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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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quinta-feira, julho 18, 2019

Um saci no meu quintal>Folclore>Sugestões lúdicas para comemoração>18/07/2019


Monica Stahel
A mitologia brasileira, como todas as outras, compõe-se de elementos de várias culturas.
Figuras como saci, lobisomem, mula-sem-cabeça e outras são mitos em que se misturam elementos sobretudo das culturas indígena, africana e portuguesa.
Sua aparência e as lendas sobre eles variam de uma região para outra e de uma época para outra, pois vão se modificando à medida que são contadas de boca em boca.
Essa diversidade está presente neste livro. Ele apresenta oito mitos dos mais importantes da tradição brasileira.
Cada capítulo se abre com uma história bem-humorada, em que a autora detecta, em sua cidadezinha pacata e monótona, indícios da presença de um desses seres.
Essa autora é também uma pesquisadora. 
Ela andou por aí e conversou com gente que jura que viu o Saci. Que viu o rastro do Lobisomem. Que ouviu o canto da Iara. 
Essas coisas são assim: tem gente que jura que existem, gente que tem certeza que não. 
Eu, sinceramente, não duvido de nada! 
Aliás, acho mesmo que o Saci andou passando por aqui, pondo meu quarto de pernas para o ar!

Caderno de atividades sobre a obra


Rotina lúdica para a semana do folclore
Trouxe do blog Ensinando com carinho
Segue abaixo alguns links
Para ampliar: AQUI

Curupira brinca comigo

CD Pé da imaginação para baixar
Rotina de leitura/Fluência e compreensão
Conto Pé de imaginação e orientações pedagógicas

Uma história de saci
Mais uma história de saci
O que me disse o saci
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Dobraduras:  AQUI
Eu juro que vi(curupira)
Brincadeira Lagarta pintada


A lagarta pintada
AQUI


Poesia boto:  AQUI
Quem é o boto:  AQUI

AQUI
Origami
AQUI
AQUI






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quarta-feira, julho 17, 2019

Quinquim Labareda/A bruxa Pampolhinha>Bilhetes>Arranhão engavetado>Sequência didática>17/07/2019


Quinquim Labareda - Col. Barra-manteiga
Maria Heloisa Penteado

A BRUXA PAMPOLINHA CONVIDOU TODOS OS BICHOS DA MATA PARA A FESTA DE SEU ANIVERSÁRIO. VAI SER A FESTA MAIS BONITA DO MUNDO, DISSE ELA.MAS VEJAM LÁ NÃO SE ESQUEÇAM DOS PRESENTES. - IREMOS COM MUITO PRAZER. - RESPONDERAM OS BICHOS.E SE RESPONDERAM ASSIM, FOI PORQUE TINHAM MEDO DELA. NA VERDADE, NINGUÉM QUERIA IR,PRINCIPALMENTE POR CAUSA DAS COMIDAS HORRÍVEIS QUE A BRUXA SERVIA.E O RESTO DA SEMANA QUE FALTAVA PARA A FESTA, ELES PASSARAM IMAGINANDO UMA BOA DESCULPA PARA NÃO IR. CHEGOU O DIA,E A BRUXA NÃO FAZIA OUTRA COISA QUE ABRIR BILHETINHOS. " SINTO MUITO, QUERIDA PAMPOLINHA,NÃO POSSO IR À SUA FESTA PORQUE ESTOU RESFRIADÍSSIMO".ASSINADO:TOMÉ CRICRI. "MUITAS FELICIDADES. MACHUQUEI A ORELHA ESQUERDA E NÃO POSSO IR.ASSINADO:ONÇA MARIA PIA. E ASSIM, NÃO FOI BICHO NENHUM À FESTA.PAMPOLINHA RECEBEU CENTO E SETENTA BILHETINHOS DE DESCULPAS E FICOU FURIOSA. - ELES VÃO VER SÓ! VOU FAZER UM FEITIÇO BEM RUIM PRA ELES! 
MARIA HELOISA PENTEADO

