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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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domingo, janeiro 19, 2020

LEITURAS DE IMAGENS>Livros sem textos>Coletânea Especial>19/01/2020


Livros sem textos/Leitura de imagens

O ato de ler vai muito além do reconhecimento das letras e das palavras, pois podemos fazer a leitura das milhares de informações que nos rodeiam todos os dias, assim “[...] A leitura de mundo precede a leitura da palavra”, conforme Freire (2002, p. 11). Essa leitura nos dá os conhecimentos prévios para que possamos interagir no mundo em que vivemos facilitando a comunicação.
As imagens são grandes atenuadores no processo de aprendizagem, pois, quando a pessoa tem dificuldade em decodificar o código escrito ou quando a criança começa a entender o mundo, são as imagens que fazem a ligação delas com o meio através dos símbolos, como placas, desenhos e figuras ou até mesmo mídias, como a televisão, utilizando os desenhos animados para que a criança aprenda valores e reconheça os objetos.
Dessa maneira, é muito importante que as crianças que estão sendo alfabetizadas possam ser colocadas em confronto com imagens as mais variadas possíveis, desde as de livros ilustrados até as de pinturas, fazendo-se com que as crianças sejam capazes de utilizar a imaginação e de reconhecer qualquer ilustração. Fonte
O que é leitura de imagens : AQUI
Um mundo de imagens para ler: AQUI

Aulas
Como introduzir leitura de imagens

Vejam links do Linguagem e Afins
Chapéu


Livros de Regina Rennó
AQUI
Autora conterrânea,itajubense, artista  de tantas artes
Seu foco na literatura infantil: livros de imagens
Vai aí o link dela do Linguagem e Afins
O Patinho Matemático

AQUI

Resultado de imagem para o gato viriato  roger mello atividades

AQUI

https://s3-us-west-2.amazonaws.com/catalogo.ftd.com.br/files/uploads/13301424_resized_600x800.jpg

AQUI



AQUI

A caixa de lápis de cor
AQUI



AQUI
Uma pequena explanação de como funciona o índice do blog

Na lateral direita, o Toque's guia é um índice móvel. Com o mouse,localize a seta no tema desejado e clique! Está em ordem alfabética,vejam:


Link para todos os livros  LEITURA/IMAGEM do Linguagem
AQUI
Mais detalhes das laterais







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Banho>Brincadeiras>Mundo social e natural>Fauna dos rios brasileiros>19/01/2020


Banho!
Mariana Massarani

Tema(s) principal(is): Fantasia e imaginação;
Tema(s) transversal(is): Meio ambiente;
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa, Arte, História, Geografia e Ciências.

Atividades sugeridas
Listar outras brincadeiras para hora do banho. Investigar sobre os peixes citados na história e também sobre outros. 
Colocar o nome dos peixes, por região, no mapa do Brasil; 
Desenhar alguns dos peixes e montar um painel; 
Imaginar o que Edmilson está lendo e produzir um pequeno texto. 
Criar um guia alimentar com o valor nutriente dos peixes; 
Visitar o blog da autora: www.marianamassarani.blogspot.com    Fonte

Sobre a obra
“Já para o banho!” A frase, tão frequente na rotina das crianças, surge no livro Banho!, escrito e ilustrado por Mariana Massarani, associada à fantasia. 
Pois só dando margem à imaginação é que se pode transformar a água do banho num caudaloso rio. 
É pela mesma via que animais aquáticos da nossa fauna comparecem à banheira: a arraia, o pirarucu, o jacaré-açu e também o boto, o pacu, a piranha... 
A fauna dos rios brasileiros e a variedade de peixes amazônicos invadem o banho dos meninos, como todos poderão ver nas ilustrações. 
Alguns nomes pitorescos – são quase trava-línguas – vão divertir as crianças pela sonoridade: piraputangas, pirapitingas, piranambus. Veja quantos seres aquáticos nadam com os meninos nas páginas 16 e 17 desse livro. Continua p.35,AQUI

Atividades da obra

Atividade cenas de banho






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Os ibejis e o carnaval>Adamastor o pangaré>Samba>Percussão>Literatura afro-brasileira>19/01/01/2020


Helena Theodoro

Neste lindo livro, a escritora Helena Theodoro, em seu mais importante papel — o de avó —, conta para seus dois netos, Neinho e Lalá, histórias do nosso carnaval. 
Os Ibejis e o carnaval é enriquecido pelas belas ilustrações de Luciana Justiniani Hees, possui ainda um rico glossário no qual o leitor mirim poderá saber mais sobre uma das mais bonitas e famosas festas brasileiras.

Conta a história de um par de gêmeos nascido numa família negra. 
A narrativa faz referência à tradição de apresentar o recém nascido à lua. 
As diferentes personalidades dos gêmeos Ibejis, um menino e uma menina, conduz para a questão de ninguém saber direito o que é carnaval. 
O debate entre aquele que nasceu primeiro, o segundo e uma vó Bisa, destaca a ideia de uma comunidade onde os pais passam para os filhos as histórias de família. 
A figura do mestre-sala e porta-bandeira de uma escola de samba é focalizada em trechos que trazem densidade histórica sem recuar da singeleza geral.
Mais sobre a obra: AQUI
Atividades
AQUI

Resultado de imagem para adamastor o pangaré mariana massarani atividades
Mariana Massanari

Joaquim vai ganhar uma irmãzinha, mas não gosta muito da ideia. Entretanto, com a ajuda de seu amigo Adamastor, começa a encarar a novidade com outros olhos.

