BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Profissões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Profissões. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, maio 08, 2026

Gabriel e o futebol>Eu vou ser jogador de futebol>O que fazem os jogadores de futebol>Hoje vou ser jogador de futebol> 08/05/2026

 
Ilan Brenman

Gabriel adora futebol. Não pode ver uma bola que seu corpo já começa a se mexer. 
Junto da família, das pessoas e dos bichos de que ela gosta, descubra a alegria de um menino ao praticar um dos esportes mais populares do mundo.

Projeto de leitura: AQUI
Literacia familiar: AQUI

Philip Waechter

A história trata dos devaneios de um menino que quer ser um jogador de futebol famoso - grandes conquistas, muito treino, momentos difíceis, troféus e riqueza. 
As pessoas vão me reconhecer na rua... e todo mundo vai me tratar como um rei. 
Eu vou ficar rico e vou realizar todos os meus desejos. 
Resumindo: estou prestes a começar uma carreira de muito sucesso. 
A minha intimidade com a bola é extraordinária... minha técnica, inigualável.
 E a minha grande compreensão tática... fazem de mim o capitão perfeito para um time de futebol." A riqueza desta narrativa está em suas ilustrações criativas, no texto bem elaborado e na boa dose de humor. Uma leitura que sem dúvida agradará o pequeno leitor.

Temas principais: Desejo, sonho, futebol e esporte;
Tema transversal: Ética;
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa, História, Geografia, Educação Física e Artes.

Sobre a obra: AQUIAQUI
Ouvindo: AQUI
Atividades: AQUI
Recontar a história através de mimica; 
Desenhar um momento de vitória do menino da história; 
Montar um jogo de adivinhação sobre times ou jogadores; 
Saber mais sobre a seleção brasileira e seus títulos.

Liesbet Slegers/Carolina C.Coelho

O que fazem os jogadores de futebol nos apresenta o mundo dos atletas apaixonados por marcar ― ou defender ― gols! 
A obra mostra o cotidiano dos jogadores de futebol, para além das partidas: treinos no campo, mas também fora dele, estudos táticos, o trabalho em equipe, além da importância de uma alimentação balanceada e de um tempo de descanso para se manter saudável. 
Depois de tanto empenho na preparação, qual será a sensação ao entrar em campo? 
Além da preparação, o livro traz à tona a emoção dos jogos, o entusiasmo dos estádios lotados e a vibração da torcida a cada passe, tudo apresentado em uma narrativa repleta de energia.

Projeto de leitura:
Com uma narrativa informativa e leve, O que fazem os jogadores de futebol explora o universo dos atletas, desde os treinos intensos até a emoção das partidas. 
Este Roteiro de Leitura convida você a mergulhar nos detalhes do futebol, refletir sobre sua importância na cultura brasileira e o espírito esportivo que deve nortear esse jogo coletivo. 
A proposta integra pesquisa, artes plásticas e brincadeiras, incentivando uma jornada de aprendizado repleta de descobertas. Pronto para marcar um gol? 
Artes: Obra/Futebol/Cláudio Tozzi: AQUI
Releituras/Futebol/Artes/Portinari: AQUI

Um projeto de Copa do Mundo na educação infantil aborda o tema de forma lúdica e interdisciplinar, utilizando jogos, atividades artísticas e esportivas para desenvolver coordenação motora, noções espaciais (países/mapas) e valores como cooperação
Alinhado à BNCC, o tema engaja crianças através de cores, bandeiras, mascotes e música, promovendo o conhecimento cultural e o "eu, o outro e o nós.
Sugestão: AQUI

Futebol de tecido/Pano: Como fazer: AQUI
Futebol de tecido é uma brincadeira que tem como finalidade, além da recreação, desenvolver a psicomotricidade, coordenação motora, lateralidade, coletividade e cooperação.
Faça o seu e divirta-se!!!
Jogando: AQUI


Ana Oon/ Raquel Pinheiro

Gui está ansioso porque vai jogar no campeonato de futebol. 
Com a torcida da irmã Bia e de seus pais, sua participação será inesquecível!

