois grandes objetivos: trazer ao público o gostinho delicioso dos poemas nonsense e despertar o interesse pela cultura indígena, notadamente pela herança linguística do tupi. Seus poemas, pequenos, leves, brincalhões, estimulam o leitor a ler e a criar outros textos; para a criança, será uma satisfação ler esses versos divertidos e, mais ainda, sentir que ela própria pode criar versos também. 

Sou indígena e sou criança

Neste livro, o leitor vai conhecer a história de uma criança indígena brasileira que poderia pertencer a qualquer povo ou falar qualquer língua. Vai descobrir que ela faz muitas coisas que toda criança faz, mas com uma grande diferença- a criança indígena não perdeu o contato com a natureza, não tirou o pé da terra e sabe escutar os sinais da floresta. Vamos aprender um pouco com ela?
Proposta de trabalho: AQUI
Ouvindo: AQUI






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terça-feira, novembro 13, 2012

A curiosidade premiada>Falando pelos cotovelos>Figuras de linguagem,Estímulos interrogativos e literários>PDF>13/11/12



Fernanda L.Almeida

A criança pergunta sobre tudo, incomodando todo mundo.
Mas logo todos percebem que esse é um bom jeito de descobrir o mundo.

Para trabalhar com as expectativas dos alunos para o novo ano escolar.
Ouvindo: AQUI
Proposta de leitura: AQUI
Livro: AQUI

Assunto: Curiosidade
Toda criança possui um batalhão de ideias na cabeça, está sempre descobrindo as coisas, disse Ruben Alves que "olho de criança parece aqueles radares nos aeroportos... são olhos inquietos, estão olhando para todas as coisas..."
Freire nos orienta a buscar os interesses dos alunos como forma de motivá-los, incentivá-los na participação.
Percebo que as curiosidades que as crianças possuem, quando trabalhadas em aula, podem despertar o interesse da criança, tornando-a mais participativa.
" É o papel do professor cultivar o espírito de curiosidade" (DEWEY, 1953), por isso devemos sempre incentivar a criança a pensar "PORQUÊ?"
Indicamos o livro "A Curiosidade Premiada", para ser trabalhada na hora do conto.
Nele a personagem principal, Gigi, é uma menina que quer saber sobre tudo.
Com base nessa estória, podemos gerar um momento de interação com a turma sobre o tema curiosidade, levando-os a perceber que a curiosidade surge sobre tudo aquilo que inda não descobrimos, conforme afirma Ruben Alves "a curiosidade é isso, uma coceira que dá na cabeça da gente... a gente quer saber".
Algumas atividades que podem ser propostas nos momentos seguintes são:
Um livro de curiosidades da turma: um trabalho em grande grupo, onde os alunos elaborarão perguntas as quais eles não sabem as respostas, mas gostariam de saber.
Será interessante vê-los elaborando e compartilhando questões.
A Caixa dos Curiosos: uma caixa colocada em um local de fácil acesso das crianças, que sempre fica em aula, onde as crianças podem escrever suas dúvidas e depositar ali, onde mais tarde o professor terá acesso.
O importante dessa proposta é o incentivo as perguntas, tornar o aluno mais participativo, e com base nisso, o professor poderá incrementar suas aulas e abordar temas que sejam de interesse dos seus alunos.
Pesquisa: Incentivar a curiosidade também é incentivar a pesquisa, afinal como podemos obter informações que nos ajudem a descobrir coisas novas?