Proposta de trabalho

Proposta para as duas obras

Mais sugestões de literatura fro/brasileira:  AQUI


Hora da história/Cor da cultura
Histórias e brincadeiras
Samba
Mais percussão





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Só de brincadeira>Viva voz>Poemas>Atividades literárias>19/01/2020

"O poder lúdico dos livros é enorme!"
Leo Cunha

Um livro de poesia com 25 poemas – cada um versando sobre um brinquedo ou uma brincadeira de infância (antigos e modernos) – que propõem um novo olhar sobre a forma como se brinca nesse universo lúdico. 
Os poemas, escritos em uma linguagem simples e muito aprazível, harmonizam-se com imagens delicadas e suaves, que agregam novas informações ao olhar e ampliam-no, fazendo o leitor ir para além do texto, mergulhando mais profundamente no sentido de cada verso.


A obra literária não é um livro didático, ou seja, não é escrita a partir de conteúdos didáticos e não tem o compromisso de ensinar disciplinas como matemática, ciências, geografia. Se assim fosse, deixaria de ser literatura. Porém, muitos livros literários trazem – seja em seu tema, enredo, narrativa ou imagens – rico e vasto manancial que pode ser aproveitado pelo professor em sala de aula para estimular e desenvolver competências que visam à formação humana em suas múltiplas dimensões. A BNCC aponta dez competências gerais que devem ser desenvolvidas pela educação básica. A leitura de obras literárias pode ser uma ponte valiosa para essas competências. O livro Só de brincadeira possibilita uma relação mais estreita com as competências 3, 4 e 8.

TEMAS 
Diversão e aventura 
Descoberta de si 
O mundo natural e social 
CATEGORIA : 1º. ao 3º. ano do Ensino Fundamental 
GÊNERO: Poema

Tudinho(e não é pouco)


Viva voz! é uma coletânea de poemas lúdicos e divertidos, que exploram o imaginário infantil e que jogam com a sonoridade e o sentido das palavras de forma muito criativa e instigante. Autor de vários livros para crianças e jovens, Leo Cunha oferece aos leitores uma poesia de alta qualidade, simples e melódica, na linhagem de José Paulo Paes, Cecília Meireles e Mário Quintana.
Proposta de trabalho

Cachinhos de prata

Era uma vez uma avó e seus três netos que se amavam muito. Sempre aos domingos os netos iam visitá-la, mas naquele dia tudo estava diferente. A avó dos meninos não mais os reconhecia.

Com um texto poético e repleto de afeto Leo Cunha fala sobre a perda de memória, o envelhecimento, a relação avó e netos e como o amor pode nos ensinar a lidar com os limites impostos pelo esquecimento.

As ilustrações de Rui de Oliveira enriquecem o texto e conferem leveza a um tema denso e difícil.


Fafá conta e Leo



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O grande e o maravilhoso livro das famílias>Árvore genealógica>Identidade>19/01/2020


O grande e maravilhoso livro das famílias
 Mary Hoffman e Ros Asquith

Um retrato humano e alegre de diferentes experiências familiares a partir de elementos do cotidiano de cada um de nós. Texto e ilustrações encaram com humor e criatividade os preconceitos e estereótipos da família como realidade única e imutável.
Sobre a obra
Sequência didática
Cada família tem seu jeito
Aula
Atividades
Mais sobre árvore genealógica
Se as coisas fossem mães
Uma Família É Uma Família É Uma Família




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Roda de letrinhas de A a Z>Poemas>Menino gentileza>Palavrinhas mágicas>Atividades literárias>Cantigas populares>19/01/2020

Nye Ribeiro

Brincando com as letras, com as palavras, ideias, formas, sons e rimas, a autora cria poemas de A a Z, incentivando a criação literária das crianças e ajudando-as a descobrirem o mundo da leitura e da escrita.
Temas: abecedário, poesia, amor, família, brincadeira, humor


- Para trabalhar com o livro, despertando o interesse das crianças pela poesia, o professor deve reservar um tempo para a Roda de Letrinhas, criando uma rotina na sala de aula (exemplo: 30 minutos no final da aula, toda sexta-feira).
- Depois de chamar a atenção das crianças para o Índice, pedir aos alunos que escolham uma letra de A a Z. Em seguida, cada um deve ler o poema que corresponde à letra escolhida. 
- Montar um mural com as letras do alfabeto (A a Z). Durante todo o período de trabalho com a Roda de Letrinhas, o professor deve estimular as crianças a escolherem letras e formarem poemas, que serão colocados no mural de poesia.
- Escrever e recortar (papel cartão) diversas palavras que aparecem no livro. Divididas em grupo, as crianças devem escolher palavras, livremente, formando novos poemas.
- Realizar um sarau da classe. 
- No final do trabalho com a Roda de Letrinhas, montar uma exposição com a produção literária dos alunos. 
- Convidar os pais, professores e funcionários a criarem poemas e participarem dessa exposição.
- Realizar um evento na escola, aberto a todos, para inaugurar a exposição. 
Projeto/Poesia de 3 dobras
AQUI
AQUI
Aula/Homenagem a figura dos avós
AQUI
Aula/Meus sentimentos em poesia
AQUI
Para imprimir
AQUI

Menino gentileza

Aula/Aprendendo palavras de gentileza

CADERNO DE ATIVIDADES
UM,DOIS,TRÊS
CONTE OUTRA VEZ
Contar histórias já é uma prática antiga nas escolas. Entretanto, muitas dessas práticas acabam por escolarizar a literatura que perde a sua essência humanizadora e reflexiva. 
Com vistas a contribuir com uma formação mais humanizadora e de propiciar experiências significativas de aquisição da leitura e da escrita, propõe-se a aplicação de seis sequências didáticas, construídas a partir de literaturas infantis pré-selecionadas que buscam a reflexão e colaboram com a alfabetização e o letramento dos alunos com deficiência intelectual ou deficit cognitivo. 
Por meio da literatura, a leitura, a escrita e a oralidade foram trabalhadas de forma lúdica e reflexiva. 
A proposta do letramento literário foi desenvolvida com alunos com deficiência intelectual ou deficit cognitivo em uma Sala de Recursos Multifuncionais de uma escola pública do município do Rio de Janeiro e foi produto de uma pesquisa de estudo de casos múltiplos intitulada Práticas de Leitura e escrita para alunos com deficiência intelectual ou déficit cognitivo utilizando o espaço da sala de recursos multifuncionais. 
Os resultados que alcançamos na aplicação de nosso projeto ratificam a importância de práticas de alfabetização e letramento para uma bem-sucedida aprendizagem dos alunos com deficiência intelectual ou déficit cognitivo tanto Sala de Recursos quanto na Classe Regular. 

