BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Poetas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poetas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

O menino azul/poema e atividades>Estímulos poéticos>20/02/2017


O Menino Azul, de Cecília Meireles, uma das maiores expressões de nossa poesia.
Cecília organizou a primeira biblioteca infantil do país e, como autora, tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado pela riqueza das imagens e símbolos.
A suavidade de sua poesia encanta tanto a criança como jovens e adultos.
 Neste livro, o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.
Ainda, o sentimento toma cor e forma com as ilustrações de Lúcia Hiratsuka, que busca como a escritora, a simplicidade e a naturalidade presentes na natureza.


Carta ao menino azul

“O menino azul” A poesia apresentada é trabalhada através da interdisciplinaridade bem como através dos temas transversais:

Português: Sensibilização, leitura compartilhada, leitura oral e escrita, leitura individual e interpretação de texto; versos, estrofes, sinais de pontuação, plural grau o substantivo e dificuldades de ortografia.

Geografia: Localização, mapas do bairro escrita do endereço dos alunos.

Ciência: Animais, a natureza, as estações do ano no texto é apresentado à primavera, quais são as outras estações do ano

Matemática: Invente problemas com as palavras do texto... Por exemplo: Em um vaso azul há três dezenas de rosas, no vaso verde há uma dezena de cravos. Qual o total de fores?

História: Os alunos irão realizar atividades de pesquisa na biblioteca sobre a autora do texto, ou seja, uma bibliografia de Cecília Meireles.

Apontar característica do burrinho apresentadas no texto, verificar se um burro realmente tem essas qualidades, perguntar o que será que o menino estava procurando (amigo).
Atividades
Ouvindo: AQUIAQUI
Mais menino azul: AQUI
O menino azul/Varal de história: AQUI








Link para essa postagem


Ou isto ou aquilo>Cecília Meireles e o dia da poesia> 20/02/2017



A partir desta data 03/06/2015 o dia nacional da poesia passou a ser comemorado
no dia 31 de outubro em homenagem a Carlos Drummond de Andrade.
Vejam
AQUI
Saiba mais sobre o dia nacional da poesia
AQUI

Dia mundial da poesia
O Dia Mundial da Poesia celebra-se todos os anos a 21 de março.A data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO a 16 de novembro de 1999. Vejam mais  AQUI
Todos os poetas no Linguagem
AQUI
Uma poesia de aula!
Ou aula de poesia?
Ou isto ou aquilo


O livro é composto por 57 poemas. Alguns se tornam mais especiais que outros porque eles estão ligados ao que sentimos quando os lemos, podem reavivar lembranças, falar de algo que nos toca particularmente, ou nos fazer sonhar. Nisso reside a magia da poesia: um mundo de possibilidades, de palavras que cantam e brincam. Ou isto ou aquilo é interessante a começar pelo título que nos faz pensar nas nossas escolhas, que podemos seguir este caminho, ou aquele outro. O livro pode ser lido de trás para frente, do meio até o final. Um poema de cada vez e sempre voltar.    
Fonte  
Algumas poesias: AQUI
O vestido de Laura: AQUIAQUI
OuvindoAQUI
Cantando: AQUI
O poema 'O Vestido de Laura' descreve um vestido com três babados, cada um adornado de forma distinta: o primeiro com flores coloridas, o segundo com borboletas e o terceiro com estrelas. O texto é voltado para o público infantil e apresenta uma estrutura simples e lúdica.
Atividade: AQUI

Ouvindo: Ou isto ou aquilo: AQUI AQUI
Projeto de leitura: AQUI
Interpretação: AQUI
Elaborar poemas com os nomes de meninos e meninas da classe.
Elaborar poemas com palavras começadas por uma letra do alfabeto.
Saber mais sobre a autora.
Selecionar dois poemas que tenha gostado e ilustrar.

