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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Rosane Pamplona. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, abril 08, 2021

Sem fim>Sem texto/Com imagens>Enrolando histórias>Atividades Remotas>08/04/2021

 

Marilda Castanha

Este é o nome de um livro exclusivo de imagens criadas pela artista mineira Marilda Castanha, que já tem reconhecimento internacional. A belíssima obra, que integra a coleção “História à vista”, sugere uma narrativa sobre a convivência do homem com a árvore. As crianças vão descobrindo e compondo a história junto com a autora, à medida que folheiam o livro e observam as ilustrações.

 Continua: AQUI

Um livro sem textos que proporciona muitas releituras, vejam algumas: Aborda a relação homem/ natureza, comentário: AQUI

   Aula de leitura> AQUI ,  AQUI

Quem está imitando quem?  AQUI

Era uma vez...Três histórias de enrolar: História sem fim:   AQUI

DIA DO LIVRO INFANTIL

O livro sem fim/Gabriela Waleska resgata histórias famosas .Ela traz este vídeo em homenagem ao dia do livro: AQUI






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sexta-feira, julho 26, 2019

Era uma vez...três,histórias de enrolar>Aula remota>PDF>História da tigela rachada> Artes >26/07/2019




Tatiana Belinky apresenta neste livro lindamente ilustrado um tradicional conto do folclore russo no qual uma esperta e faminta raposa, durante seus passeios pela floresta, encontra uma tigela abandonada. Com a tigela em mãos, a raposa bola um plano para conseguir se alimentar facilmente, enganando, com seu jeito dócil e amigável, todos aqueles que tentam ajudá-la. 
Um dia, porém, seu plano é descoberto. E agora, o que terá acontecido? 
A esperteza da raposa será suficiente para salvá-la? 
É isso que você vai descobrir em 'História da Tigela Achada'.

Atividades
A história
Reescrita
Aula remota:Youtube: Conto cumulativo:  O grande rabanete + Conversa sem saída:  AQUI
PDF: AQUI
Jogos e materiais para alfabetização: Contos cumulativos: AQUI
O grande rabanete: AQUI

Desdobramentos: Artes
Muito interessante estas sugestões.Confiram!
Projeto
Construção de desenhos de forma repetitiva/Criando estampas
Descobrindo tintas
Trabalhando com argila
Mandalas
Oficina de percurso criador
Cultura brasileira/Festa junina

Rosane Pamplona
Adivinhas, travas-línguas, parlendas e outros ingredientes saborosos estão aqui Na Panela do Mingau. A receita desta série é simples: deliciosas brincadeiras de falar e de dar risada, muita risada... Tem coisa melhor? 
Se você não provar deste mingau, a gente fica de mal! "Era Uma Vez... Três!" Tem bem mais do que três lengalengas, histórias de nunca acabar e outras enroscadas. 
Quem prova uma não consegue parar... Duvida?
Como o próprio subtítulo indica, as histórias desse livro dão voltas e mais voltas envolvendo o leitor em um jeito peculiar de narrar. 
Em prosa poética muito semelhante àquela usada nas narrativas orais, a repetição de frases em forma de refrão, a acumulação de acontecimentos e o jogo com as palavras e os sentidos são marcas dos treze textos que compõem o livro. 
Há narrativas que lembram parlendas, histórias que trazem trava-línguas no enredo ou guardam a musicalidade própria dos poemas. 
O título faz parte da coleção “Na panela do mingau”, que homenageia a cultura oral, recolhendo o que há de melhor no repertório da cultura popular. 
A forma lúdica dos textos, com toques de humor e nonsense em alguns casos, certamente atrairá a atenção dos pequenos leitores. 
A possibilidade de antecipar o enredo da história ou memorizar trechos do texto fará com que acompanhem de maneira prazerosa as narrativas.
 As ilustrações de Marcelo Cipis dialogam com o caráter engraçado das histórias, explorando o sentido literal de algumas passagens metafóricas e dando valor especial aos detalhes.
 O fundo colorido das páginas e a clara diagramação do texto estimulam a permanência do leitor iniciante.
Qual a melhor situação de leitura para o livro selecionado? 
A predominância de textos que exploram as brincadeiras com a linguagem e que valorizam aspectos sonoros das palavras favorece a leitura em voz alta pelo adulto.
 As crianças também poderão participar ativamente da leitura, sendo desafiadas a relembrar os trechos que se repetem e se acumulam ao longo das narrativas. 
 O que é interessante falar sobre o livro? 
Após a leitura, é possível conversar com os pequenos sobre as relações entre o título do livro e a estrutura de repetição e acumulação das histórias que compõem a obra.
 Quais atividades podem favorecer as aprendizagens da leitura e da escrita? 
As crianças poderão recontar e produzir – por meio de ditado ao adulto – alguns dos trechos do conto de que mais gostaram, retomando o enredo cumulativo e repetitivo do texto escolhido.

