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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, julho 11, 2026

A lenda do Quibungo> Causos encantados>Bicho papão afro-brasileiro>Reescrita>Produção de textos> 11/07/2026

 


O quibungo (ou kibungo) é uma criatura lendária e folclórica originária de tradições africanas dos povos bantos (Angola e Congo), trazida ao Brasil durante o período escravocrata. Na África, a palavra significa literalmente "lobo", mas no Brasil ele virou um bicho-papão lendário focado em assustar crianças
Origem e Características
A figura é frequentemente descrita como um monstro metade homem e metade bicho. Suas características principais incluem: 
  • Uma boca enorme que vai do nariz ao umbigo, ou um grande buraco localizado nas costas (ou na nuca) que ele usa para engolir as vítimas inteiras. 
  • Hábito de rondar os campos, esconder-se nas sombras ou nas proximidades das casas para devorar crianças desobedientes ou que choram muito. 
  • É uma figura típica da literatura oral de raiz afro-brasileira, presente em histórias que misturam narrativa falada e partes cantadas.
Na etimologia, o termo deriva de línguas bantas, carregando consigo o peso cultural e a memória de povos escravizados, principalmente na Bahia, onde o mito se enraizou fortemente.
Na "linguagem" das lendas, ele divide o mesmo espaço sociocultural de outras assombrações folclóricas brasileiras que atuam como ferramentas disciplinares familiares, dividindo semelhanças com figuras como a Cuca, o Mapinguari, o Capelobo e o Tutu. Fonte Google
Para produzir um texto criativo sobre a lenda do Quibungo, siga esta estrutura:
1. Estrutura da Narrativa
  • Introdução: Apresente o personagem (ex: "Em uma noite escura...") e defina a regra: nunca desobedecer aos pais.
  • Complicação: O protagonista (uma criança teimosa) ignora o aviso e vai para a mata.
  • O Encontro: O Quibungo se aproxima. Destaque características como o barulho de seus passos e a famosa boca nas costas.
  • Desfecho: Como a criança escapou? Você pode usar o humor (o monstro se assusta com a coragem da criança) ou a moralidade (a criança aprende a lição). 
2. Dicas de Escrita
  • Suspense: Use frases curtas para aumentar a tensão quando o monstro estiver chegando.
  • Sonoplastia: Use onomatopeias para descrever o arrastar dos pés e o som da boca se abrindo.
  • Tradição Oral: Os contos originais costumam incluir cantigas. Crie uma pequena rima que o Quibungo canta enquanto caça. Fonte Google
Pinterest

Ouvindo: AQUI
A menina e o Quibungo: AQUI
Cantando: AQUI
Atividades: Produção de texto e interpretação: AQUI
Rapunzel e o quibungo: AQUI
Quibungo e causos encantados: AQUI
Lendas: AQUI
Desobediência: AQUI
Gênero contos/causos/esperteza: AQUI
Sopa de botão: AQUI
Folclore/Leitura informativa: AQUI
Coleção Luciana Garcia: Recomendo!!! Ricamente ilustrados, textos curtos.
O mais assustador do folclore: AQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais legal do folclore: AQUI
Coleção folclore/Luciana Garcia: AQUI




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quinta-feira, junho 12, 2025

HORA DAS HISTÓRIAS: Mais> Não> Agora>O coelhinho que não sabia esperar> 12/06/2025

 
Tracey Corderoy

Rafi sempre quer mais. E descobrirá um mundo novo. A vida em família nunca mais será a mesma!
Ouvindo: AQUI, AQUI

Birra? Não!


Rafi era adorável. Todos diziam isso. Até que, um dia, ele aprendeu uma palavra nova: Não! Uma história divertida com um lindo aprendizado!
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

Paciência, saber esperar


Rafi acha que esperar é um pouco difícil. Há TANTAS coisas divertidas para fazer. 
E quando elas aparecem, ele que fazer tudo de uma vez.
Ouvindo: AQUI
Emília Nuñez

Coelhinho é um filhote muito amado, mas também muito agitado. Ele quer tudo agora, quer tudo para já! Coelhinho não sabe respirar, se acalmar e esperar. Dona Coelha percebe a dificuldade do filho e ajuda o pequeno ensinando pequenos exercícios de relaxamento e respiração e, enfim, coelhinho consegue viver mais calmo e feliz.
 Ouvindo: AQUI
Cantando: Esperar é preciso: AQUI

Como contar histórias com guarda-chuvas: AQUI


Outro Não: AQUI
Paciência: AQUI
Enquanto Ana espera: AQUI
Birra/Desobediência: AQUI
Hoje é amanhã?: AQUI
Dias, semanas...: AQUI
Agora: AQUI




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sábado, abril 08, 2023

Valentina e o não>Lucas, aprendendo a lidar com o não>Dinâmicas>08/04/2023


 Autor: Isabela Becker/Instituição: DPaschoal

Ouvir não lidar e lidar com as frustrações às vezes é desafiador. Se de um lado ouvir não incomoda, dizê-lo também pode não ser fácil. Nos dá oportunidade de refletirmos como podemos lidar com as frustrações para aproveitarmos cada vez mais os sins da vida!

