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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Gênero contos/esperteza/causos. Mostrar todas as postagens
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domingo, julho 26, 2026

Meu dia de sorte>PNLD Literário>Astúcia/Inteligência/Resolução de conflitos>Contos de esperteza> 26/07/2026

 
Keiko Kasza

Uma história divertida e surpreendente que derruba estereótipos e faz as crianças enxergarem os desafios por novas perspectivas.

Será que a raposa é tão esperta e sortuda quanto pensa?

Quando um porquinho apetitoso bate à porta do Sr. Raposo, ele mal consegue acreditar. Não é sempre que o jantar aparece assim, por livre e espontânea vontade, na sua casa. Só pode ser o seu dia de sorte! Ou será que não?

Sugestões de Atividades

  • Roda de Conversa e Previsão: Pergunte às crianças quem elas acham que teve mais sorte no final: a raposa ou o porquinho?
  • Faz de Conta / Teatro: Use aventais ou máscaras simples para encenar os momentos em que o porquinho convence a raposa a dar banho, comida e massagem.
  • Ilustração e Escrita: Peça para desenharem a parte favorita da história ou criarem um final diferente para o encontro dos dois animais. Fonte Google

Ouvindo: AQUI

Livro: AQUI
Dicas para contar histórias: AQUI

O ratinho, o morango vermelho e o grande urso esfomeado: AQUI

O coelho, o escuro e a lata de biscoitos: AQUI

O sapo com medo d´'agua: AQUI

A sopa de pedra: AQUI

O convidado da raposela: AQUI

Artimanha/Esperteza: AQUI

Gênero contos de esperteza: AQUI

Gênero conto popular: AQUI

Contos de esperteza: AQUI

Só um minutinho: AQUI




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sábado, julho 11, 2026

A lenda do Quibungo> Causos encantados>Bicho papão afro-brasileiro>Reescrita>Produção de textos> 11/07/2026

 


O quibungo (ou kibungo) é uma criatura lendária e folclórica originária de tradições africanas dos povos bantos (Angola e Congo), trazida ao Brasil durante o período escravocrata. Na África, a palavra significa literalmente "lobo", mas no Brasil ele virou um bicho-papão lendário focado em assustar crianças
Origem e Características
A figura é frequentemente descrita como um monstro metade homem e metade bicho. Suas características principais incluem: 
  • Uma boca enorme que vai do nariz ao umbigo, ou um grande buraco localizado nas costas (ou na nuca) que ele usa para engolir as vítimas inteiras. 
  • Hábito de rondar os campos, esconder-se nas sombras ou nas proximidades das casas para devorar crianças desobedientes ou que choram muito. 
  • É uma figura típica da literatura oral de raiz afro-brasileira, presente em histórias que misturam narrativa falada e partes cantadas.
Na etimologia, o termo deriva de línguas bantas, carregando consigo o peso cultural e a memória de povos escravizados, principalmente na Bahia, onde o mito se enraizou fortemente.
Na "linguagem" das lendas, ele divide o mesmo espaço sociocultural de outras assombrações folclóricas brasileiras que atuam como ferramentas disciplinares familiares, dividindo semelhanças com figuras como a Cuca, o Mapinguari, o Capelobo e o Tutu. Fonte Google
Para produzir um texto criativo sobre a lenda do Quibungo, siga esta estrutura:
1. Estrutura da Narrativa
  • Introdução: Apresente o personagem (ex: "Em uma noite escura...") e defina a regra: nunca desobedecer aos pais.
  • Complicação: O protagonista (uma criança teimosa) ignora o aviso e vai para a mata.
  • O Encontro: O Quibungo se aproxima. Destaque características como o barulho de seus passos e a famosa boca nas costas.
  • Desfecho: Como a criança escapou? Você pode usar o humor (o monstro se assusta com a coragem da criança) ou a moralidade (a criança aprende a lição). 
2. Dicas de Escrita
  • Suspense: Use frases curtas para aumentar a tensão quando o monstro estiver chegando.
  • Sonoplastia: Use onomatopeias para descrever o arrastar dos pés e o som da boca se abrindo.
  • Tradição Oral: Os contos originais costumam incluir cantigas. Crie uma pequena rima que o Quibungo canta enquanto caça. Fonte Google
Pinterest

