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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, maio 09, 2022

Cem pinguins ou sem pinguis?>Gênero contos>Treino ortográfico>Vamos escrever?>Figuras de linguagem>09/05/2022

Autor: Adriano Messias   Ilustrador: Jefferson Galdino

Cem pinguins ou sem pinguins? É uma brincadeira em torno de mal-entendidos e chistes linguísticos. O que aconteceria se um vendedor chinês de uma lojinha de bugigangas encomendasse pinguins de louça e chegassem até seu vilarejo pinguins de verdade? E se, a cada tentativa de devolver as aves, a confusão continuasse e mais bichos não parassem de chegar?

Gênero: conto

TCTs: cidadania e civismo (direitos da criança e do adolescente; educação e direitos humanos; vida familiar e social); ciência e tecnologia; economia (educação financeira; trabalho); meio ambiente (educação ambiental; educação para o consumo); multiculturalismo (diversidade cultural)

Tópicos para orientação do professor: brincadeiras; humor; jogos de linguagem; matemática; relações de trabalho; sistemas de produção.

Sobre esta obra

Uma narrativa bem engraçada, que mostra deslizes quando não nos comunicamos corretamente.

Seu Ling-Ling tinha uma lojinha de bugigangas. Certo dia uma senhora entrou na loja e queria um pinguim de louça para colocar em cima da sua geladeira. Como estava em falta, o comerciante se comprometeu em encomendar diretamente da China, lindos pinguins de porcelana. Foi, então ao correio para enviar um telegrama. O telegrafista bem distraído fez uma confusão na mensagem e logo começaram as confusões...

Seu Ling-Ling pediu cem pinguins daqueles que se colocam sobre a geladeira, que viriam num navio de Xangai. Sabendo que telegramas se pagam por palavras e até os pontinhos são cobrados, o comerciante preferiu simplificar a mensagem, para não pagar caro.

Era para o navio trazer cem pinguins de geladeira! E que confusão! Chegaram no porto cem pinguins de verdade, em geladeiras... Era pinguim de todo lado, foram entrando na lojinha e se acomodando como podiam. Virou uma bagunça tremenda. Transtornou a vida de todos. Os pinguins foram invadindo quintais, pomares, casas, porões..

Tudo isso por conta de erros ortográficos, pontuações e interpretações equivocadas.

O telegrafista ficou envergonhado, quando percebeu seu erro e, finalmente enviou uma mensagem correta, clara e precisa: "Ao capitão do navio China: Não mandar mais pinguins. Recolher os que aqui estão. Foi tudo um engano."

Para azar de seu Ling-Ling, outro telegrafista veio substituir o primeiro. E não é que este também trocava as letras? Vejam só: A cliente desta vez queria garrafas coloridas e medalhas de São Longuinho. A mensagem era: "Favor enviar mil garrafas e duas medalhas de São Longuinho". E o atrapalhado do telegrafista enviou: " Favor enviar mil garrafas e dois mil dromedários a São Longuinho." O resto já imaginam né?

Ah! A cidadezinha se chamava São Longuinho!

Palavras homófonas

Som igual, grafia e significado diferente

Sem é uma proposição que indicativa de carência ou ausência; referente a não possuir, não ter. Cem significa número equivalente a dez dezenas; cardinalidade de um conjunto que contenha uma centena de elementos distintos; representado pelo símbolo 100. AQUI

Na língua portuguesa existem palavras homófonas, que são aquelas que apresentam a mesma fonética, mas com escritas e significados diferentes, e palavras homógrafas, que são aquelas escritas de forma igual, mas com significados e pronúncias diferentes.

Exemplos de palavras homófonas: AQUI, AQUI

Uma história com mil macacos/Ruth Rocha: AQUI

Brincando com a linguagem/Jogos de palavras

O processo de desenvolvimento linguístico das crianças ocorre de forma gradual, ano a ano, com o aprendizado de novas formas de pronúncia, tentativas de comunicação com os pais e absorção de vocabulário. AQUI

Objetivo principal dos jogos verbais é a ampliação do vocabulário, memória e pronúncia:

Brincar de trava-línguas, rimas, telefone sem fio e jogos que repitam sons, vocábulos e palavras, além de parlendas são alguns exemplos de jogos verbais. Todos valorizam o aspecto lúdico e criativo da linguagem: AQUI

Hospital das palavras

Vamos juntos preparar o Hospital das Palavras, um excelente recurso visual para você trabalhar ortografia com seus alunos do Ensino Fundamental I: AQUI

O hospital das letras: AQUI

Sequência didática: Ortografia: AQUI

Mais sugestões ortográficas no Linguagem: AQUI

Mais figuras de linguagem: AQUI

Para analisar contos lidos/Rafaela Remedio/UP Ensinar

"Ao planejar uma aula de análise de um texto o ideal é ler o texto várias vezes, para conhecê-lo em detalhes. Neste momento faz-se necessário propor boas questões para que as crianças se mobilizem em torno do texto.
O objetivo desta atividade é a reflexão sobre a linguagem e o trabalho deve ser como sempre intencional e planejado.
Explore os recursos desse gênero que foi lido, deixe que as crianças observem e falem suas percepções.
Abaixo aponto algumas ideias de perguntas que podem nortear seu trabalho durante a análise de cada conto:
✨
Como este texto se inicia? (Era uma vez, Certa vez, Um tempo atrás, Há muito tempo atrás…)
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Qual é a linguagem utilizada? (Informal ou não)
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Que tempo verbal foi utilizado? (Ocorreu no passado ou são fatos presentes?)
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Como acontece a marcação do tempo? (Ocorreu num único dia ou se passaram anos até o desfecho?)
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Como os personagens foram caracterizados? (Apresenta características físicas, são muitos personagens que participam, onde moram, o que gostam de fazer, são homens ou mulheres)
✨
Que trechos chamam mais atenção do leitor?
Interessante você solicitar que a criança aponte onde está cada uma das respostas que foram sendo dadas. Por exemplo: “Você disse que o narrador não participa dessa história, onde comprovamos isto no texto?” “Qual parágrafo indica que este personagem é uma mulher?” Ou “Utilize um marca texto e grife a parte do texto que foi engraçada”.

Percebe como este trabalho com textos pode ser muito produtivo?" UP Ensinar




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sábado, março 12, 2022

Todas as pessoas contam>Socioemocional>365 pinguins>Literatura mais matemática> 12/03/2022

Neste livro ricamente ilustrado, os leitores vão aprender os números enquanto se deparam com as semelhanças e diferenças dos cidadãos de uma cidade divertida e colorida.

Kristin Roskifte

Uma pessoa deitada, olhando para as estrelas, duas pessoas conversando em uma floresta, três pessoas em um pódio, quatro pessoas tocando em uma banda... Neste livro, a cada página virada o leitor vai conhecer mais e mais pessoas: 100, 1000... até 7,5 bilhões! Mas esta não é uma história apenas sobre números. É também sobre todas essas pessoas, e sobre as suas diferenças e semelhanças.
Depois de observá-las nos mais diversos cenários da mesma cidade, o leitor vai perceber como cada uma tem seus hábitos, interesses, tristezas, segredos... E como suas vidas se misturam – e se somam. Afinal, o que seria das pessoas umas sem as outras. Todas as pessoas contam, e você também!

Esse é um livro que vai divertir tanto os pequenos quanto os adultos. Em Todas as pessoas contam, nos deparamos com cenários cada vez mais cheios de pessoas e percebemos que cada pessoa é única e tem seus sentimentos e singularidades. E todas elas são importantes. Enquanto estimula a empatia, essa obra também nos instiga a procurar em suas páginas algumas pessoas escondidas por ali. E aí? Você e o seu pequeno conseguiram encontrar todas as pessoas?