O colar de Carolina: 
Ouvindo: AQUI
Atividade: AQUI
No Linguagem: AQUI

As meninas: AQUIAQUI
Sequência didática: AQUI
Aula lúdica
Blog Ideia Criativa

Atividade Lúdica Gênero textual Poema Ou Isto ou Aquilo Cecília Meireles

Outras poesias deste livro
Mais poemas
Aula sugestiva para os maiorzinhos...
Descobrindo os bichos de jardim: AQUI



Link para essa postagem


sexta-feira, junho 19, 2015

Velha história> Estímulos literários> Mário Quintana> 19/06/2015



Velha história
POEMAS
MAIS AQUI

BIOGRAFIA
Mário Quintana  é um dos maiores nomes da literatura brasileira.
Nasceu no Rio Grande de Sul no dia 30/07/1906 e foi escritor, jornalista e tradutor.
Em 1934, seu primeiro livro traduzido foi publicado: Palavras e Sangue de Giovanni Papini (escritor italiano). Trabalhou como tradutor da Editora Globo e com isso pôde traduzir autores consagrados como: Proust, Virginia Woolf e Voltaire. Através de suas traduções, muitos brasileiros puderam e ainda podem conhecer parte da Literatura Universal.
Paralelo ao seu trabalho em editoras e jornais escrevia poemas, poesias e contos.
Em 1926, seu conto A Sétima Personagem foi premiado pelo jornal Diário de Notícias de Porto Alegre.
Em 1930 a Revista do Globo e o Correio do Povo publicaram seus poemas.
Em 1939 teve a felicidade de ter um livro encomendado por Monteiro Lobato, além dele Mário Quintana tinha vários admiradores: Carlos Drummond de AndradeCecília Meireles, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira.
Apesar disso, não conseguiu uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Mas, esse fato não o abalou, pelo contrário, foi por causa disso que ele escreveu o famoso Poeminho do Contra:
Poeminho do Contra
Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!

Algumas Obras
- A Rua dos Cataventos
- Canções
- O Aprendiz de Feiticeiro
- Caderno H.
- Pé de Pilão (com introdução de Érico Veríssimo)

Em 1962 foi publicado Poesias, volume único que reune as obras: A Rua dos Cataventos, Canções, Sapato Florido, Espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro.
Curiosidades
- Participou da Revolução de 1930
- Trabalhou sob a direção de Érico Veríssimo
- Ganhou o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre em 1967
- Recebeu o Prêmio Pen Club de Poesia Brasileira pelo livro Apontamentos de História Sobrenatural
- Recebeu em 1980 o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra
Participou da coleção didática Para Gostar de Ler junto com Cecília Meireles e Vinicius de Moraes

O Príncipe dos Poetas Brasileiros (como era conhecido) faleceu no dia 5 de maio de 1994 com quase 90 anos.
Fonte: AQUI


( Também com links na lateral)



Link para essa postagem


segunda-feira, março 09, 2015

Abrindo caminho>Estímulos poéticos>Parte 1> 09/03/2014

Abrindo Caminho


DIA NACIONAL DA POESIA> 12 DE MARÇO
No meio do caminho de Carlos tinha uma pedra.
A história da humanidade traz exemplos de pessoas que abriram caminhos para mudar o mundo e nossa maneira de compreende-lo.
Esse livro emociona ao mostrar que enfrentar obstáculos pode trazer tesouros e invenções que acabam mudando a história de um monte de gente.
Uma linda homenagem a todos os que abriram caminho, através da poesia ou da coragem.
  
Mostra personagens importantes do passado, desbravadores que enfrentaram a selva, o deserto, o oceano, o céu...
Gente de verdade que conseguiu transformar obstáculo em caminho, inimigo em amigo, fim em começo. 
E quantos caminhos foram abertos!
Quem são esses personagens? 
Você é capaz de descobrir? 
E quantos caminhos existem ainda por abrir!  
Quando a pedra vira o caminho
Vencendo obstáculos
Tolerância,respeito e solidariedade

Em "Abrindo Caminhos", a partir dos versos de "Águas de Março" de Tom Jobim e "No Meio do Caminho" de Carlos Drummond de Andrade, Ana Maria Machado mostra para as crianças que superando os obstáculos elas podem seguir novos rumos e descobrir um mundo novo. Na primeira etapa, "Abrindo Caminho", traz três personagens do ambiente literário: Tom, Carlos e Dante.
No meio do caminho de Dante tinha uma floresta

No meio do caminho de Carlos tinha uma pedra

No meio do caminho de Tom tinha um rio



Falando de Drommond para crianças



Aproveitei para falar de cada um dos personagens e foquei em Carlos Drummond de Andrade, já que hoje é seu aniversário e ele estaria fazendo 109 anos.

