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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, fevereiro 15, 2023

Kunumi Guarani>Tem índio pra todo lado>Diversidade cultural indígena>Caminho do ouro ilegal>16/02/2023

 


Ouvindo a história: AQUI

Werá Jeguaka Mirim é um menino guarani. Neste livro, ele nos conta onde fica a aldeia em que mora, como é a sua casa, as brincadeiras preferidas e como é o seu dia a dia.  Prepare-se para conhecer a vida de uma criança indígena e a riqueza de seu povo.

Tem índio pra todo lado

A publicação traz os povos indígenas em situações cotidianas e inseridos tanto em espaços tradicionais, a exemplo das aldeias, como nas áreas urbanas. Vinícios Ferraz esclarece que, além de dar visibilidade à questão indígena, o livro procura mostrar o índio ocupando posições sociais que são estereotipadas como lugar de "homem branco".

"Via de regra, os indígenas são retratados nos livros, principalmente nos didáticos, sempre na perspectiva do passado. Mas os índios estão vivos no nosso presente. A ideia é pensar, a partir desse estranhamento, na forma como eles estão vivendo hoje. Em áreas urbanas, não só nas matas", detalha o autor. Para Vinícios Ferraz, a literatura infantil tem um papel fundamental na tradução dos personagens e pessoas que estão presentes no "Brasil profundo", nas origens do povo brasileiro. Pedagogo de formação, o escritor sugere que o livro pode ser lido para (ou por) crianças de qualquer idade. Cada página traz uma ilustração e o texto funciona como se fosse uma legenda da imagem. "Tem índio que não quer contato", diz o autor na página 14. "Tem índio todo antenado", afirma na página seguinte.

Visualmente, a figura indígena tem apelo com as crianças "urbanas" desde cedo. Estímulos visuais como a vestimenta tribal compõem a identidade tradicional do índio e são elementos lúdicos no imaginário infantil. A obra vai além dessa questão visual e procura levar, aos pequenos leitores, informações sobre os povos indígenas, sem se prender a estereótipos. "Os índios estiveram muito presentes no contexto da nossa colonização, embora a presença deles no Brasil seja bem mais antiga. Hoje, há os que ainda vivem da caça e da pesca, mas também os que utilizam celular. "Fonte

Ouvindo tem índio pra todo lado: AQUI, AQUI

Os índios de ontem e os indígenas de hoje: PDF: AQUI, AQUI

Diversidade cultural indígena

Vá além do tradicional “dia do índio” e veja como abordar em sala de aula toda a cultura indígena de modo reflexivo e sem estereótipos. Confira o artigo!

O calendário escolar reserva diversas oportunidades para trabalhar a criatividade e o conhecimento sociocultural dos alunos. Por exemplo, o dia 19 de abril é uma chance de apresentar a trajetória do nosso país, valorizando os povos indígenas. Mas o “dia do índio” não deve ser a única oportunidade de trabalhar os povos que são a origem do nosso país, que são parte da nossa história. Como então trabalhar a cultura indígena em sala de aula de forma reflexiva e sem reforçar visões estereotipadas? Em um mundo cada vez mais conectado, o professor precisa estar atento para não reafirmar impressões que não condizem com a realidade dos povos indígenas, celebrando nossas diferenças e valorizando o respeito. Para tanto, é preciso deixar de lado atividades tradicionais e proporcionar uma reflexão por meio de leituras, músicas e filmes que abordam o cotidiano indígena mais profundamente.

Para ajudar a fugir dos estereótipos e oferecer uma aula dinâmica e instrutiva, separamos algumas maneiras de abordar essa temática com a sua turma. Continue a sua leitura e confira!

Qual a diferença entre a palavra “índio” e “indígena”? Antes de apresentarmos nossas sugestões, vamos abordar a palavra que muitas vezes é utilizada para referir-se aos povos nativos. Segundo o escritor Daniel Munduruku, doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), embora empregadas usualmente como sinônimos, não existe uma relação direta entre os significados de “índio” e “indígena”.De acordo com Munduruku, a palavra “índio” não possui um significado definitivo entre os dicionários. Muitas vez, está associada a diversas características negativas como selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, etc. A expressão “indígena”, por sua vez, retira os aspectos negativos e associa-se diretamente a ideia de “original do lugar, nativo”.

