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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, maio 02, 2023

O que fazer? Eu e os outros>Falando de convivência>Cidadania>Empatia>02/05/2023

 

Liliana e Michele Iacocca

O que fazer?

Um panorama histórico do relacionamento humano. O texto é acessível e bem-humorado e as ilustrações retratam, com muita graça e ironia, as dificuldades da convivência pacífica entre as pessoas

Proposta de trabalho: AQUI

Blog Coordenação Pedagógica Paratinga
FALANDO DE CONVIVÊNCIA
 O QUE VOCÊ FARIA?

... Se a professora percebesse que você está colando na prova ?
... Se você ganhasse uma bola nova e seu vizinho pedisse a bola emprestada?
... Se um velho maltrapilho pedisse para você ajuda-lo a atravessar a rua?
... Se você não tivesse aquela mochila que todo mundo tem?
... Se sua mãe descobrisse que você pegou dinheiro na carteira dela e não avisou?
... Se você visse seu amigo roubando alguma coisa?
... Se você fosse à casa de um amigo e descobrisse que ele é muito pobre?
... Se alguém inventasse uma coisa feia sobre você?
QUANTA PERGUNTA?
Você respondeu de um jeito e outras crianças responderam diferente, teve quem nem quis saber, quem discutiu e quem ficou pensando no assunto.  
O QUE FAZER?
... Desde quando o homem morava nas cavernas o mundo exigia regras de convivência. Quando elas ainda não existiam era uma confusão... O QUE FAZER? - DIFÍCIL CHEGAR A UMA CONCLUSÃO? O QUE É CERTO? O QUE É ERRADO? QUAL A SUA ESCOLHA? E A CONCLUSÃO?
Foram séculos de conflitos, guerras, buscas e tentativas. Os homens convivendo em grupos cada vez maiores. E enquanto surgiam e se formavam cidadãos, países e até grandes impérios, também apareciam pensadores, filósofos e líderes religiosos procurando respostas e novos caminhos.
Sócrates, que acreditava na bondade, no conhecimento, na felicidade e explicava suas ideias para a juventude dizia “Conhece-te a ti mesmo”.
Assim Platão dizia “Cada um pode viver bem num bom lugar”, Aristóteles falava “O homem bom deve ser um bom cidadão” , Moisés e Cristo falaram, cada um a seu modo, como o homem poderia viver melhor, em harmonia com seu semelhante, com a natureza e com Deus....
...( )Mas não era tão fácil....Havia muitas injustiças. O novo mundo foi descoberto junto as pesquisas, ideias e ciências.  Nicolau Copérnico, Isaac Newton, Galileu Galilei, e Immauel Kant, que dizia “O homem é responsável pelos seus atos e tem consciência de seu dever” A máquina evoluiu, os homens se agrupando em grandes cidades e as regras de convivências foram se modificando.
Então as pessoas passaram a desejar o fim das injustiças, mais liberdade e igualdade.
Aquele servo que só obedecia queria melhorar sua vida. E alguns reis que só mandavam deixaram de ser reis.
...( )Agora tudo anda depressa, com tecnologias fantásticas. Muita coisa mudou, as exigências do mundo junto as nossas expectativas de vida são outras.
Os homens cada vez mais numerosos , cada vez mais agrupados e as relações cada vez mais complicadas.
QUE CONFUSÃO ! E AGORA?
Muita coisa mudou ....
A relação pai e filhos .... Entre homem e mulher ... Os jovens podem falar e se manifestar... A criança é mais respeitada pelos adultos...
MAS AINDA EXISTEM ...
... muitas crianças abandonadas e maltratadas, miséria, gente que não tem o que comer e nem onde morar, injustiças, leis que não são cumpridas, péssimos governantes, racismo...
... existem guerras, violência, abusos de poder, pessoas que destroem a natureza...
... e também os mal-educados, que não falam bom dia nem boa noite, não respeitam nada e desconhecem as gentilizas...
... os que prometem e não cumprem e não são amigos de ninguém.
O QUE FAZER?
RESPEITAR OS GOSTOS E AS PREFERÊNCIAS DE CADA UM!
POR FALAR NISSO: EU GOSTO DE SORVETE...
Estudar e aprender muito bem as coisas de que a gente mais gosta
Ajudar quem precisa ....Defender a própria opinião ....Falar a verdade... Ver o sol nascer ...Lutar pela igualdade entre todos ....Conviver bem com todo mundo ...Receber elogios ...Ter amigos ...Cuidar das próprias coisas ... Descobrir que nem sempre se tem razão  ...Sonhar, pensar, ficar alegre...
É BOM IMAGINAR O DIA SEGUINTE ”
FIM!!
Com ilustrações de Michael Iacocca e  o texto de Liliana Iacocca, da Editora Àtica. O livro é  uma história em quadrinhos, mesclados com textos. Suprimimos alguns trechos para encurtar a história.... Mas você quiser pode trabalha-lo na íntegra ou readaptar o texto.

