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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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domingo, outubro 11, 2026

Sinto o que sinto: Um passeio pelos sentimentos>A incrível história de Asta e Jaser>Linguagem afro afetiva>Sentidos e valores>

 

Lázaro Ramos/Flávia Borges

Enquanto enfrenta as mais diversas situações do dia a dia, o pequeno Dan descobre que a gente pode sentir coisa à beça – raiva, alegria, orgulho, tristeza... Às vezes tudo ao mesmo tempo!

E embora nem sempre seja fácil lidar com tudo que passa pelo nosso coração, os sentimentos são uma parte essencial e natural da vida.

Dan vai ver que não dá para mandar nas nossas emoções, mas que é importante aprender a reconhecer e aceitar tudo que sentimos.


O livro "Sinto o que Sinto: Um Passeio pelos Sentimentos", escrito por Lázaro Ramos, acompanha o menino Dan em sua rotina de descobertas emocionais, ajudando crianças a identificar, nomear e lidar com o que sentem. 
Sugestões de atividades baseadas no livro
  • Roda de Conversa e Leitura Compartilhada: Leia trechos do livro e pergunte às crianças em quais momentos elas já se sentiram como o personagem Dan (por exemplo, quando ele acorda com um peso na cama ou quando sente orgulho e felicidade ao mesmo tempo). 
  • Caixa ou Pote dos Sentimentos: Peça para as crianças desenharem ou escreverem (ou usarem emojis, no caso de não leitoras) em pequenos papéis como se sentiram durante o dia e colocarem em uma caixa coletiva para debater em grupo
  • Música e Expressão Corporal: Assim como Dan expressa o que sente tocando bateria, utilize instrumentos musicais simples, palmas ou batuques para representar emoções rápidas (raiva, alegria, calma, ansiedade). 
  • Desenho das Múltiplas Emoções: Ajude a criança a desenhar a si mesma com dois sentimentos diferentes ao mesmo tempo (mostrando que é possível sentir, por exemplo, saudade e alegria simultaneamente).
  • A Árvore dos Sentimentos: Monte uma árvore de papel na parede onde cada folha colorida representa um sentimento nomeado pela turma após a leitura da história.
É uma excelente ferramenta para a Educação Infantil no trabalho socioemocional. 
Sugestões de atividades práticas baseadas na obra incluem: 
1. Roda de Leitura e Contação de História
  • Cantinho dos Sentimentos: Monte um espaço acolchoado com almofadas na sala de aula ou em casa para ler o livro com calma.
  • Caça aos Sentimentos: Durante a leitura, desafie as crianças a apontar ou identificar as expressões de Dan em cada página, perguntando: "O que será que o Dan está sentindo aqui?". 
2. Atividades Lúdicas e Expressivas
  • O Diário ou Cartaz das Expressões: Peça para as crianças recortarem de revistas ou desenharem rostos com diferentes emoções (feliz, bravo, confuso) e montem um painel coletivo. 
  • Espelho das Emoções: Coloque as crianças em frente a um espelho e peça para fazerem "cara de alegria", "cara de susto" ou "cara de brabo", associando cada feição ao que o Dan sentiu na história. 
  • O Novelo das Emoções: Utilize um novelo de lã colorido onde cada cor representa um sentimento (ex.: amarelo para alegria, azul para tristeza, vermelho para raiva). Passe o novelo entre as crianças e deixe que cada uma diga como está se sentindo naquele dia. 
  • 3. Música e Movimento
    • Música dos Sentimentos: Assim como o personagem Dan cria uma música sobre o seu dia, incentive a turma a criar palmas, sons ou uma pequena canção para representar o que é sentir muita alegria ou acalmar a raiva. Fonte Google
Sobre a obra: AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI
Cantando: AQUI

Lázaro Ramos/Ana Senna/Mundo Bita

Mesmo para os adultos, lidar com os sentimentos nem sempre é fácil. Isso é o que Dan, personagem principal dessa história, percebe ao longo de seu dia, enfrentando diferentes situações que o fazem ter de encarar uma mistura bastante diversa de sentimentos. E à noite, já em casa e quase pronto para ir dormir, Dan ouve uma história muito especial de seu avô sobre seus ancestrais.
O livro de estreia de Lázaro Ramos na Carochinha Editora tem como objetivo ajudar as crianças a entender que é normal sentir raiva, alegria, orgulho, tudo ao mesmo tempo. Aprender a identificar e a nomear tais sentimentos é muito importante para o desenvolvimento emocional do ser humano. Além disso, a obra mostra a importância de se valorizar a nossa ancestralidade.

O livro pode ajudar a reconhecer e a lidar com diferentes sentimentos.  Além disso, é um excelente recurso para abordar a ancestralidade e o respeito às diferentes culturas.

O livro infantil "Sinto o que sinto e a incrível história de Asta e Jaser", escrito por Lázaro Ramos, aborda os temas da educação socioemocional, da identificação de sentimentos e da ancestralidade
O Tema Central e as Histórias
  • A rotina de Dan: A história principal acompanha o menino Dan ao longo de um dia comum, enquanto ele experimenta uma mistura de emoções como alegria, raiva, timidez, desânimo e inveja. O objetivo é ajudar as crianças a entenderem que é normal sentir várias coisas ao mesmo tempo e aprender a nomear esses sentimentos
  • A história de Asta e Jaser: À noite, o avô de Dan conta uma narrativa sobre seus antepassados — Asta e Jaser — que viviam às margens de um rio e construíram um barco para explorar novas terras. Essa parte aborda a coragem, a ancestralidade, o amor e a importância de valorizar a própria história
  • A grande lição: O livro ensina que não escolhemos o que sentimos, mas somos responsáveis por decidir o que fazer com o que sentimos. Fonte Google
Ouvindo: AQUI
Sobre a obra: AQUI

Sentimentos: AQUI
Valores: AQUI
Afeto: AQUI
Emoções: AQUI
Literatura afetiva: AQUI
Literatura afro/brasileira: AQUI
Educação emocional: AQUI
Empatia: AQUI
Sensibilidades e afins: AQUI
Socioemocional: AQUI
Emocionário: AQUI
Lázaro Ramos: AQUI
Ana e Ana: AQUI
Linguagem e Afins apresenta na sua lateral direita links diversos sobre sentimentos:
Procure: " Sensibilidades e afins"



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sexta-feira, maio 22, 2026

Zeca zangado>Literatura emocional>Caixa da raiva> 22/05/2026

 
Robert Starling

Não é justo! Isto não é justo! Zeca é assim: não gosta nada dos planos que as pessoas têm para ele. Quando as coisas não saem como esperado, ele dá sempre um jeito de destruir tudo. 
Mas será que ele é mesmo “genioso”, como gostam de dizer, ou é assim porque ninguém procura saber o que ele quer de verdade? 
O problema é que Zeca não consegue nem defender seu ponto de vista. 
Quando não concorda com algo, vai logo soltando fogo pelas ventas e pondo tudo a perder, criando complicações para os amigos e a família. 
Até que uma ajudinha preciosa, vinda de quem o ama muito, faz com que ele possa compreender o que sente e lidar com suas emoções. Calma, Zeca. Respira!

Projeto de leitura: AQUI

Sobre a obra: Ouvindo as crianças e conversando sobre a raiva

Toda vez que acontecia alguma coisa que contrariava o Zeca, ele destruía tudo!
Como fazer para o Zeca se acalmar?
Varal de histórias: 
Ouvindo e cantando: AQUI
Ouvindo Dani Bassi: AQUI
Caixa da raiva: AQUI, AQUI
Caixa da raiva O objetivo pedagógico:
A atividade ensina a criança a reconhecer que a raiva é uma emoção natural, mas que pode ser controlada e compreendida. É uma ferramenta excelente de regulação emocional, permitindo que a criança respire, se acalme e relaxe após depositar o desenho na caixa.
Como funciona a atividade:
Confecção da Caixa: Pegue uma caixa (de sapato ou outra embalagem) e decore-a junto com a criança. Vocês podem desenhar monstros, chamas ou a figura do personagem "Raiva" do filme Divertidamente
O Momento da Raiva: Sempre que a criança estiver muito irritada ou com raiva, em vez de agir com agressividade, incentive-a a pegar lápis e papel.
Colocar Para Fora: Peça para ela desenhar o que está sentindo (um monstro, rabiscos fortes ou traços intensos)
Guardar o Sentimento: Depois de colocar a emoção no papel, a criança deve dobrar o desenho e guardá-lo dentro da caixa, simbolizando que a raiva está controlada e presa ali dentro. Fonte Google
Raiva: AQUI
Dragão: AQUI
Onomatopeias: AQUI
Educação emocional: AQUI
Rita não grita: AQUI
Quando eu sinto raiva: AQUI
O gigante egoísta: AQUI
Teimosia/rabugice: AQUI
Quando eu sinto raiva: AQUI
O monstro das cores: AQUI
A raiva: AQUI
O decreto da alegria: AQUI



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sábado, março 28, 2026

A Gangorra>PNLD Literário>O porquinho e o rato na gangorra>De cabeça para baixo>Altos e baixos>O olhar das crianças>28/03/2026

 
Joaquin Camp/Lívia Deorsola

Nesta história divertida e surpreendente, todo mundo pode brincar de gangorra: o Elvis, um jacaré, uma banda de roqueiros, uma baleia… e até um dinossauro!
 Afinal, o céu é o limite para a imaginação na hora da brincadeira, ainda mais nas páginas de um livro. E entre o riso e a surpresa, uma coisa é certa: depois de brincar com essa gangorra, os leitores vão querer sair correndo para o parquinho!

Com uma narrativa repleta de cores vibrantes e referências ao imaginário infantil, o premiado argentino Joaquín Camp cria uma aventura fantástica e dinâmica capaz de conquistar pequenos e grandes leitores.

Obra: AQUI,  Ouvindo: AQUI
Ouvindo: A história da gangorra
Essa é uma história divertida sobre uma menina que vai ao parquinho com o seu pai e decide brincar na gangorra, mas como ele é mais pesado que ela, ele fica lá embaixo e ela lá em cima.
Com isso, a menina vai chamando outras crianças para ir subindo no mesmo banquinho que ela até conseguirem fazer o pai ficar lá no alto! AQUI

O porquinho e o rato na gangorra:
A história do porquinho e do rato na gangorra ilustra uma lição simples sobre peso e proporção. 
Ao tentarem brincar com um tronco sobre uma pedra, o porquinho, por ser muito mais pesado, mantém sua ponta no chão, deixando o rato alto no ar, mesmo após trocarem de lado :AQUI

A Brincadeira: O porquinho e o rato usam um tronco comprido e uma pedra para improvisar uma gangorra.
O Problema do Peso: Devido à diferença de tamanho, o porquinho fica o tempo todo no chão.
A Tentativa de Solução: Eles trocam de lado, mas o resultado é o mesmo: o porquinho pesado permanece em baixo. 
Lição: A história é comumente usada para ilustrar diferenças de peso (proporção) de forma lúdica. Fonte Google.

Medidas de massa: AQUI
A gangorra de Portinari: AQUI
Rimas: A gangorra: Ouvindo: AQUI
Gangorra: AQUI
Portinari: AQUI
Balanço: AQUI
A balança: AQUI


Canizales
Este livro brinca com o modo de olhar das crianças. De um lado, tudo parece certinho. Virando de cabeça pra baixo, tudo parece ao contrário. Cada página é uma diversão.
Sobre a obra: AQUI
Cantando a história: AQUI

Giovana Madaloso/ Ionit Zilberman

Já pensou se você pudesse, assim como um camaleão, mudar de cor a hora que quisesse? Mas, pensando bem, teria que achar sapatos para combinar com todos os tons… Ah, mas e se, então, pudesse andar por aí com muitas perninhas como uma centopeia – porém, também acabaria com uma pilha interminável de meias para lavar.

Em Altos e baixos , Giovana Madalosso estreia na literatura infantil em um livro sensível que une sua prosa suave e reflexiva às ilustrações vívidas e cativantes de Ionit Zilberman, criando uma história que ensina às crianças uma importante lição sobre equilíbrio.