Aula/100 bilhetinhos de desculpas
Bruxa Pampolhinha
Mais atividades
Página 17
Aula
AQUI
Arranhão engavetado

Santuza Abras
AQUI
AQUI

Sequência didática bilhetes

A menina que bordava bilhetes





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Suspiros de luz>Haicai>Poemas visuais>Sugestões>17/07/2019


Suspiros de luz  - Grupo Brinque-Book


Autora: Roseana Murray

Ilustrador: Walter Lara
Temas: Poesia e haicai / Natureza / Artes



Poemas visuais, repletos de animais, iluminados por uma vasta gama de cores de aquarela. Um texto que mexe com os sentidos e revela, no poder da natureza, uma poesia sucinta, mas de grande impacto: o haicai. 

No novo livro de Roseana Murray, ilustrado por Walter Lara, o leitor certamente se encantará com 24 poemas deleitáveis, como este: "As gaivotas de prata/ Rabiscam o céu/ Voo e caligrafia."
Projeto literário
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Atividades de poemas visuais


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terça-feira, julho 16, 2019

Manu e Mila>Alegria>Socioemocional>16/07/2019

Imagem relacionada
André Neves

A história permite trabalhar temas como: amizade, natureza, ponto de vista, brincadeiras e imaginação. Os amigos Manu e Mila acreditam tanto na alegria que decidem ir atrás dela. 
Mas não sabem que já estão vivendo a brincadeira de conhecer o mundo. 
E assim acabam numa ciranda onde a música dos bichos virou dança. 
Em sala de aula, as ilustrações de André Neves podem tornar-se um caminho para falar da alegria, construir narrativas e apreciar com os alunos o mundo que André nos convida a conhecer. Quem são os personagens e do que gostam?
 Do que brincam e o que buscam para encontrar a alegria?
 Ela pode estar em coisas grandes como o mundo e no voo de uma joaninha. André faz livros para a infância, pois foi nela que guardou tantas memórias de felicidade. Aliás, o que são essas memórias? 
E por que outras coisas também nos alegram? Se a alegria é uma brincadeira, vamos fazer uma roda? 

“Manu e Mila”: um passeio no jardim ensolarado da alegria de cada um

Era um dia perfeito, de jardim florido, céu anil, nuvens brancas e “sol macio”. Perfeito para quê? Para achar a alegria, diz Mila ao amigo Manu. E onde é que se acha a alegria?

+Sobre a obra: AQUI

Dicionário de sentimentos
Fernanda Salgueiro
Dá pra encontrar uma lista de 42 termos no livro. “Percebi que eu não poderia limitar a escolha das palavras usando a classificação formal da língua portuguesa. E quando entendi isso, um novo horizonte se abriu. Uma criança perguntou se ‘chorar é sentimento’. Outra disse com muita certeza ‘sentimento é aquilo que arrepia’. Como eu poderia dizer que elas estavam erradas?”, refletiu Fernanda.
Aula
Faz de conta na floresta
Explorando sensações
Imagem relacionada
Para imprimir
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Sensibilidades...Muitas emoções
Linguagem tem na sua coluna da direita,logo acima,uma lista de sentimentos lincados para sua pesquisa. São sugestões de obras literárias agregadas a atividades equivalentes aos temas.
Onde você procura alegria?
Nas obras de André Neves
Fantásticas imaginações coloridas, recheadas de estímulos 
coloridos, emocionantes, literários e afins!





