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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Londres2012. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, julho 30, 2012

Olimpíadas 2012>Sugestões criativas>30/07/12


Compartilho porque é tudo de bom!
Maravilha de  sugestões do blog Bloguinfo

Maquetes

Laboratório de informática

Quiz

Medalhas



Gráficos

Jogos de memórias ,tocha/bastante atividades, etc....
Uma fartura pedagógica olímpica.
Vale a pena conferir




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domingo, julho 29, 2012

Olimpíadas 2012>Atividade> 29/07/12


Achei legal!
Os alunos estão praticando quais esportes?





Fisiologista
Leitura informativa


Revista Ciência Hoje das crianças
julho 2004




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quarta-feira, julho 25, 2012

Olimpíadas 2012>Blog criativo>Coroa de louros entre outras atividades>25/07/12

Coroa de Louros
A origem do uso da coroa de louros está no mito de Dafne, uma ninfa que transmutara-se em um pé de louro para fugir de Apolo. O deus, então, fizera com as folhas uma coroa, com a qual passou a ser representado.
Em Atenas, a coroa de louros como símbolo de distinção e glória foi substituída pelos ramos de oliveira, considerada a árvore protetora da cidade.
Apesar de não ter valor material, a coroa tinha um significado muito especial para os atletas e para a cidade de onde provinham, que os receberiam com grandes festas e criando estátuas em homenagem aos vencedores.
A coroa de louros, ou láurea, então, passou a simbolizar a vitória,sobretudo nos Jogos Olímpicos.

Como trabalhar esse símbolo com os pequeninos?
Faça um pequeno cartaz ou cole no mural a seguinte curiosidade:
Você sabia que na Grécia antiga os atletas campeões recebiam uma coroa de pequenos ramos de oliveira entrelaçados em vez de medalhas de prata, ouro e bronze?
Deixe que a curiosidade de cada um seja despertada e comecem a tentar descobrir , pq isso acontecia e depois de uma boa discussão ressalte que a coroa representava a suprema glória para um cidadão, acrescentando o que mais puder dentro de uma linguagem que possa ser entendida por eles.
Depois façam juntos essa Coroa e deixe que usem a vontade e sintam-se verdadeiros campeões.
Depois basta COLHER OS LOUROS DA VITÓRIA, caro professor... A vitória de ter auxiliando o educando em mais uma descoberta.
Você pode ver como fazer essa coroa no blog internacional PREESCHOOLCRAFT.

Basta clicar no link, ou fazer suas adaptações e criar com seus pequenos.


 
 
Este é o link do blog da Gi Barbosa
Ideias Criativas
 
 Mais uma vez esta professora artista nos brinda com seus desenhos e atividades.
 Olimpíadas 2012
Se eu fosse você iria lá conferir.
Trouxe só um modelinho...
 
 
Atividade Olimpíadas Ginástica Olímpica
 




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sexta-feira, julho 13, 2012

Paraolimpíadas>Folclore>Hora da história> Pimpinha>13/07/12


A viagem de Pimpinha pelo folclore
A história abaixo,de minha autoria,tem o propósito de misturar os temas
Olimpíadas,Paraolimpíadas e folclore.