Ouvindo: AQUI
A menina e o Quibungo: AQUI
Cantando: AQUI
Atividades: Produção de texto e interpretação: AQUI
Rapunzel e o quibungo: AQUI
Quibungo e causos encantados: AQUI
Lendas: AQUI
Desobediência: AQUI
Gênero contos/causos/esperteza: AQUI
Sopa de botão: AQUI
Folclore/Leitura informativa: AQUI
Coleção Luciana Garcia: Recomendo!!! Ricamente ilustrados, textos curtos.
O mais assustador do folclore: AQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais legal do folclore: AQUI
Coleção folclore/Luciana Garcia: AQUI




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sexta-feira, junho 21, 2024

Quibungo>Causos encantados>E cantados>Folclore>Lendas brasileiras>21/06/2024

 

Maria Clara Cavalcanti

Você conhece a lenda do nosso folclore chamada Quibungo?
Ele mora nas matas da Bahia e adora menino e menina desobediente. AQUI

Quibungo é um gigante peludo, com uma cabeça enorme, olhos cor de fogo e um buraco nas costas pra comer criança. E é bastante temido pelos habitantes da aldeia de Kunta, um garoto muito esperto e corajoso. Um dia, o menino resolve passear por territórios muito além do que seus pais permitem. Mas eis que então ele se depara com ninguém menos do que o próprio Quibungo. Mas a esperteza de Kunta o salva do terrível gigante.

Música do Quibungo: AQUI
Fafá conta: AQUI

Mais ideias...
Música do Curupira: AQUI
História cantada:  Festa no céu: AQUI
Mais festa no céu: AQUI, AQUI
Turma do Folclore: O Boitatá é a cobrinha mais simpática do nosso Folclore. Os animais nunca sabem por onde ela se esconde. Ela vive rastejando pela floresta com uma labareda de fogo que envolve todo seu corpo, e ilumina tudo por onde passa. Assista também as outras lendas da Turma do Folclore. AQUI

A lenda da comadre Fulozinha: 
Você conhece a lenda da Comadre Fulozinha? Ela mora nas floresta de Pernambuco e está sempre pronta pra defender os animais! AQUI
Música da comadre Fulozinha: AQUI

A Turma do Folclore cresceu! Nesta temporada, conheça a história da Comadre Fulozinha, esta personagem guerreira da Turma do Folclore conhecida por ser a mãe da mata, que protege as árvores e sai pela floresta afora para brincar com seus amigos Curupira, Iara, Saci, Caipora e outros do Folclore Brasileiro. AQUI

Músicas do folclore para crianças: AQUI, AQUI
Canção do folclore de Marcelo Serra: AQUI

Atividades de artes/Ideias:
 Canal prof. Aliane Alves: Boto sensorial: AQUI
Argila: Capturei um saci: AQUI
Redemoinho do saci: AQUI
SOS Professor Atividades - você encontra uma sugestão de mural para 22 de agosto – Dia do folclore, uma arte bem fácil e divertida com a sereia Iara. AQUI
Iara: AQUI



A flor do mato: AQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais assustador do folclore: AQUI
Flipbook/Recurso pedagógico/Folclore: AQUI
Contos da floresta: AQUI
Rapunzel e o Quibungo: AQUI
Coletânea especial:  Um pouco de tudo sobre folclore: AQUI
Quem matou o saci?: AQUI
Mais sacis: AQUI
Lendas para imprimir: AQUI
Cabra cabriola: AQUI
Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira brinca comigo?: AQUI
Mais curupiras: AQUI
Folclore e produção de textos: AQUI
Folcloriando: AQUI
Aula/Mitos e lendas: AQUI


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quarta-feira, abril 10, 2024

O convidado de Raposela>Atividade literária>Aula de literatura>Esperteza e curiosidade>10/04/2024

 

Alex T.Smith
Ovos são uma delícia no café da manhã: cozidos, fritos, mexidos... 
Era nisso que pensava Raposela DaMatta quando convidou O Ovo para conhecer sua mansão. Como a bruxa má de João e Maria, a bichana bolou um plano malévolo: primeiro iria enchê-lo de comida para deixá-lo bem gorducho e apetitoso, depois iria passar a noite pensando em todos os pratos que faria com o coitado, enquanto ele descansava e engordava, até que no próximo café da manhã finalmente iria usufruir de toda aquela clara e aquela gema fresquinhas! 
Pois qual não foi a alegria de Raposela ao ver que, no dia seguinte, O Ovo tinha quadruplicado de tamanho! 
Mas qual não foi a sua decepção quando percebeu que aquela casca gigantesca estava rachando e... O que era aquilo que estava saindo dali?
Leitura e interpretação: AQUI
Aula de literatura/O convidado de Raposela: AQUI
Desafio: Descobrir quem é o convidado:  
Ouvindo a história: Aula passo a passo contando a história.
Somente a história: AQUI

