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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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quarta-feira, junho 18, 2025

Amigos do folclore brasileiro>O livro de ouro do folclore brasileiro>Folclore + Preservação ambiental>Diversidade cultural>18/06/2025

 
Jonas Ribeiro/Laerte Silvino

Este livro reúne lendas das cinco regiões brasileiras. Algumas são bastante familiares para nós. Pensando bem, essas lendas existem em nosso imaginário desde que nascemos.
 Existiram na história de nossos antepassados e ainda existem no imaginário e na história de nossos pais, avós, bisavós. 
A propósito, há algum personagem deste livro que você ainda não conhece? Vamos descobrir?
O livro reúne lendas das cinco regiões do país.
Região Norte: Curupira, Iara, Vitória-Régia.
Região Nordeste: Lobisomem, Barba Ruiva.
Região Centro-Oeste: Mula Sem Cabeça, Potira.
Região Sudeste: Chico Rei, Anhangá.
Região Sul: Negrinho do Pastoreio, Boitatá, Saci-Pererê.
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Amigos do folclore brasileiro ouvindo: AQUI
Curupira: AQUI
Yara: AQUI
Saci: AQUI
Lobisomem: AQUI
Potira: AQUI
Chico Rei: AQUI
Sugestão/Pintura/Lendas: AQUI

No dia 22 de agosto comemoramos o dia do folclore, mesmo o folclore não se resumindo apenas nas lendas, resolvi apresentar uma história da professora Alba Marília, na qual apresenta alguns personagens das lendas folclóricas brasileiras. AQUI AQUI

Sylvio Panza/André Valle

O folclore brasileiro é o resultado da mistura de diversas culturas, como a indígena, a portuguesa, a africana e de todos os povos de imigraram para o Brasil. 
Neste livro, você contará com a ajuda dos personagens do nosso folclore para aprender sobre literatura, lendas atividades, pratos típicos e costumes populares de todas as regiões do nosso país.

Ouvindo sobre a obra + atividade:   AQUI

O folclore do Brasil é fruto da miscigenação entre os saberes tradicionais dos nativos indígenas, povos africanos e europeus. Dessa união, nasceram as nossas lendas.

A relação entre folclore e a educação ambiental

Há um universo mágico que habita as mentes das crianças, repleto de personagens fantásticos e histórias que atravessam gerações. 
O folclore brasileiro é uma parte essencial desse mundo encantado, pois por intermédio dele revelamos nossas raízes culturais repletas de lendas e mitos que intrigam e fascinam as crianças. Mas você já imaginou como essas narrativas que encantam os pequenos podem também ser utilizados para conscientizá-los sobre a importância da preservação da natureza? 
Neste artigo, exploraremos a profunda relação entre o folclore e a educação ambiental, descobrindo como essas duas temáticas podem se entrelaçar para criar um aprendizado significativo.

O folclore brasileiro é um tesouro de histórias e personagens que têm raízes profundas em nossa cultura. Do Saci-Pererê ao Lobisomem, esses seres mágicos povoam o imaginário infantil e, ao mesmo tempo, podem ser pontes para ensinamentos valiosos sobre o meio ambiente. 
A relação entre o folclore e a educação ambiental reside na capacidade dessas narrativas de transmitir conceitos e valores fundamentais para a sustentabilidade. 
Vamos explorar na sequência como essa conexão pode ser trabalhada por pais e educadores junto às crianças.
Nossas lendas folclóricas são ricas em personagens que desempenham papéis fundamentais na defesa da natureza. 
O Curupira, por exemplo, é um guardião das florestas, que nos ensina a respeitar e preservar esses ecossistemas. 
Temos também a Iara, uma figura mítica associada às águas, cuja lenda pode nos lembrar da importância do cuidado e preservação de rios e lagos. 
Ao contarmos histórias sobre esses seres mágicos, possibilitamos um diálogo sobre a importância de proteger nossa fauna e flora, mantendo o equilíbrio ecológico. 
Assim, as crianças aprendem que a natureza não é apenas um cenário para as aventuras destes personagens, mas um elemento vital que merece cuidado e respeito, o que ajuda a incentivar nelas também uma ligação mais profunda com o mundo natural.
As lendas do nosso folclore frequentemente retratam interações entre seres humanos e seres mágicos, enfatizando a valorização de todos os seres vivos, independentemente de como eles se apresentam. 
Essas narrativas oferecem uma visão única sobre como nossa convivência com todas as formas de vida é fundamental para o equilíbrio da natureza. 
Ao explorarmos essas histórias, podemos transmitir às crianças a importância de respeitarmos não apenas os animais, mas também insetos e plantas que compartilham nosso planeta. 

