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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, outubro 25, 2026

Os aventureiros> Muita imaginação e brincadeiras>Amizade e gentileza>25/10/2026

 

Helme Heine
Entediados com o sossego de Brejo Verde, os três amigos inseparáveis, o rato Frederico, o galo Juvenal e o gordo Valdemar, saem pelo mundo. Enfrentam nevascas, salvam princesas, são perseguidos por piratas e canibais.

Entediados com a calmaria e o sossego da fazenda onde vivem, os três decidem desbravar o mundo. Movidos pela imaginação e pelo espírito de companheirismo, eles criam jornadas lúdicas onde enfrentam nevascas terríveis, resgatam princesas em perigo e fogem de piratas e canibais fictícios. 
A narrativa exalta a importância do brincar, da amizade verdadeira e de como o mundo pode se transformar através dos olhos da infância.
Ideias de Atividades Pedagógicas
As atividades baseadas no livro podem ser aplicadas na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, explorando temas como amizade, cooperação, imaginação e geografia
Roda de Conversa e Contação de História:
  • Apresentar o livro mostrando as ilustrações.
  • Perguntar às crianças o que elas entendem por "ser um aventureiro" e para onde gostariam de viajar com os amigos
  • Produção de Desenho e Escrita:
    • Propor que cada criança desenhe uma "grande aventura" que já viveu com seus amigos ou família.
    • Pedir para escreverem (ou ditarem) os nomes dos amigos envolvidos e a data
    • Construção de Roteiro / Mapa da Aventura:
      • Criar um mapa fictício da cidade de Brejo Verde ou do caminho percorrido pelos personagens (com nevascas, mares e castelos de princesas).
      • Trabalhar noções espaciais (perto, longe, em cima, embaixo, esquerda, direita).
    • Dramatização ou Fantoches:
      • Confeccionar fantoches de palito ou coroas de papel com os personagens (o rato Frederico, o galo Juvenal e o porco Valdemar) para encenar trechos da história em grupo
      • Escrita Criativa (Ficha da Aventura):
        • Criar uma pequena ficha literária com perguntas simples: Qual era o plano dos amigos? Qual foi o maior desafio? Quem ajudou quem? Fonte Google
Ouvindo: AQUI

Amigos: AQUI
O mais fantástico ovo do mundo: AQUI
Helme Heine: AQUI
Gentileza: AQUI
Amizade: AQUI
Aventuras: AQUI
Geografia: AQUI
Mapas: AQUI
Maquetes: AQUI
E se porco?: AQUI
João e o pé de gratidão: AQUI
Você já encheu seu balde hoje?: AQUI
O livro da gentileza: AQUI
O muro no meio do livro: AQUI