PROPOSTA DE ATIVIDADES: “O que você faria se você...”
Parte 1:
Divida a turma em pequenos grupos (2 alunos).  Cada grupo receberá uma pergunta diferente. Estas são as mesmas apresentadas pelos autores. Você pode criar outras, a depender da faixa etária da turma.
“O que você faria se ...
... Você encontrasse uma caixa de canetas no pátio da escola e você soubesse de quem é?
...Se seu pai lhe desse uma bronca porque o rádio está quebrado mas o culpado é seu irmão?
...Se sua irmã ou irmão passasse o tempo todo xeretando suas coisas?
...Se você fosse almoçar na casa de um amigo e servissem a comida que você mais odeia?
...Se todo mundo elogiasse seu colega pelo trabalho escolar mas quem fez tudo foi você?
“O QUE FAZER? DIFÍCIL CHEGAR A UMA CONCLUSÃO? O QUE É CERTO? O QUE É ERRADO? QUAL A SUA ESCOLHA? E A CONCLUSÃO? RESPEITAR OS GOSTOS E AS PREFERÊNCIAS DE CADA UM! ”.
- DISCUTA COM SEUS COLEGAS E  COMBINEM UMA SOLUÇÃO:
Para as turmas mais velhas, você pode fazer outros questionamentos. Por exemplo:
... Se você tivesse com dor de cabeça e seu vizinho ligasse o som nas alturas ?
... Se você fosse comprar pão e recebesse dinheiro a mais?
... Se você ligasse o som bem alto na sua casa e seu vizinho reclamasse?
... Se você visse alguém sendo discriminado?

Parte 2:
Os alunos deverão responder com suas próprias conclusões. Deverá escrevê-la num pedaço de papel. Caso a dupla não entrar em consenso, deve-se apresentar as duas respostas e a turma toda discute. Depois de alguns minutos, cadeiras em círculo, inicia-se a discussão. Cada dupla apresenta sua pergunta e solução e colocá-la na mesa. (È hora de promover a oralidade. Todos deverão deixar o outro falar e ser ouvido, respeitando pontos de vista diferentes....).

2 ATIVIDADE -  É ético ou antiético ?
De posse das respostas escritas , um aluno lê pergunta e resposta e o grupo todo julgará se pode ser considerada uma resposta ética ou antiética.
3 ATIVIDADE -  POR FALAR NISSO: EU GOSTO DE SORVETE... E você gosta de quê?
Os alunos podem criar suas próprias respostas e apresentá-las oralmente.

Eu e os outros

Nesta obra, que trata de relações humanas, o leitor é estimulado a refletir sobre as atitudes preconceituosas, egoístas ou agressivas a que todos nós estamos suscetíveis. A interação da criança com o livro ocorre por meio de perguntas, como “com quem você se parece” e “como você gostaria de ser”. O último capítulo traz dicas para melhorar a relação das pessoas com elas mesmas, com a família e com os amigos.