Proposta de trabalho: AQUI

Atividades
Interpretação





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Quem canta seus males espanta 2>Salada,saladinha>Roteiro TRILHAS>26/07/2019




Estes livros pertencem a uma coleção intitulada Na panela do mingau, cujos títulos priorizam a tradição oral, como as parlendas, trava-línguas e adivinhas, entre outros.
 Em Salada, saladinha, as organizadoras apresentam cerca de cem parlendas, classificadas segundo a temática e a função que costumam desempenhar nas brincadeiras infantis: parlendas de tirar (cantadas, por exemplo, para escolher quem começa uma brincadeira, quem será o pegador etc.); parlendas de arreliar (cantadas como provocação ou como “grito de guerra” das torcidas etc.); parlendas de pedir (assemelham-se às simpatias populares religiosas); parlendas de pular corda (cantadas enquanto se pula corda); parlendas de brincar com os pequeninos (nas quais há contagem ou sequências encadeadas, que brincam com partes do corpo ou terminam em cócegas, por exemplo); parlendas de brincar (cantadas enquanto se brinca em roda, com bola, de esconder etc.) e parlendas de acabar (cantadas ao término de uma brincadeira ou para finalizar a leitura de uma história, por exemplo). 
Em algumas páginas, há um texto instrucional em fonte reduzida, logo abaixo da parlenda, explicando como brincar com as crianças. 
A apresentação de cada grupo de parlendas é graficamente marcada pelas cores das páginas que se alteram ao longo da obra. 
Entre uma parlenda e outra também há ícones separando o texto e facilitando a localização. Utiliza-se a letra de imprensa maiúscula, o que favorece a leitura realizada pelas crianças em fase inicial de alfabetização.

Salada,saladinha 1
Projeto:  AQUI
Quem canta seus males espanta 1
AQUI ,  AQUI
Sobre a obra: AQUI, AQUI, AQUI
Quem Canta Seus Males Espanta

Theodora M.M. de Almeida
Quem não se lembra da música 'Boi da cara preta'? Ou da letra de 'Ciranda, cirandinha'? Atemporais, as cantigas continuam emocionando diversas gerações, pois cantar ainda é uma das brincadeiras mais divertidas para as crianças (e para os adultos também). 
Este livro resgata 73 cantigas do folclore brasileiro, ricamente ilustradas por crianças a partir de seu entendimento de cada música. Em todos os desenhos você encontrará as letras das músicas.


Roteiro de atividades para estas obras acima( trilhas)





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domingo, novembro 18, 2012

Poesias de dar água na boca>Estímulos poéticos>Aula nutritiva>Projeto de leitura> 18/11/12

Poesias de dar água na boca - Jonas Ribeiro
Um livro pra lá de interessante....
Um aula interdisciplinar recheiada de gostosuras

Os poemas de Jonas Ribeiro transbordam alegria e paixão.
No caso do livro Poesias de dar água na boca, essa paixão é pelos sabores que colorem nossa mesa, no café-da-manhã, no almoço e no jantar.
Sem esquecer, é claro, a sobremesa:


“...no miolinho de toda flor mineira
existe uma compoteira com doce-de-leite
e um baita pedaço de queijo.”