Essa perspectiva enriquece a visão delas sobre a interdependência de todos os organismos e espécies, fortalecendo seu compromisso com a conservação e o respeito pela biodiversidade.

Nosso folclore e a educação ambiental encontram mais um ponto em comum quando falamos sobre as lições de responsabilidade identificadas em lendas como a da Caipora e do Boitatá. 
Personagens que têm como missão principal conservar e proteger as florestas e afastar pessoas mal-intencionadas que degradam esses ambientes. 
Suas histórias podem inspirar nas crianças um senso de dever em relação à natureza e aos animais silvestres. 
Ao narrar essas lendas, ajudamos nossos pequenos a compreenderem que eles também têm um papel vital na preservação da fauna e na manutenção dos habitats naturais.
Inúmeras histórias folclóricas estão profundamente entrelaçadas com a temática das colheitas e também das más práticas da agricultura. 
Podemos utilizar essas narrativas para introduzir com as crianças conversas sobre práticas agrícolas mais sustentáveis, inspirando-as a compreender como a agricultura pode coexistir harmoniosamente com a natureza. 
Ao fazer isso, as crianças aprendem que a preservação da terra é essencial para garantir que ela continue fértil para as gerações futuras. 
Compreendem, ainda, a importância de cultivar alimentos de forma responsável e respeitosa com o meio ambiente, contribuindo para um futuro onde a produção de alimentos seja sustentável e em equilíbrio com os recursos naturais que sustentam a vida no planeta.

Mitos folclóricos, como a fascinante história da Vitória-Régia, frequentemente exploram o ciclo da vida, proporcionando uma valiosa oportunidade de integração entre o folclore e a educação ambiental. 

Ao mergulharmos nessas lendas, podemos ajudar os mais jovens a compreenderem como todas as formas de vida estão intrinsecamente conectadas e como a saúde do ambiente natural tem um impacto direto no ciclo de vida de todas as criaturas. 

Essas histórias nos permitem cultivar uma apreciação mais profunda da interdependência entre todos os elementos da natureza e reforçar a conscientização sobre como nossas ações podem influenciar o destino das diversas espécies com as quais compartilhamos espaço.

Explorando essa intrigante conexão entre o nosso folclore e a educação ambiental, percebemos que as narrativas que cativam nossas crianças têm potencial para serem muito mais do que simples contos!
 Elas são ferramentas poderosas para transmitir valores, conhecimento e sensibilização sobre a importância da preservação da natureza. 
À medida que exploramos os mitos e lendas do folclore brasileiro, encontramos lições valiosas que podem moldar uma nova geração de cidadãos comprometidos com o nosso planeta.   Fonte

