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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, abril 09, 2021

Pikuin o pequeno Kurumin>Hora da história>Atividade remota>PDF>Hora da história> Curumim> O curumim que virou gigante>09/04/2021

 

Marco A.R.Pietrucci

Pikuin é um pequeno Kurumin que adora brincar com suas irmãs e amigos, além de ouvir histórias sobre a cultura de seu povo antes da chegada do homem branco. Ele sonha com um mundo de paz.

Ouvindo a história: AQUI

PDF/Livro: AQUI

Atividade remota: TRILHA DE LEITURA PARA EXPLORAR A OBRA

A obra é “Pikuin, o pequeno kurumin”, de Marco Antonio Ribeiro Pietrucci.
A seguir, montamos uma trilha de leitura pensando em grupos da Educação Infantil (5 anos) ao Fundamental, podendo ser adaptada para qualquer realidade de ensino, indo ao encontro da concepção dos Múltiplos Letramentos (BNCC, 2018) e do Letramento Literário (COSSON, 2019), tendo como princípios os eixos da área de Linguagem (leitura, oralidade, escuta, análise linguística e produção textual).

-Conteúdo: diversidade cultural, povos indígenas, colonização do Brasil.
-Objetivo de aprendizagem:
Reconhecer que existem diversos modos de vida e culturas entre as pessoas.
Demonstrar atitudes de respeito à diferentes manifestações culturais.
Ouvir atentamente a história contada.
Movimentar-se através de brincadeiras, demostrando o controle e adequação ao uso do corpo. Recontar a história do deu jeito. -Habilidades da BNCC:
QUAL É O TEMA DA NOSSA LEITURINHA DE HOJE ?
(EI03EO6) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modo de vida. TRILHA DE LEITURA: -Antecipação dos conhecimentos prévios: Para conversar... QUAL É O NOME DO NOSSO PERSONAGEM PRINCIPAL?
-Conversem sobre a relação entre o homem branco (Europeu) e os povos indígenas durante o processo de invasão dos Portugueses ao Brasil, em 1500.
O QUE VOCÊS ACHAM QUE O INDIOZINHO MAIS GOSTA DE FAZER ? -Disponibilizar o link da leiturinha da obra; PRODUÇÃO TEXTUAL: ORAL -Recontem a história oralmente, podem gravar um áudio e postar no grupo do WhattsApp; AMPLIANDO O TEMA:
-Pesquisem na internet palavras do nosso idioma que tiveram origem nas línguas indígenas (urubu, Piracicaba, Ubatuba...). Ao final, compartilhem com a turma sua investigação.
-Pesquisem fotos em livros, em revistas velhas ou na internet sobre os hábitos e os costumes dos povos indígenas brasileiros nos dias atuais. Ao final, compartilhem com a turma sua investigação. -Brincadeiras indígenas, sugerimos a leitura do material que é para a Educação Infantil, mas possível de ser adaptado para o Ciclo de Alfabetização.
PRODUÇÃO TEXTUAL: Tirinha não verbal
1-Vocês gostaram da leiturinha de PIKUIN? Transformem a leiturinha em uma tirinha de no máximo quatro quadrinhos. Lembrem da historinha e desenhem-na dentro dos quadrinhos, lembrando que não precisa escrever os diálogos será só imagens, com partes da obra.
-observações para didatização: (a) Não esqueçam de dar trabalhar antes desta proposta de produção de tirinha não verbal, outras tirinhas para que as crianças, entendam o que seria o gênero tirinha e percebam a composição do texto;
(d) publicar suas produções e compartilhar com a turma.
(b) chamar a atenção delas sobre a importância de se ter: uma sequência com começo, meio e fim; ser uma história de imagens em quadrinhos com ou sem balões; quando há textos, os diálogos estão incluído em balões; (c) dar um título a sua produção; ANÁLISE LINGUÍSTICA: INDÍGENA 1-Analisem a palavra e levem as crianças a produzirem uma lista de palavras que rimem com a palavra indígena (tangerina, Paulina, cantina...);
Não esqueçam de refletir sobre o que seria rima e a produção de sentido deste recurso, podem realizar uma reflexão grafofonêmica.