Sugestão para a aula: Após a leitura, propõe-se a rotina de pensamento “3-2-1 Ponte”. Conhece? É assim: os alunos registram 3 palavras que vêm à mente quando pensam na leitura realizada, 2 perguntas sobre a obra e 1 comparação entre o que foi lido e a experiência de vida. Feito isso, trocam entre si e refletem sobre as impressões, os questionamentos e as relações elaboradas pelo outro. Em seguida, retornam para os seus próprios registros, debruçando-se sobre eles. Será que algo mudou após a troca de papel com o colega? A proposta é desenvolver a consciência de que há uma diversidade imensa de modos de pensar, ser, expressar, sentir… E todos importam, porque todas as pessoas contam. Fonte

Sobre o livro: AQUI, AQUI

Sequência didática: AQUI

Ouvindo: AQUI

Jean-Luc Fromental

A cada dia do ano, a campainha anuncia a chegada de mais um pinguim na casa da Amanda e do Téo. Os problemas também vão se somando, até que, na noite de réveillon, o mistério dos 365 pinguins é resolvido - para que outro se inicie na manhã seguinte.

Na manhã do dia 1o. de janeiro, dia de Ano-Novo, a campainha toca na casa de Amanda e Téo. Era um motoqueiro trazendo uma encomenda. Uma caixa que não tinha nenhuma referência do remetente: nem nome, nem endereço, nada. Dentro da caixa... um pinguim! Acompanhado por um bilhete recomendando que a família cuidasse dele. Quem teria mandado um presente desses? Mistério!
No dia seguinte, na mesma hora, de novo o motoqueiro, trazendo uma nova caixa com outro pinguim. E assim foi o ano inteiro, dia após dia, sem falhar um só. Quando chegou o réveillon, 31 de dezembro, a casa da família estava tomada por 365 pinguins.
Não foram poucos os problemas que essas aves frajolas, com sua plumagem parecendo um traje a rigor, causavam aos dois irmãos e seus pais. Além do trabalho para cuidar delas e do dinheirão que custava alimentá-las com quilos e mais quilos de peixe fresco, o pai de Téo e Amanda teve de bolar sistemas complicados para guardar toda aquela bicharada. E a barulheira dos seus grasnidos? E o mau cheiro? Como se não bastasse, a família ainda tinha de enfrentar as reclamações dos vizinhos.
Ainda bem que no "trim!" seguinte, em vez de um 366o hóspede, quem chegou foi uma pessoa que conhecia muito bem cada um dos pinguins e que trazia a explicação de todo o mistério.
Com ilustrações bastante originais e bem-humoradas, todas em preto, azul e laranja, e um formato inusitado, o livro já chamou atenção mundo afora - foi publicado em 12 países e no Japão, por exemplo, enfeitou (ou melhor, inundou de pinguins) as livrarias por um bom tempo. Fonte

Atividades: AQUI, AQUI

Sobre a obra: AQUI

O que as ilustrações revelam sobre as histórias?: AQUI

 "A formação do leitor acontece quando há conversa sobre o livro"

AQUI

Quando a literatura e matemática andam juntas:

AQUI

Os 33 porquinhos: AQUI




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segunda-feira, novembro 07, 2016

Achados e perdidos> Um pinguim aparece.....>Aventura e amizade>Sequência didática>07/11/2016

Oliver Jeffers


Era uma vez um menino que, um dia, encontrou um pinguim à sua porta…
O menino não sabia de onde é que ele aparecera nem a quem pertencia. 
O pinguim parecia triste, por isso o menino achou que ele devia estar perdido. Então, decidiu ajudá-lo a encontrar o caminho de regresso a casa e, juntos, rumaram ao Polo Sul…

Aventura mágica de um menino e de um pinguim, esta é uma viagem por mares calmos e tumultuosos, que apela à força dos sonhos através das ilustrações desenhadas a aquarela, este livro foi já adaptado ao cinema de animação pelo realizador Peter Hun.
Sobre a obra: AQUI, AQUI
Ouvindo: AQUI, AQUI
Atividades
AQUI
Sequência didática
AQUI
O livro em Portugal chama-se Perdido e achado
Em uma pequena vila litorânea, um pinguim bate à porta da casa em que vive um menino. Surpreso com a visita inusitada, o garoto imagina que a pequena ave está perdida e resolve ajudá-la a encontrar o lugar de onde veio. A procura os leva a diferentes lugares no vilarejo, sem resultados. “Os pinguins vêm do Pólo Sul”, descobre o garotinho ao ler um livro. É o que basta para que ele decida arrumar um pequeno bote e levar a ave até lá. Juntos, então, empreendem uma viagem pelos mares bravios e tempestuosos, contando histórias um para o outro. Até que chegam ao Pólo Sul e precisam se separar.