Ouvindo: AQUI   AQUI
Mais alto, mais baixo: AQUI
Sensibilidades e Afins: AQUI
Educação emocional: AQUI



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sexta-feira, novembro 21, 2025

Que bicho me mordeu?>Emoção/Poesia/> Estímulos sensíveis> 21/11/2025

 
Maria leach/Olga de Dios/Monica Stael


Que bicho me mordeu? é uma aventura animal sobre as emoções. Alegria, tristeza, raiva, espanto, calma e ternura, todas são necessárias e precisamos entender como lidar com elas.

Com versos da jornalista María Leach e ilustrações da artista Olga de Dios, a obra utiliza divertidas analogias para mostrar como as emoções afetam nosso corpo e nosso comportamento, além de mostrar a importância de identificar o que estamos sentindo em cada momento e saber como se expressar.

Sobre a obra: Livro que aborda as emoções com diversas analogias sobre a vida, comportamento e atitudes. Inspira adultos e crianças a descobrir as emoções com a poesia nas palavras de Maria Lich e o colorido divertido das ilustrações de Olga de Dios : AQUI

O personagem principal tem muitas dúvidas cabeludas..às vezes é orelha aumentando de tamanho, dentes pontudos,nariz se alonga e boca encolhe e outras coisas bem curiosas..
É terrível, ele não consegue evitar de repente parece que vira bicho. É verdade que algumas emoções são, mais agradáveis que outras, todas mesmo, são igualmente valiosas: ajudam a pessoa a se adaptar como um camaleão a cada momento e situação.
Olga sempre retrata as palavras com ilustrações de uma forma muito divertida e didática. Falar sobre sentimentos e emoções hoje é um assunto um pouco turbulento, é tão abrangente que às vezes ficamos perdidos. Então como falar sobre sentimentos, emoções com as crianças? Eu sempre recomendo também os livros, eles me ajudam sempre a me entender de uma forma que ninguém consegue.
Quando entendemos o que mexe com a gente e conhecemos nossas emoções, até as coisas mais estranhas da vida acabam parecendo tranquilas. Fonte

Ouçam a interpretação emocionada do menino Benício. AQUI

Olga de Dios: AQUI
Sentimentos: AQUI
Educação emocional: AQUI
Comportamentos: AQUI




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domingo, julho 27, 2025

Você já encheu um balde hoje?>Um guia para a felicidade diária>Doses de gentilezas>Acolhimento>27/07/2025

 

Carol McCloud/David Messing

Este livro cativante incentiva comportamentos positivos ao usar o conceito de um balde invisível para mostrar às crianças como é fácil e gratificante expressar bondade, gratidão e amor enchendo baldes. Ao longo das páginas, os leitores também vão descobrir que esvaziar baldes é um comportamento negativo, mas não um rótulo permanente. 
Venha descobrir neste livro como é possível encher ou esvaziar nossos próprios baldes. 
"A publicação do livro 'Você já encheu um balde hoje?' é um grande presente para todos os leitores e para quem convive com eles. Ser um enchedor de baldes reforça o conceito da gentileza, da bondade e do bem-estar. Estar com seu balde cheio significa ter pensamentos e sentimentos de felicidade e de respeito. 
Uma ideia que, trabalhada em casa, nas escolas e nos consultórios promoverá relações de afeto, de respeito e de autocuidado. - Iara Mastine, neuropsicológica e psicóloga infantojuvenil"

Ouvindo: AQUI

Neste vídeo, a educadora Kátia Pardal apresenta o livro “Você já encheu um balde hoje?”, escrito por Carol McCloud e ilustrado por David Messing, que faz parte da coleção Evoluir, dedicada a trabalhar as habilidades socioemocionais.
Trata-se de uma história sensível e encantadora, ideal para acolher os alunos na volta às aulas e promover a empatia, a bondade, a amizade e o respeito mútuo.
Anote as sugestões práticas compartilhadas pela nossa educadora e proponha boas reflexões em sala de aula para um retorno às aulas “com baldes cheios de afeto”.
Para conferir mais vídeos com conteúdo imperdível como este, inscreva-se em nosso canal no YouTube e fique por dentro de todas as novidades! AQUI