Sugestões com os livros:
Esquista como eu
O cabelo de Lelê
Guilherme Augusto
Bruxa venha a minha festa
De volta pra casa
Meio dia macaco assovia


Roda das letras
AQUI
Roleta das letras
AQUI
Aulas
Brincando com os tipos de letras
AQUI
Identificação da letra inicial
AQUI
Letras do alfabeto
AQUI
Vogais
AQUI




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sábado, janeiro 18, 2020

Coletânea especial>Projeto/Eu e meus amigos>Quem sou eu?>Identidade>Nome próprio>Autoestima>18/01/2020


Projeto:Meus amigos e eu
Justificativa -
Para a criança, entrar na escola implica um processo ativo de construção de novos conhecimentos e de vínculos.
Quando chega à instituição, ela já pode ter expectativas sobre o comportamento dos adultos, das outras crianças e até mesmo sobre a forma de se relacionar com os objetos e brinquedos, pois construiu referência a partir de suas vivências e experiências.
Ela precisa de um tempo para ver com clareza as diferenças entre sua casa e a escola e para que transfira seus sentimentos básicos de confiança e segurança para alguém.
Esse tempo é bastante individualizado – algumas passam por esse momento de forma mais rápida, outras mais lentas.
Grande parte das crianças costuma reagir fortemente à separação de diferentes maneiras: podem chorar ou, ao contrário, ficarem muito caladas, podem agredir outras crianças, podem adoecer, recusar-se a comer, a dormir, a brincar. É preciso acolher essas manifestações e conhecer a forma de cada um reagir, considerando como natural dentro desse processo, sem rotular a criança a partir disso.
Esse período cuidadosamente planejado promove a confiança e o conhecimento mútuos, favorecendo o estabelecimento de vínculos afetivos entre as crianças, as famílias e os educadores.
É importante, nessa fase, que todos: pais, educadores e equipe escolar possam compreender e respeitar o momento de cada criança de conhecer o novo ambiente e estabelecer novas relações.
Objetivo Geral-
Propor um conjunto de atividades para uma melhor adaptação ao ambiente escolar, com os companheiros, professores e funcionários a fim de tornar esse período significativo, prazeroso e tranquilo e ao mesmo tempo, desenvolver a linguagem oral, a leitura e a escrita e a integração das áreas de conhecimento.Objetivos Específicos:
Para o aluno 
• Conhecer e explorar todos os ambientes da escola;
• Conhecer e interagir com os colegas, professores e funcionários, criando vínculos afetivos e se sentindo seguro em um ambiente novo;
• Conhecer as normas da escola e criar em coletivo as regras de convívio social da sala;
• Realizar atividades de sala de aula, área externa, de higiene pessoal e alimentação com autonomia;Para o professor• Planejar atividades adequadas para a faixa etária;
• Conhecer os alunos em seus aspectos emocionais, cognitivos, afetivos, ... (diagnóstica inicial);
• Observar e registrar em cada atividade como está sendo a adaptação das crianças em relação ao ambiente, às atividades (áreas de conhecimento) e aos adultos, destacando pontos fortes demonstrados;
• Analisar em que fase da evolução do desenho a criança se encontra, planejando futuras propostas;
• Realizar os registros do desenvolvimento inicial das crianças para ser repassado aos relatórios bimestrais dos portifólios;
• Selecionar amostras de um desenho de livre expressão e um autorretrato para anexar ao portifólio;Habilidades a serem desenvolvidas : - Integrar-se com o grupo;
- Perceber e identificar seu nome como aquele que confere identidade às pessoas.
- Valorizar as características pessoais e respeito às características alheias.
- Conhecer o espaço físico da escola e deslocar-se nele com facilidade e autonomia.
- Identificar e nomear professor, os colegas e demais pessoas do convívio escolar.
- Participar em brincadeiras, jogos, atividades diversas de audição, canto e movimento, articulados com a linguagem musical.
- Desenvolver a habilidade de falar em público: esperar a vez, ouvir com atenção, emitir opiniões.
- Conhecer e interagir com os colegas, professores e alguns funcionários, criando vínculos afetivos e se sentindo seguro em um ambiente novo;
- Participar de situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e uso dos materiais e do espaço.
- Experimentar a escrita de nomes, palavras, produzir mensagem para amigo secreto, escrita das preferências, etc..
- Desenvolver a expressão musical e corporal a partir das brincadeiras.
- Participar da produção coletiva de cartaz com listas e brincadeiras.
- Perceber as rimas e versos.
- Participar em situações contextualizadas nas quais se faz o uso da escrita com ou sem a ajuda do professor, iniciando a experimentação de acordo com sua hipótese de escrita.
- Participar da produção coletiva de cartaz com listas.
-Reconhecer letras e escrever o próprio nome (com ou sem apoio), comparando e utilizando-o como referência em outros nomes.
- Expressar-se através do desenho.
- Identificar a escrita de nomes e endereços, placas de ruas, letreiro de ônibus, ...
-Conhecer a função social do número e a sua identificação em diferentes contextos: nº da casa, telefone.
-Reconhecer letras do alfabeto contextualizadas em nomes, listas, agenda do dia, nomeando-as e representando-as (trabalho inicial).
- Experimentar e utilizar materiais, suportes e técnicas diversas em produções artísticas individuais e coletivas.
- Conhecer a função social do número e da sua identificação em diferentes contextos: calçados, roupas, idades, alturas, datas de aniversários, nº da casa, telefone, peso.