Exemplos de personagens folclóricos e sua relação com a natureza:
  • Curupira: Personagem conhecido por proteger as florestas, punindo aqueles que desrespeitam a natureza com ações como desmatamento e caça predatória. 
  • Iara: Guardiã das águas, a Iara protege os rios e lagos, sendo associada à beleza e à força da natureza. 
  • Saci-Pererê: Apesar de ser conhecido por suas travessuras, o Saci também é visto como um protetor das matas, sendo capaz de afastar aqueles que causam danos ao meio ambiente. 
  • Boitatá: A cobra de fogo protege os campos e animais, evitando incêndios e outros danos causados por ações humanas. 
  • Ouvindo: Em nosso Coperil On de hoje, nós vamos conectar as histórias encantadoras do folclore brasileiro com a preservação da natureza. Descobriremos como nossa cultura pode ser uma aliada na construção de um futuro mais sustentável. AQUI
  • Ouvindo/Cantando a turma do folclore:
    Na floresta com boitatá: AQUI
  • Na floresta com caipora: AQUI
  • Na floresta com curupira: AQUI
  • Na floresta com saci-pererê: AQUI
  • Super coleção/Músicas/Lendas: AQUI
  • Atividades para imprimir/Folclore: AQUI, AQUI
Hoje eu conto 3 histórias do folclore brasileiro, que fazem parte do livro Lendas Brasileiras de Maurício de Sousa, em homenagem ao Dia do Folclore. Aprenda quem é o Boitatá, o Curupira e o Saci! AQUI

Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira: AQUI
Mitos: AQUI
Boitatá: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI



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segunda-feira, junho 24, 2024

As brincadeiras de mundinho>Vamos brincar de aprender? Brincadeiras no Brasil>Do mundo> 24/06/2024

 
Ingrid B.Bellinghause

Qual é a sua brincadeira predileta?

A autora e ilustradora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen nos convida a conhecer As Brincadeiras do Mundinho e a descobrir se as de lá são as mesmas que as daqui. 

Convide seus amigos e vamos brincar!

Ouvindo: AQUI
Sugestão de atividade: AQUI

As crianças, espalhadas por todo o mundo, tem características e culturas diferentes, mas em uma coisa todas são semelhantes que é a capacidade de brincar. 
Como será que se divertem as crianças de outros países? 
Algumas brincadeiras são já conhecidas aqui no Brasil, outras nós podemos aprender e repetir com nossos amigos.
As brincadeiras populares do Brasil são resultado da mistura de vários grupos étnicos que se formaram no país, através de culturas diferentes dos indígenas, dos brancos e dos negros. AQUI

Brincando de aprender
Aprenderemos como diferentes culturas influenciaram as nossas formas de brincar.
Além de conhecer como algumas brincadeiras são diferentes nos nomes de acordo com a região do Brasil. Vamos brincar de aprender? AQUI
Brincadeiras pelo Brasil
Será que todo mundo no Brasil brinca exatamente do mesmo jeitinho?
É o que vamos descobrir neste vídeo!
Região Nordeste: AQUI
Região Sul: AQUI
Região Centro-Oeste: AQUI
Região Norte: AQUI
Região Sudeste: AQUI

Brincadeiras do mundo:
Os vídeos começam com uma pequena descrição dos países
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo.
Porto Rico:
"Ovo, ovelha, bico ou aranha" é uma delas.
Essa brincadeira exige uma ótima percepção táctil. Vamos brincar? AQUI

Austrália:
 Quantas horas seu lobo? AQUI
Ouvindo: AQUI
Uma divertida canção do álbum O SOM DO ALFABETO DoReMiPaty inspirada em uma brincadeiras de crianças da Austrália: "Que horas são seu Lobo? AQUI

Estados Unidos:
Existem muitas brincadeiras ao redor do mundo. Algumas são iguais as que conhecemos por aqui, mudando apenas o nome. É o caso de "Simon says", que é igualzinha a brincadeira "O mestre mandou". Vamos conhecer? AQUI

Espanha: 
Jogo espanhol que tem como objetivo a precisão. O foco é lançar a sua tampinha dentro do quadrado, caso você consiga, marcará 4 pontos. Caso a sua tampinha cai em cima da linha do quadrado, você marcará 2 pontos. Até um palmo de distância do quadrado 1 ponto. Distâncias maiores não contabilizam pontos. AQUI AQUI

Japão: Pedra, papel, tesoura: AQUI
Aulas: 
Brinquedos e brincadeiras de outros lugares: AQUI
Brincadeiras pelo mundo: AQUI
PDF: AQUI

