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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, março 02, 2026

Crá crá de tucano>Som dos aninais>Percursos da literatura infantil>Disparo lúdico afetivo>02/03/2026


Roberta Asse

Tsiiiii de mico-leão-dourado, qui-qui de quati, crá-crá de tucano… Venha brincar de imitar sons de bicho! Um livro para ler quantas vezes quiser com os olhos, os dedinhos, a boca, a língua e o corpo todo.

Neste livro encantador, a autora Roberta Asse, inspirada em atividades de musicalização infantil e brincadeiras orais, traz da terra, da água e do céu uma turma bem barulhenta para brincar com os pequenos e grandes leitores. O dia acabou de começar, e os filhotes de diferentes bichos tipicamente brasileiros vêm chegando, chamando os adultos para papear. Conversa vai, conversa vem, o tempo passa, o sol se põe, e logo logo é a hora de dormir. Adultos e filhotes precisam descansar, porque amanhã tudo começa outra vez!
 Neste vídeo, Roberta Asse, autora de “Crá-crá de tucano” apresenta o livro, traz curiosidades sobre o processo criativo e sugere diferentes possibilidades de leitura dessa obra, criada após diversas experiências e estudos sobre literatura para bebês. AQUI
História: Tucano: AQUI
Cantando: Tito o tucano brasileiro: AQUI
Cantando: O tucano muito esperto: AQUI
Figuras sonoras: AQUI
Som/vibração: AQUI
Martim barulhim: AQUI
Achou: Tucano: AQUIAQUI
Sons dos animais/Achou/Mabô e Fifi: AQUI
Mabô e Fifi: Linguagem musical: AQUI
Conectando literatura a temáticas e eixos específicos
Disparadores de temas: Linguagem e Afins/Sugestões literárias
O leitor que queremos formar
Quais competências e habilidades consideramos que os estudantes precisam desenvolver a partir da leitura? 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) contribui para a identificação das competências e habilidades a serem desenvolvidas no campo da leitura e da escrita, nas diferentes etapas de ensino. Organizado em campos de experiência para a Educação Infantil e áreas de conhecimento a partir do Ensino Fundamental, o documento é uma das garantias dos direitos de aprendizagem básica e de direito à educação. 
O ensino e a aprendizagem da leitura (e da escrita) estão distribuídos em quatro campos de atuação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, sendo um deles o campo artístico-literário, que visa “à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas” (BNCC, 2018a, p. 92). 
Dentro dos eixos citados, há habilidades específicas relacionadas à formação de leitores, como: 
Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica (EF15LP15); 
Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos (EF15LP18);
Ler e compreender textos literários, de gêneros e extensões variados, desenvolvendo o gosto pela leitura e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores (EF02LP26 e EF35LP21).
Sugestões de critérios para a construção de percursos Temática: 
emoções, relações familiares, natureza, relações étnico-raciais. 
Gênero textual: contos, mitos, poemas, listas, crônicas, biografias, romances, cartas, informativos. Narrador: em primeira pessoa, em terceira pessoa, adulto, criança, que contradiz o que a ilustração está mostrando, que fala diretamente com o leitor. 
Personagem: que muda ou não ao longo da história, esférico ou plano, com apenas uma característica marcante ou multifacetado. 
Desfecho: fechados, abertos, inesperados, irônicos, trágicos, cômicos. 
Relação entre texto e imagem: reiteração, complementaridade, contradição, ressignificação, ampliação. 
Autoria: mulheres, homens, contemporâneos, clássicos, indígenas, negros, nacionais, latinos, amarelos, de outras nacionalidades. 
Na página 12 tem uma sugestão para percursos:
Continua: Grupo Companhia das Letras: AQUI
Ouvindo: Percursos da literatura infantil: AQUI

O segredo de ler para os bebês: AQUI
Juju e a árvore da amizade: AQUI
O caracol e a tartaruga são amigos: AQUI
Eu sou assim e vou te mostrar: AQUI
A velhinha que dava nome as coisas: AQUI
A verdade segundo Artur: AQUI
Arara, tucano, bordados no pano: AQUI
Aves: AQUI
Muito cansado e acordado: AQUI
Histórias sonorizadas/cantadas: AQUIAQUI
Clact,clact a tesoura mandona: AQUI




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terça-feira, janeiro 17, 2023

Atividade literária>Lúdica>Quem sou eu? Propostas pedagógicas> 17/01/2023

 


Propostas pedagógicas

Propostas temáticas

Utilizando obras literárias:

Identidade, segredos, desejos, gostos, problemas, medos, família, amigos, escola, sociedade

Oficina  “Quem sou eu?” : 

Unidade temática da identidade, despertada pelo questionamento sobre os nossos próprios nomes, elemento primeiro da nossa individualização. 

 Origem e a história de seus nomes, motivando-os a já exercitarem o ato narrativo.

Leituras literárias: Sugestões ( partir da página 103 desta Fonte ) com detalhes mais específicos sobre cada obra:

 João bobo/Ana Maria Machado: Reflexão sobre seus próprios nomes: Mais no Linguagem: AQUI

Mistério preso no armário/Sonia Junqueira: Mais no Linguagem: AQUI ( segredo)

Um sapo que virou príncipe/Jon Scienzka: Relembrando contos clássicos de fadas

O desejo foi o tema que permeou a oficina posterior. Seguindo suas aspirações, durante o estímulo lúdico, brincaram com massinha de modelar, confeccionando aquilo em que gostariam de se transformar. Iniciaram a leitura da obra Um sapo que virou príncipe: continuação, de Jon Scieszka.

Com suas modelagens nas mãos, as crianças repensaram sobre seus desejos de transformação, questionando suas possíveis consequências, positivas ou não, tendo como base comparativa a história do sapo que virou príncipe e voltou a ser sapo para garantir sua felicidade. 

Partiram para a realização da atividade criativa, produzindo um texto a partir do título “Se eu tivesse me transformado em...”, completando-o com o desejo de transformação evidenciado pela modelagem criada, alterado ou não após a leitura. No desfecho lúdico, valeram-se do palco para dramatizações, simulando um show de transformações. Cada criança apresentou seu texto livremente, encenando-o, lendo-o, contando-o, utilizando recursos variados, como fantasias, fantoches, etc.

 Oficina: Página 259: AQUI

A casa rosa/Silvana P. Taets: Planta baixa de uma casa: Os gostos substituíram os desejos na oficina que se seguiu. Inicialmente, distraíram-se brincando com a planta baixa de uma casa, preenchendo-a de acordo com os seus próprios gostos, de maneira a torná-la sua. Em seguida, mergulharam na leitura de A casa rosa, de Silvana Pinheiro Taets. Situada na larga rua da Amizade, a casa rosa, como descreve a narradora: “é sem número porque é única. É rosa, porque muita gente gosta. 

Ouvindo a história: AQUI

A Grécia: Mitos e lendas/Episódio " A mais bela" Alain Quesnel

Comparando super- herói mais moderno, o homem aranha: Dificuldades enfrentadas, conhecendo sua vida, sua dupla personalidade, suas preferências, suas aventuras e problemas.

 O velho que trazia a noite/Sergio Capparelli 

Medos: Envolvidos por sons estranhos e aterrorizantes, imergiram na temática do medo. Foram intimidados a vencer os temores suscitados pelos sons ouvidos, procurando na escuridão envelopes misteriosos. Dentro deles, alguns encontraram imagens de seres repugnantes, outros acharam imagens de pegadas esquisitas. Passado o susto inicial, brincaram com as imagens resgatadas, unindo cada ser à sua respectiva pegada. Continua página 111/ Fonte

Família: Guilherme Augusto Araújo Fernandes/ Mem fox: Mais no Linguagem: AQUI

Desenhar algo que lembre a sua família para posterior colocação numa cesta.

Memórias familiares de cada um: Mas quem era esse menino de nome tão comprido? Alguém muito sortudo, pois os leitores logo detectaram que ele possuía mais de uma família. Além daquela que ele tinha em casa, Guilherme cultivava uma segunda na casa vizinha, formada por idosos, moradores de um asilo. Lá os leitores conheceram a família que o menino pôde escolher, representada, em especial, pela senhora Antônia Maria Diniz Cordeiro, “porque ela também tinha quatro nomes, como ele. Ele a chamava de Dona Antonia e contava-lhe todos os seus segredos”. Continua: AQUI

Descrição das unidades temáticas aplicadas: Página 235: AQUI

Encontrei este trabalho publicado na internet. Trouxe links de algumas páginas para facilitar sua pesquisa, professor(a). Linguagem e Afins recomenda a leitura completa. Contém a metodologia para utilização de obras literárias agregadas a temas. Ideias lúdicas com certeza! São 310 páginas em pdf bem interessantes para atividades literárias, lúdicas, produção textual entre outras.



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quarta-feira, abril 27, 2022

A mãe que voava>Atividade literária>Estímulos literários/bebês> Literatura antirracista>27/04/2022



Caroline Carvalho/Inês da Fonseca

A literatura infantil na formação antirracista

Numa sociedade racista não basta não ser racista, é preciso ser antirracista”. A frase da professora e filósofa americana Angela Davis nos lembra que a desconstrução do racismo, que é estrutural em nossa sociedade, se faz no dia a dia, entre adultos e crianças, em casa e na escola. Uma educação antirracista é papel de toda a sociedade e há muitos livros que podem abrir caminho para essas conversas. Mas o que podemos considerar educação antirracista? Para Ananda Luz, mestra em Ensino e Relações Étnico-Raciais e pesquisadora de literatura infantil, é aquela que emancipa tanto as crianças quanto os professores, porque promove olhares sensíveis para ser e estar nesse mundo. Promove, principalmente, visibilidade.

A escola infelizmente pode ser o primeiro local onde as crianças têm contato com o racismo, por isso o combate ao preconceito racial se faz fundamental para além de datas como o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. “É preciso assumir o compromisso de maneira contínua e sistematizada, presente em todo o currículo, se desdobrando em práticas cotidianas”, pontua Rodrigo Azevedo, mestre em educação, coordenador pedagógico e pesquisador de literatura infantil. 

Para os dois especialistas, a literatura infantil se apresenta como possibilidade de mostrar novas perspectivas e ofertar diálogos, ficcionais ou não, com outras formas de ver e refletir sobre o mundo, tornando-se um meio potente para a formação antirracista. 

“Como diz Eliane Debus [pesquisadora de literatura infantil da Universidade Federal de Santa Catarina], a palavra ficcional arrebata o leitor para um tempo e espaço que não são os seus. Ao adentrar outros mundos, encontrar com outros modos de vida e refletir sobre tudo isso, a criança que lê, quando retorna ao seu mundo, não é a mais a mesma e passa a vê-lo de forma diferente, pois é atravessada pela experiência que a leitura proporcionou”, explica Ananda. Continua: AQUI

Sobre a obra: AQUIAQUI

Proposta de atividades: AQUI

Fafá conta + atividades:

Alice quer a companhia da mãe. A segue pela casa e a observa “voando” em seus afazeres. Um dia a mãe sai para trabalhar, foi ensinar seus alunos a ler e escrever palavras bonitas. ❤ “Ficaremos aqui, só nós dois”, explica o pai (achei a maior graça na ilustração da capa do livro que ele está lendo, reparem na terceira foto aqui). E assim, cheio de poesia e delicadeza, acompanhamos a menina curtir um tempo com o pai, enquanto a mãe que vai ao trabalho. E quando a mãe retorna ter a mãe inteirinha só pra ela. Um livro cheio de amor, gente! E as ilustrações muito lindas também.