Ouvindo: A grande lição de escutar um não: AQUI, AQUI

Livro PDF: AQUI  Baixar livro: AQUI

Quiz: AQUI

Desobediência, boas maneiras, ética, virtudes, valores= educação emocional/socioemocional, são alguns temas essenciais de nosso cotidiano escolar. Por isso indicamos estímulos literários referentes a estes temas, de forma lúdica. No ensino infantil falamos carinhosamente de "isso pode" isso não pode" "não",etc. Através das histórias as crianças aprendem brincando.

Crianças extremamente teimosas, agressivas quando contrariadas, com tendências vingativas e avessas a qualquer frustração podem apresentar intensas dificuldades em conviver socialmente com sua família e com figuras de autoridade. Tais comportamentos podem ser sinais componentes do Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD).

Como trabalhar o TOD na sala de aula
A melhor forma de lidar com isso é segurar-lhe as mãos, agachar-se junto dela e falar com muita doçura para que a criança perca a coragem de prosseguir com o ato pensado anteriormente. Por isso é aconselhável nunca debater com o pequeno para evitar situações que só trarão muito desgaste aos dois, principalmente a você.
  • 1 – Advertir comportamentos com cautela. Quando a criança iniciar comportamentos que chamem atenção, a melhor forma é não repreendê-la na frente dos colegas! ...
  • 2 – Reforce a inclusão da criança nas aulas. ...
  • 3 – Conquiste a confiança da criança. ...
  • 4 – Adaptações que fazem toda a diferença nas aulas. Continua: AQUI

Edyleine Bellini Peroni Benczik

Lucas tem 7 anos, é um menino animado que adora brincar com os amigos. Quando as coisas são do seu jeito ele fica feliz e sente-se muito bem, mas quando isso não acontece ele se transforma, suas bochechas ficam vermelhas, seu cabelo arrepia, suas mães tremem e seu coração dispara ... ele fica muito brabo e até se joga no chão, isso acaba afastando ele dos amigos.
Através da história de Lucas e de vários episódios em que ele perde o controle quando as coisas não ocorrem como ele quer, a autora vai fazendo perguntas para as crianças leitoras do livro fazendo-as responder sobre se coisas parecidas ocorrem com elas, como agiram, como poderiam agir diferente, como se sentiram, como elas acham que os outros se sentiram e o que ocorre com o corpo numa hora destas.
Lucas conhece um psicólogo e através da conversa dos dois as crianças podem refletir sobre o que sentem quando ouvem o não e como agem quando o escutam, como é quando falam e principalmente aprendem técnicas de como agir diferente frente as frustações.
Um livro lindo e que ensina de forma muito leve a lidar com a frustração um sentimento que afinal de contas ninguém gosta de sentir, mas que sem ele não aprenderemos importantes lições.
Ouvindo a história: AQUI
Sobre a obra: AQUI

Dinâmica conhecimento próprio

  • Objetivo: Reconhecer sentimentos;
  • Idade: Todas;
  • Material: Folha de papel sulfite.

Explique para cada participante que os sentimentos podem ser traduzidos em uma folha. 

No mesmo momento, entregue uma folha de papel sulfite para cada um dos integrantes.

Após isso, eles devem ser orientados a aproximar o papel perto do ouvido e balançá-la. 

Os barulhos resultantes do balançar das folhas devem ser associados ao barulhos emitidos quando as pessoas estão cheias de sentimentos ruins, como o estresse ou cansaço.

Peça que eles amassem essas folhas como se fossem sentimentos ruins, pensando no bem.

Em seguida, eles devem ser orientados a desamassarem as folhas e balançarem mais uma vez perto dos ouvidos. Com isso, a folha não deve fazer barulho como anteriormente. 

A reflexão final deve ser que todos temos sentimentos ruins, como a raiva, que faz serem ditas palavras não desejadas e deve existir uma precaução para isso. 

A solução é “amassar” esses sentimento, reconhecê-los e suprimi-los para não afetar a si mesmo e ninguém a nossa volta.

