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Colaboração e Direitos

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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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sábado, maio 28, 2022

Lua no brejo com novas trovas>Sequência didática>Poesia>Festa no brejo>28/05/2022

 

Elias José/Graça Lima

Como bom mineiro, Elias José explora o tema do mar em “O mar” e “A sereia”. Também aparecem recriações de canções e brincadeiras populares, como em “Coisas esquisitas” (eu vi uma barata na careca do vovô), “História embrulhada” (atirei um pau no gato), e “Acalanto” (boi da cara preta). O poeta também brinca com a repetição de sons e os trava-línguas.

Ouvindo Contos da Abú: AQUI

Sequência didática: AQUI

Atividade PDF: O sol e a menina: AQUI

Festa no brejo/Drummond: AQUI, PDF: AQUIAQUI

Quintal de versos: Quintal da cultura: AQUI

O maior brejo do mundo: AQUI



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sexta-feira, maio 27, 2022

Mês de junho tem São João>Atividades literárias>Contextualizadas>Diferentes festas juninas>27/05/2022

 

Fábio Sombra

Quando chega o mês de junho é hora de a gente começar a preparar uma verdadeira festa junina, afinal é mês de São João!

Neste livro superanimado e colorido, vamos conhecer todos os detalhes de um verdadeiro "arraiá": os músicos, as comidas típicas, as brincadeiras, o casamento e os enfeites.

Os autores, Fábio Sombra e Sérgio Penna, são violeiros de verdade e nos convidam a um fascinante passeio pelo universo das tradições populares, relembrando - com imagens e versinhos bem rimados - as festas juninas que conheceram na infância.   AQUI

Livro: PDF: AQUI

Contos de Abu: AQUI

Pipocas das adivinhações: AQUI

Brincadeiras para animar a festa de São João: AQUI

Alegrias de São João: AQUI

Noite de São João: AQUI

Atividades contextualizadas/Festa juninas: AQUI
Festa junina +Matemática: AQUI
Aulas: AQUI
Diferentes festas juninas: AQUI
Festas juninas uma tradição nordestina em nosso lugar de vivência: AQUI

Fubazinho: AQUI



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segunda-feira, maio 23, 2022

Lá vai o meu coração>Pão por Deus>Gênero poesia>Quadrinhas poéticas>A turma do pão por Deus>23/05/2022

 

Ducarmo Paes/Rosana Felix/Sandra R.Felix

O leitor em processo é aquele que já possui domínios relativos da leitura em termos de mecanismo, estrutura e sentido. Conteúdo e forma devem sempre estar presentes para aguçarem o interesse do leitor em conhecer o mundo. O pensamento lógico já se mostra mais organizado e as operações mentais começam a ficar mais complexas. O espanto e o maravilhamento são boas estratégias nesta fase, e o enredo já se torna mais significativo e marcante. Por isso, contos de aventura e humor, fábulas, lendas e poesias ampliam as possibilidades de encontro com o livro.

O mundo vai se tornando maior, e, nesse abrir de janelas, a literatura tem uma participação fundamental!

“Pão-por-deus” é um costume de origem portuguesa que se espalhou por meio de pedidos infantis de doces e outras guloseimas.

Assim que chegou ao Brasil, virou quadrinhas com mensagens variadas, escritas em papéis com formas, picotes e bordados variados. Em sua maioria, são recortes de corações nos quais são escritos versos que depois vão ser enviados a pessoas a quem se deseja fazer um agrado ou uma declaração de amor.

Gênero: poesia

TCTs: cidadania e civismo (vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural)

Tópicos para orientação do professor: amizade; artes plásticas; brincadeiras; cultura portuguesa; cultura popular; geometria.

Editora Sowilo: AQUI


"Lá vai o meu coração
Espalhar boas sementes
Quando brota vida nova
Ele fica bem contente"

Um primor de quadrinhas e ilustrações. Carregadas de emoções as frases vão cantando na gente!
Cada página uma surpresa em fitas, bordados, florzinhas, botõezinhos, laços e tudo de bonitinho que pensar em enfeites. 
Grande oportunidade para trazer a cultura portuguesa ( o doçura ou travessura) para a sala de aula!

Atividades Pão por Deus
Jogo/PDF: Quanto queres: AQUI

O Halloween é uma tradição anglo-saxónica que começa a enraizar-se em Portugal.

Mas há outra tradição muito parecida, que existe há já longos anos em algumas regiões do país.

Chama-se "Pão-por-Deus" e acontece no dia 1 de novembro. As crianças vão de porta em porta pedindo o pão por deus e recebem frutos secos, pão, bolos e, mais recentemente, guloseimas.

O peditório do pão-por-deus está associado ao antigo costume que se tinha de oferecer pão, bolos vinho e outros alimentos aos defuntos. Na altura do terramoto de Lisboa, em 1755, quando muitas pessoas ficaram sem casa, algumas foram às populações vizinhas pedir para comer, invocando a tradição. AQUI

Dia de Todos os Santos, o Pão por Deus e o Halloween explicado pelo Salta Letrinhas.
A turma do Pão por Deus
Este livro trata da Cultura Popular pão por deus. É fruto do Concurso Culturas Populares, promovido pela Secretaria Especial de Cultura – Ministério da Cidadania. Nele, o personagem Pão por Deus ganhou vida e interage com as crianças.  Está organizado para apoiar trabalhos em sala de aula, com exemplos de atividades que podem ser realizadas pelos professores e professoras com crianças em fase de escolarização, desde o início da alfabetização até outras séries. Cada história contém diferentes abordagens e deve ser escolhida de acordo com o desenvolvimento da criança, a critério dos educadores e educadoras. PDF: AQUI

O Pão-por-Deus é uma tradição cultural que chegou à região de Santa Catarina através dos imigrantes açorianos. A atividade iniciava, geralmente, no dia de todos os Santos, no dia 1°de novembro. AQUI
Vamos cantar: AQUI

 No Linguagem:  Sugestões para bricolagem também
Eu te amo: AQUI
Tesouro a descobrir: AQUI


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domingo, maio 22, 2022

A colecionadora>Conceito de agrupamentos/Coleções>Atividades literárias>22/05/2022

 

Giovanna Mazetto
O leitor em processo é aquele que já possui domínios relativos da leitura em termos de mecanismo, estrutura e sentido.
Conteúdo e forma devem sempre estar presentes para aguçarem o interesse do leitor em conhecer o mundo.
O pensamento lógico já se mostra mais organizado e as operações mentais começam a ficar mais complexas.
O espanto e o maravilhamento são boas estratégias nesta fase, e o enredo já se torna mais significativo e marcante. Por isso, contos de aventura e humor, fábulas, lendas e poesias ampliam as possibilidades de encontro com o livro.
O mundo vai se tornando maior, e, nesse abrir de janelas, a literatura tem uma participação fundamental!

Malê nasceu no outono, com manchinhas na pele que se tornaram sua primeira coleção.
Conforme ia crescendo, juntava e catalogava seus objetos preferidos em cada fase:
folhas de árvores, dinossauros, músicas.
Mas foi sem muito planejar que ele acabou por montar a mais importante coleção de sua vida.

A história:
Por causa de suas manchinhas de nascimento, sua mãe dizia que eram sua primeira coleção. Quando Malê foi crescendo, as manchinhas foram sumindo, então ela logo começou outra coleção, desta vez trazia para casa folhas secas. Juntava e catalogava seus objetos preferidos, conforme seu crescimento. Quando começava uma nova coleção ela se desfazia da anterior. Bom sinal de desapego, né? Bonecas, dinossauros e músicas no celular, além de mau humor da adolescência, foram alguns itens colecionáveis dela.
Colecionou livros também e esta ela não se desfez, levou consigo para a vida adulta. Malê casou, teve filhos, netos. Sentiu o amor único que recebera dos pais durante toda sua vida e assim percebeu que esta era a coleção mais comovente e duradoura, sem catálogo, pesquisas ou organizações.

TCTs: cidadania e civismo (direitos da criança e do adolescente; educação e direitos humanos; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural).

Tópicos para orientação do professor: constituições familiares, construções de identidade; direitos da criança; elementos da natureza; percepção corporal

Editora Sowilo: AQUI

Atividade sugerida:

- O que é uma coleção? - O que é uma colecionadora? - Quem, dentre eles tem alguma coleção? Qual? - Quem conhece alguém que tenha uma coleção? Qual? Após debaterem sobre o significado e sentido de coleção, faça um apanhado e conclua com eles, caso necessário, complemente com alguns fundamentos para que o conceito de coleção fique claro. 

Exemplo: COLEÇÃO: ato de colecionar: escolher entre determinados objetos aqueles que formem um conjunto com características comuns, reunião ordenada de objetos de interesse estético, cultural ou científico.

Solicite que tragam suas coleções. Faça questionamentos sobre. Roda de leitura com A colecionadora e produção de textos: "A maior coleção do mundo".

Atividades sobre classificação e agrupamento que são importantes conceitos matemáticos iniciais. Trago algumas ideias para trabalhar com o conceito de coleções em sala de aula no ensino fundamento, alinhado à BNCC.AQUI

Aulas:

Construindo uma coleção: AQUI

Representando e comparando quantidades: AQUIAQUI

No Linguagem: Coleções: AQUI



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terça-feira, maio 17, 2022

A joia da girafa>Brincando com sombras>Artes>Gênero contos>Elementos da natureza>17/05/2022


Adriano Messias/Rafa Antón

TCTs: cidadania e civismo (vida familiar e social); meio ambiente (educação ambiental); multiculturalismo (diversidade cultural; educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas culturais brasileiras)

Tópicos para orientação do professor: amizade; animais; culturas africanas; elementos da natureza; filosofia; percepção corporal; psicanálise.

A girafa anoiteceu com um brilho diferente ao lado de seu enorme pescoço. Aquela coisa, em sua maravilha, despertou em cada bicho uma ideia diferente: joia, fruta, fogo, feitiço... Seria a girafa uma deusa? A joia da girafa provoca o leitor a pensar sobre o misterioso objeto do desejo e sobre as miragens e ilusões de óptica que criamos para nós mesmos. Entre a poesia e o encanto, somos bichos que perseguimos, com o recurso das palavras, a verdade que oculta as tramas da ficção que a constituem. A savana africana é o cenário em que esta poética história se passa, entre girafas, búfalos, leões, hipopótamos, elefantes e babuínos.   Editora Sowilo: AQUI

A história:

Na beleza do anoitecer na savana uma girafa percebe algo. Sua sombra em magníficas poses, como se fosse um modelo na passarela. Que joia era aquela no céu? Ou seria uma fruta? Fogo? Seria a girafa uma deusa? Como pode uma  imagem ao longe atrair e iludir tanto os animais da savana?

Cada animal fez seu comentário na esperança de descobrir o que era aquele brilho prata no céu. A girafa com toda sua altura se destacava, pois aquela joia, as vezes enfeitava seu pescoço, as vezes sua cabeça .O hipopótamo disse que a girafa era feiticeira, já o elefante disse que ela carregava um pedaço do lago...

A imaginação corre solta através das belas ilustrações .Os animais olhavam para a girafa com olhos duvidosos, ela até ficou vaidosa...Mas quando a bola iluminada moveu-se e flutuou sobre a campina, presa em coisa nenhuma, os bichos viram que a girafa, por ser pescoçuda, teve bem perto de si por instantes, uma lua clareando a noite escura.

Que tal fazer um teatrinho de sombras com este conto? Sugestões de moldes dos animais: AQUI

Sombra e luz

Nas brincadeiras envolvendo luz e sombra, as crianças podem construir conhecimentos sobre esses elementos, explorar e descobrir novas possibilidades de gestos e movimentos do próprio corpo, bem como desenvolver sua criatividade e imaginação. Como? AQUI

Atividades que utilizam sombras são divertidas e simples, por isso os alunos adoram, mas existem bons motivos pedagógicos para os professores que tem a intenção de utilizar este tipo de ferramenta em suas aulasAQUI

Descobrindo sombras:

Esta atividade educativa de ligar cada animal à sua sombra permite que as crianças em idade pré-escolar explorem diferentes movimentos e posturas corporais, proporcionando diversas experiências. Além disso, este material permite explorar, através do lúdico, a percepção rítmica e corporal para se expressar corporalmente por meio de danças, brincadeiras e outros movimentos e situações de interação. AQUIAQUI

Desenhando sombras: AQUI

Projeto luz e sombras: AQUI

Aulas: Luz e sombra: AQUIAQUI

Brincando com sombras: AQUI

Vamos fugir ou pegar?: AQUI

E se fez a sombra: AQUI

Teatro de sombras/Como fazer: AQUIAQUI

História do teatro de sombras/Atividades: AQUIAQUI

Teatro de sombras/Tema dengue: AQUI

Sombras no Linguagem: AQUI

Girafas: AQUIAQUI   Lua: AQUI   

O menino que espiava por dentro: AQUI e AQUI



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domingo, maio 15, 2022

Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?>Tema guerra>Refugiados>Gênero narrativo>15/05/2022

 


Stella Battaglia/Roberto Weigand

Neste momento, pode-se considerar que as fases fundamentais da alfabetização já estão superadas e o processo de letramento, que se inicia ainda no berço, continua a ficar ainda mais complexo.

O leitor fluente tem mais autonomia e pode mediar com mais facilidade o próprio processo de leitura. Surgem aqui várias possibilidades de discussões aprofundadas: a abstração se torna mais atuante nos processos cognitivos da criança e o pensamento crítico e auto reflexivo está mais atuante.

Os livros podem ser mais densos em páginas e conteúdo; as ilustrações às vezes estão menos presentes – mas jamais perdem a importância.

Este leitor pode dialogar melhor com o livro e interpretá-lo com mais acuidade. 

Gênero romance

TCTs: cidadania e civismo (direitos da criança e do adolescente; educação e direitos humanos; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural)

Tópicos para orientação do professor: animais de estimação; autoestima; conflitos existenciais; constituições familiares; construções de identidade; cultura judaica; enfrentamento do medo; genocídio; otimismo; perdas; relações sociais; respeito; Segunda Guerra Mundial.

 Editora Sowilo: AQUI

O horror da guerra, narrado pela perspectiva de uma criança que teve a família aprisionada por nazistas. Em síntese, esta é a proposta do livro “Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?” Escrito por Stela Maris Fazio Battaglia, com ilustrações de Roberto Weigand .

Finalista do prêmio Barco a Vapor de 2020, a narrativa traz o olhar de uma criança - Matheus - sobre acontecimentos sinistros que vive com sua família. Afastado de todas as suas referências – casa, escola, amigos, animal de estimação – o menino sofre diante das mudanças, da brutalidade, do espanto e da incompreensão da descoberta do mal.  

O enigma da estrela que ele passará a trazer costurada na roupa começará aos poucos a ser desvendado, mas sempre por seus olhos de criança.

A história:

Matheus traz seus pensamentos e muitas perguntas sem respostas, na visão do menino. Comovente a sua releitura, afinal era um menino, que sonhava e brincava com amigos. Vivia numa casa com seus pais, a vizinhança era próxima. A vida era boa e ele acreditava que assim seria para sempre. De repente as pessoas começaram a desaparecer. Era a guerra apagando a beleza das estrelas nas noites intermináveis de fome, frio e incertezas.

"(...)Além de eu achar as estrelas bonitas, elas ainda eram minhas companheiras nas festas de palavras de papai. Eu apreciava tudo que me fazia olhar para o alto e descobrir a estrela que tinha sido uma mulher que se apaixonou pela lua, imaginar a deusa Hera dizendo que queria ser a rainha do céu e tudo que a fantasia de meu pai me convidava a buscar. Dessas noites cheias de afeto e descobertas, veio meu fascínio por estrelas."

Sua imaginação era seu alimento diante de tanta violência, crueldade e brutalidade vinda dos soldados nazistas. Ele os chamava de "homens - aranhas". Sua mãe havia costurado em suas blusas uma estrela amarela. Ele se sentia orgulhoso e contente, ainda mais que seus amigos também passaram a usar estrelas em suas roupas. Era como um time, que foi crescendo. A partir daí as pessoas com estrela foram desaparecendo. Matheus não entendia. Seu pai não pode mais trabalhar em sua loja. Havia destruição pelas ruas. Até que foram levados aos campos de concentração. Era tudo pavoroso e triste. Ele e sua mãe foram separados de seu pai. Foram levados para um lugar escuro, mau cheiroso. O medo foi tomando conta. "Será que existe uma palavra que dê conta de tudo que estamos vivendo?"

A sobrevivência era necessária."(...)Sobreviver é apenas não morrer, de fome, frio, sede, medo e violência. Ter vida é outra coisa; é ir fundo na experiência de estar vivo, com liberdade e responsabilidade, como antes, na nossa casa, nossa cidade, nossa comunidade, escola, jardins, trabalho, nosso pedaço de céu e a poesia do seu pai."

Matheus sentia saudades do pai e de tudo, dormia abraçado a sua mãe enquanto apertava as três bolinhas de gude que conseguira trazer. Ele se perguntava por quê? Não havia fim, não havia esclarecimentos ao menos para uma criança de seis anos...Será porque usamos estrelas em nossas roupas? Por que minha mãe as costurou em nossas roupas?

"(...) Aprendi na pele, na dor, no corpo, no medo o significado da estrela que eu tanto gostava. Percebi que a estrela amarela mostrava quem não tinha mais nome, quem só tinha um número. A estrela acusava a gente de não sei o quê."

Matheus escureceu por dentro, ficou em silêncio durante muito tempo. Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?

