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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, novembro 22, 2024

A paca foi buscar água>Conto repetitivo>Fui à fonte buscar água>Cantiga de roda>22/11/2024

 

Hebe Coimbra

Lá foi a paca toda faceira buscar água, mas zuuummm, escorregou, e, POF!, caiu no poço. 
Ainda bem que o gato viu tudo e correu para ajudá-la. 
Ele só não contava que ia escorregar e cair no poço também! 
Será que não vai aparecer ninguém para salvá-los?

GÊNERO: Narrativa curta

TEMAS: Histórias de repetição, amizade

TEMA TRANSVERSAL: Ética DATA COMEMORATIVA: Dia Mundial dos Animais (4/10)

"A literatura como nosso espelho"
Em torno dos dois anos, a criança começa a manusear os livros e já reconhece imagens, nomeando-as. Livros de imagens ou com textos curtos, muitas vezes trazendo rimas, ricamente ilustrados e coloridos são bastante apropriados para esta faixa etária.

O papel do adulto como mediador de leitura é fundamental para as crianças entre 0 e 5 anos de idade. 
O professor que lê histórias e as dramatiza, que canta ou declama poesias rimadas, que pacientemente conta e reconta narrativas curtas e repetitivas contribui para o desenvolvimento das crianças e para a formação de um rico repertório linguístico e cultural. 
Livros com textos simples, com letra bastão, que possibilitem uma associação com as imagens e também a leitura compartilhada com pais ou professores são recomendados para essa faixa etária:

Bebês (0 a 1 ano e 6 meses)

(EI01EF02) Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas.

(EI01EF03) Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto-leitor (modo de segurar o portador e de virar as páginas).

(EI01EF04) Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando-os, a pedido do adulto- -leitor.

(EI01EF05) Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar.

(EI01EF07) Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet etc.). 

(EI01EF08) Participar de situações de escuta de textos em diferentes gêneros textuais (poemas, fábulas, contos, receitas, quadrinhos, anúncios etc.).

Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

(EI02EF02) Identificar e criar diferentes sons e reconhecer rimas e aliterações em cantigas de roda e textos poéticos.

(EI02EF03) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, diferenciando escrita de ilustrações, e acompanhando, com orientação do adulto-leitor, a direção da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita).

EI02EF04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos.

(EI02EF05) Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidos etc.

(EI02EF07) Manusear diferentes portadores textuais, demonstrando reconhecer seus usos sociais. 

(EI02EF08) Manipular textos e participar de situações de escuta para ampliar seu contato com diferentes gêneros textuais (parlendas, histórias de aventura, tirinhas, cartazes de sala, cardápios, notícias etc.).

Crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses)

(EI03EF03) Escolher e folhear livros, procurando orientar-se por temas e ilustrações e tentando identificar palavras conhecidas.

(EI03EF05) Recontar histórias ouvidas para produção de reconto escrito, tendo o professor como escriba. (EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gêneros  ais veiculados em portadores conhecidos, recorrendo a estratégias de observação gráfica e/ou de leitura. 

(EI03EF08) Selecionar livros e textos de gêneros conhecidos para a leitura de um adulto e/ou para sua própria leitura (partindo de seu repertório sobre esses textos, como a recuperação pela memória, pela leitura das ilustrações etc.)
Fonte: Catálogo Ediouro

Ouvindo:  AQUI  AQUI
Atividades sobre água: AQUIAQUI
+ Pacas: AQUI

Maurício Veneza

A pedido da mãe, uma menina sai de casa em busca de uma fonte, onde deve pegar água. 
Mas o que era para ser uma simples tarefa doméstica se torna uma envolvente aventura, cujos convites aos pequenos leitores já se apresentam no alerta da mãe: que a menina tome cuidado no caminho... 
Que perigos ou histórias oferecem um gigante que procura por um menino chamado João e uma galinha encantada ou um lobo à caça de três porquinhos, muito malvados, segundo ele? 
Em suas tentativas de encontrar a fonte, a menina se encontra com personagens que povoam as infâncias das crianças de muitos lugares do mundo, reunindo as em uma divertida história.
Ouvindo:  AQUI    AQUI
Atividades: AQUI/AQUI

Linguagem musical
Música: Fui no tororó
Atividades: AQUI
Cantando:
 A cantiga de roda (ciranda) é uma das brincadeiras mais presentes na infância de muitas crianças de diversas regiões e culturas, e que povoa o brincar, tanto na escola, quanto em casa ou na rua, ao longo de muitas décadas. Para brincar de roda, não é preciso muita coisa, basta dar as mãos, cantar e girar. Em geral, a brincadeira é acompanhada por uma cantiga folclórica, um tipo de canção popular.
Feita pela e para a criança, a música tradicional da infância a embala desde o nascimento e percorre todos os seus passos até a idade adulta. “Carrega os ritmos e molejos da música brasileira; a beleza da nossa poesia popular; os gestos, movimentos e desafios imprescindíveis ao seu desenvolvimento, e a nossa diversidade cultural” AQUI
Quintal da cultura: AQUI
( dia da água)
Fui no Itororó, Buscar água não achei, Pensava em nadar e na seca eu fiquei. Continua: AQUI
Fui no Itororó: Consumo consciente: AQUI, AQUI
Brincando com as cantigas de roda: AQUI
Formar rimas em cantigas conhecidas: AQUI



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sexta-feira, junho 02, 2023

Paca, cara, cará, caramujo, cotia>Viva a cantoria>Atividade literária>02/06/2023


Idson Ricart

Os bichos lá do sertão assistem a um desafio. A Rã, o Rato e a Raposa cantam na beira do rio. A Rã vai mandar o mote e já pegou sua viola. Cada bicho aqui dará, o seu melhor desde agora.