Estratégia sugerida

Nesta obra, a linguagem visual e verbal se complementam tecendo um diálogo que precisa ser explorado pelo leitor para construção dos sentidos. 
Para leitores em qualquer idade as estratégias de compreensão podem ser as mesmas, mas elas serão utilizadas com maior autonomia e aprofundamento por leitores mais experientes. 
Espera-se que sejam exploradas estratégias antes da leitura, ativando e ampliando o conhecimento prévio dos alunos, ou fazendo antecipações, previsões e inferências, como explicitado no subitem anterior. 
Com vistas a trazer novos elementos à discussão, abordaremos outras estratégias e apresentaremos encaminhamentos para “o durante” e “o após a leitura”. 
Para tanto, começaremos pelas conexões e na sequência abordaremos as de perguntas ao texto, sumarização e síntese. Destacamos aqui a conexão texto-texto. 
Relacionar este texto com A galinha que criava um ratinho ou com alguma fábula, por exemplo significa efetuar uma estratégia texto-texto. 
Para tanto, após a leitura do trecho abaixo, o professor faz uma pausa e questiona os alunos. “Raposela Da Matta sempre foi graciosíssima com estranhos, e com O Ovo não foi diferente: convidou-o logo para um LANCHINHO.”
A galinha que criava um ratinho: AQUI
Conexões: são estratégias em que o leitor relaciona o que está lendo com suas próprias experiências (conexão texto-leitor), com outros textos lidos (conexão texto-texto) ou com aspectos mais amplos, que podem ser ideias, concepções, temas que envolvem as sociedades entre outros (conexão texto-mundo). 
Ao fazer conexões entre o que está lendo e aspectos da vida, de outros textos, ou mais globais, os leitores se aproximam do que estão lendo, se ligam ao personagem e compreendem melhor o texto.

Continua página 167 AQUI
Desdobramentos referentes a curiosidade e investigação
Aulas:
Os curiosos e as curiosidades: AQUI
Elaborando mural de textos: AQUI




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quarta-feira, março 15, 2023

Sopa de botão de osso>A sopa de pedra mole>Gênero contos>Vários contos em PDF>15/03/2023

 

Albrey Davis

Sopa de Botão de Osso, mais conhecida entre nós como Sopa de Pedras, é um conto popular da tradição judaica. Com temática bastante atual, mostra como a solidariedade e a cooperação podem nos fazer sair bem de situações em que individualmente não conseguiríamos nada.

Projeto produção de textos: AQUI

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

Essa é mais uma história da Carochinha, um conto tradicional português. O conto fala sobre a história do viajante Malasarte que com fome pede ajuda a uma senhora avarenta. Ela, no entanto, nega ao viajante, comida. Diante da rejeição, ele pede para senhora uma panela e diz que vai fazer uma sopa de pedra. Baixar: AQUI

Alain S.Dzotap

Leuk, a lebre, tem fome. Muita fome. E há semanas, está cruzando a savana em busca de algo para comer. Ao chegar numa aldeia, bate à primeira porta que encontra e se depara frente a frente com a pouco amistosa hiena Buki. Leuk, que tem sempre um truque na cachola, convence a hiena a emprestar-lhe seu caldeirão nem muito sujo nem muito limpo para preparar uma deliciosa sopa de pedra mole... Muito conhecido na Europa e na Ásia em suas diversas versões, esse conto popular, aqui cozido à moda africana, fala da solidariedade em tempos difíceis. Com esta sopa inusitada, todos vão sair saciados e com o coração amolecido! Relevância da obra Recriação de história clássica das tradições europeia e asiática, A sopa de pedra mole é um conto de esperteza, aquele no qual o protagonista usa de sua inteligência para superar os perigos ou sobreviver. Ambientado na savana africana, com sua fauna e sua cultura alimentar, o livro propõe uma reflexão sobre a solidariedade em tempos difíceis. Leuk, a popular lebre das narrativas africanas, encontra uma maneira de matar a sua fome e, ao mesmo tempo, mostrar aos outros animais que juntos é possível superar adversidades.

Ouvindo: AQUI

Ouvindo a sopa de pedra: AQUI

Vamos relembrar? 

