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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, setembro 01, 2026

Lá fora>Descoberta>Liberdade>Ah! A primavera...>Ah! A democracia...>01/09/2026

 
André Neves

Neste livro escrito e ilustrado por André Neves, um camaleão ousa se aventurar do lado de fora de seu reino sem cor ― e dar início à mais bela revolução.

Muito tempo atrás, um reino onde não havia cor alguma era habitado por camaleões que obedeciam a um imperador que mandava e desmandava à própria vontade. 
Entre as ordens, a principal era a de que ninguém podia explorar o lado de fora do reino. 
Quando um camaleão se arrisca e vê um pouco do que o mundo guarda, encontra surpresas e cores que jamais imaginara existir.
Neste livro ilustrado, André Neves apresenta aos leitores uma narrativa repleta de imagens vibrantes, que mostram quão poderosas podem ser as pequenas revoluções que empreendemos ― e como elas são capazes de mudar o curso da nossa própria história.

Ouvindo: 
Dani Bassi: AQUI

Um livro para trabalhar sobre sonhos, desejos, coragem de mudar e ir atrás do que realmente nos faz feliz!
Para trabalhar com crianças de forma individual ou em grupo.
Aqui também você vai encontrar uma sugestão de atividade inspirada na história para trabalhar com os pequenos! AQUI

Na Hora da História de setembro, apresentamos “Lá Fora”, de André Neves, uma obra que fala sobre descobertas, autenticidade e o poder transformador da liberdade.

Com a interpretação do ator Patureba, essa narrativa poética se torna ainda mais envolvente, despertando reflexões sobre como o mundo pode ser vivido com coragem e imaginação.

Uma história lúdica, poética, cheia de pinceladas democráticas.
Para refletirmos de forma graciosa através do bichinho camaleão.
Bem representativo para este ano eleitoral!
André Neves: AQUI
Cores: AQUI
Camaleão: AQUI
O disfarce do animais: AQUI
Calma camaleão: AQUI
Onde está o camaleão? AQUI
Democracia: AQUI
Liberdade: AQUI
Políticas públicas: AQUI






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segunda-feira, janeiro 13, 2025

O leão e o pássaro>PNLD literário>Pequenas ternuras>Amizade>Estações do ano>13/01/2025

 
Marianne Dubuc

Num dia de outono, o leão encontra perto de casa um pássaro machucado. Começa assim uma amizade. Um texto delicado, em que os ritmos da natureza e as estações do ano moldam o curso da vida e influenciam a relação desses dois seres. 
Uma história que remete aos sentimentos de bem-querer e de desapego.
Ouvindo:
PNLD Literário 2018, obras aprovadas. Veja o que a Daisy do blog "A Cigarra e a Formiga" tem a dizer sobre o livro: "O leão e o pássaro". Apresentando um texto delicado, em que os ritmos da natureza e as estações do ano moldam o curso da vida e impregnam a relação destes dois seres, “O leão e o pássaro” é uma história que remete aos sentimentos de bem-querer e de desapego e pode ser usado para trabalhar com os alunos a amizade e a empatia. AQUI, AQUI
Atividades: AQUI
Afeto: AQUI
Amizade: AQUI
Pássaros: AQUI
Buscar: AQUI
+ Marianne Dubuc: AQUI
Lacriminha: AQUI
Estações do ano: AQUI



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quinta-feira, março 28, 2019

Marília Bela>Ruth Rocha visitando Marília de Dirceu>Clássicos da literatura>28/03/2019



Neste “Marília bela”, a Ruth Rocha oferece ao leitor uma oportunidade rara: viajar para a Ouro Preto do século XVIII, quando a cidade ainda era chamada Vila Rica. Acompanhando os passos da narradora, a pequena Marília, nos vemos diante de uma realidade muito diferente da nossa: a escravidão estava no auge, por exemplo, e não havia cinema, nem televisão, nem computador — as pessoas (os brancos, claro, pois os negros não podiam ir a lugar nenhum) se divertiam fazendo saraus, que eram reuniões em que se ouviam músicas e se recitavam poemas. 

Um desses poemas, aliás, falava de uma tal “Marília bela, do céu de estrela...”, e a personagem da nossa história achava que tinha sido feito para ela. Ainda bem que ela não contava isso para ninguém, pois a verdade é que ele tinha sido inspirado pela namorada de Tomás Antônio Gonzaga, que viria a se tornar um dos maiores poetas brasileiros.

Ilustrado por Helena Alexandrino, que conseguiu compor autênticos painéis do cotidiano da época, “Marília bela” é Ruth Rocha em um de seus grandes momentos. Daí a graça, a inteligência, a consciência histórica e alegria de viver que inundam as páginas do livro.


Interpretação/poesia
Tomás Antonio Gonzaga
Eu Marília, não sou algum vaqueiro,
que viva de guardar alheio gado,
de tosco trato, de expressões grosseiro,
dos frios gelos e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal e nele assisto;
dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
das brancas ovelhinhas tiro o leite
e mais as finas lãs, de que me visto.
Continua:  AQUI

Desdobramentos para o projeto
"Uma nova viagem"
Neste link acima: 
Sondagem através das origens dos sobrenomes das crianças
Resultado: Imigração portuguesa
Assim chegou-se ao livro
Meu avô português
AQUI
Faz muito tempo









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domingo, agosto 05, 2018

Mano descobre a liberdade ,paz, solidariedade>Eleições>Liberdade>Projeto>05/08/2018


Heloisa Prieto


A vida é cheia de mistérios. Mas Mano não poderia imaginar quantos segredos estavam escondidos debaixo de seu próprio teto.