Que menina curiosa era  Glorinha!
Tudo queria saber!
__Por que você está de camiseta azul? - perguntava ao moço que que passava na rua.
__Por que você tem o cabelo cacheado? - perguntava à prima mais velha.
__Por que você é careca? - perguntava ao vovô.
Em casa, quando estavam fazendo a janta, Glorinha perguntava:
__Como é que se faz feijão?
__Glorinha, vai brincar, vai! Estou ocupado agora...
Era o telefone tocar para a menina sair pulando e cutucando quem falava:
__Com quem você está conversando, hein? Com quem? Com quem? - pedia Glorinha.
__Pare de amolar, menina!
Na escola, era a mesma coisa. O professor dizia:
__Podem guardar os cadernos!
E Glorinha pedia:
__POR QUÊ?
A mãe e o pai de Glorinha já não suportavam tantas perguntas.
__Querido! - disse a mãe de Glorinha numa noite - Estou exausta!
__E eu, então, querida! - suspirou o pai de Glorinha nessa mesma noite - Hoje Glorinha me fez passar uma vergonha enorme no mercado. Tudo ela quer saber. Tudo ela pergunta...
__Será que nossa filha tem algum problema?! - assustou-se a mãe.
__Quem poderia nos ajudar? - perguntou o pai.
__Já sei! A Dona Domingas!!!
Dona Domingas era a velhinha mais simpática da rua. Simpática e muito, muito sábia. Quando chegaram lá, Dona Domingas ouviu o problema e sorriu carinhosamente, dizendo:
__Ora, meus amigos, o que Glorinha tem é CURIOSIDADE ACUMULADA...
__E isso é grave, Dona Domingas? - perguntaram os pais.
__Pode se tornar grave se vocês não responderem as perguntas que ela faz.
__E o que pode acontecer?? - perguntaram de novo os pais mais assustados ainda.
__Glorinha pode começar a inchar, inchar, inchar até explodir.
__Nossa!!! - exclamaram os pais.
E, daquele dia em diante, eles passaram a responder a todas as perguntas da menina... que foram muitas. Como as perguntas continuavam a aumentar e os pais de Glorinha continuavam cansados.
__É assim mesmo! - explicou Dona Domingas. - Glorinha precisa gastar toda a curiosidade que acumulou. Depois, ela vai passar a perguntar menos e com mais calma.
E foi assim mesmo. Glorinha foi perguntando menos... mas, em compensação, suas perguntas foram ficando mais difíceis.
__Por que o vento venta?
__Por que o arco-íris é colorido?
__Como é que foi que eu nasci?
Desesperados, foram consultar, novamente, Dona Domingas. Ela abriu aquele seu sorriso carinhoso e explicou com calma:
__Ora, se Glorinha faz perguntas que vocês não sabem responder, comecem a perguntar junto com ela!
__Nós?! - espantou-se a mãe.
__Mas já somos adultos! Gente grande não sai perguntando as coisas. - concluiu o pai.
__Quem foi que disse que gente grande não pergunta? - ralhou Dona Domingas - Eu sou gente grande há muito tempo e continuo fazendo perguntas até hoje. Vão e perguntem junto com a Glorinha!
E foi exatamente isso que eles fizeram. Uma manhã, durante o café, ela cismou de saber:
__Onde terminam as estrelas?
Os pais não sabiam, então levaram a menina até a universidade onde havia um astrônomo que estudava as estrelas. O homem entregou a Glorinha um telescópio!
__Tele o quê?
__Te-les-có-pio, Glorinha! Com ele conseguimos olhar as estrelas que estão muito distantes da Terra. E,sabe, a gente acredita que além dessas estrelas existem outras e outras e mais outras.
__Puxa! Que interessante! - murmurou Glorinha.
Um dia, durante o almoço, a menina cismou de saber:
__Como nascem as árvores?
Os pais não sabiam, então, num domingo, encontraram o jardineiro cuidando da praça da cidade. Ele, gentilmente, respondeu:
__Ora, Glorinha, as árvores nascem das sementes! - e entregou à menina uma sementinha.
- A semente vai pra debaixo da terra, começa a inchar, um broto escapa lá de dentro e vai crescendo, crescendo, criando folhinhas e galhos até que se transforma numa árvore!
__Puxa! Que incrível! - murmurou Glorinha.
Uma tarde, durante o lanche, a menina cismou de saber:
__Para que serve aquela mangueira que o elefante tem na frente do rosto?
Os pais não sabiam, então levaram a filha até o zoológico. O tratador dos bichos, muito paciente, explicou:
__Esta mangueira na frente do rosto do elefante se chama TROM-BA, Glorinha. Ela é o nariz do elefante, serve para ele respirar, coçar a cabeça e tomar banho.
__Puxa! Que demais! - gritou Glorinha.
Os pais, contentes, voltaram à casa de Dona Domingas.
__Estamos tão orgulhosos de Glorinha, Dona Domingas! Ela aprendeu tantas coisas em casa e lá fora que queríamos dar um prêmio a ela.
__Meus filhos, a Glorinha já recebeu o prêmio!
__Já?! - pediram os pais, espantadíssimos!
__Sim, perguntem a ela...
E os pais perguntaram.
__Qual foi o prêmio que você ganhou, Glorinha?
__Papai, mamãe! Eu ganhei o maior prêmio que uma criança pode querer... O prêmio é VIVER NUM MUNDO INTERESSANTE!
__Só?
__E vocês acham pouco!?
Os pais não achavam, tinham perguntado por perguntar, porque toda a família tinha aprendido como é importante ter curiosidade e fazer um montão de perguntas.
E Dona Domingas continuou a receber pais preocupados.
__Para falta de curiosidade de filho, o que eu faço, Dona Domingas?
__Ora, meu filho - dizia Dona Domingas para o pai. - É só plantar bananeira! A curiosidade descerá até a cabeça porque, com certeza, ela mora no dedão do pé.