Ouvindo: AQUI

Recursos didáticos para Copa do Mundo 2026
Que tal entusiasmar o aprendizado da Educação Infantil apresentando às crianças recursos didáticos sobre futebol? 
Este artigo traz várias dicas de atividades para você fazer com as crianças, usando o futebol como tema.  AQUI

Música Copa do Mundo
Preparados para cantar, torcer e se divertir com o 3 Palavrinhas?
A música "Copa do Mundo" celebra a alegria de uma torcida especial, que vibra com carinho, respeito e muita festa.
São 3 Palavrinhas: Brasil é campeão: AQUI
Atividades/ Copa 2026/ Espaço do professor: AQUI

Entrevista: Jogador de futebol: AQUI
Futebol: AQUI
Ilan Brenman: AQUI
Bola: AQUI
Literacia familiar: AQUI
Copa do Mundo: 
2010: AQUI
2014: AQUI
2018: AQUI
2022: AQUI



Link para essa postagem


quarta-feira, abril 23, 2025

Barbareco o menino que queria ser palhaço>João procura uma profissão>O que será que serei?>Profissões> 23/04/2025

 
Mario Pecand/Claúdia Mariano

Barbareco sonha em ser palhaço, mas a mãe dele não quer nem saber dessa conversa. Sorte que a Fada do Dente e o Palhaço Tok Tok estão por perto e vão ajudar na realização desse desejo.Neste livro gostoso de ler, também em voz alta, o palhaço Tok Tok e Barbareco trazem a magia do circo e mostram como e possível realizar um sonho tendo talento, forca de vontade e, claro, algumas boas piadas.
Ouvindo: Barbareco é um garoto que acredita muito em seus sonhos. E o maior deles é se tornar palhaço de circo quando crescer. Porém, sua mãe não acha que essa seja uma profissão muito legal e vai tentar convencer o Barbareco a desistir desse sonho.
Confira esta divertida história, que nos faz admirar ainda mais os artistas de circences.
Sobre a obra: AQUIAQUI
Interpretação/outro autor: AQUI
Dia do trabalho: AQUI
Formigueiro: AQUI

Jonas Ribeiro/Juliana basili

Por que as pessoas tanto querem saber o que o João vai ser quando crescer?Por que as pessoas não fazem ao João perguntas que ele saberá responder? De qual sabor de sorvete você gosta mais? Você teria coragem de acampar no meio de uma floresta? Você gosta mais de praia ou piscina? Ah, essas perguntas João saberia responder, mas saber o que ele será quando crescer É DIFÍCIL DEMAIS RESPONDER!
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Sobre a obra: AQUI

Edu Pereira/Carolina Ina

Provavelmente, em algum momento, já perguntaram para você o que gostaria de ser quando crescer. Não foi nada diferente na turma da Professora Rosa. Eram muitos alunos que, além de coloridos, sobre seu futuro já estavam decididos. Mas quando o Aloísio Indeciso disse não saber o que gostaria de ser, foi o momento mais brilhante que aquela turma presenciaria.
Ouvindo:
Neste vídeo Kátia Pecand nos apresenta dicas e inspirações para trabalhar em sala de aula o tema profissões, a partir do livro "O que será que serei?"
Este livro possibilita um trabalho lúdico e contextualizado com a data 1 de maio – Dia do Trabalho. AQUI
Sobre a obra: AQUI

Cantando: Profissões: AQUI
Planejamento/Profissões: AQUIAQUI
Atividade interativa: AQUI
Trabalho: AQUI
Profissões: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI

Cada bicho com seu ofício: AQUI



Link para essa postagem


terça-feira, setembro 24, 2024

Cada bicho tem seu ofício>Cada bicho tem seu jeito de andar>Linguagem musical>24/09/2024


Donaldo Buchweitz/Junior Caramez

"Cada bicho tem seu ofício" é um livro encantador que possibilita um trabalho interdisciplinar, transdisciplinar e contextualizado em sala de aula.
As ilustrações são belíssimas, e o texto em caixa-alta facilita o aprendizado das crianças em fase de alfabetização. Os educadores poderão desenvolver atividades lúdicas que enriquecerão o aprendizado de nossas crianças sobre a importância do trabalho para a sociedade, estabelecendo uma relação com o meio ambiente. AQUI
Poema: O que é que eu vou ser : AQUI
Cada bicho tem um jeito de falar: Cantando: AQUI
Cada bicho tem seu ofício/Coleção: AQUI
Atividades dia do trabalho: Caixa das profissões:  AQUI

Cada bicho tem seu jeito de andar/Kitty Driemeyer: AQUI
Cada bicho tem um jeito de andar
Uns andam ligeiro, outros andam devagar.

A Dona tartaruga anda demorado
Vive longamente desse jeito sossegado.
A lebre ligeira anda rapidinho
Parece brincadeira seu andar apressadinho.

Cada bicho tem um jeito de ser
Uns são descansados, outros têm o que fazer.

A preguiça é um bicho preguiçoso
Porém faz cafuné no filhote bem dengoso.
Dona formiguinha é trabalhadeira
Anda agitadinha, trabalhando a vida inteira.

Cada bicho tem um tamanho diferente
Uns são bem pequenos, outros maiores que a gente.

O grande elefante tem o andar pesado
Parece um gigante caminhando bem cansado.
A pulguinha pula, pula no meu pé
Ô, pequenininha, sai daí do meu chulé!  Fonte

Essa música riquíssima pertence a Kitty Driemeyer do Álbum: Conversa de Bicho. Com esta música podemos trabalhar diversas propriedades, no entanto a proposta de hoje é trabalhar pulsações diferentes usando instrumentos adaptados. AQUI
Todas as canções: AQUI
Vem brincar na rua: AQUI

Vamos andar de vários jeitos divertidos?
O que a música mandar a gente faz! AQUI
Flamingo>Linguagem musical> Equilíbrio: AQUI


Cada bicho em seu lugar: AQUI
Cada um  no seu lugar: AQUI
Cada bicho com seu capricho: AQUI
Profissões: AQUI
Martelos: AQUI



Link para essa postagem


segunda-feira, março 25, 2024

A escada>Atividade lúdica>Onomatopeias>Noções espaciais>Profissões>Hora da história> 25/03/2024

 

Beatriz Montero/Guridi
Esta ação é repetida, com o mesmo resultado infrutífero, pelo sapateiro, pelo jardineiro e pelo padeiro. 
Desta forma, sobre a carta depositada à porta do quarto andar acabam por se acumular um par de sapatos, um ramo de flores e um pão, até que entra em cena uma menina decidida e espevitada. 
Tal como as restantes personagens, a pequena sobe pela já conhecida – para o leitor – escada até ao também referido quarto andar. 
Uma vez ali, a história dá uma reviravolta inesperada, graças à espontaneidade e esperteza da menina que resolve com graça e prontidão toda a trama da história. 
A escada é uma história original de Beatriz Montero, que recria a aquisição da linguagem nas crianças de tenra idade. 
Cada degrau é uma pequena conquista da sua mente.
O carteiro, o sapateiro, o jardineiro e o padeiro sobem a escada e vão deixando os nomes das suas profissões e alguns objetos à porta. 
Deste modo, aprendem pouco a pouco novas palavras e conceitos. «Não entendem todas as palavras que ouvem, mas a repetição ajuda-as a gravá-las na sua memória», destaca a escritora. 
Com esta história, Beatriz Montero pretende estimular as capacidades intelectuais dos mais pequenos. Para tal, tem uma estrutura simples e repetitiva que facilita a memorização e o jogo de interação com as crianças. «Subir e descer a escada imprime um movimento divertido ao conto, por onde passam personagens com diferentes profissões.» 
Cada profissão é um degrau necessário na vida quotidiana, e todos são igualmente importantes. 
O padeiro faz o pão que comemos, o sapateiro conserta os sapatos com que caminhamos, o jardineiro trata das plantas e das árvores, o carteiro distribui as cartas e põe-nos em contato com os que vivem longe. 
E como são todos igualmente importantes, todos fazem a mesma coisa na história: sobem, tocam à campainha, deixam lá um objeto, e descem a escada. «Conhecer as diferentes profissões contribui para o desenvolvimento social da criança num mundo que ela está a descobrir», refere Beatriz Montero. 
O jogo de onomatopeias (Trrim! Trrim!), reforçado pela ilustração, dá um tom lúdico à narração e marca um ritmo que – no caso de ela ser contada – permite a participação dos que a estão a ouvir. 
A esse respeito, Beatriz Montero indica que as crianças mais pequenas precisam que as marcas da história sejam reiterativas e evidentes para as poderem recordar, memorizar e repetir. 
«As crianças gostam de aprender de forma lúdica e afetiva», declara ela. Para além disso, destaca que A escada as ajuda a interiorizar conceitos espaciais como: «em cima e em baixo» ou «dentro e fora» (a porta fechada que, por fim, se abre). 
Esta história mostra também uma menina autônoma que, por si própria, toma as decisões de subir a escada, apanhar as coisas que estão no chão, pôr as flores no cabelo, calçar os sapatos e comer o pão. «A independência proporciona confiança e autoestima. 
Por isso, a menina grita Abre a porta!, porque tem a certeza de que o seu avô lhe vai abrir a porta”, esclarece Beatriz Montero, que visa com este final destacar a importância dos laços afetivos entre a menina e o avô: «esse amor que abre todas as portas». 
A rapidez no avanço das ações faz com que seja mais fácil seguir o enredo. Para além disso, a forma como a história está construída leva a despertar a curiosidade e a alimentar o interesse por conhecer o desenlace. 
O conto é perfeitamente compreensível através das ilustrações. Basta seguir as peripécias das personagens divertidas e com estilo próprio a quem Raúl Nieto Guridi dá vida com «poucos adereços» e jogando simplesmente com o «lápis» e com certas «texturas». 
O ilustrador andaluz concebeu a narração visual como «um jogo» com uma entrada em cena «divertida». Nele participam: «uma escada, umas personagens que sobem e descem, e uma menina que encerra a trama com ternura (e uma certa esperteza)». A escada é representada nas ilustrações como «um elemento solto e cambiante», ao qual Raúl Nieto concede a mesma importância das personagens «e estas têm a sua própria peculiaridade em função da sua profissão». 
Assim, todas estão caraterizadas de forma que, sem necessidade do texto, o leitor possa reconhecer a sua profissão. Além disso, o relato visual desenrola-se como se as personagens fossem elementos de uma intriga: «um conjunto de personagens de teatro para representar uma obra cômica com um final feliz e divertido» Fonte

Varal de histórias: Com mini cenário bem bonitinho! 
Cenário fácil de confeccionar. Vale conferir a interpretação de Juçara!
Atividade escadinha: AQUI
Alguns movimentos são essenciais para o desenvolvimento da coordenação motora ampla, equilíbrio, atenção e concentração. AQUI
Marcelo Serrano: A minhoca e a escada: AQUI

No Linguagem:
Vamos brincar de estátua? AQUI
Lá em cima daquele morro/Serra: AQUI
Tem alguma coisa embaixo do cobertor: AQUI



Link para essa postagem


terça-feira, dezembro 17, 2019

O paradeiro do padeiro>Aventura>Rimas>Música/ Quem quer pão?>17/12/2019



Marco Miranda
História narrada em versos, conta o sumiço do mais famoso produtor de pães e doces da cidade. Todos adoravam os pães crocantes, as roscas, as broas e os biscoitos quentinhos. As coisas corriam bem, até o dia em que o padeiro sumiu, e a padaria não abriu. Essa busca nos leva a uma divertida aventura e a um final surpreendente.
 Temas abordados: profissões, nutrição, variações de estilos literários, poesia
Transversalidade: saúde, meio ambiente
Interdisciplinaridade: Ciências, História, Geografia
Sugestões de atividades:
1 – Trabalhar um paralelo entre a receita de um bolo e a receita para fazer um livro.
2 – Criar uma história com a brincadeira “Uma rima puxa outra” e dramatizá-la.
3 – Convidar o autor para a oficina “Enquanto a massa assa”. Depois de preparados pães, bolos e biscoitos, e enquanto estiverem sendo assados, Marco Miranda gosta de contar histórias deliciosas.
Ouvindo a história
“Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostosinho, gostosinho, gostosinho
Quero mais um, mais um!”

Quem quer pão? Xuxa
De onde vem o pão?

Kika vai até a padaria e o padeiro garante uma leva de pães quentinhos em minutos. Nesse meio tempo, ela começa a se perguntar: de onde eles vêm? Sem ajuda do adulto, cabe a um pãozinho esquecido ensiná-la que desde a Idade da Pedra Polida que os homens se alimentam do pão cozinhando sobre uma pedra quente. No século XVII foi quando os franceses aperfeiçoaram a receita e eles começaram a se espalhar e ganhar os mais diferentes tipos de ingredientes.
Como toda criança, Kika tem perguntas de sobra sobre o que acontece ao seu redor. Mas não é sempre que os adultos estão prontos para responder de forma satisfatória tudo que Kika precisa saber, mesmo que os assuntos sejam conhecidos. A série "De onde vem" aproveita esses momentos para contar, em uma linguagem simples, divertida e acessível, tudo que a garota quer conhecer: o ovo, o sapato, o espirro, o livro, o fósforo, o plástico, o choro, a energia elétrica e a onda.

AQUI
Mais sobre a obra
Manipulação de massa de pães com bebês
Oficina de pães
Receita de pão
Oficina: Sabor mineiro/Pão de queijo
Aula/Hoje tem pão de queijo
Projeto para trabalhar textos instrucionais
Sérgio Meurer
Por de sol e pão de queijo

Que delícia de bolo!





Link para essa postagem


quarta-feira, outubro 16, 2019

Fred topete cabeleireiro>Profissões>Artes>Releituras de obras>16/10/2019




Michael Roher
Professor, este livro foi considerado uma obra prima em ilustrações de arte e recebeu vários prêmios. 
A obra inspira as crianças a conhecerem um pouco mais do mundo da arte, com referências artísticas de diversos lugares do mundo. 
Por isso, sugerimos que ele seja utilizado em uma aula de Arte, junto com reproduções de quadros pintados por artistas que aparecem nas páginas do livro. 
Ex: Picasso – “ Relógio do Mundo”;  Leonardo da Vinci – Mona Lisa. 
 - Leitura individual, silenciosa.
Depois de ler e observar a história, responda:
– Qual a parte do livro que você mais gostou? Por quê?                                                        
 - O autor/ilustrador conta a história por meio de imagens. Observe atentamente as ilustrações, página por página, anotando todos os detalhes que observou no livro e responda:
– Como nas ilustrações predomina o preto e branco, que artifícios o artista utiliza para representar sua obra?
– O que mais chamou a sua atenção?
 - Utilizando uma técnica de desenho ou pintura, crie uma ilustração da cena que você mais apreciou.
 - Realizar uma pesquisa na Internet sobre o autor/ilustrador Michael Roher: 
1. Data e local de nascimento
2. Livros publicados
3. Prêmios que recebeu
4. Informações sobre o seu trabalho de criação: Como acontece? No que ele se inspira?
- O professor divide a classe em 10 grupos. Através de um sorteio, cada grupo fica responsável por uma das etapas do trabalho do Fred Cabeleireiro: PENTEAR, LAVAR, ENSABOAR, ENXAGUAR, CORTAR, PINTAR, ESPERAR, LAVAR DE NOVO, ENROLAR, SECAR.
 - Trabalho em grupo:
1) Cada aluno apresenta as observações que havia levantado sobre aquela ilustração. Juntos, observam novamente a cena designada para o grupo e verificam se há novos elementos no desenho do ilustrador que eles ainda não tinham visto, ou que já conheciam antes, como: lugares do mundo, objetos de arte, quadros e artistas famosos, etc.
 2) Observar o tema usado pelo autor nessa cena (designada para o grupo), e os elementos que ele utilizou para representá-lo. Ex:  ESPERAR – tempo – relógios, placa, leitura de jornal, etc.  
 3) Utilizando folhas de papel A2, cada grupo realiza uma ilustração da sua página, recontando aquela cena. Inspirados na pesquisa sobre a obra de Michael Roher, os alunos devem criar novos elementos para ilustrar seu trabalho.
Obs, Para estimular a criatividade dos alunos, o professor pode realizar uma exposição sobre o ilustrador na escola, e formar um grande mural com os trabalhos dos alunos. 
 - No final do trabalho, realizar um bate papo sobre: a vida e a obra do autor; elementos utilizados por ele neste livro; a experiência do grupo na criação do painel; o que aprenderam nessa aula sobre Arte.
Sobre a obra
Conhecendo a profissão
Gênero informativo

O cabeleireiro é o profissional que atua na área da estética, em salões de beleza ou até mesmo atendimentos a domicílio. Eles cuidam da beleza e saúde dos cabelos e são fiéis amigos da vaidade de todas as mulheres.
A profissão é muito gratificante, geralmente o cabeleireiro conquista as pessoas, sejam elas homens ou mulheres através de seu trabalho bem feito, e assim, além de clientes fiéis, a recompensa dos olhares gratos pelo trabalho feito.
Como em toda e qualquer área, é preciso se esforçar, se qualificar cada vez mais e, o mais importante, ter paciência! Com o tempo, terá retorno de todo investimento feito e muito mais, e isso só depende de uma pessoa, você mesmo!
Se você investe em você, com cursos, com atendimento diferencial, produtos bons, se sabe lidar com público, é criativo e dinâmico, tente! Há pessoas que nascem com ‘dom’, digamos assim, porém, hoje em dia exigem cursos e aptidão para atuar na área. O dom é apenas um complemento, no entanto, é uma profissão aberta para quem quiser e gostar.
Fonte
Aula brincando de cuidar dos cabelos
Desdobramentos 
Aula/O sonho de Dali
Artes - Pintura - Interpretação do Quadro - Relógios Moles ou A Persistência da Memória de Salvador Dali
AQUI
AQUI
Noção temporal(esperar)
AQUI 
Tempo maluco 
AQUI
Atividades medidas de tempo
AQUI  
AQUI 
AQUI
AQUI
Vejam na coluna esquerda estes links de técnicas de artes e pintores
Cada título um link




Link para essa postagem


domingo, abril 14, 2019

Releitura>Obra Operários>Tarsila do Amaral>Lavrador de café>Portinari>14/04/2019



Resultado de imagem para obra operários tarsila do amaral
Sobre a obra Operários
A pintura retrata o momento da industrialização brasileira, principalmente, a paulistana. 
Com Getúlio Vargas, o País passou a se industrializar a classe operária começou a surgir. 
O quadro mostra a diversidade cultural de um povo oprimido pelas elites, representada pela fábrica ao fundo. Embora as pessoas estejam em primeiro plano e todas tenham traços diferentes, não é fácil diferenciá-las. Elas parecem todas iguais, representando, portanto, um sistema que massifica o cidadão.
Rostos sobrepostos
No quadro os operários são apresentados com os rostos sobrepostos, o que remete à massificação do trabalho e às condições precárias de vida nas cidades. Diversas etnias aparecem na obra, fazendo menção à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as grandes metrópoles.
 Expressões cansadas
A expressão dos operários representados passa ao espectador a sensação de tristeza, indiferença e cansaço. Esses sentimentos representam as péssimas condições de trabalho às quais os migrantes estavam submetidos, assim como remetem à falta de perspectiva que predominava no contexto de opressão da Era Vargas.
Muito mais detalhes sobre Operários
Refletindo....
  O quadro “Operários” de Tarsila do Amaral apresenta um tema social. 
O que a artista quis representar nesta obra com tantas pessoas com rostos sobrepostos e tristes?
Resposta: A pintura retrata o momento da industrialização brasileira, principalmente, a paulistana. Com Getúlio Vargas, o País passou a se industrializar e a classe operária começou a surgir. No quadro os operários são apresentados com os rostos sobrepostos, o que remete à massificação do trabalho e às condições precárias de vida nas cidades. Diversas etnias aparecem na obra, fazendo menção à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as grandes metrópoles. A expressão dos operários representados passa ao espectador a sensação de tristeza, indiferença e cansaço. Esses sentimentos representam as péssimas condições de trabalho às quais os migrantes estavam submetidos, assim como remetem à falta de perspectiva que predominava no contexto de opressão da Era Vargas. Fonte

Grafite
Mais AQUI
Máscaras/Operários
Um novo olhar/Aula

Outra releitura

+ Operários

Aula e "modelos" de operários
Imagem relacionada

Tem muita histórias do Brasil nas telas de Tarsila do Amaral

Vejam abaixo uma aula envolvendo mais obras além de Operários
Destaque para Portinari/O lavrador de café
 Admirar uma pintura não significa apenas olhar para a obra. 
É importante estar com  a mente aberta para compreender e sentir a intenção do artista.   
Pode-se dizer que olhar uma pintura é partir para uma viagem. 
Nessa viagem, existe a possibilidade de enxergarmos, vivenciarmos diversos estilos e épocas, modos únicos   de  ver  o  mundo  e  até   desenvolvermos   a  sensibilidade e o talento artístico.        

Sugestão de L.R.Assessoria Pedagógica
Atividade de arte (Reflexão /mudanças): ARTE E VIDA = BRASIL!
Às vezes uma pintura, um quadro pode trazer reflexões e mudanças na vida das crianças/adolescentes. Já pensou?
A arte desempenha um papel mais importante do que acreditamos na educação.
IDEIA:
* APRESENTAR o quadro de Tarsila do Amaral e pedir que façam reflexões (O educador pode dizer que é do ano de 1933)
- Após as colocações da turma, expor :
: Os trabalhadores eram sofridos e, muitas vezes, até mesmo explorados. O cansaço é representado em todos os rostos mostra que os sentimentos eram os mesmos, independente da origem de cada trabalhador.
- Os rostos bem juntos, quase sobrepostos, representam a massificação do trabalho e a disposição em pirâmide deixa à mostra a "paisagem" de chaminés, extremamente fabril.
- Os rostos são anônimos, outros são conhecidos pelo público, enquanto outros faziam parte somente do cotidiano da pintora, como o administrador da fazenda da família.
Atenção : Para alunos do fundamental II e médio, podem aprofundar nas reflexões!
* PEDIR que façam uma releitura da obra, a partir da realidade de Brasil que conhecem ou sonham!




Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios