afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Com palavras que ecoam como melodias suaves, você será levado para um mundo onde a chuva ganha vida e o convida para uma dança repleta de alegria e descobertas.
À medida que Benjamin se aventura sob a chuva, sinta a textura das páginas, deixe-se envolver pelas ilustrações vibrantes e mergulhe na magia gelada que só um dia de chuva pode proporcionar.
"Chuva" é uma celebração da beleza e da diversão que podemos encontrar mesmo nos dias chuvosos. Então, coloque a capa em seu pequeno explorador, e, juntos, embarquem nessa aventura molhada e divertida.
Neste livro, você e seu pequeno leitor serão transportados para um mundo onde o vento é mais do que apenas uma força da natureza, é um amigo que convida para uma dança mágica e divertida.
Acompanhe Mafalda enquanto ela observa o vento dançando suavemente ao seu redor, sussurrando segredos e estripulias. Com palavras que parecem flutuar como folhas ao vento, você será levado em uma jornada sensorial, sentindo o toque suave do vento em seu rosto, nos pés e nas costas.
"Vento" é uma celebração da beleza e da diversão que podemos encontrar na simplicidade do vento. Então, prepare-se para soltar as amarras e deixar-se levar pela brisa, enquanto você e seu pequeno explorador embarcam juntos nessa viagem encantadora pelos caminhos suaves que o vento faz.
Jane é uma menina encantadora, que sai por aí a distribuir cata-ventos. Este é o seu principal talento. Ela nem imagina a grandiosidade de sua atitude. Faz tudo com muito amor, sempre acompanhada por Botão, seu cãozinho de estimação. Conheça esta história e descubra, em você, talentos incríveis.
Para estimular a descoberta de talentos, alguns exemplos:
– Dar espaço para que a criança brinque de forma livre e espontânea; – Criar ambiente com brinquedos e cenários que estimulem a imaginação; – Oferecer brinquedos simples que desafiem a imaginação; – Inserir a criança nas atividades domésticas, mostrando a importância da colaboração; – Estimular as expressões artísticas mais diversas como desenho, pintura, música e outras; – Incentivar a leitura, a escrita e a contação de histórias; Fonte
O vídeo traz 10 brinquedos e brincadeiras com o elemento natural: AR, sugerindo vivências dinâmicas do brincar, que convidam adultos e crianças à brincarem experienciando o mundo natural e contemplando todas as suas possibilidades. Brincar na natureza com os 4 elementos é uma experiência única e necessária ao desenvolvimento saudável de nossas crianças. Venham conhecer esses brinquedos e brincadeiras! AQUI
Para criar, brincar e decorar! Desta vez o Pedro, educador em atividades infanto-juvenis aqui da unidade, apresenta um tutorial para as crianças desenvolverem uma biruta colorida em casa.
Mais que uma brincadeira, a atividade funciona como um experimento que explica a importância e a funcionalidade dessa invenção:AQUI, feita de jornal:AQUI
A melhor forma de estimular e começar a trabalhar a educação ambiental com as crianças é aproximá-los da natureza. As diferentes experiências que esse ambiente oferece são estímulos aos sentidos da criança e mais conhecimento sobre o seu corpo, seu planeta, sua forma de vida, suas possibilidades e seus limites. AQUI
EF01GE10
Descrever características de lugares de vivência relacionados aos ritmos da natureza
Montar uma peça de teatro em qualquer lugar; na sala de aula; no quintal; em casa, num dia chuvoso; no salão da igreja; no pátio do prédio. Essa ideia só podia ter nascido da cabeça do dramaturgo, escritor, jornalista e cartunista mineiro José Carlos Aragão. "Quando os bichos faziam cena" é uma adaptação das fábulas de Esopo para a linguagem teatral. Sem exigir elenco numeroso, cenários complicados nem falas longas para decorar, as peças foram feitas não só para serem lidas como também encenadas pelas crianças, como uma gostosa diversão.
No palco, todo mundo vira bicho! É a continuação de Quando os bichos faziam cena. Traz novas fábulas e peças, mas a filosofia do trabalho é a mesma: montar uma peça de teatro em qualquer lugar, na sala de aula; no quintal; em casa, num dia chuvoso; no salão da igreja; no pátio do prédio. Nada de cenários complicados, nada de falas longas para decorar. O que importa aqui é transmitir a beleza e a sabedoria das fábulas de Esopo.