Vocês já conhecem a Maria Olímpia.Trata-se de uma garota,carioca, ginasta, que está se preparando para competir nas Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.
(Quem não conhece, procure a história O sonho de Pimpinha)
Pois bem, desta vez, ela se encontra com algumas personagens folclóricas e mitológicas.
Sua imaginação, está “tinindo”.Toda fértil, vibrante e magnífica para uma menina super curiosa e ativa,como Maria Olímpia.
Tudo começou quando estava pesquisando o folclore brasileiro, tarefa escolar que ela considerou fascinante, claro!
Como Pimpinha é estudiosa e interessada, tudo que faz , faz bem feito. Aproveita de tudo um pouco e leva para sua realidade ou fantasia aventuras emocionantes.
O folclore tem sua importância destacada ,pois revela nossa identidade cultural, e está presente em tudo.Desde o que comemos, o que vestimos, o que falamos, o que cantamos, contamos, brincamos,etc.
Tarefa  escolar cumprida, Pimpinha foi ler algumas lendas folclóricas e mitológicas,  e lá foi  ela trabalhar sua imaginação....
Começou com o Saci:
Disse ela com seus “botões”:
- Este moleque travesso e brincalhão bem podia ir para as Paraolimpíadas de Londres. Ele pula com uma perna só, é ligeiro,faz traquinagens, mas representaria bem uma equipe....
Vou chamá-la de” Equipe folclórica”....
E o Curupira? Nosso protetor das matas, com aqueles pés invertidos, pode muito bem participar da corrida de 100metros rasos.Destemido e corajoso, garanto que colocará uma medalha de ouro no peito tranquilamente!
Vou convocar a sereia Iara para ser nossa nadadora. Com sua beleza e mistério vai encantar a todos, juntamente com o Boto, aquele ser fantástico. Vou designá-lo também.Fará uma dupla com a sereia  de cabelos longos e pretos....
Mula sem cabeça vai para o hipismo.Nem precisa de cavalo. Ela própria fará uma competição magnífica, saltará os obstáculos com elegância e de quebra, soltará fogo pelas narinas. O público do hipódromo vai aplaudí-la de pé!
Hum,.... As Amazonas, exímias no arco e flexa. Convocarei-as ,sem dúvida. São altas e fortes estas guerreiras,claro que gostarão de participar da minha equipe folclórica.
O Chibamba é um ser estranho...Tem uma qualidade que admiro: dança num ritmo marcado e equilibrado.
Vai ficar genial dançando com fitas, bolas,bambolês.Seu próprio nome, no idioma africano significa um tipo de música. Decidido! Chibamba nosso ginásta dançarino.
Já o grandalhão Gorjala, com toda sua fúria,força e tamanho,vai levantar peso. No haltéres vai trazer medalhas, na certa,  ô se vai....
Poxa,são tantas personagens, posso ficar horas por aqui escolhendo e decidindo que convocar para competir nas Paraolimpíadas.
Vou propor e seguinte:
Que tal você me ajudar?
Quem você convocaria  do nosso folclore e mitologia,claro,para somar forças,nos representar  bem,trazendo medalhas ou não. Afinal oque importa é competir,não é?
Se você ainda não conhece as histórias assutadoras,fascinantes, misteriosas e legais do folclore brasileiro não sabe o que está perdendo!
Estas lendas e mitos fazem parte de nossa rica cultura popular.
Muitas delas são contadas a séculos por nossos ancentrais, e é nosso dever preservar esta cultura magnífica.
Para isto foi criado o dia do folclore. È no dia 22 de agosto. È uma data festiva que precisa ser exaltada sempre, afinal, se a deixarmos no esquecimento, ficaremos sem passado cultural relevante. Portanto é  motivo de orgulho de todo brasileiro estudarmos, falarmos, festejarmos esta data.
Vamos dar vivas a estas histórias com personagens populares e incríveis, assim estaremos ampliando nosso repertório,valorizando a diversidade brasileira, desenvolvendo a expresão oral e escrita, estimulando a construção do conhecimento, o gosto e o fazer artístico, musicalidade e manifestações folclóricas.
Vocês já perceberam como Maria Olimpía é empolgada não é?
Que tal seguirmos sua curiosidade e entusiasmo?
Deixo com vocês a tarefa de completar a equipe foclórica , convocando mais personagens atletas paraolímpicos, tá?
Lembrem-se que estas manifestações têm seu valor e contribuem para o reconhecimento de nossa pluraridade cultural e esportiva.
Professoras,encontrei estas atividades abaixo do Saci,achei pertinentes ao evento Olimpíadas.
Colocarei mais sugestões ao longo do mês sobre o folclore, com certeza.
Boas aulas!
Corrida do Saci....


Maquete e interpretação

Literatura infantil nº2
Revista Guia escolar
Editora Alto Astral




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quinta-feira, julho 12, 2012

Paraolimpíadas>Londres 2012> 12/07/12


Notícias paralímpicas
Aclimatação em Manchester

Atletas de 17 modalidades paralímpicas embarcam para Manchester, na Inglaterra, no dia 13 de agosto. Eles ficarão concentrados por nove dias para aclimatação no país-sede dos Jogos, seguindo para Londres no dia da abertura da Vila Paraolímpica.

Das 20 modalidades que integram o programa das Paralimpíadas de Londres, apenas três farão a aclimatação em países diferentes na Europa, por terem melhor estrutura: hipismo (França), vela adaptada (Espanha) e tiro (em definição).


As negociações entre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e Manchester começaram em maio de 2009.
Para o CPB, a aclimatação das seleções antes dos Jogos diminuirá a ansiedade dos atletas ao chegarem à Vila Paraolímpica.

Nos Jogos de Pequim 2008, apenas atletas paralímpicos do atletismo e a natação tiveram período de aclimatação, em Macau. Nas edições anteriores, de Atenas (2004) e Sidney (2000), não houve este trabalho, porque o CPB não dispunha de recursos financeiros para isso.

Pela primeira vez na história do esporte paralímpico, o Brasil terá uma tenista em cadeira de rodas disputando uma Paralimpíada. A pernambucana radicada em Brasília Natália Mayara conquistou a vaga nos Jogos Paralímpicos de Londres com apenas 18 anos. Ela, que está entre as 27 melhores do mundo na modalidade, reforça a parte feminina da Delegação Brasileira.

Em Londres, o Tênis em Cadeira em Cadeira de Rodas terá apenas as 32 melhores atletas do mundo. Natália está em 27º lugar no ranking mundial e primeiro no nacional.

