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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, outubro 10, 2021

Arte Tinga Tinga>Edward Said Tingatinga>A tradição em cores e formas>10/10/2021

 

“A PINTURA tingatinga nos mostra como ver o mundo com os olhos de nossa criança interior. É divertida, alegre e colorida”, escreveu Daniel Augusta, gerente da Sociedade Cooperativa de Artes Tingatinga. A inspiração vem da África: sua vida selvagem e cultura, principalmente da Tanzânia, local de origem dessa forma de arte.

O nome desse estilo artístico vem de seu originador, Edward Said Tingatinga, que nasceu em 1932. À medida que ele crescia, a paisagem rural e a vida selvagem ao redor de seu povoado no sul da Tanzânia deixavam uma impressão profunda em Edward. Por volta dos 25 anos, ele saiu de casa em busca de um emprego e uma vida melhor. Mais tarde, ele se mudou para a capital da Tanzânia, Dar es Salaam, e encontrou trabalho como jardineiro. À noite, ele expressava seu talento artístico na forma de música e dança, e chegou até a ser reconhecido como artista. Continua sua biografia: AQUI , AQUI

A inspiração: A arte tingatinga possui uma fonte inesgotável de inspiração — a fauna e a flora africana em todas as suas formas: antílopes, búfalos, elefantes, girafas, hipopótamos, leões, macacos, zebras e outros animais, além de flores, árvores, aves e peixes, principalmente aqueles bem coloridos. Um dos fundos mais usados é a montanha mais alta da África, o Kilimanjaro, no nordeste da Tanzânia.

Hoje em dia, o povo africano e sua cultura também são retratados pela arte tingatinga. Uma pintura pode representar um dia numa feira movimentada, uma visita a um hospital local ou simplesmente o cotidiano de um povoado.

Desde sua criação, a arte tingatinga tornou possível que africanos com dons artísticos se expressassem, proporcionando ao mesmo tempo uma excelente oportunidade de incrementarem sua renda. De fato, essa arte cresceu tanto que hoje existe uma cooperativa de pintores sediada em Dar es Salaam. Alguns até mesmo mantêm viva a tradição de pintar com esmalte de bicicleta. Se Edward Tingatinga ainda estivesse vivo (ele morreu em 1972), a popularidade de seu estilo artístico sem dúvida o faria sorrir.

Este estilo de pinturas coloridas, sobre a natureza e a vida da Tanzânia, é chamada Arte de Tingatinga, em homenagem a Said, e é muito conhecida em vários países, como uma arte indígena da Tanzânia. Nesta pintura, os personagens, as plantas ou animais são delimitados por contornos visíveis, acentuados por cores contrastantes, dando uma impressão de duas dimensões. Cada pintura conta sua própria história, é toda baseada em sua cultura e muito enriquece a arte africana.

Vejam que lindeza!!  AQUI

Atividade PDF: CONTEXTUALIZAÇÃO: O OBJETIVO DESTA ATIVIDADE DE ARTE É CONHECER, RECONHECER E APRECIAR OBRAS TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEAS DA ARTE E CULTURA AFRICANA. Página 12: AQUI

Página 13/ AQUI

Página 10/A tradição em cores e formas: AQUI

Contos Tinga Tinga: Vídeos: AQUI





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Não derrame o leite>PNLD/Literário>Diversidade afro-brasileira>Arte Naif adivinha o que é?10/10/2021

 

Christopher Corr/Stephen Davies

TEMAS: QUOTIDIANO DE CRIANÇAS NAS ESCOLAS, NAS FAMÍLIAS E NAS COMUNIDADES (URBANAS E RURAIS) / RELACIONAMENTO PESSOAL E DESENVOLVIMENTO DE SENTIMENTOS DE CRIANÇAS NAS ESCOLAS, NAS FAMÍLIAS E NAS COMUNIDADES (URBANAS E RURAIS)
GÊNERO: NARRATIVO
CATEGORIA: PRÉ-ESCOLA
PALAVRAS-CHAVE: LIVRO-ÁLBUM, RELAÇÕES FAMILIARES, RITMO, AVENTURA

Uma história que desperta valores como autonomia, senso de responsabilidade e a importância de se fazer algo com amor
Caminhando pelas dunas africanas, atravessando o rio escuro e largo, e subindo a montanha muito, muito alta, Penda leva uma tigela de leite para o pai nas pastagens. Mas ela conseguirá chegar sem derramar uma única gota?
Com textos ritmados, ênfase na repetição de palavras-chave e cores vibrantes, esse livro é também uma bela introdução para os pequenos a uma cultura diferente.

Ouvindo: AQUIAQUI

Manual e material para o prof: AQUI

Uma tarefa simples – levar uma tigela de leite para o pai que está em um lugar distante – é o mote para que a amorosa menina Penda conduza o leitor a uma longa viagem por coloridas paisagens que remetem ao continente africano.
O texto narra o caminho percorrido pela garota, ao mesmo tempo em que conduz o olhar do leitor pelos detalhes do percurso, alertando a menina para que tenha cuidado e não deixe a bebida preciosa que carrega.
Em meio à tantas paisagens e possíveis distrações que o caminho até seu pai pode trazer, Penda parece decidida e concentrada em sua tarefa de não derramar o leite. E sabemos que esse não é um desafio tão simples, já que – mesmo para nós – leitores e leitoras, parece quase impossível nos mantermos atentos diante da exuberância dos detalhes do percurso ricamente ilustrado por Christopher Corr.
De onde vem o leite que consumimos? AQUI
Atividades PDF: 
Texto lacunado : O leite das vaquinhas: AQUI
A menina do leite: AQUIAQUIAQUI
Produção de texto: AQUI
Eu tropeço mas não desisto: AQUI
Dobradura: AQUI
Aula: Releitura arte naif:  AQUIAQUI
Arte naif: AQUI
Atividade Naif/sugestão/Contos Tinga Tinga:
A arte Tinga tinga e o principal artista desse estilo: Edward Saïd Tingatinga. Suas obras trazem como principais elementos animais típicos das estepes e savanas com uma pintura exuberante e cores vivas.  AQUI

Adivinha o que é?

Este livro, além de trazer adivinhas interessantes, apresenta belíssimas obras de pintores que não aprenderam a pintar convencionalmente em escolas e são verdadeiros artistas! Você irá descobrir também o que é Arte Naïf.

Autor: Edna Ande e Sueli Lemos

Ouvindo e atividade: AQUI



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segunda-feira, maio 14, 2018

Copa do Mundo 2018>Projeto>Releitura da obra "Futebol" Portinari>14/05/2018





Aprendendo a ler e escrever com a copa do mundo/aula

Projeto Copa do mundo 2018
Projeto para maternal e PDF

Texto Gol contra e interpretação


Futebol - Portinari
Releitura maternal
Maquete




Arte Naif- Edmar Fernandes
Imagem relacionada
Gerson Guerreiro
Artista plástico

Aula
É preciso saber perder
Ora bolas/música
Copa junina






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domingo, maio 13, 2018

A arte pinta na festa junina>Trabalhando obras de arte>Releituras>Festas juninas>13/05/2018

Portinari

Colheita de milho/Portinari
Variadas obras: Tema junino
Volpi/Arte Naif


Projeto: A arte pinta na festa junina
(música,decoração,dança,movimentos e afins)

Descobrindo a festa junina
Arte e cores
Atividade arco íris festa junina

A origem da Festa Junina está ligada ao período da colheita dos alimentos nos campos de cultivo de todo o mundo. 
O solstício de inverno, ou o dia com a noite mais longa dos países do hemisfério Sul, determinou uma festa noturna e ao redor das fogueiras por conta do frio e do cozimento dos alimentos colhidos.
Explorar o tema e pintar:
A introdução da Festa Junina pode acontecer a partir: Das fotos dos eventos dos anos anteriores, momentos com músicas típicas,narração de histórias com o tema,apresentação de imagens e livros ilustrados com a celebração.
tabela festa junina 1

Tecido Chita e festa junina

Bandeirinhas, fogueiras,artes...

Festasjuninas_Portinari
AQUI

Releitura
Atividade


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sábado, março 03, 2018

Água> Artes/Teatro>Música>Narciso de Michelangelo>03/03/2018

Arte e Água
Refletir sobre a importância da água,uso e simbologias
A água é um dos elementos mais importantes para a sobrevivência dos seres. 
Ela está presente em vários aspectos de nossas vidas: fisiológicos, sociais, culturais, políticos, entre outros.
 A relação dos seres humanos com a água, marca costumes peculiares nas diversas culturas, adquirindo simbologias no decorrer da história da humanidade. 
As narrativas que envolvem a água não se restringem apenas aos eventos naturais, mas apresentam simbologias metafóricas que possibilitam descrever comportamentos humanos, por exemplo na área da psicologia. 
A relação com a água gera diferentes sensações, aguça os diferentes sentidos perceptivos instigando assim homens e mulheres a expressarem tais sensações e emoções.
E como não poderia deixar de ser, na arte a água também percorre caminhos de significações.

Acesse acima para conferir uma proposta de trabalho sobre artes e água
Trouxe abaixo a primeira
Na página 15 encontra-se a estratégia

Obra Narciso de Michelangelo
menino12345

Sobre esta obra:  AQUI
Para releitura com alunos: Que tal pegar um espelho?
A Água

Importância da água
Economizar água
O rio e os pingos



Teatro/sugestões
Fantoches
Nós somos os responsáveis
O ciclo da água
Se a água acaba
Água e sua importância

Sugestões para releituras
Portador de água
Arte Naif
Fonte
Resultado de imagem para obra de arte portador de agua

Resultado de imagem para obra de arte portador de agua
Francis Heintz










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domingo, agosto 20, 2017

Marcelo Schimaneski>Pintores e Afins>Vida e obras>20/08/2017


  MARCELO SCHIMANESKI , UM ARTISTA QUE NOS MOSTRA AS MARAVILHAS DA PINTURA NAIF, SEUS TEMAS LOCAIS, CORES FORTES E  A ALEGRIA  CARACTERÍSTICA DESTE ESTILO DE PINTURA. 
MARCELO DEIXA SUA MARCA REGISTRADA EM CADA DETALHE DE SEUS TRAÇOS DETERMINADOS.
Sítio dois pinheiros

Mais: AQUI

Biografia

Cidade agitada

Resistindo a modernidade

O mundo de Marcelo
(...)Parece que o destaque das telas de Marcelo são os caminhos planos, largos e compridos, que estão sempre atravessando as paisagens. Olhando outros quadros dele na internet, pensei que essa forma de representação pode revelar como ele se sente nesses lugares e como gostaria que todos os lugares do mundo fossem: cheios de caminhos abertos, para poder cruzá-los de uma ponta a outra!

E vocês, já pensaram em alguma forma de retratar as paisagens que são importantes para vocês? Já pensaram como vocês as retratariam?

Vejam mais

A saber: “Arte naïf ou arte primitiva moderna é, em termos gerais, a arte que é produzida por artistas sem preparação acadêmica na arte que executam (o que não implica que a qualidade das suas obras seja inferior). Caracteriza-se, em termos gerais, pela simplicidade e pela falta de alguns elementos ou qualidades presentes na arte produzida por artistas com formação nessa área.”
Mais sobre o artista: AQUI


Desdobramentos/Geografia
Zonal urbana e rural

Cordel do trânsito
AQUI





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segunda-feira, novembro 28, 2016

Contos de Tinga Tinga>Estímulos audiovisuais>Arte Naif>28/11/2016

Contos de Tinga Tinga
Contos de Tinga Tinga é uma animação inspirada em contos populares africanos.
Vídeos da turminha

Inspirado em contos populares africanos e na arte Tingatinga, da Tanzânia, a animação traz a história da criação de animais originários da África. Dessa forma, abrem-se as portas para um mundo fantástico de cores, personagens e transformações, voltado para um público de até seis anos de idade.
Estes são os contos, que a meu ver, melhor transportam os mais pequeninos para a verdadeira magia de África.
As suas cores, músicas e animais fazem-nos viajar até um mundo colorido e cheio de sorrisos.
Apesar de todas as dificuldades que as crianças da Guiné-Bissau têm de ultrapassar diariamente nas suas vidas é assim que as vejo e imagino: alegres, a sorrir, a dançar e cheias de esperança.
Adorava poder enviar-lhes este miminho, os contos Tingatinga.
Os seus contos, desenhos e personagens são inspirados nas tradicionais fábulas africanas e na arte Tingatinga da Tanzânia.

O pioneiro desta forma de arte foi Edward Saïd Tingatinga, da tribo Makua. Este estilo de pinturas coloridas sobre a natureza, os animais e a vida da Tanzânia é chamado de Arte Tingatinga em homenagem a Saïd.
Nascido em Mindu ao sul da Tanzânia, este talentoso artista de pouca cultura, obteve sucesso por criar um tipo de pintura diferente. Deixou a sua cidade para procurar trabalho e enquanto isso pintava algumas telas que eram compradas por turistas europeus. 
Inspirado pela pintura de murais tanzanianos, criou nos anos 60 uma forma de arte popular, usando temas simples mas com mensagens muito fortes. 
Saïd fundou a Escola de Arte Folclórica da Tanzânia mas morreu muito jovem, com apenas 35 anos. Após a sua morte, muitos artistas deram continuidade ao seu estilo.
Estas são algumas dessas pinturas.



Vejam mais
Mais sobre a arte naif e Eduard Tingatinga



A série Contos de Tinga Tinga traz várias perguntas da natureza respondidas de uma forma como você nunca imaginou. Será que o leopardo se pintou com canetinha? Ou algum bicho de patas sujas andou em cima dele?Além de responder de onde vêm as pintas do leopardo, as lendas africanas apresentadas pelos livros desta coleção explicam por que o camaleão muda de cor e por que o elefante tem aquela tromba enorme. Mergulhe na fantasia e bom passeio pela selva!
Fonte

Vejam aqui alguns desenhos para pintura

Mas você já ouviu falar em uma arte que nos faz sorrir?

 TINGA TINGA – PINTURAS QUE FAZEM VOCÊ SORRIR
“A pintura tinga tinga nos mostra como ver o mundo com os olhos de nossa criança interior. É divertida, alegre e colorida”, escreveu Daniel Augusta, gerente da Sociedade Cooperativa de Artes Tinga tinga. A inspiração vem da África: sua vida selvagem e cultura, principalmente da Tanzânia, local de origem dessa forma de arte.
A arte tinga tinga possui uma fonte inesgotável de inspiração — a fauna e a flora africana em todas as suas formas: antílopes, búfalos, elefantes, girafas, hipopótamos, leões, macacos, zebras e outros animais, além de flores, árvores, aves e peixes, principalmente aqueles bem coloridos. Um dos fundos mais usados é a montanha mais alta da África, o Kilimanjaro, no nordeste da Tanzânia.
Fonte
Mais pintura africana Tingatinga
AQUI
AtividadeTinga tinga: AQUI





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sexta-feira, maio 18, 2012

Arte Naif>Pintores e Afins> 18/05/12



Arte naïf

Normalmente, o termo é usado como sinônimo de arte ingênua, original ou instintiva, produzida por autodidatas que não têm formação culta no campo das artes.
Objetivos:
★ Introduzir o conceito de arte naïf como uma manifestação artística instintiva, que representa o cotidiano de forma simples.
★ Propor a leitura e a análise de obras, produzidas por artistas autodidatas, a partir do ponto de vista estético e do uso de cores primárias.
★ Possibilitar a diferenciação entre o real e o imaginário que, por vezes, é usado para representar a vida cotidiana em seus mais variados aspectos.
Faixa etária: Crianças a partir do 1º ano.



Foto: oop-art.seebyseeing.net
Obra de Luciana Mariano

A pintura naïf se caracteriza pela ausência de técnicas usuais de representação (como o uso científico da perspectiva, de formas convencionais de composição e de utilização de cores) e pela visão ingênua do mundo. As cores brilhantes e alegres - incomum aos padrões usuais -, a simplificação dos elementos decorativos, o gosto pela descrição minuciosa, a visão idealizada da natureza e a presença de elementos do universo onírico (relativo aos sonhos) são seus traços mais marcantes.
Sua história está ligada ao Salon des Independents (Salão dos Independentes) que, em 1886, exibiu os trabalhos de Henri Rousseau, em Paris. Conhecido como Le Douanier (funcionário da alfândega), ele se tornou o mais célebre dos pintores autodidatas naïfs, devido aos temas pueris e inocentes que mostravam, minuciosamente, uma realidade ao mesmo tempo natural e fantasiosa, de modo inédito.
Mas se, em sua origem, esse tipo de arte é definido como a realizada por amadores ou autodidatas, o processo de reconhecimento e legitimação obtidos nos circuitos artísticos, fez com que muitos pintores de formação erudita, passassem a usar seus procedimentos.
Dica de leitura!
★ Nzuá e o Arco-Íris
Na pele do personagem Nzuá, um menino africano nascido em Angola, o autor Júlio D'Zambê demonstra a honestidade e a inocência que há nas crianças, o respeito ao outro, a percepção de limites e a solidariedade que pode transformar o nosso planeta. Para completar, as ilustrações de Isabel Paiva, cujas cores e os traços em muito lembram a arte naïf, valorizam ainda mais a pequena história, que fala sobre a construção de um mundo repleto de paz. Com 16 páginas, seu preço é R$ 21,00. Mais informações: Editora Global (www.globaleditora.com.br)

A pintura naïf no Brasil
O nosso país é um dos cinco maiores representantes desse tipo de arte no mundo, tanto que, praticamente, não há uma exposição naïf internacional sem a presença de artistas brasileiros. Também todas as telas produzidas aqui são repletas de ricos improvisos, que se originam da diversidade de temas relativos à fauna, à flora, ao sincretismo religioso e às suas várias etnias.

Principais artistas naïfs brasileiros
★ Antônio Poteiro
★ Arnaldo Baptista
★ Aurino Bonfim
★ Augusto Pinheiro
★ Chico da Silva
★ Clóvis Júnior
★ Ferreira Louis Marius
★ Heitor dos Prazeres
★ Henry Vitor
★ João Cândido da Silva
★ Luiz Carlos Profeta
★ Monsueto
★ Silva Vieira
★ Vitalino Pereira
★ Waldomiro de Deus

Foto: oop-art.seebyseeing.net

Parte da obra de André Cunha, que representa diversas partes de Salvador (BA)
Para explorar o tema em sala de aula
Além da produção pictórica, no ensino fundamental, o aprendizado das artes deve contemplar o conhecimento universal, os artistas consagrados, as formas e as imagens de diferentes aspectos. Já os conteúdos devem estar relacionados com a realidade do aluno e do seu entorno. Somente dessa forma é possível ensinar que uma obra de arte deve ser entendida como a maneira pela qual o artista percebe o mundo, reflete sua realidade, sua cultura, sua época, criando uma nova realidade. A partir desse procedimento, a releitura de qualquer imagem se transforma em prática pedagógica que, ao promover a percepção do aluno, torna-o capaz de captar os mais variados elementos de uma obra. De acordo com essa concepção, a arte naïf pode ser explorada de maneira bem abrangente, pois a maioria das telas traz elementos conhecidos e já observados pelas crianças em seu cotidiano. Portanto:
1. Selecione diversas obras naïfs, preferencialmente de pintores brasileiros, e apresente-as às crianças. Faça com que elas observem todos os detalhes, com o objetivo de determinar se o espaço representado é urbano ou rural.
2. Em seguida, peça que destaquem as principais características notadas: imagens do cotidiano, paisagens, costumes, lendas, crenças, personagens retratados etc.
3. Depois, questione as cores usadas e a valorização do tema a partir delas.
4. Prosseguindo, instigue uma discussão referente aos modos expressivos e originários da subjetividade e da imaginação criadora dos artistas. Para tanto, utilize-se das perguntas seguintes:
a) Eles representam a realidade?
b) As obras mostram a verdadeira imagem das cidades, do campo e dos demais temas?
c) Há um toque lúdico e pessoal nas representações?
d) A simplificação das formas altera a imagem do ponto de vista estético?
e) A natureza é vista pelo artista de forma idealizada?
f) A presença de elementos do universo onírico provém unicamente da imaginação do artista ou faz parte do inconsciente coletivo?
g) A arte naïf é acadêmica ou uma produção instintiva que não requer técnicas?
h) Há um equilíbrio visual nas produções?
5. Por fim, estimule a produção de uma obra naïf, de acordo com as características assimiladas.

Desenvolvimento da arte naïf
Como modalidade artística específica, ela só se tornou significativa a partir do século 20, sobretudo nos Estados Unidos, na ex-Iugoslávia e no Haiti. Curiosamente, em solo norte-americano, as inúmeras cenas da vida rural pintadas por Anna Mary Robertson (1860 -1961) - a mais importante artista naïf do início do século 20, conhecida como Vovó Moses - somente adquirem notoriedade quando a artista autodidata, descoberta por um colecionador, completou 80 anos.
Conheça o Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN)
Instalado no Rio de Janeiro desde 1995, ele tem a maior coleção do gênero no mundo. Só o seu acervo permanente reúne 6 mil pinturas de artistas, provenientes de 120 países. Em conjunto, elas traçam a evolução histórica da arte naïf dentro de um contexto único. Além da exposição de pinturas, na construção histórica que abriga o museu, há uma lojinha de suvenir e um café, além de cursos de pintura, mosaico e outras artes manuais.
Serviço:
Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN)
www.museunaif.com.br  (até o fechamento desta edição, o site ainda estava em reformulação)
End.: Rua Cosme Velho, n° 561, Cosme Velho, Rio de Janeiro (o prédio fica ao lado da estação de trem do Corcovado)
Tel.: (21) 2205-8612
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/96/artigo256921-2.asp







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