Fonte: Clique  AQUI  Vídeo

Atividades/Artes para o dia do indígena: AQUI

Atividade PDF indiozinhos: AQUI

Aula para bebês: AQUI

Cantando: AQUI

Um dia na tribo: AQUI

Kaba Darebu:  AQUI

Aquitã, o indiozinho: AQUI

Música, os indiozinhos: AQUI

Yrajang a canoa encantada: AQUI

Menino Poti: AQUI

José Rufino dos Santos

Tarumã queria muito ter uma irmã e vivia pedindo isso aos pais. Como a irmã não vinha, ficou só pensando como ela seria… Tanto imaginou que passou a achar que ela realmente existia. Quando pescava, pegava um peixe a mais para a irmã imaginária. Os curumins começaram a achar, então, que ela tinha mesmo nascido e decidiram presenteá-la. Mas onde está a irmã de Tarumã que nunca aparece? O indiozinho vai inventando desculpas até que ninguém mais acredita nelas.

O curumim que virou gigante: PDF: AQUIAQUI

Roteiro de leitura: AQUI

Tiago Hakiy

Tomar banho de rio, subir no pé de goiabeira, brincar com os animais, pescar o almoço, olhar as estrelas. Em "A pescaria do Curumim e outros poemas indígenas", a cultura dos índios da Amazônia é apresentada às crianças sob a forma de singelos poemas. Ninguém melhor do que Tiago Hakiy para fazer isso com aprumo: descendente do povo sateré mawé, o autor nasceu em Barreirinha (AM), no coração da Floresta Amazônica. O livro ganha ainda um charme extra com as representativas ilustrações de Taísa Borges. Coloridos, tradicionais e de traços fortes, os desenhos contribuem para a inserção do público infantojuvenil no universo dos índios amazônicos.

Fafá conta:

Pescaria do Curumim, do livro Pescaria do Curumim e outros poemas indígenas, de Tiago Hakiy. Editora Panda Books: AQUI

Tiago Hakiy
Curumim (menino na língua Tupi) retrata a rotina de um garoto que tem na imensidão da natureza a sua casa, vida, afazeres, brincadeiras e a formação intelectual. O pequeno leitor é convidado a conhecer esse vasto mundo de riquezas, no caso a Floresta Amazônica, como se fosse ele mesmo a estar ali desfrutando de todo aquele cenário. Ao lado de Curumim, quem tem acesso à leitura também poderá conhecer várias das palavras indígenas usadas no texto para identificar a interação do menino com o ambiente onde a história acontece. Ideal para os interessados em ampliar conhecimentos sobre a vivência de outros povos e, com isso, estimular a curiosidade e saber um pouco mais do que é feito este mundo. Em Curumim, a ilustradora Andréia Vieira nos faz sentir os movimentos da natureza e do pequeno indiozinho. As ilustrações são todas feitas com tinta acrílica para valorizar e potencializar a essência das cores e a liberdade na vida das crianças Sateré-Mawé.

Fafá conta Curumim:AQUI

Ouvindo também: AQUI

No Linguagem tem:

Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Música os indiozinhos: AQUI

De onde vem o fogo? AQUI

Noite e dia na aldeia: AQUI

História cantada: AQUI

Projeto brincadeiras indígenas: AQUI







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domingo, abril 04, 2021

Aquitã , o indiozinho/Que medo!> Atividades remotas e afins>Planejamento dia do índio>04/04/2021

 

Buscando valorizar a cultura indígena, desenvolver a percepção dos sentimentos, estimular a imaginação e o gosto pelas histórias, sugerimos este desenho que retrata o medo imaginário que uma criança pequena tem, mostrando de forma lúdica como lidar com os sentimentos e ilustrando como e onde vivem as crianças indígenas.

Propomos refletir que todos nós temos medos e outros sentimentos, sejamos crianças ou adultos, e que o importante é saber como lidar com essas emoções.

E vocês, do que têm medo? Como reagem a ele? 