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Um dia na vida de Amos McGee>A vovó virou bebê>Afeto>Alzheimer>Parkinson>16/07/2019

Um Dia Na Vida de Amos Mcgee
Philip Stead
Certo dia, o senhor Amos adoeceu e foi ele quem recebeu a visita dos seus amigos animais, além de receber também muito carinho e amor. Nesta história há o exemplo de amor recíproco do homem com a natureza. +AQUI
Quando me deparei com este livro pela primeira vez, senti que seria amor eterno. Foi uma surpresa e tanto à princípio, desconhecia os autores, não sabia nada sobre eles (eles formam um casal, na verdade) ou sobre a história do livro. Mas, antes de terminar a leitura, já estava certa de que se tratava de uma paixão fulminante: pelo tema, pela delicadeza da abordagem e, claro, pelas deslumbrantes xilogravuras de Erin Stead. Uau! As ilustrações são de deixar o queixo caído!!! Eu realmente acredito na amizade, no quanto uma voz amiga pode salvar o seu dia, mesmo que esteja a 1.200 quilômetros de distância. Eu vivo isso. É o que torna o livro tão especial para mim. Amos McGee é um senhor muito bem disposto e animado, que ama o seu trabalho no zoológico. A felicidade para o senhor McGee é estar ao lado de seus queridos amigos, os animais que vivem lá. Ele joga xadrez com o elefante, aposta corrida com a tartaruga, puxa conversa com o tímido pinguim, tem sempre um lenço à mão para o rinoceronte que vive espirrando. E conta histórias ao pôr-do-sol para a coruja, que curiosamente tem medo do escuro. O senhor McGee ama a todos os bichos e é muito amado por eles também. Um dia, porém, Amos McGee fica resfriado e não pode ir ao trabalho. Os animais, inconsoláveis, não sabem o que fazer sem o amigo. Sem parar muito tempo para pensar, pegam o ônibus e vão direto para a casa do senhor McGee. Lá chegando, preparam o chá, mantêm o amigo bem quentinho, jogam xadrez e, na hora de dormir, lêem uma historinha para ele. E, claro, dormem todos juntos bem aconchegados. Um livro fundamental na minha vida!   Fonte
Atividade retirada   do projeto de contação de histórias e cantinho de leitura :Fonte
Breve resumo: Amos McGee é um senhor que trabalha no zoológico e todos os dias visita seus amigos: o elefante, o rinoceronte, a tartaruga, o pinguim e a coruja. Um dia fica doente e não vai ao trabalho, seus amigos sentem faltam e vão até a casa de Amos McGee para visitá-lo. Objetivos: Ler Um dia na vida de Amos McGee; Deixar que as crianças recontem a partir das imagens; Conversar sobre “O que eu quero no Cantinho da Leitura”. Estratégia: Reconto a partir das imagens do livro. 
Passeando pela floresta
Em um dos momentos de observação, pude presenciar uma atividade pedagógica que a turma chama de “Passeando pela floresta”. 
Após o lanche, todas as crianças estavam sentadas na rodinha, como forma de acalmar e chamar a atenção das crianças para o momento da rodinha. 
A professora os convidou para passear na floresta. 
Eu achei que poderia ser uma história ou uma música, mas, na verdade todas as crianças participaram deste passeio imaginário, segue relato:
Após convidar as crianças para um passeio na floresta de olhos fechados, a professora diz: 
- Nossa!
 O que é isso? Vocês estão vendo? 
As crianças diziam ser uma árvore, então, faziam gestos como estivessem subindo na árvore e pegavam o coco para beber (as crianças faziam todos os gestos: subir e descer da árvore, abrir o coco, beber a água de coco e o barulho ao engolir). 
Depois a professora os convidava para seguir a viagem.
 (Elas batem o pé no tapete para imitar o barulho da caminhada)
 Ela diz: - Um rio! Vamos tirar os uniformes, vestir maio e sunga para entrar!
(As crianças fingem tirar os uniformes e vestir as roupas de banho) 
Quando uma criança grita: - Ahhhh, é um jacaré!!!!
 (As crianças gritam também e se movimentam rapidamente para fingir que estão saindo do rio.). A professora, então, diz:
 - Olhem só: uma caverna! Vamos entrar... Não consigo ver nada! 
Mas o que é isso? (estende a mão como se estivesse pegando em algo) 
É fofinho! É alto! É grande! O que será? Juntas as crianças gritam: 
- Um ursoooo! - Será? Alguém tem um fósforo para vermos o que é?
 (Fingem acender um fósforo) - Ai meu Deus! É um urso! Apaga, apaga! Vamos correr!! 
(As crianças batem os pés com força no tapete e gritam) 
A professora diz: - Pronto! Estamos salvos! Agora vamos devagar voltar para a escola... Vamos sair da floresta, atravessar a faixa de pedestre, entrar pelo portão, passar pela escola, entrar na sala e abrir os olhos!
História:
Li o livro na rodinha, as crianças estavam bem atentas e interessadas na história. 
E em alguns momentos interagiam, acrescentando alguns detalhes que apareciam nas ilustrações, como, por exemplo, o ursinho de pelúcia e o pijama do Amos McGee. 
Ao finalizar a história, perguntei qual criança gostaria de recontar a história. 
Várias levantaram a mão e pediram para participar, escolhi uma, a qual chamarei pelo nome fictício de Laís, que imediatamente me perguntou: 
- Como é mesmo o nome dele? 
- Amos McGee. 
Todas as crianças riram e várias falaram:
 - Que?
- Tia, não entendi... - Repete, tia. 
Então, perguntei: - Podemos dar um nome mais fácil para este senhor? 
(apontando para a capa do livro) Uma das crianças disse: 
- José! Pode ser José? 
Perguntei para a turma se todos concordavam com este nome e a maioria consentiu com a cabeça. Com o apoio das imagens e com lembranças da leitura, a Laís narrou a história. 
É evidente que alguns detalhes da história foram esquecidos, por não conter nas imagens, mas muitos detalhes foram acrescentados pelo motivo inverso; objetos que estavam nas imagens, mas não na escrita.
 No momento em que aparece o rinoceronte, ela me questiona novamente: 
- Como é mesmo o nome desse, tia? (apontando para imagem) 
- Rinoceronte!
 E ela repete: - Restaurante?
- Restaurante? 
Eu falo pausadamente: - Ri-no-ce-ron-te. 
Laís continua a história, mas sempre chamando o “rinoceronte” de “restaurante”, as crianças riam, mas entendiam a que Laís estava se referindo.
Neste episódio o que mais me chamou atenção foi o fato das crianças trocarem os nomes difíceis de pronunciar para os que achavam mais fáceis, como o nome do personagem Amos Mcgee, por José, e rinoceronte por restaurante. Pude perceber que a criatividade não está somente em momentos lúdicos, mas também em relação aos usos da língua e a fala.
Neste episódio podemos identificar um possível processo imaginativo no reconto oral da história e também entender melhor a relação entre a literatura infantil e a imaginação, já que a literatura auxilia na ampliação da imaginação da criança, porque por meio das histórias as crianças vivem juntas com as personagens, elas passam a gerar possibilidades, a organizar novas ideias e afetos, a criar novas palavras e novos mundos.