 AQUI

Ouvindo: AQUIAQUI

Proposta de trabalho: AQUI

Atividades: PDF: AQUIAQUI

Mãe de todo os tipos: AQUI

Mãe querida: AQUI

Atividade suplementar sugerida pelo Linguagem

Os bebês, as professoras e a literatura, um triângulo amoroso: 

“Lemos o mundo” desde o nascimento e desde a vida intrauterina também, se tomamos como referência a voz da mãe, primeiro signo de contato com a cultura, com os atos das palavras."

A leitura é nutrida por múltiplos estímulos, entre eles e fundamentalmente, o da literatura. Uma literatura que, muitas vezes, não é registrada como tal, porque nasce das intenções espontâneas de qualquer mãe, pai, avô, avó ou professora que se veja diante de um bebê e que, neste contato, ativa um reservatório de vivências próprias, muitas vezes adormecidas, associadas à própria infância. Cantigas de ninar, acalantos, brincadeiras com os dedos a tocar o corpo do bebê e alguma canção balbuciada no ritmo do olhar, do sorriso ou do choro do bebê. A leitura é nutrida por múltiplos estímulos, entre eles e fundamentalmente, o da literatura. Uma literatura que, muitas vezes, não é registrada como tal, porque nasce das intenções espontâneas de qualquer mãe, pai, avô, avó ou professora que se veja diante de um bebê e que, neste contato, ativa um reservatório de vivências próprias, muitas vezes adormecidas, associadas à própria infância. Cantigas de ninar, acalantos, brincadeiras com os dedos a tocar o corpo do bebê e alguma canção balbuciada no ritmo do olhar, do sorriso ou do choro do bebê. Continua:  AQUI

Mamãe é um lobo: AQUI

Mamãe você me ama? AQUI




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sábado, dezembro 16, 2017

Releitura>Moça na janela>Salvador Dali>Dicas pedagógicas>16/12/2017

"(...) A leitura de textos coloca-se como uma ‘janela para o mundo’. Por isso mesmo, é importante que essa janela fique sempre aberta, possibilitando desafios cada vez maiores para a compreensão e decisão do leitor”. A tela Moça na Janela, de Salvador Dali (1926), elucida bem essa questão:"


Nessa tela, temos uma jovem que se debruça diante da janela e observa o mar. 
A janela funciona como símbolo daquilo que se abre a novas possibilidades, permitindo ultrapassar fronteiras. 
O mar e sua imensidão simbolizam ampliar os horizontes. 
Assim, há uma imensidão a ser descoberta. 
A leitura é, portanto, uma janela que nos permite alçarmos voos inimagináveis.
Fonte: Aline P. de Morais e Epaminondas M.Magalhães
Revista Olhares e Trilhas,vol 19/2017
Além de transmitir a sensação de equilíbrio e reflexão, é uma obra  ambígua em seus aspectos reais e irreais. 

A janela é uma abertura que permite a entrada de luz e ventilação em algum ambiente. E porque não a entrada de novos ares?!  

Exatamente nesta obra, a janela representa um novo ângulo de visão que representa a sensibilidade do ser humano às influências externas. Estando a moça a refletir diante da grandeza de um mar através desse portal.
 Uma viagem permitida. Esta viagem parte do consciente para o inconsciente.

No que a mulher poderia estar pensando ao olhar pela janela?
Vejam atividades
Descrição da obra


DICA PEDAGÓGICA PRECIOSA
Leitura literária na escola:Caminhos sempre tortuosos
Aline P.de Morais e Epaminondas M.Magalhães
Deixo o link deste artigo, da revista Olhares e Trilhas, vol 19/2017
Exatamente o que penso: Entregar um livro na mão do aluno e depois fazer a "interpretação", não significa estimular à leitura.