Dessa forma, embora o dia 19 de abril seja nacionalmente conhecido como “dia do índio”, o mais adequado é utilizarmos a expressão “indígena”, a fim de retirarmos às associações ruins que fazem desses povos e valorizarmos sua presença desde a origem do país. 

Como abordar o dia do índio e propor uma reflexão na escola?

Agora que falamos sobre os significados carregados pela palavra “índio”, vamos apresentar algumas maneiras de fugir das abordagens estereotipadas dentro das salas de aula, proporcionando um conhecimento aprofundado e sociocultural para os alunos. Fuja de imagens generalizadas.

Existe uma grande variedade de povos indígenas em nosso país. Cada civilização tem códigos de condutas, hábitos e costumes diferentes.

Portanto, é positivo fugir das imagens reproduzidas em atividades de colorir que trazem uma visão generalizada dos indígenas. Faça uma pesquisa e estude detalhadamente um dos povos, a fim de oferecer um conhecimento abrangente e próximo da realidade.

Atualmente, estima-se que existem aproximadamente 5 mil povos indígenas, chegando a 370 milhões de pessoas. Uma proposta interessante é abordar a cultura de uma tribo, de determinada região do país, em atividades que apresentem os hábitos desse povo.

Levar um representante dessa comunidade para conversas com os estudantes é outra maneira positiva de apresentar parte dessa diversidade. Conte sobre mitos e lendas indígenas

Existem diferentes livros infantis que abordam a história e as lendas indígenas. Daniel Munduruku é autor de uma dessas obras, aliás.

Faça rodas de leituras e fale sobre a maneira como os indígenas interagem com o meio ambiente. Apresentar algumas lendas é uma forma de valorizar a cultura dos povos nativos.

Vale ressaltar que cada comunidade tem sua lenda, portanto, é importante respeitar essa diversidade.

Trabalhe a sonoridade indígena

Os povos indígenas vivem em conexão com a natureza. Dela, produzem diferentes objetos para caça e produzir sons. Apresentar alguns desses elementos trará uma percepção diferente para os estudantes. Valorize a capacidade criativa desses povos, levando imagens, músicas e, se possível, o próprio objeto de materiais musicais desenvolvidos pelos indígenas, respeitando a tribo que está sendo estudada.

Prepare comidas típicas: Outra maneira de apresentar o cotidiano vivido pelos povos indígenas é pelo paladar. Prepare algumas comidas típicas e ofereça para os estudantes provarem os sabores.

Muitas comunidades vivem com alimentação à base da mandioca, portanto apresente essa raiz e as diferentes maneiras de consumi-la.

Organize filmes e documentários: É possível abordar o dia do índio utilizando outros recursos como o audiovisual, por exemplo. Apresente alguns filmes — principalmente os documentários — que apresentem o cotidiano desses povos. Além disso, incentive a pesquisa na internet e valorize cada descoberta nova dos seus estudantes. Fonte

O caminho do ouro ilegal

Exploração do metal está por trás da crise humanitária que afeta os yanomami. Normas frágeis e fiscalização precária permitem que o ouro saia da floresta e chegue até os grandes centros urbanos. Continua: AQUI

Os garimpos ilegais, que usam mercúrio em excesso para viabilizar a separação do ouro dos demais sedimentos, causam a contaminação dos peixes, a morte dos rios, a remoção da cobertura vegetal e, consequentemente, a fuga dos animais.... AQUI



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sexta-feira, abril 09, 2021

Pikuin o pequeno Kurumin>Hora da história>Atividade remota>PDF>Hora da história> Curumim> O curumim que virou gigante>09/04/2021

 

Marco A.R.Pietrucci

Pikuin é um pequeno Kurumin que adora brincar com suas irmãs e amigos, além de ouvir histórias sobre a cultura de seu povo antes da chegada do homem branco. Ele sonha com um mundo de paz.

Ouvindo a história: AQUI

PDF/Livro: AQUI

Atividade remota: TRILHA DE LEITURA PARA EXPLORAR A OBRA

A obra é “Pikuin, o pequeno kurumin”, de Marco Antonio Ribeiro Pietrucci.
A seguir, montamos uma trilha de leitura pensando em grupos da Educação Infantil (5 anos) ao Fundamental, podendo ser adaptada para qualquer realidade de ensino, indo ao encontro da concepção dos Múltiplos Letramentos (BNCC, 2018) e do Letramento Literário (COSSON, 2019), tendo como princípios os eixos da área de Linguagem (leitura, oralidade, escuta, análise linguística e produção textual).

