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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quinta-feira, junho 13, 2024

Passo de tartaruga>Atividade literária consciente e inclusiva>Paraolimpíada 2024> 13/06/2024


Claudia Dicarmo

O livro trás o desafio das tartaruguinhas marinhas para chegarem ao mar. 
Elas contam com Juditona, a irmã mais velha que cria as estratégias.
 Juditinha que usa seus dons artísticos para distrair os inimigos e Daniel, que tem má formação congênita nas nadadeiras, mas na água é imbatível e salva suas irmãzinhas de um polvo malvado.  Fonte
À partir da experiência de superação e sucesso de Daniel Dias – o maior medalhista paraolímpico da história- veio a inspiração para abordar a questão das diferenças. 
Daniel virou então a tartaruginha Daniel, que tinha má formação nas nadadeiras, mas na água era tão veloz que pode salvar as suas irmãzinhas do grande vilão Polvolino.
 Daniel não só compartilhou a mesa de autógrafos com a autora nos dois lançamentos ocorridos em São Paulo, como sugeriu que houvesse um áudio book, tornando o livro ainda mais inclusivo.
Assistam: AQUI



Meu primeiro desafio: Tragam as crianças e venham conferir o primeiro episódio da série Passo de Tartaruga, que será transmitido no canal Zoomoo Kids. A série se baseia nas aventuras da tartaruga Daniel @danieldias88 e da Dra. Polva Karina @karinaoliani embaixo d ́ água para salvar os oceanos e seus animais.
Você não pode perder! AQUI
Vivemos num mundo com quase 8 bilhões de pessoas. 
Nesse universo tão diverso, não há mais espaço para preconceito, pois cada um de nós é um ser único, somos tão imperfeitos quanto perfeitos. 
Cada um tem dificuldades em algumas coisas e é muito bom em outras, e é aí que está a beleza da vida: a diversidade. Aprenda com essa turminha do bem e seja também um agente da inclusão, do respeito e do amor.

As Olimpíadas 2024 serão realizadas em Paris, na França, entre 26 de julho a 11 de agosto. 
Uma das metas do comitê olímpico é promover igualdade de gênero e, para isso, a programação de jogos é alternada entre homens e mulheres, tanto nos esportes coletivos quanto nas competições individuais. 

Os Jogos Paraolímpicos acontecem de 28 de agosto a 8 de setembro, reunindo mais de 4 mil atletas paraolímpicos do mundo. 
Por que falar deste tema: 
Além de conscientizar os alunos sobre a potência do esporte e da diferentes culturas, países e realidades sociais, contribuindo para uma visão mais ampla e inclusiva do mundo, integrar as Olimpíadas e os Jogos Paraolímpicos em projetos escolares é benéfico por várias razões. 
Promoção dos valores olímpicos: 
Enfatiza amizade, respeito, determinação, coragem, igualdade e inspiração, fundamentais para o desenvolvimento social e pessoal dos estudantes.
Debates sobre questões sociais: 
Incentiva discussões sobre inclusão, ética, equidade de gênero e racismo.
 Ao incorporar os Jogos Paraolímpicos em projetos escolares, os educadores podem abordar temas importantes relacionados à igualdade de oportunidades, direitos humanos e justiça social.
Interdisciplinaridade: 
Além da educação física, os jogos oferecem conteúdo relevante para história, geografia, matemática, ciências, enriquecendo o aprendizado.
Inspiração por meio de histórias de atletas: as trajetórias dos esportistas podem motivar os estudantes, enaltecendo características como determinação e foco. 
Estudar e valorizar o esporte paraolímpico promove um ambiente escolar mais inclusivo, onde todos se sintam valorizados e respeitados, independentemente de suas habilidades físicas.
Conscientização sobre saúde e doping: 
Discussões sobre saúde, nutrição e as consequências do doping educam sobre escolhas saudáveis e ética no esporte.
Criatividade e tecnologia:
Projetos como a construção de uma tocha olímpica com materiais recicláveis ou o desenvolvimento de um aplicativo para o evento estimulam a inovação e a criatividade. Fonte

Sugestões para professores: Conteúdos para aulas:  AQUI

No Linguagem
Superação: AQUI
Competição: AQUI
Inclusão: AQUI
Ganhar ou perder: AQUI
Hora do jogo: AQUI
Aulas sugestivas/Paraolimpíadas 
Conhecendo mascote 2024: AQUI
Esportes paraolímpicos: AQUI
Conhecendo mais: AQUI
Esporte/inclusão: AQUI
A deficiência e o esporte: AQUI
Modalidades: AQUI




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segunda-feira, maio 27, 2024

Ganhar ou perder?>Educação socioemocional>Competições>Ludicidade>Olimpíadas da bicharada>27/05/2024

 



"As Olimpíadas são o maior evento esportivo do mundo, no qual países dos cinco continentes se reúnem para competir em diversas modalidades. Acontecem a cada quatro anos e são divididos entre as edições de verão e de inverno. Atletas com deficiência disputam as chamadas Paralimpíadas.
A promoção da paz, a integração e a união entre os países compõem o objetivo principal dos Jogos Olímpicos. De acordo com o Estatuto Olímpico, a intenção é garantir o desenvolvimento harmonioso da humanidade por meio da prática esportiva. " Fonte

As Olimpíadas 2024 serão realizadas em Paris, na França, entre os dias 26 de julho e 11 de agosto de 2024. Nesse período, acontecerão 319 eventos de 28 esportes diferentes — porém, a programação está sujeita às mudanças de acordo com a aprovação do Comitê Olímpico Internacional.

Olimpíadas 2024: Um salto para o desenvolvimento socioemocional
O ano olímpico de 2024 não se limita às competições esportivas; ele é uma explosão de emoções, proporcionando estímulos como empatia, coragem, dedicação, parceria, medo, derrota e vitória. Nesse contexto, como as Olimpíadas podem ser exploradas para trabalhar o desenvolvimento socioemocional dentro e fora da escola.

Atividades lúdicas olímpicas ensino infantil
Ensinar sobre os Jogos Olímpicos na Educação Infantil pode ser uma experiência lúdica e envolvente para as crianças. Através de atividades que estimulam a criatividade, o movimento e o trabalho em equipe, é possível introduzir conceitos importantes relacionados aos valores olímpicos e à diversidade esportiva. Aqui estão algumas ideias de atividades lúdicas: AQUI

Os Jogos Olímpicos oferecem uma plataforma única para explorar e celebrar a diversidade e a inclusão. Além de serem um espetáculo esportivo global, os Jogos proporcionam uma oportunidade valiosa para destacar a variedade de culturas, habilidades e identidades presentes no cenário esportivo. Ao abordar a diversidade e a inclusão, os educadores podem utilizar os Jogos Olímpicos como uma ferramenta poderosa para promover entendimento, respeito e aceitação. Aqui estão algumas estratégias para integrar esses temas de maneira significativa: AQUI
Derrota ou vitória
Aula: Perder ou ganhar, eis a questão: AQUI
Competições que ensinam a turma ganhar ou perder: Jogos/desafios/disputa: AQUI

Saber perder ou ganhar
Nesse episódio o Sapinho brinca com jogos de celular e jogos de tabuleiro apresentando dificuldade em saber perder, por isso ele é orientado sobre a importância de saber ganhar e saber perder para desenvolver a tolerância à frustração. AQUI
Cantando:
No vídeo de hoje apresento uma música autoral chamada " Mauro o Vencedor" que nos ensina a importância de aprender a perder, espero que gostem! AQUI

Vídeos sobre olimpíadas:
A série crianças inteligentes visa auxiliar de uma forma lúdica o aprendizado das primeiras séries do ensino fundamental. Considerado um reforço divertido, nós estamos colaborando com a educação de nossos pequenos através da brincadeira, animação e música. 1-AQUI, 2- AQUI ( aborda algumas competições)
Varal de histórias: Olimpíadas da bicharada: AQUI
Cantando com Teleco e Teco: Olimpíadas dos bichos: AQUI
Os atletas/Mary França: AQUI
Conhecendo mascote - Olimpíada França 2024: AQUI
Paraolimpíadas: AQUI




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sexta-feira, maio 24, 2024

Olimpíadas 2024>Conhecendo a mascote francesa>Gênero informativo>Curiosidades>24/05/2024



Mascote PHRYGES( frígias)(gorros)
À medida que o mundo se prepara para os Olimpíadas de 2024, a introdução de atividades interativas, como colorir o mascote oficial, oferece uma oportunidade única para crianças e adultos se conectarem com o espírito olímpico. O mascote dos jogos olímpicos 2024 para colorir não é apenas uma atividade lúdica; é uma forma de mergulhar na cultura, história e valores que as Olimpíadas representam. 
Esta atividade estimula a criatividade, enquanto familiariza o público com o emblemático símbolo desses jogos: Phryges.
Phryges é o nome do mascote das Olimpíadas de Paris 2024. 
Este personagem foi criado para mostrar o mundo a força do esporte na sociedade. 
No lugar de um animal, a escolha foi de um barrete frígeo, um símbolo forte da República Francesa. 
Para os franceses, esse é um objeto que simboliza a liberdade. 
Também é o mascote das Paraolimpíadas. No entanto, para esses jogos olímpicos, Phryges apresenta uma deficiência visível, representando a promoção da inclusão.
O design do mascote reflete elementos da cultura francesa, bem como a paixão e energia que caracterizam o evento olímpico. Ele serve como um embaixador dos Jogos, inspirando tanto atletas quanto fãs e promovendo a mensagem de união e paz através do esporte.
PDF: Para colorir: AQUI
Ouvindo sobre as  phriges: AQUI
Barrete frígio
O barrete frígio ou barrete da liberdade é uma espécie de touca ou carapuça, originariamente utilizada pelos moradores da Frígia (antiga região da Ásia Menor, onde hoje está situada a Turquia). Foi adotado, na cor vermelha, pelos republicanos franceses que lutaram pela tomada da Bastilha em 1789, que culminou com a instalação da primeira república francesa em 1792. Por essa razão, tornou-se um forte símbolo do regime republicano.

As Phryges são inspiradas em uma peça de vestuário que é símbolo da liberdade, faz parte da  história há séculos e remete a tempos antigos. 
Depois de aparecer em algumas bandeiras da América Latina antes de se tornar bastante popular entre os revolucionários franceses, o barrete frígio tornou-se símbolo familiar na França. 
Um símbolo das revoluções, da República Francesa e da liberdade, o barrete frígio pode ser visto na Marianne, ícone nacional francês, retratado em bustos nas cidades em todo o país, além de selos e também na abordagem do currículo nacional nas escolas. Vejam + história: AQUI

Marianne: Um símbolo da cultura clássica, foi apropriado pela população francesa, tornando-se a personificação da República. Esta figura feminina venceu Hércules nos embates dos símbolos, por melhor representar, não só a Liberdade, mas a noção de República. AQUI

A República Brasileira adotou a alegoria de Marianne, cuja efígie, com o seu Barrete Frígio (carapuça vermelha), está estampada em vários brasões e bandeiras de cidades, municípios e estados brasileiros. 
Este símbolo também é utilizado impresso em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhado na moeda de R$ 1,00. A efígie foi adotada na nota de 1 Cruzeiro (1980) e nas notas de 200 cruzados novos (1989) muito parecida com a nota de 1 Real e que inspiraria as notas de Real futuras.
Blog Diário da prof Glauce>
Imagens das modalidades esportivas/ phryges: AQUI
Texto informativo em formato interativo + estratégias + PDF : AQUI
Cartazes olímpicos: AQUI

No Linguagem
Olimpíadas 2020/2021
Histórico/Atividades: AQUI
Olimpíadas: Estímulos literários: AQUI
A grande campeã: AQUI
É preciso saber perder: AQUI