"Em se tratando dos problemas que concernem à leitura na escola, somos levados a refletir sobre as questões metodológicas, pois ainda encontramos um quadro nas escolas, cuja visão de leitura se filia às análises mecanicistas de interpretação de textos, em que as proposições postas aos alunos caminham na contramão do incentivo e da descoberta de novas leituras, pois questionar os alunos sobre: “quem são os personagens?”, “quantos versos tem o poema?”, entre outros aspectos estruturais do texto, não significa realizar um trabalho animador e/ou preciso de leitura. 
Com tais perguntas, o sentido de leitura não se expande, não possibilita ao aluno ultrapassar os casacos que escondem ou dificultam encontrar outro universo."
Pintores para apresentar as crianças



Mais Dali e Surrealismo




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sábado, setembro 16, 2017

Cantinho da leitura>Dicas>Introdução aos gêneros literários e afins>Projeto Estímulo à leitura>16/09/2017

“Estimular a leitura pelo prazer literário, ou seja, permitir que o aluno jogue, fabule, imagine, invente, desenhe, represente, cante. 
Tudo isso é da mesma natureza que o prazer pela leitura.” 
José Rufino dos Santos

Em Nome da Leitura
Livro nosso,
que estais em nossas mãos,
Abençoada seja a vossa leitura,
Venha a nós a vossa magia,
Sede lido por muitas pessoas,
Na rua, no transporte, em casa,
Nas escolas, presídios e feiras...

A leitura nossa de cada dia
nos dai hoje,
Perdoai aqueles que não lêem,
Fazei-os ficar encantados
e contar o que leram,
Assim como doarem livros para
que todos possam ler.

Deixai-nos sempre cair em 
tentação por livros como:
Romances, contos, poemas,
mitos e outros...
Ensinai a todos o caminho
de livrarias e bibliotecas,
Onde a leitura ajudará a construir
um mundo melhor para sempre.
Amém. 
(autor desconhecido)

Dicas para incentivo à leitura
Vendo ideias de decoração para cantinhos de leituras lembrei-me de minha oficina de leitura.

 PROJETO ESTÍMULO Á LEITURA


Fazer este cantinho na sala de aula é um recurso bem utilizado pelos professores do Fund.I.  Enfeitar  este local para estimular a criança é uma boa estratégia. 
Chamar a atenção,para que venham espontaneamente, e consequentemente, pegar uma obra literária por prazer e curiosidade.
Para os que já estão alfabetizados é interessante fazer a propaganda das histórias.
Assim estarão também preparando-os para que no futuro visitem a biblioteca, adquiram livros próprios,etc.
Nas bibliotecas  existem  (ou deveriam existir) as fichas por ordem alfabética e ou por gênero literário.
Trabalhei com esta OFICINA atendendo alunos dos 6º s anos. ( 2005 a 2010 )
Escola Estadual Coronel Casimiro Osório
Itajubá-MG
Deixo algumas fotos, que ainda encontrei em meus arquivos.
São livros destinados a esta faixa etária.Porém as fotos lhes darão "ideias".
É um grande estímulos para os leitores iniciantes...
Eu colocava palavras chamativas. No caso desta foto eram livros de suspense. Utilizei folhas decoradas de arquivos. Os alunos adoravam. Pediam folhas para mim....Inventei os concursos...Quem ler e fizer "resenha" ganha uma folha.... As ideias surgiam assim....Transformou-se em concursos...E por aí a fora...



Com caixas decoradas podemos selecionar pequenas leituras e ou histórias.
Cantinho de leitura não é exclusivo de livros.

Nesta caixinha continha fichas por ordem de gêneros literários.
Exemplo: Aventura
Todos os títulos deste gênero.
Cada livro uma ficha com sua "resenha"
ou "propaganda da história"
Até gravurinhas dos livros eu colava.
O aluno pegava a ficha,lia, se interessasse,pegava na estante dos livros,ou na caixa,como a foto acima (de folclore).