Lendo:
Todos os dias, todas as pessoas do mundo carregam um balde invisível.
Ninguém o consegue ver, mas ele está lá...
Você tem um balde; a tua mãe e o teu pai têm um balde; a tua irmã e o teu irmão têm um balde...
Os teus avós, amigos e vizinhos, todos têm um balde. Todas as pessoas têm um balde invisível...
O teu balde existe por uma razão: serve para guardar os bons pensamentos e os bons sentimentos sobre si próprio.
Você se sente bem e feliz quando o teu balde está cheio. Sente-se mal e triste quando o teu balde está vazio.
As outras pessoas também se sentem assim... Estão felizes quando os seus baldes estão cheios e tristes quando eles estão vazios.
É muito bom ter um balde cheio e é assim que funciona... você precisa das outras pessoas para encher o teu balde e elas precisam de você para encher o balde delas. Mas como é que se enchem os baldes?
Você enche um balde quando diz ou faz alguma coisa boa e até quando sorri para os outros. Isso é ser um “enchedor de balde”!
Um “enchedor de balde” é uma pessoa amiga e amorosa, que diz e faz coisas que fazem os outros sentirem-se bem, sentir que são especiais. Quando você faz alguém sentir-se especial, você é um “enchedor de balde”.
Mas também você pode pegar num balde e despejar as coisas boas que lá estão. Faz isso quando diz ou faz coisas más. Isso é ser um “despejador de balde”!
Uma criança que é má para os outros, é um “despejador de balde”. Um “despejador de balde” diz e faz coisas que fazem os outros sentir-se mal.
Muitos “despejadores de balde” têm os seus baldes vazios. Eles pensam que  podem encher se despejarem os baldes dos outros…. mas isso não funciona! Nunca se consegue encher o nosso balde, se andamos a despejar os baldes dos outros…
Por outro lado, sabia que quando enchemos os baldes dos outros, eles também enchem o nosso? Isso acontece porque você se sente bem quando faz os outros sentirem-se bem!
Ao longo do dia, nós estamos sempre a encher e a despejar os baldes uns dos outros, através das coisas que dizemos ou fazemos. Experimenta encher um balde e vê o que acontece!
Você ama os teus pais, não é? Porque não diz isso a eles? Essas palavras vão encher os baldes deles até em cima!
Verá os sorrisos aparecerem nos seus rostos. Terá vontade de sorrir também. Um sorriso é uma boa prova de que encheste o balde de alguém!
Se treinar, você se tornará um grande “enchedor de baldes”. Lembre-se sempre: todos trazem consigo um balde invisível e pensa no que pode fazer para enchê-lo.
Aqui ficam algumas ideias: pode sorrir e dizer olá ao motorista do automóvel. Ele também tem um balde invisível!
Pode convidar as crianças novas da escola para brincarem com você…
Pode oferecer um desenho, ou umas palavras bonitas à tua professora…
Podes dizer ao avô que gosta de passar tempo com ele... Há muitas formas de encher baldes!
É divertido e fácil de fazer… não importa a tua idade, não custa dinheiro, não leva muito tempo. E lembre-se: quando enche os baldes dos outros, enche o teu também!
Se for um “enchedor de baldes” a tua casa, a tua escola e o teu bairro serão lugares melhores para viver! Encher baldes faz toda a gente sentir-se bem…
Por isso, porque não decidir ser um “enchedor de baldes” hoje e todos os dias? É só começar, um dia de cada vez, dizendo para si próprio: - Hoje eu vou fazer qualquer coisa para encher o balde de alguém!
E no final de cada dia, pergunte a si mesmo: -Eu enchi algum balde hoje?
- Sim, enchi! E esta é a vida de um “enchedor de baldes”…
 … como você!                    Fonte

O balde mágico das cores: AQUI
Dinâmica do baldinho: AQUI





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sábado, fevereiro 08, 2025

Todos no mesmo galho>Interação literária>Sentimentos e emoções>08/02/2025

 
Adam Ciccio

Uns têm pintas e outros têm listras, e os dois NUNCA se misturam. É assim que os dois tipos de gritadores vivem há anos em suas árvores vizinhas. Mesmo diante de um desastre natural, eles não param de discutir! Mas será que não há nada que possa fazer esses dois grupos viverem em paz?Uma história comovente sobre nossas diferenças e como não são tão importantes quanto todo o resto que nos une.