Metodologia/ações:
Cronograma de ações/sequência didática:
Responsáveis envolvidos no projeto- alunos do 1º Ano, professores, coordenação pedagógica e direção.
Recursos-
Avaliação-
Observar os alunos durante a realização das atividades e fazer registros sobre seus conhecimentos e dificuldades, focalizando alguns alunos por dia.
O que eles já conseguem fazer sozinhos?
Os que ainda precisam de ajuda.
Esses registros servirão de base para o planejamento das intervenções necessárias e planejamento bimestral, além de constituir como uma documentação para ser apresentada aos pais e à secretaria da escola.
Ao final de cada sequência de atividade, é imprescindível avaliar o trabalho realizado.
O que deu certo e o que não deu?
O que poderia ser melhor da próxima vez?
Seus alunos fizeram progressos? Quais?
Quantos e quais alunos estão com mais dificuldades?
O que você planeja fazer para que seus alunos progridam?
Como a equipe técnica da escola pode ajudar?
Que conteúdos precisam ser retomados ou ampliados?
Envolva as crianças nessa avaliação, ressaltando principalmente os progressos realizados. Selecione as produções que mais claramente indicam o processo o processo de aprendizagem de cada aluno (progressos e dificuldades) para colocar no portfólio, registrando suas análises e as intervenções que pretende fazer.
Referência Bibliográfica:
OBSERVAÇÕES: 1- O Projeto deverá ser realizado por todos os professores.
2- Os itens em pontilhados é para preenchimento pelo professor.
3- As sequências de atividades encaminhadas no projeto abaixo (sequências de atividades) são sugestões, que podem ser encrementadas . Como sugestão, indicamos o produto final que é a confecção de uma agenda com nomes e endereços dos alunos e o álbum da vida da criança. Esse álbum da vida – poderá ser concluído até o final do mês de março, onde é importante ser trabalhado juntamente com as outras áreas de conhecimento e aproveitado durante o decorrer do ano.
4- Observe seus alunos durante a realização das atividades e faça registros sobre seus conhecimentos e dificuldades, focalizando alguns alunos por dia. O que eles já conseguem fazer sozinhos? Para o que ainda precisam de ajuda? Esses registros servirão de base para o planejamento das intervenções necessárias e constituirão uma documentação para ser apresentada aos pais e aos gestores da escola.
5- É interessante selecionar as atividades mais representativas para compor o portfólio de cada aluno. Todas as atividades que os alunos desenvolverem em sala de aula deverão ser guardadas ou registradas pelo professor. E dentre essas atividades que você irá selecionar a mais representativa para compor o portfólio do aluno. (podendo também ser escolhida com ele).
6- As brincadeiras são importantes sempre, inclua constantemente em seu planejamento semanal.
7- É fundamental que a criança seja estimulada arriscar-se em atos de escrita, expressando suas hipóteses sobre esse objeto de conhecimento. Só assim o professor pode ajudá-la a avançar. Você pode manter uma caixa permanente para que eles troquem mensagens secretas durante o ano, incentivando-os assim a “ler e a escrever”.
Atp Maria de Fátima Proença de SouzaSugestão: PROJETO: “MEUS AMIGOS E EU”SEQUENCIA DE ATIVIDADES
RECURSOS
1- MEUS COLEGAS E EU
- Um crachá para cada aluno sem nada colado no mesmo, crachá do professor já preenchido, cartaz com o nome de todos os alunos.
- Ficha de entrevista (quem sou eu?)
- Elaborar um cartaz como nome dos alunos bem visível, e deixá-lo afixado na sala de aula.
O ideal é um cartaz em que você possa encaixar tiras com os nomes, pois estas podem ser retiradas para a realização de alguns jogos. Recorrer com freqüência ao cartaz.
- Iniciar no primeiro dia de aula, com os alunos acomodados em circulo, uma conversa.
Apresente em um saco surpresa um fantoche. As crianças darão sugestões de nomes e você apresentará a personagem.
- Nos primeiros dias, usar fantoche como mediador é facilitador do contato em todos os momentos: convidando as crianças para a roda, para realizar alguma atividade, para higiene, para os que apresentarem dificuldades de adaptação.
Por intermédio do fantoche, pode-se falar com os alunos sobre: sentimentos de saudade dos pais, de desconfiança e medo em relação ao novo ambiente.
- Promover atividades fora da sala de aula para que a criança possa conhecer e explorar o espaço físico que a escola oferece.
- Começar perguntando se elas já se conhecem, quais se conhecem, se sabem o nome de algum colega.
- Dizer que, para poder conversar, fazer amizade, realizar atividades juntos, é preciso saber o nome das pessoas.
- Propor que todos se apresentem, começando por você.
- Perguntar como poderão fazer para se lembrar do nome dos colegas.
-Ouvir as sugestões, conduzindo a conversa para ressaltar a importância do registro escrito como auxiliar da memória.
- Distribuir os cartões, pedindo que cada um escreva seu nome bem grande, como souber. Encorajar aqueles que disserem não saber.
- Verificar se todos já sabem escrever o próprio nome.
Se o aluno ainda não “escreve” , escreva abaixo da escrita que ele fez , lendo em voz alta durante a escrita e retomando o seu nome, apontando com o dedo. Não apague a escrita que ele fez.
- Prender o crachá e sugerir que o usem diariamente, até que todos se conheçam bem.
Se você observou que os alunos ainda não sabem escrever seus nomes,
confeccione tiras de cartolina com o nome de cada um.