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sábado, outubro 24, 2026

Arlindo o fantasma rosa choc>PNLD literário> Estímulos divertidos> 24/10/2026

 
Daniella Michelin/Fran Matsumoto


A história acompanha Arlindo, um fantasma que vive em um mundo onde todos os outros fantasmas são sérios, assustadores e monocromáticos. 
Por ser rosa-choque e não conseguir assustar ninguém, ele acaba sendo rejeitado pela turma do terror. 
Após vagar sem rumo, Arlindo descobre um dom extraordinário: o de fazer as pessoas rirem. 
Ao se encontrar com uma menina triste, ele percebe que ser diferente é, na verdade, a sua maior força, encontrando o seu lugar em um teatro antigo repleto de humor e afeto.
Temas principais: Aceitação, diversidade, empatia, inteligência emocional e superação do medo de ser diferente
Sobre a história
  • Enredo: Em um mundo onde os fantasmas são sérios, assustadores e monocromáticos, Arlindo nasce rosa-choque e não consegue meter medo em ninguém.
  • A descoberta: Rejeitado pelo "clube do buuu", ele descobre que seu verdadeiro dom não é assustar, mas sim fazer as pessoas rir 
  • Mensagem: Após conhecer uma menina triste, Arlindo encontra seu lugar em um antigo teatro, mostrando que o que importa é a cor da alma e a aceitação das diferenças
1. Campo "O eu, o outro e o nós" (Identidade e Diversidade)
  • Roda de conversa sobre as diferenças: Pergunte às crianças o que faz cada uma delas ser única e especial. Assim como Arlindo tem uma cor diferente dos outros fantasmas, explore quais características (gostos, jeitos, aparências) tornam cada aluno único
    • Autorretrato em rosa-choque: Peça para as crianças desenharem ou pintarem a si mesmas utilizando tons de rosa ou cores vibrantes que normalmente não seriam associadas a "fantasmas tradicionais".
    2. Contação de Histórias e Empatia
    • Roda de leitura interativa: Utilize a versão impressa ou o Audiolivro da Editora Evoluir para contar a história.
    • O encontro com a menina triste: Relembre o momento em que Arlindo usa o humor para consolar uma menina triste. Proponha uma dinâmica em grupo sobre como podemos ajudar um colega que está desanimado ou chorando na escola. 
    • 3. Linguagem e Expressão (Versos e Rimas)
      • Brincadeira com as rimas: Como a obra é estruturada em versos rimados, escolha estrofes simples da história e desafie as crianças a inventarem novas rimas para o nome "Arlindo" ou para a cor "rosa-choque
      • Teatro de fantoches ou sombras: Crie fantasmas de papel (com cores variadas, fugindo do branco monocromático) e monte uma pequena esquete teatral onde eles descobrem que dar risada é melhor do que meter medo
      • 4. Cultura Maker e Arte
        • Ateliê dos fantasmas coloridos: Disponibilize tecidos, papéis coloridos, giz de cera e tintas para que as turmas criem seus próprios fantasmas amigáveis e engraçados, estimulando a coordenação motora e a livre expressão. Fonte Google
Temas e Recursos Pedagógicos
A obra possui uma forte intencionalidade pedagógica e rigor ético exigidos pelo edital, trabalhando diretamente os seguintes Campos de Experiência da BNCC para a Educação Infantil
Identidade e Autoestima: Explora o autoconhecimento e a aceitação individual a partir das características que tornam cada indivíduo único.
Empatia e Valorização da Diversidade: Ajuda as crianças a lidarem com o sentimento de rejeição e a respeitarem as diferenças dos colegas.
Sentimentos e Convivência: Estimula o diálogo sobre como transformar fragilidades em forças e como interagir positivamente em comunidade
Ouvindo sobre a obra: AQUI, AQUI, AQUI
Fantasmas: AQUI
Halloween: AQUI
Bruxas: AQUI
Pluft o fantasminha: AQUI
XÔ fantasma: AQUI
Monstros monstrengos: AQUI
Bonita: AQUI
A bruxinha Zuzu: AQUI
Coletânea bruxinhas: AQUI
Carona na vassoura: AQUI







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quarta-feira, outubro 21, 2026

Os dedos dos pés não tem nome>Consciência corporal>Linguagem musical> 21/10/2026


Jean Leroy


Pobres dedos do pé! É uma terrível injustiça: os dedos do pé não têm nome! 
Este livro tenta preencher esta lacuna e, com muita diversão, a criança ainda vai aprender: os nomes dos dedos da mão; os números de zero a cinco; as primeiras letras; as notas musicais; as cores e as frutas; as expressões do rosto. Literatura francesa de sucesso mundial.
Os dedos do pé não têm nome" é um livro infantil escrito por Jean Leroy e ilustrado por Matthieu Maudet. Publicado no Brasil pela Editora Viajante do Tempo, a obra lúdica brinca com a "injustiça" de os dedos dos pés não terem nomes próprios como os das mãos, ajudando os pequenos a aprender números, cores, letras e notas musicais
O que a criança aprende no livro
  • Os nomes dos dedos da mão
  • Contagem de zero a cinco
  • Primeiras letras do alfabeto
  • Notas musicais, cores e frutas
  • Expressões do rosto 
Sugestões de Atividades Baseadas no Livro
  • Nomeação e Criação: Proponha que as crianças inventem nomes divertidos para cada um dos dedos dos pés (já que na história eles não têm nome oficial como as mãos)
  • Contagem e Coordenação: Utilize os pés para brincadeiras de contar de 0 a 5, mexendo cada dedo conforme o número solicitado pela professora ou responsável
  • Pintura e Desenho com os Pés: Peça para as crianças carimbarem a sola e os dedos dos pés com tinta guache em uma cartolina, transformando as marcas em bichinhos ou flores, ou fixem giz/caneta entre os dedos para rabiscar no papel
  • Reconhecimento de Cores e Frutas: Monte jogos de pareamento associando as cores e frutas citadas no livro a objetos reais da sala de aula ou casa
  • Expressões Raciais e Faciais: Explore o espelho para imitar as expressões do rosto que aparecem na narrativa, trabalhando a emoção e o autorreconhecimento. Fonte Google
Ouvindo: AQUI, AQUI

Cantando: 
Um dedinho: AQUI
Pé com pé: Palavra Cantada: AQUI

Dedos: AQUI
Nomes próprios: AQUI
Pés: AQUI
Numerais: AQUI
De quem são estes pés? AQUI
O sapo não lava o pé: AQUI
A cobra e a corda: AQUI
Pelegrino Petrônio: AQUI
Brincando com os pés: AQUI
Dedinhos ocupados: AQUI
Dedo mindinho: AQUI
Os dedos: AQUI
Meus porquinhos: AQUI





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domingo, outubro 18, 2026

Da cor que eu sou>Celebrando a diversidade> Estímulos literários tom de pele> 18/10/2026

 
Andressa Reis
Maria sempre soube que as pessoas existem no mundo em diversos tamanhos, formas e cores. 
Por isso estranhou quando sua melhor amiga, Júlia, lhe presenteou com um desenho um tanto quanto estranho. 
O livro Da cor que eu sou celebra a diversidade. 
Uma obra para ensinar nossos filhos a enxergar os outros como eles realmente são. 
E com todo o amor, respeito e admiração que isso requer. 
Com ilustrações cativantes e palavras afetuosas, pequenos leitores poderão mergulhar no universo da diversidade e perceber a beleza que existe nas nossas diferenças. 
Um livro que aborda um tema tão importante e urgente de uma maneira lúdica, leve e de leitura envolvente.

