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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, outubro 16, 2012

Miscigenação de palavras>Diversidade>Imigração>Misturas de raças> 16/10/12


Imigrantes
Dia primeiro de dezembro
Miscigenação de palavras

Revista professor Sassá
nº7 Editora Minuano




Paródia: Dança moreninha!
Música: Plantei uma cebolinha (Dança negrinha)

Plantei uma sementiha de bondade e amor,
Então ela nasceu, brotou logo, germinou...
Cresceu, cresceu... esticou, esticou!
Espalhou por toda a terra, ó que linda ela ficou!
Um galho chegou, na Amazônia brasileira...
Ó quantos indiozinhos, venham cá pra brincadeira!
Outro galho chegou, bem lá do outro lado!
Olha só os japoneses, são amigos e educados.
Mas um galho bem maior, ó que forte emoção...
Na África chegou, capotou meu coração!
Tum, tum, tum... Ó que linda moreninha!
Seus olhos são redondos, sua pele escurinha!
Tum, tum, tum... bate forte seu tambor!
Tum, tum, tum... como é grande meu amor!
Dança moreninha, eu não sei dançar!
Então entra na roda que eu vou te ensinar!
Mari Barbosa


Música: Olha a negra vencendo a luta
Paródia: Negra do cabelo duro


Olha a negra vencendo a luta,
A luta popular!
Fazendo uma sociedade,
Mais digna pra se morar!
Olha ela aí, olha ela aí!
Lutando pra acabar! Com o quê?
Com o preconceito!
E a vida melhorar!
Olha ela aí, olha ela aí
Lutando pra ganhar! O quê?
Ganhar a confiança,
De andar em todo lugar!


Paródia: Anti Racista
Música: Como vovó já dizia


Eu sou brasileiro minha raça é multicor
Branco negro ou amarelo, cada um tem seu valor
Eu sou brasileiro minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou (refrão)
Eu sou brasileiro, bisneto de africano, neto de europeu,
Sangue cheio de mistura e em nossa etnia,
Não existe raça pura...
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
Vou respeitar meu irmão, não importa a sua cor
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou
Quem é informado, não esconde sua cor
Quem tem preconceito, a burrice comprovou
Julgue as pessoas pelo seu real valor....
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
O Brasil é um país, colorido sim senhor
Eu sou brasileiro,minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou
A nossa cultura na mistura se fundiu,
Nossa pátria amada, nosso peito varonil, miscigenação
Isso sim é o Brasil!


Paródia: Extravasa o preconceito
Música: Extravasa


Dominou geral
Sacudiu a raça
Sem preconceito é massa
Mandela chegou
Apartheid passa
E a galera embala


Tem que ter
Um respeito pra dizer que é
Vem dizer
A todo mundo que respeito e amor
Tem que ter
Na nossa vida pra nos embalar


Refrão:
Extravasaa
Joga o preconceito pra lá
Eu quero ser feliz antes de mais nada
Extravasaaa
E joga o preconceito pra lá
(Rap)
Sem preconceito no movimento
A atividade que abala
Mais veloz que o vento
Cheio dito na idéia do meu papo reto
Ajuda o negro que estiver por perto
Chega de problema quero solução
Ô cale a boca,escute a voz que vem desse povão
Respeitanto sem limites
Tem que ter
Um respeito pra dizer que é
Vem dizer
A todo mundo que respeito e amor
Tem que ter
Na nossa vida pra nos embalaaaaar...




Miscigenação: a formação da cultura brasileira
■Conhecer as diferenças entre as culturas que formam a identidade brasileira
■Identificar a influência dessas curlturas na formação da identidade brasileira
■Avaliar as semelhanças e diferenças entre essas culturas
Vejam tudo aqui:



 
Um retrato da miscigenação brasileira

A miscigenação consiste na mistura de raças, de povos de diferentes etnias, ou seja, relações inter-raciais. Foi em 4 de abril de 1755 que, D. José, rei de Portugal, assina decreto que autoriza a miscigenação de portugueses com índios.
Vejam tudo aqui:

DIVERSIDADE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA
Autor: Regia Maria
■Identificar a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na lingüística.
■Entender que no Brasil há uma diversidade de pessoas de outros paises que vem se unindo ao nosso povo, criando uma miscigenação
Duração das atividades
3 aulas com diferentes atividades de 40 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Saber o que é diversidade e miscigenação.

Estratégias e recursos da aula
Atividade 1

Fazer uma reflexão sobre a diversidade da população brasileira.
■Para isso será necessária uma análise das características físicas, da cultura e da lingüística dos grupos sociais.
1º momento – Inicie a aula solicitando que os alunos discutam as características físicas de diversas pessoas, relacionado-as com as características presentes na sua família (comparando a similaridade e as diferenças que existem).
Posteriormente a comparação e a observação das características devem ser feitas entre os alunos, uma busca de identidade étnica.
Leve um espelho para eles se observarem com seus pares.
Para continuar esse estudo, você questiona aos alunos sobre a presença da diversidade das características físicas em sala de aula, tente relacionar essa diversidade com a origem do Brasil.




Obra : Operários  Tarsila do Amaral

2º momento –
Agora, reúna os alunos em grupos com quatro componentes para que eles façam a comparação entre aspectos culturais do contexto familiar de cada um, como: alimentação, vestuário, religião, festas e outros aspectos de costume da família de cada um.
Nesse sentido, eles fazem uma lista do que é comum a todos do grupo e das diferenças.
Professor, leia previamente o texto “Cultura brasileira e culturas brasileiras” de Alfredo Bossi, acesso no site:
Faça o seguinte exercício: leia a página 1 e os dois primeiros parágrafos da página 2, para facilitar que os alunos percebam os aspectos culturais no contexto da sua família.
Nesse momento, o professor ainda pode perguntar se na sala todos falam iguais ou apresentam sotaques diferentes, se houver diferenças na fala, faça a busca do motivo para tal diferença, o professor deve ler o texto “A origem dos sotaques brasileiros”, disponível no site abaixo, a fim de organizar a aula e a atividade.

3º momento
Professor divida os grupos em duplas e cada dupla irá fazer uma redação referente ao tema estudado, nessa redação deve ter pontos chaves identificando a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na linguística, mas sempre levando em consideração a origem da diversidade.

Atividade 2
Fazer uma análise sobre a diversidade
■ Pessoas de outros países vêm se unindo ao povo Brasileiro e desse encontro cultural se ocasiona uma miscigenação.
1º momento
Professor conceitue miscigenação, você pode usar partes da página 1 do texto “Colonização, miscigenação e questão racial: notas sobre equívocos e tabus da historiografia brasileira” de Ronaldo Vainfas, acessível em:


Após esse momento o professor pergunta a cada aluno a sua descendência (índio, branco, negro, entre outros), manda os alunos se dividirem em grupos com 5 componentes, para verificar quais as origens que eles tem em comum.

2º momento
Os grupos se formam com cinco componentes para discutir se conhecem algum estrangeiro, em caso positivo, informar os hábitos e costumes, dizer como isso pode influenciar na vida do aluno. Caso não haja contato com estrangeiro, verificar como os filmes, seriados entre outros influenciam nas suas vidas.
Esse momento é importante para fazer cada aluno refletir sobre a diversidade cultural na sociedade atual.


3º momento
Neste momento, os alunos observam a influência cultural de outros países e montam um quadro identificando-as e relatando de qual país é, declarar se foi contato direto (através da vivência com o estrangeiro) ou indireto (filmes, seriados, etc.).