Neste livro, Mano vai descobrir um passado surpreendente, personagens inusitados e, sobretudo, o verdadeiro sentido da palavra liberdade.
Esta é uma história que revela a importância da justiça, da solidariedade, do respeito ao outro e da união entre as pessoas.

Em uma narrativa gostosa e emocionante, Mano descobre o passado surpreendente de seu avô e aprende o verdadeiro sentido da palavra "liberdade".

O autor conta à história de um menino chamado Hermano Santiago, conhecido por Mano.

Ele sempre achou que escrever em diário era coisa de menininha. Até que um dia percebeu que queria escrever todos os segredos que sabia.

Comprou seu diário marrom de chavinha, guardou em uma caixa que ele tinha desde pequeno e a sua chave ficava em sua carteira.
Ele ouviu seu avô conversando com a Fátima sobre o tempo passado, e não entendia nada. Também viu cair o jornal de seu avô que estava escrito sobre a Gangue V.G.
Um dia na escola, a professora pediu que pesquisassem sobre os artistas da pintura mundial, seus quadros e tentassem entendê-los.
Explicou que antes não havia liberdade de expressão. Falou pra fazer o trabalho e colocar muitas fotos antigas e modernas de suas famílias.
Mano começou a procurar no armário de seu avô. Achou um diário.
Ele ficou encantado, pois ficou conhecendo a história de sua família. Percebeu que se falassem e escrevessem o que pensassem eram presas.
Que não podiam votar para presidente era a “ditadura”.
Quando alguém escrevia algo contra as leis rígidas do governo, eram presos.
O seu avô recusava as leis, colocava receitas de culinária no jornal ao invés das leis.
Mano ficou mais interessado ainda, quando viu que o seu avô e outros amigos foram presos, passaram tempos sendo maltratados, por lutar para que as pessoas pudessem ter liberdade para expressar suas vontades e suas idéias.
Descobriu também que VG. Significa “Vovô Grafiteiro”.
Faziam parte: o seu avô, Fátima e Lúcio. Que se reuniram mais uma vez para criar um espaço de expressão artística, ou seja, liberdade de expressão.
E o Mano fez parte dessa ultima parte da história e ficou muito entusiasmado se sentiu importante.


- Que nome você daria a um homem que não pergunta as pessoas se pode ser presidente, expulsa quem foi escolhido pela maioria, começa a dar ordens e a mandar em todo mundo, impede as pessoas de falarem o que pensam, prende quem não concorda com ele, só porque é o mais forte?

O livro "Mano Descobre a Liberdade", escrito por Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein, conta a história de um garoto que descobre segredos e um passado surpreendente sobre a sua própria família ao estudar regimes totalitários. A obra aborda temas como cidadania, justiça e solidariedade
Você pode explorar o livro com estas atividades:
  • Mapa Mental: Desenhe um diagrama com o nome do protagonista no centro e ramificações para personagens (como o Mano e a Vó Olga) e partes da história. 
  • Roda de Conversa (Cidadania): Promova um debate sobre o verdadeiro sentido da palavra "liberdade" e como podemos respeitar o próximo no dia a dia. 
  • Expressão Artística: Peça aos alunos que criem desenhos ou colagens representando suas partes favoritas da história ou cenas que lembram regimes autoritários, assim como o Mano faz ao descobrir as obras de arte. Fonte Google

Video propaganda
Resultado de imagem para mano descobre a liberdade pdf

Mano descobre a solidariedade
Coisas estranhas estão acontecendo na escola onde estuda nosso personagem.
A quadra é depredada, grupos se reúnem para brigar e Mano sabe que precisa tomar alguma atitude.
De que lado ficar?
Como lutar?
É preciso ser violento?
Questões fundamentais da vida estão retratadas neste livro - a solidariedade nos momentos difíceis, a aceitação de quem é diferente, a defesa da verdadeira amizade.
Artimanhas visuais e a sabedoria da capoeira, combinando o que há de mais contemporâneo e ancestral, aliam-se no combate às injustiças que ameaçam nossa turma. AQUI

Mano conhece dois novos amigos: Sofia, de origem judaica, e Samir, de origem árabe. 
Em plena crise detonada pelo ataque às Torres Gêmeas, o amor surge.
O livro "Mano Descobre a Solidariedade", escrito por Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein, explora a resolução de conflitos e a empatia na escola. As atividades práticas envolvem rodas de conversa sobre empatia, teatro de fantoches para encenar os conflitos da história e cartazes coletivos focados em cultura de paz. [1, 2, 3, 4]
Você pode estruturar a sequência de atividades para a turma da seguinte forma:
  1. Roda de Conversa sobre Empatia: Discuta como Mano se sentiu ao ver a quadra depredada e os colegas brigando. Peça aos alunos que relatem situações em que se sentiram excluídos ou que precisaram da ajuda de um colega. 
  2. Dinâmica do "Correio da Amizade": Incentive as crianças a escreverem bilhetes anônimos ou assinados com elogios, agradecimentos e palavras de apoio para os colegas de sala.
  3. Oficina de Mediação de Conflitos (Júri Simulado): Divida a turma em grupos para simular como resolveriam os desentendimentos na escola sem recorrer à violência, assim como o personagem aprende a fazer
  4. Criação de um Cartaz de Ações Solidárias: Em cartolina, os alunos devem desenhar ou listar pequenas ações diárias de solidariedade que podem praticar na escola e em casa. 
  5. Leitura Dramatizada: Peça para os estudantes lerem ou encenarem trechos do livro, trocando os finais das brigas escolares por soluções pacíficas e cooperativas. Fonte Google
Heloisa Prieto: AQUI
Contos/Mistérios: AQUI
Eleições: AQUI
Políticas públicas: AQUI






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