O livro "Da cor que eu sou", escrito por Andressa Reis e ilustrado por Stefania Magalhães (publicado pela Editora Matrescência), é uma obra de literatura infantil que fala sobre diversidade, identidade, autoestima e representatividade

O tema central: A trama usa essa situação simples para abrir espaço sobre como as crianças percebem a si mesmas, a cor da sua pele, os seus traços e as diferenças ao redor
O Propósito da Obra: Celebração da diversidade: Ensina os pequenos leitores a enxergar as outras pessoas com respeito, afeto e admiração, valorizando o que é único em cada um.
  • Apoio à educação antirracista: Ajuda as crianças a se reconhecerem, se orgulharem de sua própria história e entenderem que não existe uma cor "certa", mas sim a beleza da cor que cada um tem. 
  • Material de apoio: O livro também traz uma carta dedicada aos pais e educadores para auxiliar na mediação da leitura e no diálogo sobre esses temas com as crianças.
Sugestões de atividades práticas baseadas no livro
  • Autoretrato com tons de pele: Após a leitura da história, disponibilize tintas, lápis de cor ou giz de cera com diversos tons de pele para que cada criança pinte ou desenhe a si mesma, identificando e valorizando a sua própria cor.
  • Roda de conversa "Além da cor": Ao redor da siluetas ou dos desenhos dos alunos, incentive-os a escrever ou ditar palavras que definem quem eles são por dentro (ex.: criativo, bondoso, alegre, corajoso, sonhador). Mostre que a cor da pele é uma característica linda, mas que a identidade de cada um é formada por toda a sua história e personalidade.
  • Espelho da amizade (dinâmica do desenho): Relembrando a confusão da Maria com o desenho da amiga Júlia, proponha que as crianças desenhem um amigo(a) de forma cuidadosa, observando as características reais do colega e exercitando o olhar atento e o respeito.
  • Paleta de tons e diversidade: Crie um mural coletivo com as mãos carimbadas com tinta guache em diferentes tons de pele, formando um grande círculo ou arco-íris que simbolize a união e a igualdade na turma. Fonte Google
Ouvindo: AQUI, AQUI
Falando sobre diversidade: AQUI

Cantando:
Que cor é minha cor: AQUI
Qual é a cor da pele: AQUI
Cor de pele: AQUI
Cor da pele: AQUI

Que cor é minha cor?: AQUI
Lápis cor de pele: AQUI
Qual é a cor do amor? AQUI
O menino marrom: AQUI
A pele que eu tenho: AQUI
Meninas negras: AQUI
Betina: AQUI





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domingo, outubro 11, 2026

Sinto o que sinto: Um passeio pelos sentimentos>A incrível história de Asta e Jaser>Linguagem afro afetiva>Sentidos e valores>

 

Lázaro Ramos/Flávia Borges

Enquanto enfrenta as mais diversas situações do dia a dia, o pequeno Dan descobre que a gente pode sentir coisa à beça – raiva, alegria, orgulho, tristeza... Às vezes tudo ao mesmo tempo!

E embora nem sempre seja fácil lidar com tudo que passa pelo nosso coração, os sentimentos são uma parte essencial e natural da vida.

Dan vai ver que não dá para mandar nas nossas emoções, mas que é importante aprender a reconhecer e aceitar tudo que sentimos.