FALANDO PELOS COTOVELOS
 LÚCIA PIMENTEL GÓES

Alguém já conseguiu cortar as unhas do "pé da mesa"?
E alguém já penteou os cabelos de alguma "cabeça de alho"?
É possível jogar futebol com um "pé de vento"?
Este livro brinca com as expressões de nossa linguagem coloquial, com as nossas "maneiras de dizer" as coisas.
Rui fica muito encafifado quando a avó lhe diz “não vá esfolar o pé da mesa!”, e logo depois avisa que “vem vindo um pé-de-vento”. A mãe, para complicar, ainda acrescenta: “Vá num pé e volte noutro!”. É muito pé para a cabecinha de Rui. Assim não dá pé! Onde estará a cabeça do alho que a mãe mandou buscar? E a
coitada da irmã, que tem que fazer boca de siri? Isso sem falar na cabeça dele que, alguém falou, está nas nuvens. Ai, meu Deus, será que ninguém fala coisa com coisa? E, de confuso, o pequeno passa a assustado, achando que a avó vai espetá-lo e assá-lo na brasa só porque tirou notas baixas. Rui chora, a mãe põe a culpa nos filmes de horror da televisão e explica que ele não pode levar tudo ao pé da letra. Mas a avó se zanga com ele. “Não tem jeito”, se conforma o menino. “Eles têm que falar comigo como se eu fosse do tempo da onça!”
Durante a leitura:
1. Antecipar aos alunos que o texto trará muitas outras expressões como as do título. Orientá-los para que tentem identificálas e que anotem as que não entenderam.
2. Peça para observarem como as ilustrações produzidas no livro e que traduzem o sentido literal das expressões e provérbios, mostrando as confusas interpretações que Rui produz a respeito do que a avó e a mãe falam.
Depois da leitura:
1. Faça, junto com os alunos, um levantamento de todas as ocorrências de expressões populares e provérbios que aparecem no texto, e aproveitem para observar quais foram ilustrados. Solicite que expliquem oralmente o que querem dizer. Assim, você terá oportunidade de esclarecer dúvidas.
2. Proponha que, durante a semana, recolham expressões desse tipo, prestando atenção ao que ouvirem na rua, em casa, nos comerciais de tevê etc.
3. Peça que cada aluno escolha uma das expressões pesquisadas e a ilustre como fez Negreiros para as do livro. Promova depois uma exposição dos trabalhos chamada “Ao pé da letra”.
4. Pé de mesa, céu da boca são catacreses, expressões metafóricas que já caíram em domínio público, isto é, já se transformaram em nome popular para o que designam. Fazer com a classe um levantamento de outras (sugestões: asa da xícara, pé da montanha, boca da noite etc.).
5. Desenvolva com a classe o trabalho com os provérbios, pedindo que procurem outros junto aos familiares ou mesmo em livros que os relacionem, como O livro dos provérbios, ditados populares de Ciça Alves Pinto, da Editora SENAC, São Paulo. Esclareça o seu significado, pois nem todos são fáceis de entender.
6. Brincando de encontrar o par
Aproveitando a estrutura binária dos provérbios, escreva-os em tiras de cartolina e recorte-os separando suas duas partes. Depois, embaralhe as tiras e peça que os alunos encontrem o par.
Exemplos:
Em boca fechada nada tem.
Quem tem pressa espeto de pau.
Quem tudo quer não entra mosca.
Em casa de ferreiro come cru.
Uma outra proposta seria a de simplesmente completar os provérbios que eles já trabalharam. Sugestão:
Quem não tem cão ............................
Filho de peixe ....................................
De grão em grão, ...............................
7. Verificar se eles prestaram atenção que um dos provérbios que aparecem no texto (“Macaco velho não bota a mão em cumbuca”) foi modificado pela avó: “Sou macaca velha e ainda boto a mão em cumbuca!” A mudança provoca, evidentemente, uma alteração de sentido.
 O que a avó quis dizer com aquilo?
8. Jogos de mímica

Organize a classe em grupos. Sorteie um provérbio para cada um.
O grupo deverá apresentá-lo sem usar palavras, apenas recursos teatrais, como mímica ou ruídos. A classe deve adivinhar de que provérbio se trata.