Brinquedos sustentáveis
Bilboquê é um brinquedo muito antigo, encontrado em diferentes países, como Japão, México, Estados Unidos e França, com pequenas variações em sua forma. Até hoje ninguém descobriu quem o inventou nem quando apareceu, mas pinturas de artistas europeus indicam que o brinquedo era jogado pelos reis e pelos nobres e muito possivelmente também pelas pessoas comuns, nas ruas da França.
O bilboquê original é uma bola de madeira com um furo, presa por um cordão e um bastão pontudo, onde ela deve ser encaixada. Mas no vídeo de hoje nós aprenderemos a fazer um bilboquê sustentável, utilizando papel. AQUI
Avião de papel:
O avião de papel é um brinquedo feito, em geral, de uma única folha de papel, normalmente sem cortes e sem o uso de colas ou adesivos, utilizando-se apenas a técnica de dobraduras.
Supõe-se que a origem de planadores feitos de dobraduras de papel reside na China Antiga. Da Vinci relatou em seus escritos que o uso de modelos de aviões de papel o ajudou com os testes com seu ornitóptero, uma nave que poderia voar batendo asas, além de também ter usado a técnica para a criação de modelos de paraquedas: AQUI
Catapulta:
Parente do estilingue e do arco e flecha, a catapulta foi usada como uma poderosa arma de guerra na Antiguidade e Idade Média. Dizem que foi inventada pelos gregos por volta do ano 400 a.C. para lançar projéteis (pedras, principalmente) a grande distância.
Guerras a parte, o legal é que essa engenhoca rende gostosas brincadeiras e você pode aprender, de forma simples, como funciona o mecanismo.
Na aula de hoje, nosso objetivo principal é trabalhar a motricidade fina e a habilidade de precisão. Te desafio a pegar alguns alvos para que você tente acertar com uma bolinha!
Vamos experimentar? AQUI
Paraquedas:
A proposta do vídeo de hoje é confeccionar um brinquedo que nossos familiares adoravam fazer quando crianças: um paraquedas utilizando sacola plástica!
Esse brinquedo é muito simples de fazer e é super legal para brincar em dias de ventania.
Não existe nenhum registro de onde e quando esse brinquedo surgiu, mas é muito provável que o adulto que more contigo conheça e até saiba construir um: AQUI
Pião:
O pião é uma das brincadeiras de crianças mais antigas, pois já existia desde o ano 4.000 a.C., período em que foram encontrados alguns exemplares feitos com argila, nas margens do rio Eufrates. Pinturas antigas trazem vestígios da existência do pião, bem como alguns textos literários, onde é citado como brinquedo/jogo.
E então, vamos aprender a fazer um pião adaptado com materiais recicláveis? AQUI



Brinquedos e brincadeiras: AQUI
Regiões brasileiras: AQUI
Objetos brincantes: AQUI
Relógio: AQUI
Pião: AQUI
Jogos: AQUI
Aula: Como trabalhar om brinquedos: AQUI
Brincadeiras de criança: AQUI
Zé pião: AQUI




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domingo, abril 02, 2023

Lá no meu quintal, o brincar de meninos e meninas de Norte a Sul>Descobrindo os quintais do Brasil>Infância>02/04/2023

 

 Gabriela Romeu/Marlene Peret

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Tem quintal em todo lugar: na praça, na floresta, nas ruas das pequenas cidades, nos fundos das casas e até dentro de cada um de nós (às vezes um pouco escondido). Neste livro vamos descobrir os quintais de crianças das cinco regiões brasileiras, onde folha vira catavento, pique é no pequizeiro e rio garante a diversão! Basta chegar, embarcar… E brincar!