Assim ele e sua mãe foram resistindo, dia após dia, através da força de uma plantinha que nasceu entre as pedras do lugar em que estavam. Aquela plantinha significava esperança. Sua mãe passou a regá-la diariamente, com resiliência. Depois de muito tempo os portões foram abertos. As pessoas ficaram espantadas, tanto as de estrelas quanto as de aranhas.

Por fim reencontraram seu pai, agora sem estrelas nas roupas, recomeçaram tudo em outro lugar. Devagar e com muito medo ele voltou a escola...Voltou a gostar das estrelas brilhantes e queria ser astrônomo. Ganhou uma irmãzinha de nome Mira e até voltaram a sorrir.

"(...)Desconfio que vou descobrir no céu a existência de estrelas de todas as cores. Será que ficam suspensas por estarem grudadas a fios invisíveis, tecidos pela arrogante princesa Aracne, transformada em aranha pela poderosa Atena?

Obs: História pra lá de comovente. Fiquei admirada com a sensibilidade da autora. Escrever de forma "lúdica" sobre o nazismo...Estrela amarela e aranha...Se existe uma forma de introduzir o tema guerra para criança, eis uma dica: "Como pode uma chuva de estrelas deixar a noite mais escura?"

Crianças, guerra e literatura

Se a guerra entre a Rússia e a Ucrânia não dá trégua, se as redes sociais seguem com seus bombardeios ensurdecedores de notícias misturadas à toda sorte de desinformação, aqui, em cada casa de família, em cada sala de aula, nós, adultos, tentamos explicar às crianças e adolescentes que história é essa. Tarefa inglória, não é verdade? E o que é pior, fadada ao fracasso, pelo menos à primeira vista. Como explicar às crianças que, até agora, a cada minuto, uma delas torna-se refugiada? Como fazê-las entender que há muitos outros interesses em jogo por entre bombas e tanques, que são maiores e mais preciosos que a vida humana?  Fonte

“Dois idiotas sentados cada qual no seu barril”, de Ruth Rocha  No Linguagem: AQUI

Refugiados no Linguagem: AQUI



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sábado, maio 14, 2022

Contos da floresta>Discurso direto e indireto>Diálogo>Pontuação>Texto fatiado>Lendas indígenas>14/05/2022

 

Yaguarê Yamã

Os mitos e as lendas do livro Contos da Floresta, de Yaguarê Yamã, são de rir e de assustar. Estes contos se originam da tradição Maraguá, povo conhecido por suas histórias de assombração. Falam da vida e da natureza, reverenciam a bravura e a verdade, trazem valores e sabedoria. A Equipe da Biblioteca convida o público a mergulhar um pouco nestes contos temperados com certo humor, boa dose de suspense e magia por meio desta contação de história inspirada no livro Contos
da Floresta, de Yaguarê Yamã, ilustrado por Luana Geiger, Editora Peirópolis.

Ouçam: Contos da floresta: AQUI, AQUI

Discurso direto: Registro integral da fala do personagem, do modo como ele a diz. O personagem fala diretamente, sem a interferência do narrador, que se limita a introduzi-la.

Discurso indireto: É o registro indireto da fala do personagem através do narrador, isto é, o narrador é o intermediário entre o instante da fala do personagem e o leitor, de modo que a linguagem do discurso indireto é a do narrador. O narrador diz com suas palavras o que disseram os personagens.

Aulas: Contos da floresta: Dois velhos surdos:

Discurso direto ou indireto? AQUI

Descubra se puder/Sinais de pontuação: AQUI

Aulas: Lendas indígenas

Texto fatiado: AQUI

Reconto de lendas indígenas: AQUI

Conto e reconto/Curupira/Fazendo um reconto: AQUI

Uma nova continuação/Produção de textos: Juruá vira peixe: AQUI

15 aulas sobre lendas indígenas/Nova Escola: AQUI

Reconhecer a importância do conto oral para o povo indígena /PDF/AQUI



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sexta-feira, maio 13, 2022

Conversa entre madrastas> Arquétipos>Diálogo/Travessão>Releitura>Atividade literária>13/05/2022


Helter Bochi/Victor Tavares

A madrasta é um arquétipo antigo no imaginário humano. Não por acaso, as histórias que a trazem são sempre apreciadas desde a infância. E não há melhores vilãs do que as madrastas dos contos de fadas, capazes de nos fazer enxergar aquilo que muitas vezes não queremos.
Neste livro, o humor e as situações inusitadas, sobretudo com seu final inesperado, fazem com que o leitor se divirta do início ao fim na companhia de duas das mais conhecidas antagonistas dos contos populares. Editora Sowilo: AQUI