Receita de uma boa leitora e escritora
• 1 menina interessada nos livros dos irmãos.
• 3 irmãos leitores de contos infantis e gibis.
• 1 professora de 1ª série.
• Pais preocupados com a alfabetização dos filhos.
• 6 livros infantis.
• 4 gibis.
Modo de fazer
1) Coloque 1 menina junto aos irmãos em 1 quarto ou sala silenciosa e junte os 6 livros e 4 gibis (variados) todos os dias, em um horário determinado, de preferência antes do jantar.
2) Verifique se os pais estão atendendo às expectativas e necessidades da menina com compreensão, atenção e carinho.
3) Matricular a menina na 1ª série. Na 1ª série a menina deve encontrar 1 professora, que possibilite que ela continue lendo os livros e os gibis.
4) Depois de alfabetizada e com muito interesse, a menina torna-se uma boa leitora e escritora.
Professora Liria Maria


Colegas que por aqui passam:
Deixo minhas singelas experiências,que foram especiais.
Alunos do início do fundamental II, com defasagens, com leitura sem fluência,ou domínio mínimo.
O projeto surgiu exatamente da necessidade de ampará-los extra-classe.
Foi um casamento entre profissionais, no caso, eu,que estava fora de classe, e as professoras de Língua Portuguesa dos 6ºs anos. Foi tanto sucesso que os demais professores de 7º, 8º e 9º anos também queriam. Se eu tivesse tempo,atendia a todos.( por um tempo ajudei os 7ºs anos)...Depois fui para a sala do Tempo Integral.Trabalhava linguagem com estes alunos  defasados. Dentro desta "Linguagem" a interdisciplinaridade era positiva. As artes se agregavam aos conteúdos .

Minha sugestão para o fundamental I é explorar mais as possibilidades dos "cantinhos de leitura".
Colocar almofadas, decoração,tapetes e livrinhos abertos é importante. E por que não pequenos textos,colocando frases curiosas sobre tal historinha?
Gêneros literários x cantinho de leitura.
Fica a dica!

Palco da sala
Tempo Integral
Para apresentações literárias
As latas são de tinta com cimento  e cabo de vassoura
Foram pintadas pelos alunos.



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sexta-feira, setembro 15, 2017

Histórias de aranhas >Projeto>A importância da literatura infantil>15/09/2017


Projeto Dona Aranha
Atividades domiciliares
Dona Aranha
HORA DA HISTÓRIA
A pequena aranha que queria tudo,tudo
A aranha Mara e o arco-íris
( trazendo as cores )

Jogo das aranhas e música Dona aranha
AQUI e    AQUI

Mais aranhas
AQUI

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA DE PARADIDÁTICOS
NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Uma criança, por exemplo, que vê bons filmes, desenhos animados, lê livros, participa de atividades variadas, que canta, dramatiza, enfim que utiliza as várias linguagens, amplia seus horizontes, sua visão. 

Quanto mais experiências ela tem, mais ela amplia sua leitura de mundo. 
Portanto mais importante do que ensinar vogais, e alfabetos nas classes iniciais do Ensino Fundamental são expor os alunos ao contato com a língua escrita com a com diferente tipos de linguagens, pois é a partir daí que ele aumentará sua compreensão, poderá fazer múltiplas leituras do mundo que o cerca como diz FREIRE (1986, p.22): 
“[…] a leitura do mundo precede a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele’’.
 Na visão do ilustre educador, antes de ler a palavra, a criança já lia o mundo através de gestos, olhares, expressões faciais, do tato, do cheiro etc. 

Uma boa leitura de mundo abre um espaço enorme pra que a leitura da palavra seja um processo natural, isso se forem dados à criança oportunidades de diálogo num procedimento interativo onde ela poderá ampliar e transformar suas idéias, sendo também capaz de compreender a realidade.

A importância dos livros paradidáticos na vida de uma criança que inicia sua formação como leitora é inegável, pois é durante a infância que se têm os primeiros contatos com os materiais escritos, e quando esses materiais estão ao alcance da compreensão da criança, eles terá motivos a mais para gostar de leitura.

