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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quinta-feira, setembro 29, 2016

O valor da oração com as crianças>Estímulos reflexivos>29/09/2016


Uma sugestão singela___
Aula repleta de valores espirituais,sem intenção de "impor" uma crença.
Sabemos que a educação religiosa é laica,mas,nada impede de você,cara colega,dar "um olhar" nela.



OBJETIVO:
 Ensinar à criança o valor da prece em nossas vidas. 
Esclarecer que a prece deverá ser uma "conversa" com Deus, com Jesus e com os amigos espirituais, entre eles o Anjo da Guarda. 
Nessa conversa com Deus, poderá contar suas alegrias, suas necessidades e agradecer a tudo o que Deus lhe dá (o ar, o alimento, a família...). 
Mostrar à criança que para orarmos não é preciso ficar em determinadas posições (mãos, postas, de joelhos), nem tampouco repetir em voz alta (todos juntos, como ladainha).
Nessa idade a criança ainda não está apta a aprender e decorar o Pai-nosso, pois não compreende o seu significado. 
Por isso sugerimos que as preces de início e encerramento das aulas sejam cantadas.  


MOTIVAÇÃO INICIAL 
- Questionamento -  Que brincadeiras conhecem? Quais acham mais difíceis?


QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas. Imagens onde levam à reflexão de agradecimentos, pedidos e diálogo. Natureza...

CANTINHO:
 Como podemos conversar com Deus? Podemos conversar com Deus estando em pé, sentado, deitado, em voz alta, em silêncio, de olhos abertos ou fechados, não importa como. O importante mesmo é senti-Lo dentro do nosso coração.
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).

HISTÓRIA :  BRINCADEIRAS (ilustrações e atividade)
Eduardo gostava de ir à escola. O que será que a professora - a senhorita Cleide - iria ensinar? Mal entrou na sala de aula e ela foi falando:
- Crianças, hoje vamos brincar!
A alegria foi geral.
- Prestem bastante atenção! - e começou explicando a primeira brincadeira.
Ela mostrou o apagador e o deixou sobre a mesa, pedindo que observassem bem. Depois colocou uma venda nos olhos de Eduardo, que estava do outro lado da sala, o fez girar algumas vezes e pediu que procurasse o objeto. Que dificuldade! As outras crianças gritavam:
- Está quente! Está frio! - conforme Eduardo se aproximava ou se afastava do apagador.
Até que finalmente conseguiu!
Todos quiseram enfrentar o desafio de procurar o apagador com os olhos vendados. Em seguida a senhorita Cleide afastou as cadeiras e desenhou um oito bem grande no chão.
Vocês deverão andar sobre esta linha que desenhei no chão.
Eduardo pensou:
- Ah! Esta é fácil!
Mas a professora completou:
- Com um pé só!
Foi uma confusão! Quase todos perderam o equilíbrio e caíram. Risadas e reclamações se misturavam no ar.
Então a senhorita Cleide deu uma bala a cada um e disse:
-Para desembrulhá-la vocês só podem usar uma das mãos.
Que algazarra! Alguns, impacientes, diziam:
- Não consigo, professora!
No final da aula a senhorita Cleide perguntou o que haviam achado das brincadeiras. Todos gostaram, mas alguns observaram:
- Foi difícil andar sobre a linha pulando num pé só!
- É! E procurar o apagador de olhos fechados, também! - diziam outros.
- Eu não consegui desembrulhar a bala usando só uma das mãos - queixou-se Eduardo.
Então a professora concluiu:
- Sentiram como nossos olhos são importantes e bons? E ter duas pernas para caminhar, duas mãos para desembrulhar balas...
As crianças ouviam atentas. A senhorita Cleide perguntou:
- Quem nos deu olhos, pernas, mãos?
- DEUS!!! - responderam em coro.
- Nada mais justo do que agradecer a Ele por tudo, não é? Vamos dizer-lhe isso numa prece:
Muito obrigada, Deus querido, por nossos olhos, por nossas mãos e pernas.
Eduardo chegou em casa faminto. Lavou as mãos e sentou-se à mesa para comer. Ao pegar os talheres murmurou baixinho:
- Muito obrigado, Deus bondoso, pelas minhas mãos!