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sábado, julho 02, 2016

Olimpíadas 2016>Sugestões>Atividades>02/07/2016


Aula
Projeto de iniciação científica:Olimpíadas 2016
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Realizar pesquisas;
  • Situar geograficamente a Grécia no continente europeu e o Rio de Janeiro no continente americano;
  • Conhecer a evolução histórica dos Jogos Olímpicos da Grécia aos dias atuais;
  • Identificar as primeiras modalidades esportivas disputadas nas Olimpíadas Gregas;
  • Aprender as diferentes formas de buscar conhecimento;
  • Desenvolver habilidades de leitura;
  • Reconhecer a estrutura de gêneros textuais como música, texto expositivo, entrevista, relatório;
  • Conhecer um pouco da cidade do Rio de Janeiro.
Mais atividades
Muito mais
Mascotes
Trabalhando identidade

Aulas digitais

Você sabia?
Anéis

Ideias decorativas

Jogo de volei
Turma da Mônica

Maquetes



 De 4 a 21 de agosto de 2016


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terça-feira, fevereiro 09, 2016

Olimpíadas 2016>Estímulos atléticos>Hora da história>09/02/2016

Olimpíadas 2016

O SONHO DE PIMPINHA
UMA HISTÓRIA DA KRIKA


Sequência didática e afins
Atividades sugeridas de blogs

Meu corpo em movimento
Olimpíadas
AQUI

Projeto Meu Brasil Brasileiro
O projeto “Meu Brasil Brasileiro” possibilitou aos alunos um maior conhecimento sobre o Brasil a partir de suas regiões em seus aspectos culturais, socioeconômicos, geográficos e ambientais. Sabendo-se que nosso país é caracterizado por uma grande diversidade cultural e diante de eventos mundiais prestes a acontecer a exemplo da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, sentiu-se a necessidade de desenvolver ações de vivência, onde se pudesse conhecer ainda mais o país em que se vive. 
As experiências proporcionadas aos alunos nesse projeto também foram de essencial importância quanto à manutenção dos valores morais do ser humano, que contribuíram para resgatar o trabalho grupal, o respeito mútuo aos colegas, o respeito às diferenças e diversidades e o desenvolvimento da identidade cultural.

AQUI 

A identidade dos mascotes
Foto: Rio 2016/Alex Ferro

Vinícius nas Olimpíadas. Tom na Paraolimpíadas.
 Esses são os nomes dos mascotes dos Jogos, escolhidos em eleição popular. Vinicius e Tom tiveram 44% dos 323.327 votos dos internautas computados nas últimas três semanas. Os outros dois pares de nomes que estavam na disputa eram "Oba e Eba" e "Tiba Tuque e Esquindim".
Vejam tudo





Aulas/sugestões
AQUI

AQUI

AQUI







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sexta-feira, julho 13, 2012

Paraolimpíadas>Folclore>Hora da história> Pimpinha>13/07/12


A viagem de Pimpinha pelo folclore
A história abaixo,de minha autoria,tem o propósito de misturar os temas
Olimpíadas,Paraolimpíadas e folclore.