Sim, é uma história que se conta para crianças, mas que tem a qualidade de transmitir uma poderosa mensagem para os adultos também. O conceito de amizade independe de quantos anos se tem – cinco, quinze ou setenta. Todos temos a capacidade de compreender o que significa ter um amigo e quais as consequências de vê-lo partir.
Ao ler “Achados e Perdidos”, as crianças torcem para que o menino e o pinguim cheguem ao final da história juntos. A amizade, nessa fase da vida, é permeada por uma inocência maravilhosa. Encontrar um amigo é o mesmo que achar um presente, especialmente porque não se exige nada em troca, inexistem interesses secundários, apenas a simples vontade de estar juntos e descobrir coisas novas. Amizade pela amizade em seu sentido mais autêntico.
Ao ler “Achados e Perdidos”, um adulto passa pela estranha sensação de que algo se perdeu em algum ponto da adolescência. Não, não deixamos de ter a capacidade de fazer amigos, inclusive bons amigos, mas parece impossível não se indagar se isso, na verdade, não se trata de forjar alianças para atingirmos objetivos em comum, em vez da união descompromissada que experimentamos na infância. Fonte
Projeto de leitura: AQUI
Sugestão para a aula: Com o objetivo de afinar os vínculos entre os alunos, propõe-se que as crianças participem de uma espécie de amigo secreto, em que cada uma escreve ou desenha contando um pouco sobre isso (o que gosta, como vive etc.), mas sem dizer quem é. Então, após a troca dos papeizinhos, o colega precisa adivinhar de quem se trata. A proposta é (re)conhecer o outro, oportunizando aproximações entre aqueles que estavam distantes. Fonte
+ Oliver Jeffers: AQUI





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domingo, abril 06, 2014

O pinguim de geladeira, a preguiça e a energia>Hora da história> Estímulos conscientes>Atividades PDF> 06/04/14




Este livro é uma fábula sem texto sobre o uso consciente da energia. 
A apresentação dos personagens, lado a lado, destaca a diferença de comportamento quanto ao consumo de energia, facilitando o entendimento da história pela criança.
Temas principais livro de imagens e meio ambiente
Temas transversais pluralidade cultural e meio ambiente
Autor: Textos e Ilustrações de Sergio Merli.
Este livro imagem é uma boa oportunidade para:
Conscientizar -nos sobre a importância de usar a energia da elétrica sem desperdício .
Levar a reflexão de que a energia move o mundo sob vários pontos de vista.
Estimular os envolvidos a pensar de onde vem a energia que alimenta lâmpadas , fazer chuveiros esquentar etc;
Falar de energia vinculando o tema  a outras questões ambientais;
Aprender maneiras de evitar desperdícios de energia elétrica no ambiente escolar e residências;
Compreender como o desperdício de energia elétrica interfere causando danos ao meio.
A leitura lúdica vai despertar de forma suave nossos pequenos.
Este livro é uma fábula sem texto sobre o uso consciente da energia elétrica. A apresentação dos personagens, lado a lado, destaca a diferença de comportamento quanto ao consumo de energia, facilitando o entendimento da história pela criança.
Texto e ilustrações de Merli
O Pinguim de Geladeira, a Preguiça e a Energia: AQUI também
Você conhece alguém estabanado, atrapalhado e todo engraçado? Então ainda não conheceu esse pinguim pra lá de animado! Rolando escada baixo é um pinguim que, sem querer, vai ajudar a Cris a fazer o seu trabalho sobre como prevenir acidentes dentro de casa.? Ouçam a história:
AQUI Com libras
Aula: Energia elétrica/desperdício ou uso consciente?: AQUI
Aulas: Água e a produção de energia elétrica: 3ºano: AQUI
Aulas: Consumo e desperdício: AQUI
PDF: Atividades 1ºano: AQUI   ( dia-a-dia de Dadá) 
Livro: O dia-a-dia de Dadá no Linguagem: AQUI
PDF: Atividades: De onde vem a energia elétrica: AQUI
Aula remota: PDF: Atividades: Consumo consciente: AQUI, AQUI
Reciclagem e consumo consciente: AQUI, AQUI( consumo energia PDF)