O brincar é uma espécie de língua-mãe da infância. E foi por meio dessa linguagem que Gabriela Romeu, Marlene Peret e Samuel Macedo conheceram o Brasil, conectando-se com as crianças das beiradas de rios, dos grandes centros urbanos, de comunidades quilombolas e povos indígenas – regiões algumas vezes próximas, outras bem distantes. Os registros dessa longa viagem que se iniciou em 2011, em textos, vídeos e fotos, estão reunidos neste livro, permeado dos saberes, narrativas e vivências compartilhadas com crianças em seus quintais. Os encontros com Valdecir e seu carretão, com Milena sob a sombra damangueira, Welleton, Joel, Laísa e Arawari são feitos retratos daquele exato instante, daquele peculiar saber infantil, que é de cada um, mas é tão comum a todos –– afinal, as brincadeiras mudam de nome, mas, em suas diferentes versões, compõem a linguagem universal do brincar.

Conteúdo complementar: AQUI

Sobre a obra: AQUI

Projeto quintais: AQUI

Lúcia Hiratsuka, artista plástica, ilustradora e escritora de diversos livros infantis, derivados de seus estudos sobre os e-hons (ilustrações japonesas), sugere livros inspirados em lendas e mitos nipônicos.
Neste episódio, Lúcia fala de "Lá No Meu Quintal", de Gabriela Romeu e Marlene Peret. Ilustrações de Kammal João. AQUI

Lúcia Hiratsuka no Linguagem: AQUI

Jogos no quintal: Aula: AQUI

+ brincadeiras no quintal: AQUI, AQUI

Sudeste
Aprenda as regras e divirta-se com as brincadeiras Dom Frederico, Laranjas Maduras, Barra-Manteiga, Briga de Galo e Amarelinha em Caracol, praticadas pelas crianças da região Sudeste do Brasil. Saiba mais em novaescola.org.br/brincadeiras-regionais: AQUI, AQUI
Parlenda Dom Frederico: AQUI

Norte
Aprenda as regras e divirta-se com as brincadeiras Roubo da Melancia, Caí no Poço, Tucuxi e Curupira, praticadas pelas crianças da região Norte do Brasil. Saiba mais em novaescola.org.br/brincadeiras-regionais: AQUI, AQUI

Sul
Aprenda as regras e divirta-se com as brincadeiras Boi de Mamão, Caiu na rede é peixe e Taco, praticadas pelas crianças da região Sul do Brasil. Saiba mais em novaescola.org.br/brincadeiras-regionais: AQUI, AQUI

Nordeste
Será que todo mundo no Brasil brinca exatamente do mesmo jeitinho? É o que vamos descobrir neste vídeo!

Centro - Oeste
Aprenda as regras e divirta-se com as brincadeiras Corre Cutia, Cinco Marias, Galinha, pintinho e raposa e Chocolate Inglês, praticadas pelas crianças da região Centro-Oeste do Brasil. Saiba mais em novaescola.org.br/brincadeiras-regionais: AQUI, AQUI

Atividades PDF: AQUI, AQUI

Cantando: Quintal da cultura: AQUI

Quintal/Bia Bedran: AQUI

Neste encontro Ana Maria Carvalho brincará com os participantes de forma leve e lúdica com histórias, brincadeiras e brinquedos da cultura popular brasileira. Durante o brincar conversa sobre a vida e a importância da família e da escola ensinarem às crianças aquilo que é da nossa tradição, ou seja, herança cultural do país. O encontro aconteceu na casa da artista e numa oficina realizada no Quintal do Anibal. AQUI




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segunda-feira, março 27, 2023

O calango Lango Tango queria ser jacaré>Hora da história>27/03/2023

 

Luciano Sousa

O Calango Lango Tango, decide viajar da Caatinga, para conhecer seu primo distante lá no Pantanal, o Jacaré.

Lá ele sentiu frio, foi morar perto de um rio.
Passou a noite na toca com a barriga a roncar, no outro dia, foi lá fora pra banho de sol tomar.

E assim as rimas vão contando a história deste Calango que se acha muito esperto, mas que se vê em grandes apuros ao se mudar para um terra muito distânte e diferente da que ele sempre esteve acostumado. Uma história cheia de rimas e muita diversão. Objetivo educacional: Ensinar as rimas e os diferentes tipos de animais e seus habitats em 2 diferentes regiões do Brasil, a Caatinga e o Pantanal, ambos com climas e outras características muito diferentes uma da outra.
Ensinar que cada região tem sua cultura e sua própria linguagem, as vezes chamando os mesmos animais por nomes diferentes como Capivara e Prêa, entre muitos outros.