Alzheimer
A Vovó Virou Bebê

Renata Paiva
A cabeça da pessoa fica uma bagunça… Primeiro ela não consegue saber onde guardou as lembranças. Depois, as memórias vão fugindo das gavetas e fica complicado recuperar o que se perdeu”.Fonte
Uma história entrelaçada de fatos reais que acontecem na vida de tantas famílias que precisam lidar com viver a doença do idoso com Alzheimer e as perguntas curiosas dos netos que notam que “tem alguma coisa diferente com a vovó”.
"Até onde você vai na vida depende de ser terno com os jovens, compadecido com os idosos, simpático com os esforçados e tolerante com os fracos e fortes. Porque em algum momento da vida você vai descobrir que já foi tudo isso”. 
É sabido que a perda de memória na Doença de Alzheimer é o sintoma mais significativo e assustador, pois muitas pessoas ainda não sabem lidar com esse evento. Esquecer, ser esquecido, além de angustiante para quem esquece e sofrido para quem é esquecido, acaba sendo um motivo convincente para aqueles que, por desconhecer sobre a doença, decidem afastar ou até mesmo barrar as crianças do convívio com os avós doentes.
Continua:  AQUI
Entrevista com a autora:  AQUI
Já havia mencionado este livro: AQUI
Parkinson
Dagmar Mueller
O avô de Jonas é diferente dos outros. Ele diz que agora é como se ele fosse cavaleiro que veste uma armadura pesada e vive em um castelo feudal. A mãe de Jonas explica que o avô sofre da doença de Parkinson. Ele não consegue mais se movimentar nem falar direito, como se estivesse preso em uma couraça. Em sua casa, há corrimãos nas paredes e alças de apoio por toda parte, porque com essa armadura ele pode tropeçar o tempo todo e se machucar. Uma história sensível sobre a doença de Parkinson e as mudanças que ela provoca. Conforme o Acordo Ortográfico.