No Linguagem: Sobre esta obra: Eu e os outros: AQUIAQUI



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Poderia>Uma história sobre empatia>O mundo seria mais legal>Rimas divertidas>Eu e os outros>02/05/2023

 

Joana Raspall

Estar aberto para acolher o outro

Como seria sentir o que o outro sente? Como seria viver o que outro vive?

"Poderia" é uma bela história da autora Joana Raspall, que nos faz refletir sobre a importância da empatia e afeto.

“Você teria sido criado de outra maneira, talvez melhor, talvez pior. (...)
Você poderia ler contos e poemas, ou não ter livros nem conhecer as letras”. Como seria sentir o que o outro sente?
Como seria viver o que outro vive?
Numa sequência de versos intensos e singelos, a obra nos transporta para mundos distantes e para outros muito próximos, nos faz pensar sobre nós mesmos e a nossa relação com o outro.
A cada virada de página, as palavras ganham força, e as cores vivas das ilustrações irradiam empatia e afeto.
Dos pequenos aos mais velhos, com extrema leveza, o livro sensibiliza e encanta.
Proposta de trabalho: AQUI

Ouvindo: AQUI ,AQUIAQUIAQUI

Marcelo Tolentino

As páginas são povoadas por situações engraçadas, acompanhadas de inusitadas ilustrações em aquarelas. O autor, que já trabalhou com publicidade e é versátil em termos de técnicas, busca a particularidade de cada trabalho que realiza. Usa carvão, nanquim, aquarela, além de muitas experimentações com colagem, massinha e café. Para O mundo seria mais legal, parece que a aquarela foi a pedida perfeita. "Casou melhor com essas situações que eu gostaria que fossem leves e divertidas". Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI

Dinâmica: Os segredos da caixa: PDF: AQUI

No Linguagem:

Eu sou uma noz: AQUI

Empatia: AQUI

Descobrindo caminhosAQUI

Eu e os outros/Liliana Iacocca

Este livro traz uma reflexão do eu, da sociedade. É bom para tratar questões de Bullying nas escolas e afins. Veja o vídeo pra entender melhor. Indicado pra coordenadores escolares, pais e avós preocupados com a sociabilidade dos seus. Ouçam sobre: AQUI

Mais sobre Eu e os outros: AQUI, AQUI, AQUI

O gênio e a rosa: Maurício de Sousa/Paulo Coelho: AQUI

Trabalhei este pequeno conto como dinâmica ou  representação,( há muitos anos...Ainda me lembro).Coloquei  alguns alunos em fila indiana como sugere a ilustração de Maurício de Sousa, Com faixas escritas, na frente uma qualidade e nas costas um defeito...

OLHANDO OS OUTROS



"Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás. Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos. Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui. E nos julgamos melhores que ele — sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito."

Intervenções pedagógicas: AQUI



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sexta-feira, fevereiro 26, 2021

Perigoso>Atividade literária>Intervenção pedagógica>Escrita>Gênero/Etiquetas> 26/02/2021


Tim Warnes

O livro apresenta Bob, uma toupeira que etiqueta tudo o que vê pela frente! Então, você imagina só as possibilidades que podemos explorar.

Conheçam a história: AQUI

Ouvindo: AQUI, AQUI

Varal de Histórias: Esse recurso é uma toupeira que eu fiz usando um pote de vidro com uma cartolina colorida dentro! A cabeça é feita com feltro e colada com cola quente na tampa. É sobre uma toupeira que tem mania de rotular tudo o que vê pela frente, até se deparar com algo esquisito, estranho e escamoso. Dentro do pote eu coloque as etiquetas que a Toupeira usa para rotular tudo a sua volta. Esse recurso eu desenvolvi pensando em chamar a atenção para as ilustrações do livro que são bárbaras!

