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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, abril 29, 2012

Alguém pegou o meu lugar>E agora? Vão tomar o meu lugar? Sentimentos das crianças>29/04/12


Resultado de imagem para livro alguem pegou o meu lugar


Alguém pegou o meu lugar
Miriam Portela
Sergio Magno - ilustrador

Você já teve a sensação de alguém pegar o seu lugar?
É uma coisa muito, muito ruim, pior até que ficar de castigo.
E sabe o que é ainda mais horrível? É que nem sempre as pessoas conseguem te entender.
Mas também como é que adulto pode entender alguma coisa?
Fala uma coisa e faz outra! Ou muito mais grave: fala uma coisa e muda de ideia rapidinho.
De vez em quando, eles se esquecem e tratam você como se fosse um deles.
Você "fica grande", "já é uma mocinha!".
Mas se você acredita, aí vem eles e voltam atrás: "Isso não pode, você ainda é muito pequena".
Mesmo assim, lá em casa, tudo ia muito bem.
Até que... apareceu uma "intrusa" em minha vida. Isso mesmo: minha mãe ficou grávida e eu ganhei uma irmãzinha. Mas NINGUÉM me perguntou se eu queria.
No novo livro de Miriam Portela, com ilustrações de Sérgio Magno, percebemos que não é nada fácil estar na pele de Ana.
Ela tem seis anos, ganha uma irmãzinha chamada Maria e tem que dividir tudo com ela.
Até os adultos chatos que não sabem de nada.
Não sabem que toda aquela birra não é ciúmes, é apenas uma maneira de mostrar que ela não estava feliz com aquela novidade.
É... não estava. Porque depois de um tempo as coisas come­çaram a mudar...


Texto By krika
Baseado na obra recomendada acima

Ana vai ganhar uma irmãzinha e sua primeira reação foi dizer que não precisava de uma irmãzinha.Nesta teimosia, ela continuou dizendo que tinhas amigas para brincar, que também adorava brincar sozinha e que não precisava de irmãzinha alguma para lhe fazer companhia!
- Acho melhor vocês mudarem de ideia e desencomendarem este bebê!
Foi pra seu cantinho pensando:
_ Como é que eles fizeram isto comigo?
Solicitou conforto de sua avó, dizendo que ela e seus pais não precisavam de outra cirnaça na casa, que sua mãe já vivia correndo pra lá e pra cá,cuidando dela e trabalhando fora.
Sua avó explicou que seus pais desejavam ter outro filho, que todos ficariam mais felizes.
Mais uma vez ,ela contesta:
_ Pensei que meus pais estivessem felizes comigo. E nem me perguntaram se eu queria uma irmã.
_ eles te amam . Ser filha única é muito chato. Disse vovó.
Nada estava bom para Ana. Não quis ouvir mais nada e saiu emburrada, sentindo-se enganada.
Chorando no quarto, mordeu até o lençol de raiva e ciúmes.
A menina dormiu e teve pesadelo. Sentiu a casa tremer, toda rachada,cheia de bichos. Sua cama tremia, seria um terremoto?
Gritando de medo,foi acordada pela sua mãe, que a acalmou carinhosamente.
Na verdade Ana estava tão assustada com a notícia da chegada da irmãzinha, que sonhou com coisas ruins.
(Não é fácil para uma criança entender e aceitar que os pais optaram por ter outro bebê.
Digerir esta ideia de que perderá regalias únicas, inclusive dividir o colinho dos pais é algo impensável para as crianças.)
Ana desejou que o bebê não nascesse,principalmente depois que vi mamãe sentido enjoos.
Minha irmã nem tinha nascido e já estava atrapalhando a vida de gente. Pensava Aninha, toda enciumada.
Seus pais chamaram-na para participar da arrumação do enxoval, já que seus pertences de recém nascida foram doados. Precisavam comprar tudo. A reação de Ana?
Ciúmes ,claro!
_ Sua boba,ninguém vai tirar seu lugar, nem roubar o amor que nós sentimos por você.Disse sua avó.
Mas não adiantava, a menina se sentia ameaçada. Porém a barriga de sua mãe continuava crescendo. Até que sua irmã nasceu.
Ana fingia que estava tudo bem. Para ela nada seria como antes.Foi ver Maria no berçário e achou ela feinha, com cara amassada.
O bebê foi pra casa e não tinha mais jeito,estava ali e veio pra ficar.
Os primeiros dias foram terríveis pra Aninha. Ficou sem fome, perdia o sono. Sua reação era de irritação, tinha pesadelos. Pegava suas bonecas com raiva, batia nelas zangada,até arrancou um bracinho de uma delas...
Seus pais e avó davam-lhe carinho,conversavam,mas nada agradava...
Quando não tinha ninguém por perto ia espiar sua irmã. Seus pensamentos eram que Maria se afogasse no banho, caísse do berço,coisas assim.
Por fim não achava graça na irmãzinha,pois ela só chorava,mamava e dormia.
Agora meus pais só ligam pra ela, pensava ela.
Maria foi crescendo e Ana foi entendendo que ela também havia sido bebê, fazia tudo que agora ela via Maria fazer...
Seu pai saía com ela,passeava fazendo-a sentir tão amada e divertida. Assim ela se rendeu participando do crescimento de sua irmãzinha. Até ajudava a trocar sua fralda de vez em quando. Seus pais diziam que Maria era sua bonequinha, que precisava de mim,que irmãs se amavam.
No final do ano, sua mãe não pode ir a festa da escola porque Maria estava com catapora.
Mais uma vez Ana pensava que Maria havia tomado seu lugar...
Chegou da escola sentida e enciumada....Foi dormir e teve um pesadelo horrível ,onde um urso grande tentava comer sua irmãzinha.
Aflita,ela joga seu ursinho de pelúcia no grandão e salva sua irmãzinha. Ficou com medo de perdê-la.Acordou assustada de novo,mas viu que não tinha ursão nenhum, que alívio. Porém,sua irmã estava ainda com febre e o corpo todo cheio de pintinhas.
_E se sua irmãzinha morresse? Pensou ela, arrependida
Achando que sua irmãzinha estava doente porque ela tinha raiva dela,contou pra sua avó.
Sua avó lhe disse que não era por causa dela que Maria estava doente. Aliviou seu coração contando que ela também teve catapora quando bebê e que as vezes a gente fica com raiva das pessoas que amamos,e que Maria ficaria boa logo.
Ana pediu pra dormir no quarto da irmãzinha, emprestou-lhe seus brinquedos,ficando a seu lado até ela melhorar.A partir daí passou a gostar de Maria. Deixou o ciúme de lado,entendendo que existia amor de seus pais para ela e para Maria.

Possibilidades pedagógicas
Provocar a reflexão sobre a questão

Apresentar o livro para os alunos, mobilizando-os para interagirem com o texto,questionando e conversando sobre o texto na intenção de compreensão textual.
Como a história trata-se de uma menina que deixou de ser filha única, pergunte na classe, quem tem irmãozinhos mais novos, como foi a chegada deles em casa,etc.
Os sentimentos de ciúme são comuns nestes momentos, principalmente tratando-se de algo novo.
A história mostra o sofrimento inicial da menina,que não queria uma irmã, mas depois ela foi gostando da ideia, despertando o amor natural que toda criança tem.
Neste sentido a sugestão é fazer um trabalho em grupo para despertar a união entre os colegas.
E de maneira descontraída saberem quem tem irmãos, quantos, nomes, afinidades, idades,etc.

Pesquisa da classe: Enquete sobre irmãos
O objetivo é quantificar em número total:
Quem é filho(a) único(a)? ( colocar quantos )
Quantos meninos? Meninas? (idem)
Tenho 1 irmão, 2, 3 ,sucessivamente
Tenho 1 irmã, 2,3, sucessivamente
Quantos são mais velhos? Mais novos?
Quantas são mais velhas? Mais novas?
Outra parte pode ser feita individual,como uma produção de textos, onde cada um relata suas experiências. Aqueles que são caçulas relatam como os irmãos mais velhos os receberam. Os que são mais velhos ,o contrário, e os que não tem irmãos, poderão dizer se gostariam ou não de ter irmãos.
Outra sugestão é que todos escrevam sobre o que gostaram mais do livro. O que provocou; o que sentiram?

Desdobramentos

Uma singela carta de uma mãe que preparou sua filhinha para a chegada de sua irmãzinha.
Aproveitem para introduzir o gênero cartas com sua turma!

"Carta de uma mãe orgulhosa"

Sofia,
Faltam apenas dois meses para a sua irmãzinha chegar e eu queria te dizer que já estou muito orgulhosa de você. Você me disse que vai amar sua irmã e cuidar dela. Fiquei feliz!
Mas o orgulho da mamãe vem mesmo da sua capacidade de falar e expressar o que está dentro do seu coraçãozinho.
Outro dia você me perguntou chorando: “Mamãe, você vai amar a Helena?”.
Com a culpa de uma traidora respondi com uma naturalidade forçada: “Claro, vocês duas serão as minhas filhas que eu tanto amo”.
Você logo respondeu com uma sinceridade muito saudável para uma menininha de 3 anos: “Quero que você ame só eu!”.
Desesperada para reverter a situação arrisquei:
“Mas Sofia, coitada da Helena, ela também precisa de uma mamãe para amá-la”.
Numa perspicácia inacreditável para uma menininha de apenas 3 anos você deu a solução para o problema: “Deixa que eu amo e cuido da Helena e você continua amando só eu”.
Perdi de goleada!
Também me emociono ao ver você vivenciando a minha gravidez.
 “Tô grávida do Zezéis”, você fala todos os dias colocando o ursinho dentro da blusa.
Ontem você foi ao médico comigo, escutar o coração da Helena.
Acho que falamos mais sobre a “sua gravidez” na consulta do que a minha.
 O Dr. Eduardo fez até o “parto do Zezéis”, tirando-o com toda a técnica de um obstetra experiente de dentro do seu vestido.
E quantas vezes ao dia você não pede para ler a história do João, que ganhou um irmãozinho e ficou com muito ciúmes?
Aliás, imperdível para as famílias que estão prestes a ganhar um novo integrante
Livro: E agora? Vão tomar o meu lugar. Bel Linares. Editora Salamandra


Mas me surpreender é a sua especialidade.
Ontem, eu queria te convencer a trocar o vestido que você quer usar todos os dias por uma blusinha linda de morrer: “Olha só Sofia, que linda essa blusinha. Tem babado!”. Como um relâmpago você respondeu: “É linda mesmo. Vou guardar no quarto da minha irmã para ela usar quando nascer.” Genial!
É verdade que a sua esperteza me dá muito trabalho, mas continue assim, não mude uma vírgula. Diga o quê você sente, não guarde nada que aperte o seu coração e, com esse jeitinho esperto de lidar com a vida, sei que você será muito feliz.
Como eu te amo!
Beijos, mamãe.  
CRIANÇAS, SEUS SENTIMENTOS E SUAS REAÇÕES

Autor: Regia Maria

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Perceber que os sentimentos e as reações fazem parte da constituição humana;
 Falar de sentimentos de alegria, tristeza, raiva, amor, entre outros;
 Vivenciar histórias que tratam da questão;
 Discutir sobre os sentimentos humanos e suas reações e o auto-controle sobre as emoções.

Duração das atividades
4 aulas com 30 minutos cada.

 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Vivencia com outras crianças e adultos.

Estratégias e recursos da aula  ( adaptações para o livro recomendado feito por krika)

 Criar situações problemas para as crianças resolverem verbalmente.

Leitura de imagens:
Apresente gravuras de irmãos juntos,brincando ,fazendo outra aitvidade, a mãe grávida,bebê no colo da mãe, a família reunida,etc.
As imagens devem sugerir sentimentos para as crianças descobrirem quais são eles,visíveis pelas expressões faciais e corporais.
O professor  forma uma grande roda e as crianças em duplas apresentam a solução para o problema.  ( tema: ciúme/ alguém pegou meu lugar)
Nesse momento, deve haver um diálogo (alunos x imagens, professor x alunos, alunos x alunos).
As crianças fazem a leitura das imagens e o professor discute com elas o que é ficar com ciúme e o que é ficar feliz e triste .  
Pensar e  falar sobre sentimentos:
Apresente as seguintes cenas :
Referência: CAMPOS, C.L. Dani furacão. Coleção sinto tudo isso e mais um pouco. São Paulo: Escala educacional, 2005.




 Sugestão para este momento:
Aproveitar para fazer referências do relacionamento entre colegas.

O professor reflete com as crianças certos momentos na escola que elas ficam com raiva ou ciúmes dos colegas; em casa quando sentem raiva do pai, da mãe e dos irmãos.
Discutir com as crianças sobre tais sentimentos, como normais e inerentes aos seres humanos, mas a reação que eles provocam são prejudiciais aos outros.
Desse modo, o professor e as crianças planejam estratégias para descarregar raiva e canalizar tristeza, de modo que as reações, no momento de raiva, não tragam prejuízo para os colegas, irmãos e pais.

O professor discute com as crianças sobre o ciúme, deixando bem claro que esse sentimento é humano, mas podemos ter compreensão das nossas relações com objetos, com os animais ,com irmãos e com as pessoas e controlar esse sentimento.

Avaliação

A avaliação será realizada desde o inicio da aula até o final.
O professor verifica se durante o processo de ensino-aprendizagem as crianças verbalizam os seus sentimentos de alegria, tristeza, raiva, ciúme, amor, entre outros;
Se no processo trazem histórias vivenciadas ou vividas que tratam da temática;
 Se fazem inferências sobre os sentimentos humanos e se dão sugestões para o auto-controle das emoções.


Vou ganhar um irmãozinho






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sábado, fevereiro 25, 2012

flor do aprender > Cultive em seu blog> 25/02/12



Quer fazer parte do cultivo desta flor do aprender?
Rosangela viu minha postagem sobre a maior flor e ficou empolgada.
Ela está nos convidando para postar o vídeo , como um corrente em prol da aprendizagem.


Convide uma colega para participar!




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sábado, fevereiro 18, 2012

Tic...Tac> Relógio>Você sabia? Big Ben> 18/02/12 Quem quer matar o tempo 1,2,3


Parte 3 - Recomendo literatura
Quem quer matar o tempo?
Mirian Portela
Tic, tac, tic, tac...
Curiosidades

Olhe ao seu redor: em algum lugar perto de você com certeza existe um relógio!
Às vezes a gente tem vontade de esquecer que ele existe, mas a verdade é que esse amiguinho é bem útil para nos ajudar a organizar a vida.
E, bem antes de estar no seu pulso ou na parede da sua casa, o relógio ficava...no céu!
Era o Sol, que os povos antigos usavam para medir o tempo. 3.500 antes do nascimento de Cristo já existiam relógios de sol, que marcavam as horas a partir das sombras que se projetavam no mostrador.
A água também deu uma mãozinha para os nossos antepassados não viverem atrasados: um dos mais antigos relógios de água foi encontrado na tumba do faraó Amenhotep I, enterrado em 1.500 a.C. Os gregos também usavam a água para medir o tempo, e seus "relógios aquáticos" eram chamados de clepsidras.
Durante a Idade Média, os relógios "pararam no tempo", e foi só em 1656 que surgiu uma nova maneira de marcar as horas, quando o cientista alemão Christiaan Huygens inventou o primeiro relógio de pêndulo.
 Essa invenção foi se aprimorando através dos séculos, e foi provavelmente o tipo de relógio que seu avós usaram!
No século 20, surgiram os relógios de quartzo, que deixaram os pobres pêndulos para trás.
 Eles eram muito mais precisos, e são usados até hoje!
Mas quem precisa medir com exatidão até os milésimos de segundo, prefere usar os relógios atômico.
O mais preciso já criado até hoje usa um átomo de mercúrio e só atrasa 1 segundo a cada 3 bilhões de anos

 
 
RELÓGIOS (QUASE) INFALÍVEIS

"Funciona como um relógio". Você já ouviu essa expressão?
É usada para se referir a alguma coisa que funciona direitinho, com regularidade a toda prova.
O relógio atômico é movido pela radioatividade emitida por uma pedra de césio.
Ele mede o tempo em nanossegundos (ou um bilionésimo de segundos!).
Mas, mesmo assim, atrasa 1 segundo a cada 3 milhões de anos!!!
Melhor que ele só o relógio mais preciso do mundo, desenvolvido por uma equipe de cientistas alemães e americanos.
Ele usa um átomo de mercúrio como combustível, e conta com a ajuda de um raio laser.
Esse super relógio divide um segundo em um quatrilhão: os femtossegundos.
O mais incrível é que ele só atrasa 1 segundo a cada 3 bilhões de anos!!!

 
 
 
Você conhece uma cidade mais pontual do que Londres?
Pois é, ela foi fundada há mais de 2 mil anos pelos romanos.
 Em 1066 tornou-se capital da Inglaterra, depois de ser invadida pelos normandos, vindos do norte da França e liderados por Guilherme, o Conquistador.
O responsável pela fama da pontualidade de Londres é o Big Ben: o relógio mais preciso do mundo que, desde 1859, marca as horas oficiais não só da Inglaterra, mas do mundo inteiro.
O horário de Londres é considerado referência para os demais países, que calculam as horas a partir do horário oficial do meridiano de Greenwich, que passa pela Inglaterra.
A torre onde fica o relógio se chama Torre de Santo Estéfano e tem 98 metros de altura.
Ela é retangular e espichada para cima, com o topo em forma de pirâmide, onde fica o Big Ben.
O sino do relógio pesa nada menos que 13 toneladas!
Quem projetou o mecanismo do Big Ben e o desenhou foi Edmund Beckett Denison.
Em 1956, o relógio andava meio avariado e começou a atrasar como todos os relógios.
 Naquele ano, o Big Ben passou por um conserto e voltou a ser o relógio mais preciso do mundo.
Os ponteiros do relógio mais famoso do mundo são bem grandes: o das horas tem dois metros e setenta centímetros e o dos minutos, quatro metros e trinta centímetros.
A torre do Big Ben faz parte de um conjunto de construções às margens do Tâmisa, um rio que passa pelo meio de Londres.
 Uma dessas construções é o Palácio de Westminster, onde funciona o Parlamento da Inglaterra. É lá que os políticos ingleses trabalham.
Mas o Big Ben não é a única atração de Londres...
Você se esqueceu que a Inglaterra tem uma rainha e, portanto, um palácio?
E que ela também serve de cenário para as aventuras do bruxinho mais famoso do mundo?

Teremos uma Olimpíada 2012 com horário britânico, impecável! ?
Afinal será realizada em Londres...


O que significa a palavra tempo?
tempo (tem-po)
s. m.
Medida de duração dos fenômenos.
Duração limitada: empregar bem o tempo.
Momento fixado: chegar a seu tempo.
Prazo: dê-me tempo para pagar-lhe.
Tempo disponível: não tenho tempo.
Época, relativamente a certas circunstâncias, ao estado das coisas, aos costumes, às opiniões: no meu tempo, era diferente!
Estação: o tempo da vindima.
Estado da atmosfera: tempo úmido.
Música Divisão do compasso: compasso de dois, de quatro tempos.
Gramática. Modificação da fôrma do verbo, para exprimir relação de tempo (passado, presente, futuro) com o momento em que se fala ou com o momento indicado pelo verbo principal.
Ter tempo, não estar apressado.
Ganhar tempo, contemporizar.
Mau tempo, tempestade, chuva.
Passar o tempo a, empregá-lo em.
Perder seu tempo, aplicar-se a coisas inúteis ou sem resultado.
Astronomia. Tempo civil, tempo médio adiantado de 12 horas: o tempo civil conta-se de zero a 24 horas a partir da meia-noite, com mudança de data à meia-noite.
Informações adicionais de tempo em Português
Sinônimos de tempo:
fase · período · temporada
Rimas de tempo:
destempo · trastempo · entretempo · espaço-tempo · passatempo · antetempo · retempo · atempo · contratempo · chempo · retrotempo · espaços-tempo · manja-o-tempo
Citação com a palavra tempo:
"O tempo é a única coisa que temos verdadeiramente nossa"
-- Gracián y Morales
Provérbio com a palavra tempo:
"O tempo não come o lobo"


O tempo e o calendário
SEIS VEZES DOIS DÁ DOZE MESES
... Cada mês é um brinquedo
toda vez que você diz.
Vamos juntos decorar,
pois brincar eu sempre quis!
Se janeiro é quem começa,
muita coisa ele traz.
A seguir vem fevereiro,
e vem março logo atrás!
É abril que vem chegando,
maio vem logo a seguir.
Quando junho acabar,
o semestre vai partir!
Julho vem trazendo férias,
mas, se eu noto que acabou,
passo logo por agosto
e é setembro que chegou!
Outubro é o mês da criança,
e o ano está no fim.
Vem novembro, vem dezembro,
e o Natal está para mim!...
...Esses são todos os meses,
dão um ano inteirinho.
Se até doze eu contar,
uma dúzia dá certinho!...
Pedro Bandeira. Mais respeito, eu sou criança! São Paulo: Moderna,1994.
Vejam aula completa aqui:


http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22604


Calendário: o dia, o mês e o ano

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Com as atividades propostas o aluno poderá conhecer as datas de aniversário dos colegas da turma; compreender como surgiu a necessidade humana de marcar a data de nascimento; vivenciar atividades de construção de painel de aniversariantes; compreender a quantidade de meses do ano; observar o calendário anual; construir representações simbólicas para cada dia da semana, de acordo com o dia a dia dos alunos e interpretar histórias infantis que abordam os dias da semana.
Sugestões de vídeo, mais literatura,mais poesias.

"As histórias constituem recursos fundamentais para permearem o dia a dia da escola.
A partir da sua utilização, podemos contribuir com o desenvolvimento do imaginário infantil e com a aprendizagem do conteúdo ministrado.
Por isso, o trabalho com a literatura pode ser feito por meio de uma contação de história em que o professor conta a história oralmente e apresenta as imagens dos livros para as crianças."

Vejam aula completa aqui:

Calendário: de quem é o mês?

O que o aluno poderá aprender com esta aula

• Compreender noções de tempo, ontem, hoje e amanhã no calendário;
• Reconhecer números no contexto diário;
• Fazer contagem recitativa;
• Escrever números.

Quem quer matar o tempo 2: AQUI
Quem quer matar o tempo 1: AQUI
 



Link para essa postagem


Quem quer matar o tempo?> Atividade literária>Marcando o tempo> 18/02/12



Parte 2  - Quem quer matar o tempo?

Miriam Portela
Ilustrações Victor Tavares
Editora Sowilo: AQUI
A expressão “matar o tempo” é sempre muito usada quando a gente quer que alguma coisa aconteça logo, mas no caso desse livro ela pressagia que uma grande temeridade pode ocorrer.
Então, o que fazer quando o Tempo – um rei tão bom que quase todos querem o seu bem – sofre um atentado?
Pois é, isso aconteceu.
E lá foi o Dia, acordado antes da hora por algumas aves que tinham o dom da fala, descobrir o que havia ocorrido e investigar quem era capaz de tamanha maldade.
Agora, se você também está contando os segundos de tanta curiosidade para saber os detalhes da aventura que a Miriam Portela escreveu e o Victor Tavares ilustrou, não demore a “mergulhar” nestas páginas para encontrar as respostas.


Aconteceu assim: (Trechos do livro)
(...) Numa manhã,que parecia como todas as outras, um bando de gralhas acordou o Dia aos gritos, dizendo que tantaram matar o rei.
Foi uma correria danada...Horas vinham sonolentas,ainda de camisolas,arrastando pantufas. Eram  senhoras gordas que andavam bem devagar por causa do reumatismo e dos joanetes.
Em seguida chegaram os Minutos, pulando com gorros de lã e luvinhas coloridas. Sempre faziam algazarra, quando se  reuniam. Por último , carregados pelas babás, vieram os Segundos, dormindo em seus carrinhos. Reuniram- se no salão do palácio ,receberam os meses do ano.
Cada qual com sua característica peculiar.(...)
As juizas estavam atrasadas, todos ansiosos para as Estações decidirem o que fazer...
(...) Alguém tentou matar o rei, o nosso Tempo. Se alguém souber de alguma coisa, pode falar.
Primeiro o boletim médico dito pelo enfermeiro do rei:
Cinco grandes relógios, cada um marcando as horas de um dos Continentes, começaram a ler em voz alta : _ O rei foi ferrido no peito e passa bem.Mas está muito fraco. Precisa de cuidados especiais.
A rainha disse que  havia uma rebelião, se o  rei morresse tudo ficaria fora do lugar.
A segurança foi dobrada porque já pensaram ficarmos sem horas?
A Madrugada muito tímida disse que o problema era sério e  sugeriu à  Primavera, que era mais amiga do rei ,visitá-lo e tentar descobrir quem o atacou.
Logo o Dia, Tarde e Noite se reuniram e começaram a conversar sobre um tempo atrás,quando o rei foi coroado. Tudo era uma bagunça. Nesta desordem toda  os príncipes filhos do rei Kaos e da rainda Caótica viviam se atacando...(...)
(...) O  Sábio da Corte foi convocado para armar um plano. Neste plano  eles anunciaram a suposta morte do rei... Depois de ameaçados de serem degolados,os urubus confessaram que foram contratados pelo príncipe Pandemônio para espionar o rei Tempo.
Eles foram presos, claro...O tal príncipe apareceu para ser coroado,pois soube que o trono estava vazio...Foi então revelada a armadilha.
Pandemônio muito furioso ainda disse que sua irmã Desordem, a caçula ,viria com vingança!
Dia anunciou que tudo estava sob controle, rei Tempo recuperou-se, o rei Kaos foi congelado por toda a eternidade!

Comentário do Linguagem:

Riquíssima história de Miriam Portela.
Muito apropriada para os pequenos alunos que estão conhecendo as horas, calendário, estações do ano.
Existem muitas possibilidades criativas neste "suspense".
A tentativa de assassinato do rei Tempo é cheia de diálogos divertidos, muito lúdicos, claro!
As ilustrações são impecáveis.
Interdiscisplinaridade garantida agregando conhecimentos matemáticos, geográficos,artes, linguagem,hora da história, etc.
Vale a pena levar para sua classe !

Vejam sugestões de aulas em outras postagens





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sábado, janeiro 07, 2012

Livros para uma vida> Educar para crescer> 07/01/12

Educar para Crescer


Site conhecido sem dúvida.
Ele traz no link abaixo sugestões literárias por idade.
Vale conferir !
Ideias para suas aulas!

Dicas de livros
Educar para crescer

Livros para uma vida

Foto: livros


LITERATURA
Como ensinar a seu filho que ler é um prazer
Dicas para incentivar seu filho a ler todos os dias e, assim, ter amor pelos livros

Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral.
"Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).
A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita.
 A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático.
Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.
Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos.
Parece exagero?
Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.
Então, o que está esperando?
 Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece.
Você pode encontrar boas dicas de livros em nossa biblioteca básica de leitura!
Veja mais aqui:



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terça-feira, dezembro 06, 2011

Monstros monstrengos>Rimas e diversão> 06/12/11


Leitura de livros de mistérios

 Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Ler e ouvir histórias de mistérios e suspense para observar as características do gênero.
- Fazer a leitura de uma história como se fosse uma radionovela.
- Exercitar a entonação ao ler a fala das personagens.
Duração das atividades
2 aulas de 60 minutos
Estratégias e recursos da aula
Material:
Livros de mistério e suspense:
- Os mistérios do casarão, de Regina Lucia Pires Nemer, editora EDC.
- O dia que Felipe sumiu, de Milu Leite, editora Cosac Naif - Histórias de detetive (Para gostar de ler 12), de Conan Doyle, editora Ática.
- O mistério do castelo toca-do-lobo, de Friedrich Scheck, editora Ática.
- Caverna Dos Monstros, de Stella Carr , editora Scipione.
- O mistério mora ao lado, de Giselda Laporta Nicolelis , editora Saraiva.
Objetos para fazer o som da história: chapa de raio x, chaves, apitos, papel celofane,cascas de coco, papelão, etc.

Caixa ou maleta
Gravador

Monstros Monstrengos
Autor: Almir Correia
Ilustrador: Jefferson Galdino

Não é à toa que os povos antigos espantavam o medo falando dele ou cantando: o medo morre de medo da voz humana.
Talvez venha daí o impulso que temos de gritar quando estamos diante de situações medonhas.

Estes versos de Almir Correia funcionam assim: com leveza e humor, estimulam a criança a espantar o medo com rimas para lá de engraçadas e cheias de graça, com o perdão do trocadilho. 
Assunto: medo infantil.
Interdisciplinaridade: identidade e autonomia, linguagem oral e escrita, Estudos Sociais, artes visuais.
Transversalidade: afetividade, pluralidade cultural, ética e cidadania.
Proposta: Organizar roda de conversa para as crianças descreverem os monstros de que têm medo. Após, estimular as crianças a realizarem imitações engraçadas de seus monstros.
Ler para elas ou fazer o livro rodar entre as crianças, para que cada qual leia um poema e comente a ilustração respectiva.
O monstro do livro dá medo, ou vontade de rir?
Indicação: Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
Trechos:
Quem nunca viu um monstro por aí
Está mentindo feito o quê...
O único monstro que ninguém viu
È o monstro que ninguém vê...

Tem monstro que é só barrigão
E pernas pra-que-te-quero.
Tem monstro orelhão,
De bermuda e chinelo.
Tem monstro com cabeça no rabo
E rabo na cabeça.
Tem monstro tão,tão feio,
Melhor,esqueça.

Tem monstro umbigo,
Maior que uma casa.
Tem monstro compiriiiido
E cheio de asa.

Tem monstro amigo,
Mas feio como ele só.
Tem monstro vovô.
Tem monstro vovó...

Tem monstro peludo.
Pulguento e canibal.
Ele engole outros mosntros
E depois toma um "sonrisal."

Tem monstro disfarçado,
Que de dia é só cachorro,
Mas de noite: socorro!

Tem monstro valete.
Tem monstro valentão.
Tem monstro catarro
Que toca acordeão.

Tem  monstro esquisito.
cabeça de geleia
E corpo de cabrito.

tem monstro magrinho
Que é osso e osso só.
E anda devagarinho
Que até dá dó.

Tem montsro monstruoso.
Tem monstro monstrengo.
Uns querem assustar,
E outros só  querem dengo.

Tem monstro Frankestein,

Mas, afinal,
O que é que o Frank tem
E o que é que o Frank não tem?

Ah! E tem monstro de tudo que é tamanho.
Tem monstro micróbio.
Tem monstro ranho.
Tem monstro telescópio.
Tem monstro elefante fanho.
Tem monstro gorila balofo.

Tem monstro urso fofo.
Tem monstro bolo de aniversário.
Tem monstro de tudo que é idade
E tem até monstro cidade,
Com sua boca de engolir,
Em um só segundo,
Eu,você e meio mundo.













Vejam esta ilustração de Jefferson.
Não lembra o Mapinguari?






1ª atividade:
Crie, na sala de aula, um ambiente de suspense e mistério, como, por exemplo: pouca luz, uma música de fundo ou ruídos de janelas e portas rangendo ou batendo, objetos de investigação (lupa, binóculos, lanterna) e tudo mais que sua imaginação mandar.
Sente com a turma em roda e coloque no centro uma caixa ou maleta cheia de livros de mistérios. Comece conversando com o grupo sobre o que imaginam ter na caixa, se o ambiente e os objetos podem dar algumas ideia.
Ouça o que tem a dizer e quando tiverem curiosos, abra a caixa e convide-os a manusear os livros encontrados.
Neste momento, peça a algum aluno para ler o livro escolhido, se a história for longa sugiro a leitura compartilhada, o livro passa de mão em mão e cada um lê uma página ou capítulo.
 Você, professor, pode fazer uma leitura dramatizada, criando expressões faciais e vozes diferentes para cada personagem.
Outra sugestão é ler com entonação de mistério, fazer pausas para perguntar a opinião dos alunos e usar a luz da lanterna e variar a direção: em cima do livro, no seu rosto, no rosto dos alunos, etc.
Ao final de cada leitura, peça a opinião da turma, pergunte sobre os personagens, sobre o mistério e como foi solucionado.
Depois, registre coletivamente as observações feitas e acrescente outras características pertencentes ao gênero.
2ª atividade:
Proponha ao grupo transformar o texto de um livro em uma história narrada pelo rádio, como uma radionovela.
Antes, pergunte se alguém sabe ou já ouviu falar em novelas de rádio, explore o tema com a turma e se achar interessante pesquise sobre as novelas de rádio.


Dentre as histórias de mistérios lida na atividade anterior escolha com a turma qual será trabalhada e releia.
Enquanto faz a leitura, cada criança vai ouvindo e anotando os sons possíveis de serem reproduzidos.
Como sugestão, indico o livro: Os mistérios do casarão, de Regina Lucia Pires Nemer.
Esta história trabalha com o mistério do velho do saco que vivia num casarão abandonado.
As crianças daquela rua viviam criando histórias sobre o que o velho fazia, alguns diziam ser um seqüestrador de crianças; outros falavam ser um bruxo...
Até que um dia, a bola da garotada caiu no fundo do quintal da casa.
Uma história cheia de elementos sonoros e de suspense e mistério.
Planeje, coletivamente, quais ruídos serão reproduzidos e como isso será feito.
Portanto leve alguns objetos e deixe a turma explorar os sons obtidos.
Alguns exemplos de sons são: som de trovão (sacudir chapa de raio x, passo se aproximando( bater as cascas de coco), bater das janelas( bater dos pedaços de madeira)etc.
Por último, dramatize a história usando os sons pesquisados.
Esta atividade faz com que o grupo se familiarize com a história e os ruídos produzidos.
3ª atividade:
Ensaie a apresentação da radionovela.
Para isso oriente os alunos sobre a necessidade de alguns elementos, como: narrador, personagens, sonoplastas (reproduzem os sons da história).
Sugiro que cada participante tenha o texto em mãos e façam as marcações de suas falas, utilizem uma cor diferente para cada um ou se preferir reescreva a história demarcando as falas e os sons a serem produzidos.
Leia e releia com o grupo toda a história, assim cada um poderá exercitar a leitura, a entonação da fala das personagens e os sons produzidos.
Quando todos estiverem prontos, grave a apresentação com o gravador e por último ouçam como ficou sua radionovela.
Outra idéia é formas grupos e gravar todas as apresentações, criando um CD da turma a ser compartilhado com ostras turmas e familiares.
Recursos Complementares
Ouvir histórias contadas em CD :

CD de Bia Bedran: Canta conto 1 e 2

Confeccionar instrumentos musicais com sucata:



Avaliação
Avalie o aluno durante a realização das atividades:
Expõe suas idéias com clareza e sequência lógica.
Lê com ritmo, fluência e entonação.
Participa com opiniões e dramatizações do enredo.
Reconhece as características pertencentes ao texto de mistério.

 
A argumentação no texto narrativo

Co-autor: Maria Cristina Weitzel Tavela
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
As atividades ajudarão o aluno a:
a) Perceber a existência de conflitos de interesse/opinião e a rivalidade em uma narrativa;
b) Identificar os personagens antagônicos (protagonista e antagonista)
c) Apropriar-se dos conceitos de argumento (contra e a favor) e de contra-argumento;
d) Conhecer alguns tipos de argumentos: factuais, lógicos, psicológicos e de autoridade;
e) Saber usar alguns verbos de elocução em diálogos argumentativos.
Duração das atividades
03 aulas de cinquenta minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O aluno já deve conhecer um pouco sobre alguns elementos da narrativa, especialmente, sobre personagens e foco narrativo.
Estratégias e recursos da aula
LEITURA COMPARTILHADA
As atividade serão desenvolvidas a partir da leitura de um fragmento da obra “O mistério da casa verde” que trata da incursão de um grupo de jovens em uma casa tida como mal-assombrada e na qual se encontra um homem que mais parece um personagem do conto “O alienista”, de Machado de Assis, obra com a qual a narrativa dialoga.
 O livro de Moacyr Scliar é um dos volumes da Coleção Descobrindo os Clássicos cujo objetivo é aproximar os jovens de obras consagradas da Literatura.
ATIVIDADES DE PRÉ-LEITURA
I - Apresentação da obra de onde foi retirado o trecho
O professor apresentará aos alunos tanto o livro O Alienista de Machado de Assis quanto o “O mistério da casa verde” de Moacyr Scliar.
Se o professor não conhecer os livros, pode recorrer a resumos disponíveis na internet, a partir do site www.google.com.br
II - Exploração prévia de alguns itens lexicais e expressões que podem interferir na produção do sentido do texto:
O professor apresentará aos alunos os recursos linguísticos abaixo, garantindo que se apropriem do seu significado:
a) No texto que vamos ler, há vários personagens.
A partir de cada uma das expressões abaixo, imagine como será o personagem descrito com elas:
(O professor estimulará os alunos a criarem alguma expectativa em relação aos personagens)
1. Prezava seu descanso:
2. Calabrês de pitoresco sotaque:
3. Boa-pinta:
4. Ar melancólico:
5. Fazia jus ao apelido de Bola:
6. Mal continha seu despeito:
b) O foco narrativo do texto é de 3ª pessoa, ou seja, o narrador não é personagem da história.
Para orientar o leitor com relação às falas dos personagens, ele usa alguns verbos dicendi ou verbos de elocução, que são aqueles que introduzem, comentam ou encerram as falas.
Os mais comuns são: dizer, falar, perguntar, responder, exclamar etc.
Observe outros desses verbos:
ARGUMENTAR – CONTRARIAR – INTERVIR – SUSTENTAR – RETRUCAR – ENDOSSAR – NEGAR – OBJETAR – CENSURAR – IRONIZAR – DEFENDER – PONDERAR – PROCLAMAR – PROVOCAR - CONCLUIR - CONCORDAR - DISCORDAR – REPLICAR – CONFIRMAR – CONTESTAR – ASSENTIR – CONTRADIZER – CONTRAPOR - CRITICAR
Assinale com X aqueles que melhor indicam que a fala por ele comentada foi ao encontro do que foi dito anteriormente.
Assinale com # aqueles que melhor indicam que a fala por ele comentada foi de encontro ao que foi dito anteriormente.
Grife aqueles que mostram que o personagem apresentou sua posição sem que necessariamente tenha que ser contra ou a favor do que foi dito antes.
(O professor deverá fazer com o aluno simulações orais de uso dos verbos e ajudá-los a eliminar dúvidas de significado)
ATIVIDADES DE LEITURA
I - Leitura individual do texto:
O MISTÉRIO DA CASA VERDE
1 Quando esta história começa, Arturzinho estava às voltas com um outro projeto, não tão arrojado, mas ainda assim complicado.
Esse projeto nascera de um problema.
Arturzinho, cara popular, tinha uma turma, razoavelmente grande, de rapazes e moças que gostavam de ouvir rock a todo o volume, gostavam de dançar, gostavam de tocar instrumentos musicais.
 Nada de especial, nada diferente de outros jovens — mas, onde ouvir e fazer música, onde dançar?
O pai de Arturzinho, um médico que trabalhava muito e prezava o seu descanso, proibira qualquer tipo de zoeira em casa.
Os pais dos seus amigos e amigas haviam adotado a mesma atitude: barulho, não, era a palavra de ordem.
Nos bares, a consumação era um obstáculo.
No clube da cidade não podiam entrar: tinham batido boca com o gerente.
Enfim: sentiam-se como refugiados que país nenhum quer aceitar.
E era esse o problema que vinha incomodando o Arturzinho, e que chegava até a lhe tirar o sono: onde se reunir com a turma?
Onde encontrar um local adequado para uma diversão que, se não fosse barulhenta, não teria graça?
Até q ue um dia, caminhando pela rua, teve uma i nspiração, uma idéia dessas que fazem a pessoa ficar de respiração suspensa, pensando: que coisa genial!

2 Correu para casa, telefonou para os amigos mais chegados dizendo que tinha algo muito importante a comunicar. E marcou, para aquela mesma noite, uma reunião na pizzaria do Marcolino, cujo dono, um calabrês de pitoresco sotaque, era conhecido por sua tolerância em relação à zoeira dos jovens frequentadores que às vezes até ganhavam desconto especial.

3 Quando Arturzinho chegou, os outros já estavam lá: o Pedro, conhecido como Pedro Bola, um gordinho risonho quase tão agitado quanto Artur; André Catavento, alto, boa-pinta, igualmente safado; e Leo, o intelectual da turma, rapaz de óculos, ar melancólico, que andava sempre com um livro sob o braço. Os quatro estavam sempre juntos — sob a chefia de Arturzinho, líder nato. Uma liderança não muito pacífica: André não escondia a inveja que sentia de Arturzinho, cujo sucesso com garotas era um fato bem conhecido. E foi justamente André que interpelou o recém-chegado:

4 — Então? O que é que você está inventando agora? Fale logo, porque tenho um grande programa para esta noite e não posso perder tempo.

5 — Já conto — Arturzinho gostava de um suspense, e gostava ainda mais de incomodar o rival. — Mas primeiro vamos comer, porque estou morrendo de fome.

6 E, apesar dos resmungos de André, pediu aquilo que Marcolino chamava de megapizza — oitenta centímetros de diâmetro. Devoraram-na até a última migalha — Pedro Bola, que fazia jus ao apelido, comendo boa parte da quota do Leo. Quando terminaram, André voltou à carga:

7 — Então, Xereta, o que é que você está aprontando? Em outras circunstâncias Arturzinho teria se irritado: detestava o apelido, como André sabia muito bem. Naquele momento, contudo, optou por fingir que não tinha ouvido e foi direto ao assunto:

8 — Como vocês estão carecas de saber, precisamos de um lugar para nossas reuniões — proclamou, em tom veemente.

9 — Um lugar em que a gente possa ouvir música sem que ninguém nos incomode, um lugar para dançar, para bater papo. Enfim, o nosso próprio clube.

10 Fez uma pausa dramática e concluiu:

11 — E eu tenho esse lugar.

12 — É? — André Catavento, mal contendo o despeito. E que lugar é esse, pode-se saber?

13 Nova pausa. Arturzinho sorriu, misterioso e superior:

14 — A Casa Verde.

15 Os outros se olharam, espantados, e Pedro Bola protestou:

16 — Essa não, Arturzinho. A Casa Verde é um lugar mal-assombrado, todo mundo sabe disso. Está cheio de fantasmas dos malucos que morreram lá!

17 — Exatamente — replicou Arturzinho.

18 — Exatamente o quê? — André, cada vez mais irritado.

19 — Exatamente: a Casa Verde tem fama de ser mal-assombrada. E é por isso que vamos tomar conta do local. Lá, ninguém nos incomodará. A gente limpa aquilo, a gente arruma, traz umas mesas, umas cadeiras, uns sofás, um som legal, e pronto, temos o nosso clube, o lugar de onde ninguém vai nos mandar embora.

20 — A não ser as almas penadas — riu Pedro Bola.

21 — É — Arturzinho, irônico. — As almas penadas. Se você acredita nessas coisas...

22 — Não sei — respondeu Pedro, meio desconcertado. — Tanta gente fala nisso...

23 — É superstição — interveio Leo. — Essa história não passa de superstição.

24 Leo falava pouco, mas quando afirmava algo, era definitivo. Os outros o respeitavam, porque Leo lia muito, sabia das coisas.

25 Arturzinho, sua autoridade agora reforçada, voltou à carga:

26 — Além disso, a Casa Verde não tem dono. Podemos ficar lá o tempo que quisermos.

27 — Mas o pessoal das redondezas não vai gostar — ponderou Pedro Bola. — São capazes de criar caso.

28 — Criarão caso — replicou Arturzinho — se virem a gente entrar. Mas eu já pensei nisso.

29 Pegou um lápis e um papel e desenhou um retângulo:

30 — Isto aqui é a Casa Ver de. Aqui está a rua e a porta de entrada. Que, como sabemos, ago ra está murada, bem c omo as janelas. É o que as pessoas veem: porta murada, janelas muradas. Pensam que não há ninguém lá dentro. Agora: se nós abrirmos uma outra porta, bem pequena, aqui... estão vendo?.., na parede dos fundos, poderemos entrar e sair sem que ninguém perceba, mesmo porque o mato ali está muito crescido.

31 — Mesmo que a gente consiga entrar — André ainda não estava convencido —, como fica com o resto? Como a luz, por exemplo?

32 — Para que luz? Usamos velas ou lampiões. É muito mais bonito. De mais a mais, temos em casa um gerador pequeno, que posso usar quando quiser.

33 — Não sei — André estava mesmo a fim de contrariar.

34 — Acho que isso tem tudo para dar errado. Porque se a gente...

35 — Sabe de uma coisa? — interrompeu Arturzinho. — Vamos votar. A maioria decide. Cada um escreve num pedaço de papel “sim” ou “não”. E pronto: a questão estará resolvida.

36 Uma jogada muito hábil. Arturzinho sabia que podia contar com o voto do silencioso Leo, que sempre o apoiava. Quanto a Pedro Bola, no fundo tímido e assustadiço, respeitava os corajosos, os destemidos. Falando grosso, Arturzinho conquistava o seu respeito. De fato, quando abriram os votos, constataram: três “sim”, um “não”.

37 — Está decidido — proclamou Arturzinho, triunfante.

38 — Amanhã vamos até lá, tomar conta do nosso clube.

SCLIAR, Moacyr. O mistério da Casa Verde. São Paulo: Ática, 2005. p. 14-17

II - Atividades de leitura compartilhada
1. Vamos reler o primeiro parágrafo.
Nele podemos observar que os garotos estabelecem um conflito de interesse com os pais, com o gerente do clube e com os donos de bar.
a) Qual é o interesse dos garotos que entra em conflito com os adultos?
b) Que interesse dos pais vai de encontro ao interesse dos meninos?
c) Qual foi a “solução” encontrada pelos pais?
d) No caso dos donos de bar, que interesse deles não combina com a situação dos garotos?
e) Apesar de não estar expresso, podemos imaginar o motivo do bate-boca com o gerente do clube.
Que interesses entraram em conflito nesta situação?

2. Vamos reler do 2º ao 6º parágrafos.
A narrativa apresenta um outro conflito interno ao grupo:
a) Quais eram os personagens conflitantes?
b) O que eles disputavam dentro do grupo?

3. Vamos reler do 7º ao 14º parágrafos.
Qual foi a ideia que Arturzinho propôs em tom veemente?

4. Façamos a releitura do 15º ao 25º parágrafos.
 O grupo não aceitou, imediatamente, a proposta de Arturzinho:
a) Qual foi o argumento usado por Pedro Bola contrário à proposta?
b) Qual foi o contra-argumento usado por Arturzinho para enfrentar a oposição do amigo?
(O professor deve mostrar que foi um argumento lógico: uma informação leva à outra: o fato a casa ser considerada mal-assombrada leva à consequência de que ninguém irá lá incomodá-los)
c) Porém o amigo não se convenceu e Arturzinho usou uma forma de argumentar que mexia com o brio de Pedro.
Explique como ele fez isso. (professor explique o argumento psicológico)
d) Como Pedro Bola ainda se mostrava em dúvida, outro personagem, ajuda Arturzinho. Por que as palavras de Leo têm mais peso?
(professor aproveite para explicar o que é argumento de autoridade)

5. Vamos reler do 26º ao 32º parágrafos.
Após a intervenção de Leo, Arturzinho apresenta mais um argumento a favor da utilização da Casa Verde como clube da turma:
a) Que argumento adicional ele usou?
b) Pedro Bola faz uma ponderação relativa à vizinhança. Qual é?
c) Como Arturzinho contra-argumenta?
d) André, querendo contrapor-se ao colega, ainda levanta um outro argumento contrário à proposta de Arturzinho. Qual é?
e) Como Arturzinho reverte o problema em benefício?

6. Façamos a releitura do 33º ao 38º parágrafos.
André continua resistente e não quer ceder aos argumentos.
a) Por que Arturzinho não pode fa zer como os pais e de cidir unilateralmente ?
(O professor deve mos trar que, entre os meninos, não há a hierarquia existente entre pais e filhos)
b) Qual foi então a solução para o impasse?

III – Atividade de sistematização
O que aprendemos?
Aprendemos que numa disputa, as partes usam argumentos favoráveis e contrários e, diante destes, usam-se contra-argumentos.
Aprendemos, ainda, que há tipos diferentes de argumentos: lógico, psicológico e de autoridade.
Vimos também que, ao narrar, é necessário escolher os verbos de elocução conforme o contexto.

Recursos Complementares
Se o professor não conhecer os livros O Alientsta de Machado de Assis e o Mistério da Casa Verde, pode recorrer a resumos disponíveis na internet, a partir do site:


Avaliação
“No clube da cidade não podiam entrar: tinham batido boca com o gerente.”
A frase nos informa que houve um momento de conflito entre os meninos e o gerente do clube: qual terá sido o motivo?
 Quais os envolvido nesse conflito?
Que argumentos e contra-argumentos foram usados?
Escreva um pequeno diálogo, narrando como foi o tal bate-boca. Use os três tipos de argumentos e utilize alguns dos verbos dicendi estudados.


CONTOS DE ASSOMBRAÇÃO

 Co-autor: Raimunda Porfírio Ribeiro Will
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Identificar que os contos de assombração têm origem na oralidade e expressão popular;
■Conhecer o enredo característico dos contos de assombração que retrata o suspense e o medo;
■Resgatar na comunidade quais os contos de assombração que os mais velhos contavam.
Duração das atividades
2 A 3 AULAS
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O tema trabalha com o imaginário popular e coletivo, valoriza a oralidade e a memória da comunidade.
Estratégias e recursos da aula
Atividade 1- Você já ouviu histórias de assombração?
Resgatar junto à turma quais os contos populares da sua cidade, município ou região.
 Perguntar quem conhece um conto de assombração e registrar em tabela na sala de aula.
 Saber o que sentiram quando ouviram o conto.
Em seguida pedir que cada um desenhe o conto que conhece.
Para casa, pesquisar com os pais e pessoas mais velhas da família quem conhece um conto de assombração, pedir que escrevam o conto e enviem para a escola.
Durante a semana, o professor pode ir lendo as histórias diariamente.

Atividade 2- Vovô e vovó contavam histórias
Faça um levantamento com a turma para identificar se o vovô ou a vovó gostam de contar histórias e se poderiam vir à escola fazer uma contação para a turma.
 Após decidir coletivamente quem virá à escola, devem produzir um convite para a vovó ou vovô escolhido. Solicite que o aluno leve o convite até seu avô/avó e aguarde a resposta.
No dia da visita, ao receber o avô/avó, deve apresentá-lo à turma e faz algumas questões para um conhecimento inicial: por que o senhor(a) gosta de contar histórias?
Quem contava histórias para o/a senhor(a)?
Peça ao visitante que conte uma história de assombração.
Estimule a turma para ouvir com atenção e envolvimento.
Por fim, agradeça à visita e turma desenha a história contada.

Atividade 3- Eu conto a história e você com seu travesseiro
Escolha uma das histórias de assombração que as famílias enviaram.
 Prepare um ambiente de suspense na sala de aula ou em outro espaço mais adequado, com lençóis e travesseiros pelo chão ( peça que cada criança traga um travesseiro para a escola).
 Tente "reproduzir" um ambiente que lembre um quarto de dormir e se possível, deixe o ambiente com pouca luz.
Quando todos estiverem sentados ou deitados com seus travesseiros, inicie a contação da história, criando momentos de suspense durante o desenvolvimento da história.
Ao final, pergunte a cada um o que sentiu ao ouvir a história, acolha as crianças que expressarem medo, convença que "é só uma história", que não é realidade.
 O professor deve escolher bem o conteúdo da história, pois a mesma pode desencadear momentos de susto, medo, porém de forma moderada e saudavel.
A história de assombração só deve ser contada para crianças a partir de cinco anos de idade e que estejam mostrando o interesse por elas.

Recursos Complementares
Contos para o professor escolher e contar.



Texto de informação


Avaliação
Ao final do estudo:
■verificar se o aluno consegue recontar oralmente uma das histórias lidas em sala;
■se conhece o nome de alguns contos de assombração da sua comunidade ou região;
■se ouviu com atenção as histórias contadas e reconhece a sequência do inicio/meio/fim das mesmas.


Sugestão....Monstro no nome
Os alunos de 5ª séries criaram monstros com o formato recortado de seu nome.
Nos trabalhos aparece acima o monstro criado e abaixo, o nome recortado no seu contorno, que deu a origem ao formato da criação.
Passos do trabalho:
1. Escrever seu nome em uma folha dobrada com letra cursiva, deixando a parte dobrada da folha para baixo;
2. Recortar o contorno do nome, somente no lado com abertura da folha;
3. Abrir a folha e criar um monstro com o formato recortado, pintar.
Vejam aqui as fotos:









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