Essa tira deverá ficar em uma caixa e será usada como modelo, sempre que necessário (na identificação dos trabalhos feitos pelo aluno), até que memorizem.
- Em círculo, sentados, provocar os alunos para que observem seus próprios corpos e façam comparações:
Quem é mais alto?
Quem é mais baixo?
 Quem tem a mesma altura?
 Quem tem cabelos loiros?
 Quem tem cabelos castanhos?
Quem tem cabelos pretos?
Quem é negro? Quem é moreno?
 Quem é branquinho? Quem tem olhos azuis? E castanhos?
Quem é menino? Quem é menina?
E assim propor que se agrupem de diferentes formas: ex: Vamos juntar todas as crianças que tem cabelo bem curtinho do lado esquerdo em pé e todas as crianças que tem cabelos compridos do lado direito sentadas.
Vamos juntar os meninos de um lado e as meninas do outro.
Agora vão pular só as crianças que tem olhos azuis ou verdes.
 Concluir a atividade quando não houver mais interesse da turma.
- Num outro dia, o professor vai apresentar uma ficha, previamente preparada, onde as crianças terão que levar para a casa como tarefa aos pais.
Após as informações serão todas discutidas individualmente e em grupo.
- A cada dia é interessante explorar as preferências de cada aluno: brincadeira preferida, brinquedo preferido, comida preferida, lugar que mais gosta de estar, animal preferido, programa de TV preferido, artista preferido, música preferida, personagem de história infantil preferido, filme preferido, amigo que mais gosta, esporte preferido, cor preferida etc. (Anote essas informações para utilizar no “álbum da vida”).
2- BRINCADEIRAS -
Brincadeiras, cantigas e recitaçoes (aprendendo com as brincadeiras e as áreas de conhecimento)
- Pseudoleitura de rimas e brincadeiras envolvendo nomes. -
Planejar algumas brincadeiras para as primeiras semanas de aulas. É interessante explorar os diferentes espaços externos da escola.
Sugerimos algumas como: Fruta-do-conde, Tindolelê, Eu fui no Tororó entre outras conhecidas escolhidas pela turma.
- Já que estamos trabalhando a individualidade de cada um pode ser realizada a brincadeira: Quem é? Onde o professor vai dando dicas de características físicas, de personalidades, caráter, hábitos, pertences de um aluno e todos terão que descobrir quem é.
Tal brincadeira pode ser repetida quantas vezes o professor achar prudente e de acordo com o interesse da turma. Deverá ser estabelecido o que “premiar” para quem acertar.
É diversão garantida!
- Brincar no parque, deixe que criem brincadeiras e ajude aqueles que não o fizeram.
3- POR QUE ESTAMOS JUNTOS
Papel pardo, pincel atômico, para a escrita pelo professor sobre o que foi combinado. -
Organizar a classe em circulo e iniciar uma conversa sobre a escola.
- Verificar se já frequentaram alguma escola, qual, o que faziam nela, o que aprenderam.
- Perguntar por que as pessoas vão à escola e o que se aprende nela.
- Indagar sobre o que gostariam de aprender, registrar o que falarem em um cartaz e deixá-lo exposto.
- Através de uma conversa informal o professor deve pedir que cada aluno fale um pouco sobre seu dia-a-dia.
É importante deixar que as crianças se expressem livremente contando casos vividos em casa, em passeios, com a família etc.
- Oferecer uma folha em branco, revistas diversas, ilustrações diversas, e propor que façam uma montagem de recorte e colagem de tudo que encontrarem que parece com o seu dia-a-dia, com a sua vida, a sua realidade.
- Ver o que os alunos pensam que é preciso fazer para aprender. Por exemplo: perguntar sempre que tiver dúvida, pedir ajuda e ajudar os colegas quando necessário, ouvir o outro com respeito, não faltar as aulas.
- Combinar com eles algumas dessas atitudes para com a aprendizagem e normas de convivência.
- Registrar os combinados em um cartaz, e fixá-lo na sala.
- Reproduzir os combinados e pedir que colem na ficha 1.
De vez em quando retome o que disseram, pergunte se acham que estão aprendendo, se estão cumprindo os combinados, o que precisa melhorar.
4- APRENDENDO COM AS BRINCADEIRAS -
Brincadeiras diversas explorando o nome.
- Escrita do próprio nome em situações diversas e rimas com os nomes dos colegas.
-Utilização do alfabeto móvel (nomes).
- Portfólio dos alunos. - Trabalhar cada ficha de uma vez, reproduzindo-as em tamanho grande.
- Relembrar a brincadeira com as crianças. Dizer que no cartaz está escrita a letra da ladainha ou da cantiga usada na brincadeira.
- Fazer uma leitura apontando onde está lendo.
- Distribuir a ficha e pedir que façam a leitura acompanhando com o dedo.
Nas brincadeiras Fruta-do-conde e Tindolele, as crianças vão completar com seus nomes e com as palavras que escolheram para rimar.
Na cantiga Eu fui no tororó, vão completar com seus nomes e com o nome da criança que escolherem.
Por meio dessa atividade, você poderá observar como seus alunos estão escrevendo: se colocam letras ao acaso, sem fazer nenhuma relação entre o som da fala e a escrita, se já perceberam letras iniciais e finais, se usam uma letra para
cada sílaba pronunciada, se procuram no crachá ou no cartaz de nomes o modelo para copiar, ...
- Registrar essas observações e guardar as primeiras escritas para colocar no portfólio.
- Retomar em outro momento, as rimas feitas pelas crianças e chamar a atenção para o fato de que palavras que rimam, em geral, terminam com as mesmas letras.
5- AMIGO SECRETO -
Lista com o nome dos alunos,
- Quadrados ou tiras de papel para a escrita de nomes, uma caixa folhas de papel para a escrita das mensagens.