Mais dinâmicas:  AQUI

Dinâmicas para vencer a agressividade

Quando os alunos da educação infantil estão sentindo raiva, é difícil de faze-los se concentrar. Nesta dinâmica, o professor será responsável por prender a atenção do aluno e acalmá-lo da raiva.

Livros infantis.  Execução da Dinâmica: 

Os livros infantis são ferramentas potentes para o desenvolvimento das crianças. Mesmo que seu aluno saiba ler, a proposta aqui é que você comece a ler algo que seja do interesse dele para tirar o foco do ataque de raiva.

Leia mesmo que no início ele não esteja prestando atenção. Use recursos lúdicos para chamar a atenção para o que você está lendo.

De quebra, a atividade vai estimular nos pequenos o interesse pela literatura infantil desde cedo.

Mais dinâmicas: AQUI    

Comportamento assertivos no Linguagem: AQUI





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terça-feira, março 16, 2021

Cantando as emoções>Coletânea especial>+ sugestões de atividades>Atividades musicais> 16/03/2021


Coletânea de músicas para estimular aulas socioemocionais

Emoções no comando: AQUI

Rock das emoções: AQUI

Sentimentos: AQUI

Emoções/Cocoricó: AQUI

Palavra Cantada/Escutar os sentimentos: AQUI

Animazoo/O som do coração: AQUI

Cara de quê?: AQUI

Mundo Bita/Sinto o que sinto: AQUI

Que tal tornar a atividade mais lúdica e ampliar o seu repertório? Confira 10 músicas para ouvir com os pequenos, dedicadas exatamente para as vezes quando o dicionário não for o suficiente para explicar um sentimento.  AQUI

Brincadeira musical/Músicas clássicas

Muito triste /Beethoven – Moonligt Serenade ;  Alegre Vivaldi – Primavera (Quatro estações); Muito alegre Brahms – Danza Húngara n° 5 + estratégias:  AQUI

A história dos sentimentos: AQUI

Música das cores: AQUI

Plano de aula/Samantha Ladeira: Atividades emoções:  AQUI,  AQUI

Atividade musical/Trabalhando as emoções

A canção folclórica faz emergir elementos cênicos que auxiliam nas sessões e aulas de musicalização infantil. AQUI

Para brincar, precisa deixar a birra pra lá. Então, cantamos com Zeca Baleiro: “Xô, pirraça. Xô, pirraça. Você não tem graça. Tô de boa, tô de bem. Nem vem que não tem”. Você já se decidiu? A birra vai ficar ou já partiu? Isso mesmo, sabendo lidar com as frustrações sobra mais tempo para se divertir.    AQUI      + sugestões:   AQUI



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domingo, fevereiro 28, 2021

Manteiga derretida>Sentimentos>Hora da história>28/02/2021

 

Autora: Márcia Elmiro

Ilustrador: Daniel Rodrigues

Quando perdeu seu guarda-chuva azul de listras amarelas, Cadu não imaginava as lições que estavam por vir. O menino aprendeu que o olhar sensível para as coisas da vida não tem idade e que a emoção pode aflorar tanto nas situações tristes, como nos momentos de alegria. Um livro delicado e delicioso, assim como a manteiga derretendo no pão!

ATIVIDADES SUGERIDAS: 

Temas abordados: sentimentos e vida escolar.

- Converse com as crianças sobre o caminho que percorrem de suas casas até a escola.
- Onde fica situada sua escola?
- Peça que as crianças desenhem sua escola.
- Como é a sua escola? O que você mais gosta nela?
- Qual é o lugar mais legal da sua escola?
- Cadu gostava muito do seu guarda-chuva listrado. Peça às crianças para dizer qual o nome de seu objeto ou brinquedo preferido e porque elas gostam dele.
- Você já perdeu um brinquedo do qual gostasse muito?
- O personagem da história era chamado pelos colegas de “manteiga derretida” por chorar à toa. Incentive o grupo a pesquisar outros substantivos, formas de expressões populares, como por exemplo: “tirar o pé da lama”; “mãos de fada”; “esquentar a cabeça” (uma excelente fonte de pesquisa é o dicionário).
- Liste as expressões no quadro.
- Muitas pessoas não são tratadas pelos seus nomes verdadeiros. Será que algumas formas de tratamento podem magoar? Por quê? Pesquise sobre pessoas que não são chamadas pelo seu próprio nome. Discuta a questão dos apelidos.
- Converse com a turma a respeito dos apelidos carinhosos que nos são dados pelas pessoas que amamos. Você gosta de ser chamado por esses apelidos carinhosos?
- Promova uma discussão sobre a questão da autoestima, sobre os defeitos e qualidades que todos nós possuímos. Que para os outros nos respeitarem, nós, primeiramente, precisamos nos aceitar como realmente somos.
- O que podemos aprender com as diferenças/qualidades de nossos colegas?
- Converse com os alunos sobre as emoções. O que o(a) deixa triste? Como você fica quando está triste? O que o(a) faz feliz? Como você se comporta diante da felicidade?
- Converse com as crianças sobre sentimentos como raiva, vergonha, medo. Como os adultos podem nos apoiar e nos fazer mais confiantes.
 Fonte