Portanto a opção pelo livro infantil como material didático a ser usado no processo de formação do leitor deu-se pelo fato de termos verificado, durante poucos anos com docente na rede de ensino municipal, que o material usado pelo professor no ensino e pratica da leitura nas primeiras series do Ensino Fundamental é basicamente o livro didático.

Deste modo, não se pode afastar a criança do livro infantil, pois ele é de fato importante para a formação do pequeno leitor, não apenas devido à fácil leitura que nele pode ser feita pela criança, mas também pelas histórias que dele podem ser contadas às crianças ainda não alfabetizadas, pelos debates e opiniões que eles proporcionam e mesmo pelos jogos rítmicos que estimulam o gosto e o habito de ler.
É com a ajuda dos livros paradidáticos que se pode influir sobre a vida afetiva e estética da criança, iniciando-a no mundo literário e servindo como instrumento para sensibilização da consciência, para a ampliação da disposição e o interesse de analisar o mundo, pois ela procura mostra à criança, o homem, as aventuras, as culturas das sociedades, o ambiente, os comportamentos e atitudes. Para isso, ela se serve da fantasia que estimula a imaginação da criança, levando-a a se sentir participante da historia do momento da leitura. A leitura que se baseia no desejo de ler e identifica-se com o apaixonado ou místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário.






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sexta-feira, novembro 06, 2015

Grisela>Nadadorzinho>Identidade>Valores>07/11/2015

Uma história sobre a importância de nos aceitarmos como somos e a importância  de nos sentirmos amados e aceitos pelos outros.
grisela

«Um dia Grisela sentiu-se muito triste, tão triste como a sua pele cinzenta.» Tinha de fazer alguma coisa para melhorar: agarrou num balde de tinta vermelha e pintou-se, convencida de que, com uma cor alegre no corpo, seria mais feliz. Os tons encarnados assentavam-lhe bem, mas Grisela não estava contente e pior ficou quando um ganso que por ali andava, perdido de riso, fez pouco de si porque nunca tinha visto um rato com o bico pintado... Decidiu então experimentar a cor verde, pois talvez assim corresse melhor, mas logo apareceu uma rã muito gozona… Estás a ver onde vai isto parar?

 







Ideias / Artes
Paper Plate Mouse ~ Easy Kids Craft:


Folded Valentine Heart Mouse Craft For Kids #Valentines day craft #Valentine art project #Hearts | http://www.sassydealz.com/2014/01/folded-heart-mouse-craft-for-kids.html:

marionnette souris:

Grisela

Nadadorzinho
Algures, num cantinho no mar, vivia um cardume de peixinhos. Todos eram vermelhos, excepto um deles, que era tão preto, como a casca de um mexilhão. Nadava mais depressa do que os seus irmãos e irmãs e o seu nome era Nadadorzinho. A história de Nadadorzinho, como todos os livros de Leo Lionni, convida a pensar e a aprender valiosas lições de vida. O valor da diferença e o respeito que se deve a quem -por cultura ou aspecto físico -não partilha das características comuns, reflete-se nas primeiras páginas deste clássico da literatura infantil de todos os tempos. A superação dos próprios medos, a força de vontade para desfrutar daquilo que nos rodeia, apesar das adversidades que se nos apresentam, e a solidariedade com os nossos semelhantes também são tratados neste relato de grande qualidade estética, de frases curtas, cheias de figuras retóricas subtis e sugestivas. E, como emblema da obra no seu conjunto, uma mensagem para os leitores: a união faz a força. É também de destacar a original proposta estética de Leo Lionni neste livro, datado de 1963, que, como todos os livros deste autor, conserva toda a sua frescura. Com uma técnica semelhante à das “manchas de cor”, recria um universo marinho dotado de movimento e riqueza cromática. 

