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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quinta-feira, setembro 12, 2019

O cravo brigou com a rosa,e agora?>Coletânea especial> O cravo e a rosa>Valores/Perdão>12/09/2019


Leila Pereira
Finalmente você vai entender a causa de "tão famosa briga" e conhecer o seu desfecho. De forma divertida, a autora brinca com a conhecida cantiga de roda, ambientando-a num jardim. 
Temas abordados: cantigas populares, brigas, amor, reconciliação, flores de jardins.
Por que o cravo brigou com a rosa?
Opiniões...

DES-CIONÁRIO é uma série com depoimentos de crianças que definem palavras de acordo com seu repertório. Mesmo que as palavras tenham um significado oficial, o entendimento das crianças sobre elas pode variar bastante. Isso pode despertar diversas reflexões.

Essa série é fruto de uma parceria entre o coletivo Pedal - Pedagogias Alternativa e a Rede TVT.
O principal objetivo destes programas é produzir conteúdos que fortaleçam os princípios da cidadania.
O cravo e a rosa
Atividades: escrita de palavras
 Portinari/DaCosta
Aula/O cravo e a rosa
  • Conhecer e identificar o que são cantigas populares do folclore brasileiro;
  • Aprender e vivenciar a cantiga popular “O cravo e a rosa”;
  • Desenvolver habilidades de escuta e respeito à fala dos colegas;
  • Desenvolver práticas de leitura e escrita;
  • Pesquisar e registrar cantigas de roda;
  • Valorizar as cantigas e as brincadeiras do passado que fazem parte da nossa cultura;
  • Desenvolver a expressão oral, o vocabulário, e a criatividade;
  • Proporcionar a leitura e a escrita das canções, enfatizando o registro como algo importante para a preservação da cultura popular;
  • Ampliar o repertório de músicas dos alunos e brincadeiras de roda, desenvolvendo a socialização e o trabalho cooperação.    AQUI
Aula/bingo
AQUI
Aula/Escrevendo com cantigas de roda
AQUI
Toda a sequência: AQUI
Canto o cravo brigou com a rosa
Atividade com palitos
História de papel
Quintal da cultura

Cantando em ritmo rock


Diversidade textual
As cantigas populares são um gênero intersimiótico, ou seja, elas harmonizam ao mesmo tempo linguagem verbal e a musical (ritmo e melodia).
As cantigas são gêneros passados oralmente, de geração em geração, em brincadeiras infantis. São parte das manifestações populares da cultura e marcam a lembrança de adultos e crianças,por isso devem ser trabalhadas na escola.   Sugestões:  AQUI
Uma caixa pode virar brinquedo: AQUI

Em PDF
AQUI
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M%C3%A1scara +Rosa+Chorando - Máscaras para a Primavera
Mais: AQUI
Projeto Ciranda
Para apresentações/Sarau/Mostra /Feira cultural
Música
Por que o cravo brigou com rosa/sertanejo/junino
Uma versão para teatro
AQUI
Música 
No reino das flores
AQUI
Atividade para Ensino Religioso e alfabetização:
Aproveite para falar sobre perdão, amor ao próximo, amizade, gratidão, paz, fraternidade… 
Sobre os valores humanos que todos nós devemos conservar. Afinal, são estes valores que estão em voga agora nesta pandemia. Mostre os bons exemplos de várias pessoas no mundo inteiro.
Sugestão:

A cantiga de roda faz da música uma brincadeira para as crianças brasileiras. As canções infantis pertencem à tradição oral e trazem sempre uma letra simples de memorizar, recheada de rimas, repetições e trocadilhos. Inspirada em uma das cantigas mais conhecidas do folclore brasileiro - 'O Cravo brigou com a Rosa' -, a escritora Sandra Lopes cria uma narrativa original bem-humorada no livro 'A ciranda do Cravo e da Rosa'. Os personagens e os cenários do livro ganham os traços e as cores da ilustradora Simone Matias.
Mais cravo e a rosa/Escrita de palavras: AQUI

O cravo e a rosa: PDF:
O livrinho o Cravo e a Rosa é uma adaptação da cantiga de mesmo nome. Num jardim um aroma chama atenção, este exala por todo jardim. Lá bem no meio a mais bela de todas as rosas vive a sonhar. Um belo dia plantaram bem juntinho dela um cravo.
Livro AQUI
Trabalhando valores: AQUI
Aula: AQUI





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terça-feira, maio 14, 2019

A viagem>Um tema atual que ultrapassa fronteiras>Um ovo para a paz>14/05/2019

Trata-se de um tema atual e também atemporal – já que envolve família, amor, esperança e coragem. Pode e deve ser apresentado e debatido junto às crianças.
Capa do livro A viagem
Francesca Sanna
Como deixar tudo para trás e viajar quilômetros rumo a um lugar desconhecido?
 Essa é a jornada de milhões de refugiados ao redor do mundo. 
Nas malas, poucos pertences. No coração, o medo do desconhecido e a esperança.
Inspirado em relatos reais de pessoas que foram forçadas a sair de sua terra natal e narrado pelo olhar de uma criança, A viagem é uma obra que ultrapassa todas as fronteiras. 
Um sensível voo cheio de significados para o nosso tempo.
Mais sobre a obra:  AQUI

Eraldo Miranda
Temas abordados: paz, erro e perdão, amizade, amor, união entre as pessoas.

Esta é uma história sobre um planeta chamado Unos, habitado por curiosos povos que viviam em paz. Porém, certo dia um pequeno ovo quase levou-os a uma guerra. 
Abra este livro e prepare-se para conhecer esta intrigante história.

Proposta de trabalho
AQUI





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sexta-feira, outubro 20, 2017

O pedacinho de carvão>Perdoar sempre> Atividades Natal>Estímulos literários>20/10/2017

O Natal é, em si, um episódio de milagre; por isso, nessa época do ano se contam histórias sobre adventos, renascimentos e salvações, entre toda sorte de acontecimentos maravilhosos.



Em O pedacinho de carvão, Lemony Snicket, autor das Desventuras em Série, faz um relato repleto de milagres, vividos por um pedacinho de carvão que estava interessado em ser artista. Ele sonhava poder desenhar linhas pretas e rústicas sobre uma tela ou, mais provavelmente, sobre um peito de frango ou um filé de salmão ao participar de um churrasco. Mas ele vivia no hemisfério norte e ainda por cima estava no fim do ano, quando faz frio e ninguém pensa em churrasco com neve.

É por isso que ele um dia cai de um saco e sai a zanzar - um segundo milagre, já que normalmente carvão não pensa nem anda - à procura de alguma coisa interessante para fazer. A partir daí, é milagre que não acaba mais.
Para todos os efeitos, basta dizer que o pedacinho de carvão vive situações inusitadas (como conhecer o Papai Noel em uma loja de conveniência) até virar dono, junto com um amigão que ele faz no meio do caminho, de um restaurante de comida coreana, que funciona como ateliê de arte durante as noites de frio.
Uma “típica” história de Natal saída da cabeça maluca e descontraída do autor que narrou, com tanto sucesso, as agruras de três irmãos gêmeos que atendiam pelo sobrenome de Baudelaire.

Ouvindo a história
Atividades Natal
Pequenas histórias natalinas
Com interpretação
Desdobramento
Perdoar sempre


Livro
Ouvindo: AQUI

Outra versão+ atividades








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quarta-feira, junho 27, 2012

Desculpe-me> Tolerância>Bullying> Pinote o fracote...>Trilha de leitura> 27/06/12



Desculpe-me
Coleção Pequenas Lições
Editora Soler
Veja o livro aqui:


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.


Descrições do vídeo: TRILHA DE LEITURA PARA EXPLORAR A OBRA


Respeito e tolerância também se aprende na escola

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Possibilitar vivências em que as crianças reconheçam outras formas de resolução de conflitos, baseado no diálogo e na negociação.

Duração das atividades
Duas aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
As relações entre as crianças.

Estratégias e recursos da aula
1º Momento
O professor deve propor momentos de brincadeiras e observar as crianças, o modo como resolvem os conflitos, as disputas, as diferenças de pensamento e maneira de ser.A partir daí propor uma conversa na roda com as seguintes perguntas:
■Quando um colega não deseja brincar com a gente, como cada um reage?
■Como devemos agir quando um amigo fica chateado conosco e não quer mais brincar?
O profesor registra as falas dos alunos na roda e depois propõe que cada criança anote suas reações, jeitos de resolver seus conflitos, depois eles devem ilustrar.
 Em seguida, o professor organiza um mural com o registro dos alunos para que todos possam conhecer as diferentes formas de resolver um problema quando está chateado.

2º Momento
O professor faz a Leitura do livro Pinote, o fracote, Janjão, o fortão de Fernanda Lopes de Almeida.

 
Você conhece esse conto infantil?
Ele fala, numa linguagem simples e para crianças sobre como alguns tentam impor pela força as suas vontades, o desrespeito e a humilhação sobre aqueles a quem imaginam dominar.
Por fim, mostra como a inteligência prevalece sobre a força bruta.
Ótima maneira  para resolver o problema de relações assimétricas tão comuns entre crianças e jovens. Janjão sempre se aproveitou das brincadeiras com amigos para abusar , ridicularizar, mandar como rei.
Até que um dia é desafiado por Pinote, o fracote, de forma muito inteligente e que o desconcerta.

Eis o conto:
Pinote era o menino mais fraquinho da turma. Mas derrubou Janjão, o fortão.
Um dia, a turma resolveu brincar de Rei dos Piratas. Está claro que o Rei era o Janjão. Janjão, como sempre, aproveitou para abusar: Jogou pedras no Veludo e obrigou os piratas a jogarem também, passou rasteiras nas galinhas e só parou quando o galo tomou uma providência, agarrou o galo pelo pescoço e deu ordem aos piratas:
– Prendam esse criminoso!
Avançou na bicicleta da Juju e, quando a Juju reagiu, obrigou todo o mundo a lutar com ela. Ficou passeando de bicicleta e não deixou ninguém dar uma voltinha, mandou invadir o pomar de Seu Manuel e não deixou ninguém comer nada, comeu todas as frutas sozinho e jogou as cascas em cima dos piratas, contou uma porção de piadas sem graça e ordenou aos piratas:
– Que estão esperando? Comecem a rir!
Foi então que reparou em Pinote e viu que Pinote não estava rindo. E se lembrou que Pinote não tinha obedecido a nenhuma de suas ordens.
– Pirata Pinote! Estou reparando que você não me obedeceu em nada.
Quer ir preso?
– Não quero, não, Rei.
– Então por que não está rindo?
– Se o senhor quiser, eu posso rir com a boca.
Janjão fez a maior caçoada de Pinote:
– Ha! Ha! Ha! Só se pode rir com a boca, bobão!
– Engano, Rei. A boca pode estar rindo e o pensamento não estar.
Janjão ficou furioso:
– Pois diga ao seu pensamento que ele tem que achar graça nas minhas piadas!
– Sim, senhor.
Janjão contou outra piada. Pinote riu com a boca. Janjão ficou na maior dúvida. De repente Janjão começou a chorar. Todos foram socorrer Janjão, que teve de ser carregado para casa. Ficou de cama e emagreceu três quilos. Nunca mais conseguiu brincar sossegado de Rei dos Piratas. Ficava sempre com aquela cisma:
– Que será que o pensamento do Pinote está pensando?


Após a leitura inicia um diálogo na roda sobre a história.
Sugestão de algumas questões para refletir com as crianças durante o debate:
■Por que o Janjão era o mais forte da turma?
■Por que o Janjão é o fortão?
■Por que o Janjão só mandava fazer coisas más?
■Por que os colegas aceitaram fazer aquelas brincadeiras?
■Por que o Pinote não fez nada?" Por que pinote era o fracote?
■Por que o Janjão é o fortão e não conseguia vencer o pensamento do Pinote?
Em seguida, sugere uma atividade individual de reescrita do texto mudando o final da história.


3º Momento:
O Professor propõe a construção de uma história coletiva baseada do livro de Fernanda Lopes de Almeida, uma outra versão do texto lido.


4º Momento:
Realizar uma brincadeira simbólica a partir da história lida.
As crianças com a professora organizam a sala para a brincadeira, combinam entre elas quais os personagens que irão representar.
Nessa atividade, o professor pode ser acresentar novos personagens de modo que todas as crianças da sala possam brincar.


Recursos Complementares
Leitura dos livros:
RUTH ROCHA . Quem Tem Medo de Dizer Não? Editora: Global 2002.
TODD PARR. Livro dos Sentimentos. Editora: Panda Books: 2006
Consulte o site http://www.rosangelatrajano.com.br/ /


Avaliação
Verificar se houve mudanças na forma como as crianças lidam com os conflitos, as disputas e as diferenças.



Pinote para colorir:

Diálogo
Trouxe daqui:


OS ESPINHOS NOSSOS DE CADA DIA

Autor: Delma Faria Shimamoto
O que o aluno poderá aprender com esta aula
O aluno poderá vivenciar a tolerância e a sua importância para a construção de relações harmoniosas entre os homens.

Duração das atividades
01h/a

 Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE I:
Instruções para o professor:
1. Entregue este texto para os alunos.
2. Divida-os em grupo e solicite-lhes que dramatizem a narrativa.

A FÁBULA DOS PORCOS-ESPINHOS

Durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.
Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais.
Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro.
E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente.
Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível.
Vida ingrata, porém... os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor.
Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se.
Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco.
Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância um do outro.
Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.
(Extraído e adaptado RANGEL: Alexandre. As mais belas parábolas de todos os tempos. BH: Ed. Leitura, 2004)

ATIVIDADE II:
Instruções para o professor:
1. Esta atividade não deverá ser aplicada nos primeiros dias de aula.
2. O professor providenciará fichas com duas cores de aproximadamente 10 cm x 2 cm.
Numa fichinha será escrito: a sua maior qualidade é.... e na ficha de outra cor: você precisa ser mais.....
3. Cada aluno receberá duas fichinhas de cada cor.
4. A utilização das fichas é facultativa.

PRIMEIRO MOMENTO:
1. O professor deixará os alunos escolherem seus pares. As duplas serão formadas por afinidade.
2. As fichinhas serão entregues para cada aluno do par.
3. Diante do par escolhido, cada aluno preencherá as fichinhas. Numa será registrada uma qualidade que o colega possui e na outra, uma atitude ou comportamento, que o colega possui e que deverá se esforçar para melhorar.
4. Sob a orientação do professor trocarão as fichas e conversarão entre si.

SEGUNDO MOMENTO:
1. Sob orientação do professor, duas filas serão formadas, onde os alunos da sala ficarão de frente um para o outro.
2.O professor deverá ter o cuidado de verificar que os pares não sejam os mesmos da atividade anterior.
3. As fichinhas serão entregues para serem preenchidas e sob a autorização do professor trocarão as fichas e conversarão entre si.

TERCEIRO MOMENTO:
Todos os alunos retornam para os seus lugares. A professora solicita a participação voluntária dos alunos.
Neste momento, é preciso que seja criado um ambiente de muita descontração para garantir a participação de todos os que quiserem se manifestar.
Solicite aos alunos que descrevam:
1. o que sentiram quando foi lida a sua qualidade e quando foi identificado o comportamento/atitude que deveria ser melhorado.
2. se ficaram surpresos.
3. o que pensam em fazer de agora em diante.
4. a relação da fábula dos porcos-espinhos com esta dinâmica.
5. Pergunte-lhes também se acham que outros colegas poderiam ter a mesma opinião do que escreveu seu par no primeiro e no segundo momento.

Sugestão para o professor:
Caso seja necessário, o fechamento desta atividade poderá ser realizado na próxima aula.
O mais importante é que ele ocorra e que todos possam manifestar sua opinião.
Cabe ao professor, conduzir os alunos a concluírem que nós todos temos qualidades e defeitos (espinhos).
Se os defeitos dos outros nos incomodam é preciso termos convicção de que os nossos também incomodam aos outros.
Muitas vezes achamos que não temos defeitos e ficamos surpresos quando alguém nos aponta nossas imperfeições.
Diante disto, podemos ter várias reações: negá-los, justificá-los, ignorá-los, subestimá-los, etc.
No entanto, como precisamos uns dos outros, o mais sábio é procurarmos corrigir nossas dificuldades, tolerarmos as dificuldades dos outros e aprimorarmos nossas virtudes para a garantia de uma saudável convivência.

Avaliação
O professor, por meio das interações entre os alunos, poderá verificar se alcançou o objetivo da atividade.
Sugerimos que esta atividade seja reaplicada, após algum tempo, para que os próprios alunos se avaliem







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quarta-feira, junho 13, 2012

Perdoar sempre> O grande arrasador de mundos e outros> 13/06/12



Perdoar, sempre!
Coleção pequenas lições
Editora Soler

O pai da Aninha lhe mostrou uma lição:
Não devemos ficar com raiva de ninguém



AQUI
Quem é o vilão?
Pisei na bola.E agora?
Selma Said
Editora Vozes

Neste capítulo a autora conta que  Betão sentia raiva da professora.
Dizia ele que ela era chata, que implicava com ele...







VALORES HUMANOS MUDAM CONFORME O LUGAR?


O que o aluno poderá aprender com esta aula
1. Reconhecer a importância dos valores humanos para o desenvolvimento pessoal e social.
2. Identificar e refletir de maneira crítica sobre os valores praticados ou não em diferentes situações sociais.

Duração das atividades
Duas ou mais aulas de 50 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Professor, para o desenvolvimento desta aula, será necessário que os alunos saibam como produzir histórias em quadrinhos ou tirinhas. Para isto, você poderá obter informações e exemplos, acessando os sítios abaixo indicados:


“Como fazer uma história em quadrinho”;


 “Quadrinhos - Turma da Mônica”.

Estratégias e recursos da aula
Comentários para o professor:
Os valores humanos são fundamentos morais e espirituais da consciência humana, tais como: respeito, solidariedade, cooperação, honestidade, paz, verdade, justiça, ética, generosidade, disciplina, amizade, responsabilidade, tolerância, integridade, amor, liberdade, não violência, igualdade, não discriminação, perseverança, simplicidade, paciência, compaixão, prudência, retidão, humildade, coragem, delicadeza, determinação, discrição, obediência, compromisso e outros.
Estes valores são essenciais para o desenvolvimento integral do indivíduo e, consequentemente, para uma sociedade mais equilibrada, saudável, justa e feliz.
Desse modo, é importante e necessária a vivência cotidiana destes valores, pois não se ensina cooperação como um valor sem a prática da cooperação; não se ensina justiça, sem a reflexão sobre modos equilibrados de se resolverem conflitos; não se ensina tolerância sem a prática do diálogo.
Assim, quanto mais se exercitar os valores e possibilitar trocas diversas entre as pessoas, mais amplo poderá ser o exercício da reciprocidade - pensar e considerar o que pode ter valor para si e para o outro.
Professor, para maiores informações acerca do tema “Valores humanos”, você poderá acessar os seguintes sítios:

l "Axiologia: os valores”

“Educação em valores humanos: o resgate da construção do indivíduo ético”.

 “Valores na escola”.

Momentos da aula:
1º Momento: O professor deverá, inicialmente, apresentar o vídeo “Valores Humanos”, acessando o sítio http://www.youtube.com/watch?v=yY-2HAyOH2w.

Em seguida, instigar os alunos a identificar e comentar sobre os valores humanos abordados no vídeo. Complementar a discussão com as seguintes questões:
Vocês conhecem outros valores que não foram citados no vídeo?
Quais são eles?
No dia a dia, as pessoas têm ou não exercitado estes valores?
 Quais valores vocês têm praticado em casa, na escola e em outros espaços sociais?
E quais vocês têm deixado de praticar? Por quê?
(Professor, registrar na lousa os valores relatados pelos alunos e, se necessário, acrescentar outros valores que não foram citados por eles ).

2º Momento: Para enriquecer a discussão, utilizar o vídeo “Chico Bento – Na Roça é Diferente”, acessando o sítio http://www.youtube.com/watch?v=X588TuX1Wv0&feature=related
 .
Logo após assistir ao vídeo, o professor deverá propor aos alunos que iniciem a discussão pelo título: O que na roça é diferente? Comentar, também, sobre os valores praticados por Chico Bento (respeito, amor /carinho/delicadeza, paciência, tolerância, simplicidade, humildade, cooperação, solidariedade, v erdade, não-violência...) e o que o primo do Chico Bento aprendeu nos dias em que passou no sítio. Na sequência, perguntar: Vocês concordam ou não que os valores mudam conforme o lugar (por exemplo: da “roça” para a cidade; de casa para a escola...)?

3º Momento: Alunos divididos em pequenos grupos. O professor apresentará a seguinte proposta: Cada grupo deverá pensar em uma situação relacionada aos valores humanos, que será contada por meio de história em quadrinhos ou tirinhas criadas pelos alunos de cada grupo, podendo utilizar o próprio Chico Bento e também outros personagens da Turma da Mônica.

4º Momento: Cada grupo deverá apresentar a sua história ou tirinha, para que toda a turma possa fazer comentários, trocar idéias relativas às situações criadas.
Posteriormente, professor e alunos poderão socializar para outras turmas e educadores da escola interessados pelo tema, a reflexão feita pelo grupo quanto aos valores humanos e as histórias produzidas pelos alunos. Na sequência, possibilitar que essa reflexão se amplie no sentido de abrir espaço para que os participantes possam também emitir opiniões, trocar informações e experiências acerca do tema.

Recursos Complementares
Professor, você poderá assistir ao vídeo “Mudança de valores” (dublado e legendado), como forma de enriquecer as discussões com os alunos, acessando o sítio

Avaliação
A avaliação deverá ser contínua, processual, diagnóstica.
Auto-avaliação dos alunos (oral ou por escrito): Participação individual e grupal nos diferentes momentos da aula.
Avaliação dos alunos pelo professor: Envolvimento e participação dos alunos nas discussões e na produção grupal. Respeito aos momentos de fala e escuta e às opiniões dos colegas. Verificar em relação aos alunos a capacidade de: reconhecer a importância dos valores humanos para o crescimento pessoal e social; identificar valores que são praticados ou não em diferentes situações sociais; trabalhar de forma cooperativa e respeitosa com os colegas; produzir histórias em quadrinhos ou tirinhas de maneira criativa e adequada ao tema.




Vejam aqui aulas sobre sentimentos
Aprendendo a se conhecer




O grande arrasador de mundos
Jeo Safá

Biba queria muito uma coisa, mas ela não aconteceu.
 O fim detarde é chuvoso, não tem nada para fazer, então ela, chateada, vai para seu quarto tirar um cochilo.
Mas algo incrível vai acontecer.
Pela vidraça chuviscada da janela, o Grande Arrasador de Mundos penetra em seu sonho.
O que poderá acontecer nesse fim de tarde que parecia sem graça e perdido?

Assunto: convívio em família e o medo infantil.
Interdisciplinaridade: Identidade e Autonomia, Corpo e Movimento e Artes Visuais.
Transversalidade: afetividade, pluralidade cultural e saúde emocional.
Propostas: organizar com as crianças discussão sobre o que a deixa chateada e sobreseus medos. O que chateia as meninas, chateia os meninos?
Os medos das meninas são os mesmos dos meninos.
O que eles fazem quando estão chateados ou com medo?
Que tal inventar estratégias de enfrentar, com auxílio da família, dos professores eamigos, essas situações?
Indicações:
- Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental

Texto by krika
Com o dia chuvoso Biba estava aborrecida e até com uma raivinha do mundo...
Um dia cinzento e chato para ela,além disto estava sem amigas para brincar. Fez birra com a mãe, e contrariada, foi ficar triste em seu quarto.

(...) " Que raiva teve também naquela hora.
-Ora bolas, por que o mundo não se acaba agora?
A gota de chuva, iluminada pela luz da rua, engordando na vidraça, piscava.
Biba sentiu os olhos cansados de olhar aquela gota e se encolheu toda na cama fofa."

De repente aparece para Biba uma grande cabeça de lata dizendo que ía dar cabo do mundo.
Biba assustada perguntou a lata quem ela era. A lata respondeu que ela desejou que o mundo se acabasse, e por isto estava ali para cumprir seu desejo.  Já que era  um grande arrasador de mundos!
Sentindo medo Biba viu aquela lata se multiplicar. Quanto mais medo,mais latas apareciam ao seu redor. Era sua imaginação negativa,raivosa, que trazia tantas imagens horrendas.
Pensou então em flores lindas para o pesadelo de lata desaparecer.
Biba sonhou com cores maravilhosas,mas as latas medonhas ainda estavam lá.
Biba encheu-se de coragem, firmou seu pensamento em coisas maravilhosas, enfrentou seu pensamento negativo com convicção e assim aquele arrasador de mundos transformou-se em gotinha de chuva, gorducha e cintililante, escorrendo lentamente pela vidraça.





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