afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Comemorando em sala de aula o dia da independência do Brasil
Como levar este tema para os pequenos alunos além de pintar,desenhar,fazer artes em verde e amarelo?
Falar sobre a família real e dizer que neste dia 7 de setembro de 1822 ficamos "livres" de Portugal e que somos um Brasil totalmente independente,vivendo uma democracia desde então é tarefa árdua...
Deixando de lado os ideais, Linguagem e Afins sugere algumas atividades para a comemoração de 7 de setembro.
Antes da conversa: Aula: A chegada dos portugueses ao Brasil ( palavra cantada: Pindorama) AQUI
A Independência do Brasil de sua colônia, Portugal, é comemorada no dia 7 de setembro no Brasil. Este foi um dia histórico para o nosso país, quando o então rei de Portugal e o Brasil D. Pedro I gritou às margens do rio Ipiranga: ‘Independência ou Morte!’ e criou o país que hoje conhecemos, com autonomia política e econômica em suas decisões.
O processo foi um pouco mais lento que isso, com diversas ações do rei ao longo de anos até chegar ao limite de libertação, mas a data em si apenas comemora o grito de independência, um dos feriados nacionais mais importantes do Brasil e parte do calendário escolar.
Pergunte a seus alunos o que é ser independente:
(...)É isto: para uma criança, sair com os amiguinhos desacompanhada dos pais ou fazer os deveres de casa sozinha pode significar independência; alguns jovens se consideram independentes quando conquistam o direito de votar e de trabalhar; já muitos adultos só se consideram independentes quando têm condições suficientes para sustentar a família e ajudar a comunidade onde vivem.
Parece que, em cada estágio da vida, a independência se manifesta de uma forma diferente, não é mesmo?
E uma coisa legal de a gente perceber é que exercer a cidadania (ter nossos direitos respeitados e cumprir nossos deveres) também é ser independente.
Mas que tal falar agora da independência de um país?
Toda criança acima dos três anos adora a contação de história, e os educadores podem usar isso a seu favor para trabalhar o tema em sala de aula. Em caso de ensino infantil abaixo dos cinco anos, os professores podem unir as salas e são os educadores responsáveis por dramatizar o tema com muita diversão e até fantasias para prender a atenção dos pequenos.
Crianças próximas da alfabetização podem ajudar na contação da história fazendo sons ou encenando sem falas para não dificultar a atividade.
Continuando a conversa...
Hino Nacional
A atividade é mais indicada às crianças até os sete anos.
Elas podem não aprender o hino todo, mas vão curtir tentar cantar ao menos algumas partes e entrar na formação da escola para a comemoração da data.
Os menores de cinco anos não entendem muito mais, mas você pode contar sobre o hino cantado antes de cada jogo de futebol, em festas e que é importante elas saberem porque conta um pouco da história de onde eles moram. Não cobre demais, mas pode mostrar a canção que muitos vão reconhecer, em especial de competições esportivas.
Logicamente você não consegue deixar as crianças assistindo a um filme inteiro, mas há desenhos educativos com personagens como a Turma da Mônica, Castelo Rá Tim Bum e outros que já falaram sobre o tema e você pode fazer um filme curtinho sobre o tema. Os educadores também podem bolar uma historinha e gravar para ensinar aos alunos sobre a data para mostrar em vídeo ao invés de um teatro ao vivo. Eles vão adorar a brincadeira!
Ludovico é D. Pedro I.
Ele está disposto a declarar a independência do Brasil, mas na hora H sente dor de barriga.
Mais atividades Cordel infantil Cavalinhos e afins Vejam a história:
"Era uma vez um principezinho que veio de uma terra muito distante chamado Portugal para morar no Brasil com sua família. Este príncipe era chamado de Pedrinho. Ele era um menino inteligente, corajoso e muito amoroso."...
Outra história bem simples para os pequenos Era uma vez um País chamado Brasil, que foi descoberto, segundo conta a história, por Pedro Álvares Cabral, que veio de Portugal. Porém há quem acredite que a história não seja bem essa. Continua AQUI AQUISugestões de painéis AQUI
Nara é uma garotinha que sofre abuso sexual e não sabe lidar com esse segredo. Episódio da série de animação japonesa "Os Pássaros e as Abelhas" que mostra formas de identificar crianças que estejam sofrendo esse tipo de violência e retrata de que forma elas se expressam e como costumam se sentir. Excelente para trabalho com crianças desde a pré-escola. Extraído do site da TV Escola. Saiba mais em www.sosliderja.com.br / www.esperanca.com.br / www.quebrandoosilencio.org
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Símbolo:
A campanha tem como símbolo uma flor, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância
e uma associação entre a fragilidade de uma flor e a de uma criança.
Nesse sentido, o desenho tem
como objetivo proporcionar maior proximidade e identificação da sociedade com a causa do enfrentamento
à violência sexual.
Esse símbolo surgiu durante as mobilizações do 18 de Maio em 2009.
Porém, o que era para ser apenas uma campanha se tornou o símbolo da causa, a partir de 2010.
Nos últimos anos, o slogan utilizado pela campanha tem sido o Faça Bonito - Proteja
nossas crianças e adolescentes.
A proposta é chamar a sociedade brasileira para
assumir sua responsabilidade na prevenção e no enfrentamento ao problema da
violência sexual praticada contra crianças e adolescentes.
Atividades com crianças
Uma sugestão de atividade que pode ser realizada com crianças é uma oficina em que elas possam
desenhar e colorir flores.