Assistindo:  AQUI  AQUI tem outras sugestões de vídeos

Atividade sugerida: PDF  AQUI  e  AQUI  Clique onde pedido para baixar o arquivo

Atividades remotas: AQUI , AQUIAQUI

+ atividades:  AQUI

Projeto Índios: AQUI

Sugestões/Linguagem e Afins

Kabá darebu:  AQUI

A cura da terra:  AQUI

O tupi que você fala: AQUI

Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Noite e dia na aldeia: AQUI

Vanivani o dono das araras vermelhas: AQUI

Menino Poti: AQUI


Planejamento dia do índio/Prof.Samantha Ladeira

AQUI






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quarta-feira, fevereiro 12, 2020

A cura da terra>Agonia dos Pataxós/outros poemas>Memórias>Cultura indígena>12/02/2020


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Eliane Potiguara
Sobre ela e esta obra:  AQUI

Moína é uma indiazinha de oito anos e, como toda criança, adora se aconchegar nos braços da avó para ouvir suas histórias. 
Ela quer entender mais sobre o sentido de sua vida, as suas transformações.
 Em 'A cura da Terra', lançamento da Editora do Brasil, a escritora indígena Eliane Potiguara conta, de maneira sensível, entremeada às delicadas ilustrações de Soud, a história dessas duas personagens que refletem sobre a vida e o passado, e aprendem a olhar com otimismo para o futuro. Continua: AQUI

A cura da terra/Texto
Proposta de trabalho
Agonia dos Pataxós e outros poemas
Oração pela libertação dos povos indígenas
Brasil poema




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segunda-feira, abril 08, 2019

Aldeias,palavras e mundo indígena>Saindo do comum...Novas perspectivas culturais>Fábulas de Iauaretê>08/04/2019



Valéria Macedo

Quatro povos e seus costumes Yano, Ëjcre, Üne, Oo — por incrível que pareça, essas quatro palavras significam a mesma coisa. Representam, na língua de quatro povos indígenas (os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya), a palavra casa. 
Através dela e de muitas outras palavras, o leitor é convidado a fazer um passeio pela imaginação e conhecer um pouco da vida e dos costumes desses grupos: onde moram, como se enfeitam, seus objetos, suas festas, sua língua. Uma aventura lúdica e muito enriquecedora.

Sobre a obra

Fugindo um pouco do ponto comum de somente vestir os alunos de índio, que tal preparar uma aula com atividades que apresentem a cultura indígena de forma mais aprofundada? 
Separamos 7 dicas para te ajudar nessa missão ?

AQUI
Atividades: AQUI,AQUIAQUI
Ouvindo: AQUI
Kaba darebu


Aula: Livro: As fabulosas fábulas de Iauaretê: 
As fabulosas fábulas de Iauaretê, de Kaka Wera Jecupe (Peirópolis)
Onça que se casa, senhora que detém sabedoria eterna, pena mágica. As fábulas deste povo que vive no Amazonas falam de forma simples de episódios da vida, como nascimento, morte, amor, paz, erros e acertos. O livro é ilustrado por Sawara, a filha adolescente do autor. 

As Fabulosas Fábulas de Iauaretê: Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI Iauaretê e o Jabuti Vamos ver como o jabuti com sua esperteza conseguiu se livrar de ser devorado pela onça... As fábulas falam de medo, coragem, dúvida, amor, morte, paz, oportunidade, erros e acertos que vivenciamos, divertindo e emocionando adultos e crianças.

Iauaretê e a anta: Ouvindo: AQUI
Iauaretê-mirim e o rio: AQUI
Cantando: AQUI








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terça-feira, março 26, 2019

Noite e dia na aldeia>Cultura indígena>Dia noite>Haicais>26/03/2019

Noite e Dia na Aldeia

O autor deste livro faz parte do povo indígena Sateré-Mawé, que vive entre os estados do Amazonas e do Pará, na reserva indígena Andirá-Maraw. 
A obra narra poeticamente a integração das crianças e dos animais da floresta com elementos da noite e do dia.

Sobre a obra
Sugestões
AQUI

Sugestão de "Atividades Susano"
Dia do índio
Lapbook
AQUI


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BRINCAR COM POESIA!


24 HAICAIS PARA CRIANÇAS! Um livro com duas capas, que gira, como o dia e a noite, com 12 haikais para cada período.



O haicai é um pequeno poema composto de três versos curtos.

Tem algumas regras simples:

1. O tema deve ser a natureza.
2. E os versos seguem algo como (não necessariamente nessa ordem):

1º verso fala do permanente, o que sempre se vê na natureza, por exemplo: a lua de outono, uma folha, o vento;
2º verso é uma mudança que ocorre no permanente, e o poeta observou;
3º verso é o resultado dessa mudança no permanente; algo que pode surpreender, nunca explicar. 

O haicai é um instante capturado por três versos. Uma fotografia com poucas palavras.

No livro tem 12 haicais sobre o dia e 12 sobre a noite.

SUGESTÃO: Concurso de haicais na sala de aula com temas sugeridos, como TARDE DE SOL, MANHÃ DE CHUVA, NOITE DE INVERNO, FÉRIAS DE VERÃO, JARDIM DO PRÉDIO, ÁRVORE NO PÁTIO, VENTO NA RUA, etc

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Aulas
Atividades
História de papel
Quintal da cultura
Músicas
AQUI
De noitinha/Antunes






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segunda-feira, março 26, 2018

Pedro menino navegador>Estímulos literários>O sonho de Cabral>26/03/2018

Visando mergulhar no imaginário do século XVI, a autora e a ilustradora desta obra pretendem iluminar com poesia um personagem conhecido e ao mesmo tempo distante das crianças brasileiras - Pedro Álvares Cabral - transformando-o em um menino sonhador.

Lúcia Fidalgo

A paixão pelo mar. Mergulhando no imaginário do século XVI, Lúcia Fidalgo e Andréia Resende iluminam com poesia um personagem conhecido e ao mesmo tempo distante das crianças brasileiras: Pedro Álvares Cabral.
Ao navegador por símbolos e sagas inesquecíveis, ou revelar detalhes pouco conhecidos da história, este livro nos oferece o melhor da literatura infanto-juvenil: a alquimia de dar vida a imaginação de um menino. 


Atividades
De olhos bem abertos, ele sonhava com o dia em que seria navegador nos sete mares. 
Nas noites em que o sono demorava a chegar, as ondas que iam e vinham em seu pensamento o levavam para além-mar. 
Lá onde o mar termina.
 Lá onde ele queria chegar!
 E os olhos do menino fechavam-se sobre esse sonho, encontrando finalmente o sono perdido na noite fria e longa. 
Um dia, um convite. Convite feito pelo Rei. 
O sonho tinha virado realidade.
 Pedro não era mais um menino. 
Era, agora, Pedro Álvares Cabral, o homem que seria Capitão-Mor de uma importante expedição que ia cruzar o Atlântico.
Página 9 e 10
Mais:  AQUI

Pindorama












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domingo, fevereiro 25, 2018

Música os indiozinhos e afins>Projetos>25/02/2018


Músicas para ensinar números

Sequência de atividades
Aula
Cantigas e parlenda
Os indiozinhos

Aula
AQUI
Cartaz
Massa de modelar

Cantando e dramatizando

Mais versões
AQUI  / Aula  AQUI
Outro indiozinho

Projeto

Sequência didática
Dia do índio





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domingo, outubro 08, 2017

Os tesouros de Monifa>Projetos: histórias que alimentam e conhecimento/diferentes culturas> Conscientização negra>08/10/2017


CONSCIENTIZAÇÃO NEGRA
PROJETO HISTÓRIAS QUE ALIMENTAM

As obras a seguir são utilizadas neste projeto
Cliquem nos títulos

OBAX


CHUVA DE MANGA




LILA E O SEGREDO DA CHUVA




FILME KIRIKU




AS TRANÇAS DE BINTOU



OS SETE NOVELOS



Estas obras a seguir não tenho atividades.
Estão também no projeto
Fuzarca
Guido e Iná são irmãos. E eles adoram uma boa fuzarca! 
Fuzarca é farra, fuzarca é alegria. E entre uma e outra fuzarca, os irmãos vão crescendo, felizes.