ATIVIDADE:  Fazer as brincadeiras sugeridas na história. Multiplicar e distribuir a folha de atividade (atividade).
A história do guarda-chuva colorido







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domingo, junho 30, 2013

A nuvem e a duna > Estímulos visuais literários > 30/06/13

"Sacrificar-se por amor é uma arte milenar.
Em nome do amor, o mundo passou
e passa por grandes transformações."



A NUVEM E A DUNA
Conto tradicional espanhol adaptado por Paulo Coelho

Uma jovem nuvem nasceu no meio de uma grande tempestade no Mar Mediterrâneo.
Mas sequer teve tempo de crescer ali; um vento forte empurrou todas as nuvens em direção à África.
Assim que chegaram ao continente, o clima mudou: um sol generoso brilhava no céu, e embaixo se estendia a areia dourada do deserto de Saara.
O vento continuou empurrando as nuvens em direção às florestas do sul, já que no deserto quase não chove.
Entretanto, assim como acontece com os jovens humanos, também acontece com as jovens nuvens: ela resolveu desgarrar-se dos seus pais e amigos mais velhos, para conhecer o mundo.
- O que você está fazendo? - reclamou o vento.
 - O deserto é todo igual! Volte para a formação, e vamos até o centro da África, onde existem montanhas e árvores deslumbrantes!
Mas a jovem nuvem, rebelde por natureza, não obedeceu; pouco a pouco, foi baixando de altitude, até conseguir planar em uma brisa suave, generosa, perto das areias douradas.
 Depois de muito passear, reparou que uma das dunas estava sorrindo para ela.
Viu que ela também era jovem, recém-formada pelo vento que acabara de passar.
Na mesma hora, apaixonou-se por sua cabeleira dourada
.- Bom dia - disse. - Como é viver aí embaixo?
- Tenho a companhia das outras dunas, do sol, do vento, e das caravanas que de vez em quando passam por aqui. Às vezes faz muito calor, mas dá para aguentar. E como é viver aí em cima?
- Também existe o vento e o sol, mas a vantagem é que posso passear pelo céu, e conhecer muita coisa.- Para mim a vida é curta - disse a duna.
- Quando o vento retornar das florestas irei desaparecer.
- E isso a entristece?
- Me dá a impressão que não sirvo para nada.
- Eu também sinto o mesmo. Assim que um novo vento passar, irei para o sul e me transformarei em chuva; entretanto, esse é meu destino.
A duna hesitou um pouco, mas terminou dizendo:
- Sabe que, aqui no deserto, nós chamamos a chuva de Paraíso?
- Eu não sabia que podia me transformar em algo tão importante - disse a nuvem, orgulhosa.
- Já escutei várias lendas contadas por velhas dunas.
Elas dizem que, após a chuva, nós ficamos cobertas de ervas e de flores. Mas eu nunca saberei o que é isso, porque no deserto chove muito raramente.
Foi a vez de a nuvem ficar hesitante. Mas logo em seguida, tornou a abrir seu largo sorriso:
- Se você quiser, eu posso lhe cobrir de chuva. Embora tenha acabado de chegar, estou apaixonada por você, e gostaria de ficar aqui para sempre.
- Quando a vi pela primeira vez no céu, também me enamorei - disse a duna.
 - mas se você transformar sua linda cabeleira branca em chuva terminará morrendo.
- O amor nunca morre - disse a nuvem. - Ele se transforma; e eu quero mostrar-lhe o Paraíso.
E começou a acariciar a duna com pequenas gotas; assim permaneceram juntas por muito tempo, até que um arco-íris apareceu.
No dia seguinte, a pequena duna estava coberta de flores.
Outras nuvens que passavam em direção à África achavam que ali estava parte da floresta que andavam buscando, e despejavam mais chuva.
 Vinte anos depois, a duna havia se transformado num oásis, que refrescava os viajantes com a sombra de suas árvores.
Tudo porque, um dia, uma nuvem apaixonada não tivera medo de dar sua vida por causa do amor.