Todos no Mesmo Galho é uma história tocante e envolvente sobre convivência, respeito às diferenças e a importância da união. Escrito por Adam Ciccio e parte da coleção Assunto de Família - Sentimentos e Emoções, o livro ensina de maneira simples e poética como as diferenças entre as pessoas podem ser superadas quando nos concentramos no que nos une.

Este livro é uma excelente escolha para pais, educadores e cuidadores que buscam ensinar às crianças a importância de viver em harmonia com os outros, independentemente das diferenças. Com uma história envolvente e personagens cativantes, Todos no Mesmo Galho ajuda as crianças a compreenderem que o que nos une é muito mais importante do que aquilo que nos separa.

Tema: Cidadania e civismo
Assunto: Colaboração, Convivência, Resolução de conflitos, Solidariedade
Data Comemorativa: 1/1 – Dia Mundial da Paz 20/7 – Dia do Amigo 10/10 – Dia Mundial da Saúde Mental
Proposta de trabalho:
 Viver em paz com as diferenças nunca foi um desafio simples para a humanidade, o que torna o tema imprescindível desde os primeiros anos escolares. Este projeto oferece uma oportunidade para os estudantes refletirem sobre conceitos essenciais para o convívio, como a solidariedade, a cooperação e o respeito às diferenças (Base Nacional Comum Curricular, 2018). A narrativa evidencia o esforço que cada bando faz para ressaltar as diferenças entre as espécies, causando distanciamento, ódio e destruição. Aprender a valorizar a diversidade não só amplia as possibilidades contingenciais do indivíduo mas também promove o desenvolvimento de uma sociedade mais empática e harmoniosa (BNCC, 2018).  AQUI
Coleção assunto de família: AQUI
Sobre esta obra: AQUI, todas da coleção: AQUI
Propostas de trabalhos da coleção
Florescer
Trabalhar a autoconfiança com as crianças é fundamental para o desenvolvimento emocional saudável, favorecendo a formação de indivíduos resilientes, com atitudes positivas frente às adversidades, e confiantes nas interações sociais (BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018). O trabalho deste projeto com a obra visa aprimorar nos estudantes a autoconfiança e a autonomia. A relação da autoconfiança com o posicionamento do outro é uma oportunidade para compreender a empatia e desenvolver uma atitude colaborativa de respeito e valorização das diferenças (BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018). AQUI
Tchau, tchau balão
Nesta idade, os estudantes já podem ter experimentado perdas significativas, como um animal de estimação, a separação dos pais ou uma mudança de escola. Ao explorarem a narrativa da protagonista, que enfrenta a perda de seu balão, eles têm a oportunidade de compreender as diferentes emoções associadas ao luto, desenvolvendo habilidades socioemocionais fundamentais. As atividades realizadas a partir da leitura de Tchau, tchau, balão permitem que os estudantes expressem suas experiências e reflitam sobre o tema, promovendo a empatia, o autoconhecimento e a resiliência e fortalecendo seu desenvolvimento integral (Base Nacional Comum Curricular, 2018). 
Só mais um pensamento
Ao longo da narrativa, o protagonista expõe como se sente e como tenta se livrar do desconforto causado pelos monstros- -pensamentos, o que amplia as possibilidades de identificação com a história e dá força à proposta de reconhecer e lidar com o dissabor da angústia. Esse movimento conduz diretamente à mobilização de habilidades de reflexão e criticidade do pensamento (Base Nacional Comum Curricular, 2018), essenciais para o bem-estar emocional e sucesso pessoal. AQUI
Que tédio
Nesta obra, os estudantes têm a oportunidade de reconhecer o tédio como uma emoção válida e compartilhada por todos. Além disso, ao acompanharem as estratégias criativas da personagem para lidar com essa emoção, os estudantes são incentivados a desenvolver sua própria criatividade para enfrentar o tédio (BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018). A história também promove a possibilidade de que cada leitor se reconheça na protagonista e, ao elaborar suas próprias soluções, experimente validação e valorização de seus processos criativos. Dessa forma, o projeto não apenas atende aos objetivos educacionais mas também enriquece a jornada pessoal e emocional dos estudantes, contribuindo para um aprendizado mais significativo. AQUI



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