Mostrei o poema "No Meio do Caminho"

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra



Falando de Drommond para crianças
Hoje eu foquei em Carlos Drummond de Andrade, mas o livro possibilita diversas abordagens muito interessantes. Além de encantar com Carlos Drummond de Andrade (como fizemos hoje) e embalar com  Tom Jobim possibilita viajar e viver aventuras com Marco Polo e Cristóvão Colombo, sonhar nas alturas com Santos Dumont e conhecer a "Divina Comédia" de Dante Alighieri.
Fonte:

Entendendo a obra
Interpretação
Vejam as possibilidades de entendimento

Análise pedagógica
(com objetivos, etc)
Muito bom!


AQUI

TEXTO DO LIVRO
AQUI
Sugestão de atividades

6.3

O texto mostra que nem sempre os caminhos são fáceis de trilhar, mas isso não é motivo para desistir, afinal, grandes são aqueles que não desanimaram diante de uma “pedra no meio do caminho” e abriram um túnel!
A leitura fluiu como disparadora da atividade seguinte que tinha o objetivo de trabalhar a oralidade dos alunos e descobrir os anseios nesse novo segmento, assim, utilizando o poema “No meio do caminho’” de Carlos Drummond de Andrade e cantando a música “Águas de março” de Tom Jobim,  os alunos fizeram uma representação do que esperam do novo ano, quais obstáculos imaginam encontrar e como esperam transpor essas “pedras no caminho”. 
Na aula seguinte, cada um apresentou um desenho e expôs suas expectativas. 
Várias foram as dificuldades colocadas: ir bem nas provas, conseguir fazer todas as lições de casa e TPs, fazer amizade com a turma do 7° ano e manter a harmonia na classe foram alguns dos desejos do grupo. 
E será assim, dividindo os temores e escutando os colegas, que esperam enfrentar o novo ano e os novos desafios.
Que venha março, cheio de expectativas e novidades.
Observação do Linguagem: Esta atividade pode ser adaptada de acordo com sua turminha. O questionamento oral pode ser feito de acordo com as expectativas dos alunos. Possibilidade de cantar a música de Tom Jobim, englobando o assunto chuva, sua escassez, dia mundial da água que vem aí ( dia 22/03), dia da poesia(12/03).
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
AQUI
MARCO POLO E COLOMBO
AQUI
PARTE 2
AQUI

PROJETO CARLOS MENINO




Link para essa postagem


sexta-feira, dezembro 05, 2014

O fazedor de amanhecer> Manoel de Barros >Estímulos poéticos> 05/12/2014

O FAZEDOR DE AMANHECER

Este livro de poesias é o resultado da união de dois artistas ''maluquinhos''; o poeta Manoel de Barros e o desenhista Ziraldo.
 O autor conta como descobriu o amor e revela seus últimos inventos, entre eles ''uma manivela para pegar no sono'' e ''um fazedor de amanhecer para usamentos de poetas''.

O fazedor de amanhecer - Manoel de Barros

Sou leso em tratagens com máquina.
Tenho desapetite para inventar coisas
prestáveis.
Em toda a minha vida só engenhei
3 máquinas
Como sejam:
Uma pequena manivela para pegar no sono
Um fazedor de amanhecer
para usamentos de poetas
E um platinado de mandioca para o
fordeco de meu irmão.
Cheguei de ganhar um prêmio das indústrias
automobilísticas pelo Platinado de Mandioca.
Fui aclamado de idiota pela maioria
das autoridades na entrega do prêmio.
Pelo que fiquei um tanto soberbo.
E a glória entronizou-se para sempre
em minha existência.