 
 
 









Neste livro a artista desafia e incita o leitor a interagir com sua arte, reescrevendo essa linda história de amor, que mostra que o belo não se encontra apenas no bom traço do artista, ele está presente nas várias linguagens de tradução da arte.
Baseado em um conto espanhol adaptado pelo escritor Paulo Coelho, Christina Oiticica mergulhou em seu tema preferido, “o amor” e em A nuvem e a duna a artista conseguiu retratar com muita sensibilidade, por meio de seus pincéis e tintas, sem texto verbal, como o afeto pode mudar o curso das coisas.
Totalmente envolvida com a natureza, a artista fundamenta sua arte nos seguintes pilares: o amor, o belo, o desenho e a natureza, o que vem atraindo um grande número de admiradores de todas as idades pelo seu trabalho.

Assunto: as diferenças que se complementam e o potencial fecundo do amor e da amizade.
Interdisciplinaridade: Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade, Artes Visuais, Matemática, Língua Portuguesa e Literatura, Geografia e Ciências da Natureza.
Transversalidade: Meio ambiente, educação sexual, pluralidade cultural, ética, cidadania.
Propostas: criar textos poéticos com ilustração, recorte e colagem; fazer exposição.
Indicações:
- Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental




 
Texto by krika  
O livro é maravilhoso e sem palavras estou! ( não possue texto mesmo! )
Através de imagens lindas a artísta pinta e transborda cores.
Mais uma obra literária recheada de possibilidades pedagógicas, a começar pelas artes, viajando por produções textuais, enfatizando valores e sentimentos imaculados como o amor a primeira vista de uma nuvem e uma duna...
Pode-se aproveitar para um aprofundamento nos estudos sobre deserto e chuva.
Como são formadas as nuvens, que são dunas?
Ou fazer leituras informativas.





Conhecer as dunas: Uma paisagem de areia
A origem das nuvens


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domingo, outubro 28, 2012

A galinha preta> Estímulos literários> Valores>Preconceito> 28/10/12



Martina Schlossmacher

Livro aqui

Objetivos:
Trabalhar em sala as situações didáticas relacionadas :proporcionar reflexões sobre os medos,preconceito,auto estima...
É a história de uma galinha que era preta no meio de um galinheiro onde todas demais eram galinhas brancas.
Além desse fato,ela só conseguia botar ovos em formatos diferentes (em forma de coração,de estrelas,de meia lua...) e por isso as demais colegas a discriminavam .
Certo dia, o coelho da páscoa foi ao galinheiro escolher seus ovos para decorar, pois a páscoa estava chegando.
A galinha preta ,sempre humilhada pelas outras galinhas,ficou escondidinha no paiol chorando, pois tinha vergonha de seus ovos.
Quando o coelho terminou sua escolha e já estava indo embora, escutou um chorinho e foi espiar. Então descobriu que havia uma galinha que botava ovos diferentes!
Ele gostou tanto dos ovos dela, que ficou com todos!!!
Quando o rei decobriu que quem botava aqueles lindos ovos era a galinha preta,ele a convidou para morar no palácio e eles viveram lá juntos e felizes para sempre...
Estimulamos reflexões do tipo:
-Por que as outras galinhas não gostavam da galinha preta?
- Vocês acham que a galinha preta deveria ter se escondido?
- Vocês já se sentiram como ela em algum momento?
- Como acham que as galinhas brancas deveriam tratá-la?
- Como vcs acham que as galinhas brancas se sentiram ao ver que o coelho gostou mais dos ovos da galinha preta?
- A galinha preta poderia ter agido de outra maneira?
- Como vc agiria se vc fosse a galinha preta? E se vc fosse a galinha branca?
Outra sugestão:

Depois de ouvir a história, desenhamos os ovos diferentes que a galinha preta botava.
Também brincamos de ovo choco e de roda ( a galinha do vizinho).
A galinha preta era a única no galinheiro que botava ovos diferentes, em forma de coração, de estrela, de meia-lua.
Por isso, todas as outras galinhas a desprezavam. Mas o coelho da Páscoa ficou encantado com seus ovos.
Resolveu pintá-los e mandá-los para o rei. E a galinha preta acabou sendo convidada para morar no palácio.