O Brasil terá agora 182 atletas nos Jogos Paralímpicos de Londres, 115 homens e 67 mulheres.




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Paraolimpíadas> Special Olympics>Você sabia?>12/07/12

Qual a diferença entre
Paraolimpíadas e Special Olympics?

por Bruno Lazaretti

As Paraolimpíadas foram criadas para deficientes físicos, enquanto as Olimpíadas Especiais (atualmente chamadas pelo nome em inglês, Special Olympics, ou pela sigla SO) surgiram para deficientes intelectuais. Hoje em dia, ambas abrem espaço para os dois tipos de atleta, mas a ênfase original de cada uma permanece (nas Paraolimpíadas, por exemplo, só natação, atletismo e tênis de mesa contêm classifi cação para deficientes intelectuais).
Outra diferença é que as Special Olympics têm um caráter mais inclusivo e menos competitivo. Criadas em 1968, elas ganham uma nova edição este ano, de 25 de junho a 4 de julho, em Atenas, Grécia. O evento reunirá 7.500 atletas – 50 deles, brasileiros.

INCLUSÃO PELO ESPORTE

Conheça algumas regras e alguns heróis das Special Olympics, que rolam este mês em Atenas

TEM PARA TODOS

Neste ano, serão 22 esportes. Quatro são exclusivos: bocha, boliche, patins e softball. Os outros 18 também estão na Olimpíada regular: atletismo, badminton, basquete, caiaque, ciclismo, hipismo, futebol, golfe, handebol, judô, ginástica artística, ginástica rítmica, levantamento de peso, natação, tênis de mesa, tênis, vela e vôlei. Ainda há dois esportes de exibição (natação em mar aberto e vôlei de praia) e três reconhecidos, mas sem competições (críquete, floorball e netball)

MONTANDO OS TIMES

As SO aceitam defi cientes intelectuais acima de 8 anos, não importando se a pessoa também apresenta defi ciências físicas. Os atletas são divididos por gênero, faixa etária e habilidade (determinada pela pontuação em torneios qualificatórios ou em testes específicos). A formação e o confronto dos times também respeitam os níveis de habilidade. Ao longo do torneio, também acontecem atividades lúdicas e programas de treinamento da coordenação motora.

OS DONOS DA BOLA

O evento é promovido por uma fundação sem fins lucrativos, a Joseph P. Kennedy Jr. Foundation. O Comitê Olímpico Internacional (organizador dos Jogos Olímpicos) apenas reconhece as SO e permite o uso do termo “Olympics”. A primeira edição internacional foi em 1970, mas elas só passaram a ocorrer a cada quatro anos a partir de 1975.

COROA DE LOUROS

A americana Loretta Claiborne é considerada um dos expoentes das SO: além de uma dúzia de medalhas em diferentes edições dos jogos, ela já correu 25 maratonas regulares e terminou duas vezes entre as 100 melhores da Maratona de Boston.Outro grande exemplo é o medalhista Eduardo Jose Rodriguez Herrera, da Guatemala, que já competiu em 11 provas regulares de triatlo Ironman

SIMPLIFICADO, MAS NEM TANTO

Em cada esporte, há modalidades adaptadas (a maioria) e não adaptadas, para combinar inclusão com desafio. No futebol, por exemplo, há uma versão com as regras da Fifa e outras em que as dimensões do campo são menores, com sete ou cinco jogadores por time. Já na vela, há níveis mais baixos (com técnicos manejando os barcos) e mais elevados (com atletas especiais no controle)

TORÇA PELO BRASIL!

Nossa delegação será composta de 50 atletas e 17 técnicos. Muitos deles passaram por eventos, competições e campeonatos estaduais e nacionais organizados pelo braço brasileiro das SO. Aqui, já se praticam nove esportes: atletismo, basquete, bocha, futebol, natação, ginástica rítmica, tênis, tênis de mesa e hóquei sobre piso.
Há planos para a primeira Copa do Mundo de Futebol das Special Olympics, em 2013. Só não se sabe se o Brasil será a sede...



Como surgiram os Jogos Paralímpicos

Em 1945, com o término da Segunda Guerra Mundial, o neurocirurgião austríaco Ludwig Guttmann iniciou um trabalho de reabilitação médica e social dos veteranos de guerra, através de práticas esportivas. Tudo começou no Centro Nacional de Lesionados Medulares de Stoke Mandeville, na Inglaterra.
A primeira competição para atletas com deficiência aconteceu em Stoke Mandeville, no dia 29 de julho de 1948, data exata da cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres. Quatro anos depois, atletas holandeses também passaram a competir nas disputas de Stoke Mandeville. Ainda em 1952 foi fundada a Federação Internacional Stoke Mandeville de Esporte em Cadeira de Rodas (ISMWSF), quando o esporte se organizou por área de deficiência. Assim, surgiu o movimento internacional, hoje chamado de Movimento Paraolímpico.
Em 1960 foi realizada a 1ª edição dos Jogos Paraolímpicos, em Roma, apenas com atletas cadeirantes. Em Toronto, 1976, atletas de outras áreas de deficiência foram adicionados ao programa: nasceu a ideia de competições internacionais envolvendo diversas áreas de deficiência, modelo que permanece até hoje. No mesmo ano foi realizada a 1ª edição dos Jogos Paraolímpicos de Inverno, na Suécia.
Desde Seul, em 1988, os Jogos Paraolímpicos passaram a ser realizados imediatamente após os Jogos Olímpicos (com um curto intervalo para as devidas adaptações) na mesma cidade-sede e usando as mesmas instalações dos Olímpicos. Desde o processo de escolha para os Jogos de 2012, a cidade-sede escolhida também é obrigada a acolher a Paraolimpíada.

O Brasil nas Paralimpíadas

O esporte paraolímpico brasileiro surgiu em 1958 quando o cadeirante Robson Sampaio de Almeida e Aldo Miccolis fundaram o Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, o também deficiente Sérgio Seraphin Del Grande criou o Clube dos Paraplégicos de São Paulo.
Os pioneiros resolveram trazer o esporte paraolímpico para o Brasil enquanto faziam tratamento hospitalar nos Estados Unidos. Robson e Sérgio tiveram a oportunidade de presenciar a prática esportiva de pessoas em cadeiras de rodas, principalmente no basquete.
Em 1959 o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, foi palco do primeiro jogo de basquetebol em cadeira de rodas no Brasil, quando os paulistas do Clube dos Paraplégicos venceram os cariocas do Clube do Otimismo por 22 a 16. Dez anos depois, em 1969, o Brasil participou dos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires, na Argentina. Essa foi a primeira competição internacional do movimento paraolímpico nacional. Três anos depois, o Brasil foi representado pela primeira vez em uma Paraolimpíada, realizada na cidade alemã de Heidelberg.
Em 1975, uma falha de comunicação entre as maiores entidades paraolímpicas de São Paulo e Rio de Janeiro fez com que o Brasil levasse duas delegações aos jogos Parapanamericanos em Cadeira de Rodas da Cidade do México. O problema fez com que Stoke Mandeville exigisse a fundação de uma associação nacional. Assim, ainda no avião que retornava do México, foi criada a Associação Nacional de Desporto de Excepcionais, atual Associação Nacional de Desporto de Deficientes (ANDE). A entidade pretendia agregar os esportes praticados por atletas com qualquer tipo de deficiência.
Em 1978, foi a vez do Brasil sediar uma edição dos Jogos Parapanamericanos em Cadeira de Rodas. As disputas aconteceram no Rio de Janeiro. Com o crescimento do esporte paraolímpico no país, as modalidades passaram a ser categorizadas. Em 1984 foram fundadas a Associação Brasileira de Desportos para Cegos (ABDC) e a Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas (ABRADECAR). Em 1989 foi criada a Associação Brasileira de Desportos de Deficientes Mentais (ABDEM). Um ano depois foi a vez da Associação Brasileira de Desporto para Amputados (ABDA) começar suas atividades.

Criação do Comitê Paraolímpico Brasileiro

A partir da fundação do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), em 1989, surgiu uma tendência mundial para a criação de comitês paraolímpicos nacionais. Os representantes da ABDA, ABDC, ANDE e ABDEM, em decisão conjunta, no dia 9 de fevereiro de 1995, fundaram o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), com sede na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. João Batista Carvalho e Silva foi eleito seu primeiro presidente.
O CPB passou a colocar em prática uma de suas principais funções: a organização de eventos paraolímpicos nacionais para o desenvolvimento do esporte no país. Ainda em 1995, o CPB organizou os I Jogos Brasileiros Paradeportivos, em Goiânia. A segunda edição da competição foi realizada no Rio de Janeiro, no ano seguinte.
Com a aprovação da Lei Agnelo-Piva (Nº 10.264), em 2001, o CPB obteve uma fonte permanente de recursos financeiros, através das Loterias da Caixa Econômica Federal. Em 19 de junho de 2002, a sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro foi transferida de Niterói para Brasília.






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Olimpíadas> Esportes paraolímpicos>Brasileiros atletas>12/07/12

Esportes Paraolímpicos


  - Conhecer o Histórico dos Esportes Paraolímpicos.
- Identificar as modalidades Paraolímpicas.
- Vivenciar alguns esportes adaptados.

Duração das atividades
Aproximadamente 4 aulas de 50 minutos.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conhecimentos prévios na elaboração de portfólio.

Estratégias e recursos da aula
Através da imagem abaixo a qual mostra vários esportes, o professor pode abrir um espaço para discutir sobre os Esportes Paraolímpicos.
 Através de uma contextualização (expositiva) o professor pode comentar o conceito Esporte Adaptado com seus alunos, antes de chegar ao tema Paraolimpíada.
Após esse primeiro contato dos alunos com os Esportes Adaptados o professor pode propor atividades de pesquisa especificamente sobre os esportes que fazem parte das Paraolimpíadas.
Concluindo a abordagem sobre Esportes Adaptados e Paraolimpíadas o professor pode propor vivências em atividades adaptadas e finalizar com um jogo presente no calendário Paraolímpico, no caso o Voleibol Sentado.

Que esportes são esses que estão sendo praticados na imagem abaixo?


Fonte da imagem: www.cpb.org.br/esportes/modalidades  

Quem respondeu que são Esportes Adaptados acertou.
O Esporte Adaptado surgiu no início do século XX, de forma muito tímida.
Na primeira década do século, iniciaram-se as atividades competitivas para jovens portadores de deficiências auditivas, especialmente em modalidades coletivas.
 Por volta de 1920, tiveram início às atividades para jovens portadores de deficiência visual, especialmente a natação e o atletismo.
Para pessoas portadoras de deficiências físicas, o início do esporte oficialmente se deu ao final da Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1952, quando os soldados voltaram para os seus países de origem com vários tipos de mutilações e outras deficiências físicas.
No Brasil, o esporte adaptado surgiu em 1958 com a fundação de dois clubes esportivos (um no Rio e outro em São Paulo).
Nos últimos cinco anos, o Esporte Adaptado brasileiro vem evoluindo, mas por falta de informação e, principalmente, de condições específicas para a sua prática, muitos portadores de deficiência ainda não têm acesso a ele.

Fonte: www.add.org.br/esporteAdaptado/historia.php
Mas quais são as modalidades esportivas presentes nas Paraolimpíadas?
De acordo com o Comitê Paraolímpico Brasileiro os Jogos Paraolímpicos reúnem competições esportivas em várias modalidades para pessoas com necessidades especiais de locomoção, cegos, surdos, amputados e paralisados.
São dividas em 19 modalidades, mas algumas possuem uma subdivisão as quais passam por uma classificação médica e funcional.

Atividade 1
Para essa atividade a sugestão é dividir a sala em grupos de 4 integrantes.
Cada grupo ficará responsável por pesquisar a Descrição, Classificação funcional e o Histórico de cada modalidade.
 Para a escolha das modalidades a sugestão é realizar um sorteio com a presença dos alunos.

Modalidades que estão presentes nos Jogos Paraolímpicos (Paraolimpíada):

1.Arco e Flecha
2.Atletismo
3.Basquete em cadeira de rodas
4.Bocha
5.Ciclismo
6.Esgrima
7.Futebol de 5
8.Futebol de 7
9.Goalball
10.Halterofilismo
11.Equitação
12.Judô
13.Natação
14.Rúgbi
15.Tênis de Mesa
16.Tênis em cadeira de roda
17.Tiro
18.Vela
19.Voleibol Sentado

Sugestão de sites para pesquisa:

Paraolimpíadas 2004 - História das Paraolimpíadas
www.paraolimpiadas2004.kit.net/historia.htm
CBBC - Confederação de Basquetebol em Cadeira de Rodas
www.cbbc.org.br/index.php Instituto Ressoar -

Futebol adaptado para cegos
www.ressoar.org.br/inclusao_noticia_futebol_adaptado_cegos.asp
CBDV - Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais
www.cbdv.org.br/
UOL - Atletismo Paraolímpico
http://olimpiadas.uol.com.br/2008/paraolimpiadas/modalidades-paraolimpicas/atletismo.jhtm
Confederação Brasileira de Tênis - O Tênis em Cadeira de Rodas
http://cbtenis.uol.com.br/Default.aspx?idPagina=WXaQ6xxvz4c=
Projeto Paraolímpicos do Futuro - História de várias modalidades Paraolímpicas
www.informacao.srv.br/cpb/index.html
Conclusão da atividade: realizado o trabalho de pesquisa chega o momento de sistematizar todas essas informações.
Para isso sugira aos alunos (grupos) a elaboração de um portfólio.
O portfólio permite aos alunos recolher informações, selecionar, refletir, direcionar para novos desafios e partilhar as conclusões e os resultados.

Construção de um Portfólio:
O Portfólio, em sua construção, requer um título e uma apresentação que sirva de orientação para o seu leitor sobre o que encontrará, com relação ao processo.
As linguagens e os materiais utilizados no Portfólio são livres, desde que coerentes com o seu conteúdo.
O Portfólio pode ser elaborado e apresentado por meio de vários suportes como: em pastas variadas, em livros encadernados, Cd-rom, disquetes, fita de vídeo, em forma de revistas, jornais, sites, criações artísticas, dentre outros.