Os poemas deste livro vão deliciar as crianças, sobretudo as menores, que estão descobrindo não apenas nossas frutas, nossos pratos, nosso doces, mas também descobrindo a sonoridade das palavras, as rimas e aliterações.
Jonas brinca muito com as repetições e o acúmulo, revelando divertidas coincidências e curiosidades nos nomes de tudo que a gente come:


“Onde está a fruta-do-conde?
A condessa passou pro bico.
E onde está a condessa?
Fugiu do conde rico
para o pico de um monte.”


Outro efeito interessante dos poemas é criar misturas e imagens inusitadas, que às vezes seguem a lógica não da culinária, mas dos próprios sons.
As ilustrações de André Neves, que na época estava iniciando sua carreira de ilustrador, ainda não trazem uma de suas principais marcas registradas: os olhinhos apertados (quase dois traços horizontais) saltando do rosto de seus personagens. Mas já encontramos no livro outros elementos que iriam marcar o estilo desse fenômeno da ilustração brasileira: o jogo de cores, o uso criativo das estampas.
Nesse aspecto, o tema do livro ajuda muito, pois há poucas coisas tão bonitas e coloridas como uma farta mesa abrindo nosso apetite para os sabores, os aromas e, por que não, para os versos.



A poesia é uma ótima forma de aproximar os alunos da leitura: tem ritmo, rima, sonoridade e frases curtas. O humor e as ideias inusitadas de Poesias de dar água na boca também estimulam a criatividade do leitor.
Além disso, falar sobre alimentação e seu preparo chama a atenção sobre o tema e desperta a curiosidade e a preocupação sobre hábitos saudáveis.


Na Vila Comilança
todo dia tem festança
E Dona fulaninha
nem entrou para a cozinha
porque não tinha ninguém.
Só três fantasmas do além,
que descobriram com o beijo
um baita pedaço de queijo e...


Bom, a gostosura é tanta
que, depois de folhear, ou melhor, deliciar-se com este livro
de gostinho de salada de fruta,
você correrá direto para a
escola com água na boca


Sugestões de atividades

O livro é uma boa oportunidade para a criança perceber de onde vêm os alimentos, como são preparados e refletir sobre seus próprios hábitos alimentares.
• Converse com seus alunos sobre sua alimentação e seus hábitos: qual seu prato predileto, qual comida detestam, o que costumam comer no café da manhã, almoço, lanche e jantar, se compram lanche na cantina
da escola etc. Combinem que no dia seguinte farão um piquenique, e cada um deve levar um prato de que
gosta para compartilhar com os colegas.
 Depois, pergunte aos alunos se eles são curiosos e se já passaram por situações de perigo por causa dessa curiosidade.
Deixe que contem suas experiências ou a de seus irmãos.
Alerte-os sobre o perigo de se mexer no armário de remédios, por exemplo, ou de se chegar perto do fogão enquanto a comida está sendo feita. Explique que a curiosidade de descobrir coisas novas é importante e saudável, mas é preciso ter cuidado e obedecer aos pais para não se colocar em situações de risco.
• Leve seus alunos para um lugar diferente: um parque ou um cantinho agradável do pátio. Estenda uma grande toalha e comece o piquenique.
Deixe que cada um fale o que trouxe e por que gosta daquele prato.
Pergunte a seus alunos se eles já estão
com “água na boca” ao verem tantas delícias.
Leia o índice do livro (em forma de “cardápio”) e pergunte qual “prato” (poesia) eles vão querer.
Leia e volte ao cardápio, oferecendo um novo “prato.
• Em “Coração guloso” e “Comidinha caseira” (páginas 12 e 13), perceba o contraponto entre as poesias: João pensa que quer comida, mas na verdade está só querendo carinho. A outra poesia fala de comida gostosa, mas que nos faz engordar... então, o melhor é comer a comidinha caseira, bem mais saudável e feita com amor...
• Em “Beleza na mesa” e “Sem tempero não dá pé”, observe que ambos os textos tratam do mesmo assunto: aquele toque especial que uma pessoa pode dar na comida...


Como ler as ilustrações
As ilustrações também brincam com o tema “comida” e nos remetem a novas ideias.
• Veja, nas páginas 2 e 3, o cenário de das ilustrações: observe a toalha de renda, a louça e o vaso decorado. Leia a dedicatória e converse com seus alunos o porquê desse ambiente com xícara, bule e flores (xícara e bule: provavelmente o ilustrador quis passar a ideia de a xícara estar servida de cappuccino. Flores: pelo sobrenome “Flores”, da pessoa a quem o autor dedica a obra).
• Veja na página 4 que o garçom está segurando um livro que tem a ilustração desse mesmo garçom segurando um livro, por meio daquele recurso que chamamos de metalinguagem (o ilustrador usou a própria ilustração para falar dela própria). Explique às crianças que essa brincadeira do ilustrador serve para capturar a atenção do leitor de um jeito divertido.
• Nas páginas 6 e 7, ajude seus alunos a relacionarem quem é quem na poesia pelo prato que estão segurando. Mostre que a Arlete, por exemplo, tem ovos nas mãos, no cabelo e desenhados no vestido.
• Nas páginas 8 e 9, temos duas poesias e um só ambiente. Note que a cozinha da Dona Fulana é tão “assombrosa” que combina com os convidados fantasmas. Observe Seu Sicrano e Beltraninho comendo em uma cantina italiana. Veja que a toalha e as colunas são da cor da bandeira da Itália. Perceba também que as lajotas do chão se parecem com teias de aranha, como diz na poesia.
• Na ilustração das páginas 12 e 13, repare como há coraçõezinhos por toda parte: no chapéu do João, em sua bermuda e em suas meias, relacionando comida com afeto.
• Observe na página 18 como as pernas de José parecem compridas, como os palitinhos para se comer comida japonesa (hashi).
• Nas páginas 20 e 21, as crianças descem por um tobogã sobre forminhas de doces. Elas trazem na cabeça o chapéu do mestre-cuca, como se fossem alunos-cozinheiros na escola.
• Nas páginas 22 e 23, as montanhas são frutas-do-conde, e a roupa do visconde é toda da cor de amora e carambola, de acordo com a descrição do texto.
• Em “Dona Fulana preguiçosa”, “Comercial japonês” e “Sugestão para a semana”, vemos vários pratos da culinária italiana, japonesa e baiana. Cada país, cada região tem suas características, tanto nos pratos quanto no modo de se alimentar. Promova uma pesquisa sobre a influência de outras culturas na nossa culinária: pizza, macarrão, polenta (italiana); esfirra, quibe, iogurte (árabe) etc. Se possível, leve algumas dessas comidas para seus alunos provarem.
• Explique as expressões idiomáticas contidas no livro:
água na boca – ter vontade de alguma coisa;
sede de camelo – muita sede;
fome de leão – muita fome;
beleza na mesa (originária da expressão “beleza não põe a mesa”) – reparar na aparência;
não dá pé – não é certo, não é bom, não funciona;
os professores são uns doces – os professores são atenciosos e gentis.
• Pergunte aos alunos se eles conhecem outras expressões idiomáticas e estimule-os a contá-las para os colegas.
Depois de tanta poesia e de tanta comida, seus alunos  devem estar estimulados a experimentar e a conhecer novos alimentos. Aproveite para ampliar a cultura culinária deles.
• Vocês podem visitar um supermercado: mostre a seus alunos como os diversos alimentos estão divididos por setores: matinais, enlatados, açougue, congelados etc. Aproveite para ensiná-los a verificar a data de validade dos alimentos, a observar o bom estado do produto e a preferirem alimentos caseiros a industrializados. Converse com eles também sobre o uso das sacolas plásticas e a poluição do meio ambiente.
• Uma visita à feira ou ao hortifrúti é uma alternativa: peça a eles para observarem a variedade dos legumes e frutas. Provavelmente, haverá alimentos que seus alunos não conhecem. Providencie uma tabela com as

 épocas de colheita de cada alimento.
Que tal fazerem uma horta? Se não houver um canteiro disponível na escola, é possível fazer a horta em vasos ou até em garrafa PET: preparem a terra, plantem as sementes, verifiquem se a iluminação está adequada e reguem todo dia!
• É possível também plantar diversos tipos de tempero (veja alguns em “Sem tempero não dá pé” – p. 17). É uma boa oportunidade para os alunos experimentarem também temperos diferentes.
• Convidar uma nutricionista para conversar com as crianças pode ser bastante enriquecedor.
Ela poderá esclarecer as dúvidas dos seus alunos sobre como se alimentar bem para crescer saudável.Agora é hora de colocar "as mãos na massa": cozinhar pode ser uma brincadeira muito prazerosa e criativa, além de estimular a atenção, a responsabilidade, o trabalho em grupo e a autonomia. Os sentidos serão provocados pela textura e temperatura dos diversos alimentos, além dos cheiros, das cores e dos sabores diferentes.
Seus alunos vão virar mestres-cucas e fazer um lanche delicioso.
 Explique a eles a importância da higiene: lavar as mãos antes de preparar a comida e prender os cabelos é fundamental.
Um avental pode também ajudar a proteger suas roupas e as comidas.
Eles podem preparar biscoitos, bolos, sanduíches, vitaminas de frutas... e que tal substituir o refrigerante
por um delicioso suco de frutas frescas? Explique que, na cozinha, segurança é fundamental: eles vão precisar da ajuda de um adulto para manusear facas, batedeira, liquidificador e também no fogão. Você pode aproveitar e introduzir conceitos matemáticos como fração, unidades de medida (tempo, peso, volume) durante o preparo.
• A consciência ecológica é importante: converse com seus alunos sobre o aproveitamento dos alimentos, a
reciclagem das embalagens e o descarte adequado do lixo produzido.
Depois que o prato estiver pronto, providencie um lugar adequado para as crianças comerem (mesa, cadeira, toalha).
Oriente seus alunos que são bons hábitos à mesa não falar de boca cheia e usar corretamente os talheres.
 Os alunos podem também levar os biscoitinhos que eles próprios fizeram para casa, em saquinhos.
É uma forma de promover a integração da família, com as crianças e a escola.
• As melhores receitas podem ir para o “Livro de Receitas” da turma, com ilustrações feitas por eles. Assim, seus alunos poderão prepará-las em casa também.
• Leve seus alunos para um lugar diferente: um parque ou um cantinho agradável do pátio.
Estenda uma grande toalha e comece o piquenique.
Deixe que cada um fale o que trouxe e por que gosta daquele prato.
Pergunte a seus alunos se eles já estão com “água na boca” ao verem tantas delícias. http://www.mundomirim.com.br/produto/1129-poesiasdedaraguanaboca

Historias De Dar Agua Na Boca - R$ 39,60 em Mercado Livre

Livro: Histórias para dar água na boca
Rosane Pamplona
Projeto de leitura
AQUI

Unindo divertidas crônicas de sua infância a histórias de antiga sabedoria e a receitas saborosas, Rosane Pamplona junta o sabor com o saber.
São histórias de sua vida e outras, recontadas da tradição oral: mitos, lendas, anedotas, contos populares, do Brasil e do mundo.
As receitas também são variadas: docinhos, bolos e sobremesas, mas também saladas, sopas, pratos com muitos legumes e frutas.
Vejam sugestões de atividades no Linguagem.
Cliquem na listagem literária do lado direito.





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