Além de divertida, a história nos traz a doce lição de não sairmos por aí classificando tudo de acordo com a nossa rasa e momentânea impressão

AQUI

Recurso pedagógico: AQUI, AQUI, AQUI

Sequência didática: AQUI

Varal de histórias: AQUI

Atividades

  AQUIAQUIAQUI,  AQUIAQUI

Atividade PDF: AQUI

Nome de coisas, objetos, atributos; Ideia de representação. OBJETIVOS: Compreender a língua escrita como instrumento de registro, organização do próprio pensamento e do conhecimento historicamente acumulado, por meio da vivência das diferentes situações de uso social. AQUI


Exploração desta história ,página 24, Rimas página 28

AQUI

Ordene as palavras: AQUI

Quebra cabeça da leitura : Praia

Adorei as ideias da prof Carini Delavald

AQUI

Jogo das etiquetas ortográficas

AQUI

A velhinha que dava nome as coisas: AQUI



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quarta-feira, novembro 11, 2020

Mônica é daltônica?>O que é daltonismo?> Inclusão?> Primeiras considerações> 11/11/2020

 

Maurício de Sousa/Odilon Moraes

Será que a Mônica enxerga as cores de um jeito diferente e escondeu isso de todo mundo? Ou esse é só mais um plano infalível dos meninos contra a garota mais forte do bairro? Quem conhece essa turma pelo menos um pouquinho já deve ter imaginado a resposta. Nesta história, a primeira publicada na revista Mônica, em 1970, o Zé Luís - e não o Cebolinha, acredite se quiser -, inaugura a tradição dos planos mirabolantes para tentar acabar com as temidas coelhadas da dona da rua. E o Titi, o Cascão, o Cebolinha, junto com o líder do grupo, executam passo a passo o combinado, até que... Além de descobrir o fim da aventura, o leitor vai conhecer curiosidades sobre a turma e as ilustrações surpreendentes de Odilon Moraes, que reinterpreta um clássico de Mauricio de SousaFonte

Sobre a obra

AQUIAQUI

Maurício de Sousa fala sobre: AQUI

Daltonismo, medicamente chamado de discromatopsia ou discromopsia, é uma incapacidade de ver a cor ou distinguir as cores em condições normais, normalmente o verde e o vermelho. Por exemplo, um daltónico pode ter dificuldade em distinguir as cores de um semáforo. Mais: AQUI

Karen Rae Levine
Ilustração:Bruna Mendes

Que cor é essa?

Este livro infantil é destinado a crianças de aproximadamente 5 a 8 anos, e trata sobre um assunto importante: o daltonismo. Ele conta a história de Lucas, um menino daltônico, e suas dificuldades no dia-a-dia por causa da sua condição. A ideia é conscientizar as pessoas sobre o daltonismo, já que, apesar de não ser uma condição grave, acaba sendo uma grande fonte  ansiedade e stress para os seus portadores, por muitas vezes seus pais e professores não estarem cientes da limitação ou não entenderem como ela funciona. Ao final, o livro elucida várias questões referentes ao daltonismo, tanto para adultos quanto crianças

O livro é uma adaptação feita do original “All About Colorblindness”, da escritora norte-americana Karen Rae Levine. As novas ilustrações, tradução e projeto gráfico foram feitos por mim. Bruna Mendes. Sobre: AQUI

Aula :Como trabalhar com um aluno daltônico: AQUI

Como identificar o daltonismo: AQUI

Como apoiar crianças daltônicas: AQUI

Como ensinar as cores: AQUI

Ideias de jogos, atividades para ensinar cores para crianças daltônicas

Manual interativo

( a dissertação é longa, não desanime...)

AQUI





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segunda-feira, fevereiro 24, 2020

A bela e a fera>Atividade literária>Sequência didática>Filme>24/02/2020

A história
Mais:  AQUI


Sequência didática
Atividades de Intervenção Pedagógica  desenvolvidas na forma de “Unidade Didática” (UD) relacionadas ao projeto: Uma Proposta de Leitura de “A Bela e a Fera” ( aula 12 em diante)

Mais atividades

Aulas
Conhecendo o clássico 
Contos que eu gosto
Aula de literatura
Contos de fadas
Projeto




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domingo, fevereiro 09, 2020

Consolidando a alfabetização>Leitura deleite>Atividades contextualizadas>09/02/2020


Consolidando a alfabetização
Encontrei este blog riquíssimo e compartilho com vocês
Trata-se de uma apostila com histórias da coleção Nana Nenê/Sônia Robatto
Ouvindo histórias deleite,consciência fonológica,compreensão de natureza alfabética,etc
Tudo muito bem elaborado,vale a pena!