Contos de Artimanha são narrativas normalmente curtas, inventadas por alguém e passadas de geração em geração, que apresentam: 

Situação inicial: Apresentação do lugar, personagens. 

Conflito: Introdução ao fato a ser narrado. 

 Clímax: Momento tenso onde tudo começa a caminhar para o desfecho. 

 Desfecho: Onde tudo é solucionado.  

Precisa conter: Enredo, Personagens, Narrador, Lugar (cenário), Tempo.

PDF/Atividades: AQUI, AQUI

Contos populares por região: PDF: AQUI Entrevistas, instrucionais, notícias.

Plano de aula/Notícias: AQUI

Plano de aula/Conto: AQUI

No Linguagem e Afins

Sopa de pedra : AQUI

Cordel sopa de pedras : AQUI

A sopa supimpa: AQUI

Melancia e coco doce: AQUI






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sábado, agosto 01, 2020

A viola enluarada de Zequinha Piriri>Atividade literária>Causos>Gênero contos populares>01/08/2020


A Viola Enluarada de Zequinha Piriri - e Outras Histórias ...
Rosana Rios

O livro traz três histórias da tradição popular: a de Zequinha Piriri, rapaz sem sorte que ganha uma viola encantada, a de Toniquinho Bem-Bom, um sujeito muito, muito preguiçoso, e a de Chico Linhaça, que pesca o jantar da Mãe-d’água.

O “causo” da viola enluarada de Zequinha Piriri.

Foi registrado no cartório de Deusmelivre: José Barbosinha dos Anjos Austregésilo Antônio. 

Seu pai lhe dera esse “nomão” para marcar importância.

Seus pais morreram e ele passou a cuidar da roça. Ficou conhecido como Zequinha do Sítio do Piriri ou Zequinha Piriri. Desistiu desse esforço e foi para a cidade de Deusmelivre em busca de algo melhor. Deixou o sítio com sua velha tia Nhá Maruca.

Assumiu vários trabalhos: carregador de sacas de café, aprendiz de carapina, ajudante de boiadeiro; tentou ser peão da Fazenda das Oitavas do Coronel Oitão, a maior fazenda da cidade. Não deu certo, pois apaixonara-se por Oitolina, a filha caçula do coronel que enfezado o despedira, alegando que não casaria sua filha com um qualquer.
Empregou-se na venda de Seu Totonho na praça da Matriz de Deusmelivre, para ver Oitolina aos domingos indo à missa.
Ao saber, através de um cabra de Seiláonde, que o seu tio Aparício (marido de Nhá Cilota) havia falecido, correu atrás de sua herança.


O tio lhe deixara uma viola enluarada, que ganhara de Seu Quim das Almas, um violeiro famoso do lugar. Sua esposa contou-lhe o segredo: a viola tinha sido banhada na luz da Lua Cheia numa noite de sexta-feira. O violeiro havia tocado com ela sete noites seguidas, cada noite num acorde do ré ao si, completando o encantamento. Quem fizesse o mesmo, a viola faria o resto.

Zequinha seguiu as instruções e virou Violeiro Enluarado. E, em Deusmelivre, tocava em batizados, enterros, festas folclóricas, casamentos.

Agora famoso, despertou o interesse do fazendeiro que o aceitou como genro. Daí a um mês, uma grande festa agitava a cidade: seu casamento com Oitolina.

Três dias após, sucedeu uma desgraça: a viola desapareceu. Pedro Capanga, capataz da fazenda e ex-noivo de Oitolina, surrupia, queima e enterra a viola num morro fora da fazenda.

Zequinha vai morar com sua mulher na casa do sítio. Apesar da felicidade na companhia de sua amada, sente-se triste e meio perdido. 
O que fazer? Onde encontrar outra viola como aquela?
Decidiu que tocaria de qualquer jeito, ciente de que era um bom violinista, e assim, comprou uma viola rachada na venda do Totonho e passou a noite tocando toda música que conhecia. 
Não precisava de Lua Cheia nem de encantamento. 
E assim, animou muitas festas em toda a sua vida.


Roteiro para o professor

Projeto
Sei não,só sei que foi assim
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Projeto causos
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            Produção de textos/Causos: 
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Contos de esperteza/Artimanha
Sopa de pedra
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Contos do bicho do mato
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Malandragens de um urubu
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Alonça e Juca Brito
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Só sei que nada sei
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Causo: Barbeiro
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A raposa e a cegonha
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