Ouvindo a história: Varal de histórias



A menina derretida: AQUI





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segunda-feira, fevereiro 03, 2020

O ursinho e o mel>Hora da história>Desobediência>Comportamento>Mais contos de ursos>03/02/2020



O ursinho e o mel
O ursinho era louco por mel. Se dependesse dele, comeria todo o mel que existe no mundo. Passava o dia inteiro a meter o focinho em colmeias, onde o mel estava armazenado pelas abelhas. Sua mãe não parava de avisá-lo:

- Ursinho, não se meta onde não é chamado, se não um belo dia você vai levar um ferroada.

O ursinho não dava importância às sábias palavras de sua mãe. Sua vontade de comer mel era maior que tudo. Assim, ele continuava a farejar de colmeia em colmeia. As abelhas eram bondosas, e até compreendiam o bom gosto do ursinho. Mas, na verdade, o travesso já estava abusando, pois comia num instante grande quantidade de mel, que as abelhas levavam tempo para fazer com esforço.
Finalmente, quando elas perceberam que com bons modos não conseguiam dissuadi-lo da sua gula, decidiram dar-lhe uma lição. Uma forte ferroada no nariz... e o ursinho cheio de dores desatou a correr pelo prado, em direção à casa.
O ursinho guloso passou dois dias de cama, sofrendo dores no nariz.
- Bem que eu havia avisado, ursinho! Mas você não me obedeceu... dizia a mãe, pesarosa pela teimosia do filho.
Onde as palavras não chegam, uma forte ferroada resolve. Não é verdade, amiguinho?


O leãozinho orgulhoso    

O ursinho comilão

A menina e o urso

O urso chorão




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sábado, janeiro 11, 2020

Os três porquinhos malcriados e o lobo bom>Comportamento e regras>11/01/2020


Liz Pichon
A mamãe porca já estava farta de seus porquinhos malcriados. Ela então fez as malas deles e os mandou embora de casa. Os dois primeiros pegaram palha e os gravetos e construíram suas casas, mas o terceiro era tão preguiçoso que foi morar em um galinheiro.

Então... esse livro veio para satisfazer a quem não gosta do Lobo das historinhas ser sempre mau. Um livro divertido, qu...e vira o clássico dos Três Porquinhos pelo avesso.
Um livro muito colorido, bem ilustrado. Escrito todo em caixa alta (letras maiúsculas).

O livro conta a história de Três Porquinhos malcriados, que moravam em uma pequena casa com a mãe. Eles sempre deixavam a mãe louca, então ela um dia, farta dos porquinhos, mandou que eles se mudassem e cuidassem das próprias vidas.
Ela fez as malas deles e os mandou embora de casa.
Então como na história original o primeiro porquinho fez uma casinha de palha, o segundo porquinho fez uma casa de gravetos e o terceiro porquinho malcriado, invadiu um galinheiro que achou confortável.

O Lobo Bom estava sempre por perto: tentou ajudar o primeiro porquinho com a casa de palha, tentou ajudar o segundo porquinho, e quando passou perto do galinheiro pensou: "Pobres Galinhas, preciso falar com aquele porco!" - o Lobo disse que aquela casa não era daquele porco, que eram das galinhas! Então o Lobo convidou todas as galinhas para irem morar com ele em sua casa feita de tijolos.

Então as vacas vieram e comeram a casa de palha do primeiro porquinho, os pássaros vieram e levaram os gravetos da casa do segundo porquinho para construir os seus ninhos, e o terceiro porquinho tomou muitas bicadas de um galo que o expulsou do galinheiro.

