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Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
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Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
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seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, abril 22, 2014

Era uma vez uma bota> Moradia> Estímulos literários> Amarrando cadarços> 22/04/14

ERA UMA VEZ UMA BOTA"
Texto Graça Abreu e Lia Zatz
Ilustrações Alexandre Teles
Ed Biruta
Esse livro é uma delicia, escrito com palavras e com imagens.
As autoras queriam contar uma história e prepararam enigmas para deixar tudo muito mais interessante e no lugar de palavras, colocaram ilustrações e assim as crianças vão lendo e descobrindo a história.
As ilustrações fazem parte da historinha e o texto é todo escrito em caixa alta (letras maiúsculas).
Uma delícia!
O livro conta a história de uma bota, ou melhor,  de um é de bota, bota de uma pastora de ovelhas que adormeceu embaixo de uma árvore e quando acordou percebeu que sua bota tinha sumido.
 E por mais que procurasse, a pastora não achou o pé da bota..
 Então o livro começa a contar o que aconteceu com a bota. E então nós, os leitores, descobrimos que a bota está servindo de casa para uma família de ratos.
 A família de ratos já perdeu muitas casas antes de morar nessa linda bota: primeiro moraram na poltrona de uma senhora que passava muito tempo sentada olhando pela janela. Mas um dia quando ela foi limpar a casa e retirou a almofada para sacudir, pôs os ratinhos para correr.
 E então eles foram morar em uma panela velha de um restaurante. Mas um dia o cozinheiro precisou da panela, e quando abriu a tampa da panela, pôs os ratinhos para correr.
 A terceira casa ficava em um carrinho de neném abandonado em um terreno baldio, mas um dia um homem que consertava tudo encontrou o carrinho e pensou que ele seria ótimo para seu filho que ia nascer, e ao sacudi-lo, pôs os ratinhos para correr.
 Os ratinhos então resolveram morar em um porão de um navio, onde havia uma verdadeira cidade de ratos, e os marinheiros estavam acostumados com eles. Mas um dia, por causa de uma tempestade, o navio afundou e os ratinhos conseguiram escapar usando uma tábua.
 Passaram-se vários dias os ratinhos dormiram várias noites debaixo das estrelas, até que encontraram a bota. A mamãe rato disse que dava para fazer uma linda casa naquela bota, com um quarto para cada filho! E então os ratinhos arrastaram a bota em silencio bosque adentro, encontraram uma clareira e desde  então moravam ali.
 Um dia a pastora de ovelhas entrou no bosque e levou o maior susto quando viu seu pé de bota transformado em uma casa de ratos. E ficou maravilhada com o ratinho que dormia lá dentro.
 Quando a família de ratos voltaram do banho no rio, encontraram o outro par da bota, e dentro dela um pedaço de queijo.
 E então a prática mamãe rato logo anunciou que aquela bota ia se transformar em uma escola, e nas férias outros ratos poderiam vim visitar a família e nela ficar.
 E depois do acontecido, a pastora não tira mais suas botas na hora que cochila!
Fonte: AQUI
Aprendendo a amarrar cadarços



Fonte: AQUI


Era uma vez um rato que morava num sapato

Um sapato velho, um sapato sem préstimo... 
Não estava mal de todo. Conheço ratos que nem em chinelo moram. 
Nem em sandálias. 
Mas este rato que morava num sapato tinha ambições. 
Queria uma casa mais desafogada, mais espaçosa. 
Queria mudar de um sapato para uma bota. 
Bem podia procurar. Onde é que se arranja, nos tempos de hoje, uma bota livre, de preferência calafetada contra o frio e a chuva, isto é, sem buracos na sola? 
Uma bota é um palácio. Um sonho... 
Pôs um anúncio: "BOTA POUCO USADA PRECISA-SE PARA HABITAÇÃO". 
E não é que conseguiu?! 
Um velho coronel de cavalaria vendeu-lhe as botas. Muito em conta. 
O rato só precisava de uma, mas, já que se proporcionava ficar com as duas, não quis perder a ocasião. 
"Talvez lá mais para diante, leve uma para a praia.
 Fico com uma casa de férias e a outra na cidade", pensou ele. 
Não era mal pensado, não senhor. Mas, como estava no Inverno, adiou o projecto. Por enquanto, havia que tratar da mudança. 
Foi à casa velha buscar os cacaréus e voltou aonde tinha deixado as botas. Pois sim, as botas... Onde é que elas já iam... 
Um mendigo mal calçado, assim que as vira, ali ao desamparo, cobiçara-se delas e levara-as. Que desolação para o pobre rato. 
Correu para o sapato, mas encontrou-o já ocupado por uma ratazana antipática. Não havia discussão possível. 
Desanimado com a sua pouca sorte, o rato enfiou-se por um cano e, segundo parece, emigrou. Dizem que andou lá por fora, a trabalhar, a economizar, a roer o pão que o diabo amassou. 
Voltei a encontrá-lo, há dias, numa sapataria. Nuns saldos. 
Estava muito entusiasmado a comprar umas galochas luzidias, daquelas com enfeites de metal, e enormes. Número 47, vejam bem! 
Este rato sempre teve a mania das grandezas.


Vejam abaixo como fazer o ratinho
A bota do bode






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