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João por um fio>Cultura popular>O gato Viriato>Leitura de imagens>16/07/2019


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Roger Mello
João é filho de pescador e dorme sob uma colcha costurada à mão. À noite, depois que ele se deita, os pensamentos rolam soltos: conchas, rios, girinos, redes de pesca, cantigas, cordilheiras, panos, caseados, terremotos. Roger Mello, vencedor do prêmio suíço Espace-Enfants 2002 e do Jabuti, entre outros, nos convida para um mergulho nos sonhos e medos que preenchem a noite do menino João. Texto primoroso e ilustrações belíssimas, inspiradas nas tramas dos bordados brasileiros.
A história

Sugestão atividade literária
Pescaria literária

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Roger Mello
O gato Viriato é um personagem muito divertido e inteligente, que vive quatro aventuras diferentes e se mete em muitas encrencas. A amizade, o medo, a arte - em todos os seus sentidos - e, principalmente, o amor são os temas das suas histórias. Em todas, as imagens permitem ao pequeno leitor contar e recontar as aventuras de Viriato, criando a sua própria versão.




Atividade/Ordenar as figuras

Em O Gato Viriato: o encontro, Roger Mello, premiado escritor de livro para a Infância, narra,  só por imagens, as travessuras de Viriato, dando a oportunidade de o pequeno leitor criar a sua própria história a partir das cenas ilustradas. 
Leitura de imagens
Ana Mae Barbosa desenvolveu um método de apresentação e apreciação das imagens dando ao professor opções de como trabalhar com seus alunos de acordo com a necessidade de cada criança. Abaixo, uma tabela do método sobre o seu ensino de leitura de imagens



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A rendeira borralheira>Intertextualidade>A gata borralheira/Cinderela>16/07/2019


Socorro Acioli

Narrativa 

 TEMAS: autoestima, cultura popular, intertextualidade, preconceito

A vida na pequena Santa Rita é um tédio na maior parte do ano. Em todo mês de junho, entretanto, sempre acontece uma grande festa que transforma a cidade: a música e os enfeites invadem as ruas, as pessoas preparam deliciosas comidas, as crianças fazem mil e uma brincadeiras, todas as garotas se animam com os preparativos para o concurso de Rainha do Milho. Todas menos uma: Rosalina é uma rendeira que nunca participou do concurso e que sonha em dançar algum dia nessa tão animada festa. Ambientada no Nordeste brasileiro, esta envolvente narrativa de Socorro Acioli recria a famosa história da Gata Borralheira.
Proposta de trabalho
Leitura de Títulos de histórias conhecidas: Leitura na alfabetização inicial
Leitura de títulos de histórias conhecidas
Roteiro
Cordel/Mulher rendeira
Sobre a renda de bilros
Textos informativos
Renda de Bilros, costume artesanal de origem incerta, mas que chegou ao Brasil com os portugueses; sendo uma tarefa das moças de fino trato das grandes e pequenas fazendas na época colonial brasileira.  Mais:  AQUI
A lenda
Há uma lenda envolvendo a origem da renda e ela diz que “um jovem pescador usando pela primeira vez uma rede de pescar tecida pela sua noiva, apanhou do fundo do mar uma belíssima alga petrificada, que ofereceu à sua eleita. Tempos depois, partiu para a guerra. A noiva, saudosa e com pensamento voltado para o ausente, um dia, teceu outra rede que reproduziu o modelo da alga; os fios dessa rede eram terminados por pequenos chumbos. Assim foi descoberta a renda chamada “a piombiini”, ou de chumbos; os chumbos foram posteriormente substituídos por bilros. Dessa forma, de um pensamento amoroso teria surgido a renda de bilros.” (Rendas e Bordados do Maranhão – FUNC-MA) . Continua:  AQUI

