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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Lápis. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, maio 09, 2019

A revolta e a volta dos gizes de cera>Interação literária>Desabafo dos gizes!>Humor>Cartas>09/05/2019



Drew Daywalt
Oliver Jeffers

Diego, o dono dos gizes de cera, encontra uma pilha de cartas endereçadas à ele. 
Nas cartas seus gizes estão reclamando de diversas coisas: uns reclamam de serem usados demais, outros de serem usados de menos, um de colorir coisas enormes e outro de só ser usado para o contorno. 
Cada carta traz uma surpresa divertidíssima com uma conversa mais absurda que a outra! 
Na escola as crianças pedem para esse livro ser lido e relido, pois anseiam por ouvir suas cartas preferidas.
 O livro ainda traz a possibilidade de ser lido com diferentes vozes para cada personagem e, por conta disso, uma das cartas mais esperadas é o sussurro do giz de cera que teve sua embalagem arrancada e se encontra nú e escondido na caixa.
Para tornar tudo mais engraçado as ilustrações de Oliver Jeffers trazem traços simples e cômicos que traduzem as angústias dos gizes perfeitamente. 
Depois dessa leitura vale correr atrás da continuação – “A Volta dos Gizes de Cera” – que recupera elementos do primeiro livro e também gera muitas risadas!”

Dica de leitura: como são diversos personagens e a força narrativa são as cartas – por vezes cômicas – que elas mandam ao menino Diego, vale o esforça de procurar alterar vozes e entonação de acordo com a reclamação e a emoção expressa pelos gizes reclamante  AQUI

Como seria se, de repente, como num passe de mágica, passássemos a receber cartões com mensagens escritas por objetos que esquecemos por aí? 
Pois é a partir desse inusitado mote que Drew Daywalt elabora o divertido e cativante A volta dos gizes de cera, continuação do hilário A revolta dos gizes de cera, criado em parceria com Oliver Jeffers

Sobre a obra: AQUI
Ouvindo: AQUI Cordel: AQUI
Teatro: AQUI

Como seria se, de repente, como num passe de mágica, passássemos a receber cartões postais com mensagens escritas por objetos que esquecemos por aí? Pois é a partir desse inusitado mote que Drew Daywalt elabora o divertido e cativante .
Sobre a volta dos gizes de cera: AQUI
Proposta de trabalho: AQUIAQUI
Ouvindo: AQUI
Um divertido e irreverente enredo, em que os bastões de colorir interrompem suas atividades para expressar suas opiniões sobre o uso que seu dono, Diego, faz deles. 
Por meio de cartas endereçadas ao garoto, os gizes falam sobre seus dramas, pontuam suas reclamações e alguns dão até sugestões de como eles podem ser utilizados em outros desenhos.
Sugestões:
Enquete na classe sobre as cores dos gizes;
Cartas supostamente respondida pelo Diego;
Interrompendo  o final da leitura
O que será que o menino Diego terá de fazer para que seus gizes de cera retomem suas atividades e, principalmente, fiquem felizes com os desenhos aos quais emprestam suas cores?

Enquanto o Vermelho está reclamando que seu dono o utiliza tanto e o faz trabalhar até nos feriados, o Bege por sua vez está em uma crise de identidade, pois ele não aguenta mais ser chamado de “Marrom-claro” ou “Amarelo-escuro”. 
As queixas do giz Preto referem-se ao uso único para contorno dos desenhos, ao passo que o Rosa suplica para ser usado e reclama que seu deu dono o renega por ser “uma cor de menina”. 
Há também uma rixa entre o Amarelo e o Laranja, pois cada um acredita ser a verdadeira cor do sol, além de tantos outros descontentamentos inimagináveis dentro de uma caixa de giz de cera de 12 cores.
Qual a cor preferida? Opinião pessoal/Enquete das cores/vencedor



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quinta-feira, abril 18, 2019

E pele tem cor?>Lápis cor de pele>Areta>O lápis cor de pele do menino marrom>Empresta seu lápis de cor?>18/04/2019