Sugestão de atividades
AQUI

Poeminha em língua de brincar

Ele tinha no rosto um sonho de ave extraviada.
Falava em língua de ave e de criança.

Sentia mais prazer de brincar com as palavras do que de pensar com elas.
Dispensava pensar.
Quando ia em progresso para árvore queria florear.
Gostava mais de fazer floreios com as palavras do que de fazer ideias com elas.
Aprendera no Circo, há idos, que a palavra tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria de rir.
Contou para a turma da roda que certa rã saltara sobre uma frase dele
E que a frase nem arriou.
Decerto não arriou porque tinha nenhuma palavra podre nela.
Nisso que o menino contava a estória da rã na frase
Entrou uma Dona de nome Lógica da Razão.
A Dona usava bengala e salto alto.
De ouvir o conto da rã na frase a Dona falou:
Isso é Língua de brincar e é idiotice de criança
Pois frases são letras sonhadas, não têm peso, nem consistência de corda para aguentar uma rã em cima dela
Isso é língua de raiz – continuou
É língua de Faz-de-conta
É língua de brincar!
Mas o garoto que tinha no rosto um sonho de ave extraviada
Também tinha por sestro jogar pedrinhas no bom senso.
E jogava pedrinhas:
Disse que ainda hoje vira a nossa Tarde sentada sobre uma lata ao modo que um bentevi sentado na telha.
Logo entrou a Dona Lógica da Razão e bosteou:
Mas lata não aguenta uma Tarde em cima dela, e ademais a lata não tem espaço para caber uma Tarde nela!
Isso é língua de brincar
É coisa-nada.
O menino sentenciou:Se o Nada desaparecer a poesia acaba.E se internou na própria casca ao jeito que o jabuti se interna.
AQUI





Link para essa postagem


terça-feira, novembro 18, 2014

Exercício de ser criança >Estímulos poéticos> Manoel de Barros> 18/11/2014



Uma peneira, um caixote e duas latas de goiabada: quem seria capaz de construir um mundo a partir desses objetos? 

Duas crianças, duas histórias e muita fantasia farão desses objetos aparentemente despropositados personagens de um mundo mágico e, ao mesmo tempo, profundamente real.

É Manoel de Barros, no seu melhor estilo, extraindo poesia daquilo que é supostamente vazio; compondo os seus "milagres estéticos" com o carinho de quem pinta uma obra de arte; bordando a palavra com a mesma devoção com que a família Diniz Dumont elabora as imagens do livro.


Através de duas histórias - O menino que carregava água na peneira e A menina avoada-, elas mergulham no imaginário infantil e nos revelam toda a poesia e o lirismo que estão por trás daquilo que os adultos costumam chamar de ingenuidade.
Exercícios de ser criança é uma obra que fala direto ao coração da criança e da criança que há dentro de cada um de nós.

LIVRO  AQUI
Ilustrado com bordados



Tenho um livro sobre águas e meninos.

Gostei mais de um menino

que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira

era o mesmo que roubar um vento e sair

correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo que

catar espinhos na água

O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.

Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.

A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos.
Com o tempo aquele menino

que era cismado e esquisito

porque gostava de carregar água na peneira
Com o tempo descobriu que escrever seria

o mesmo que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu

que era capaz de ser

noviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.

Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.

E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro

botando ponto final na frase.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.

Até fez uma pedra dar flor!

A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou:

Meu filho você vai ser poeta.

Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os

vazios com as suas

peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos.
Fonte




mane

Biografia
Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá19 de dezembro de 1916  — Campo Grande13 de novembro de2014) foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao pós- Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, dois Prêmios Jabutis. É o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade nos meios literários. Enquanto ainda escrevia,Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros2 . Sua obra mais conhecida é o "Livro sobre Nada" de 1996. Vejam mais:

Mais sobre esta obra





Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios