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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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sexta-feira, maio 18, 2012

Arte Naif>Pintores e Afins> 18/05/12



Arte naïf

Normalmente, o termo é usado como sinônimo de arte ingênua, original ou instintiva, produzida por autodidatas que não têm formação culta no campo das artes.
Objetivos:
★ Introduzir o conceito de arte naïf como uma manifestação artística instintiva, que representa o cotidiano de forma simples.
★ Propor a leitura e a análise de obras, produzidas por artistas autodidatas, a partir do ponto de vista estético e do uso de cores primárias.
★ Possibilitar a diferenciação entre o real e o imaginário que, por vezes, é usado para representar a vida cotidiana em seus mais variados aspectos.
Faixa etária: Crianças a partir do 1º ano.



Foto: oop-art.seebyseeing.net
Obra de Luciana Mariano

A pintura naïf se caracteriza pela ausência de técnicas usuais de representação (como o uso científico da perspectiva, de formas convencionais de composição e de utilização de cores) e pela visão ingênua do mundo. As cores brilhantes e alegres - incomum aos padrões usuais -, a simplificação dos elementos decorativos, o gosto pela descrição minuciosa, a visão idealizada da natureza e a presença de elementos do universo onírico (relativo aos sonhos) são seus traços mais marcantes.
Sua história está ligada ao Salon des Independents (Salão dos Independentes) que, em 1886, exibiu os trabalhos de Henri Rousseau, em Paris. Conhecido como Le Douanier (funcionário da alfândega), ele se tornou o mais célebre dos pintores autodidatas naïfs, devido aos temas pueris e inocentes que mostravam, minuciosamente, uma realidade ao mesmo tempo natural e fantasiosa, de modo inédito.
Mas se, em sua origem, esse tipo de arte é definido como a realizada por amadores ou autodidatas, o processo de reconhecimento e legitimação obtidos nos circuitos artísticos, fez com que muitos pintores de formação erudita, passassem a usar seus procedimentos.
Dica de leitura!
★ Nzuá e o Arco-Íris
Na pele do personagem Nzuá, um menino africano nascido em Angola, o autor Júlio D'Zambê demonstra a honestidade e a inocência que há nas crianças, o respeito ao outro, a percepção de limites e a solidariedade que pode transformar o nosso planeta. Para completar, as ilustrações de Isabel Paiva, cujas cores e os traços em muito lembram a arte naïf, valorizam ainda mais a pequena história, que fala sobre a construção de um mundo repleto de paz. Com 16 páginas, seu preço é R$ 21,00. Mais informações: Editora Global (www.globaleditora.com.br)

A pintura naïf no Brasil
O nosso país é um dos cinco maiores representantes desse tipo de arte no mundo, tanto que, praticamente, não há uma exposição naïf internacional sem a presença de artistas brasileiros. Também todas as telas produzidas aqui são repletas de ricos improvisos, que se originam da diversidade de temas relativos à fauna, à flora, ao sincretismo religioso e às suas várias etnias.

Principais artistas naïfs brasileiros
★ Antônio Poteiro
★ Arnaldo Baptista
★ Aurino Bonfim
★ Augusto Pinheiro
★ Chico da Silva
★ Clóvis Júnior
★ Ferreira Louis Marius
★ Heitor dos Prazeres
★ Henry Vitor
★ João Cândido da Silva
★ Luiz Carlos Profeta
★ Monsueto
★ Silva Vieira
★ Vitalino Pereira
★ Waldomiro de Deus

Foto: oop-art.seebyseeing.net

Parte da obra de André Cunha, que representa diversas partes de Salvador (BA)
Para explorar o tema em sala de aula
Além da produção pictórica, no ensino fundamental, o aprendizado das artes deve contemplar o conhecimento universal, os artistas consagrados, as formas e as imagens de diferentes aspectos. Já os conteúdos devem estar relacionados com a realidade do aluno e do seu entorno. Somente dessa forma é possível ensinar que uma obra de arte deve ser entendida como a maneira pela qual o artista percebe o mundo, reflete sua realidade, sua cultura, sua época, criando uma nova realidade. A partir desse procedimento, a releitura de qualquer imagem se transforma em prática pedagógica que, ao promover a percepção do aluno, torna-o capaz de captar os mais variados elementos de uma obra. De acordo com essa concepção, a arte naïf pode ser explorada de maneira bem abrangente, pois a maioria das telas traz elementos conhecidos e já observados pelas crianças em seu cotidiano. Portanto:
1. Selecione diversas obras naïfs, preferencialmente de pintores brasileiros, e apresente-as às crianças. Faça com que elas observem todos os detalhes, com o objetivo de determinar se o espaço representado é urbano ou rural.
2. Em seguida, peça que destaquem as principais características notadas: imagens do cotidiano, paisagens, costumes, lendas, crenças, personagens retratados etc.
3. Depois, questione as cores usadas e a valorização do tema a partir delas.
4. Prosseguindo, instigue uma discussão referente aos modos expressivos e originários da subjetividade e da imaginação criadora dos artistas. Para tanto, utilize-se das perguntas seguintes:
a) Eles representam a realidade?
b) As obras mostram a verdadeira imagem das cidades, do campo e dos demais temas?
c) Há um toque lúdico e pessoal nas representações?
d) A simplificação das formas altera a imagem do ponto de vista estético?
e) A natureza é vista pelo artista de forma idealizada?
f) A presença de elementos do universo onírico provém unicamente da imaginação do artista ou faz parte do inconsciente coletivo?
g) A arte naïf é acadêmica ou uma produção instintiva que não requer técnicas?
h) Há um equilíbrio visual nas produções?
5. Por fim, estimule a produção de uma obra naïf, de acordo com as características assimiladas.

Desenvolvimento da arte naïf
Como modalidade artística específica, ela só se tornou significativa a partir do século 20, sobretudo nos Estados Unidos, na ex-Iugoslávia e no Haiti. Curiosamente, em solo norte-americano, as inúmeras cenas da vida rural pintadas por Anna Mary Robertson (1860 -1961) - a mais importante artista naïf do início do século 20, conhecida como Vovó Moses - somente adquirem notoriedade quando a artista autodidata, descoberta por um colecionador, completou 80 anos.
Conheça o Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN)
Instalado no Rio de Janeiro desde 1995, ele tem a maior coleção do gênero no mundo. Só o seu acervo permanente reúne 6 mil pinturas de artistas, provenientes de 120 países. Em conjunto, elas traçam a evolução histórica da arte naïf dentro de um contexto único. Além da exposição de pinturas, na construção histórica que abriga o museu, há uma lojinha de suvenir e um café, além de cursos de pintura, mosaico e outras artes manuais.
Serviço:
Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN)
www.museunaif.com.br  (até o fechamento desta edição, o site ainda estava em reformulação)
End.: Rua Cosme Velho, n° 561, Cosme Velho, Rio de Janeiro (o prédio fica ao lado da estação de trem do Corcovado)
Tel.: (21) 2205-8612
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/96/artigo256921-2.asp







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5 comentários:

  1. Aprendi mais, muito mais, sobre a bela arte Naif.
    O pintor cearense Chico da Silva, pintou quadros lindos (inúmeros) a maioria deles representavam peixes. Lembro-me bem dele. Era um homem sem nenhuma instrução( de escola). Chegou a ficar "quase" rico, vendendo seus quadros, criou fama, mas morreu muito cedo: era alcoólatra. Hoje, pouco se fala de sua arte.

    Linda matéria, Krika!
    Um abraço,
    da Lúcia

    ResponderExcluir
  2. Olá Krika, o primeiro quadro mostrado é do acervo de Tomaz Cunzolo, mas é de minha autoria. Por gentileza mencionar a utora como Luciana Mariano.
    Grata.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Luciana na fonte que trouxe esta postagem também consta como obra de Tomaz

      Excluir
  3. Obrigada Krika. Eu puntei este quadro para Tomaz mas a autoria é minha. Pode me citar a fonte? Foi por acaso que achei este post. Grata!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A fonte está na última linha da postagem: Revista guia fundamental

      Excluir

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