AQUI

PDF livro: AQUI

Baixe livro: AQUI

Mais lagartixas no Linguagem: AQUI



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segunda-feira, maio 18, 2020

Culinária brasileira>Projeto Tabuleiro brasileiro >Cultura>Raízes>Regiões brasileiras>18/05/2020

Culinária brasileira

Projeto: No tabuleiro brasileiro
Trouxe esta sugestão da Escola Sá Pereira

"No Tabuleiro Brasileiro Tem...



Nós, da F2, temos uma história para contar

de um país chamado Brasil
e que você vai se impressionar.

No Brasil existem cinco regiões
que têm diversos tipos de comida.
Cada uma com um sabor diferente
e é por isso que ele é visitado por muita gente.

No começo só os índios moravam por aqui.
No rio pescavam pirarucu, tucunaré e tambaqui,
comiam palmito e caju em sua oca
e da terra surgiu uma raiz chamada mandioca.

A mandioca é marrom por fora
e por dentro é branquinha.
Sua lenda diz que ela nasceu da Mani,
uma linda indiazinha.

Depois vieram os portugueses
e junto com eles veio a nossa querida
cana-de-açúcar adoçar a vida de todos.
Hoje em dia, ela é muito importante
para fazermos nossos bolos.
Com a caravela e os portugueses
vieram vacas, porcos e galinhas
e também o costume
de ter no quintal uma hortinha.

A novidade na cozinha era ter
carne, leite, ovos e temperos.
Da mistura de muitos ingredientes
foram criados pratos bem brasileiros.

Nos navios negreiros, vieram vários africanos
que trabalharam duro para os seus senhores
e ficaram escravos por muitos anos.

Como lembrança de suas terras
trouxeram um pequeno fruto chamado dendê.
Seu azeite é muito usado nas receitas brasileiras
e deixa sua comida saborosa para valer!

Os negros foram arrancados da África
para serem escravos na América.
Depois de muito trabalhar,
dançavam e cantavam o jongo para se animar.

Com tantas culturas vindas para o Brasil,
nos tornamos um povo nota mil,
acostumados a conviver com pessoas diferentes.
E aprendemos a fazer pratos doces, salgados e
ardentes.

Lá no Nordeste, comemos acarajé, vatapá e abará.
Nomes e sabores vindos da África,
que vieram pra ficar.

No Centro-Oeste do país
tem três estados de gente feliz.
Fazem um prato chamado arroz com pequi
e também outro chamado pato com tucupi.

Na região Sudeste tem um prato
conhecido no mundo inteiro.
Ele se chama feijoada
e é um símbolo brasileiro.

Outro símbolo do nosso país
é o delicioso pão de queijo.
Quando temos ele em nosso lanche
não paramos de comer um só instante.

Amazonas, Tocantins e Amapá
são alguns estados da região Norte.
Quando comemos suas deliciosas comidas
ficamos bem mais fortes.

Caruaru, tucupi e tacacá são alguns pratos que
vieram de lá.
Se você aprender a fazer essas receitas
com certeza vai se amarrar!

Na região Sul, a carne
é um ingrediente muito comum.
Com a vinda de muitos imigrantes
a culinária nunca mais ficou como antes.
Barreado, churrasco e pinhão
reforçaram nossa alimentação.

Com toda essa mistura,
criamos a nossa cultura.
Na mesa brasileira
temos alimentos diversos.
Bom apetite para todos.
Esse é o fim do nosso verso!"

Resultado de imagem para livro o tabuleiro da baiana


Poesias de dar água na boca
Histórias de dar água na boca
AQUI
Rimas saborosas
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Conhecendo as regiões brasileiras através de jogos/aula
AQUI

Aula/Regiões brasileiras
AQUI

Mais regiões brasileiras
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