Filó Filomena da Gema, uma ratinha cor-de-rosa de rabinho azul-escuro, tem um sonho. Sonha com um ratinho amarelo de rabinho azul-escuro. E quer porque quer se casar com ele. Vários pretendentes de tudo quanto é jeito aparecem para pedir sua mão em casamento. Ela nem dá bola, nem mesmo quando surge o mais bonito de todos. Ninguém põe muita fé de que seu ratinho "encantado" possa aparecer, mas Filó continua acreditando na força do seu sonho. E você, acha que ele vai virar realidade? Uma fábula para a persistência. Fonte
A questão dos refugiados está todos os dias nos jornais, revistas, televisão,… em todo lugar. E, por isso mesmo, ao alcance dos olhos e ouvidos das nossas crianças. Mas esse não é um tema simples para abordar com elas. Então, como explicar? O livro “A menina que abraça o vento”, da jornalista, mãe e escritora Fernanda Paraguassu, cumpre essa função com muita sensibilidade e delicadeza.
A menina que abraça o vento conta a história de Mersene, uma garotinha que teve que se separar de parte da família para fugir do triste conflito vivido na República Democrática do Congo. Enquanto se adapta à nova vida no Brasil, ela cria uma brincadeira para driblar a saudade.
A leitura pode preencher de afeto o coração de leitores de todas as idades, desde os leitores que
estão iniciando sua trilha na leitura até aqueles que já são mestres em devorar muitas e diversas
narrativas. A beleza dessa história é capaz de encantar a todos! Aqui temos uma excelente oportunidade de trabalhar a competência socioemocional da empatia.
E como fazer?
Que tal convidar os alunos e professores a escreverem cartas para pessoas refugiadas?
As cartas podem oferecer carinho, compreensão e amizade, apesar da distância.
Outra iniciativa possível é convidar uma pessoa refugiada para um bate-papo virtual com as turmas, com partilha de experiências.
Depois dessa conversa, cada aluno e professor também (claro!) podem fazer
um cartão digital com uma mensagem especial para o(a) convidado(a).
Aqui vale trazer o que mais
tocou durante a conversa, dividir algo que marcou sua vida também com essa pessoa, desenhar ou
copiar algo que ajude a lidar com a saudade da terra natal, entre muitas ações bonitas possíveis. Fonte
Neste trabalho, propomos trabalhar o tema refugiados através da história de
Mersene4
, com uma turma dos anos iniciais do ensino fundamental.
O termo refugiados
vem fazendo parte da bagagem de cada vez mais pessoas.
São mais de 22 milhões de
pessoas que saem de seus países fugindo de guerras e perseguições. Refugiados são
migrantes forçados que segundo Fraga, Michielin e Chaves (2017), fogem de seus países
por situação de violência, perseguição, conflitos internos ou outras situações que violem
os direitos humanos, em busca de proteção.
Recentemente, houve uma importante mudança de paradigma, acompanhada de uma alteração na forma de uso do termo migrante.
Nessa nova configuração, ressalta-se o reconhecimento do migrante enquanto sujeito de direitos, não o definindo a partir de se este “sai” ou “entra” de determinado território nacional (i ou emigração) ou mesmo se permanece nele.
Trata-se, nesse sentido, de enfocar principalmente a migração enquanto fenômeno humano, que necessariamente atravessa os diferentes territórios nacionais, envolvendo diversos atores e processos transnacionais.
Comparado a “imigrante”, “emigrante” e “estrangeiro”, então, o termo migrante nos convida a considerar que atravessando ou não fronteiras nacionais, a mobilidade, o deslocamento e os movimentos são aspectos tão fundantes do humano tanto quanto a permanência, o estabelecimento e os enraizamentos.
Refugiados
A Convenção de Genebra de 1951, normativa que inaugura o Direito Internacional dos Refugiados, considera refugiada a pessoa que se encontra fora do seu próprio território nacional, por “fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política (…)”
Dentro das muitas
possibilidades didáticas encontramos a literatura infantil, que é um pilar onde as crianças
despertam para o mundo imaginário e da fantasia. Neste trabalho, nossa proposta é
trabalhar o tema refugiados no ensino de geografia através da história de Mersene3
, com
uma turma dos anos iniciais do ensino fundamental. Continua sobre esta obra:AQUI
A prática adotada pelo ACNUR é se referir a grupos de pessoas viajando em movimentos mistos como “refugiados e migrantes”.
Essa é a melhor forma de permitir a compreensão de que todas as pessoas em deslocamento possuem direitos humanos que devem ser respeitados, protegidos e satisfeitos; e que refugiados e solicitantes de refúgio possuem necessidades específicas e direitos que são protegidos por uma estrutura legal específica. Mais detalhes: AQUI
Que tal juntar literatura e competências socioemocionais no dia a dia de seus alunos e
professores? Um bom livro pode ser o disparador de uma diversidade de emoções, que se
trabalhadas poderão se transformar também em conhecimento de si e do outro. É uma
oportunidade de dar ouvido também às emoções complexas, sem atitudes de julgamento e repressão, mas sim de acolhimento e escuta. Fonte
De onde será que vem o vento? Quando as crianças empinam papagaios, será que elas imaginam de onde vem e como se forma aquele ventinho tão esperado? Elas já pararam para pensar que, sem o vento, a natureza nem mesmo existiria? A obra mostra que é o vento que semeia, que forma as correntes marinhas e as dunas dos desertos. Se não fosse o vento empurrando as caravelas, Cabral não teria chegado aqui?
Movimento do ar
• Transferência de energia
• Tecnologias baseadas no movimento do
ar (moinhos, usinas eólicas, embarcações
a vela)
• Dispersão de sementes
• Voo
• Ação eólica sobre o relevo
Pode parecer estranho, mas vivemos no "fundo de um oceano de ar".
O ar está à nossa volta, sobre a terra e os oceanos. O ar está ao redor do nosso planeta.
O ambiente da atmosfera está presente em outros ambientes constituindo o "ambiente dos ambientes".
Ao acompanhar as aventuras vividas por Carol e Rique, você terá a oportunidade não só de explorar um meio muito diferente e peculiar - a atmosfera - como também de conhecer suas características, que vêm sendo estudadas pelos cientistas ao longo da história, e entender suas relações com os diferentes seres vivos que habitam nosso planeta, como microrganismos, plantas, animais e inclusive o homem. Com roteiro de Luiz Eduardo Ricon e Maya Reyes Ricon.
Atividades para imprimir
Atmosfera
Essencial à manutenção da vida na Terra, o ar é um mistura gasosa que constitui a atmosfera terrestre. Ele é composto por vapor de água, nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono e outros gases.
O meio ambiente e a convivência entre pessoas diferentes.
Este divertido e premiado conto de Sylvia Orthof, Prêmio Orígenes Lessa da FNLIJ em 1987, narra as aventuras de três chapéus que saem voando com o vento até encontrar uma velha muito ocupada, que deseja se separar do marido. Ela também é levada pelo vento e viaja com os três chapéus por montanhas, pelo mar e pelo sertão. O vento, zangado, não entende a linguagem dos chapéus, venta até uma livraria para procurar um dicionário. Mas como sua natureza é ventar, causa a maior confusão: espalha o livreiro para um lado, o freguês para outro e fica tudo de pernas para o ar. Mas o amor triunfa, a velha reencontra seu velho asmático, novamente se apaixona e decide voltar a viver com ele por muitos anos.
Este livro de Leo Buscaglia apresenta uma história de grande sensibilidade, maravilhosamente sábia e extraordinariamente simples de uma folha.
Como essa folha e suas outras companheiras mudam com a passagem das estações, caindo finalmente ao solo com a neve do inverno, é uma alegria estimulante, ilustrando o delicado equilíbrio entre a vida e a morte.
Crianças e adultos ficarão profundamente comovidos com o tratamento inspirado de um aspecto tão sensível da vida real.
Proposta Ouvindo Outono de Vivaldi AQUI Apresentação: AQUI Mais Vivaldi no Linguagem e Afins AQUI
Frotagem
A palavra “frotagem” vem do francês frotter, que significa “esfregar”.
A técnica da frotagem consiste em colocar uma folha de papel sobre uma superfície que apresente um relevo ou uma textura e esfregar com o material escolhido, pressionando-a até que apareça o relevo ou a textura.
Na técnica da frotagem (processo direto, diferente da gravura, que é um processo invertido, com o espelhamento da imagem), usa-se lápis ou o giz de cera para registro da imagem.
Materiais para a frotagem
papel canson;
papel sulfite;
clipes;
lápis;
giz de cera;
placa de E.V.A.;
cola e tesoura.
Oficina de frotagem
Etapas
Esta atividade será dividida em quatro momentos:
1- preparação do desenho;
2- preparação da matriz;
3- impressão;
4- finalização.
Preparação do desenho: o modelo da releitura pode ser em papel sulfite, no modo direto.
Preparação da matriz: desenhar na placa de E.V. A. os elementos da gravura e colar no papel canson, formando a composição.
Impressão: colocar o papel sulfite sobre a matriz, prendendo as extremidades com clipes. Passar o giz de cera sobre o sulfite até surgir à imagem. A impressão pode ser feita com cores variadas e sobreposta.
Finalização: idêntica ao procedimento feito na gravura.
Através da Técnica de Frotagem (significa esfregar), os alunos usaram folhas naturais, secas e lápis de cor, esfregaram o lápis sobre a folha branca, e assim transferindo o desenho da folha natural ou seca para a folha branca.
Depois de feito isso, recortaram as folhas coloridas e usaram nos desenhos do leão (juba) e porco espinho (espinhos).