Exemplo de um Portfólio:



Disponível em: espacoeducar-liza.blogspot.com/search/label/Portfolio
 
Atividade 2
Antes de realizarmos a atividade "pique palmas" na quadra a sugestão é a apresentação do vídeo "Esporte como fator de inclusão", para que os alunos durante a atividade prática possam refletir sobre a inclusão na escola, viabilizando assim sua integração e inclusão de todos na sociedade.


Descrição do vídeo: Programa da série Esporte na Escola que aborda o esporte como fator de inclusão das crianças com necessidades especiais. Ensina como proceder nas aulas de Educação Física com as crianças com necessidades especiais. Apresenta jogo que pode ser trabalhado com crianças com Síndrome de Down e com crianças com deficiência visual.

 
Após os alunos entrarem em contato com os Esportes Adaptados, modalidade Paraolímpicas e inclusão, chega o momento de propiciar uma vivência no pátio ou quadra da atividade abaixo, na qual todos poderão sentir as implicações de limites físicos e tentar superá-los através da cooperação e socialização com os colegas.

Pique Palmas (adaptação para deficientes visuais)
Objetivo: inclusão de alunos com deficiência visual nas aulas de Educação Física.
Materiais: campo de futebol, quadra ou pátio.
Duração: 25 minutos.
Desenvolvimento: primeiramente, deve-se delimitar a área onde será realizada a atividade, em seguida é importante percorrer esse local delimitado com o aluno deficiente visual (DV), para que esse faça o reconhecimento.
A atividade em si, é o pique pega tradicional, com algumas adaptações para alunos com deficiência visual.
1- Quando o pegador for um DV todos os outros alunos deverão correr batendo palmas, para auxiliar na localização dos mesmos.
2- Quando o pegador for um dos outros alunos que não possui deficiência visual, o mesmo deverá correr com uma bola de guizos, facilitando sua localização pelo colega com deficiência visual, auxiliando assim seu deslocamento.
Conclusão da atividade: após essa vivência abra uma discussão geral onde todos os grupos poderão expor dificuldades e soluções, impressões etc. Realizado essa socialização, solicitar aos alunos que voltem à formação de seu grupo inicial e registrem suas considerações sobre a atividade no portfólio.
Realizada a vivência de uma atividade adaptada o próximo passo é a prática de um esporte presente nas Paraolimpíadas, o "Voleibol Sentado". Mas antes do jogo propriamente dito a sugestão é a apresentação de um trecho de vídeo que mostra uma partida desse esporte, com o objetivo de familiarizar os alunos com a modalidade.
Vídeo "Voleibol Sentado"

Atividade 3
Voleibol Sentado



Desenvolvimento: abaixo segue as regras desse esporte, mas para realizarmos em nossa escola o professor e os alunos podem "adaptar" de acordo com os recursos que tenham a disposição.
Regras:
1 - O tamanho da quadra de jogo mede 10m x 6m.
2 - As linhas de ataque são desenhadas a 2m de distância do eixo da linha central.
3 - A rede tem 6.50 a 7.00m de comprimento e 0.80 de largura.
4 - A altura da rede é de 1.15m para homens e 1.05m para mulheres. As antenas estendem-se 100 cm acima do bordo superior da rede.
5 - O equipamento dos jogadores no Voleibol Paraolímpico pode incluir calças compridas. Não é permitido sentar sobre material espesso. Não é necessário ter número nos calções ou calças.
6 - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores incluindo de no máximo 2 jogadores classificados como “inabilidade mínima”, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico. - Os seis jogadores em quadra podem incluir no máximo um jogador com “inabilidade mínima”.
7- As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus glúteos. Isto significa que a(s) mão(s) e / ou perna(s) dos jogadores podem estender-se na zona de ataque (jogador da linha de fundo no golpe de ataque), na quadra (sacador durante o golpe do saque), ou na zona livre do lado de fora da quadra (qualquer jogador durante o golpe de saque).
8 - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola, ele/ela deve estar na zona de saque e seus glúteos não devem tocar a quadra (linha final inclusive).
9 - Tocar a quadra adversária com pé(s)/pernas é permitido em qualquer momento durante o jogo, desde que o jogador não interfira com a jogada do oponente. O jogador deverá retornar com o(s) pé(s)/pernas diretamente para sua própria quadra. Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.
10 - Aos jogadores da linha de ataque é permitido completar um golpe de ataque do saque ao adversário, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.
11 - Um jogador de defesa pode realizar qualquer tipo de golpe de ataque de qualquer altura, desde que no momento do golpe os glúteos do jogador não toque ou cruzem sobre a linha de ataque.
12 - Jogadores da linha de frente estão permitidos de bloquear o saque adversário.
13 - O jogador deve ter contato com a quadra com a parte do corpo entre o ombro e os glúteos em todos os momentos quando tocar a bola. É proibido erguer-se, pôr-se de pé ou dar passadas. Uma pequena perda de contato com a quadra é permitida para jogar a bola, excluindo-se o saque, o bloqueio e golpe de ataque, quando a bola estiver completamente mais alta que o topo da rede.
14 - O primeiro árbitro realiza suas funções de pé no solo no poste em uma das extremidades da rede.
Conclusão da atividade: ao término do jogo o professor pode aproveitar a quadra, onde os alunos encontram-se sentados para realizar espaço para reflexão. O professor será o mediador, colocando perguntas norteadoras para promover essa reflexão e abrir para uma socialização com o grupo.