Influência Cultural       Origem       Meio de Transmissão
Recursos Complementares
Leitura de formação para o professor

Avaliação
Avaliar a aprendizagem de valores e atitudes relacionadas com a diversidade cultural e analisar se os alunos ao final da aula conseguiram identificar a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na lingüística; se entenderam que no Brasil há uma diversidade de pessoas de outros paises, que vem se unindo ao nosso povo, criando uma miscigenação.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27072

Cartões para imprimir
Conscientização negra
Vejam link abaixo





Não é a primeira vez que fico deslumbrada com a criatividade de Mari, do blog Pra gente miúda.
Parabéns pelo seu trabalho.
Além de dedicação, ela compartilha o seu amor pela educação infantil.
Trago para cá algumas ideias dela.
Se você é professora de infantil, passe por lá...
Divulgo com prazer!




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sábado, outubro 13, 2012

Cultura popular>Continentes>Ásia>Japão>Máscaras>5ªparte>13/10/12


Teruteru bozu

É a história de um monge budista que ajudava os agricultores. Ele realizava preces que paravam as fortes chuvas que prejudicavam as plantações.
Teru Teru Bozu, que traduzido significa algo como "Monge do Bom Tempo", é um bonequinho de papel ou tecido que as crianças japonesas fazem e penduram na janela para pedir por um dia ensolarado.

Os fazendeiros do Japão começaram a prende-los na janela como amuleto.
O amuleto supostamente tem poderes mágicos para trazer bom tempo e prevenir ou parar os dias de chuva. Teru Teru Bozu ficaram populares durante o Período Edo pelas camadas urbanas, em que as crianças faziam um dia antes do dia em que queria bom tempo.

Hoje em dia, crianças fazem teru-teru-bozo com papel para não chover nos dias de excursão escolar ou de piquenique. Pendura-lo de cabeça para baixo significa que estão pedindo para por chuva. Os Teru teru bozos invertidos ainda são comuns.
Existe uma famosa warabe uta, ou cantiga de roda japonesa, associada ao teru teru bozu:

Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Como o céu de um sonho que tive
Se estiver sol eu te darei um sino dourado
Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Se meu sonho se tornar realidade
Nos beberemos muito vinhos doces feitos de arroz
Teru-teru-bozu, teru bozu
Faça amanhã um dia ensolarado
Mas se chover você estará chorando
Então eu cortarei a sua cabeça com a tesoura




Segundo a lenda, esse costume é por causa de um monge budista que ajudava os agricultores. Ele realizava preces que paravam as fortes chuvas que prejudicavam as plantações. Quando o monge não conseguiu trazer o dia ensolarado teve sua cabeça cortada. Daí o motivo por ter que cortar a cabeça do boneco comuma tesoura, caso a simpatia não funcione.
Também não se pode desenhar cabelos no boneco, já que ele representa um monge, e os monges são carecas. Se a simpatia der certo deve molhar a cabeça do boneco com saquê. Há quem diga que este amuleto tem poderes mágicos para trazer um tempo bom e para impedir ou prevenir um dia chuvoso.
Tem até uma cantiga de roda do Teru Teru Bozu, que as crianças adoram. E para fazer é muito fácil, você pode usar qualquer coisa que você tem em sua casa, como toalha de cozinha, papel ou tecido, algodão para preencher a cabeça do boneco e uma cordinha ou barbante para amarrar a cabeça. Para ficar mais engraçadinho, desenhe uma carinha feliz!





Saberes da educação
Editora Minuano
As máscaras em diferentes culturas

Autor :Frederico Marcelo Crochet
Investigar o uso de máscaras em diferentes épocas e culturas.
Incentivar o trabalho de pesquisa em livros, revistas, jornais e/ou na internet.
Produzir máscaras com materiais alternativos.
Duração das atividades
5 aulas de 50 minutos
Estratégias e recursos da aula
Aula 1:
O professor introduzirá o tema estudando, com os alunos, o texto “História das Máscaras” de Ana Lucia Santana presente no Site:
É necessário enfatizar que o uso de máscaras, em algumas culturas, permitiam acesso a dimensões espirituais invisíveis, em outras, davam mais vida às narrativas.
Em alguns povos a máscara era utilizada para ornamentar os mortos, enquanto que em outras civilizações estavam presentes em diversos festejos.
Dessa forma, o professor poderá chamar atenção para o uso das máscaras em diferentes épocas e por civilizações distintas.
Isso será melhor assimilado pelos alunos através de imagens, projetadas ou impressas, de exemplos de máscaras ao longo da história.