Trata-se de “Fuzarca”, de Sonia Rosa. A obra, pelo que a autora conta, surgiu, digamos, meio por acaso. Continue lendo, que eu conto como foi.
Sonia diz que estava numa festa com Guido e Iná, os personagens principais da história, e outras crianças. E, como todo mundo sabe, festa que tem criança, tem barulho. A música estava animada. A criançada passava como foguetes entre os adultos, fazendo uma bagunceira geral, ou, como dizem os mais radicais, tocando o terror. De repente, alguém gritou: “Gente, que fuzarca é esta?”. 
Pronto! Foi o que bastou para a autora. Essa palavrinha, que significa bagunça, entrou pelos ouvidos e cravou no cérebro da Sonia. Como a escritora havia prometido para Guido e Iná de dar de presente uma história criada especialmente para eles, nasceu este livro cheio de cores que retrata a cultura afro-brasileira.
Os Tesouros de Monifa  - Grupo Brinque-Book
Os tesouros de Monifa
Autora: Sonia Rosa: AQUI
Ilustradora: Rosinha
Temas: Pluralidade cultural / Conto / Cartas e bilhetes / Humanos / Identidade / Relacionamento familiar / África / Árvore genealógica / Nações / Dia dos Avôs e Avós (26 de Julho) / Dia Nacional da Consciência Negra (20 de Novembro) / Liberdade
Faixa Etária: A partir de 5 anos
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Projeto de leitura: AQUI
Proposta de trabalho
  • Como raríssimas vezes se viu na literatura infantil e juvenil brasileira, Os Tesouros de Monifa fala do encontro de uma brasileirinha afrodescendente com sua tataravó, Monifa, que chegou aqui de lá do outro lado do oceano, em um navio negreiro. Mesmo escrava, aprendeu a escrever e, por meio das letras que aprendeu, deixou “Para os meus filhos e os filhos dos meus filhos!” o maior de todos os tesouros que alguém pode herdar. Passado de geração em geração, chega o dia desse tesouro ir para as mãos da garotinha, que se encanta e emociona muito ao receber tamanha preciosidade e, com ela, descobrir a vida da sua tataravó e as suas próprias raízes.

PROJETO QUE PROPORCIONAM CONHECIMENTO
 SOBRE AS DIFERENTES CULTURAS


Possibilitar que as crianças reflitam sobre as características dos colegas de sala de aula e das pessoas com as quais convivem.
Conhecer as diferenças étnicas, e entender a importância de cada uma na formação do povo brasileiro;
Promover o conhecimento de diferentes culturas través do lúdico;
Ter consciência sobre os valores, o respeito ao outro (alguém diferente) e a si mesmo;

AQUI

Obras deste projeto
Cliquem nos títulos

AS TRANÇAS DE BINTOU
OS SETE NOVELOS
(acima)
BRUNA E A GALINHA D'ANGOLA



AINDA BEM QUE TUDO É DIFERENTE




Está no projeto ,mas não encontrei atividades


Por muito tempo, pequenos e grandes animais viveram unidos e felizes.
Mas faltou a chuva e a terra ficou tão seca que eles não tinham mais o que comer. Foi quando encontraram uma árvore enorme, que, mesmo sem chuvas, estava carregada de frutas maravilhosas.
Todas elas pareciam estar bem suculentas e exalavam um perfume delicioso, porém não caíam no chão de jeito nenhum.
Nem mesmo os animais grandes conseguiam colhê-las.
Todos chacoalhavam e sacudiam a grande árvore com muita força, mas não havia meio de cair uma frutinha sequer.
Cada dia mais famintos, os animais se reuniram para tentar chegar a uma solução.
Por sorte, a pequena coelha teve uma boa ideia. Uma história tradicional africana recontada e ilustrada com cores vibrantes - no estilo tingatinga - pelo artista John Kilaka, da Tanzânia.

O livro “A árvore Maravilhosa” é o disparador para um projeto sobre a influência africana no Brasil. Trabalharemos, a partir dele, diversas faces da cultura de nosso país. 
 Utilizaremos diversos recursos para propiciar aos alunos a oportunidade de vivenciar, de forma dinâmica e lúdica, realidades que parecem distantes.

Conhecer a história que une Brasil e África significa resgatar e preservar  tradições daqueles que contribuíram para que chegássemos onde estamos hoje. 
É uma oportunidade de compreender, inclusive, a nossa própria identidade.
Além da parte cultural, a mensagem transmitida pelo livro é de grande importância para essa fase de construção da autonomia moral e de valores, o que fica dessa leitura é a necessidade de união entre os povos e valorização de cada indivíduo.
Com as crianças faremos uma “viagem” para a Tanzânia, será uma experiência rica, prazerosa, divertida e de grande valor.


CULTURA INDÍGENA


RELEITURA

O menino e o jacaré
Peço desculpas as colegas mas não publico nada desta autora.
No Google vocês encontram atividades e até a história no  You tube.
Eu cumpro meu propósito dos direitos autorais, porém , pessoas arrogantes eu deixo pra lá.




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