Autora Fabiana Barbosa
Ele adorava a cor da felicidade e da amizade, ele gostava muito de pintar. Ele adorava tanto as cores, que quando via alguma coisa, logo já imaginava qual cor seria. Mas ele nunca tinha ficado surpreso com nenhuma cor. Apenas maravilhado, pois era uma mais bonita que a outra.  
Continua: AQUI
A história
Ouvindo: AQUIAQUI


Autora: Sueli Ferreira de Oliveira
Identidade, pluralidade cultural, preconceito, altruísmo e racismo.
A história é contada por meio de imagens com traços largos, cores vivas e ilustrações feitas a lápis, que chamam a atenção de leitores iniciantes. A narrativa ajuda a desconstruir a ideia de que existe uma cor de pele ideal e promove a reflexão a respeito de temas como identidade, pluralidade cultural, preconceito, altruísmo e racismo.

Proposta de trabalho
Qual a cor de sua pele?
AQUI
AQUI

Projeto cores e tons:  AQUI
Sequência didática
Valorização à diversidade
Sugerindo várias obras literárias AQUI

Vídeo bem explicativo
Comparando tons de pele

Sobre cores de lápis



Autora Fabiana Rego

Dialogar os temas da negritude com a estética e a moda na gura da menina negra é possibilitar a construção de referenciais positivos em torno da imagem afroinfantil. A Areta busca uma consciência através do afeto com uma literatura orientada pela representatividade.
Ouvindo: AQUI, AQUI

Afinal, se o mundo é tão colorido, por que deve haver apenas
 uma cor para o lápis cor da pele?

Autora Ana Paula Marini
 Sobre a obra AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI

Cor de gente é a nossa cor
Aula que aborda várias obras literárias,inclusive
 o quadro Os Operários de Tarsila do Amaral


Autora Rafaeli C.Peres

Este livro conta a história de uma menina chamada Duda, que gostava muito de pintar, desenhar e colorir. Um dia ela desenhou uma princesa africana igualzinha a ela, e saiu pela sala de aula emprestando vários lápis de cor, mas não encontrava o lápis 'cor de pele', até que os amigos da sala ajudaram Duda a pensar se essa cor realmente existe. Então, com a ajuda dos amigos, ela mistura várias cores criando um desenho muito especial.
Proposta de trabalho
Ouvindo: AQUI, AQUI

A cor de Coraline: Cantando: AQUI



Proposta Pedagógica EducaDesafios
Tema: “A Menina dos Cabelos de Lápis”
Público: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Foco: Inclusão de estudantes autistas
🎯 Habilidades da BNCC
• EF15AR01 – Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, colagem, pintura).
• EI02TS02 – Explorar diferentes materiais e objetos, descobrindo suas propriedades, usos e funções.
• EF01LP01 – Reconhecer a função social da linguagem oral e escrita em diferentes contextos.
• EF01CI01 – Observar e descrever semelhanças e diferenças entre materiais e objetos do mundo natural e do cotidiano.
🧩 Competências Gerais da BNCC
• 1. Conhecimento: utilizar linguagens artísticas e expressivas para se comunicar.
• 3. Repertório cultural: valorizar diferentes manifestações artísticas e culturais.
• 8. Autoconhecimento e autocuidado: reconhecer sentimentos e emoções diante das produções artísticas.
• 9. Empatia e cooperação: respeitar e valorizar as produções dos colegas.
🌟 Proposta Didática
1. Acolhimento e Observação
• Mostrar a imagem e conversar: “O que você vê?”, “Do que o cabelo dela é feito?”, “O que essa menina está sentindo?”.
• Incentivar múltiplas leituras: arte, emoção, materiais usados.
2. Exploração Sensorial
• Disponibilizar aparas de lápis (pontas de apontador), papéis, lápis de cor, papelão sanfonado.
• Permitir que cada criança toque, cheire, organize, experimente — estimulando a curiosidade sensorial (muito útil para alunos autistas).







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domingo, junho 04, 2017

Meus lápis de cor são só meus>A história do lápis branco + a história das cores primárias>04/06/2017


Amizade/respeito/ética




Lulu, a prima de Miguel, ganha uma linda caixa de lápis de cor, mas prefere brincar sozinha a emprestar seus lápis.
Até que todos os lápis caem no chão e ficam sem ponta…
Miguel se oferece para apontá-los, e os dois descobrem que brincar juntos é muito mais divertido.
Ruth Rocha aborda a amizade, o altruísmo e as primeiras noções de posse e partilha que as crianças dessa faixa etária precisam ter.


Atividades
AQUI
Aula/Cidadania
AQUI
AQUI

A história do lápis branco
Desconheço autor

Era uma vez uma caixa de lápis de cor, onde o lápis branco é pouco usado. Como todos são amigos, tentam de tudo para consolar o lápis branco. 

– Eu é que devia estar triste – diz o lápis azul -, pois acabo muito depressa. Todos os desenhos têm um céu, e tu já viste um menino a pintar um céu? 
– De que adianta ter uma vida longa, mas sem ser usado? Às vezes acho que os meninos nem me vêm.
O lápis amarelo disse: 
- Acho que ainda não descobriste para que serves. Eu, por exemplo, sirvo para pintar o sol. Às vezes sirvo para pintar flores em desenhos de jardins.
– O amarelo tem razão – falou o lápis verde. – eu também tenho a minha função, que é desenhar as árvores e os campos. 
– Ah! Acho que já descobri qual é a tua função! – disse o lápis vermelho. – tu podes clarear as outras cores! Quando tu me clareias passo a cor-de-rosa. 
– É isso mesmo! – disse o lápis preto. – nós os dois fazemos a cor cinza.
– Os céus azuis são mais bonitos quando são de azul clarinho. – diz o azul. 
– Muito obrigado amigos, agora sei que tal como vocês sou muito importante.
A história do lápis branco
Interpretando
Cores primárias
Lápis azul/vermelho/amarelo


Lápis branco

A caixa de lápis de cor



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domingo, março 05, 2017

A caixa de lápis de cor>Estímulos sem palavras>05/03/2017

Maurício Veneza

A caixa de lápis de cor é uma narrativa visual ao mesmo tempo poética, realista e divertida. 
A história se passa em uma cidade grande. 
Seu personagem principal é um pequeno engraxate que recebe uma caixa de lápis de cor como pagamento por um trabalho. 
Encantado com os lápis, o menino desenha uma paisagem, na qual acaba literalmente mergulhando.
 Depois de interagir intensamente com elementos presentes no desenho, o garoto volta à realidade e tem uma ideia que torna o seu cotidiano e a própria cidade em que vive mais coloridos.

Livro
Atividades
Ouvindo a história
(versão)
Somente imagens

Sugestão
Fazer uma produção de texto compartilhada

Sequência didática
AQUI






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domingo, março 06, 2011

A caixa de lápis de cor 2>Paraíso/Sequência Didática- 06/03/11


SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Livro: A caixa de lápis de cor Maurício Veneza
Editora Positivo
Recomendo que visitem neste site
a coleção História à Vista e outras,
com sugestões pedagógicas ótimas!

A caixa de lápis de cor é uma narrativa visual ao mesmo tempo poética, realista e divertida.
 A história se passa em uma cidade grande. Seu personagem principal é um pequeno engraxate que recebe uma caixa de lápis de cor como pagamento por um trabalho.
Encantado com os lápis, o menino desenha uma paisagem, na qual acaba literalmente mergulhando. Depois de interagir intensamente com elementos presentes no desenho, o garoto volta à realidade e tem uma ideia que torna o seu cotidiano e a própria cidade em que vive mais colorida. 
Objetivos:
Desenvolver a habilidade de interpretar imagens;
Desenvolver o hábito de observação e apreciação;
Estimular o senso crítico;
Localizar informações e emitir opiniões sobre o assunto;
Elaborar a história oralmente;
Levar o aluno a perceber que cada rua apresenta características próprias;
Fazê-lo refletir acerca da rua onde mora;
Levar o aluno a fazer um paralelo da rua citada no poema,do livro e sua rua;
Levar o aluno a refletir sobre algumas características estruturais do poema;
Levá-lo a compreender a mensagem do poema;
Fazê-lo compreender a intertextualidade ocorrida no poema.
Apresentação dos desenhos e leitura das imagens: ( Desenhos feitos por uma aluna )
Imagens reproduzidas em tamanhos maiores no painel.
Após receber a caixa de lápis de cor o menino entra num mundo de fantasia, criando a rua toda colorida.
Ele dá novos ares a tudo.
As pessoas são felizes frente às cores, que antes eram apagadas.
Tudo ganha brilho.
Leitura das imagens, colhendo informações dos alunos,etc.
Apresentação do poema:
Poema reproduzido em tamanho maior, com ilustrações, no painel.
Associar o poema com as imagens.
Biografia do autor – introduzindo um texto instrucional.
Conversa informal:
Características próprias das ruas onde moram.
Você sabe o que é paraíso?
Para o menino da história é um lugar colorido, feliz com plantas, animais e crianças brincando livremente sem perigos de carros.
Um lugar bem diferente do que ele conhece.
Esta rua pode ser o paraíso descrito no poema de José Paulo Paes, de seu livro Poemas para brincar,da Editora Àtica.
Parodiando a cantiga de roda ‘Se esta rua fosse minha”, o autor cria um lugar onde a rua é para as crianças um mundo de bichos, plantas e crianças, como o representado pelo menino de A Caixa de lápis de cor.
Imagens e versos bem rimados dão movimento, alegria e novos significados ao universo.


Paraíso
Se esta rua fosse minha,
eu mandava ladrilhar,
não para automóveis matar gente,
mas para criança brincar.
Se esta mata fosse minha,
eu não deixava derrubar.
Se cortarem todas as árvores,
onde é que os pássaros vão morar?
Se este rio fosse meu,
eu não deixava poluir.
Joguem esgotos noutra parte,
que os peixes moram aqui.
Se este mundo fosse meu,
Eu fazia tantas mudanças
Que ele seria um paraíso
De bichos, plantas e crianças.

Biografia de José Paulo Paes ( texto instrucional)
José Paulo Paes nasceu em 1926, em Taquaritinga, interior de São Paulo, e morreu em 1998, na cidade de São Paulo. Estudou Química Industrial em Curitiba e trabalhou em um laboratório farmacêutico – mas não demorou a largar a química para dedicar-se exclusivamente à literatura. Seu primeiro livro de poemas é de 1947, e o último, “Socráticas”, foi publicado depois de sua morte, em 2001.
Trabalhou como editor, tradutor, crítico literário e foi um dos poetas mais importantes de sua geração. Um dia percebeu que, além de muitas línguas de terras distantes, sabia falar a língua das crianças e resolveu escrever para elas.
O poeta dizia que “(...) a poesia chama a atenção das crianças para as surpresas que podem estar escondidas na língua que ela fala todos os dias sem se dar conta delas”.Entre os livros infantis que escreveu, estão: “Uma Letra Puxa a Outra”, “Um Número Depois do Outro”, “Ri Melhor Quem Ri Primeiro – Poemas para Crianças (e Adultos Inteligentes)” e “A Revolta das Palavras – Uma Fábula Moderna”.
Avaliação:
Releitura do livro de imagens e poema, através de um texto coletivo.
Bibliografia:
Língua Portuguesa ,Conhecer e Crescer - Cristiane Buranello e Eliane Reis, 2ª série - Editora Escala.
Livro de imagens: A caixa de lápis de cor - Maurício Veneza - Editora Positivo.
Poemas para brincar - José Paulo Paes - Editora Àtica.

A caixa de lápis de cor
AQUI


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