Máscara do filme V de Vingança, Estados Unidos 2006.



Após a exposição das máscaras, o professor pedirá que cada aluno faça uma breve pesquisa sobre o tema, pedindo que eles busquem em livros, revistas e/ou internet alguma imagem de uma máscara que lhes chamem atenção.
É importante que o aluno também identifique a origem e as funções da máscara por eles escolhidas. O trabalho deverá ser apresentado na aula seguinte.
Aulas 2:
Tendo, os alunos, realizado suas pesquisas, o professor disponibilizará o local da escola onde melhor serão apresentados os trabalhos para as turmas.
É importante que esse ambiente possibilite um debate acerca das diversas origens e funções das máscaras selecionadas pelos alunos.
Ao final da aula, o professor anunciará que a partir da próxima aula, os alunos construirão suas próprias máscaras, portanto, eles já devem ir pensando nas formas desejadas para as mesmas.
Aula 3:
Para terceira aula, é necessário que o professor disponibilize os seguintes materiais:
- Bolas de soprar
- Revistas ou jornais que possam ser recortados
- Cola
- Pincéis
- Tesouras
Os alunos produzirão uma máscara de rosto inteiro com materiais de fácil acesso a todos.
Com a bola de soprar, os alunos farão o molde onde a máscara será construída.
O professor pedirá que cada aluno encha uma bola do tamanho do próprio rosto e as amarre para que o ar não escape.
Em seguida, será feita uma mistura de cola e água para que os alunos colem pedaços de papéis de revistas ou jornais em uma das metades da bola cheia.
Esse processo será facilitado se os alunos usarem pincéis para espalhar a cola.
É importante lembrar aos alunos que quanto mais camadas de papéis forem utilizadas, mais dura ficará a máscara, e por consequência, mais resistente.
Ao colar os papéis na bexiga, dois espaços devem ser reservados pra os olhos.
Os alunos poderão optar se também querem reservar espaço para a boca e o nariz.
Concluída a parte dos moldes, o professor disponibilizará um espaço para que os mesmos possam secar e pedirá para que, em casa, os alunos procurem materiais diversos para fazerem o acabamento das máscaras e os tragam na aula seguinte.
Para isso eles devem pensar na função da máscara que será criada por eles. (religiosa, festiva, assustadora, teatral, etc).
Sugestões de materiais: Retalhos de tecidos, terras, miçangas, sementes, papéis coloridos, folhas, etc:
Aula 4:
O professor entregará os moldes, já secos, para que os alunos criem seus próprios acabamentos.
A bola de soprar poderá ser estourada e retirada do molde.
O professor deve orientar os alunos a colar os materiais por eles escolhidos em suas respectivas máscaras e discutir a cerca da função selecionada para as mesmas, sem, com isso, intervir nas decisões e na criatividade dos alunos.
Aula 5:
Com as máscaras prontas, o professor pedirá que os alunos criem um pequeno texto explicando as funções da máscara por eles criada.
O aluno poderá exercitar sua imaginação criando culturas, povos ou, até mesmo, países imaginários, ou se focar em exemplificar uma cultura já existente na qual sua máscara se baseou.
O professor escolherá, junto com alunos, um local na escola onde as máscaras serão expostas junto com o texto explicativo, imitando uma exposição de museu.
Recursos Complementares
Mais informações sobre o uso da máscara no decorrer da história:
Site com diversas imagens de máscaras de diferentes funções:
Avaliação
A avaliação será realizada durante todo o processo e em especial ao final, quando todos os trabalhos serão expostos na escola.
O processo avaliativo considerará a participação e empenho na realização das atividades, o entendimento do tema abordado, além da contribuição e respeito à exposição oral dos colegas.








Máscara de Bali
Coleção saberes educação
Editora Minuano

 


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