Sugestões de artes
Pinguim de rolo de papel higiênico

Um rolo de papel higiênico vazio pode se transformar em um adorável pinguim com apenas um pouco de papel colorido e cola. Você pode cobrir o rolo com papel de cor preta e papel branco oval para a barriga. Só deve colar os olhos, um bico laranja, pés e asas de papel para completar o seu pinguim. Experimente colocar o pinguim em um habitat de iceberg, pintando uma caixa de ovo ou bandeja de café de papelão na cor branca. Passe um spray glitter para um efeito decorativo.

Fantoche de pinguim

Depois de fazer seu pinguim de rolo de papel higiênico com papel, você pode transformá-lo em um fantoche ao colar uma vareta de artesanato na parte de trás. As crianças podem se divertir criando um show de fantoches, com cenários e adereços caseiros, bem como outros animais feitos de rolo de papel higiênico.
Fonte: AQUI
Vamos conhecer o pinguim?

Quem não adora um pinguim? Afinal são aves encantadoras, elegantes com seus terninhos pretos e chapéu coco. Vivem no hemisfério sul lá no continente frio chamado Antártida. Estas aves não voam, na verdade são bem adaptadas ao meio aquático e por isto são ótimas nadadoras, que podem alcançar até 40 km/h. Para agüentar o frio das águas da Antártida possuem uma espessa camada de gordura. Não são grandes, mas também não são pequenos pesam entre 15 e 30 kg.
Os pinguins alimentam-se principalmente de peixes, crustáceos e moluscos. Uma curiosidade é que podem ingerir água salgada, pois possuem glândulas que filtram o excesso de sal. Aposto que esta você não sabia!
Algumas espécies de pinguins acasalam para toda a vida. A fêmea em geral coloca um ovo que é protegido em ninhos feitos de pedra, em buracos cavados ou é protegido sob a pele do animal. A incubação dura entre 5 e 6 semanas.
Fonte: AQUI

Vamos conhecer o bicho  preguiça?
Parece um macaco, muito peludo e sempre pendurado nas árvores, mas é muito parado para ser um macaco. Leva a vida em câmera lenta, o danado do bicho-preguiça.
A preguiça é um mamífero sem dentes que vive pendurado nas árvores brasileiras. Elas têm um rosto pequeno e parecem que estão sempre sorrindo. As preguiças só comem uma coisa: folhas de embaúba, uma árvore que por isso ficou conhecida como árvore-da-preguiça. Esses bichos são assim preguiçosos por causa do calor. Como eles têm o corpo coberto de pêlos grossos, não podem se agitar muito porque senão suam para valer.
Não existe apenas um tipo de preguiça. Algumas são acinzentadas e têm três dedos como os da espécie Bradypuus tridactylus. As preguiças da espécieCholoepus didactylus têm apenas dois dedos. Uma outra espécie, Bradypuus torquatus, conhecida como bicho-preguiça-de-coleira, tem pelagem amarelada e faixas negras na nuca. A preguiça-de-coleira está ameaçada de extinção.
O bicho-preguiça é um animal bem comum no Brasil. Será por isso que o brasileiro tem fama de preguiçoso? Acho que se pensarmos bem, não existe nenhum brasileiro tão paradão quanto um bicho-preguiça...
Fonte: AQUI

O canal Kids disponibiliza, de forma lúdica e agradável vários conteúdos sobre meio ambiente, consumo consciente.
Vejam :MEIO AMBIENTE AQUI   ( opção em "escolha uma área"  Meio ambiente )
Depois no centro tem 7 escolhas)








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