Tsiiiii de mico-leão-dourado, qui-qui de quati, crá-crá de tucano… Venha brincar de imitar sons de bicho! Um livro para ler quantas vezes quiser com os olhos, os dedinhos, a boca, a língua e o corpo todo.
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Tsiiiii de mico-leão-dourado, qui-qui de quati, crá-crá de tucano… Venha brincar de imitar sons de bicho! Um livro para ler quantas vezes quiser com os olhos, os dedinhos, a boca, a língua e o corpo todo.
Propostas pedagógicas
Propostas temáticas
Utilizando obras literárias:
Identidade, segredos, desejos, gostos, problemas, medos, família, amigos, escola, sociedade
Oficina “Quem sou eu?” :
Unidade temática da identidade, despertada pelo questionamento sobre os nossos próprios nomes, elemento primeiro da nossa individualização.
Origem e a história de seus nomes, motivando-os a já exercitarem o ato narrativo.
Leituras literárias: Sugestões ( partir da página 103 desta Fonte ) com detalhes mais específicos sobre cada obra:
João bobo/Ana Maria Machado: Reflexão sobre seus próprios nomes: Mais no Linguagem: AQUI
Mistério preso no armário/Sonia Junqueira: Mais no Linguagem: AQUI ( segredo)
Um sapo que virou príncipe/Jon Scienzka: Relembrando contos clássicos de fadas
O desejo foi o tema que permeou a oficina posterior. Seguindo suas aspirações, durante o estímulo lúdico, brincaram com massinha de modelar, confeccionando aquilo em que gostariam de se transformar. Iniciaram a leitura da obra Um sapo que virou príncipe: continuação, de Jon Scieszka.
Com suas modelagens nas mãos, as crianças repensaram sobre seus desejos de transformação, questionando suas possíveis consequências, positivas ou não, tendo como base comparativa a história do sapo que virou príncipe e voltou a ser sapo para garantir sua felicidade.
Partiram para a realização da atividade criativa, produzindo um texto a partir do título “Se eu tivesse me transformado em...”, completando-o com o desejo de transformação evidenciado pela modelagem criada, alterado ou não após a leitura. No desfecho lúdico, valeram-se do palco para dramatizações, simulando um show de transformações. Cada criança apresentou seu texto livremente, encenando-o, lendo-o, contando-o, utilizando recursos variados, como fantasias, fantoches, etc.
Oficina: Página 259: AQUI
A casa rosa/Silvana P. Taets: Planta baixa de uma casa: Os gostos substituíram os desejos na oficina que se seguiu. Inicialmente, distraíram-se brincando com a planta baixa de uma casa, preenchendo-a de acordo com os seus próprios gostos, de maneira a torná-la sua. Em seguida, mergulharam na leitura de A casa rosa, de Silvana Pinheiro Taets. Situada na larga rua da Amizade, a casa rosa, como descreve a narradora: “é sem número porque é única. É rosa, porque muita gente gosta.
Ouvindo a história: AQUI
A Grécia: Mitos e lendas/Episódio " A mais bela" Alain Quesnel
Comparando super- herói mais moderno, o homem aranha: Dificuldades enfrentadas, conhecendo sua vida, sua dupla personalidade, suas preferências, suas aventuras e problemas.
O velho que trazia a noite/Sergio Capparelli
Medos: Envolvidos por sons estranhos e aterrorizantes, imergiram na temática do medo. Foram intimidados a vencer os temores suscitados pelos sons ouvidos, procurando na escuridão envelopes misteriosos. Dentro deles, alguns encontraram imagens de seres repugnantes, outros acharam imagens de pegadas esquisitas. Passado o susto inicial, brincaram com as imagens resgatadas, unindo cada ser à sua respectiva pegada. Continua página 111/ Fonte
Família: Guilherme Augusto Araújo Fernandes/ Mem fox: Mais no Linguagem: AQUI
Desenhar algo que lembre a sua família para posterior colocação numa cesta.
Memórias familiares de cada um: Mas quem era esse menino de nome tão comprido? Alguém muito sortudo, pois os leitores logo detectaram que ele possuía mais de uma família. Além daquela que ele tinha em casa, Guilherme cultivava uma segunda na casa vizinha, formada por idosos, moradores de um asilo. Lá os leitores conheceram a família que o menino pôde escolher, representada, em especial, pela senhora Antônia Maria Diniz Cordeiro, “porque ela também tinha quatro nomes, como ele. Ele a chamava de Dona Antonia e contava-lhe todos os seus segredos”. Continua: AQUI
Descrição das unidades temáticas aplicadas: Página 235: AQUI
Encontrei este trabalho publicado na internet. Trouxe links de algumas páginas para facilitar sua pesquisa, professor(a). Linguagem e Afins recomenda a leitura completa. Contém a metodologia para utilização de obras literárias agregadas a temas. Ideias lúdicas com certeza! São 310 páginas em pdf bem interessantes para atividades literárias, lúdicas, produção textual entre outras.