Neste momento, o facilitador da atividade pode aproveitar a deixa e explicar
o porquê do símbolo da flor.
Ao final, uma ideia interessante, por exemplo, seria montar um jardim
com as flores feitas ou coloridas na praça da cidade ou em outro local que acharem pertinente (Veja
no Anexo desse documento um molde para colorir).
Outra iniciativa que vale destacar é o PIPO E FIFI, ferramenta de proteção que explica à crianças,
a partir de 4 anos, conceitos básicos sobre o corpo, sentimentos, convivências e trocas afetivas. De
formas simples e descomplicada, ensina a diferenciar toques de amor de toques abusivos, apontando
caminhos para o diálogo na busca por proteção e ajuda.
No site da ferramenta (http://www.pipoefifi.
org.br), você encontra jogos online que podem ser jogados com as crianças, além de outros materiais
gratuitos para download.
O Instituto CORES, responsável pela iniciativa, já recebeu o prêmio Neide
Castanha de Direitos Humanos – 2014. Acesse e conheça: http://www.pipoefifi.org.br/download.html
Sugestões de Atividades Baseadas no Filme:
Roda de Conversa e Debate: Após a exibição, realizar debates sobre "segredos bons" (surpresas felizes) e "segredos ruins" (aqueles que trazem medo ou desconforto).
Dinâmica do Semáforo do Toque: Utilizar cores para ensinar limites corporais: Verde (toque carinhoso), Amarelo (atenção) e Vermelho (partes íntimas - não toque)
Oficina de Desenho e Expressão: Solicitar que as crianças desenhem flores ou criem um "jardim" para falar sobre os sentimentos retratados no vídeo, facilitando a identificação de sinais de violência.
Caixa de Tópicos e Perguntas: Utilizar tópicos numerados para organizar a conversa sobre quais violências Nara sofreu e por que ela não contou inicialmente.
Uso da Ferramenta Pipo e Fifi: Ferramenta complementar para ensinar a crianças a partir de 4 anos sobre o corpo, sentimentos e proteção.
O vídeo é frequentemente usado em escolas e acolhimentos para explicar de forma simples e segura como diferenciar toques de carinho de toques de abuso, incentivando a criança a contar para um adulto de confiança. Fonte Google.
O filme retrata através de animação produzida (1998), a relação dos animais, no caso os insetos, com o meio ambiente.Também enfoca a relação estabelecida entre eles, regida pelo poder dos mais fortes (gafanhotos), contra os mais fracos (formigas), sendo esta relação condicionada pelo ambiente físico.
Com a chegada do inverno impulsiona o trabalho das formigas para conseguirem comida para o seu sustento, e para alimentar a fúria dos gafanhotos, que mantém com elas uma relação de exploração.
O filme retrata também a relação harmônica que as formigas possuem com o meio ambiente, é deles que elas retiram a comida para a sobrevivência, e nele que se organizam em sociedade.
Autismo é a doença de João, a personagem principal da coleção "Meninos Especiais" lançada pela associação Pais em Rede e Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida. O João existe mesmo e inspirou a escrita de Alice Vieira.
Esta coleção foi escrita porque a inclusão não é menos importante que a terapêutica.
Com o grade objectivo de aproximar as crianças ditas normais destes meninos especiais, que também são pessoas, não são uma abstração.
A convivência e inclusão beneficia todos e assim contrariar a deficiência social, que afasta quem é diferente.
Criei esse plano pensando em uma criança autista, que tenha alguma dificuldade para falar. Mas é aquilo, cada aluno é um universo, não se pode enlatar uma atividade e usar para todos. Isso é apenas um exemplo. Eu fiz essa atividade com uma aluna cadeirante que estava dentro do espectro autista, ela falava poucas palavras. Deu certo! porém lembre-se de falar no tom normal ou mais baixo até mesmo durante a sua comemoração. Autistas são muito sensíveis a barulho! Eles geralmente usam a visão periférica, não fazem contato visual direto, por isso a comemoração com expressão corporal e não somente facial. O tempo pode variar para mais ou para menos, depende de como a criança vai se comportar. Ideal estar na sala de recursos, onde há mais silêncio e menos pessoas.
Sempre que Octaviano saía por aí nadando no meio das algas, sua mamãe Octávia ficava muito preocupada, pois havia muitos perigos no mar.
De repente, um peixe enorme e assustador saiu tão rápido detrás de de algumas algas, que Octaviano não teve tempo para se esconder, e ficou com muito medo.
Então, a mamãe de Octaviano nadou bem depressa e soltou uma tinta que escureceu a áqua ao redor. Os polvos sempre soltavam essa tinta para deixa ficou sem ação, e não foi atrás de Octaviano e sua mamãe.
Quando acharam que estavam livres, aconteceu que uma rede de pesca apareceu e carregou os dois juntamente com vários peixinhos. Mas ainda bem que a aquela rede tinha um furo e Octaviano e sua mamãe puderia sair.
Que sorte poderem voltar para casa sãos e salvos. A casa deles ficava entre as pedras, perto dos coroais.
Octaviano aprendeu uma lição muito difícil, enquanto era pequeno, nunca poderia sair de casa sem a companhia de sua mamãe Octavia.
Sempre perto de sua mamãe, Octaviano foi brincar com seus amiguinhos, pois tudo parecia tranquilo. Que alegria!
O polvo tem oito tentáculos e adora usá-los para fazer cócegas nos peixes. Mas, um dia, ao fazer cócegas na ostra, ela derruba sua preciosa pérola e a perde. Oh! Não! O polvo conseguirá recuperá-la?