-Conteúdo: diversidade cultural, povos indígenas, colonização do Brasil.
-Objetivo de aprendizagem:
Reconhecer que existem diversos modos de vida e culturas entre as pessoas.
Demonstrar atitudes de respeito à diferentes manifestações culturais.
Ouvir atentamente a história contada.
Movimentar-se através de brincadeiras, demostrando o controle e adequação ao uso do corpo. Recontar a história do deu jeito. -Habilidades da BNCC:
QUAL É O TEMA DA NOSSA LEITURINHA DE HOJE ?
(EI03EO6) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modo de vida. TRILHA DE LEITURA: -Antecipação dos conhecimentos prévios: Para conversar... QUAL É O NOME DO NOSSO PERSONAGEM PRINCIPAL?
-Conversem sobre a relação entre o homem branco (Europeu) e os povos indígenas durante o processo de invasão dos Portugueses ao Brasil, em 1500.
O QUE VOCÊS ACHAM QUE O INDIOZINHO MAIS GOSTA DE FAZER ? -Disponibilizar o link da leiturinha da obra; PRODUÇÃO TEXTUAL: ORAL -Recontem a história oralmente, podem gravar um áudio e postar no grupo do WhattsApp; AMPLIANDO O TEMA:
-Pesquisem na internet palavras do nosso idioma que tiveram origem nas línguas indígenas (urubu, Piracicaba, Ubatuba...). Ao final, compartilhem com a turma sua investigação.
-Pesquisem fotos em livros, em revistas velhas ou na internet sobre os hábitos e os costumes dos povos indígenas brasileiros nos dias atuais. Ao final, compartilhem com a turma sua investigação. -Brincadeiras indígenas, sugerimos a leitura do material que é para a Educação Infantil, mas possível de ser adaptado para o Ciclo de Alfabetização.
PRODUÇÃO TEXTUAL: Tirinha não verbal
1-Vocês gostaram da leiturinha de PIKUIN? Transformem a leiturinha em uma tirinha de no máximo quatro quadrinhos. Lembrem da historinha e desenhem-na dentro dos quadrinhos, lembrando que não precisa escrever os diálogos será só imagens, com partes da obra.
-observações para didatização: (a) Não esqueçam de dar trabalhar antes desta proposta de produção de tirinha não verbal, outras tirinhas para que as crianças, entendam o que seria o gênero tirinha e percebam a composição do texto;
(d) publicar suas produções e compartilhar com a turma.
(b) chamar a atenção delas sobre a importância de se ter: uma sequência com começo, meio e fim; ser uma história de imagens em quadrinhos com ou sem balões; quando há textos, os diálogos estão incluído em balões; (c) dar um título a sua produção; ANÁLISE LINGUÍSTICA: INDÍGENA 1-Analisem a palavra e levem as crianças a produzirem uma lista de palavras que rimem com a palavra indígena (tangerina, Paulina, cantina...);
Não esqueçam de refletir sobre o que seria rima e a produção de sentido deste recurso, podem realizar uma reflexão grafofonêmica.

Fonte: Clique  AQUI  Vídeo

Atividades/Artes para o dia do indígena: AQUI

Atividade PDF indiozinhos: AQUI

Aula para bebês: AQUI

Cantando: AQUI

Um dia na tribo: AQUI

Kaba Darebu:  AQUI

Aquitã, o indiozinho: AQUI

Música, os indiozinhos: AQUI

Yrajang a canoa encantada: AQUI

Menino Poti: AQUI

José Rufino dos Santos

Tarumã queria muito ter uma irmã e vivia pedindo isso aos pais. Como a irmã não vinha, ficou só pensando como ela seria… Tanto imaginou que passou a achar que ela realmente existia. Quando pescava, pegava um peixe a mais para a irmã imaginária. Os curumins começaram a achar, então, que ela tinha mesmo nascido e decidiram presenteá-la. Mas onde está a irmã de Tarumã que nunca aparece? O indiozinho vai inventando desculpas até que ninguém mais acredita nelas.