O livro "Sinto o que Sinto: Um Passeio pelos Sentimentos", escrito por Lázaro Ramos, acompanha o menino Dan em sua rotina de descobertas emocionais, ajudando crianças a identificar, nomear e lidar com o que sentem. 
Sugestões de atividades baseadas no livro
  • Roda de Conversa e Leitura Compartilhada: Leia trechos do livro e pergunte às crianças em quais momentos elas já se sentiram como o personagem Dan (por exemplo, quando ele acorda com um peso na cama ou quando sente orgulho e felicidade ao mesmo tempo). 
  • Caixa ou Pote dos Sentimentos: Peça para as crianças desenharem ou escreverem (ou usarem emojis, no caso de não leitoras) em pequenos papéis como se sentiram durante o dia e colocarem em uma caixa coletiva para debater em grupo
  • Música e Expressão Corporal: Assim como Dan expressa o que sente tocando bateria, utilize instrumentos musicais simples, palmas ou batuques para representar emoções rápidas (raiva, alegria, calma, ansiedade). 
  • Desenho das Múltiplas Emoções: Ajude a criança a desenhar a si mesma com dois sentimentos diferentes ao mesmo tempo (mostrando que é possível sentir, por exemplo, saudade e alegria simultaneamente).
  • A Árvore dos Sentimentos: Monte uma árvore de papel na parede onde cada folha colorida representa um sentimento nomeado pela turma após a leitura da história.
É uma excelente ferramenta para a Educação Infantil no trabalho socioemocional. 
Sugestões de atividades práticas baseadas na obra incluem: 
1. Roda de Leitura e Contação de História
  • Cantinho dos Sentimentos: Monte um espaço acolchoado com almofadas na sala de aula ou em casa para ler o livro com calma.
  • Caça aos Sentimentos: Durante a leitura, desafie as crianças a apontar ou identificar as expressões de Dan em cada página, perguntando: "O que será que o Dan está sentindo aqui?". 
2. Atividades Lúdicas e Expressivas
  • O Diário ou Cartaz das Expressões: Peça para as crianças recortarem de revistas ou desenharem rostos com diferentes emoções (feliz, bravo, confuso) e montem um painel coletivo. 
  • Espelho das Emoções: Coloque as crianças em frente a um espelho e peça para fazerem "cara de alegria", "cara de susto" ou "cara de brabo", associando cada feição ao que o Dan sentiu na história. 
  • O Novelo das Emoções: Utilize um novelo de lã colorido onde cada cor representa um sentimento (ex.: amarelo para alegria, azul para tristeza, vermelho para raiva). Passe o novelo entre as crianças e deixe que cada uma diga como está se sentindo naquele dia. 
  • 3. Música e Movimento
    • Música dos Sentimentos: Assim como o personagem Dan cria uma música sobre o seu dia, incentive a turma a criar palmas, sons ou uma pequena canção para representar o que é sentir muita alegria ou acalmar a raiva. Fonte Google
Sobre a obra: AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI
Cantando: AQUI

Lázaro Ramos/Ana Senna/Mundo Bita

Mesmo para os adultos, lidar com os sentimentos nem sempre é fácil. Isso é o que Dan, personagem principal dessa história, percebe ao longo de seu dia, enfrentando diferentes situações que o fazem ter de encarar uma mistura bastante diversa de sentimentos. E à noite, já em casa e quase pronto para ir dormir, Dan ouve uma história muito especial de seu avô sobre seus ancestrais.
O livro de estreia de Lázaro Ramos na Carochinha Editora tem como objetivo ajudar as crianças a entender que é normal sentir raiva, alegria, orgulho, tudo ao mesmo tempo. Aprender a identificar e a nomear tais sentimentos é muito importante para o desenvolvimento emocional do ser humano. Além disso, a obra mostra a importância de se valorizar a nossa ancestralidade.

O livro pode ajudar a reconhecer e a lidar com diferentes sentimentos.  Além disso, é um excelente recurso para abordar a ancestralidade e o respeito às diferentes culturas.

O livro infantil "Sinto o que sinto e a incrível história de Asta e Jaser", escrito por Lázaro Ramos, aborda os temas da educação socioemocional, da identificação de sentimentos e da ancestralidade
O Tema Central e as Histórias
  • A rotina de Dan: A história principal acompanha o menino Dan ao longo de um dia comum, enquanto ele experimenta uma mistura de emoções como alegria, raiva, timidez, desânimo e inveja. O objetivo é ajudar as crianças a entenderem que é normal sentir várias coisas ao mesmo tempo e aprender a nomear esses sentimentos
  • A história de Asta e Jaser: À noite, o avô de Dan conta uma narrativa sobre seus antepassados — Asta e Jaser — que viviam às margens de um rio e construíram um barco para explorar novas terras. Essa parte aborda a coragem, a ancestralidade, o amor e a importância de valorizar a própria história
  • A grande lição: O livro ensina que não escolhemos o que sentimos, mas somos responsáveis por decidir o que fazer com o que sentimos. Fonte Google
Ouvindo: AQUI
Sobre a obra: AQUI

Sentimentos: AQUI
Valores: AQUI
Afeto: AQUI
Emoções: AQUI
Literatura afetiva: AQUI
Literatura afro/brasileira: AQUI
Educação emocional: AQUI
Empatia: AQUI
Sensibilidades e afins: AQUI
Socioemocional: AQUI
Emocionário: AQUI
Lázaro Ramos: AQUI
Ana e Ana: AQUI
Linguagem e Afins apresenta na sua lateral direita links diversos sobre sentimentos:
Procure: " Sensibilidades e afins"



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