Arquétipos narrativos são modelos de personagens, que representam papéis sociais e afetivos numa história. Os arquétipos facilitam a distribuição das emoções numa história. Assim elas ficam simples e podem ser entendidas por qualquer público. No Linguagem: AQUI
A madrasta
A Madrasta é uma figura muito recorrente nos Contos de Fadas, principalmente quando se trata de uma heroína na história. A personalidade desta heroína, geralmente está vinculada com a mãe que falecera deixando-a órfã. Sendo uma figura bondosa, benevolente, amorosa e cuidadora e mesmo com pouco tempo com a filha consegue passar para ela qualidades importantes para a heroína seguir sua jornada. Continua: AQUI
A história
Duas famosas madrastas se encontram para conversar. Falam pelos cotovelos sobre as enteadas, que consideram malvadas, e elas boas madrastas. Entre mentiras e falsas narrações dos acontecimentos verdadeiros ,elas se consideram "vítimas" e não "vilãs".
O autor, de forma engraçada apresenta um discurso direto, trazendo oportunidades de introduzir sinais de pontuação (travessão e dois pontos) através de atividade lúdica.
Tomando chá e soltando as línguas as madrastas de Branca de Neve e Cinderela proporcionam momentos hilários. Ou seja, uma bem-humorada tragédia, espalhando a mentira.
A madrasta de Cinderela diz:
_Adoro tomar chá com uma boa velha amiga. Afinal de contas, há quanto tempo não nos vemos? Desde que o marido de Cinderela ordenou que me prendessem no calabouço dos contos de fadas, não é?
_Um absurdo amiga! sabe que comigo foi a mesma coisa? Ah, aquela Branca de Neve é uma ingrata e mentirosa.
_Verdade. Fizemos de tudo para aquelas duas princesas.
Então a madrasta de Cinderela conta que cuidou dela como sua própria filha, dando-lhe educação e roupas, desejando que ela fosse uma boa dona de casa e ainda foi acusada de exploração e trabalho infantil. Óh, que calúnia!
_E o vestido do baile? Sabe que fui em quem comprou para ela?
_ E ela ainda inventou que ganhou de sua fada madrinha. E o sapatinho era de minha filha, que insistiu em calçar um número bem menor que seu pé. com Falou a madrasta de Cinderela.
_Pior foi a "Branquinha." Sempre a tratei com amor, tanta dedicação. Comprava filtro solar para sua pele alva. Disse a madrasta de Branca de Neve. Branca nunca quis se alimentar direito. Vivia andando com aqueles sete anões, comendo doce e sopas gordurosas.
_"Branquinha", é importante que você se alimente de frutas e legumes. Conta a madrasta de "Branquinha".
Continua a madrasta de Branca de Neve:
_Tratou muito mal o nutricionista real, dizendo que era um caçador .Então me disfarcei de bruxa na esperança que ela comesse pelo menos uma maçã!
_E como você explica que ela quase morreu amiga? Perguntou a madrasta de Cinderela.
_ Não foi culpa minha. Não tive tempo de fazer a higienização correta das maçãs. Não eram frutas orgânicas ,estavam com agrotóxicos Responde a outra madrasta.
A madrasta de Branca de Neve oferece guloseimas para sua convidada, que recusa veementemente!
_Estou de dieta, querida! Quero estar em forma.!
_Então coma esta frutinha....(madrasta de Branca de Neve oferece uma maçã)
_Bem, acho que vou aceitar...
Cinderela no Linguagem:
Teatro: AQUI
A Cinderela das bonecas: AQUI
Oito pares de sapato de Cinderela: AQUI
Branca de Neve no Linguagem:
Branca de Neve e as sete versões: AQUI
Pontuação no Linguagem: AQUI
Atividades/PDF/Pontuação: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI
O sanduiche de Maricota: AQUI

Aula: Apresentamos o diálogo e seu amigo o travessão

- Diferenciar os trechos do narrador e as falas das personagens no texto escrito pela turma.

- Utilizar o travessão no início da fala de personagem.