O curumim que virou gigante: PDF: AQUI, AQUI

Roteiro de leitura: AQUI

Tiago Hakiy

Tomar banho de rio, subir no pé de goiabeira, brincar com os animais, pescar o almoço, olhar as estrelas. Em "A pescaria do Curumim e outros poemas indígenas", a cultura dos índios da Amazônia é apresentada às crianças sob a forma de singelos poemas. Ninguém melhor do que Tiago Hakiy para fazer isso com aprumo: descendente do povo sateré mawé, o autor nasceu em Barreirinha (AM), no coração da Floresta Amazônica. O livro ganha ainda um charme extra com as representativas ilustrações de Taísa Borges. Coloridos, tradicionais e de traços fortes, os desenhos contribuem para a inserção do público infantojuvenil no universo dos índios amazônicos.

Fafá conta:

Pescaria do Curumim, do livro Pescaria do Curumim e outros poemas indígenas, de Tiago Hakiy. Editora Panda Books: AQUI

Tiago Hakiy
Curumim (menino na língua Tupi) retrata a rotina de um garoto que tem na imensidão da natureza a sua casa, vida, afazeres, brincadeiras e a formação intelectual. O pequeno leitor é convidado a conhecer esse vasto mundo de riquezas, no caso a Floresta Amazônica, como se fosse ele mesmo a estar ali desfrutando de todo aquele cenário. Ao lado de Curumim, quem tem acesso à leitura também poderá conhecer várias das palavras indígenas usadas no texto para identificar a interação do menino com o ambiente onde a história acontece. Ideal para os interessados em ampliar conhecimentos sobre a vivência de outros povos e, com isso, estimular a curiosidade e saber um pouco mais do que é feito este mundo. Em Curumim, a ilustradora Andréia Vieira nos faz sentir os movimentos da natureza e do pequeno indiozinho. As ilustrações são todas feitas com tinta acrílica para valorizar e potencializar a essência das cores e a liberdade na vida das crianças Sateré-Mawé.

Fafá conta Curumim:AQUI

Ouvindo também: AQUI

No Linguagem tem:

Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Música os indiozinhos: AQUI

De onde vem o fogo? AQUI

Noite e dia na aldeia: AQUI

História cantada: AQUI

Projeto brincadeiras indígenas: AQUI







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domingo, abril 04, 2021

Aquitã , o indiozinho/Que medo!> Atividades remotas e afins>Planejamento dia do índio>04/04/2021

 

Buscando valorizar a cultura indígena, desenvolver a percepção dos sentimentos, estimular a imaginação e o gosto pelas histórias, sugerimos este desenho que retrata o medo imaginário que uma criança pequena tem, mostrando de forma lúdica como lidar com os sentimentos e ilustrando como e onde vivem as crianças indígenas.

Propomos refletir que todos nós temos medos e outros sentimentos, sejamos crianças ou adultos, e que o importante é saber como lidar com essas emoções.

E vocês, do que têm medo? Como reagem a ele? 

Assistindo:  AQUI  AQUI tem outras sugestões de vídeos

Atividade sugerida: PDF  AQUI  e  AQUI  Clique onde pedido para baixar o arquivo

Atividades remotas: AQUI , AQUI, AQUI

+ atividades:  AQUI

Projeto Índios: AQUI

Sugestões/Linguagem e Afins

Kabá darebu:  AQUI

A cura da terra:  AQUI

O tupi que você fala: AQUI

Aldeias, palavras e mundo indígena: AQUI

Noite e dia na aldeia: AQUI

Vanivani o dono das araras vermelhas: AQUI

Menino Poti: AQUI


Planejamento dia do índio/Prof.Samantha Ladeira

AQUI






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quarta-feira, fevereiro 12, 2020

A cura da terra>Agonia dos Pataxós/outros poemas>Memórias>Cultura indígena>12/02/2020