Vocês já conhecem a Maria Olímpia.Trata-se de uma garota,carioca, ginasta, que está se preparando para competir nas Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.
(Quem não conhece, procure a história O sonho de Pimpinha)
Pois bem, desta vez, ela se encontra com algumas personagens folclóricas e mitológicas.
Sua imaginação, está “tinindo”.Toda fértil, vibrante e magnífica para uma menina super curiosa e ativa,como Maria Olímpia.
Tudo começou quando estava pesquisando o folclore brasileiro, tarefa escolar que ela considerou fascinante, claro!
Como Pimpinha é estudiosa e interessada, tudo que faz , faz bem feito. Aproveita de tudo um pouco e leva para sua realidade ou fantasia aventuras emocionantes.
O folclore tem sua importância destacada ,pois revela nossa identidade cultural, e está presente em tudo.Desde o que comemos, o que vestimos, o que falamos, o que cantamos, contamos, brincamos,etc.
Tarefa  escolar cumprida, Pimpinha foi ler algumas lendas folclóricas e mitológicas,  e lá foi  ela trabalhar sua imaginação....
Começou com o Saci:
Disse ela com seus “botões”:
- Este moleque travesso e brincalhão bem podia ir para as Paraolimpíadas de Londres. Ele pula com uma perna só, é ligeiro,faz traquinagens, mas representaria bem uma equipe....
Vou chamá-la de” Equipe folclórica”....
E o Curupira? Nosso protetor das matas, com aqueles pés invertidos, pode muito bem participar da corrida de 100metros rasos.Destemido e corajoso, garanto que colocará uma medalha de ouro no peito tranquilamente!
Vou convocar a sereia Iara para ser nossa nadadora. Com sua beleza e mistério vai encantar a todos, juntamente com o Boto, aquele ser fantástico. Vou designá-lo também.Fará uma dupla com a sereia  de cabelos longos e pretos....
Mula sem cabeça vai para o hipismo.Nem precisa de cavalo. Ela própria fará uma competição magnífica, saltará os obstáculos com elegância e de quebra, soltará fogo pelas narinas. O público do hipódromo vai aplaudí-la de pé!
Hum,.... As Amazonas, exímias no arco e flexa. Convocarei-as ,sem dúvida. São altas e fortes estas guerreiras,claro que gostarão de participar da minha equipe folclórica.
O Chibamba é um ser estranho...Tem uma qualidade que admiro: dança num ritmo marcado e equilibrado.
Vai ficar genial dançando com fitas, bolas,bambolês.Seu próprio nome, no idioma africano significa um tipo de música. Decidido! Chibamba nosso ginásta dançarino.
Já o grandalhão Gorjala, com toda sua fúria,força e tamanho,vai levantar peso. No haltéres vai trazer medalhas, na certa,  ô se vai....
Poxa,são tantas personagens, posso ficar horas por aqui escolhendo e decidindo que convocar para competir nas Paraolimpíadas.
Vou propor e seguinte:
Que tal você me ajudar?
Quem você convocaria  do nosso folclore e mitologia,claro,para somar forças,nos representar  bem,trazendo medalhas ou não. Afinal oque importa é competir,não é?
Se você ainda não conhece as histórias assutadoras,fascinantes, misteriosas e legais do folclore brasileiro não sabe o que está perdendo!
Estas lendas e mitos fazem parte de nossa rica cultura popular.
Muitas delas são contadas a séculos por nossos ancentrais, e é nosso dever preservar esta cultura magnífica.
Para isto foi criado o dia do folclore. È no dia 22 de agosto. È uma data festiva que precisa ser exaltada sempre, afinal, se a deixarmos no esquecimento, ficaremos sem passado cultural relevante. Portanto é  motivo de orgulho de todo brasileiro estudarmos, falarmos, festejarmos esta data.
Vamos dar vivas a estas histórias com personagens populares e incríveis, assim estaremos ampliando nosso repertório,valorizando a diversidade brasileira, desenvolvendo a expresão oral e escrita, estimulando a construção do conhecimento, o gosto e o fazer artístico, musicalidade e manifestações folclóricas.
Vocês já perceberam como Maria Olimpía é empolgada não é?
Que tal seguirmos sua curiosidade e entusiasmo?
Deixo com vocês a tarefa de completar a equipe foclórica , convocando mais personagens atletas paraolímpicos, tá?
Lembrem-se que estas manifestações têm seu valor e contribuem para o reconhecimento de nossa pluraridade cultural e esportiva.
Professoras,encontrei estas atividades abaixo do Saci,achei pertinentes ao evento Olimpíadas.
Colocarei mais sugestões ao longo do mês sobre o folclore, com certeza.
Boas aulas!
Corrida do Saci....


Maquete e interpretação

Literatura infantil nº2
Revista Guia escolar
Editora Alto Astral




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quinta-feira, julho 12, 2012

Paraolimpíadas> Special Olympics>Você sabia?>12/07/12

Qual a diferença entre
Paraolimpíadas e Special Olympics?

por Bruno Lazaretti

As Paraolimpíadas foram criadas para deficientes físicos, enquanto as Olimpíadas Especiais (atualmente chamadas pelo nome em inglês, Special Olympics, ou pela sigla SO) surgiram para deficientes intelectuais. Hoje em dia, ambas abrem espaço para os dois tipos de atleta, mas a ênfase original de cada uma permanece (nas Paraolimpíadas, por exemplo, só natação, atletismo e tênis de mesa contêm classifi cação para deficientes intelectuais).
Outra diferença é que as Special Olympics têm um caráter mais inclusivo e menos competitivo. Criadas em 1968, elas ganham uma nova edição este ano, de 25 de junho a 4 de julho, em Atenas, Grécia. O evento reunirá 7.500 atletas – 50 deles, brasileiros.