- Perguntar aos alunos se conhecem essa brincadeira, se já participaram de alguma, como foi, se gostaram ou não...
- Distribuir pedaços de papel e pedir que cada um escreva seu nome, e ou o seu autorretrato e coloque numa caixa sobre a mesa. Os que não sabem escrever o nome de memória vão copiar do crachá ou da tira de cartolina que está sobre a carteira.
- Chamar um aluno de cada vez para sortear um nome. Ver se a criança sabe quem é e, se não souber, apresente-o, se tirar o próprio nome, deve trocá-lo.
Quando todos tiverem sorteado, cada um vai escrever uma mensagem para o amigo.
- em outro dia: perguntar o que gostariam de escrever ou desenhar. Lembre-os de assinar mensagem.
- distribuir folhas de papel e pedir que escrevam.
Como souberem, uma mensagem e entreguem ao amigo. Se as crianças pedirem sua ajuda para a escrita de palavras, não deixe de dar. Pergunte sempre antes: como você acha que se escreve? Coloque as letras que você acha que tem e eu ajudo a completar.
 O mesmo vale para as crianças que, ao receberem a mensagem, lhe perguntarem o que está escrito. As mensagens podem ser acompanhadas de desenhos ou recortes de revistas e devem ser assinadas.
- Observar as escritas que produziram, sem e com sua ajuda, e fazer registros que poderão constar do portfólio. Cada criança guarda em sua pasta a mensagem recebida.
Folhas de papel sulfite cortadas ao meio, tesoura e cola, ficha 3 ( letras do alfabeto).
- Verificar se os alunos sabem o que é e para que serve uma agenda de nomes e endereços. Pergunte se tem esse tipo de agenda em casa, quem a usa e para quê.
- Levar uma para a sala e mostre a eles.
- Dizer que vão organizar uma agenda com o nome e endereço dos colegas de classe.
Explique que a agenda é organizada em ordem alfabética, ou seja, os nomes são registrados em determinada sequência, iniciando pela letra A e terminado pela Z.
- Reproduzir uma lista com os nomes (basta o primeiro nome sobrenome só para nomes repetidos) e endereços, destacando o nome.
- Distribuir a ficha, pedir que os alunos localizem a letra A e depois a recortem.
Essa letra será colada no alto e à direita
6- AGENDA de uma metade de folha de papel sulfite (ou primeira pagina de um caderninho), que constituirá a primeira pagina da agenda.
- Distribuir as tiras com o nome dos alunos que começam com A e seus respectivos endereços para que colem no lugar indicado pela letra A.
- Fazer o mesmo com as demais letras, um pouco por dia, até que a agenda esteja completa.
É possível que algumas crianças vivam em locais ainda não atingidos por infraestrutura urbana, em ruas sem nome e casas ou barracos sem numeração. Nesse caso, apenas explicarão aos colegas onde é sua moradia, que nome recebe o lugar, fica perto de onde, ...
Se essa for a situação da maioria de seus alunos, substitua a agenda ou um livreto intitulado Meus amigos , em que registrarão os nomes por ordem alfabética.
Eles vão escolher alguns amigos, escrever seus
nomes, fazer um desenho.
- Conversar sobre os endereços. Perguntar aos alunos: como fazemos para descobrir a rua em que nosso amigo mora?
Andando pelo bairro ou cidade, em que lugar buscamos o nome da rua aonde queremos ir?
Se formos de ônibus, como vamos identificá-lo?
Muitos alunos saberão que identificamos as ruas pelas
placas e os ônibus, como vamos identificá-lo?
Muitos alunos saberão que identificamos as ruas pelas placas e os ônibus pelos letreiros.
Se não souberem, explique a eles e programe uma ida ás ruas próximas à escola para que vejam as placas dessas ruas e observem os ônibus e seus letreiros.
Assim, você estará chamando atenção de seus alunos para os escritos do
meio, aguçando sua curiosidade sobre a escrita, ampliando seu grau de letramento.
7- ALBUM DA VIDA
( esta atividade poderá ser realizada até o final do mês de março) - Cartaz, revistas para recorte, giz de cera,etc..
- Materiais e suportes diversos para produções artísticas.
- A montagem de um painel com as preferências é uma ideia bem legal e que, também, certamente, agradará à todos.
 Use a sua imaginação e aproveitando a ideia e os materiais que tem a disposição crie um lindo mural com o tema: As coisas que eu mais gosto ou As coisas que nós da turma tal mais gostamos ou Nossas Preferências.
- No Álbum da Vida podem ser adicionadas: fotos das crianças em diferentes momentos: no banho, brincando, na escola, dormindo, comendo... Como, também, pode ser utilizada uma técnica artística de pintura, cola colorida ou outra para a capa, que deve ser de papel mais resistente.
Confeccionar um álbum de fotografia coletivo, em folhas grandes, contendo as fotos dos alunos e seus nomes para deixá-lo exposto, também é interessante.
Aqui segue alguns itens que podem ser acrescentados no Álbum da vida
- Este é o lugar que eu mais gosto;
Estes são os meus brinquedos favoritos;
Um dia eu morri de rir porque ...;
Um dia eu morri de chorar porque ....;
Esta é a minha casa;
O que eu ais gosto de fazer é ...;
Para comer eu prefiro...;
E aqui eu desenho e escrevo o nome dos meus melhores amigos;
Este é o jogo que mais diverte; este é o animal que eu gostaria de ter ou tenho;
Vou fazer um desenho com as minhas cores preferidas;
Esta é a minha família;
A história que eu li e ouvi chama-se ... e o nome do autor é ...; entre outras criadas por você.
Aproveite o Álbum da vida para trabalhar noções de anterioridade e posterioridade, levando-os a perceber, que seu álbum é uma forma de registro de sua vida, uma fonte da qual se pode obter informação sobre ela quando estiver mais velha.