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terça-feira, outubro 02, 2012

Salmo 23 para crianças> 02/10/2012


SALMO 23


Base Bíblica: Salmo 23
Desenvolvimento da História:
O Salmo 23 é um dos salmos mais famosos e foi escrito por Davi, o rei.


Davi já não era mais aquele menino, pastor de ovelhas, aquele rapaz que derrubou o Gigante Golias, agora era o rei de Israel, mas ele gostava de escrever poemas e canções.
Este salmo é especial sobre Deus ser o nosso Pastor e Rei.
Davi por ter sido um pastor, sabia exatamente todas as tarefas deste trabalho e de como era importante ser zelos com suas ovelhas e da importância do pastor para um rebanho de ovelhas.
Em um primeiro momento podemos pensar que um rei e um pastor são muito diferentes, mas Davi faz esta relação no Salmo 23.
Quando pensamos sobre um rei , logo lembramos de uma coroa real, um grande castelo, empregados, grandes refeições e uma bela rainha.
 Quando pensamos em um pastor lembramos de uma pessoa humilde, um servo que trabalha nos campos com roupas velhas.
Mas há algo em comum entre um pastor e um Rei, eles têm em comum que é o cuidar.
Um Rei é posto para cuidar e proteger o reino e as pessoas que são regidas por ele e, um pastor cuida e protege seu rebanho de ovelhas.
Um rei pode ter coisas mais extravagantes do que um pastor, mas ambos têm um trabalho importante.
Davi compara Deus a um pastor porque às vezes, quando pensamos em reis pensamos em alguém acima, que pensa que é muito mais importante do que nós e ele não poderia saber de cada pessoa no seu reino.
Um pastor, por outro lado parece ser uma pessoa normal que trabalha duro e cuida e ama cada um de suas ovelhas. Nós não teríamos medo de falar com um pastor e podemos ser nós mesmos diante dele.
Davi sabe que Deus não é como os reis da terra por isso ele o compara a um pastor amoroso que cuida de seu povo, e nos faz refletir numa melhor imagem do que Deus é.
Assim, ao longo do capítulo 23 de Salmos, embora David nos faz ver-nos como as ovelhas e Deus como nosso pastor.
Davi nos faz refletir na dependência da ovelha em seu pastor, da necessidade por comida, abrigo e segurança. Assim como nós precisamos confiar em Deus.
Você pode pensar que seus pais oferecem tudo isso para você, mas creia seus pais são sustentados por esse Deus, e ao confiar em Deus eles tem um emprego, dinheiro e bênçãos para que possam dar o que você precisa.
Outro ponto importante é que as ovelhas não sabem o que sabe um pastor.
Se você realmente pensar nisso ovelhas não podem viver sem um pastor,,porque cairiam em precipícios, seriam atacadas por animais ferozes, não saberiam onde comer o melhor alimento, é o pastor quem as guia. Comparado a Deus, não sabemos muito também!
Deus sabe o nosso futuro, Ele sabe o que é melhor para nós, e quanto mais cedo aprendemos a depender e confiar Nele, melhor será o nosso futuro.
A primeira parte do salmo Davi fala sobre Deus ser seu pastor e nos a ovelha.
O pastor garante que suas ovelhas tem tudo o que precisa, como a erva verde agradável e água limpa. Deus nos dá paz e descanso, se confiarmos nEle.
Deus nos mantém no bom caminho.
 Mesmo quando ocorrer momentos difíceis, não devemos ter medo.
Deus está sempre conosco e Ele pode fazer o melhor para nós.
Em seguida, Davi fala sobre um banquete que Deus nos prepara.
Ele gosta de nos agradar e nos surpreender.
Deus nos protege de nossos inimigos, e nos trata como um hóspede real, e nos unge.
David estava tentando dizer que mesmo ele que era o Rei, Deus reconheceu-o como mais do que um rei, mas como alguém ainda mais especial para ele, com alguém que ele cuidaria, como nosso pastor amado.
Davi termina dizendo que ele continuará a ser abençoado por Deus com muita bondade e amor e isto é para todo o Sempre.
Deus é o nosso Pastor-Rei e nós somos suas ovelhas.
Deus está nos guiando, nos protegendo e Ele nos ama.
Nós não sabemos o quanto Deus faz por isso temos que confiar Nele.
Por que Ele sempre faz o melhor pelos SEUS!
