Chegando no blog Conhecimento e transformação
Clique no baixe aqui

Atividades contextualizadas

Mentira da barata

O macaco e a onça

O galo que logrou a raposa

A raposa e a cegonha

O pato


Trabalhando ordem alfabética 
Sugestões lúdicas





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quinta-feira, outubro 24, 2019

A semente que veio da África>Lenda/Baobá>Africanidades>Mancala>Jogos de tabuleiro>24/10/2019


Heloisa P.Lima
O vento, depois as águas, o barro, fazem parte da vida de uma sementinha que existe em toda a África. Dependendo de onde nasce, recebe um nome.
Baobá mas também Embondeiro.
Por viver até seis mil anos, se transformar num gigante na altura e na cintura, inspira muitas histórias para quem vive em torno dela. E convidamos o leitor para saborear algumas delas.
A proposta deste livro é como um abraço em torno de uma ideia.
Heloisa convidou o Georges, da Costa do Marfim e o Mário que vive em Moçambique para escreverem.
Depois a Véronique, que vive na África do Sul, para desenhar.
Debaixo dessa árvore da palavra entenderam que é muito gostoso conversar com a África mais do que sobre a África.
Em torno dela, ouviram histórias, brincaram com os jogos que existem com suas sementes, viram muitas fotos e a fotografaram também no Brasil. É assim, convidando para um abraço carinhoso esta proposta literária. O livro traz um divertido presente; o awalé ou mathacozona.
De origem africana, contam que o jogo é originário do norte do Golfo de Guiné, de onde começou a viajar pelo continente, e depois, pelo mundo.
Todo jogo tem uma estratégia. O awalé baseia-se na redistribuição contínua das sementes.
As estratégias são exercícios de calculus matemáticos, a lógica e a concentração.
Tudo isso numa irresistível brincadeira!
Mas é, sobretudo, um jogo baseado na generosidade; para ganhar, um jogador tem que saber doar ao seu adversário.
Proposta de trabalho
Podemos pensar em A semente que veio da África como um verdadeiro projeto interdisciplinar em torno de um tema: a árvore de nome científico Adansonia digitata (o baobá ou embondeiro), pois o livro apresenta várias formas de conhecê-la: por meio de lendas, mitos, relatos, informações científicas, ilustrações, imagens, jogos e até mesmo pela história pessoal de dois dos autores (Georges Gneka, nativo da Costa do Marfim, e Mário Lemos, nascido em Moçambique). 
“A sabedoria é como o tronco de um embondeiro Uma pessoa sozinha não consegue abraçá-lo.”
Sugestão de oficina
Jogo awalé
Aula/Diversas etnias
Artes e o Baobá
Africanidades/Atividades da cultura africana
Modos de interagir/A cor da cultura
Seguindo uma tradição, iniciamos este caderno com o fragmento de uma canção:
Senhor, abençoe a África!
 Que o espírito dela se erga, 
Ouve também nossas preces! 
Senhor, abençoa-nos... 
Senhor, abençoa-nos... 
Senhor, abençoe a África! 
Que o espírito dela se erga, 
Ouve também nossas preces! 
Senhor, abençoa-nos...
 A nós, a família africana! 
Destacamos esse fragmento, que hoje faz parte do Hino Nacional da África do Sul, mas que originalmente foi um hino religioso que entrou para a História como uma canção de protesto contra o regime de segregação racial (apartheid). 
Trazemos essa canção na esperança de que, como educadores e educadoras, sintamos a responsabilidade histórica e social diante da implementação da Lei nº 10.639/2003. 
Com este trabalho, nos ligamos a todas as pessoas que, com ações esporádicas ou cotidianas, enfrentam o racismo e todas as formas de injustiça social.

Jogo de tabuleiro
 Mancala muitos jogos em um
Mancala o pai dos jogos
Contagem de peçãs

Como jogar





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quarta-feira, outubro 23, 2019

Meu crespo é de rainha>Identidade>Quero meu cabelo assim>Autoestima>Celebrando a diversidade dos cabelos>23/10/2019


Bell Hooks

Primeiro livro infantil da ativista política bell hooks, ilustrado por Chris Raschka, Meu crespo é de rainha celebra a beleza e a diversidade dos cabelos crespos e cacheados. Publicado originalmente em 1999 em forma de poema rimado e ilustrado, esta delicada obra chega ao país pelo selo Boitatá, apresentando às meninas brasileiras diferentes penteados e cortes de cabelo de forma positiva, alegre e elogiosa. "Meu crespo é de rainha" é um livro que enaltece a beleza dos fenótipos negros, exaltando penteados e texturas afro, serve de referência à garota que se vê ali representada e admirada. A obra de bell hooks incentiva a liberdade de expressar a individualidade. Os rituais implícitos no livro estão enraizados nas tradições da própria infância, quando "fazer" o cabelo é uma boa desculpa para as meninas se reunirem, rirem e contarem histórias juntas.

Meu crespo é de rainha
Poema/ Bell Hooks
Samara Rosa
Fafá conta AQUI
Ouvindo: AQUI
Ouvindo e ou  atividade: AQUIAQUIAQUIAQUI
PDF História: AQUI
História e artes:   AQUI
Coroa:Modelo: AQUI
Tudo nela é de se amar:
Página 35: AQUI

Ilustração interna do livro "Meu crespo é de rainha" mostra diversas meninas negras brincando e curtindo seus cabelos crespos.

Mais sobre a obra
Práticas Pedagógicas antirracistas


Como trabalhar as relações raciais no ensino infantil
AQUI
Que tal uma oficina especial sobre cabelos?
E turbantes?
AQUI
Quero meu cabelo assim
Resultado de imagem para quero meu cabelo assim
AQUI
Projeto
AQUI



Proposta Pedagógica – EducaDesafios
Tema: “Meu cabelo, minha história!”
Público-alvo: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Duração: 2 a 3 encontros (ou uma semana temática)
Eixo: Identidade, Diversidade e Consciência Negra
🎯
Objetivos Gerais
• Valorizar a diversidade étnico-racial e promover o respeito às diferenças.
• Estimular a expressão artística e corporal como forma de reconhecer a própria identidade.
• Desenvolver a empatia, a autoestima e a consciência de pertencimento.
• Proporcionar experiências sensoriais e criativas que favoreçam a inclusão de alunos autistas.
🧠
Competências Gerais da BNCC
1. (CG 1) Valorizar e utilizar os conhecimentos culturais e artísticos na construção de identidade e respeito à diversidade.
2. (CG
😎
Conhecer-se, reconhecer suas emoções e desenvolver a autoestima e o autocuidado.
3. (CG 9) Exercitar a empatia, o diálogo e a cooperação em grupo.
4. (CG 10) Agir pessoal e coletivamente com respeito à diversidade e à equidade.
🎯
Habilidades BNCC (Educação Infantil / Anos Iniciais)
Educação Infantil
• EI03EO02: Demonstrar atitudes de respeito à diversidade e solidariedade.
• EI03TS02: Expressar-se por meio de diferentes linguagens (plástica, corporal e oral).
• EI03EF03: Reconhecer e valorizar as semelhanças e diferenças entre as pessoas.
Anos Iniciais (1º ao 3º ano)
• EF01GE01: Reconhecer-se como parte de um grupo social e valorizar a diversidade.
• EF15AR02: Experimentar diferentes materiais e suportes nas produções artísticas.
• EF02HI04: Identificar e respeitar diferentes culturas, histórias e identidades.
Os mil cabelos de Ritinha: AQUI
Cabelos: AQUI






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