Sugestão de perguntas:

- Qual a importância da prática do voleibol sentado?
- Quais as dificuldades encontradas para realizar o voleibol sentado?
- Como o voleibol sentado auxilia na integração social dos *PNEEs?
- Outras.
Obs: realizado essa socialização, solicitar aos alunos que voltem à formação de seu grupo inicial e registrem suas considerações sobre a atividade no portfólio.
* PNEEs - portadores de necessidades educativas especiais.
Para finalizarmos a aula "Esportes Paraolímpicos" a sugestão é formar um grande círculo na sala de aula ou na quadra esportiva, onde os alunos deverão expor suas considerações e apresentar o resultado final do portfólio. O professor e os alunos podem intervir a qualquer momento sobre as considerações apresentadas pelos grupos, com perguntas ou enriquecendo a aula com informações complementares.
Esse momento pode ser muito importante, através dessa socialização com os alunos o professor pode fazer um diagnóstico se conseguiu atingir de forma satisfatória seus objetivos. Pois nessa conversa focando em todos os conteúdos trabalhados tem como o professor avaliar e retomar algum assunto que deixou em dúvidas alguns alunos e retomar o tema caso julgue necessário.

Recursos Educacionais
Nome      Tipo
Esporte como fator de inclusão [Esporte na escola] Vídeo

Recursos Complementares
Referências:
Olimpíadas.etc - Modalidades presentes nas Paraolimpíadas


CDOF - Pique Palmas

Artigo - O voleibol sentado: uma reflexão bibliográfica e histórica
www.efdeportes.com/efd125/o-voleibol-sentado-um-reflexao-bibliografica-e-historica.htm
Associação Desportiva para Deficientes (ADD) - A história do Esporte Adaptado no Mundo e no Brasil
www.add.org.br/esporteAdaptado/historia.php
Avaliação
Avaliação diagnóstica em todos os momentos da aula, culminando na apresentação do trabalho final (portfólio).
- Realizou as pesquisas solicitadas.
- Participou ativamente das atividades, cooperando com o grupo.
- Discutiu de forma crítica e profunda com os colegas sobre os temas propostos.
- Trouxe informações importantes para a discussão.
www.youtube.com/watch?v=gibULMO3xe


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Paraolimpíadas>Conhecendo mais> 12/07/12

Conhecendo mais os esportes Paraolímpicos

 O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Ampliar os conhecimentos sobre as práticas esportivas adaptadas através de atividades interativas e lúdicas.
- Aprender sobre a história de vida e de superação de alguns dos grandes atletas paraolímpicos brasileiros.
- Aprender as regras e as dinâmicas de alguns esportes adaptados.

Duração das atividades
Cada atividade terá duração de 25 minutos compreendendo um total de 100 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Por se tratar de uma aula introdutória não serão necessários conhecimentos prévios ao tema da aula.

Estratégias e recursos da aula
Atividade 1 – Conhencendo mais os Esportes Paraolímpicos
Duração: 25 minutos
Material: computadores
Local: sala de informática
Para dar início às atividades sobre os Esportes Paraolímpicos o(a) professor(a) poderá introduzir o tema expondo para as crianças alguns vídeos da internet que mostrem as modalidades que serão abordadas na aula.
Sugestões de vídeos:


 http://www.youtube.com/watch?v=uf5BdvQIjwU&feature=related  

Atividade 2 – Goalball
Duração: 25 minutos
Material: cones, barbantes, bola de borracha e guizo, tiras de tecido
Local: quadra ou pátio
O goalball é uma modalidade esportiva que foi inventada exclusivamente para os atletas paraolímpicos.
 Em uma quadra de volêi (18m x 9m) são colocados em cada uma das extremidades gols de 1,20m altura por 9mts de largura.
Cada equipe possui 3 participantes cujos objetivos são arremessar a bola rente ao solo no gol adversário e defender o seu próprio gol do arremesso do outro time.
Todos os jogadores atuam com os olhos vendados.
A bola, por sua vez, possui um guizo que auxilia na orientação dos jogadores.
 Todos arremessam e defendem, não havendo distinção de função entre os jogadores.
 Cada partida tem duração de 20 minutos divididos em dois tempos de 10. A equipe que fizer mais gols, dentro desse tempo, vence a partida.
Quadra: A quadra de volêi poderá ser utilizada para o Goaball e o(a) professor(a) poderá construir as metas de gol com cones grandes e barbantes .