O Senhor é meu Pastor,
Isto é relacionamento!
Nada me faltará,
Isto é suprimento!
Caminhar me faz por verdes pastos,
Isto é descanso!
Guia-me mansamente as águas tranqüilas,
Isto é refrigério!
Refrigera a minha alma,
Isto é cura!
Guia-me pelas veredas da justiça,
Isto é direção!
Por amor do seu nome,
Isto é propósito!
Ainda que eu caminhasse pelo vale da sombra da morte,
Isto é provação!
Eu não temeria mal algum,
Isto é proteção!
Porque Tu estás comigo,
Isto é fidelidade!
A tua vara e o teu cajado me consolam,
Isto é disciplina!
Preparas uma mesa perante mim, na presença dos meus inimigos.
Isto é esperança!
Unge a minha cabeça com óleo.
Isto é consagração!
E meu cálice transborda.
Isto é abundância!
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias de minha vida.
Isto é bênção!
E eu habitarei na casa do Senhor.

Aqui tem o livrinho em preto e branco















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segunda-feira, outubro 01, 2012

Sermão da Montanha para crianças>Dia das crianças no mundo> 01/10/12

Sermão da Montanha

Atividade: 3035 - O sermão da montanha - Bíblia para Crianças
Descrição: Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todas as doenças. Uma grande multidão vinha de toda parte e o acompanhava. Ele tinha muita compaixão dessa gente que era como ovelhas sem pastor. Um dia, vendo aquela multidão, Jesus subiu numa montanha e sentou-se. Todos se aproximaram dele e Ele os ensinava: 'Felizes os que choram, porque serão consolados... Felizes os puros de coração, porque verão a Deus...' E ensinava muitas outras coisas lindas!
Disponível nas áreas de: religião vídeos online
Fonte (Acessa para saber mais): www.youtube.com/user/cantinhocn  






Atividades aqui neste link:




O Sermão da Montanha para crianças
Editora SBN
Cristina Marques
Ilust.Solange J.P.Reetz





Vejam todos aqui:




Children’s Day – como o dia das crianças
 é celebrado ao redor do mundo!

O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Debater sobre o tema: “situação das crianças nas diferentes regiões do mundo”
- Aprender e ampliar vocabulário relacionado à infância

Vejam aqui:


Dia das Crianças
Plano de aula
Sugestão
Para comemorar o dia das crianças que tal fazer uma apresentação em que as crianças representem os costumes, jogos e brincadeiras de crianças de outros países?
Você pode selecionar os países que achar interessante, separar os alunos em grupos e organizar a pesquisa.
Com os dados em mãos, as crianças usarão toda criatividade para fazer a apresentação.
Para conscientizar os alunos com relação à realidade das crianças no Brasil e em outros países é importante fazer um debate sobre alguns pontos frágeis da realidade infantil, como fome, maus tratos e violência.
Peça também para que analisem a realidade de sua cidade, questionando sobre esses aspectos.
A
o final do debate os alunos podem elaborar um documento para ser entregue às autoridades municipais com o objetivo de sensibilizá-los a este respeito, inclusive propondo formas de melhorar a situação.


Vejam aqui uma sequência de atividades para aula de informática

https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:dgggPiMhlSAJ:download.microsoft.com/download/4/C/3/4C3BE003-8753-4ED3-86D5-D84DFEC9305B/dia_das_criancas.pps+dia+da+crian%C3%A7a+plano+de+aula&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESgfGZTkCbMCPaq740GtYtrlnq1Ao-i3HjN_7T6kN--4D1gzhcSX_4ayXRlPCit67kX1j2cuj64ymLWC3Aou54FVaBVHzgXeNWuGF3tFlKbaXeY2fcBpYBwRTMCBNb4agi99POiB&sig=AHIEtbS66uygl5ImnS891Raa0mWKBkuqWA




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segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Quem sou eu? Autoestima>Aula> OVO NOVO> Estímulos literários> Aula 4> 20/02/12


Ovo Novo parte 4

Dando continuidade a história Ovo Novo, de Heliana Turquino.
São muitas as possibilidades desta história.
 Um ovo,sonhando com seu nascimento( rompimento da casca) imaginando que teria longas asas.
Para sua surpresa ou decepção,ele nasceu tartaruga, pesada, que anda devagar...
A partir deste fato,no primeiro momento assustador, a tartaruga terá que refletir e refazer-se.
Como estará sua aceitação?
De asas para casco duro?
De leve e solta no ar para rastejar-se vagarosamente pelo chão?
A aula a seguir fala de autoestima, que consiste em aceitar e valorizar a si mesmo.
È essencial para uma vida saudável esta aceitação, de quem somos, pois permite o reconhecimento do nosso verdadeiro valor - das nossas habiliaddes e talentos - , faz-nos sentir quanto somos únicos e especiais.
A autoestima é parceira do amor, que deve comelar por nós mesmos, e é promotora da confiança, da criatividade, do entusiasmo. Deixa-nos longe do fracasso, do medo, da descrença,da mágoa, da raiva, da tristeza e apatia.
Reconhecer o nosso poder pessoal, ter autoestima elevada, nos faz ter interesse por tudo,querer fazer sempre o melhor, nos une com alegria que nos convida ao riso e nos proporciona uma vida feliz.
Aceite-se! Ame-se! Sorria! Cante! Dance! Seja feliz!
Fonte: A magia das virtudes/Tânia D.Queiroz e Paula A.Ribeiro/Editora Rideel
Vejam mais aulas sobre valores no "Toque's guia "deste blog.
Vamos à aula!
Eu: uma caixinha de surpresa.
 Explorando as características pessoais
a partir da brincadeira.

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Objetivos
- auxiliar a criança a perceber a si própria, destacando suas características físicas;
- trabalhar as diferenças e semelhanças;
- construir a identidade infantil;
- explorar o esquema corporal.
Duração das atividades
4 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para a realização desta aula é interessante que o grupo tenha vivenciado situações de aprendizado referentes às características de seu corpo na infância, como por exemplo: ter trabalhado a altura, o peso, etc.



Estratégias e recursos da aula
1° Momento:
Em rodinha, contar para as crianças sobre uma caixinha de surpresa que apareceu na sala. Questioná-las então, sobre o possível conteúdo dessa caixinha e após este momento, ouvir as idéias das crianças.
Dizer ao grupo que o conteúdo da caixinha é algo muito especial.
Orientar as crianças para que ao abrirem a caixinha e descobrir o conteúdo, não o revelem imediatamente aos colegas, guardando segredo até que todos tenham visto a surpresa.
Esta caixinha trata-se de uma caixa de presente pequena, com um espelho também pequeno fixado dentro da mesma, em seu fundo.
 Tendo a caixinha percorrido a rodinha, é chegado o momento de falar sobre o que viram dentro desta.
 Este é o espaço para abordar as características pessoais de cada criança, destacando as diferenças e semelhanças existentes no grupo.
Após as crianças destacarem as características físicas sugere-se que o registro aconteça a partir da escolha de uma das estratégias citadas abaixo:
- o/a professor/a pode utilizar a figura impressa de um menino e uma menina, para que cada criança trabalhe suas características neste desenho.
Para este trabalho, são oferecidos os seguintes materiais: lã de diferentes cores para os cabelos, lantejoulas de diferentes cores para os olhos, lápis de cor ou giz de cera de variadas cores para a cor da pele.
Para finalizar, caso a escola disponha de retalhos de tecido, pode ser oferecido às crianças pedacinhos destes para confeccionar a roupa.
- o/a professor/a também pode optar pelo desenho das crianças, de maneira que devem desenharem a si mesmas e trabalhar com os materiais sugeridos acima.
Ao final dos trabalhos, expor os mesmos para que as crianças possam observar as diferenças e semelhanças entre elas.

2° Momento:
 O/a professor/a pode instigar as crianças a pensarem por que são diferentes entre si, quais seriam os fatores responsáveis pelas diferentes características físicas.
A partir desse pensamento, podemos elencar os fatores genéticos, associando as nossas características pessoais ao que herdamos de nossos pais.
Para despertar o interesse das crianças o/ professor/a pode utilizar alguns fantoches representando o papai, a mamãe e o filho.
Estes fantoches deverão ter características físicas que permitam a associação das crianças em relação aos fatores genéticos, encenando uma situação onde destacam seu parentesco e as semelhanças físicas.
Ao final da encenação dos bonecos é interessante pedir para que as crianças pensem em seus pais e formulem as seguintes proposições:
“qual é a cor dos olhos da minha mãe e qual a cor dos olhos do meu pai.? A cor do meus olhos, se parece mais com a cor dos olhos do meu pai, da minha mãe, ou é uma mistura dos dois?”
O mesmo vale para a cor dos cabelos, da pele.
Para registrar esse momento, o/a professor/a pode sugerir que as crianças procurem em revistas pessoas com as características físicas de seus pais.
As crianças deverão então, recortá-las e colá-las.
Ao final deste trabalho o/a professor/a orienta as crianças a resgatarem o registro que fizeram sobre si e compararem com as figuras de seus pais, destacando as semelhanças e diferenças.
O/a professor/a deve estar atento/a para a existência de crianças adotadas na sala.
Estas crianças devem construir a compreensão de que sua constituição física tem heranças genéticas.



3° Momento:
Neste momento, explorar com as crianças a idéia de que somos não apenas resultado da combinação de diferentes características físicas, mas também, possuímos gostos e preferências que dizem da nossa identidade.
Continuar explorar a idéia da caixinha: as crianças deverão trazer de casa uma caixa de sapatos e irão trabalhar esta com pintura, colagem.
Quando finalizarem a caixinha, deverão levá-la para casa e lá colocar dentro dela coisas que gostem, como pequenos brinquedos, doces, roupas, fotos, livros de história e outros objetos.
Cada criança apresenta então, a sua caixinha, que receberá a seguinte denominação: eu, uma caixinha de surpresas.



Recursos
- caixinha de presente pequena,
- espelho pequeno,
- fita crepe,
- lã de variadas cores,
- lantejoulas de variadas cores,
- lápis de cor de variadas cores ou giz de cera,
- retalhos de tecidos,
- cola,
- tesoura;
- revistas;
-caixa de sapato;
- tinta guache.



Recursos Complementares
você encontra imagens de crianças adequadas para a realização da atividade sugerida no 1° momento.



Avaliação
O/a professor/a realizará as seguintes observações:
- a criança demonstrou interesse pela atividade;
- quais sentimentos a criança experimentou ao falar de si e ouvir sobre o outro, tendo suas semelhanças e diferenças destacadas;
- a criança foi capaz de identificar diferentes partes do corpo, assim como localizá-las;
- quais sentimentos a criança experimentou ao falarem de seus pais.





Mais aulas:

TODO MUNDO TEM UM NOME: meu nome e do meu colega

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5570


TODO MUNDO TEM UM NOME: Meu Nome, Minha História

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=5552

DE ONDE EU VIM? Falando sobre sexualidade infantil

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=3662

DE ONDE VIEMOS? as indagações feitas pelas crianças

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=3658

Como eu cheguei até aqui? Compreendendo a minha história!

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13664

Poemas
A magia das virtudes


Parte 3


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