Atividade PDF: AQUIAQUI
Ficha literária: AQUI
História quadrinhos/Onomatopeia: PDF: O prisioneiro: AQUI
Interpretando tirinhas: AQUI
Que confusão: Figura de linguagem: PDF: AQUI


Explorando expressões na literatura infantil
■Aprimorar a linguagem oral através da identificação de expressões que possuem duplo sentido.
■Registrar as expressões do texto que possuem duplo sentido.
■Identificar personagens principais do livro, correlacionando-os às expressões que utilizam.
■Explicar o significado das expressões presentes no livro.
Duração das atividades3 aulas de 50 minutos aproximadamente
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o alunoJá ter tido um contato com expressões metafóricas.
 Um trabalho nesse sentido pode ser visto na aula intitulada:
"Expressões Metafóricas: como trabalhar".
Estratégias e recursos da aula
1ª aula:
a) Conversar com os alunos sobre as expressões que usamos e que podem ter duplo sentido.
Pedir que eles falem algumas expressões de que se lembram.
b) Convidá-los a assistir ao vídeo baseado na história presente no livro "Falando pelos cotovelos" de Lúcia Pimentel Góes, disponível no link:
http://www.youtube.com/watch?v=qjGBHZuHuUA
c) Caso a escola disponha do título, a professora poderá convidar os alunos a fazer uma leitura dialogada do livro, onde cada criança representará uma personagem da história.
Nesse momento, a professora poderá trabalhar o reconhecimento das personagens principais: o menino (Rui), a mãe e a avó.
d) Pedir aos alunos que registrem, numa folha, uma expressão do texto que não sabem o significado. Cada criança lerá a expressão que anotou e, com o auxílio da professora e dos colegas da sala, tentará descobrir o seu significado.
Em seguida, poderá fazer uma ilustração.
Após a apresentação de todos os alunos, a folha poderá ser colocada no mural da sala, com o título: Expressões que aprendemos com o livro "Falando pelos Cotovelos".

2ª aula: a) Recordar a história da aula anterior pedindo aos alunos que recontem oralmente.
b) Escrever no quadro ou distribuir uma folha xerocopiada com as atividades abaixo.
O dicionário poderá ser utilizado.
1) Explique o que significam as expressões:
* Vá num pé e volte noutro.
* Me dá uma mão.
* Traga uma cabeça de alho.
* Rui tem a cabeça nas nuvens.
* Ele é um língua-de-trapo.
* Fala pelos cotovelos.
2) Substitua as palavras grifadas por um sinônimo:
* Não vá esfolar os pés da mesa!
* Vem vindo um pé-de-vento.
* Vovó ralhou comigo.
* Rui começou a resmungar.
c) Quando todos tiverem feito a atividade, a professora fará a correção oralmente, pedindo aos alunos que expressem suas respostas.

3ª aula: a) Propor aos alunos que escolham uma das expressões do livro.
Essa expressão será o título de um texto narrativo que irão escrever em duplas.
EXEMPLO:
Pedir que os alunos pensem:
■Onde e quando acontecerá a história?
■Quem serão os personagens?
■Qual o problema a ser enfrentado pelo personagem principal?
■Como se resolverá o problema?
b) Após a produção de texto, a professora fará a correção e poderá propor que os alunos digitem suas histórias corrigidas no computador, ilustrem e confeccionem um livro da turma com as expressões de duplo sentido.
(Caso a escola não possua computadores, a produção poderá ser refeita pelos alunos, ou seja, cada membro da dupla fará a cópia de um parágrafo.)
Recursos Complementares Significado de palavras com duplo sentido, assim como diversos exemplos podem ser acessados a partir do link:
http://www.colegioweb.com.br/portugues/metafora
Avaliação: Verificar se os alunos entenderam a história, bem como as expressões contidas a partir de sua participação oral.
Verificar se os alunos foram capazes de expressar o significado das expressões oralmente e por escrito.
Observar se os alunos foram capazes de identificar as personagens da história, bem como se foram capazes de identificar a quem pertencia as falas contidas no livro, fazendo a dramatização da história.
Avaliar a clareza do texto produzido, se o título (a expressão escolhida) teve relação com o texto produzido.
Observar se conseguiram trabalhar em dupla, interagindo e participando ativamente da atividade proposta.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23207

Atividades  para imprimir: Ficha literária AQUI





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