A menina da renda vermelha

Desdobramentos


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Atormentada pela madrasta e suas duas irmãs de criação, a gata borralheira precisa descobrir um jeito de ir ao baile oferecido pelo príncipe.
Interpretando
Tudo:  AQUI ,  AQUI

Uma linda história de esperanças

to


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A menina da renda vermelha>A aranha rendeira>Música mulher rendeira>Coordenação motora>Artes>16/07/2019


A menina da renda vermelha
Fabiana Guimarães
Entre a repetida melodia que as mulheres faziam, no processo de criação das rendas brancas, com seu bilros, pra lá e pra cá, Tereza imaginava uma renda colorida que levaria para a madrinha, no dia em que fosse visitá-la. Mas por ali, tudo era branco, linhas brancas, rendas brancas. Cansada de tudo isso a menina sonhava com o vermelho, cor da linha que pedia para a mãe, para tecer o presente da madrinha.  Continua:  AQUI

Projeto pedagógico
A narrativa conta a história da sonhadora Tereza, que vive entre outras mulheres rendeiras, que teciam roupas de renda somente com linhas brancas. Tereza, contudo, sonhava com rendas coloridas, vermelhas. Esperou pela cor preferida, aprendeu a tecer, comprou linhas e agulha, mas será que a menina realizou o sonho de colorir a linha, a renda, o tecido, a vida? 






A rendeira
Roseana Murray 
A rendeira… seu ofício de aranha
tecendo beleza
me ajuda a tecer meus poemas.

Tem mãos de maga,
a rendeira,
tem mãos de espuma.
Não assina seu trabalho
com um nome,
mas com magia,
como um vôo de pássaro 

assina o céu.

Mulher rendeira
Música e obra literária
sebas2
A fadinha e a  aranha rendeira
Resultado de imagem para livro de fio em fio a historia se desfia atividades

Por que o livro é legal? Porque através da narrativa rimada, a história, literalmente se desfia, fazendo brincadeiras com as palavras e explorando a sonoridade das mesmas. Sem falar que colocar animais em situações que não são tão comuns a eles ajudam a atrair crianças de todas as idades.
AQUI
Ouvindo a história e música mulher rendeira
Engana-se quem diz que a música é uma linguagem universal. É, pois, como afirma a escritora Maura Penna, um fenômeno universal, uma vez que, cada povo tem sua identidade cultural e também musical, com suas cores, texturas e “gramática” sonora. Nessa aula apresentei às crianças um pouco da cultura nordestina, utilizando o livro da escritora, educadora e compositora, Elvira Drummond. “De fio em fio a história se desfia” conta a trajetória de uma simpática aranha “toda enrolada” na arte do rendado. No entanto, ao conhecer uma mulher rendeira, aprende esse belo ofício e surpreende a todos! As crianças encantaram-se com a destreza das mãos das rendeiras e ouviram o “sonzinho” dos bilros “valsando” em seus dedos. Para comemorar o desfecho da história, enfeitamos, com pequena percussão, “Mulher Rendeira” e, em uma grande roda, como num belo rendado, fizemos uma ciranda!

A teia da sustentabilidade
Flexibilidade e coordenação motora
AQUI



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