INCLUSÃO PELO ESPORTE

Conheça algumas regras e alguns heróis das Special Olympics, que rolam este mês em Atenas

TEM PARA TODOS

Neste ano, serão 22 esportes. Quatro são exclusivos: bocha, boliche, patins e softball. Os outros 18 também estão na Olimpíada regular: atletismo, badminton, basquete, caiaque, ciclismo, hipismo, futebol, golfe, handebol, judô, ginástica artística, ginástica rítmica, levantamento de peso, natação, tênis de mesa, tênis, vela e vôlei. Ainda há dois esportes de exibição (natação em mar aberto e vôlei de praia) e três reconhecidos, mas sem competições (críquete, floorball e netball)

MONTANDO OS TIMES

As SO aceitam defi cientes intelectuais acima de 8 anos, não importando se a pessoa também apresenta defi ciências físicas. Os atletas são divididos por gênero, faixa etária e habilidade (determinada pela pontuação em torneios qualificatórios ou em testes específicos). A formação e o confronto dos times também respeitam os níveis de habilidade. Ao longo do torneio, também acontecem atividades lúdicas e programas de treinamento da coordenação motora.

OS DONOS DA BOLA

O evento é promovido por uma fundação sem fins lucrativos, a Joseph P. Kennedy Jr. Foundation. O Comitê Olímpico Internacional (organizador dos Jogos Olímpicos) apenas reconhece as SO e permite o uso do termo “Olympics”. A primeira edição internacional foi em 1970, mas elas só passaram a ocorrer a cada quatro anos a partir de 1975.

COROA DE LOUROS

A americana Loretta Claiborne é considerada um dos expoentes das SO: além de uma dúzia de medalhas em diferentes edições dos jogos, ela já correu 25 maratonas regulares e terminou duas vezes entre as 100 melhores da Maratona de Boston.Outro grande exemplo é o medalhista Eduardo Jose Rodriguez Herrera, da Guatemala, que já competiu em 11 provas regulares de triatlo Ironman

SIMPLIFICADO, MAS NEM TANTO

Em cada esporte, há modalidades adaptadas (a maioria) e não adaptadas, para combinar inclusão com desafio. No futebol, por exemplo, há uma versão com as regras da Fifa e outras em que as dimensões do campo são menores, com sete ou cinco jogadores por time. Já na vela, há níveis mais baixos (com técnicos manejando os barcos) e mais elevados (com atletas especiais no controle)

TORÇA PELO BRASIL!

Nossa delegação será composta de 50 atletas e 17 técnicos. Muitos deles passaram por eventos, competições e campeonatos estaduais e nacionais organizados pelo braço brasileiro das SO. Aqui, já se praticam nove esportes: atletismo, basquete, bocha, futebol, natação, ginástica rítmica, tênis, tênis de mesa e hóquei sobre piso.
Há planos para a primeira Copa do Mundo de Futebol das Special Olympics, em 2013. Só não se sabe se o Brasil será a sede...



Como surgiram os Jogos Paralímpicos

Em 1945, com o término da Segunda Guerra Mundial, o neurocirurgião austríaco Ludwig Guttmann iniciou um trabalho de reabilitação médica e social dos veteranos de guerra, através de práticas esportivas. Tudo começou no Centro Nacional de Lesionados Medulares de Stoke Mandeville, na Inglaterra.
A primeira competição para atletas com deficiência aconteceu em Stoke Mandeville, no dia 29 de julho de 1948, data exata da cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres. Quatro anos depois, atletas holandeses também passaram a competir nas disputas de Stoke Mandeville. Ainda em 1952 foi fundada a Federação Internacional Stoke Mandeville de Esporte em Cadeira de Rodas (ISMWSF), quando o esporte se organizou por área de deficiência. Assim, surgiu o movimento internacional, hoje chamado de Movimento Paraolímpico.
Em 1960 foi realizada a 1ª edição dos Jogos Paraolímpicos, em Roma, apenas com atletas cadeirantes. Em Toronto, 1976, atletas de outras áreas de deficiência foram adicionados ao programa: nasceu a ideia de competições internacionais envolvendo diversas áreas de deficiência, modelo que permanece até hoje. No mesmo ano foi realizada a 1ª edição dos Jogos Paraolímpicos de Inverno, na Suécia.
Desde Seul, em 1988, os Jogos Paraolímpicos passaram a ser realizados imediatamente após os Jogos Olímpicos (com um curto intervalo para as devidas adaptações) na mesma cidade-sede e usando as mesmas instalações dos Olímpicos. Desde o processo de escolha para os Jogos de 2012, a cidade-sede escolhida também é obrigada a acolher a Paraolimpíada.

O Brasil nas Paralimpíadas

O esporte paraolímpico brasileiro surgiu em 1958 quando o cadeirante Robson Sampaio de Almeida e Aldo Miccolis fundaram o Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, o também deficiente Sérgio Seraphin Del Grande criou o Clube dos Paraplégicos de São Paulo.
Os pioneiros resolveram trazer o esporte paraolímpico para o Brasil enquanto faziam tratamento hospitalar nos Estados Unidos. Robson e Sérgio tiveram a oportunidade de presenciar a prática esportiva de pessoas em cadeiras de rodas, principalmente no basquete.
Em 1959 o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, foi palco do primeiro jogo de basquetebol em cadeira de rodas no Brasil, quando os paulistas do Clube dos Paraplégicos venceram os cariocas do Clube do Otimismo por 22 a 16. Dez anos depois, em 1969, o Brasil participou dos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires, na Argentina. Essa foi a primeira competição internacional do movimento paraolímpico nacional. Três anos depois, o Brasil foi representado pela primeira vez em uma Paraolimpíada, realizada na cidade alemã de Heidelberg.
Em 1975, uma falha de comunicação entre as maiores entidades paraolímpicas de São Paulo e Rio de Janeiro fez com que o Brasil levasse duas delegações aos jogos Parapanamericanos em Cadeira de Rodas da Cidade do México. O problema fez com que Stoke Mandeville exigisse a fundação de uma associação nacional. Assim, ainda no avião que retornava do México, foi criada a Associação Nacional de Desporto de Excepcionais, atual Associação Nacional de Desporto de Deficientes (ANDE). A entidade pretendia agregar os esportes praticados por atletas com qualquer tipo de deficiência.
Em 1978, foi a vez do Brasil sediar uma edição dos Jogos Parapanamericanos em Cadeira de Rodas. As disputas aconteceram no Rio de Janeiro. Com o crescimento do esporte paraolímpico no país, as modalidades passaram a ser categorizadas. Em 1984 foram fundadas a Associação Brasileira de Desportos para Cegos (ABDC) e a Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas (ABRADECAR). Em 1989 foi criada a Associação Brasileira de Desportos de Deficientes Mentais (ABDEM). Um ano depois foi a vez da Associação Brasileira de Desporto para Amputados (ABDA) começar suas atividades.

Criação do Comitê Paraolímpico Brasileiro

A partir da fundação do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), em 1989, surgiu uma tendência mundial para a criação de comitês paraolímpicos nacionais. Os representantes da ABDA, ABDC, ANDE e ABDEM, em decisão conjunta, no dia 9 de fevereiro de 1995, fundaram o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), com sede na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. João Batista Carvalho e Silva foi eleito seu primeiro presidente.
O CPB passou a colocar em prática uma de suas principais funções: a organização de eventos paraolímpicos nacionais para o desenvolvimento do esporte no país. Ainda em 1995, o CPB organizou os I Jogos Brasileiros Paradeportivos, em Goiânia. A segunda edição da competição foi realizada no Rio de Janeiro, no ano seguinte.
Com a aprovação da Lei Agnelo-Piva (Nº 10.264), em 2001, o CPB obteve uma fonte permanente de recursos financeiros, através das Loterias da Caixa Econômica Federal. Em 19 de junho de 2002, a sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro foi transferida de Niterói para Brasília.






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