 - Observar as diferentes localizações dos verbos (dizer, falar, contar, etc.) antes, no meio e depois da fala da personagem. AQUI

Aula de forma lúdica/Pontuação: AQUI


A gramática cantada: Dois pontos e travessão: AQUI

Diálogo com fábulas/Aula: AQUI

Discurso direto/Diálogo/Aula: AQUI

História: Branca de Neve contada pela madrasta:
Reescrita feita por alunos:

Era uma vez  um belo reino,  no palácio morava uma rainha e um rei que sempre sonhavam em ter uma filha.
Um dia nasceu uma menina branca como a neve, lábios vermelhos como sangue, cabelos pretos como ébano, então eles resolveram colocar o nome da menina de Branca de Neve.
Na madrugada do nascimento da menina, a rainha espetou o dedo com uma agulha enferrujada e faleceu.
Alguns meses depois o rei foi procurar alguém para se casar novamente.  Me encontrou, de tanto conversarmos nós nos conhecemos, o rei acabou pedindo minha mão em casamento e me levou para conhecer o castelo e sua filha.
Depois de conhecer Branca de Neve adorei a menina porque ela era muito educada e delicada, mas eu achei que  não gostou de mim porque  me ignorou e não falou comigo!
Numa noite de lua cheia, antes de nos casarmos ele me deu um maravilhoso espelho, mas não sabia que o espelho era mágico.
Eu estava me arrumando para o casamento e pensei alto: “Onde estará Branca de Neve?”, então o espelho me mostrou a imagem dela. Assim que olhei  fiquei espantada, mas toda alegre e percebi que  era mágico.
Pensei que se alguém soubesse que meu espelho era mágico eles iam querer roubar de mim, então resolvi  que queria guardar esse segredo só para mim e o escondi no porão, pois ninguém descia lá.
Todo dia, eu perguntava para o espelho onde Branca de Neve estava, para ver se ela não corria perigo:
- Espelho, espelho meu onde está minha enteada?
O espelho sempre respondia o que eu perguntava, um dia ele se enganou com a minha pergunta e acabou respondendo errado.
Então eu chamei o caçador e pedi para buscá-la e ele entendeu que era para matá-la. Quando ele voltou com o coração numa caixa  disse:
- Pronto! Matei Branca de Neve  e aqui está o coração dela como prova.
E eu falei:
- Seu tolo! Não falei para matá-la e sim para trazê-la.
Eu pulei de raiva e chorei um rio de águas, fui correndo desesperada para o porão e o espelho mostrou onde estava Branca de Neve. Saltei de tanta alegria e resolvi ir até a casa dos anões  como uma vendedora de cintos, disfarçadamente, para a Branca de Neve não perceber que era eu, pois ela ia ficar com raiva e querer me bater. Mas não deu certo porque minha enteada, sem perceber, apertou o cinto em sua cintura e acabou desmaiando.
Eu fugi correndo de medo, pois os anões me culpariam de ter matado minha bela enteada, então voltei para o castelo,   tirei o disfarce e fui até o porão para ver se Branca de Neve estava morta. Perguntei para meu espelho querido:
- Espelho espelho meu a minha enteada está viva? - e o espelho respondeu:
- Sim minha rainha, sua enteada está viva!
 Então me vesti de vendedora de frutas,  fui até lá novamente: tive a ideia de levar uma cesta de maçãs que não eram envenenadas. Eu coloquei uma gostosa maçã na frente da janela,  ela viu, deu uma mordida, se engasgou e caiu dura no chão.
Os anões chegaram,  viram, pensaram que Branca tinha falecido e colocaram ela num caixão de vidro. Subiram com ela num topo de uma montanha, passou um belo príncipe ajudando animais em extinção e tropeçou no caixão,  o pedaço de maçã que ela tinha engasgado saiu, ela acordou,  o príncipe a beijou e a pediu em casamento.
No dia seguinte,  eu fui olhar na caixa do correio e encontrei um convite, vi que estava escrito que Branca de Neve ia se casar com um jovem príncipe na noite de sexta-feira.
E chegou o grande dia,  eu estava me arrumando,  quando vi no espelho o  príncipe e Branca de Neve andando em uma carruagem real,  fiquei tão feliz que explodi de alegria. AQUI