Os três porcos ficaram sem casa, mas o lobo tinha... uma casa quentinha e aconchegante. Então os porquinhos resolveram esperar anoitecer e subiram no telhado, para entrar na casa do Lobo pela chaminé.
O lobo então ouviu o barulho dos porquinhos, e pegou um enorme caldeirão fervente... e fez uma sopa!
O lobo era de verdade o lobo mais doce e gentil do mundo.
Os porquinhos deixaram de ser preguiçosos e malcriados, construíram uma casa de tijolos que era grande o bastante para todo mundo!  Fonte

O livro

A história
A mamãe porquinha expulsou os porquinhos, porque eles eram muito malcriados.
O primeiro porquinho malcriado pegou a palha das vaquinhas e construiu uma casa mau feita.
 O lobo estava passando por ali e pensou... “Meu! Que casa mais mau feita!”
E o lobo foi tentar ajudar e disse:
— Porquinho, porquinho deixa eu entrar?
O porquinho logo respondeu:
— Não, não encoste uma pata na minha casa porque eu vou soprar e chutá-lo daqui.
O lobo saiu triste.
O segundo porquinho malcriado achou os gravetos dos passarinhos e pegou para construir a casa e ficou mau feita.
E o lobo bom passando por ali e viu aquela casa e disse:
— Que desastre! Essa casa é um perigo e pode cair a qualquer momento.
E o lobo foi lá para falar com o porquinho:

— Porquinho, porquinho posso entrar?

— Não, cai fora daqui, senão vou chutá-lo daqui.

E o lobo saiu triste.
E o terceiro porquinho malcriado que era muito preguiçoso em vez de construir uma casa, ele invadiu um galinheiro e tocou todas as galinhas dali.
E o lobo bom que estava passando por ali disse:
— Céus! Coitada das galinhas.
O lobo bom foi falar com o porquinho malcriado:
— Porquinho, porquinho posso entrar?
O porco disse:
— Cai fora daqui, se não vou soprar e soprar e chutá-lo daqui.
E o lobo disse:
— Espera ai, essa casa não é sua é das galinhas.
Mas o porquinho respondeu:
— E daí, cai fora...
E o lobo convidou todas as galinhas e os pintinhos para ir morar na cada dele.
Enquanto isso a casa do primeiro porquinho malcriado, as vacas estavam comendo toda a palha e acabou com a casa.
E a casa do segundo porquinho malcriado estava sendo desmanchada pelos passarinhos furiosos pegando seus gravetos.
E o terceiro porquinho malcriado o galo furioso picou o rabo do porquinho expulsando ele do galinheiro. E os três porquinhos ficaram sem casa.
Mas o lobo bom tinha uma casa bem quentinha e de tijolos.
E quando anoiteceu os porquinhos malcriados subiram pela chaminé. E o lobo escutou o barulho e pegou um grande caldeirão de água fervente e disse:
— Querem sopa!
E os porquinhos disseram que sim. Esse lobo era realmente o lobo mais doce e adorável do mundo, o lobo bom.
E o lobo bom ensinou os porquinhos a fazer uma casa de tijolos. E os porquinhos deixaram de ser preguiçosos e malcriados.
E fizeram uma casa bem grande e aconchegante para todos morarem lá.
E viveram felizes para sempre.
Ouvindo a história
Baú da  Camilinha

Depoimento motivador!Amei!
Professora Neyde


Já faz algum tempo que eu me interesso (e muito!) por literatura infantil, particularmente de textos literários. 
Neste ano, estou com a mesma turma do ano passado, só que agora eles estão no 2º ano. 
O interessante é que, a cada ano, surge a paixão por uma obra diferente. Isso não é algo programado, acontece naturalmente.
No ano passado, nos apaixonamos pela obra de Ilan Brenman, foi muito bom vê-los procurando os livros do autor no acervo da sala. 
Além disso, nos aproximamos do autor através da leitura das biografias em cada uma delas. Descobrimos que ele tem filhas gêmeas, que alguns de seus livros são inspirados nelas, dentre outras coisas.
Neste ano, posso dizer que algo vem me causando um grande prazer em descobrir: que personagens ruins podem ser, muitas vezes, bons. Certamente é o caso do Lobo Mau, presente nos contos de fadas. 
Nos lembramos, então, da Chapeuzinho Vermelho e dos Três Porquinhos. 
Pois bem, alguns autores decidiram resgatar este personagem e mudar o rumo do medo que ele causava. Então, surgiram algumas obras muito interessantes, que recomendo às minhas amigas professoras, pois seguramente serão leituras divertidíssimas.
A primeira delas é "Os três porquinhos malcriados e o lobo bom", de Liz Pichon. 
Imaginem vocês, um Lobo que constrói casas, que é bom e acolhe a todos?
 Imagine, ainda, que são os Porquinhos que destroem as casas ao mandarem o Lobo embora? 
O livro é ótimo, certamente renderá um contato delicioso com a literatura. 
Professores, aproveitem essas dicas, podem pensar em uma sequência didática com "Histórias de Lobo", comparação entre as narrativas ou simples leitura deleite, que renderão boas risadas.
Fonte

FunkyChevrons PeriwinklePurples 09 185
AQUI
Carimbando as mãos

Mais AQUI






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