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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
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Mostrando postagens com marcador Argila. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, maio 19, 2025

Todas as cores da terra>Diversidade cultural>Contextos literários>19/05/2025

 
Aloma/Isabela Santos

As histórias de matrizes africanas, além de encantarem por sua rica cosmovisão, socializam imaginários coletivos, criando um fio condutor entre as culturas e as gerações, preservando assim as memórias ancestrais, tão importantes na construção das identidades negras.

Awa sabia que estava atrasada. Com as suas mãozinhas e pés mergulhados na lama, ela separa em potinhos as cores da terra de amarelo ao vermelho, do vermelho ao marrom...
E aquele arco íris era só dela.
É a irmã Bintou que a lembra elas precisam se apressar, pois as mulheres da aldeia já estão trabalhando e novas cores também estão surgindo em seus pilões das folhas do índigo, escorre do líquido azul do sândalo, o pó vermelho aparece e se destaca...
Mas que coisa tão importante as pessoas da aldeia farão com essas cores todas?
Todas as cores da terra é um livro que mostra a beleza da natureza, que é aliada à cultura e ao trabalho de toda uma comunidade para transformar a sua aldeia em um lugar mais bonito! Destaque para a apresentação da cultura do Mali a partir de pinturas, bem como a exaltação do protagonismo feminino na literatura e nas artes visuais. Esse livro recebeu o selo Aqui tem natureza. Texto em letra bastão..
Ouvindo: AQUI

As cores da pele/As cores da terra
Os vídeos de curta duração do ConectAr apresentam sugestões de atividades nos diferentes campos de experiência e componentes curriculares, histórias contadas e projetos direcionados às crianças e estudantes, tão importantes para a aprendizagem e desenvolvimento. AQUI

Uma brincadeira juntando céu e terra: coletei água da chuva e juntei com terra e criei uma tinta!
Quantas cores de terra você encontra por aí? AQUI

Meninos de todas as cores: AQUI
Diversidade cultural: AQUI
Memória cultural: QUI
Protagonismo negro: AQUI
Linguagem e artes: AQUI



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sexta-feira, junho 21, 2024

Quibungo>Causos encantados>E cantados>Folclore>Lendas brasileiras>21/06/2024

 

Maria Clara Cavalcanti

Você conhece a lenda do nosso folclore chamada Quibungo?
Ele mora nas matas da Bahia e adora menino e menina desobediente. AQUI

Quibungo é um gigante peludo, com uma cabeça enorme, olhos cor de fogo e um buraco nas costas pra comer criança. E é bastante temido pelos habitantes da aldeia de Kunta, um garoto muito esperto e corajoso. Um dia, o menino resolve passear por territórios muito além do que seus pais permitem. Mas eis que então ele se depara com ninguém menos do que o próprio Quibungo. Mas a esperteza de Kunta o salva do terrível gigante.

Música do Quibungo: AQUI
Fafá conta: AQUI

Mais ideias...
Música do Curupira: AQUI
História cantada:  Festa no céu: AQUI
Mais festa no céu: AQUI, AQUI
Turma do Folclore: O Boitatá é a cobrinha mais simpática do nosso Folclore. Os animais nunca sabem por onde ela se esconde. Ela vive rastejando pela floresta com uma labareda de fogo que envolve todo seu corpo, e ilumina tudo por onde passa. Assista também as outras lendas da Turma do Folclore. AQUI

A lenda da comadre Fulozinha: 
Você conhece a lenda da Comadre Fulozinha? Ela mora nas floresta de Pernambuco e está sempre pronta pra defender os animais! AQUI
Música da comadre Fulozinha: AQUI

A Turma do Folclore cresceu! Nesta temporada, conheça a história da Comadre Fulozinha, esta personagem guerreira da Turma do Folclore conhecida por ser a mãe da mata, que protege as árvores e sai pela floresta afora para brincar com seus amigos Curupira, Iara, Saci, Caipora e outros do Folclore Brasileiro. AQUI

Músicas do folclore para crianças: AQUI, AQUI
Canção do folclore de Marcelo Serra: AQUI

Atividades de artes/Ideias:
 Canal prof. Aliane Alves: Boto sensorial: AQUI
Argila: Capturei um saci: AQUI
Redemoinho do saci: AQUI
SOS Professor Atividades - você encontra uma sugestão de mural para 22 de agosto – Dia do folclore, uma arte bem fácil e divertida com a sereia Iara. AQUI
Iara: AQUI



A flor do mato: AQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais assustador do folclore: AQUI
Flipbook/Recurso pedagógico/Folclore: AQUI
Contos da floresta: AQUI
Rapunzel e o Quibungo: AQUI
Coletânea especial:  Um pouco de tudo sobre folclore: AQUI
Quem matou o saci?: AQUI
Mais sacis: AQUI
Lendas para imprimir: AQUI
Cabra cabriola: AQUI
Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira brinca comigo?: AQUI
Mais curupiras: AQUI
Folclore e produção de textos: AQUI
Folcloriando: AQUI
Aula/Mitos e lendas: AQUI


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domingo, julho 10, 2022

Releituras obras tridimensionais>Montagem 3D>Atividades>Esculturas/Papel>Desenho tridimensional>10/07/2022


Noite estrelada/Van Gogh em lego

Os girassóis de Van Gogh

AQUI

Mais Van Gogh: AQUI

Plano de aula atividades artísticas bidimensionais e tridimensionais de acordo com a BNCC

Artes em  desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura 

Público-Alvo: Educação Infantil (Crianças de 5 anos).
Sinopse: O vídeo nos permite conhecer as produções artísticas bidimensionais e tridimensionais: pintura, desenho, escultura, colagem, dobradura e modelagem.
Objetivo de aprendizagem e desenvolvimento: (EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.

AQUI

Perspectiva
Atividades de perspectiva bidimensional e tridimensional.
Perspectiva é a maneira que vemos a forma plana ou a profundidade de alguma imagem/ambiente ou figura/objeto.
Bidimensional é quando temos somente 2 dimensões: altura e largura.
Tridimensional é quando temos 3 dimensões: altura, largura e comprimento.
Elementos importantes para desenhar com perspectiva são o ponto de fuga e a linha do horizonte.

AQUI

Inspirações para criação de estampas

AQUI

Artes com elementos da natureza

AQUI

Aula tridimensional/Ivan Cruz/Obra: Meninos pulando cela:

 AQUI

O espaço tridimensional é formado por três dimensões: comprimento, largura e profundidade. Os objetos que nos cercam, na vida real, são caracterizados como tridimensionais, pois não estão planos, como em uma folha de papel, mas sim possuem suas características. O adjetivo tridimensional é usado para descrever o que tem três dimensões (3D). Nas fotografias e pinturas, no entanto, conseguimos dar a impressão da forma, do tamanho e da posição dos objetos através do conceito de espaço tridimensional. 

Atividade: AQUI

Videoaula sobre os vários tipos de esculturas (barro, argila, gesso, gelo, massinha de modelar, papel, etc) de uma forma infantil para crianças.

AQUI

Escultura de papel inspirados nas obras de Tomie Ohtake.  AQUI

Aprenda a reutilizar restos de papel em forma de tirinhas, propondo uma atividade de esculturas de papel para os alunos! Fácil de usar, prático e mantém a turma bem envolvida na atividade!

Ideias criativas de artes/esculturas. Sugestão com o livro O  sapo bocarrão ( AQUI ) e outros:

Releitura/Escultura: Miró: 
Miró: Mulher e pássaro: Releitura/PDF: 
DESENHO DITADO: Criando um monstrinho: AQUI



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sexta-feira, julho 26, 2019

Era uma vez...três,histórias de enrolar>Aula remota>PDF>História da tigela rachada> Artes >26/07/2019




Tatiana Belinky apresenta neste livro lindamente ilustrado um tradicional conto do folclore russo no qual uma esperta e faminta raposa, durante seus passeios pela floresta, encontra uma tigela abandonada. Com a tigela em mãos, a raposa bola um plano para conseguir se alimentar facilmente, enganando, com seu jeito dócil e amigável, todos aqueles que tentam ajudá-la. 
Um dia, porém, seu plano é descoberto. E agora, o que terá acontecido? 
A esperteza da raposa será suficiente para salvá-la? 
É isso que você vai descobrir em 'História da Tigela Achada'.

Atividades
A história
Reescrita
Aula remota:Youtube: Conto cumulativo:  O grande rabanete + Conversa sem saída:  AQUI
PDF: AQUI
Jogos e materiais para alfabetização: Contos cumulativos: AQUI
O grande rabanete: AQUI

Desdobramentos: Artes
Muito interessante estas sugestões.Confiram!
Projeto
Construção de desenhos de forma repetitiva/Criando estampas
Descobrindo tintas
Trabalhando com argila
Mandalas
Oficina de percurso criador
Cultura brasileira/Festa junina

Rosane Pamplona
Adivinhas, travas-línguas, parlendas e outros ingredientes saborosos estão aqui Na Panela do Mingau. A receita desta série é simples: deliciosas brincadeiras de falar e de dar risada, muita risada... Tem coisa melhor? 
Se você não provar deste mingau, a gente fica de mal! "Era Uma Vez... Três!" Tem bem mais do que três lengalengas, histórias de nunca acabar e outras enroscadas. 
Quem prova uma não consegue parar... Duvida?
Como o próprio subtítulo indica, as histórias desse livro dão voltas e mais voltas envolvendo o leitor em um jeito peculiar de narrar. 
Em prosa poética muito semelhante àquela usada nas narrativas orais, a repetição de frases em forma de refrão, a acumulação de acontecimentos e o jogo com as palavras e os sentidos são marcas dos treze textos que compõem o livro. 
Há narrativas que lembram parlendas, histórias que trazem trava-línguas no enredo ou guardam a musicalidade própria dos poemas. 
O título faz parte da coleção “Na panela do mingau”, que homenageia a cultura oral, recolhendo o que há de melhor no repertório da cultura popular. 
A forma lúdica dos textos, com toques de humor e nonsense em alguns casos, certamente atrairá a atenção dos pequenos leitores. 
A possibilidade de antecipar o enredo da história ou memorizar trechos do texto fará com que acompanhem de maneira prazerosa as narrativas.
 As ilustrações de Marcelo Cipis dialogam com o caráter engraçado das histórias, explorando o sentido literal de algumas passagens metafóricas e dando valor especial aos detalhes.
 O fundo colorido das páginas e a clara diagramação do texto estimulam a permanência do leitor iniciante.
Qual a melhor situação de leitura para o livro selecionado? 
A predominância de textos que exploram as brincadeiras com a linguagem e que valorizam aspectos sonoros das palavras favorece a leitura em voz alta pelo adulto.
 As crianças também poderão participar ativamente da leitura, sendo desafiadas a relembrar os trechos que se repetem e se acumulam ao longo das narrativas. 
 O que é interessante falar sobre o livro? 
Após a leitura, é possível conversar com os pequenos sobre as relações entre o título do livro e a estrutura de repetição e acumulação das histórias que compõem a obra.
 Quais atividades podem favorecer as aprendizagens da leitura e da escrita? 
As crianças poderão recontar e produzir – por meio de ditado ao adulto – alguns dos trechos do conto de que mais gostaram, retomando o enredo cumulativo e repetitivo do texto escolhido.

Proposta de trabalho: AQUI

Atividades
Interpretação





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sexta-feira, março 03, 2017

A cobra e a corda >Estímulos rastejantes>A cobra não tem pé>Musicalização>Alongamento> 03/03/2017



Lúcia Bettencourt

Uma cobra apaixonada por uma corda enrolada. 
Será que a cobra vai conseguir laçar a corda?
Pois esse é o charme das narrativas que a escritora Lúcia Bettencourt e a ilustradora Fernanda Morais apresentam na nova coleção da Editora Escrita Fina, a Letras Travessas. Por aqui, a leitura exige mais do que atenção: pede ritmo e desembaraço, ao mesmo tempo em que incita o riso. Assim, se aproveita daquilo que a cultura popular já sabe há tempos: que as histórias conhecidas como trava-línguas são um ótimo exercício para a pronúncia e para a imaginação da garotada.

Ouvindo: AQUI

Atividades e história AQUI

Brincadeiras com corda/Aula AQUI

Fazendo com argila e cantando: A cobra e o pezinho de limão
AQUI



Mais cobras....AQUI
A banguela
AQUI
A dolorida
AQUI
Lelé da cuca
AQUI
A cobra não tem pé um novo olhar
Blog Simone Drumond: AQUI
Cantando vovô Dudu: AQUI
A cobra não tem pé, a cobra não tem mão como é que a cobra sobe no pezinho de limão? como é que a cobra sobe no pezinho de limão? AQUI, AQUI
Fazendo gestos: AQUI, AQUI, AQUI
Brincadeiras de movimento com essa linda cobra feita de tampinhas de garrafa! AQUI
Nesse vídeo trago uma vídeo aula a partir da cantiga a cobra não tem pé, explorando quantidade, números e contagem oral, com o jogo colhendo limões. AQUI
Apontando partes do corpo: AQUI





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sábado, novembro 03, 2012

Bruna e a galinha D'Angola> 2ªparte> Literatura afro/brasileira>03/11/12



Exibir BRUNA E A GALINHA D'ANGOLA



Esta história trata sobre a criação do mundo 
segundo os povos de uma região de Angola,
que registravam fatos importantes nos panôs.

Ouvindo: AQUI, AQUI
Mais aqui sobre esta obra:

Livro infantil a retratar o universo mítico africano representado pela Galinha d´angola e sua relação com a criação do universo de uma forma didática, lúdica e prazerosa.

A galinha d'angola é uma ave originária do continente africano. É um símbolo.
Neste texto, dentro da história de uma menina, neta de africana, que conquista amizades depois que ganha um galinha d'angola, a autora também conta uma história da criação do mundo.
O texto mostra o quanto que se carrega de histórias na memória e o quanto que objetos significativos podem ser fundamentais para o ato de rememorar.
Histórias contagiam e podem trazer transformações.
É o que vemos também nesta obra e, muitas vezes, na vida.
Para os que apreciam atividades de Artes em conjunto com histórias, este livro sugere a arte de modelar o barro e a pintura de tecidos. E por que não colocar em prática?


Recursos Especiais em Psicopedagogia ampliada pela Antroposofia - Extra Lesson


Uma proposta de intervenção nas dificuldades de aprendizagem e em parceria com a medicina antroposófica
Realizado na Escola Municipal Pedro Nava em parceria com a Dra Nina Brina Médica Antroposófica do Posto de Saúde da Comunidade do Bairro Pilar, Belo Horizonte, Minas Gerais.
Justificativa:
A proposta deste trabalho é conscientizar as crianças do valor das raízes negras no Brasil.
Objetivos:
Utilizar a argila como meio de vivenciar a modelagem;
Desenvolver o senso ético através das reflexões sobre o racismo e a cultura afro-descendente;
Desenvolver o senso estético através dos painéis feitos pelas crianças adaptados do livro;
Trabalhar a subjetividade e a importância do brincar e da amizade propostas pela história;
Socializar a produção das crianças através de uma exposição organizada por elas na escola.


Resenha do Livro:
Bruna e a Galinha D´angola
Autoras: Gercilda de Almeida
Ilustrações: Valéria Saraiva
Bruna era uma menina que se sentia muito sozinha. Sua avó veio da África e sempre lhe contava histórias. Uma que ela gostava muito era a do panô da galinha que sua avó trouxera da África.
“Conta a lenda de uma aldeia africana que Ósún era uma menina que se sentia só e para lhe fazer companhia resolveu criar o que ela chamava de " o seu povo”. Foi assim que surgiu Conquém, a galinha d’Angola.
Bruna então pediu a seu tio que era um bom oleiro, que lhe ensinasse a trabalhar com barro. Bruna então modelou na argila a galinha d’Angola e passou a brincar com ela.
No dia de seu aniversário, sua avó lhe deu uma galinha d’Angola de verdade que andava e gritava:
_ Conquém! Conquém!
As outras crianças da aldeia que não brincavam com Bruna foram se aproximando dela e pedindo para brincar com a Conquém, aí Bruna arranjou muitas amigas e fizeram muitas galinhas de barro iguais a Conquém.
Um dia as crianças acharam no baú da avó de Bruna um panô que contava a lenda africana dos animais que ajudaram a Conquém na criação do mundo e de seu povo. Conquém espalhou as sementes na terra, o lagarto desceu para ver se a terra era firma e o pombo foi avisar aos outros animais que podiam vir povoar aquele lugar.
Bruna e suas amigas ficaram muito conhecidas, porque todos da aldeia se juntavam para ouvirem a história do panô.
Sua avó resolveu ensinar as meninas a pintarem tecidos, como os que ela fazia na África, isso fez com que a aldeia ficasse conhecida.
Foi assim que todas as pessoas da aldeia de Bruna decidiram torná-la mais bonita e pintaram suas casas com as cores dos panôs da galinha d’Angola.
Um dia a Conquém sumiu e todas as meninas saíram a sua procura chamando:
_Conquém, onde você está?
_Com quem nós vamos brincar?
Tanto procuraram que a acharam escondida no mato. As meninas encontraram um ninho com um belo ovo que ela protegia e chocava.
Tempos depois, cada menina da aldeia tinha sua galinha d’Angola e até hoje o povo daquela aldeia conta a história de Bruna e da galinha d’Angola para aqueles que compram os belos tecidos pintados pelas meninas.


Comentários de Antônio Olinto - Academia Brasileira de Letras
Árvores, flores, frutas, bichos – todos têm sido símbolos desde que o mundo é mundo.
Seja a macieira com sua maçã inicial, seja a galinha d’angola espalhando terra para dar firmeza ao chão – todos têm representado a reverência de tempos, antigos e modernos, aos primeiros passos da raça humana.
Os negros que foram trazidos da África contra a sua vontade, há muitos anos, e aqui participaram como brasileiros, intimamente, do esforço de fazer do Brasil uma nação, trouxeram com eles suas tradições que se tornaram tradições do Brasil como um todo.
Louve-se Gercilda de Almeida por haver escolhido a bela imagem-símbolo da galinha d’angola para com ela contar, a crianças e adultos, a história de como a terra ficou segura – e de como Bruna e suas amiguinhas da grande aldeia chamada Terra se afeiçoaram à Conquém, na beleza de sua pele escura pintada de pequenas bolas brancas.



  Artes Massa de modelar e argila
http://cantinhodarletecs.blogspot.com.br/2010/09/bruna-e-galinha-dangola.html


 PLANO DE AULA INTERDISCIPLINAR

JUSTIFICATIVA:
A interdisciplinaridade está contemplada nos Parâmetros Curriculares Nacionais e é positiva tanto para os educadores quanto para os alunos.
Os professores melhoram a sua comunicação com os colegas e aprimoram a sua prática docente enquanto os educandos tem o ensino voltado para a compreensão do mundo que os cerca desenvolvendo a capacidade de resolver situações problemas independentemente.
A escola também é beneficiada criando relações e parcerias com a sociedade.
Fazenda propõe que a interdisciplinaridade a é capacidade de dialogar com as diversas ciências, fazendo entender o saber como um e não partes, ou fragmentações.
Um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre diferentes disciplinas, deve buscar unidade em termos de prática docente, ou seja, independentemente dos temas/assuntos tratados em cada disciplina isoladamente.
Em nossa proposta, essa prática docente comum está centrada no trabalho permanentemente voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades, apoiado na associação ensino, pesquisa e no trabalho com diferentes fontes expressas em diferentes linguagens, que comportem diferentes interpretações sobre os temas/assuntos trabalhados em sala de aula. Portanto, esses são os fatores que dão unidade ao trabalho das diferentes disciplinas, e não a associação das mesmas em torno de temas supostamente comuns a todas elas. (BRASIL, 2002b, p. 21-22)


1ª ATIVIDADE:
 Narração da História Bruna e a Galinha D’Angola da autora Gercilga de Almeida
Objetivo:
Introduzir de forma lúdica o tema de estudo “África” para que os alunos conheçam e percebam a cultura afro presente em nossa sociedade.
Procedimentos:
Narrar a história Bruna e a Galinha D’ Angola com o auxílio de um varal didático, onde estará representada a história.
 Os alunos ficarão sentados em forma de meia lua, de forma que todos visualizem a narração.


2ª ATIVIDADE: Interpretação Oral
Objetivo:
Expor as suas idéias e pensamentos a partir da história para assim aprimorar a sua capacidade de argumentação crítica e assim relembrar aspectos significativos da história.
Procedimentos:
As crianças ainda estarão sentadas da mesma forma em que ouviram a história.
Primeiramente solicitaremos que os alunos contem o que lhes foi significativo no conto. Posteriormente faremos os seguintes questionamentos:
Quem era a personagem principal?
Quem contou para a menina Bruna a lenda da Galinha Conquém?
De que lugar era esta lenda?
Você já conhecia uma galinha D’Angola?
O que a menina Bruna fez para conseguir novos amigos? E quem foi a sua primeira amiga?
Você conhece lendas de outros lugares?


3ª ATIVIDADE: Visualizando a África
Objetivo:
Observar as diferentes paisagens, animais e cidadãos africanos para que possam visualizar e conhecer a realidade africana.
Procedimentos:
Instalar um Data Show na sala de aula, onde mostraremos aproximadamente doze imagens que retratam a diferente realidade deste país.
Utilizaremos imagens de paisagens, pessoas, animais, representações culturais e a bandeira local.


4ª ATIVIDADE: Tecendo a África
Objetivo:
Expressar e comunicar a sua visão da África a partir das imagens para o tornar concreto o seu entendimento sobre o que foi visualizado anteriormente;
Interagir com materiais diferenciados, para utilizá-los em outras situações;
Aprimorar a motricidade fina para que tenham noção espacial na produção artística para aperfeiçoar os movimentos de escrita.
Procedimentos:
separar a turma em trios de cinco componentes, cada grupo deverá ficar organizado em uma parte da sala. Para cada grupo disponibilizar uma cartolina japonesa, e para o grande grupo disponibilizar papel crepom e diferentes tecidos.
Deverão confeccionar uma bandeira africana, onde cada grupo deve representar o que mais lhes foi significativo nas imagens anteriormente visualizadas (paisagens, pessoas, animais e representações culturais).
Quando os grupos terminarem pedir que eles apresentem suas bandeiras e depois estas poderão ser expostas no corredor da escola.

5ª ATIVIDADE: Eu gosto do meu Colega...

Objetivos:

· Exteriorizar os sentimentos que tem para com seus colegas para que possam compreender de forma concreta como os valores do carinho e da amizade se aplicam no cotidiano;

· Aperfeiçoar a capacidade de expressarem-se em público para facilitar a comunicação com as colegas e demais pessoas;

· Aprimorar os movimentos de lançamento e preensão para melhorar a motricidade ampla.

Procedimentos:
Que os alunos levantem e permaneçam no círculo. Explicaremos a atividade que se dará da seguinte forma: dar para um estudante o novelo de lã. Este deve lançá-lo para um colega e dizer “eu gosto do meu colega com A porque ele é (amigo, alegre)”.
O aluno que recebeu o novelo e deve lançá-lo para um colega e este deve repetir a mesma frase, porém utilizando a letra B. isto deve ser feito em ordem alfabética, podendo passar as letras mais difíceis com H e K.
Caso faltem letras o alfabeto pode ser reiniciado.


6ª ATIVIDADE: desembaralhando o texto “Companheirismo Valores para a Vida” de Janet Riehecky

Objetivos:

· Aprimorar a capacidade de leitura e compreensão do texto, para que consigam organizar a história;

· Observar aspectos gramaticais como pontuação, diálogos, parágrafos e uso de letras maiúsculas para que possam familiarizar-se com estas regras e posteriormente possam aplicá-las em suas produções escritas.

Procedimentos:
 Organizar a turma em três grupos de cinco.
O texto será recortado em partes e depois as fichas devem ser apresentadas em forma aleatória.
Os discentes deverão ler as partes com cuidado, comparar as frases, as palavras, a pontuação e indicar a ordem correta dos segmentos.
Após os alunos terem organizado o texto, fornecer o texto original e pedir que eles comparem e visualizem se organizaram o texto corretamente.


7ª ATIVIDADE: interpretação de texto

Objetivo:

· Perceber as atitudes corretas a serem tomadas para uma melhor convivência em grupo;

· Interpretar o texto de forma escrita refletindo sobre a mensagem da história assimilando o significado de companheirismo.

Procedimentos:
A docente escreve no quadro o título “Atividades“ e as questões sobre o texto anteriormente lido, pedir que os alunos copiem em seu caderno e depois respondam, é importante lembrar que as respostas sejam completas.
 O exercício será escrito na letra bastão.
As questões serão as seguintes:

1. Coloque dentro dos ( ) V quando a frase for verdadeira e F quando a frase for falsa:

( ) Ser companheiro é ficar zangado quando o colega erra.

( ) Quando perdemos um jogo devemos cumprimentar o adversário, mas não nos prepara para a próxima vez.

( ) quando o amigo ganha o papel do teatro que você queria você deve ajudar a decorar o texto errado

( ) devemos parabenizar os colegas quando tiram notas boas, mas devemos ficar convencidos quando tiramos a melhor nota.


2. Responda:

A) Você é um bom companheiro? Por quê?

B) Quais atitudes podemos adotar para sermos mais companheiros na escola?

Após trinta minutos iniciar a correção. A educadora chama um educando e este lê a pergunta e sua respectiva resposta. Esse procedimento será realizado até o término das questões.


8ª ATIVIDADE: uma explicação sobre os valores

Objetivos:

· Representar de forma diferenciada e lúdica os valores humanos;

· Utilizar a criatividade e expressão facial e corporal representando o valor (sorteado) de forma que os demais colegas possam interpretá-lo.

Procedimentos:
 Solicitar que as crianças formem duplas (isso será feito de acordo com a vontade deles).
Então para cada dupla oferecer um coração de papel, no qual estará a explicação dos significados de valores (amor, respeito, carinho, companheirismo, paz, sinceridade e alegria), pois muitos alunos não conhecem o real significado de alguns valores.
Após dez minutos, nos quais eles poderão “ensaiar” uma apresentação para os colegas, cada dupla deverá fazer uma mímica que represente o valor que estava no coração que receberão.
As outras duplas deverão adivinhar qual é o valor, mas cada dupla somente terá uma chance. Após a mímica ser adivinhada, pedir que a dupla que realizou a mímica explique para a turma com suas palavras o que estava escrito na folha que receberam.
Após as crianças terem formulado um significado, todos os alunos deverão anotar este em seu caderno.
Este procedimento se repetirá com todas as demais duplas.
Os significados serão os seguintes:

RESPEITO:
 É NÃO FAZER PARA O OUTRO AQUILO QUE NÃO QUEREMOS QUE FAÇAM PARA NÓS, É DEIXAR QUE AS PESSOAS FALEM O QUE ELAS ACHAM CERTO, MESMO QUE NÓS NÃO ACHEMOS CORRETO O QUE ELAS FALARAM.

COMPANHEIRISMO:
É AJUDAR O PRÓXIMO, É ESTAR JUNTO COM QUEM PRECISA DE NOSSA COMPANIA, É SABER OUVIR O QUE OS OUTROS PRECISAM FALAR.

ALEGRIA:
É ESTAR DISPOSTO A AJUDAR O PRÓXIMO, ESTAR FELIZ, UMA PESSOA ALEGRE É AQUELA QUE ANIMA O DIA DAS PESSOAS AO SEU REDOR.

PAZ:
É NÃO BRIGAR, NEM BATER OU EMPURAR AS PESSOAS QUE NÃO FAZEM O QUE NÓS QUEREMOS.
 É SABER CONVERSAR PARA RESOLVER OS PROBLEMAS.

SINCERIDADE:
É FALAR A VERDADE PARA AS PESSOAS MESMO QUE ELAS NÃO CONCORDEM COM A REALIDADE.

CARINHO:
É UM SENTIMENTO QUE FAZ COM QUE AS PESSOAS SE GOSTEM, CARINHO É FAZER UMA CARÍCIA EM ALGUÉM QUE GOSTAMOS. COM CARINHO AS PESSOAS SÃO MAIS AMIGAS.

AMOR:
É O MAIOR SENTIMENTO QUE AS PESSOAS PODEM SENTIR UMAS PELAS OUTRAS, É QUANDO AS PESSOAS CONSEGUEM UNIR A AMIZADE, O COMPANHEIRISMO, A PAZ, A ALEGRIA, O RESPEITO E A SINCERIDADE PARA VIVEREM SE SENTINDO BEM.

9ª ATIVIDADE: Narração da História “Um Mundinho de Paz” da autora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen

Objetivo:

· Perceber a importância dos valores humanos para a boa convivência e harmonia na sociedade.

Procedimentos:
 Narrar a história “Um Mundinho de Paz”, lendo e após mostrando as figuras para a turma.
As crianças poderão ficar sentadas como estavam sentadas anteriormente.
Após a narração conversar com os alunos sobre o que lhes chamou atenção na história e como isso pode ser relacionado com o tema de estudo da turma.


10ª ATIVIDADE: Fazendo uma corrente de bonecos de papel

Objetivo:

· Representar e demonstrar de forma gráfica significando os valores humanos estudados.

Procedimentos:
Disponibilizar para cada criança uma folha de ofício, quando todas as crianças tiverem recebido uma folha, a professora mostra o que deve ser feito.
 A folha deverá ser dobrada cinco vezes no sentido vertical, a ficar com um folheto.
Pedir que na primeira parte, as meninas desenhem uma menina e que os meninos desenhem um menino.
Depois a docente mostrará como cortar, de modo que todos os bonecos fiquem unidos. Então na corrente de bonecos cada criança deverá escrever uma mensagem para um colega que será sorteado anteriormente e depois decorar.


MATERIAIS:

· Livro “Bruna e a Galinha D’Angola” da autora Gercilga de Almeida;

 Imagens diversas da África;

· Data show;

· Cartolinas japonesas;

· Papeis crepons;

· Diferentes tecidos;

· Texto embaralhado “Companheirismo Valores para a vida”;
· Corações com significados dos valores;

· Folhas de ofício.


AVALIAÇÃO:
A avaliação pode ser feita a partir da participação e do interesse dos estudantes.
 Também podem ser utilizadas cartilhas para fazer anotações sobre determinadas crianças para compor a avaliação trimestral.
Nesta aula também poderá ser avaliada a compreensão do significado dos valores humanos trabalhados.  





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