Resultado de imagem para livro a cura da terra pdf



Eliane Potiguara
Sobre ela e esta obra:  AQUI

Moína é uma indiazinha de oito anos e, como toda criança, adora se aconchegar nos braços da avó para ouvir suas histórias. 
Ela quer entender mais sobre o sentido de sua vida, as suas transformações.
 Em 'A cura da Terra', lançamento da Editora do Brasil, a escritora indígena Eliane Potiguara conta, de maneira sensível, entremeada às delicadas ilustrações de Soud, a história dessas duas personagens que refletem sobre a vida e o passado, e aprendem a olhar com otimismo para o futuro. Continua: AQUI

A cura da terra/Texto
Proposta de trabalho
Agonia dos Pataxós e outros poemas
Oração pela libertação dos povos indígenas
Brasil poema




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segunda-feira, abril 08, 2019

Aldeias,palavras e mundo indígena>Saindo do comum...Novas perspectivas culturais>Fábulas de Iauaretê>08/04/2019



Valéria Macedo

Quatro povos e seus costumes Yano, Ëjcre, Üne, Oo — por incrível que pareça, essas quatro palavras significam a mesma coisa. Representam, na língua de quatro povos indígenas (os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya), a palavra casa. 
Através dela e de muitas outras palavras, o leitor é convidado a fazer um passeio pela imaginação e conhecer um pouco da vida e dos costumes desses grupos: onde moram, como se enfeitam, seus objetos, suas festas, sua língua. Uma aventura lúdica e muito enriquecedora.

Sobre a obra

Fugindo um pouco do ponto comum de somente vestir os alunos de índio, que tal preparar uma aula com atividades que apresentem a cultura indígena de forma mais aprofundada? 
Separamos 7 dicas para te ajudar nessa missão ?

AQUI
Atividades: AQUI,AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI
Kaba darebu


Aula: Livro: As fabulosas fábulas de Iauaretê: 
As fabulosas fábulas de Iauaretê, de Kaka Wera Jecupe (Peirópolis)
Onça que se casa, senhora que detém sabedoria eterna, pena mágica. As fábulas deste povo que vive no Amazonas falam de forma simples de episódios da vida, como nascimento, morte, amor, paz, erros e acertos. O livro é ilustrado por Sawara, a filha adolescente do autor. 

As Fabulosas Fábulas de Iauaretê: Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI Iauaretê e o Jabuti Vamos ver como o jabuti com sua esperteza conseguiu se livrar de ser devorado pela onça... As fábulas falam de medo, coragem, dúvida, amor, morte, paz, oportunidade, erros e acertos que vivenciamos, divertindo e emocionando adultos e crianças.

Iauaretê e a anta: Ouvindo: AQUI
Iauaretê-mirim e o rio: AQUI
Cantando: AQUI








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domingo, fevereiro 25, 2018

Música os indiozinhos e afins>Projetos>25/02/2018


Músicas para ensinar números

Sequência de atividades
Aula
Cantigas e parlenda
Os indiozinhos

Aula
AQUI
Cartaz
Massa de modelar

Cantando e dramatizando

Mais versões
AQUI  / Aula  AQUI
Outro indiozinho

Projeto

Sequência didática
Dia do índio





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domingo, outubro 08, 2017

Os tesouros de Monifa>Projetos: histórias que alimentam e conhecimento/diferentes culturas> Conscientização negra>08/10/2017


CONSCIENTIZAÇÃO NEGRA
PROJETO HISTÓRIAS QUE ALIMENTAM

As obras a seguir são utilizadas neste projeto
Cliquem nos títulos

OBAX


CHUVA DE MANGA




LILA E O SEGREDO DA CHUVA




FILME KIRIKU




AS TRANÇAS DE BINTOU



OS SETE NOVELOS



Estas obras a seguir não tenho atividades.
Estão também no projeto
Fuzarca
Guido e Iná são irmãos. E eles adoram uma boa fuzarca! 
Fuzarca é farra, fuzarca é alegria. E entre uma e outra fuzarca, os irmãos vão crescendo, felizes.

Trata-se de “Fuzarca”, de Sonia Rosa. A obra, pelo que a autora conta, surgiu, digamos, meio por acaso. Continue lendo, que eu conto como foi.
Sonia diz que estava numa festa com Guido e Iná, os personagens principais da história, e outras crianças. E, como todo mundo sabe, festa que tem criança, tem barulho. A música estava animada. A criançada passava como foguetes entre os adultos, fazendo uma bagunceira geral, ou, como dizem os mais radicais, tocando o terror. De repente, alguém gritou: “Gente, que fuzarca é esta?”. 
Pronto! Foi o que bastou para a autora. Essa palavrinha, que significa bagunça, entrou pelos ouvidos e cravou no cérebro da Sonia. Como a escritora havia prometido para Guido e Iná de dar de presente uma história criada especialmente para eles, nasceu este livro cheio de cores que retrata a cultura afro-brasileira.
Os Tesouros de Monifa  - Grupo Brinque-Book
Os tesouros de Monifa
Autora: Sonia Rosa: AQUI
Ilustradora: Rosinha
Temas: Pluralidade cultural / Conto / Cartas e bilhetes / Humanos / Identidade / Relacionamento familiar / África / Árvore genealógica / Nações / Dia dos Avôs e Avós (26 de Julho) / Dia Nacional da Consciência Negra (20 de Novembro) / Liberdade
Faixa Etária: A partir de 5 anos
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Projeto de leitura: AQUI
Proposta de trabalho
  • Como raríssimas vezes se viu na literatura infantil e juvenil brasileira, Os Tesouros de Monifa fala do encontro de uma brasileirinha afrodescendente com sua tataravó, Monifa, que chegou aqui de lá do outro lado do oceano, em um navio negreiro. Mesmo escrava, aprendeu a escrever e, por meio das letras que aprendeu, deixou “Para os meus filhos e os filhos dos meus filhos!” o maior de todos os tesouros que alguém pode herdar. Passado de geração em geração, chega o dia desse tesouro ir para as mãos da garotinha, que se encanta e emociona muito ao receber tamanha preciosidade e, com ela, descobrir a vida da sua tataravó e as suas próprias raízes.

PROJETO QUE PROPORCIONAM CONHECIMENTO
 SOBRE AS DIFERENTES CULTURAS


Possibilitar que as crianças reflitam sobre as características dos colegas de sala de aula e das pessoas com as quais convivem.
Conhecer as diferenças étnicas, e entender a importância de cada uma na formação do povo brasileiro;
Promover o conhecimento de diferentes culturas través do lúdico;
Ter consciência sobre os valores, o respeito ao outro (alguém diferente) e a si mesmo;

AQUI

Obras deste projeto
Cliquem nos títulos

AS TRANÇAS DE BINTOU
OS SETE NOVELOS
(acima)
BRUNA E A GALINHA D'ANGOLA



AINDA BEM QUE TUDO É DIFERENTE




Está no projeto ,mas não encontrei atividades


Por muito tempo, pequenos e grandes animais viveram unidos e felizes.
Mas faltou a chuva e a terra ficou tão seca que eles não tinham mais o que comer. Foi quando encontraram uma árvore enorme, que, mesmo sem chuvas, estava carregada de frutas maravilhosas.
Todas elas pareciam estar bem suculentas e exalavam um perfume delicioso, porém não caíam no chão de jeito nenhum.
Nem mesmo os animais grandes conseguiam colhê-las.
Todos chacoalhavam e sacudiam a grande árvore com muita força, mas não havia meio de cair uma frutinha sequer.
Cada dia mais famintos, os animais se reuniram para tentar chegar a uma solução.
Por sorte, a pequena coelha teve uma boa ideia. Uma história tradicional africana recontada e ilustrada com cores vibrantes - no estilo tingatinga - pelo artista John Kilaka, da Tanzânia.

O livro “A árvore Maravilhosa” é o disparador para um projeto sobre a influência africana no Brasil. Trabalharemos, a partir dele, diversas faces da cultura de nosso país. 
 Utilizaremos diversos recursos para propiciar aos alunos a oportunidade de vivenciar, de forma dinâmica e lúdica, realidades que parecem distantes.

Conhecer a história que une Brasil e África significa resgatar e preservar  tradições daqueles que contribuíram para que chegássemos onde estamos hoje. 
É uma oportunidade de compreender, inclusive, a nossa própria identidade.
Além da parte cultural, a mensagem transmitida pelo livro é de grande importância para essa fase de construção da autonomia moral e de valores, o que fica dessa leitura é a necessidade de união entre os povos e valorização de cada indivíduo.
Com as crianças faremos uma “viagem” para a Tanzânia, será uma experiência rica, prazerosa, divertida e de grande valor.






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