Baixar: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Projeto: "Canta criança"
Levar a criança a desenvolver a linguagem musical por meio da participação em atividades lúdicas e prazerosas, a fim de utilizar essa linguagem para expressar ideias, emoções e sentimentos.
Envio de bilhetinho aos pais, solicitando lista das músicas preferidas da família e da criança. (Socialização nas rodas de conversa e de canções)  
·         Montagem de painel com letras de música e imagens.
·         Audição de CD com sons do cotidiano
·         Audição de músicas variadas
·         Exibição de vídeos musicais
·         Leitura de poemas com rimas
·         Exploração de instrumentos musicais variados
·         Confecção de instrumentos musicais a partir de material reciclável
·         Brincadeiras cantadas variadas
·         Massagem relaxante ao som de músicas suaves
·         Chamadinha com fotos e música
·         Narrativa de histórias que tragam referência à música: Continua:  AQUI

O Livro: O que é o que é? Quem souber levanta a mão! do autor Idson Ricart e ilustrações de Rudsonn Duarte, conta uma divertida história de avó para netos, uma brincadeira de adivinhações onde toda a família se diverte muito. Venha conferir!
Essa história também pode ser trabalhada no dia dos avós. Ouvindo: AQUI

No Linguagem: Paca, tatu,  cotia não, sim: AQUI



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domingo, maio 21, 2017

Paca,tatu,cutia não,sim!>Cidadania>Direitos>Paca,tatu cutia>Glossário ilustrado tupi>21/05/2017


Cláudio Fragata

Essa é uma história em versos inspirada na parlenda “paca, tatu, cutia não!”. Em todos os lugares que as cutias vão, são barradas na entrada, seja no cinema, seja no estádio de futebol, seja no supermercado. Um dia resolvem não aceitar mais a discriminação e se juntam para combater o preconceito. “Cutias unidas, jamais serão vencidas!” é a palavra de ordem. Tudo o que desejam é que a parlenda passe a ser “paca, tatu, cutia sim!”
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI





A obra é composta de 20 poemas com o título de animais encontrados na região amazônica.
 O autor Antonio Juraci Siqueira, faz uma linda brincadeira com as rimas e com a imaginação dos leitores.

Origem deste ditado popular
Paca, tatu, cutia não. Remonta às primeiras décadas após a chegada dos portugueses no Brasil a origem do ditado popular. E sem duplo sentido: paca e tatu eram pratos apreciadíssimos. Cutia, não. As índias achavam que comer cutia lhes traria uma prole nanica como o roedor. E de pacas, tatus, capivaras, mucujês, paquiás e oitis dentre muitos outros bichos e plantas hoje desaparecidos da mesa era feito o cardápio dos primeiros tempos do Brasil


Mouzar Benedito

Você sabe o que Bauru, Jurema, jacaré e pereba têm em comum? Todas são palavras originadas das línguas faladas no Brasil na época do descobrimento. Os indígenas do litoral brasileiro falavam dialetos muito parecidos de uma língua brasílica, que era só oral. Os jesuítas tentaram unificar esses dialetos por meio da criação de uma escrita, o “nheengatu” (“língua boa” ou “falar bem”, em tupi). Com o objetivo de valorizar nossa cultura e linguagem, Mouzar Benedito compilou os vocábulos do nheengatu neste glossário. Além de muito importante para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, este livro é também de interesse dos adultos. O autor procurou levantar o máximo de palavras do cotidiano (adjetivos, substantivos e verbos) e uma pequena parcela dos muitos nomes de cidades e bairros, rios e serras, estados e antropônimos. O leitor vai conhecer essas palavras, seus significados e muitas curiosidades sobre elas.


Sobre a obra: Por que você está na pindaíba?

Pode ser porque está desempregado, não? Ou porque tem emprego mas o salário é baixo. Ou porque estourou o cartão de crédito e paga juros muito altos, não sobra dinheiro pra nada. Ou porque o aluguel aumentou demais, o salário não acompanhou. Se é aposentado, então, pior ainda.

Mas os índios de língua tupi há séculos já podiam ficar na pindaíba, sem esses motivos.

É que pindá, em tupi, significa anzol. Iba, significa ruim. Então, pindaíba quer dizer anzol ruim. E nos povos que viviam em grande parte da pesca, anzol ruim é mesmo de deixar a pessoa sem ter o que comer. Continua: AQUI

O tupi que você fala: AQUI

Livro
O jogo da parlenda
Heloisa Prieto

Heloisa Prieto

AQUI
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Parlenda é um jogo de infância que toda criança conhece. Os versinhos podem ser aprendidos em casa ou com os amigos, mas a verdade é que as parlendas são tão antigas que ninguém sabe quem as inventou. Neste livro divertido, Heloisa Prieto reúne algumas das mais conhecidas, como o "Unidunitê", o "Ninho dos mafagafos" e "Batatinha quando nasce", e adiciona à brincadeira outros versinhos de criação própria. Para não deixar ninguém de fora, a autora ainda dá dicas de como inventar uma parlenda para, quem sabe, ouvi-la sendo cantada daqui há muitos e muitos anos.

Mais: O jogo da parlenda





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