SUGESTÕES DE LIVROS PARA AS PRIMEIRAS SEMANAS DE AULA:
BOJUNGA, Lygia. Os colegas. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2004.
CARLE, Eric. A joaninha rabugenta. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
DIETL, Erchard. Você também sonha em ter um amigo? São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FUCHSHUBER,Anneger, REGNIERS, Beatrice S. Eu tenho um amigo … São Paulo: Letras e Letras.
HEINE, Helme. Amigos. São Paulo: Ática, 1993.
KING, Stephen M. Pedro e Tina: uma amizade muito especial. São Paulo: Brinque-Book,1999.
PORTO, Cristina. Serafina sem rotina. São Paulo: Ática,1998.
______________ Se ... será ... Serafina. São Paulo: Ática1998.
______________ O diário escondido de Serafina. São Paulo: Àtica, 1998.
SARAMAGO, José. A maior flor do mundo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2001.
SLAWSKI, Wolfgang. O trem da amizade. São Paulo: Brinque-Book, 1998.
THEBAS, Claúdio. Amigos do peito. Belo Horizonte: Formato, 1996.
VASSALO, Marcio. O príncipe sem sonhos. São Paulo: Brinque Boook, 1999.
WOOD, Audrey. A bruxa Salomé. São Paulo: Ática, 1996.
XAVIER, Marcelo. Três formigas amigas. Belo Horizonte: Editora Lê, 2004.
PEDRO E TINA.
A GALINHA RUIVA.
MAGICO DE OZ
O PATINHO FEIO.
OS BAGUNCEIROS NA TERRA DOS FUTRIQUEIROS.
QUE MAO PESADA JOÃO!
A ARCA DE NINGUÉM
UM PIPI CHOVEU AQUI.
A LUVA LULU
PATRICIA.
SURILEA MÃE MONSTRINHA
E OUTROS DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA ESCOLA.

Fonte: Material do CENPEC – Estudar pra valer / adaptado

http://partilhandoideiasideais.blogspot.com.br/2011/08/projeto-meus-amigos-e-eu_19.html

Projeto/Eu sou assim
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Em busca da identidade cultural/Aula
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Envie sua opinião sobre Ana e Ana!
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Música/Ninguém é de ninguém
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As Cores do Arco-íris - Col. Vamos Conversar ...
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Mariana
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A BORBOLETA E A MINHOCA
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GRANDE PROBLEMA DA VACA LETICIA, O
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sexta-feira, janeiro 17, 2020

Educação literária na BNCC>A importância da literatura em sala de aula>17/01/2020


A literatura nas competências da BNCC

A literatura possui grande importância no processo de ensino-aprendizagem dos alunos. 
À diferença do que comumente se pensa, ela não diz respeito apenas à leitura de livros em disciplinas específicas, como Língua Portuguesa, mas pode – e deve – ser contemplada nas mais diversas áreas do conhecimento.
Embora não esteja delimitada como um componente curricular específico, a literatura atravessa toda a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), marcando presença em vários segmentos do ensino e sendo explorada com base nos diferentes aspectos do texto ficcional.
O presente artigo busca assim evidenciar a relevância dos estudos literários no contexto de sala de aula, destacando como as diversas facetas dessa manifestação artística são contempladas pela BNCC. Confira!
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é o documento que define os aprendizados fundamentais durante toda a trajetória do aluno, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Trata-se, portanto, de uma ferramenta que orienta e guia a elaboração e a atualização dos currículos escolares, funcionando como uma referência dos objetivos de aprendizagem em cada etapa da formação dos estudantes. Vale ressaltar que as particularidades sociais, regionais e metodológicas de cada instituição de ensino são consideradas nesse documento, singularizando cada currículo.
A finalidade da BNCC é estabelecer uma educação igualitária, que abranja todo o território nacional e leve em consideração a qualidade do ensino e a formação do cidadão brasileiro. Quanto à estruturação da Base para o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, há uma divisão dos conhecimentos em cinco campos de experiências. Além disso, a Base possui caráter normativo e estabelece objetivos de aprendizagem definidos por meio de competências e habilidades essenciais.
A literatura é contemplada sobretudo na terceira das dez Competências Gerais da Educação Básica:
"Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural."
Essa competência está relacionada com o papel da escola como local propicio às manifestações artísticas. Desse modo, dentro da instituição de ensino, os estudantes podem ter contato com obras literárias de diversas regiões do país e ainda de outras culturas, países e épocas, o que muito contribui para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem.
Para que a função utilitária da literatura – e da arte em geral – possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor – e, portanto, garantir a formação de – um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura. (BNCC, Linguagens, Língua Portuguesa, Ensino Fundamental, p 138).
Artigo completo: AQUI
Educação Infantil
Na educação Infantil, a Base estabelece cinco campos de experiência, considerando os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de cada ano. São eles:
  • O eu, o outro e o nós;
  • Corpo, gestos e movimentos;
  • Traços, sons, cores e formas;
  • Escuta, fala, pensamento e imaginação;
  • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
Dentre os cinco, a prática literária se mostra mais presente no campo Escuta, fala, pensamento e imaginação. Para as crianças de até 6 anos de idade, essa prática supõe o contato dos alunos com diferentes gêneros textuais (contos, fábulas, poemas, cordéis e histórias), propiciando o desenvolvimento das capacidades de leitura. Além disso, tal contato estimula a imaginação das crianças e amplia seu conhecimento acerca do mundo.
Ensino Fundamental
No Ensino Fundamental aprofunda-se a formação do leitor-fruidor, sobretudo dentro do componente curricular “Língua Portuguesa”.
Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. (BNCC, Competências específicas de Linguagens para o Ensino Fundamental, p. 65).
Nessa etapa, espera-se que o aluno desenvolva interesse pelas obras e aceite textos desconhecidos, clássicos e desafiadores. Ademais, busca-se a progressão da leitura, de modo a continuar ampliando o repertório do estudante.
A importância da literatura em sala de aula
Literatura para a formação integral do aluno
A literatura é a arte da palavra, mas também instrumento de interação social e de comunicação, meio de transmissão da cultura, dos conhecimentos e ensinamentos de determinada comunidade. Por meio das obras literárias, o escritor expõe seu ponto de vista diante da realidade, levando o leitor a refletir sobre si e sobre o outro. Com isso, a literatura e a arte de modo geral contribuem ainda para questionar o senso comum, estimulando atitudes críticas fundamentais para o processo de transformação social.
pensamento crítico confere aos leitores a capacidade de relacionar diversas áreas do conhecimento para compreensão de seus problemas e desafios, bem como para a busca de soluções. Além de ser prazerosa, a leitura propicia o enriquecimento intelectual e cultural do leitor e o desenvolvimento de suas habilidades socioemocionais. O contato com textos ficcionais e a identificação com personagens em situações de impasse e superação, estimulando nas crianças e jovens a empatia, que por seu turno os auxilia a lidar melhor com os desafios e a respeitar a diversidade.
Como escreveu o crítico literário Jacinto do Prado Coelho, “não há disciplina mais formativa que a do ensino da literatura. Saber idiomático, experiência prática e vital, sensibilidade, gosto, capacidade de ver, fantasia, espírito crítico – a tudo isso faz apelo à obra literária, tudo isto o seu estudo mobiliza”.
Ademais, os livros literários podem ainda ser utilizados como uma base para projetos pedagógicos interdisciplinares, quando se explora o contexto histórico e geográfico das obras, relacionando-os a conceitos e referências das outras disciplinas.
Amanda Viegas/ Fonte
Suplemento de leitura/Trabalho interdisciplinar/Como utilizar/Dicas
Antes de ler o livro 
Motivação para a leitura 
1. Crie um ambiente especial na sala de aula. Se possível, disponha as carteiras em círculo ou afaste-as para as laterais a fim de abrir um espaço mais amplo e convide os alunos a se sentarem em roda. 
2. É importante desenvolver nos alunos a capacidade de fazer antecipações e de estabelecer relações entre as ilustrações e o título do livro que vão ler. Mostre à turma a capa do livro e faça perguntas como: “Quem é Pomelo?”, “Por que o elefante tem uma tromba tão grande?”, “Como vocês acham que é a história: engraçada? Triste? Assustadora? Misteriosa?”. 
3. Explore também o texto da 4a capa e avance nas hipóteses e antecipações feitas pelos alunos sobre a história que vão ler. Chame a atenção da turma para o tamanho das letras. Pergunte: “Por que as letras aparecem pequenas e vão aumentando de tamanho?”, “Será que Pomelo vai crescer muito durante a história?”, “Por que um morango tão grande aparece aqui?”. 
4. Convide a turma a ouvir a história e leia-a em voz alta, mostrando as imagens apresentadas em cada página. Caso os alunos já estejam alfabetizados, diga que, agora, cada um vai fazer uma leitura silenciosa do livro.
Depois da leitura 
O texto e o contexto
 1. Após a leitura do livro, estimule os alunos a expor o que acharam da obra. Inicialmente, deixe-os livres para traçar suas considerações a respeito do enredo. 
2. Pergunte a eles se as suposições acerca da obra se confirmaram. 
3. Converse com eles sobre as dúvidas de Pomelo a respeito do crescimento. Pergunte-lhes se também sentem essas ou outras dúvidas. 
Exposição: O crescimento de cada um 
Com o objetivo de levar os alunos a entender as fases da vida, a ideia de crescimento e, consequentemente, o lugar deles no mundo, promova uma atividade interdisciplinar que envolva Língua Portuguesa, História e Matemática, desenvolvendo, assim, as seguintes habilidades: (EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples. (BNCC, 2017, p. 279.)
 (EF01HI01) Identificar aspectos do seu crescimento por meio do registro das lembranças particulares ou de lembranças dos membros de sua família e/ou de sua comunidade. (BNCC, 2017, p. 405.)
Os Projetos de Trabalhos Interdisciplinares são direcionados ao professor e buscam estabelecer um diálogo entre a leitura feita pelo docente e a leitura proposta no projeto.
A principal função do material é disseminar o aprendizado através da interdisciplinaridade.
Ou seja, é uma alternativa para integrar as diferentes matérias abordadas em sala de aula, uma vez que o estudo das obras não se limita apenas às áreas de literatura e/ou língua portuguesa, mas língua portuguesa, mas conecta-se também com todos os componentes curriculares a que o conteúdo pode ser relacionado. Dessa forma, o ensino torna-se mais dinâmico e interessante.
Trechos do site Coletivo leitor
Recebi por email gratuitamente
Caro colega, Coletivo leitor oferece várias opções para sua pesquisa.
Digo que, sem estudo e dedicação, seu trabalho não apresentará diferença positiva.
Quem é educador deve estar disposto  a estudar e aprimorar suas experiências,sempre!
Fica a dica!
Acessando:  AQUI  Você navegará neste site. Clique em BIBLIOTECA DE CONTEÚDOS. 
São vários links sugestivos e neles podem solicitar gratuitamente as dicas.



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