Diário da madrasta da Branca de neve
O espelho mágico me aconselhou desabafar todos meus pensamentos num diário não falar a ele pois isso causou uma rachadura
Meu Diário espelho vou contar toda essa historia da branca de neve no meu ponto de vista.
Eu era jovem mas também muito feia ,num belo dia uma feiticeira apareceu falando que me daria uma grande beleza se eu aceitasse casar com o rei e acabar com todas mulheres do reino que superaste minha beleza se não após isso formaria a forma de antes e também ganharia um espelho mágico que responderia minha perguntas .
Eu aceitei casei com o rei ele tinha uma filha Branca de Neve que temia que superaste minha beleza.
A garota crescera se tornando uma jovem de dezessete anos ficando mais bela que eu ,após perguntar ao espelho ele logo respondeu que a menina era mais bela então tomei a decisão de mandar o caçador leva-la na floresta e mata-la e colocar seu coração numa caixa .
Mas o inútil do caçador teve pena e matou um coelho no lugar. Perguntei novamente ao espelho mais agora disse que a Branca de Neve ,estava viva e na casa dos anões.
Fiz uma bela maçã envenenada e fui na casa dos anões e dei a ela a menina desmaiou logo que comeu .
Mas esqueci de ler se um príncipe a beija-se o feitiço acabaria, mais depois vem um príncipe beija ela ,as vezes me pergunto por que alguém beijaria um morto, realmente ela parecia estar notei que o prínci­pe não tinha cérebro.
Agora ela está feliz e eu feia aqui, só fiquei nessa casa velha com o espelho também, fui banida do castelo pelo rei que não presta para nada eu vou perguntar oque já¡ perguntei se um dia voltaria ser pela a coisa me responde - somente se um milagre acontecer- fiquei tão triste
Hoje é o dia da reuniões das madrastas todas elas se ferraram por cauda daquela feiticeira que adora dar lição de moral tentamos vingança mais ela me deixou mais feia.
Um conselho se um dia uma feiticeira lhe fazer um proposta fale não, ou quer ser mais uma madrasta que se dá mal? AQUI
Conversa de sapos deste autor: AQUI





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quarta-feira, maio 11, 2022

A fazenda do seu Damião>A casa do seu Damião>Muita lenga-lenga>11/05/2022


Sandra Regina Felix/Victor Tavares
O leitor iniciante está em uma fase de aprendizagem da leitura em que há muitas novidades e estímulos. Neste momento, é importante incentivar a sensibilidade estética (sonoridade, silabação rimas, musicalidade, jogos de linguagem, etc.), o pensamento lógico, a socialização e os valores éticos que nortearão a vida.
Os enredos devem enriquecer a imaginação, a curiosidade e desafiar a inteligência.
O senso de humor é muito bem-vindo e as ilustrações ainda são elementos importantes no processo de entendimento textual.

Esta história bem-humorada e cumulativa é contada em versos. O enredo da lenga-lenga  se passa na fazenda de Seu Damião, onde se planta de tudo. Lá é um lugar bem agradável de se viver, apesar dos bichos, sempre bagunceiros. E eles é que dão o tom divertido, do início ao fim do livro.

Gênero: poesia

TCTs: cidadania e civismo (vida familiar e social); economia (trabalho); multiculturalismo (diversidade cultural; educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas culturais brasileiras); saúde (educação alimentar e nutricional)
Tópicos para orientação do professor: animais da roça; brincadeiras; comidas; cultura caipira; cultura popular; jogos de linguagem; humor; relações sociais; vida na roça.

Editora Sowilo: AQUI

Sobre a obra

A fazenda do seu Damião reconta de forma rimada e com muita lenga-lenga divertida, sobre a casa do seu Damião, história já conhecida. As pequenas descobertas dessa fazenda, onde se planta de tudo e ainda abriga diversos animais que adoram provocar um alvoroço vão te encantar:

"Esta é a fazenda do seu Damião.

Nela se planta de tudo.

Nela se planta feijão.

Na fazenda do seu Damião,

Onde também se planta goiaba e mamão,

Tem uma casa bem grande.

Lá seu Damião guarda sacos de feijão."

"(...) Seu Damião trouxe um gato para pegar o rato.

O rato que roeu o saco de feijão,

Que ficava na casa da fazenda do seu Damião,

Onde também se planta laranja e melão."

As rimas continuam....Tem a galinha, cão, cavalo e por aí a fora. Tem também a deliciosa salada de frutas que seu Damião fica saboreando enquanto os bichos fazem esta confusão.

"Ilustrar foi uma aventura. Pulei entre coices, bicadas e mordidas, desviei da vaca e saí sem comer salada de fruta. Para compensar, deitei na rede, pilotei trator e gargalhei do gambá." Victor Tavares

Cantando na fazenda do tio: AQUI

A casa do seu Damião: Mais sugestões de lenga-lenga: AQUI

Atividades PDF: AQUI

A casa e seu dono: AQUI

Mamão, melancia, tecido e poesia: AQUI

Fra,fre,fri,fro,fruta! AQUI

Mais Frutas no Linguagem: AQUI






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