A literatura infantil na formação antirracista
Numa sociedade racista não basta não ser racista, é preciso ser antirracista”. A frase da professora e filósofa americana Angela Davis nos lembra que a desconstrução do racismo, que é estrutural em nossa sociedade, se faz no dia a dia, entre adultos e crianças, em casa e na escola. Uma educação antirracista é papel de toda a sociedade e há muitos livros que podem abrir caminho para essas conversas. Mas o que podemos considerar educação antirracista? Para Ananda Luz, mestra em Ensino e Relações Étnico-Raciais e pesquisadora de literatura infantil, é aquela que emancipa tanto as crianças quanto os professores, porque promove olhares sensíveis para ser e estar nesse mundo. Promove, principalmente, visibilidade.
A escola infelizmente pode ser o primeiro local onde as crianças têm contato com o racismo, por isso o combate ao preconceito racial se faz fundamental para além de datas como o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. “É preciso assumir o compromisso de maneira contínua e sistematizada, presente em todo o currículo, se desdobrando em práticas cotidianas”, pontua Rodrigo Azevedo, mestre em educação, coordenador pedagógico e pesquisador de literatura infantil.
Para os dois especialistas, a literatura infantil se apresenta como possibilidade de mostrar novas perspectivas e ofertar diálogos, ficcionais ou não, com outras formas de ver e refletir sobre o mundo, tornando-se um meio potente para a formação antirracista.
“Como diz Eliane Debus [pesquisadora de literatura infantil da Universidade Federal de Santa Catarina], a palavra ficcional arrebata o leitor para um tempo e espaço que não são os seus. Ao adentrar outros mundos, encontrar com outros modos de vida e refletir sobre tudo isso, a criança que lê, quando retorna ao seu mundo, não é a mais a mesma e passa a vê-lo de forma diferente, pois é atravessada pela experiência que a leitura proporcionou”, explica Ananda. Continua: AQUI
Proposta de atividades: AQUI
Fafá conta + atividades:
Alice quer a companhia da mãe. A segue pela casa e a observa “voando” em seus afazeres. Um dia a mãe sai para trabalhar, foi ensinar seus alunos a ler e escrever palavras bonitas. “Ficaremos aqui, só nós dois”, explica o pai (achei a maior graça na ilustração da capa do livro que ele está lendo, reparem na terceira foto aqui). E assim, cheio de poesia e delicadeza, acompanhamos a menina curtir um tempo com o pai, enquanto a mãe que vai ao trabalho. E quando a mãe retorna ter a mãe inteirinha só pra ela. Um livro cheio de amor, gente! E as ilustrações muito lindas também.
Proposta de trabalho: AQUI
Mãe de todo os tipos: AQUI
Mãe querida: AQUI
Atividade suplementar sugerida pelo Linguagem
Os bebês, as professoras e a literatura, um triângulo amoroso:
“Lemos o mundo” desde o nascimento e desde a vida intrauterina também, se tomamos como referência a voz da mãe, primeiro signo de contato com a cultura, com os atos das palavras."
A leitura é nutrida por múltiplos estímulos, entre eles e fundamentalmente, o da literatura. Uma literatura que, muitas vezes, não é registrada como tal, porque nasce das intenções espontâneas de qualquer mãe, pai, avô, avó ou professora que se veja diante de um bebê e que, neste contato, ativa um reservatório de vivências próprias, muitas vezes adormecidas, associadas à própria infância. Cantigas de ninar, acalantos, brincadeiras com os dedos a tocar o corpo do bebê e alguma canção balbuciada no ritmo do olhar, do sorriso ou do choro do bebê. A leitura é nutrida por múltiplos estímulos, entre eles e fundamentalmente, o da literatura. Uma literatura que, muitas vezes, não é registrada como tal, porque nasce das intenções espontâneas de qualquer mãe, pai, avô, avó ou professora que se veja diante de um bebê e que, neste contato, ativa um reservatório de vivências próprias, muitas vezes adormecidas, associadas à própria infância. Cantigas de ninar, acalantos, brincadeiras com os dedos a tocar o corpo do bebê e alguma canção balbuciada no ritmo do olhar, do sorriso ou do choro do bebê. Continua: AQUI
Mamãe é um lobo: AQUI
Mamãe você me ama? AQUI