Atividade sugerida









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domingo, abril 05, 2015

A velhinha maluquete> Estímulos literários>05/04/2015

Quem não tem avião nem caminhão viaja de balão. 
O balão da velhinha maluquete vai subir, 
mas para viajar com ela os animais têm que se comportar. Será?

Livro - A Velhinha Maluquete - Ana Maria Machado
Conto e atividade
Musical/programa
Objetivo:

Facilitar o acesso dos alunos à história oral, permitindo sua compreensão e participação na construção lúdica da história.
Antes:
Explorar os conhecimentos prévios e levantar hipóteses.
Vocês conhecem a autora?
Ela escreve livros para adulto ou para crianças?

Que ilustração traz a capa?
Em relação ao título o que será que irá acontecer nessa história?

Durante:
Construir o sentido do texto:
Será que o balão irá voar?
Por que será que o ratinho pediu para ir junto?
Por que será que o gato pediu para ir também?
Será que couberam todos no balão?
O que será que aconteceu?
A velhinha conseguiu outro balão ou será que foi viajar de avião?
Depois:
Recuperar a essência da história;

Apreciação e crítica de posicionamento do texto.
Renarração:

O título tinha a ver mesmo com a história?
Por que os animais pediram para ir com a velhinha?
Por que o balão não ficou tanto tempo no ar?
A velhinha foi viajar de avião?
Se a velhinha não tivesse cobrado os animais da promessa que tinham feito, ela teria outro balão.
A Velhinha Maluquete

Era uma vez uma velhinha que morava na roça e tinha muita vontade de viajar. Como ela não tinha dinheiro para ir de avião e não tinha caminhão, mas tinha muita imaginação, resolveu fazer um balão. Passou dias tecendo as cordas, preparando a merenda para a viagem. O ratinho, de olho na merenda pediu para participar da viagem, e assim também pediu o gato, o cão, a cabra, o cavalo e o boi, ela permitiu a todos embarcarem, desde que prometessem se comportarem bem, a mosca ficou com medo de ser enxotada e resolveu não pedir permissão para embarcar, dentro do balão começou a confusão, a mosca amolou o boi, que chifrou o cavalo, que deu um coice na cabra, que marrou o cão que mordeu o gato que arranhou o rato que ficou assustado e roeu todo o balão e todos foram parar no chão. Dali alguns dias todos embarcaram numa nova viagem, num lindo balão construído pelos próprios bichos, enquanto a velhinha ficou de papo para o ar só observando. Pois disse aos animais: - Se dentro de alguns dias eu não tiver um balão, vou é vender vocês todos e viajar de avião.

Objetivo: Não podemos ir a algum local ou adentrar algum recinto sem permissão, pois as consequências podem ser ruins para nós e para os outros.


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Após ouvirmos a história " velhinha Maluquete de Ana Maria Machado, criamos os balões e seguindo a sequência adicionamos os personagens nos balões.
Depois fizemos o ditado com as palavras da história.
Fonte: AQUI
Vejam
INTERDISCIPLINARIDADE 
Em Ciências 
Os alunos poderão fazer o experimento a seguir para perceber o funcionamento de um balão de ar quente. 
Experimento: Bolhas de ar quente Você precisa de:
 • um potinho vazio de iogurte• um prato raso ou pires 
• detergente • uma tesoura Corte um buraco de 1 ou 2 centímetros na parte inferior de um pote de iogurte. 
Coloque uma parte de detergente e cinco partes de água no prato e mexa. Mergulhe o lado aberto do pote de iogurte na solução de detergente e, em seguida, sopre pelo buraco no lado oposto, para fazer uma enorme bolha. Tente fazer bolhas dentro de casa, e depois fora. Se for um dia frio, veja como o ar quente proveniente de seus pulmões faz a bolha subir. Quanto maiores e mais finas, mais alto as bolhas subirão. 
TAYLOR, Kim. Vôo. São Paulo, Moderna, 1995. p. 27
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Passo a passo
Orientação pedagógica sobre 

histórias acumulativas


Histórias repetidas

Histórias de animais













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