Bola: Para construir uma bola de goalball basta utilizar uma bola de borracha (diâmetro de 20cm), fazer um pequeno furo com estilete, colocar um guizo em seu interior e fechar com cola instantânea.



Atividade 3 – Tênis de mesa para cadeirante
Duração: 25 minutos
Material: cadeiras e mesa, rede, raquetes e bolinha de tênis de mesa.
Local: quadra ou pátio
Dando seqüência às atividades o(a) professor(a) poderá trabalhar com as crianças o tênis de mesa para cadeirante.
Nessa modalidade esportiva adaptada a mobilidade da cadeira de rodas não é muito exigida, podendo, na aula de Educação Física, ser substituídas por cadeiras normais.
No entanto, é importante que estas cadeiras sejam altas o suficiente para deixar as crianças em uma posição confortável diante da mesa.
As regras do jogo de tênis de mesa se mantêm mudando apenas a maneira de jogar dos participantes em função da mobilidade reduzida.
Regras do Tênis de mesa:


Sugestão de variação:

Caso as crianças não consigam se adaptar bem ao jogo com cadeiras, o(a) professor(a) poderá propor o jogo em pé sem deslocamento.
Isso significa que as crianças poderão jogar em pé, mas deverão permanecer parados.
Isso dará um pouco mais de liberdade de movimentação do tronco e dos braços, mas manterá um limite de deslocamento dos jogadores.


Atividade 4 – Corrida de cadeira de rodas
Duração: 25 minutos
Material: retalhos de madeira, pregos, parafuso, porca, serrote, furadeira e rolamentos
Local: quadra ou pátio
Para realizar a corrida de cadeira de rodas o(a) professor(a) precisará das cadeiras de rodas propriamente ditas ou instrumento similar.
Na falta de tal material sugere-se o(a) professor(a) utilize carrinhos de rolimã.
Esses carrinhos podem ser comprados em lojas de brinquedos ou construídos com materiais alternativos.
Para utilizar o carrinho de rolimã o(a) professor(a) deverá propor uma mudança na maneira de utilizá-lo a fim de aproximar o uso do brinquedo ao das cadeiras de rodas de corrida. Normalmente, o carrinho de rolimã é utilizado em declives e seu eixo de direção é guiado pelos pés. Nessa atividade as crianças deverão realizar a corrida em um local plano onde o deslocamento será feito com impulsos no chão feitos com as mãos.
A posição no carrinho deverá ser acentada com as pernas cruzadas e o tronco fletido para que o eixo seja guiado com as mãos e não com os pés.
O local da corrida poderá ser um pátio ou uma quadra e as distâncias estabelecidas de acordo com a idade das crianças.
Sugere-se que para as crianças menores (3 a 5 anos) a corrida seja feita com no máximo 3 participantes por vez, para evitar acidentes, e o percursso da corrida não ultrapasse 20 metros, para evitar uma exaustão demasiada por parte das crianças.

Construção do carrinho de rolimã:
Para construir o carrinho de rolimã siga os seguintes passos:
■Pegue um tábua de madeira com dimensões de 1mX70cm (a).
■Corte as duas pontas de um dos lados para fazer a dianteira do trenó (b).
■Pegue dois tocos de madeira (ex.: pés de cadeira) com 40 cm (c).
■Corte com uma faca a ponta dos tocos de madeira até deixá-los arredondados (d).
■Encaixe o rolamento na ponta do toco e fixo-o com pregos na lateral (e).
■Fure o meio de um dos eixos e a ponta da peça de assento (f).
■Una ambas as peças com um conjunto de parafuso, ruela e porca (g). ·
■Para finalizar pregue o eixo de rodas traseiro à parte de trás do assento (h).



Recursos Complementares
Após a atividade 1 o(a) professor(a) poderá acrescentar as informações trazidas pelos vídeos falando um pouco das histórias de vida dos grandes atletas paraolímpicos brasileiros e de seus exemplos de superação.
Para isso, o(a) professor(a) poderá buscar na internet textos e sites que embasem sua fala.

Sugestões de sites:


Avaliação
A avaliação consistirá em um debate com as crianças sobre os temas contemplados na aula.
A discussão poderá abordar questões como:
■Qual esporte adaptado vocês mais gostaram?
■Quais as dificuldades apresentadas durante as atividades?
■Qual esporte foi o mais difícil de praticar?
■O que vocês aprenderam com a história de vida dos atletas paraolímpicos?
Durante a discussão dos temas o(a) professor(a) irá registrar em um cartaz, intitulado “Conhencendo mais sobre os esportes Paraolímpicos” os comentários feitos pelas crianças durante o debate.
Este cartaz poderá ser exposto posteriormente em algum espaço comum da escola para fomentar a discussão dos temas abordados com os demais integrantes da comunidade escolar.



Mais aulas específicas de vários esportes:





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